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terça-feira, dezembro 11, 2018

AUSTRÁLIA PRESTES A RECONHECER JERUSALÉM COMO CAPITAL DE ISRAEL

Deverá ser hoje aprovada a proposta do governo australiano para o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel. A esta decisão não será indiferente o facto de Scott Morrison, o actual primeiro-ministro da Austrália ser um cristão evangélico pentecostal.
A mudança da embaixada australiana de Tel Aviv para Jerusalém não será no entanto para já, mas unicamente devido a questões ligados aos respectivos custos, avaliados em 200 milhões de dólares.
Segundo o diário "The Australian", o gabinete do primeiro-ministro australiano aprovou a mudança política durante a reunião do Conselho Nacional de Segurança realizada ontem à noite, após prolongadas discussões sobre a questão.
O governo de Camberra irá colocar inicialmente um consulado do seu país em Jerusalém até à deslocação permanente da embaixada para a capital de Israel.

Shalom, Israel!

terça-feira, outubro 16, 2018

ESTADOS ÁRABES AMEAÇAM AUSTRÁLIA SE ESTA RECONHECER JERUSALÉM COMO CAPITAL DE ISRAEL

Perante a informação do actual primeiro-ministro australiano, o evangélico Scott Morrison, de que o governo de Camberra estaria a ponderar deslocar a sua embaixada de Tel Aviv para Jerusalém, dessa forma reconhecendo a cidade como a capital do estado judaico, os inimigos árabes começaram imediatamente com as suas habituais ameaças, aludindo que tal decisão colocaria em causa as relações com os estados árabes e poria em risco a viabilidade do processo de paz no Médio Oriente.
Apesar de Morrison ter ontem apenas dito que o seu gabinete iria ponderar esta questão, mas que nenhuma decisão iria ser tomada nos próximos meses, logo 13 embaixadores árabes apressaram-se em se reunirem hoje mesmo em Camberra para discutirem esta questão.
O embaixador egípcio na capital australiana informou esta manhã a agência noticiosa Reuters de que os embaixadores árabes estavam redigindo uma carta para ser entregue à ministra das Relações Exteriores da Austrália Marise Payne, destacando as consequências que alegam resultariam do reconhecimento de Jerusalém por parte da Austrália.
"Qualquer decisão deste tipo pode prejudicar o processo de paz" - alegam os árabes, acrescentando: "Isso terá implicações muito negativas nas relações entre a Austrália não só com os países árabes, mas também com muitos outros países muçulmanos."

AGRADECIMENTO ISRAELITA
Ontem mesmo o primeiro-ministro israelita falou com Morrison, agradecendo-lhe o facto de estar a considerar reconhecer oficialmente Jerusalém como capital de Israel ao deslocar a embaixada do seu país para lá.

Jerusalém: a pedra pesada...

Shalom, Israel! 

sexta-feira, dezembro 30, 2016

CRESCEM UM POUCO POR TODO O LADO CRÍTICAS AO DISCURSO DE JOHN KERRY E À PÉRFIDA RESOLUÇÃO DA ONU

O secretário de estado norte-americano John Kerry recebeu mais críticas pelo seu desequilibrado discurso de anteontem, em que criticou por diversas vezes o governo de Israel e as suas políticas como alegado "poder ocupante" de terras alegadamente "palestinianas."
Desta vez foi a Inglaterra a criticar Kerry, alegando não ser correcto admoestar a composição do governo israelita. A primeira-ministra inglesa Theresa May parece querer inclinar-se cada vez mais para o novo presidente norte-americano Donald Trump, causando "espanto" nos EUA, ainda que o seu país tenha sido um daqueles a votar a favor da pérfida resolução anti-Israel do Conselho de Segurança da ONU.
"Não acreditamos ser apropriado atacar a composição de um governo democraticamente eleito de um nosso aliado" - comentou um porta voz da primeira-ministra britânica, em resposta à afirmação de Kerry no seu discurso de que a coligação de Netanyahu era "a mais de direita de toda a História de Israel, com uma agenda conduzida pelos seus elementos mais extremistas."

CONDENAÇÃO AUSTRALIANA
Malcolm Turnbull, primeiro-ministro da Austrália, veio também a público condenar "a inquietante decisão da ONU", acrescentando que "a Austrália está ao lado de Israel."
Segundo o primeiro-ministro australiano, a resolução da ONU é "unilateral" e "profundamente inquietante."
Participando de uma cerimónia de acendimento de velas no candelabro judaico, o primeiro-ministro australiano afirmou: "A Austrália está ao lado de Israel. Apoiamos Israel, a única democracia no Médio Oriente."
O ministro para os Negócios Estrangeiros da Austrália comentou também que se o seu país participasse na votação da resolução, teria votado contra.

CANADÁ
A candidata à liderança do Partido Conservador do Canadá, Kellie Leitch, prometeu hoje na sua página do Facebook: "Se for eleita, deslocarei para Jerusalém a embaixada do Canadá em Israel."
E acrescentou: "À luz do recente voto da ONU e dos comentários de John Kerry, o Canadá tem de mostrar o seu apoio a Israel. Como primeira-ministra, deslocarei para Jerusalém a embaixada do Canadá em Israel."
Já numa postagem anterior, ela havia declarado: "O Partido Conservador do Canadá está ao lado da democracia e de Israel. Como líder, protegerei e fortalecerei a ligação especial entre os nossos povos."

Shalom, Israel!