quinta-feira, dezembro 13, 2018

DOIS SOLDADOS ISRAELITAS ASSASSINADOS POR TERRORISTAS PALESTINIANOS

Dois soldados das Forças de Defesa de Israel foram assassinados e dois outros gravemente feridos durante um tiroteio a partir de um carro em andamento na Judeia, a Norte de Jerusalém.
Este foi o segundo ataque a soldados israelitas num espaço de 12 horas, e o único a provocar vítimas.
O ataque ocorreu pelas 11H15 da manhã na estrada Nº 60, uma artéria central que percorre a Judeia e Samaria, a cerca de 5 quilómetros do aldeamento de Ofra, onde no passado Domingo um terrorista, entretanto já abatido pelas forças israelitas, disparou contra 7 pessoas, acabando por provocar a morte a um bébé.
Todas as vítimas dos ataques terroristas de hoje têm pouco menos de 20 anos de idade.

VÍTIMAS MORTAIS
Yosef Cohen, de 19 anos, e Yovel Moryosef, de 20, são as duas vítimas mortais deste ataque terrorista.
Segundo as informações das FDI, os terroristas palestinianos pararam o carro junto a uma paragem de autocarros, saíram do veículo, e dispararam contra militares e civis que ali se encontravam, pondo-se logo de seguida em fuga dentro do carro.
Tal como aconteceu com o ataque terrorista do passado Domingo, o movimento terrorista Hamas já aplaudiu o ataque de hoje.
Buscas intensas estão sendo conduzidas pelas forças israelitas, não se tendo ainda encontrado os responsáveis por mais este bárbaro ataque palestiniano que, à semelhança de muitos outros, recebe o total silêncio dos mídia internacionais, já para não falar da mais que justa condenação...

Shalom, Israel!

1 comentário:

Dario Silva disse...

O que é um infiel para um muçulmano?

Como a França (tão liberal e pioneira em criação de valores) está passando por uma fase de "muçulmanização" nos hábitos e na leis, na última década, um advogado francês chamado Gilbert Collard resolveu se manifestar.
 
Vale a pena ler porque o mundo ocidental corre o mesmo risco.
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Como demonstram as linhas que se seguem, fui obrigado a tomar consciência da extrema dificuldade em definir o que é um infiel, para poder escolher entre Alá ou o Cristo, até porque o Islamismo é de longe a religião que progride mais depressa no nosso país. No mês passado eu participei de um estágio anual de atualização, necessária para renovação da minha habilitação de segurança nas prisões. Nesse estágio houve uma apresentação por parte de quatro palestrantes, representando respectivamente as religiões Católica, Protestante, Judaica e Muçulmana, explicando os fundamentos das suas doutrinas respectivas. Foi com um grande interesse que esperei a exposição do Imã.

A apresentação deste ultimo foi notável, acompanhada por uma projeção em vídeo.

Terminadas as intervenções, chegou-se ao tempo de perguntas e respostas, e quando chegou a minha vez, perguntei:
- “Agradeço que me corrija se eu estiver enganado, mas creio ter compreendido que a maioria dos Imãs e autoridades religiosas decretaram o “Jihad” (guerra santa), contra os infiéis do mundo inteiro, e que matando um infiel (o que é uma obrigação imposta a todos os muçulmanos), estes teriam assegurado o seu lugar no Paraíso. Neste caso poderá dar-me a definição do que é um infiel?”

Sem objetar à minha interpelação e sem a menor hesitação, o Imã respondeu:
- "Infiel é todo não muçulmano”.

Eu respondi:
- “Então permita-me assegurar se compreendi bem; os adoradores de Alá devem obedecer às ordens de matar qualquer pessoa não pertencente à vossa religião, a fim de ganhar o seu lugar no Paraíso, não é verdade ?

A sua cara, que até então tinha tido uma expressão cheia de segurança e autoridade, transformou-se subitamente na de um menino, apanhado em flagrante com a mão dentro do açucareiro!!!

- "É exato", respondeu ele num murmúrio.

Eu retorqui:
- “Então, eu confesso ter bastante dificuldade em imaginar o Papa dizendo para os católicos que massacrem todos os vossos correligionários, ou o Pastor Stanley dizendo o mesmo para garantir a todos os protestantes um lugar no Paraíso.”

O Imã ficou sem voz !

Continuei:
- “Tenho igualmente dificuldades em me considerar vosso amigo, pois que o senhor mesmo e os vossos confrades incitam os vossos fiéis a cortarem-me a garganta !”

Além disso, me aflige uma outra questão:
- “O senhor escolheria seguir Alá que vos ordena matar-me a fim de obter o Paraíso, ou o Cristo que me incita a amar-vos a fim de que eu aceda também ao Paraíso, porque Ele quer que eu esteja na vossa companhia?”

Nessa hora, dava para ouvir uma mosca voar, enquanto que o Imã continuava silencioso.

Será inútil afirmar que os organizadores e promotores do Seminário de Formação não apreciaram particularmente esta maneira de tratar o Ministro do culto Islâmico e de expor algumas verdades a propósito dos dogmas desta religião.

No decurso dos próximos trinta anos, haverá suficientes eleitores muçulmanos no nosso país para instalar um governo de sua escolha, com a aplicação da “Sharia” como lei.

Parece-me que todos os cidadãos deste país e do mundo deveriam poder tomar conhecimento destas linhas, mas como o sistema de justiça e das “mídias” liberais combinados com a moda doentia do "politicamente correto", não permitirão de forma nenhuma que este texto seja publicado de forma intensiva.

É por isto que eu vos peço para enviar a todos os seus contatos via Internet.

Obrigado,
Gilbert Collard
Cristão, Cidadão Francês e Advogado.