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sexta-feira, dezembro 07, 2018

APESAR DE TER CONSEGUIDO A MAIORIA DOS VOTOS, A RESOLUÇÃO PROPOSTA PELOS EUA PARA CONDENAR O HAMAS NÃO PASSOU

Não obstante não ter passado desta vez, a verdade é que a maioria dos votos a favor da resolução provou que há um número cada vez maior de países dispostos a condenar o movimento terrorista Hamas.
87 países votaram a favor, 57 votaram contra e 33 abstiveram-se.
Os palestinianos já vieram aplaudir o "chumbo" da proposta norte-americana, dessa forma condescendendo com todos os actos terroristas que o Hamas vem cometendo contra as populações de Israel. Israel elogiou a postura de um crescente número de países que votaram contra o Hamas.
Para que a proposta passasse, era necessária uma maioria de dois terços dos votos.

O embaixador israelita na ONU, Danny Danon, não só elogiou a "voz forte e corajosa" daqueles que condenaram o Hamas através do seu voto, como desmascarou os que votaram contra, expressando-se de forma pouco habitual: "deviam ter vergonha na cara."
Tanto a China como a Rússia votaram contra a proposta de resolução, tendo a Índia escolhido a abstenção. 
Nota positiva para o Brasil, que votou ao lado dos norte-americanos, juntamente com a Argentina e outros países das Américas. Toda a Europa dos 28 votou a favor da proposta.

Para a demissionária embaixadora norte-americana na ONU, Nikki Haley, esta votação tratou-se apesar de tudo de uma vitória: "Hoje poderia ter sido um dia histórico para as Nações Unidas" - comentou a embaixadora, acrescentando: "A Assembleia Geral já passou mais de 700 resoluções de condenação a Israel. E nem uma simples resolução condenando o Hamas. Para além de tudo mais, isso é a condenação das próprias Nações Unidas."

Dirigindo-se aos países que votaram contra a proposta, o embaixador israelita Danny Danon alertou-os de que eles começariam a ver as coisas de forma diferente quando tiverem que enfrentar o terrorismo nos seus próprios países. Uma boa parte dos países que votaram contra já andam a ser ameaçados ou até envolvidos com problemas ligados ao terrorismo islâmico.
"Esperem até ter de enfrentar o terrorismo nos vossos próprios países. O vosso silêncio diante do mal revela as vossas verdadeiras cores. Isso mostra-nos de que lado é que vocês realmente estão: um lado que não quer saber das vidas de israelitas e palestinianos inocentes que caíram vítimas do terrorismo do Hamas" - acusou o embaixador judeu.
A embaixadora norte-americana acrescentou ainda que "não há nada mais anti-semita" do que recusar condenar o terrorismo quando o alvo é o estado judaico.

Shalom, Israel!

terça-feira, novembro 27, 2018

PLANO DE PAZ DE TRUMP PARA O MÉDIO ORIENTE ESTÁ PRONTO E SERÁ REVELADO NO INÍCIO DE 2019

Danny Danon, o embaixador israelita nas Nações Unidas, informou hoje que o "plano de paz" há longo tempo a ser preparado pela administração do presidente norte-americano Donald Trump, se encontra "pronto", prevendo-se que seja revelado no início do próximo ano.
O embaixador afirmou também na conferência de imprensa de hoje que desconhece ainda os pormenores do plano. Para além disso, Danny Danon não soube também especificar se o plano de Trump inclui uma "solução dois estados."

REACÇÃO IRANIANA
O principal inimigo de Israel, o Irão, já veio entretanto vociferar as usas ameaças habituais, afirmando que este "acordo do século" (como tem vindo a ser chamado o plano de paz de Trump) é um "truque" entre o grande inimigo do Irão, os EUA, e Israel, para estabelecerem um domínio do estado judaico no Médio Oriente. 
"Estaremos contra o regime de Israel e não permitiremos que este plano de paz venha a ter lugar na região" - afirmou o líder parlamentar iraniano Ali Larijani numa conferência anual ligada à unidade islâmica.

Shalom, Israel!

quinta-feira, junho 14, 2018

ONU CONDENA ISRAEL POR SE DEFENDER DO TERRORISMO, MAS ILIBA O HAMAS...

Não que as decisões da manipulada e desacreditada ONU valham para alguma coisa. Mas é a falta de moral deste órgão internacional que desafia o bom senso, a justiça e a decência de qualquer pessoa ou instituição ainda detentora dessas características.

