Mostrar mensagens com a etiqueta Nikki Haley. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Nikki Haley. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, dezembro 07, 2018

APESAR DE TER CONSEGUIDO A MAIORIA DOS VOTOS, A RESOLUÇÃO PROPOSTA PELOS EUA PARA CONDENAR O HAMAS NÃO PASSOU

Não obstante não ter passado desta vez, a verdade é que a maioria dos votos a favor da resolução provou que há um número cada vez maior de países dispostos a condenar o movimento terrorista Hamas.
87 países votaram a favor, 57 votaram contra e 33 abstiveram-se.
Os palestinianos já vieram aplaudir o "chumbo" da proposta norte-americana, dessa forma condescendendo com todos os actos terroristas que o Hamas vem cometendo contra as populações de Israel. Israel elogiou a postura de um crescente número de países que votaram contra o Hamas.
Para que a proposta passasse, era necessária uma maioria de dois terços dos votos.

O embaixador israelita na ONU, Danny Danon, não só elogiou a "voz forte e corajosa" daqueles que condenaram o Hamas através do seu voto, como desmascarou os que votaram contra, expressando-se de forma pouco habitual: "deviam ter vergonha na cara."
Tanto a China como a Rússia votaram contra a proposta de resolução, tendo a Índia escolhido a abstenção. 
Nota positiva para o Brasil, que votou ao lado dos norte-americanos, juntamente com a Argentina e outros países das Américas. Toda a Europa dos 28 votou a favor da proposta.

Para a demissionária embaixadora norte-americana na ONU, Nikki Haley, esta votação tratou-se apesar de tudo de uma vitória: "Hoje poderia ter sido um dia histórico para as Nações Unidas" - comentou a embaixadora, acrescentando: "A Assembleia Geral já passou mais de 700 resoluções de condenação a Israel. E nem uma simples resolução condenando o Hamas. Para além de tudo mais, isso é a condenação das próprias Nações Unidas."

Dirigindo-se aos países que votaram contra a proposta, o embaixador israelita Danny Danon alertou-os de que eles começariam a ver as coisas de forma diferente quando tiverem que enfrentar o terrorismo nos seus próprios países. Uma boa parte dos países que votaram contra já andam a ser ameaçados ou até envolvidos com problemas ligados ao terrorismo islâmico.
"Esperem até ter de enfrentar o terrorismo nos vossos próprios países. O vosso silêncio diante do mal revela as vossas verdadeiras cores. Isso mostra-nos de que lado é que vocês realmente estão: um lado que não quer saber das vidas de israelitas e palestinianos inocentes que caíram vítimas do terrorismo do Hamas" - acusou o embaixador judeu.
A embaixadora norte-americana acrescentou ainda que "não há nada mais anti-semita" do que recusar condenar o terrorismo quando o alvo é o estado judaico.

Shalom, Israel!

sábado, dezembro 01, 2018

ONU VAI VOTAR CONDENAÇÃO DO HAMAS PELOS ATAQUES A ISRAEL

Algo de histórico pode acontecer nesta próxima Quinta-Feira, dia 6 de Dezembro. A ONU irá votar um texto proposto pelos EUA e apoiado pela União Europeia, condenando o movimento terrorista Hamas pelos seus ataques com rockets contra Israel.
A ser aprovada, esta será a primeira vez que a organização mundial condenará o grupo terrorista que administra a Faixa de Gaza.
A demissionária embaixadora norte-americana na ONU, Nikki Haley, foi a grande impulsionadora deste texto a ser agora votado pela ONU.
Os EUA foram cruciais no seu trabalho de conseguir o apoio da União Europeia para a aprovação desta proposta que não só condena o Hamas, como exige o cessar da violência.
Todos os ainda 28 países da União Europeia concordaram em apoiar a medida, após os EUA terem decidido incluir uma menção às resoluções da ONU consideradas relevantes num texto que, apesar de tudo, não se refere à solução dois estados.
As resoluções adoptadas pela Assembleia Geral da ONU não são vinculativas, mas carregam mesmo assim um peso político e são vistas como um barómetro da opinião mundial.
 
Shalom, Israel!

quarta-feira, junho 20, 2018

EUA ABANDONAM O "CONSELHO DE DIREITOS HUMANOS DAS NAÇÕES UNIDAS"

Já não era sem tempo. Aliás, as ameaças já vinham de há meses atrás. 
Acusando este organismo de "hipocrisia" e de ter um "preconceito crónico anti-Israel", a embaixadora norte-americana na ONU Nikki Haley e o secretário de estado Mike Pompeo anunciaram ontem à noite a decisão da administração Trump, e que só peca por tardia.
A embaixadora criticou este órgão da ONU por ter como membros países como a Venezuela, a China, o Congo e Cuba, todos eles violadores dos direitos humanos. 
Claro que a hipócrita organização de "defesa dos direitos humanos" "Human Rights Watch" veio logo criticar a decisão da administração Trump, alegando que "Donald Trump só está interessado na defesa de Israel."

