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segunda-feira, dezembro 29, 2014

JESUS JÁ É PALESTINIANO...

A imbecilidade da imaginação palestiniana não conhece medidas, muito menos qualquer espécie de decência.
Os líderes da Autoridade Palestiniana e da Fatah promoveram mais uma vez Jesus à condição de "palestiniano", uma pérfida afirmação que beira a demência e a provocação.
Mas os media palestinianos ainda vão mais longe, relegando Jesus à condição de "cananeu", passando dessa forma a ser - segundo eles - um ancestral dos palestinianos.

Nesta altura das festas da cristandade os palestinianos parecem propensos a darem largas à sua imaginação fértil. Devem andar a comer muito estrume...
Apesar de Jesus ser um judeu nascido na Judeia e filho de mãe judia, numa época em que a maioria da população na terra de Israel era composta de judeus, numa altura em que não existia qualquer alusão a "palestinianos", os paranóicos inimigos de Israel alegam mesmo assim que o Messias Jesus, crucificado como Rei dos judeus, era...palestiniano...!
As fontes islâmicas referem-se a Jesus como um profeta muçulmano, pois acreditam que todos os verdadeiros seguidores de Alá já eram muçulmanos mesmo antes da existência de Maomé...(quem conseguir entender a lógica ganhará o prémio Nobel...). Contudo, apesar desta ridícula alegação islâmica, eles mesmo assim acreditam que Jesus pregou aos Banu Israel (filhos de Israel) e que os judeus viviam em Israel durante essa época.
Não obstante essas crenças islâmicas, o líder palestiniano Mahmoud Abbas deu largas à sua pérfida imaginação, afirmando que Jesus era "um palestiniano mensageiro do amor." E o não menos imaginativo conselheiro para os assuntos religiosos Mahmoud Al Habbash, enfatizou assim o seu revisionismo histórico servido "a la carte": "Ao guardarmos o seu credo, celebramos o seu (Jesus) aniversário tal como fazemos com o do profeta Maomé...porque todos os profetas são irmãos. Além disso, o Natal é também um feriado palestiniano, porque Jesus...era palestiniano. Ele nasceu na Palestina. Viveu e foi enviado como profeta à Palestina. O Natal tem portanto um especial sabor palestiniano."

A CONTRADIÇÃO PALESTINIANA
Para o líder da Fatah, Jesus não só era um palestiniano, como foi "o primeiro mártir palestiniano."
Já o falecido terrorista fundador palestiniano Yasser Arafat costumava declarar que Jesus era palestiniano, e que Abraão era iraquiano. Os líderes palestinianos costumam afirmar-se como descendentes dos cananeus, dos filisteus e dos jebuseus, todos eles povos pagãos que habitavam na Terra Prometida antes da conquista israelita. E eles nem conseguem perceber a grande contradição em que caiem, pois que, uma vez que tanto Jesus como os primeiros cristãos eram judeus, enquanto que os cananeus, os filisteus e os jebuseus eram adoradores de ídolos. Ora, sendo assim, os media palestinianos estão contradizendo o Corão, que ensina que Jesus ensinava aos Banu Israel e que eles não eram adoradores de ídolos.

A ORIGEM DOS PALESTINIANOS
Está mais que provado que os assim-chamados palestinianos não são descendentes de nenhum desses povos ancestrais, mas estão - na opinião de muitos reputados historiadores e arqueólogos - muito mais ligados aos árabes da Arábia Saudita, Iémen, Jordânia, e outros países do que aos antigos jebuseus, cananeus ou filisteus.
Sabe-se também que as movimentações das populações de árabes pela Terra Prometida começaram no 7º século e que todos os antigos habitantes da Terra de Israel - excepto os judeus - desapareceram ao longo do tempo.

LÍDER DO HAMAS ACABOU POR FALAR A VERDADE
Talvez não se dando conta de que estava a falar a verdade, Fathi Hamad, líder do Hamas, acabou por confessar publicamente: "Falando a nível pessoal, metade da minha família é egípcia....Há mais de 30 famílias em Gaza com o sobrenome Al-Masri (egípcio). Irmãos: metade dos palestinianos são egípcios, e a outra metade são sauditas. Quem são os palestinianos? Nós temos muitas famílias com o nome Al- Masri, cujas raízes são egípcias! Elas vêm de Alexandria, do Cairo e de Assuão. Nós somos egípcios. Nós somos árabes. Nós somos muçulmanos."

Este revisionismo histórico sem qualquer fundamentação séria é de toda a conveniência para os palestinianos, desesperados como andam para tentar ligar a sua existência à Terra de Israel, um herança concedida por Deus a um único povo, o povo hebreu.
Mas, infelizmente, ouço e leio por aí alguns pastores e pregadores que, talvez por ignorância ou descuido, afirmam que "Jesus andou a pregar na Palestina". Deveriam ser mais rigorosos e cuidadosos com tais afirmações, pois de outra forma estão prestando um excelente serviço aos palestinianos - os inimigos de Israel.

Shalom, Israel!