PROPOSTA DA ARGÉLIA, TURQUIA E "PALESTINA"
A proposta para votação de condenação a Israel pelo uso "excessivo, indiscriminado e desproporcionado" de força contra os palestinianos de Gaza, foi ontem aprovada com uma grande maioria de 120 votos, com 8 contra e 45 abstenções.
Tanto Israel, como os Estados Unidos, a Austrália, as Ilhas Marshall, a Micronésia, Nauru, o Togo e as Ilhas Salomão votaram contra esta medida.
A resolução ontem aprovada alega "deplorar qualquer uso força excessiva, indiscriminada e desproporcionada pelas forças israelitas contra civis palestinianos no território palestiniano ocupado, incluindo Jerusalém oriental, e particularmente na Faixa de Gaza", citando ainda o uso por parte de Israel de munições reais contra os protestantes e a morte de um jornalista e de pessoal médico.

NÃO SE INCRIMINOU O VERDADEIRO CULPADO: O HAMAS
A resolução condenou ainda "o disparo de foguetes da Faixa de Gaza contra áreas civis de Israel", que têm aumentado devidos às refregas fronteiriças, solicitando ainda ao secretário geral que apresente uma resposta por escrito relacionada com "a segurança da população civil palestiniana."
Não houve no entanto menção, muito menos condenação do verdadeiro culpado desta situação: o Hamas. 
Esta votação vem mais uma vez provar que a esmagadora maioria dos estados membros da ONU estão comprados pelas mentiras árabes e palestinianas, dando mais crédito àqueles que atacam Israel do que ao estado judaico que tem toda a legitimidade para se defender.
A delegação norte-americana ainda apresentou uma emenda à proposta, condenando o Hamas, e que foi inicialmente votada com 62 votos a favor, 58 contra e 42 abstenções. Para o presidente da Assembleia Geral o voto teria de ser aprovado com um mínimo de dois terços dos votos, o que não veio a acontecer...

NIKKI HALEY CONDENA A DECISÃO ANTI-ISRAEL
A embaixadora dos EUA nas Nações Unidas Nikki Haley condenou em tom veemente esta pérfida decisão da AG da ONU: "A ONU fez hoje o julgamento moralmente falido de que a recente violência em Gaza é toda por culpa de Israel. Não admira que ninguém leve a sério a ONU como um agente para a paz no Médio Oriente" - desabafou a embaixadora. 

VERGONHA PARA A UNIÃO EUROPEIA E PORTUGAL
Vários países da União Europeia apoiaram a resolução palestiniana de condenação a Israel. Foram eles: a Bélgica, a Estónia, a Finlândia, a Grécia, a França, a Irlanda, Luxemburgo, Malta, Portugal, a Eslovénia, a Espanha e a Suécia.
Abstiveram-se ainda a Áustria, a Bulgária, a Croácia, Chipre, a República Checa, a Dinamarca, a Alemanha, a Hungria, a Itália, a Lituânia, a Holanda, a Polónia, a Roménia, a Eslováquia e o Reino Unido.
A Suiça, a Nova Zelândia, a Islândia e a Noruega apoiaram o apelo palestiniano para uma protecção internacional contra Israel. O Canadá absteve-se.

"A ONU APOIA O TERRORISMO CONTRA ISRAEL"
O embaixador israelita na ONU, Danny Danon, falou à Assembleia Geral ainda antes da declaração de Haley que, caso a ONU aprovasse a resolução palestiniana, "estaria assinando por escrito o seu inequívoco apoio ao terrorismo contra Israel."
"Não finjamos" - acrescentou Danon - "Se o ISIS atacasse Estocolmo amanhã, seria logo responsabilizada pelo ataque. Se a al-Qaeda assaltasse Paris, a ONU emitiria logo a sua mais forte condenação à al-Qaeda."
E concluiu: "Só quando o Hamas ataca Israel é que a ONU procura culpar Israel. A maioria moral nesta assembleia não deveria tolerar um padrão diferente para os israelitas vítimas do terrorismo."
"Tenho uma simples mensagem para aqueles que apoiaram esta resolução: vocês são as munições para as espingardas do Hamas. Vocês são as ogivas para os mísseis do Hamas."

Bem dito. Vergonha para uma grande parte da Europa e do mundo. Descrédito total para a ONU!