UMA REFORMA NÃO CONSEGUIDA
Desde há mais de um ano que os EUA vinham pedindo uma reforma gradual deste órgão da ONU, sugerindo por exemplo que a exclusão de estados membros que cometessem graves violações dos direitos humanos fosse votada por maioria simples, e não por dois terços dos membros. Outra proposta visava um reforço na selecção dos estados membros. 
Actualmente, 47 estados fazem parte deste Conselho. 
Para além disto, os EUA queriam também que "a questão dos direitos humanos na Palestina" não estivesse sistematicamente na agenda da ordem do dia do Conselho.
Apesar das "oportunidades atrás de oportunidades" para mudar, o Conselho fez orelhas moucas aos apelos norte-americanos...
Segundo Nikki Haley, "lamentavelmente, está agora claro que o nosso apelo para reforma não foi escutado."

ISRAEL, SEMPRE ISRAEL...
Os EUA têm sempre denunciado o Conselho pela sua permanente atitude preconceituosa anti-Israel. Prova disso é o facto de Israel ser o único país do mundo com um ponto fixo na ordem dos trabalhos de cada reunião, o famoso "ponto 7". A reunião do Conselho tem lugar três vezes por ano. 

SEM PAPAS NA LÍNGUA
A embaixadora Nikki Haley não poupou palavras nas suas duras críticas à hipócrita e tendenciosa organização que agora perde um dos seus mais importantes membros.
"...Uma organização que não é digna desse nome."
"Damos este passo porque o nosso compromisso não nos permite continuar a fazer parte de uma organização hipócrita e egoísta que faz troça dos direitos humanos."

ISRAEL CONGRATULA OS EUA
O primeiro-ministro israelita Netanyahu aplaudiu de imediato esta decisão norte-americana, apelidando-a de "corajosa", e classificando-a como "uma afirmação inequívoca de que: já chega, é demais."

Shalom, Israel!




quinta-feira, junho 14, 2018

ONU CONDENA ISRAEL POR SE DEFENDER DO TERRORISMO, MAS ILIBA O HAMAS...

Não que as decisões da manipulada e desacreditada ONU valham para alguma coisa. Mas é a falta de moral deste órgão internacional que desafia o bom senso, a justiça e a decência de qualquer pessoa ou instituição ainda detentora dessas características.

PROPOSTA DA ARGÉLIA, TURQUIA E "PALESTINA"
A proposta para votação de condenação a Israel pelo uso "excessivo, indiscriminado e desproporcionado" de força contra os palestinianos de Gaza, foi ontem aprovada com uma grande maioria de 120 votos, com 8 contra e 45 abstenções.
Tanto Israel, como os Estados Unidos, a Austrália, as Ilhas Marshall, a Micronésia, Nauru, o Togo e as Ilhas Salomão votaram contra esta medida.
A resolução ontem aprovada alega "deplorar qualquer uso força excessiva, indiscriminada e desproporcionada pelas forças israelitas contra civis palestinianos no território palestiniano ocupado, incluindo Jerusalém oriental, e particularmente na Faixa de Gaza", citando ainda o uso por parte de Israel de munições reais contra os protestantes e a morte de um jornalista e de pessoal médico.

NÃO SE INCRIMINOU O VERDADEIRO CULPADO: O HAMAS
A resolução condenou ainda "o disparo de foguetes da Faixa de Gaza contra áreas civis de Israel", que têm aumentado devidos às refregas fronteiriças, solicitando ainda ao secretário geral que apresente uma resposta por escrito relacionada com "a segurança da população civil palestiniana."
Não houve no entanto menção, muito menos condenação do verdadeiro culpado desta situação: o Hamas. 
Esta votação vem mais uma vez provar que a esmagadora maioria dos estados membros da ONU estão comprados pelas mentiras árabes e palestinianas, dando mais crédito àqueles que atacam Israel do que ao estado judaico que tem toda a legitimidade para se defender.
A delegação norte-americana ainda apresentou uma emenda à proposta, condenando o Hamas, e que foi inicialmente votada com 62 votos a favor, 58 contra e 42 abstenções. Para o presidente da Assembleia Geral o voto teria de ser aprovado com um mínimo de dois terços dos votos, o que não veio a acontecer...