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terça-feira, junho 11, 2013

O JESUS PALESTINIANO

Sabia que Jesus era palestiniano? Não sabia? Pois Ele também não...
Aquilo que o terrorista Yasser Arafat e seus pares não conseguiu com a suas propagandas anti-semitas, visando apagar a História judaica, alguns modernos evangélicos americanos estão agora a tentar promover. E com algum sucesso.

JESUS, 100% JUDEU
Que Jesus nasceu, viveu e morreu como judeu é um facto indesmentível. A família onde Ele nasceu está bem identificada nas páginas da Bíblia. A Sua própria genealogia é tema importante nos relatos de dois dos Evangelhos. Nunca a Sua identidade de judeu foi posta em causa pelos Seus inimigos da época, apenas a Sua divindade e reivindicações messiânicas. 
Ao longo destes 2 milénios de História cristã nunca a identidade judaica de Jesus foi posta em causa.

A REINVENÇÃO DE JESUS
Mas hoje os tempos são outros. Alguns "iluminados" evangélicos norte-americanos - respeitados até em outras áreas - têm no entanto andado a prestar um óptimo serviço aos palestinianos inimigos de Israel ao revisionarem a História bíblica, algo que seus pais nunca imaginaram fazer, uma vez que não só os "palestinianos" são uma invenção criada em 1967 pelos árabes e muçulmanos, como tal ideia nunca passaria pela cabeça de alguém com um mínimo de discernimento e respeito pela verdade.
Mas, tal como disse antes, os tempos são outros, e eis que famosos como Philip Yancey (para meu constrangimento) se referem a Jesus como "o rabino palestiniano" nas páginas da conceituada revista "Christiniaty Today"...
Ed Stetzer, presidente de pesquisa da editora "LifeWay" - pertencente à Convenção Baptista do Sul - referiu-se a Jesus como "o judeu palestiniano", numa postagem no seu blog feita em 12 de Setembro de 2011, sob o tema da "contextualização"...
Mas eles não estão sós no erro:
Em 2012, num blog postado em Maio, o pastor das Assembleias de Deus e professor no Seminário Palmer, Paul Alexander, referiu-se a Jesus como "o judeu palestiniano." 

AGENDA PALESTINIANA
Que tudo isto faça parte da agenda palestiniana de revisionismo da História, diluindo cada vez mais a existência do Holocausto e da presença dos judeus na Terra Santa de Israel, não é de admirar. 
O que não se esperava é que teólogos, pastores e escritores evangélicos - supostamente conhecedores da revelação bíblica - contribuíssem também - inocentemente ou não - para esta mesma agenda...
Negando cada vez mais a identidade judaica de Jesus, os palestinianos chegam ao ponto de dizer que Ele era um palestiniano que andou a pregar o islamismo, negando assim toda a História judaica e a própria essência e legitimidade do Cristianismo...!
Num artigo publicado num jornal palestiniano  - "Al-Hayat Al-Jadida" - nesta passada Páscoa, o escritor Adel Abd Al-Rahman, afirmou o seguinte:
"A Páscoa...não é um feriado para os cristãos palestinianos só, mas um feriado do nacionalismo palestiniano, porque Jesus, que a sua alma descanse em paz, é um palestiniano cananita. A sua ressurreição, três dias depois de ter sido crucificado e morto pelos judeus - tal como relatado no Novo Testamento - reflecte a narrativa palestiniana, que conflitua contra os descendentes do moderno sionismo judaico no seu novo formato colonialista, e que conspira com os capitalistas ocidentais que alegam pertencer ao cristianismo."
E continuou: "Jesus, que a sua alma descanse em paz, o virtuoso pai dos palestinianos patriotas,  que renovou o Velho Testamento, rompeu com os seus seguidores, trouxe o seu Novo Testamento e espalhou-o pela humanidade - o que levou a que os judeus o perseguissem até o apanharem - o matassem e crucificassem. Ele depois ressuscitou dos mortos e começou a espalhar a sua mensagem que ainda hoje existe e existirá enquanto a humanidade perdurar."

REVISIONISMO EVANGÉLICO
Apesar destas disparatadas ambições palestinianas, a ideia de um "Jesus palestiniano" ganha cada vez mais adeptos no evangelicalismo moderno.
UM CONHECIDO CARTOON ANTI-SEMITA
A própria menção da "Palestina" em textos e comentários feitos por evangélicos, e nos próprios mapas bíblicos que estão incluídos em muitas Bíblias é a clara prova disso. Como se sabe, o termo "Palestina" apenas começou a ser usado a partir do 2º século pelos romanos, que, após arrasarem por completo Jerusalém e grandes partes da Judeia, tentaram também apagar os nomes judaicos para  a Terra de Israel, convertendo assim a Judeia em "Palestina", e Jerusalém em "Aelia Capitolina."
Se o próprio Jesus nunca conheceu, muito menos utilizou um termo que só seria usado mais de 100 anos depois da Sua existência na terra...como é que é possível que os Seus seguidores o utilizem?
Uma das formas em como os verdadeiros seguidores da Bíblia devem lutar contra essa deslegitimização de Israel é reagindo contra e esclarecendo aqueles que - talvez por desconhecimento - se referem a Israel como "Palestina" e que descuidadamente usam esse nome para tudo aquilo a que a Bíblia se refere como Israel.
Shalom, Israel!