Shalom, Israel!

terça-feira, fevereiro 20, 2018

LÍDERES ISRAELITAS INDIGNADOS COM AS GROSSEIRAS MENTIRAS DE ABBAS NA ONU

Mahmoud Abbas, o principal líder árabe-palestiniano, deveria receber o prémio Nobel para os maiores mentirosos do planeta. Aproveitando-se hoje da plataforma da ONU, a velha raposa árabe pôs-se a inventar aquilo que qualquer pessoa minimamente informada percebe ser o estertor de alguém que já não consegue distinguir a mentira da verdade, e que, por isso mesmo, vai à ONU tentar convencer aqueles que, à imagem e semelhança dele, se alimentam da hipocrisia, da mentira e do revisionismo histórico, fruto de uma imaginação alimentada pelo ódio e pelo incurável anti-semitismo.

"DESCENDENTES DOS CANANEUS"
Como já lhe vem sendo habitual, o líder árabe gosta de reinventar a História, afirmando hoje perante o Conselho de Segurança da ONU que a raça palestiniana descende dos antigos cananeus, uma pérfida mentira que, de tão ridícula, nem merece qualquer comentário: "Somos descendentes dos cananeus que viveram na terra há 5.000 anos atrás e que continuaram ali a viver até aos dias de hoje."
Abbas prosseguiu o seu rancoroso discurso, condenando a "Declaração de Balfour", acusando o governo britânico de ser responsável pelas suas "consequências catastróficas."

SESSÃO ESPECIAL DO CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU DEBATE O CONFLITO ISRAELO-PALESTINIANO
Esta sessão especial do Conselho de Segurança da ONU visou discutir o conflito israelo-palestiniano, mas, tal como tantas outras, está condenada ao fracasso, uma vez que o líder palestiniano não demonstra qualquer tipo de seriedade, já para não falar de verdade. 
Para além do secretário-geral da ONU, o português António Guterres, estiveram também presentes o coordenador especial para o processo de paz do Médio Oriente, o russo Nickolay Mladenov, a embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, o enviado dos EUA para as conversações de paz, Jason Greenblatt, e o conselheiro especial e genro do presidente norte-americano, Jared Kushner. 
Guterres interveio, afirmando que o conflito israelo-palestiniano já "se arrasta há demasiado tempo." Apelou ainda para que o mesmo seja resolvido através da solução 2 estados, alertando no entanto que "o consenso global para uma solução 2 estados pode estar a dissipar-se."

MAHMOUD ABBAS - O CAMPEÃO DA MENTIRA
Verdadeiro lobo com pele de cordeiro, o líder árabe teve o descaramento de afirmar esta tarde na ONU que "os palestinianos nunca rejeitaram as negociações", culpando ainda Israel pelo fracasso nas rondas de conversações. 
Toda a gente sabe que a história é completamente diferente...
Abbas deve ter trocado os intervenientes, pois sabe-se muito bem quem é que tem boicotado todas as hipóteses de negociações...
Aproveitando o tempo de "antena", Abbas tratou então de acusar Israel de agir como "um estado acima da lei" e de estar a "criar uma colonização permanente com os colonatos."
E o velho descarado ainda complementou a sua mentira, alegando que os palestinianos não têm problemas com os judeus ou com o judaísmo, apenas com "os ocupantes da terra."


Abbas criticou também os Estados Unidos pelo corte das ajudas aos "refugiados palestinianos", afirmando que Trump está "punindo" os palestinianos. E é claro, não poderia deixar de criticar Trump pela sua decisão de mudar a embaixada dos EUA para Jerusalém.
O líder árabe apelou no seu discurso à formação de "um mecanismo multilateral" para alcançar um acordo de paz entre israelitas e palestinianos, deixando de lado o papel dos EUA na matéria.
Segundo Abbas, o reconhecimento unilateral de um estado independente palestiniano não iria minar as conversações.
E, como seria de esperar, a velha raposa não perdeu tempo para publicamente pedir aos estados ali representados e que ainda não reconheceram o "estado da Palestina", para o fazerem agora.

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL EM 2018
O líder palestiniano aproveitou o tempo de discurso para apelar à convocação de uma "conferência de paz internacional em meados de 2018 que aceite o estado da Palestina como membro da ONU de pleno direito" - pediu Abbas, acrescentando: "Apelamos ao Conselho de Segurança para que faça isso."