NIKKI HALEY CONDENA A DECISÃO ANTI-ISRAEL
A embaixadora dos EUA nas Nações Unidas Nikki Haley condenou em tom veemente esta pérfida decisão da AG da ONU: "A ONU fez hoje o julgamento moralmente falido de que a recente violência em Gaza é toda por culpa de Israel. Não admira que ninguém leve a sério a ONU como um agente para a paz no Médio Oriente" - desabafou a embaixadora. 

VERGONHA PARA A UNIÃO EUROPEIA E PORTUGAL
Vários países da União Europeia apoiaram a resolução palestiniana de condenação a Israel. Foram eles: a Bélgica, a Estónia, a Finlândia, a Grécia, a França, a Irlanda, Luxemburgo, Malta, Portugal, a Eslovénia, a Espanha e a Suécia.
Abstiveram-se ainda a Áustria, a Bulgária, a Croácia, Chipre, a República Checa, a Dinamarca, a Alemanha, a Hungria, a Itália, a Lituânia, a Holanda, a Polónia, a Roménia, a Eslováquia e o Reino Unido.
A Suiça, a Nova Zelândia, a Islândia e a Noruega apoiaram o apelo palestiniano para uma protecção internacional contra Israel. O Canadá absteve-se.

"A ONU APOIA O TERRORISMO CONTRA ISRAEL"
O embaixador israelita na ONU, Danny Danon, falou à Assembleia Geral ainda antes da declaração de Haley que, caso a ONU aprovasse a resolução palestiniana, "estaria assinando por escrito o seu inequívoco apoio ao terrorismo contra Israel."
"Não finjamos" - acrescentou Danon - "Se o ISIS atacasse Estocolmo amanhã, seria logo responsabilizada pelo ataque. Se a al-Qaeda assaltasse Paris, a ONU emitiria logo a sua mais forte condenação à al-Qaeda."
E concluiu: "Só quando o Hamas ataca Israel é que a ONU procura culpar Israel. A maioria moral nesta assembleia não deveria tolerar um padrão diferente para os israelitas vítimas do terrorismo."
"Tenho uma simples mensagem para aqueles que apoiaram esta resolução: vocês são as munições para as espingardas do Hamas. Vocês são as ogivas para os mísseis do Hamas."

Bem dito. Vergonha para uma grande parte da Europa e do mundo. Descrédito total para a ONU!

Shalom, Israel!

sábado, março 24, 2018

EM MAIS UM ACTO DE IMBECILIDADE, O CONSELHO DOS "DIREITOS HUMANOS" DA ONU APROVOU MAIS 5 RESOLUÇÕES ANTI-ISRAEL

O mais que desacreditado Conselho dos Direitos Humanos da ONU continua a ser uma plataforma para ocultar os hediondos crimes de alguns dos maiores sanguinários ditadores da actualidade, sendo por isso condenado por Israel como uma "farsa."
Ontem mesmo o Conselho reuniu-se com o objectivo de mais uma vez fazer passar 5 resoluções contra Israel - o país que se tornou o bode expiatório de todas as condenações do mais que desprestigiado órgão da ONU, que faz vista grossa às clamorosas violações dos direitos humanos cometidas actualmente pela Síria, Coréia do Norte, Sudão, Irão e muitos outros países.

INDIGNAÇÃO DOS EUA
Os Estados Unidos ameaçaram mais uma vez abandonar o Conselho de Segurança, ainda mais quando ontem o mesmo demonstrou mais uma vez os seus preconceitos contra Israel. A embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, expressou-o bem: "O Conselho é grosseiramente tendencioso contra Israel", vincando que o mesmo Conselho tinha apenas votado três resoluções separadas contra a Coréia do Norte, o Irão e a Síria.
"Quando o Conselho para os Direitos Humanos trata pior Israel do que a Coréia do Norte, o Irão e a Síria, é o próprio conselho que é louco e indigno desse nome" - afirmou Haley.
E ameaçou: "A nossa paciência não é ilimitada. As acções de hoje mostram claramente que falta à organização a credibilidade necessária para ser uma verdadeira defensora dos direitos humanos."
Desde o ano passado que Haley vem repetidamente ameaçando retirar o seu país desta organização com 47 membros formada em 2006 para alegadamente proteger e promover os direitos humanos em todo o mundo.