RESPOSTA ISRAELITA
O embaixador israelita na ONU Danny Danon interveio na conferência, acusando Abbas de "fugir." É que, logo após ter discursado, o cobarde líder árabe ausentou-se da sala...
Danon disse querer uma discussão directa com Abbas. Só que o "herói" palestiniano pôs-se fora da sala, temendo obviamente ser desmascarado nas suas mentiras, algo nada difícil de fazer por qualquer pessoa bem intencionada...

ABBAS "É O PROBLEMA, NÃO A SOLUÇÃO"
Apesar da ausência de Abbas, Danon dirigiu-se mesmo assim ao líder árabe, acusando-o pela ausência de um processo de paz israelo-palestiniano: "Sr. Abbas, o sr. tornou bem claro pelas suas palavras e acções que não é parte da solução. O sr. é o problema" - afirmou Danon. 
E Danon prosseguiu, acusando Abbas de ter um discurso diferente para os palestinianos e para a comunidade internacional: "O sr. inspira uma cultura de ódio na sociedade palestiniana."
Danon citou ainda os exemplos do Egipto e da Jordânia, criticando a liderança palestiniana por não seguir o mesmo exemplo desses dois países que estabeleceram a paz com Israel: "Mas a liderança palestiniana continua a preferir o conflito à coexistência."
O embaixador israelita acusou os palestinianos de não aproveitarem as muitas oportunidades para assinarem um acordo de paz, tal como as conversações de Camp David e a oferta de paz do ex-primeiro ministro Ehud Olmert.
"Quando estendemos a mão, Abbas estende o punho" - acusou Danon.

BENNETT DÁ UMA PEQUENA LIÇÃO DE HISTÓRIA A ABBAS
O ministro israelita para a Educação, Naftali Bennett, ricularizou as alegações proferidas por Abbas de que os palestinianos eram os descendentes dos cananeus, e que já estavam na terra há 5.000 anos: "Uma nação que inventa o seu passado, não tem futuro" - afirmou, acrescentando: "Os ancestrais dos palestinianos talvez já existissem há 5 mil anos atrás, mas a sul daqui, na península arábica. Recomendo (a Abbas) que não se concentre em construir um passado imaginário, mas antes em construir um futuro prático."

ABBAS PAGA AOS TERRORISTAS...E BEM.
Netanyahu não deu qualquer valor ao discurso de Abbas na ONU, afirmando: "Abbas não disse nada de novo. Ele continua a fugir da paz e a pagar anualmente aos terroristas e respectivas famílias 347 milhões de dólares."

Shalom, Israel!








segunda-feira, dezembro 18, 2017

EUA VETAM PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DO CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU PARA REVERTER A DECISÃO DO PRESIDENTE DONALD TRUMP

Os Estados Unidos, através da sua representante na ONU, decidiu ir contra o voto favorável dos outros 14 membros do Conselho de Segurança da ONU, vetando uma proposta que pretendia reverter a decisão do presidente norte-americano.
Apesar de não ter sido mencionado o nome de Donald Trump nem dos Estados Unidos, a resolução expressava mesmo assim uma alegada "profunda tristeza pelas recentes decisões respeitantes ao estatuto de Jerusalém."
A proposta incluía também um apelo a todos os países para que se abstivessem de estabelecer missões diplomáticas em Jerusalém. 

REUNIÃO DO CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU
Reuniram-se hoje em Nova Iorque os 15 representantes do Conselho de Segurança da ONU. A reunião teve como propósito tentar inverter a decisão tomada há dias atrás pelo presidente norte-americano Donald Trump em mover a embaixada do seu país para Jerusalém, reconhecendo dessa forma oficialmente a Cidade como capital do estado de Israel.
Um pouco por todo o mundo, as reacções têm-se feito sentir, levando a que o Egipto tenha levado ao CS da ONU uma proposta de resolução que pretendia reverter a decisão de Trump.

REACÇÃO DE ISRAEL
"Nenhum voto conseguirá alterar a realidade de que Jerusalém será sempre a capital de Israel" - afirmou o embaixador de Israel na ONU, Danny Danon, em resposta à pérfida proposta que neste momento acabou de ser discutida e votada.
O teor da proposta visa retirar a Israel o direito a escolher onde é a sua capital: "Quaisquer decisões e acções que proponham alterar o carácter, estado ou composição demográfica da Cidade santa de Jerusalém não têm efeito legal, são vazias e nulas, e devem ser rescindidas de acordo com as resoluções relevantes do Conselho de Segurança."