APLAUSO DOS PALESTINIANOS
A Autoridade aplaudiu as novas resoluções, como seria óbvio de uma organização inimiga de Israel, elogiando as nações que votaram a favor das resoluções.
As cinco resoluções foram propostas por países da Organização de Cooperação Islâmica, e incluíam a condenação da "legitimidade" da venda de equipamento militar a Israel, proposta que recebeu 27 votos favoráveis, 15 abstenções e 4 votos contra. É lamentável que países como a Bélgica e a Eslovénia tenham votado a favor desta revoltante resolução.
Israel é o único país que tem um item exclusivo atribuído pela organização, uma situação por diversas vezes criticada pelos EUA e por diversos países europeus.

CONDENAÇÃO ISRAELITA
Emmanuel Nachshon, porta-voz do Ministério para as Relações Exteriores de Israel, escreveu que o conselho é "uma farsa, um objecto de escárnio dos nobres propósitos que pretende representar."
"É uma plataforma exclusivamente anti-Israel, manipulada por sangrentos ditadores que atacam Israel para ocultarem as suas massivas violações dos direitos humanos."
Uma das resoluções insiste mais uma vez que Israel abandone para a Síria os territórios bíblicos dos Montes Golan, conquistados por Israel à Síria na Guerra de 1967 e legalmente anexados por Israel como consequência da guerra. 
Outras resoluções ontem aprovadas exigem "o direito do povo palestiniano à auto-determinação", "a situação dos direitos humanos nos territórios palestinianos ocupados, incluindo Jerusalém oriental", e "os territórios dos Golan ocupados por Israel."
As resoluções ontem votadas em Genebra incluem um apelo para a adesão à Resolução 2334, passada em finais de 2016, segundo a qual os assentamentos israelitas são ilegais. A resolução apelou às nações do mundo para "condenarem a expansão dos colonatos" e "distinguir, nos tratados relevantes, entre o território do estado de Israel e os territórios ocupados desde 1967."
Tanto os EUA como a Austrália votaram contra as 5 resoluções do Conselho. 

Shalom, Israel!

terça-feira, fevereiro 20, 2018

LÍDERES ISRAELITAS INDIGNADOS COM AS GROSSEIRAS MENTIRAS DE ABBAS NA ONU

Mahmoud Abbas, o principal líder árabe-palestiniano, deveria receber o prémio Nobel para os maiores mentirosos do planeta. Aproveitando-se hoje da plataforma da ONU, a velha raposa árabe pôs-se a inventar aquilo que qualquer pessoa minimamente informada percebe ser o estertor de alguém que já não consegue distinguir a mentira da verdade, e que, por isso mesmo, vai à ONU tentar convencer aqueles que, à imagem e semelhança dele, se alimentam da hipocrisia, da mentira e do revisionismo histórico, fruto de uma imaginação alimentada pelo ódio e pelo incurável anti-semitismo.

"DESCENDENTES DOS CANANEUS"
Como já lhe vem sendo habitual, o líder árabe gosta de reinventar a História, afirmando hoje perante o Conselho de Segurança da ONU que a raça palestiniana descende dos antigos cananeus, uma pérfida mentira que, de tão ridícula, nem merece qualquer comentário: "Somos descendentes dos cananeus que viveram na terra há 5.000 anos atrás e que continuaram ali a viver até aos dias de hoje."
Abbas prosseguiu o seu rancoroso discurso, condenando a "Declaração de Balfour", acusando o governo britânico de ser responsável pelas suas "consequências catastróficas."

SESSÃO ESPECIAL DO CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU DEBATE O CONFLITO ISRAELO-PALESTINIANO
Esta sessão especial do Conselho de Segurança da ONU visou discutir o conflito israelo-palestiniano, mas, tal como tantas outras, está condenada ao fracasso, uma vez que o líder palestiniano não demonstra qualquer tipo de seriedade, já para não falar de verdade. 
Para além do secretário-geral da ONU, o português António Guterres, estiveram também presentes o coordenador especial para o processo de paz do Médio Oriente, o russo Nickolay Mladenov, a embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, o enviado dos EUA para as conversações de paz, Jason Greenblatt, e o conselheiro especial e genro do presidente norte-americano, Jared Kushner. 
Guterres interveio, afirmando que o conflito israelo-palestiniano já "se arrasta há demasiado tempo." Apelou ainda para que o mesmo seja resolvido através da solução 2 estados, alertando no entanto que "o consenso global para uma solução 2 estados pode estar a dissipar-se."