"COMO UMA MACABEIA"
Assim que teve conhecimento do veto dos EUA, Netanyahu pronunciou-se de seguida, gravando uma mensagem de reconhecimento: "Obrigado, embaixadora Haley. Na (festa da) Hanukkah, falou como uma macabéia. Acendeu uma vela à verdade. Espantou as trevas. Uma derrotou a muitos. A verdade derrotou as mentiras. Obrigado presidente Trump. Obrigado, Nikki Haley."

VETO  DOS EUA
Para que esta resolução passasse, teria de ter pelo menos 5 votos a favor, o que não seria difícil, caso os EUA não fossem um dos 5 membros permanentes do Conselho de Segurança. 
A embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, tomou a esperada decisão, em conformidade com a de Donald Trump. Outra coisa não seria de esperar da administração norte-americana que se tem mostrado a mais amiga de Israel nestes últimos anos.
Nikki Haley tem demonstrado uma coragem e uma determinação pró-Israel talvez nunca antes vista em algum outro representante dos EUA na ONU. Sem papas na língua, expressou-se desta forma: "Os EUA não aceitarão que nenhum país lhes diga onde devemos colocar a nossa embaixada." E acrescentou: "Aquilo que hoje aconteceu no Conselho de Segurança é um insulto. Não será esquecido" - afirmou, condenando o Conselho pela sua obsessão com as resoluções anti-Israel.

FUROR ÁRABE
Um representante palestiniano classificou a decisão dos EUA como "inaceitável."

MEMBROS DO CONSELHO DE SEGURANÇA
Os outros 5 países com assento permanente no Conselho de Segurança e com direito de veto, mas que votaram a favor desta resolução são a China, a Rússia, a França e o Reino Unido. 
Os actuais membros não permanentes e que também votaram a favor da resolução anti-Israel são a Bolívia, o Egipto, a Etiópia, a Itália, o Japão, o Cazaquistão, o Senegal, a Suécia, a Ucrânia e o Uruguai. 

Shalom, Israel!

segunda-feira, novembro 27, 2017

"TEMOS LIGAÇÕES COM UMA DEZENAS DE PAÍSES ÁRABES" - AFIRMA EMBAIXADOR DE ISRAEL NA ONU

Apesar de muitos países árabes não reconheceram oficialmente o estado de Israel, mesmo assim mantêm laços diplomáticos com o estado judaico.
O embaixador israelita para a ONU, Danny Danon, afirmou que Israel desfruta de calorosas relações com muitos países árabes, pese embora o facto de oficialmente eles não reconhecerem Israel.
"Eles ainda não votam connosco, mas posso dizer-vos que eles têm relações connosco" - afirmou Danon, acrescentando: "Estamos a falar de uma dezena de países árabes muçulmanos, incluindo aqueles que percebem o potencial das relações com Israel."
"O estado de Israel não é o problema regional, é antes a solução regional. É por isso que estamos fortalecendo esta relação."

Por razões óbvias, Israel não revela a que países se refere, calculando-se que um deles seja a própria Arábia Saudita. Os rumores apontam para isso...

Shalom, Israel! 

terça-feira, junho 06, 2017

LÍDERES ISRAELITAS ATACAM GUTERRES PELAS SUAS DECLARAÇÕES "ABSURDAS" E IMBUÍDAS DE "DESINFORMAÇÃO PALESTINIANA"