MAHMOUD ABBAS - O CAMPEÃO DA MENTIRA
Verdadeiro lobo com pele de cordeiro, o líder árabe teve o descaramento de afirmar esta tarde na ONU que "os palestinianos nunca rejeitaram as negociações", culpando ainda Israel pelo fracasso nas rondas de conversações. 
Toda a gente sabe que a história é completamente diferente...
Abbas deve ter trocado os intervenientes, pois sabe-se muito bem quem é que tem boicotado todas as hipóteses de negociações...
Aproveitando o tempo de "antena", Abbas tratou então de acusar Israel de agir como "um estado acima da lei" e de estar a "criar uma colonização permanente com os colonatos."
E o velho descarado ainda complementou a sua mentira, alegando que os palestinianos não têm problemas com os judeus ou com o judaísmo, apenas com "os ocupantes da terra."


Abbas criticou também os Estados Unidos pelo corte das ajudas aos "refugiados palestinianos", afirmando que Trump está "punindo" os palestinianos. E é claro, não poderia deixar de criticar Trump pela sua decisão de mudar a embaixada dos EUA para Jerusalém.
O líder árabe apelou no seu discurso à formação de "um mecanismo multilateral" para alcançar um acordo de paz entre israelitas e palestinianos, deixando de lado o papel dos EUA na matéria.
Segundo Abbas, o reconhecimento unilateral de um estado independente palestiniano não iria minar as conversações.
E, como seria de esperar, a velha raposa não perdeu tempo para publicamente pedir aos estados ali representados e que ainda não reconheceram o "estado da Palestina", para o fazerem agora.

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL EM 2018
O líder palestiniano aproveitou o tempo de discurso para apelar à convocação de uma "conferência de paz internacional em meados de 2018 que aceite o estado da Palestina como membro da ONU de pleno direito" - pediu Abbas, acrescentando: "Apelamos ao Conselho de Segurança para que faça isso."


RESPOSTA ISRAELITA
O embaixador israelita na ONU Danny Danon interveio na conferência, acusando Abbas de "fugir." É que, logo após ter discursado, o cobarde líder árabe ausentou-se da sala...
Danon disse querer uma discussão directa com Abbas. Só que o "herói" palestiniano pôs-se fora da sala, temendo obviamente ser desmascarado nas suas mentiras, algo nada difícil de fazer por qualquer pessoa bem intencionada...

ABBAS "É O PROBLEMA, NÃO A SOLUÇÃO"
Apesar da ausência de Abbas, Danon dirigiu-se mesmo assim ao líder árabe, acusando-o pela ausência de um processo de paz israelo-palestiniano: "Sr. Abbas, o sr. tornou bem claro pelas suas palavras e acções que não é parte da solução. O sr. é o problema" - afirmou Danon. 
E Danon prosseguiu, acusando Abbas de ter um discurso diferente para os palestinianos e para a comunidade internacional: "O sr. inspira uma cultura de ódio na sociedade palestiniana."
Danon citou ainda os exemplos do Egipto e da Jordânia, criticando a liderança palestiniana por não seguir o mesmo exemplo desses dois países que estabeleceram a paz com Israel: "Mas a liderança palestiniana continua a preferir o conflito à coexistência."
O embaixador israelita acusou os palestinianos de não aproveitarem as muitas oportunidades para assinarem um acordo de paz, tal como as conversações de Camp David e a oferta de paz do ex-primeiro ministro Ehud Olmert.
"Quando estendemos a mão, Abbas estende o punho" - acusou Danon.

BENNETT DÁ UMA PEQUENA LIÇÃO DE HISTÓRIA A ABBAS
O ministro israelita para a Educação, Naftali Bennett, ricularizou as alegações proferidas por Abbas de que os palestinianos eram os descendentes dos cananeus, e que já estavam na terra há 5.000 anos: "Uma nação que inventa o seu passado, não tem futuro" - afirmou, acrescentando: "Os ancestrais dos palestinianos talvez já existissem há 5 mil anos atrás, mas a sul daqui, na península arábica. Recomendo (a Abbas) que não se concentre em construir um passado imaginário, mas antes em construir um futuro prático."

ABBAS PAGA AOS TERRORISTAS...E BEM.
Netanyahu não deu qualquer valor ao discurso de Abbas na ONU, afirmando: "Abbas não disse nada de novo. Ele continua a fugir da paz e a pagar anualmente aos terroristas e respectivas famílias 347 milhões de dólares."