O embaixador de Israel na ONU criticou os comentários "absurdos" do secretário-geral da ONU António Guterres como "desinformação palestiniana", instando-o a "corrigir a distorção."
Vários líderes israelitas atacaram verbalmente António Guterres por uma declaração feita ontem em que ele criticou a "contínua ocupação" dos territórios palestinianos.
Sem dúvida que o secretário-geral das Nações Unidas tem provado estar a cair no mesmo erro dos seus antecessores, fazendo sua a "agenda palestiniana", e proferindo declarações completamente distorcidas da realidade, altamente tendenciosas e manipuladoras dos factos históricos.
Ontem mesmo, e para assinalar os 50 anos do início da mítica Guerra dos Seis Dias, em que Israel, após ser ameaçado de extinção pelos seus vizinhos árabes, desencadeou uma guerra da qual saiu vitorioso, permitindo-lhe até reconquistar territórios bíblicos pertencentes à Terra concedida pelo Eterno Deus a um único povo, o povo judeu, António Guterres, que ganharia mais se ficasse calado, teve o descalabro de emitir um comunicado em que lamentou os efeitos da permanente ocupação da Margem Ocidental (entenda-se: Judeia e Samaria), de Jerusalém oriental, de Gaza e dos Montes Golan, que, segundo o declarado anti-sionista Guterres "provocou o deslocamento de centenas de milhares de palestinianos e de sirios" e que "alimentou ciclos recorrentes de violência e de retribuição."
Mas os disparates de Guterres não se ficaram por aqui. Segundo ele, terminar com a "ocupação" que começou em 1967, e criar um estado palestiniano, seria a única forma de trazer a paz à região.
"Esta ocupação tem imposto um pesado fardo humanitário e de desenvolvimento sobre o povo palestiniano" - afirmou Guterres no seu comunicado, demonstrando uma preocupante ignorância em relação aos factos, incluindo o de nem sequer haverem "palestinianos" em 1967, quando da Guerra dos seis Dias.
Mas Guterres avançou ainda mais nas suas acusações condenatórias ao estado judaico, revelando o seu dúbio lado solidário: "Entre eles, há gerações após gerações de palestinianos que têm sido compelidas a crescer e a viver em campos de refugiados cada vez mais lotados, muitos em pobreza total e com pouca ou nenhuma perspectiva de uma vida melhor para os seus filhos."

RESPOSTA ISRAELITA
ANTÓNIO GUTERRES COM DANNY DANON,
EM OUTUBRO DE 2016
Não se fez esperar a mais que necessária resposta israelita a esta provocação de Guterres. O embaixador de Israel para a ONU, Danny Danon, respondeu, dizendo que "os ataques a Israel pelos seus vizinhos não começaram em 1967."
E prosseguiu: "Qualquer tentativa para fazer uma equivalência moral entre o assassínio de pessoas inocentes e a construção de casas é um absurdo."
E Danon afirmou que em vez de andar a "espalhar desinformação palestiniana", a ONU deveria ficar-se nos factos.
"É absurdo acusar a única verdadeira democracia de todo o Médio Oriente de terrorismo e violência. No momento em que a liderança palestiniana abandonar o terrorismo, cessar de incitar contra o nosso povo e retornar finalmente à mesa das negociações directas, pode então haver progresso real em direcção à paz."
A ministra para os Negócios Estrangeiros, Tzipi Hotovely, apelou a Guterres para que se retratasse das suas declarações e para "corrija a distorção" promovida pela ONU, que alega que o controle de Israel sobre os Montes Golan e sobre a Judeia e a Samaria é "uma ocupação."
"No dia em que a ONU se agarrar aos factos e deixar de usar erroneamente o termo "ocupação", restaurará a sua credibilidade como organização fundada para sustentar a justiça e a verdade" - afirmou a ministra israelita.
E acrescentou: "Israel está celebrando o 50º aniversário da libertação de Jerusalém da Judeia e da Samaria, e estes é que são os factos."

Shalom, Israel!

quinta-feira, dezembro 22, 2016

ISRAEL ESPERA QUE OS EUA VETEM A RESOLUÇÃO ANTI-ISRAEL NA ONU

"Esperamos que o nosso maior amigo não deixe passar esta proposta unilateral e anti-Israel" - assim se dirigiu o primeiro-ministro israelita Netanyahu ao governo norte-americano.
Ontem à noite o Egipto apresentou ao Conselho de Segurança das Nações Unidas uma proposta condenando Israel pelas construções na Judeia e Samaria e que será votada esta tarde, pelas 15H00 locais (Nova Iorque). Sendo a maioria dos membros do Conselho de Segurança contra Israel, espera-se que os EUA usem do seu direito de veto para impedir que esta pérfida resolução seja aprovada.
Sabe-se que esta proposta foi "cozinhada" pelos palestinianos, que, ao não poderem fazê-lo por si próprios, usaram o Egipto como estado membro proponente.

UMA PROPOSTA ABSURDA
Segundo a proposta, "todas as comunidades judaicas na Judeia e Samaria deverão ser consideradas 'ilegais'. De igual modo, Israel deverá regressar às fronteiras de 1967 e parar toda a construção na Judeia, Samaria e Jerusalém oriental."
Não se referindo especificamente ao terrorismo palestiniano, a proposta apela simplesmente a "um cessar da violência de ambas as partes."
A ratificação desta proposta sem o veto dos EUA representará a possibilidade de o Conselho de Segurança impôr sanções a Israel, levando ainda o secretário-geral da ONU (no caso, o português António Guterres) a contactar trimestralmente o Conselho de Segurança para constatar como é que a resolução da ONU estará sendo implementada. Para além disso, podem ser abertos processos legais no Tribunal Internacional de Haia.