Shalom, Israel!








quinta-feira, dezembro 21, 2017

APESAR DA GROTESCA VOTAÇÃO NA ONU, OS EUA MUDARÃO MESMO A SUA EMBAIXADA PARA A CAPITAL DE ISRAEL, JERUSALÉM

Assistir a um espectáculo destes é mais do que desaconselhável para os mais sensíveis. Mas é para este buraco existencial que o mundo caminha a passos largos. Às ordens dos países muçulmanos que, ridiculamente ostentando honestidade, democracia e respeito pelos direitos humanos, não têm qualquer despudor em se apresentarem no pódio do "circo das nações" - termo muito bem dado à ONU por Benjamin Netanyahu - como campeões da promoção da justiça e do direito. Quando vi os representantes da Venezuela, Cuba, China, Iémen, Coréia do Norte, Irão, Turquia e outros promotores do desrespeito pelos direitos humanos e até do terrorismo islâmico advogarem a "causa palestiniana" e condenarem a decisão soberana dos EUA de deslocarem a sua embaixada para a capital de Israel, Jerusalém, percebi um pouco mais do mundo em que vivemos, ansiando cada vez mais que o Juízo de Deus venha e venha depressa para punir todos aqueles que ostensivamente teimam em lutar contra os Seus eternos desígnios.

128 VOTOS A FAVOR, 9 CONTRA E 33 ABSTENÇÕES

A esmagadora maioria dos países votou a favor desta resolução proposta pelo Iémen e pela Turquia, em nome de um grupo de países árabes e da Organização para a Cooperação Islâmica, contra o reconhecimento feito pelos Estados Unidos de Jerusalém como capital de Israel.
O ridículo texto hoje aprovado afirma que todas as decisões sobre o estatuto da cidade de Jerusalém "são nulas e vazias", devendo ser canceladas.

EUA AMEAÇAM
Pouco antes da assembleia extraordinária da ONU, os EUA já haviam ameaçado que cortariam a ajuda aos países que votassem a favor da resolução. Tal foi também lembrado pela representante da administração norte-americana na ONU, Nikki Haley, que atirou à cara dos presentes que o seu país, que é o maior contribuinte da ONU, poderá muito bem rever a sua decisão quanto a esta questão.
Tratou-se realmente de um total desrespeito para com um dos países-pilares da organização, que, no seu direito de decidir onde colocar a sua embaixada, se vê humilhado naquele circo de palhaços condenados a provarem do seu próprio veneno anti-semita, incluindo Portugal, que, mais uma vez fez uma triste figura, desrespeitando publicamente uma decisão de um país a quem tanto deve...

MENÇÃO HONROSA PARA 9 PAÍSES
Merecem toda a honra os 9 países que corajosamente votaram contra esta nova manipulação árabe e muçulmana para controlar os destinos da humanidade. Para além dos EUA e Israel, votaram contra: Togo, Micronésia, Guatemala, Nauru, Palau, Ilhas Marshall e Honduras.

33 países abstiveram-se, na sua maioria alegando que não concordavam com esta resolução, uma vez que pensam terem de ser as partes envolvidas (Israel e os árabes) a decidirem a questão de Jerusalém. A maioria destes, senão até todos, defende a solução 2 estados partilhando Jerusalém como capital.
21 países decidiram não votar.

REACÇÃO ISRAELITA
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou num video há pouco gravado que "Israel rejeita completamente esta absurda resolução. Jerusalém é a nossa capital - sempre foi e sempre será. No entanto, aprecio o facto de um número crescente de países se recusar a participar neste teatro do absurdo."
Netanyahu agradeceu ainda ao presidente Trump a sua "corajosa" defesa de Israel e da verdade.

"UMA VITÓRIA PARA A PALESTINA"
Para o líder da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, o voto foi "uma vitória para a Palestina."
Prometeu ainda que os palestinianos continuariam a lutar para que a ONU e outras organizações internacionais "pusessem um fim a esta ocupação e estabelecessem o nosso estado palestiniano com Jerusalém oriental como sua capital."

Não haja dúvida de que Jerusalém está cumprindo aquilo que lhe foi designado para estes "últimos dias". Mas, depois da turbulência anteriormente anunciada, virá o juízo do Eterno sobre toda esta escória de nações, e finalmente a libertação de Jerusalém da opressão islâmica e católica-romana...

Shalom, Israel!

segunda-feira, dezembro 18, 2017

EUA VETAM PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DO CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU PARA REVERTER A DECISÃO DO PRESIDENTE DONALD TRUMP

Os Estados Unidos, através da sua representante na ONU, decidiu ir contra o voto favorável dos outros 14 membros do Conselho de Segurança da ONU, vetando uma proposta que pretendia reverter a decisão do presidente norte-americano.
Apesar de não ter sido mencionado o nome de Donald Trump nem dos Estados Unidos, a resolução expressava mesmo assim uma alegada "profunda tristeza pelas recentes decisões respeitantes ao estatuto de Jerusalém."
A proposta incluía também um apelo a todos os países para que se abstivessem de estabelecer missões diplomáticas em Jerusalém. 

REUNIÃO DO CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU
Reuniram-se hoje em Nova Iorque os 15 representantes do Conselho de Segurança da ONU. A reunião teve como propósito tentar inverter a decisão tomada há dias atrás pelo presidente norte-americano Donald Trump em mover a embaixada do seu país para Jerusalém, reconhecendo dessa forma oficialmente a Cidade como capital do estado de Israel.
Um pouco por todo o mundo, as reacções têm-se feito sentir, levando a que o Egipto tenha levado ao CS da ONU uma proposta de resolução que pretendia reverter a decisão de Trump.

REACÇÃO DE ISRAEL
"Nenhum voto conseguirá alterar a realidade de que Jerusalém será sempre a capital de Israel" - afirmou o embaixador de Israel na ONU, Danny Danon, em resposta à pérfida proposta que neste momento acabou de ser discutida e votada.
O teor da proposta visa retirar a Israel o direito a escolher onde é a sua capital: "Quaisquer decisões e acções que proponham alterar o carácter, estado ou composição demográfica da Cidade santa de Jerusalém não têm efeito legal, são vazias e nulas, e devem ser rescindidas de acordo com as resoluções relevantes do Conselho de Segurança."

"COMO UMA MACABEIA"
Assim que teve conhecimento do veto dos EUA, Netanyahu pronunciou-se de seguida, gravando uma mensagem de reconhecimento: "Obrigado, embaixadora Haley. Na (festa da) Hanukkah, falou como uma macabéia. Acendeu uma vela à verdade. Espantou as trevas. Uma derrotou a muitos. A verdade derrotou as mentiras. Obrigado presidente Trump. Obrigado, Nikki Haley."

VETO  DOS EUA
Para que esta resolução passasse, teria de ter pelo menos 5 votos a favor, o que não seria difícil, caso os EUA não fossem um dos 5 membros permanentes do Conselho de Segurança. 
A embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, tomou a esperada decisão, em conformidade com a de Donald Trump. Outra coisa não seria de esperar da administração norte-americana que se tem mostrado a mais amiga de Israel nestes últimos anos.
Nikki Haley tem demonstrado uma coragem e uma determinação pró-Israel talvez nunca antes vista em algum outro representante dos EUA na ONU. Sem papas na língua, expressou-se desta forma: "Os EUA não aceitarão que nenhum país lhes diga onde devemos colocar a nossa embaixada." E acrescentou: "Aquilo que hoje aconteceu no Conselho de Segurança é um insulto. Não será esquecido" - afirmou, condenando o Conselho pela sua obsessão com as resoluções anti-Israel.

FUROR ÁRABE
Um representante palestiniano classificou a decisão dos EUA como "inaceitável."

MEMBROS DO CONSELHO DE SEGURANÇA
Os outros 5 países com assento permanente no Conselho de Segurança e com direito de veto, mas que votaram a favor desta resolução são a China, a Rússia, a França e o Reino Unido. 
Os actuais membros não permanentes e que também votaram a favor da resolução anti-Israel são a Bolívia, o Egipto, a Etiópia, a Itália, o Japão, o Cazaquistão, o Senegal, a Suécia, a Ucrânia e o Uruguai. 

Shalom, Israel!