POSIÇÃO ISRAELITA
O embaixador de Israel na ONU Danny Danon tem estado a fazer um incansável trabalho de contactos visando o chumbo desta proposta. Danon estará defendendo a posição israelita durante a reunião do Conselho de Segurança. 
"Isto é o clímax do absurdo e da hipocrisia da ONU. Esta decisão não irá promover qualquer proposta de paz, e irá apenas representar um prémio da ONU à política palestiniana de incitamento e de terrorismo" - afirmou Danon.
Danny acrescentou ainda: "É uma verdadeira loucura que, numa altura em que milhares estão sendo assassinados na Síria, o Conselho de Segurança venha dedicar tempo para condenar a única democracia do Médio Oriente. Nestes últimos meses temos vindo a conduzir uma batalha diplomática com membros do Conselho de Segurança, fazendo uso de todos os métodos para evitar que esta proposta venha a passar. Esperamos que o nosso maior amigo não deixe passar esta proposta unilateral e anti-Israel."

Esperamos que os EUA não se mostrem dúbios nesta questão tão vital para o bem estar de Israel. Se tal não acontecer, Israel terá de se preparar para o pior...

Shalom, Israel!


terça-feira, novembro 22, 2016

IRÃO ANDA A CONTRABANDEAR ARMAS PARA O HEZBOLLAH ATRAVÉS DE VOOS COMERCIAIS

O embaixador israelita para as Nações Unidas enviou uma carta urgente aos membros do Conselho de Segurança denunciando a rota de contrabando dos Guardas Revolucionários do Irão e o grupo terrorista Hezbollah sediado no Líbano e já presente na Síria.
De acordo com informações de agências secretas, o Irão tem andado a contrabandear armas e munições para o Hezbollah através de voos comerciais entre a República do Irão e o Líbano.
Danny Danon, o embaixador israelita na ONU revelou nesta carta enviada com urgência aos membros que o contrabando tem andado a ser feito através dos voos da companhia aérea iraniana "Mahan Airlines": 
"A Força iraniana Al-Quds empacota armas, munições e tecnologia balística para o Hezbollah, colocando esse material dentro de malas e colocando-as nos voos da Mahan Airlines."
Danon acrescentou que "esses aviões voam directamente para um aeroporto no Líbano ou para Damasco, e a partir daí as armas são transferidas no terreno para o Hezbollah."
O enviado israelita à ONU escreveu que "o Irão continua a violar as resoluções do Conselho de Segurança, incluindo as resoluções 1701 e 2231." Segundo Danon, o Irão arma organizações terroristas no Médio Oriente e trabalha para minar a estabilidade em toda aquela região.
A resolução 2231 do Conselho de Segurança adoptou o acordo nuclear com o Irão e impôs novas restrições à República Islâmica. A resolução 1701 trouxe o cessar fogo entre Israel e o Hezbollah depois da Segunda Guerra no Líbano, em 2006.
Já em Julho o embaixador israelita havia alertado o Conselho de Segurança de que o Hezbollah possuía 17 vezes o número de mísseis do que quando a resolução foi adoptada pela ONU há 10 anos atrás.
Segundo Danon, o fantoche do Irão no Líbano - o grupo terrorista islâmico Hezbollah - já tem neste momento mais mísseis debaixo de terra no Líbano do que os países europeus aliados da NATO têm sobre o terreno. O embaixador israelita forneceu ao Conselho de Segurança as provas e informações obtidas pelos serviços secretos israelitas, incluindo fotografias aéreas denunciando as posições dos terroristas e estatísticas sobre a quantidade de armas armazenadas pelo grupo islâmico.

De acordo com a informação prestada por Danon, o Hezbollah dispõe actualmente de 120.000 mísseis, em comparação com os 7.000 de há 10 anos atrás.

Esperemos para ver qual a decisão do Conselho de Segurança da ONU. Esperemos...
O sr. Hussein Obama deveria agora cobrir a sua cara de vergonha pelo pérfido acordo nuclear que teimosamente assinou com o Irão. 