terça-feira, março 28, 2017

"ACABARAM-SE OS DIAS EM QUE ISRAEL ERA AGREDIDO NA ONU" - GARANTE A REPRESENTANTE NORTE-AMERICANA

Perante uma audiência de quase 18.000 pessoas em êxtase ontem à noite, na conferência anual da AIPAC - "American Israel Public Affairs Comittee"  - a representante norte-americana para as Nações Unidas Nikki Haley prometeu uma nova era na ONU, uma nova época em que que os EUA serão um aliado inequívoco e ousado de Israel, e qualquer nação que se atravessar no caminho sofrerá a sua ira.
"Eu calço sapatos altos. Mas nada tem a ver com a moda. É porque se eu vir algo de errado, vamos pontapear em todas as direcções."
"Quando a resolução (da ONU) 2334 passou, e os Estados Unidos se abstiveram (durante a administração Obama), todo o país sentiu que levou um pontapé nas tripas" - comentou a diplomata perante a vasta audiência. E acrescentou: "Tínhamos acabado de fazer algo que revelou os Estados Unidos no seu ponto mais baixo de sempre. Nunca viráramos as costas aos nossos amigos, e não temos maior amigo que Israel. Ver aquilo acontecer não foi apenas embaraçoso: doeu."
E prometeu: "Aconteceu, mas não volta a acontecer!"
"Ninguém vai pegar o nosso democrático amigo número um no Médio Oriente e bater-lhe" - garantiu Haley, avisando ainda: "Se nos desafiarem, preparem-se para aquilo em que nos desafiaram, porque vamos responder" - exclamou, acrescentando perante a multidão eufórica: "Acabaram-se os dias em que Israel era agredido na ONU."
"O que se vê agora é que eles já se retraíram um pouco. As agressões a Israel já não são tão visíveis."
Comentando ainda sobre o pérfido documento travado por Guterres a pedido de Haley, e que acusava Israel de ser um regime "apartheid", a ex-senadora comentou: "Eles voltaram a testar-nos com este relatório Falk. Não sei quem é esse tipo (Falk, o autor da proposta), nem o que anda a fazer, mas digo-vos que ele arranjou sérios problemas."
Já ontem a embaixadora norte-americana na ONU tinha alertado sobre o acordo nuclear com o Irão, que enfatizou: "apenas deu mais ousadia ao Irão para pensar que pode simplesmente querer mais."
"Vamos andar de olho neles como falcões" - avisou.

É isto que Israel precisa. Amigos dispostos a dar a cara e defender na ONU aquilo que é verdadeiro e justo, sem se deixarem manipular pela viciosa e perniciosa prole pró-árabe e anti-semita.

Shalom, Israel!

terça-feira, fevereiro 21, 2017

NOVA ADMINISTRAÇÃO TRUMP ARRASA COM A HABITUAL E DOENTIA HIPOCRISIA DA ONU!



NOVA ADMINISTRAÇÃO TRUMP ARRASA COM A HABITUAL E DOENTIA HIPOCRISIA DA ONU!
Nikki Haley, a nova embaixadora dos EUA (administração Trump) na ONU, arrasa completamente a pérfida hipocrisia do Conselho de Segurança da ONU em relação a Israel.
Parabéns Haley! Arrasa com essa escumalha habituada a favorecer os países promotores do terrorismo islâmico, e defende os direitos mais que justos de Israel, a única democracia em todo o Médio Oriente!

sábado, janeiro 21, 2017

TRUMP NOMEIA COMO EMBAIXADORA DOS EUA NA ONU UMA EVANGÉLICA DEFENSORA DE ISRAEL

Desde a campanha eleitoral que o novo presidente norte-americano Donald Trump tem vindo a anunciar constantemente o seu claro apoio a Israel.
Mas, promessas de políticos valem aquilo que valem. Pelo menos é assim que eles nos têm habituado. Contudo, com Trump, parece que as coisas irão ser diferentes. E ainda bem...

Nikki Haley, de 44 anos e actual governadora do estado da Carolina do Sul, filha de emigrantes oriundos da Índia, vai ser a próxima embaixadora a representar os EUA na ONU. Considerada como uma estrela em ascensão dentro do Partido Republicano, esta que é a mais jovem governadora de todo o país vai passar a ser a primeira mulher e a representante das "minorias" no governo de Donald Trump.
Apesar de ter nascido numa família praticante da religião sij, Haley converteu-se a Jesus durante a sua adolescência. Pertence actualmente a uma Igreja Metodista e recentemente lançou um livro sobre a sua jornada espiritual.

CONDENOU AS POLÍTICAS DE HUSSEIN OBAMA RELACIONADAS COM O MÉDIO ORIENTE
Sabe-se que esta nova embaixadora fez há poucos dias uma acesa defesa de Israel e um duro ataque às políticas de Obama, muito especial o seu acordo nuclear com o Irão.
O anúncio da eleição desta mulher para as Nações Unidas foi já bem recebido pelo embaixador de Israel na ONU Danny Danon, ao mesmo tempo que o representante palestiniano já se queixou, conhecendo as posições pró-Israel desta nova embaixadora, assegurando no entanto que esperará pelos primeiros anúncios.

E é já durante este mês de Janeiro que Nikki Haley vai ter a sua primeira oportunidade para influenciar os votos dos EUA na ONU, a mesma organização que recentemente aprovou mais algumas resoluções contra Israel. Apesar de ela ser favorável à "solução 2 estados", ela mesmo assim aprova a deslocação da embaixada norte-americana para Jerusalém, a capital de Israel. 
A eleição desta mulher é um forte golpe contra o lobby árabe na ONU que tenta a todo o custo forçar o reconhecimento da "Palestina" como nação independente e a divisão da Cidade santa de Jerusalém. 

Trump começa bem. Deus queira que se mantenha nesta rota...

Shalom, Israel!