Shalom, Israel!

segunda-feira, outubro 17, 2016

NETANYAHU FALOU COM GUTERRES SOBRE A ONU E ISRAEL

ANTÓNIO GUTERRES COM O REPRESENTANTE
ISRAELITA PARA A ONU, DANNY DANON,
NO PASSADO DIA 13, NA SEDE DA ONU
Na sexta-feira passada, o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu falou com António Guterres, o português nomeado para próximo secretário-geral da ONU, e que assumirá as suas funções a partir do próximo dia 1 de Janeiro de 2017.

Transcrevo na íntegra o que Netanyahu escreveu anteontem na sua página do facebook:

"Partilhei com ele (Guterres) a revolta de todos os israelitas pela decisão tomada na quinta-feira pela UNESCO, negando mais uma vez a ligação de 3.000 anos entre o povo judeu e o seu lugar mais sagrado em Jerusalém, o Monte do Templo. Este foi o lugar do Templo de Salomão descrito no Livro dos Reis, na Bíblia. Este foi o lugar do Segundo Templo construído pelos exilados judeus que regressaram da Babilónia cerca de 500 anos depois. Foi este Segundo Templo que o rei Herodes reconstruiu e que Jesus visitou, tal como o Novo Testamento relata.
Decisões como esta distorcem a verdade histórica que judeus, cristãos e que a maior parte da humanidade sabem ser um facto. Estas decisões também não contribuem nada para a paz. Pelo contrário, elas apenas alimentam a fantasia palestiniana de uma Terra de Israel sem Israel. Eles ensinam erradamente as crianças palestinianas que os judeus não têm história nem direitos aqui, pelo que não é necessário fazer a paz com eles.
Ontem, as Nações Unidas demonstraram ainda mais a sua bancarrota moral quando se trata de Israel.
O Conselho de Segurança discutiu aquilo a que vem apelidando de "colonatos israelitas ilegais". Segundo o documento conceptual da ONU, a simples presença de judeus vivendo na Judeia e Samaria, a Margem Ocidental, "compromete seriamente" a viabilidade de dois estados.
Essa reivindicação só faz sentido se ignorarmos milhares de anos de História judaica, tal como a UNESCO fez nesta semana.
Essa reivindicação só faz sentido se aceitarmos a exigência anti-semita palestiniana de um estado livre de judeus, como algo essencial para a paz.
Mais de um milhão e meio de árabes vivem em Israel como cidadãos de pleno direito. Será que a sua presença constitui uma barreira para a paz? É claro que não. O facto de alguns judeus viverem na Judeia e na Samaria não é da mesma forma uma barreira para a paz.
Não obstante o número das mentiras repetidas sobre Israel, isso não as torna verdade.
A verdadeira barreira para a paz não são os assentamentos, mas a persistente recusa palestiniana de reconhecer um estado judaico em quaisquer fronteiras.
É por isso que os palestinianos atacaram os judeus meio século antes que houvesse um único assentamento e continuaram a atacar Israel depois de ter desmantelado todos os assentamentos, e ter saído de Gaza completamente.
A verdadeira barreira para a paz é a revoltante ideia de que os judeus não podem viver na sua terra ancestral e que têm se ser tirados dela para fora.
A verdadeira barreira para a paz são os regimes terroristas como o Hamas que dispara dezenas de milhares de mísseis contra cidadãos israelitas e que apela ao genocídio de todos os judeus.
Mas a ONU, e os assim-chamados grupos para a paz que testemunharam aqui na sexta-feira, estão super-ocupados em negar aos judeus os nossos direitos, espalhando mentiras e distorcendo a História para reconhecer e condenar as actuais barreiras à paz.
Até que isso mude, até que a ONU deixe cair os seus duplos padrões em relação a Israel e pare de ignorar o terrorismo e o rejeccionismo palestiniano, a paz para os israelitas e palestinianos não virá das Nações Unidas mais do que a segurança para Israel do Conselho de Segurança.
Eu disse recentemente nas Nações Unidas que nos próximos meses poderá vir uma tempestade antes da calmaria. Nós estamos na tempestade. Mas eu também disse ter "confiança total que nos próximos anos a revolução da posição de Israel entre as nações irá finalmente penetrar este forum de nações."
Vai levar algum tempo, mas ele também chegará, em que a maioria das nações do mundo decidirão parar de se servirem da ONU como uma plataforma para mentiras e ódio, recuperando o seu nobre mandato para fazer avançar a verdade e a paz."

Shalom, Israel!