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sexta-feira, julho 22, 2016

POSSÍVEL RETORNO DE AHMADINEJAD AO PODER EM 2017 PODE DESPOLETAR GRAVES CONFLITOS NO MÉDIO ORIENTE

O ex-presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad planeia regressar ao poder nas eleições presidenciais de 2017 no Irão, prevendo-se que, caso tal aconteça, venha a empurrar a nação islâmica para um ainda maior extremismo.
Ahmadinejad foi o 6º presidente do Irão, tendo governado os destinos da república islâmica durante dois mandatos, entre 2005 e 2013, tendo nesse último ano saído por questões de limitações constitucionais. Este homem de linha dura desafiou por diversas vezes o mundo ocidental por causa do programa nuclear iraniano. As sanções impostas ao Irão levaram ao empobrecimento da população e à perda de serviços sociais.
Ahmadinejad ficou também conhecido pelas suas impetuosas declarações e ameaças anti-sionistas desde os pódios mundiais, como por várias vezes se pôde ouvir nos seus discursos ameaçadores nas Nações Unidas.
O seu último discurso na ONU incluiu de facto um apelo à extinção de Israel de sobre a face da terra, tornando-o num protótipo de Hitler.
Este paranóico líder, agora candidato ao retorno do poder iraniano, fartou-se de negar o Holocausto, denegriu os EUA pela morte de Osama bin Laden e acusou ainda o governo dos EUA dos ataques do 11 de Setembro. Num mundo civilizado, este indivíduo já estaria há muito atrás das grades...

PROFETA DA DESGRAÇA
Durante os seus últimos dias à frente do governo do Irão, Ahmadinejad jurou regressar com o "íman oculto", o qual, segundo a crença xiita, irá reaparecer para tomar o controle da humanidade antes do Dia do Juízo final.
Certamente que o retorno deste vil ser humano ao poder trará uma enorme instabilidade à já demasiado frágil situação política e social do Médio Oriente. Pior ainda, é quando a utopia se apodera de mentes doentias como a deste homem, que se julga um "enviado de Alá" para o cumprimento escatológico do final dos dias. Israel sabe o que isso significa.
Para muitos analistas, o retorno deste lunático ao poder "obrigará" Israel a um ataque preventivo às instalações nucleares do Irão. E, se tal vier a acontecer, poderemos estar a caminhar para uma verdadeira hetacombe nuclear.
A reeleição de Ahmadinejad  pode acelerar o final dos dias. Trata-se afinal de um radical islâmico com recursos nucleares nas suas mãos...

Shalom, Israel!


quinta-feira, fevereiro 25, 2010

DOIS TIRANOS UNEM-SE NO ÓDIO A ISRAEL

Dois dos piores bandidos à solta - actualmente chefes de governos ditatoriais - reuniram-se esta manhã em Damasco, capital da Síria, vociferando o seu ódio contra Israel e profetizando a sua aniquilação no Médio Oriente.
São eles, obviamente, o chefe ditador do Irão, Ahmadinejad, e o seu comparsa da Síria, Bashar Assad. Durante a sua visita a este país "amigo", o ditador iraniano prometeu que "as nações árabes irão entrar num novo Médio Oriente sem sionistas e sem colonialistas." - estas palavras ditas durante a visita têm um timing importante, uma vez que os EUA andam tentando recentemente uma aproximação à Síria, visando obviamente um isolamento do Irão na cena internacional, o que parece difícil de acontecer, conforme comprova esta "visita de amigos".
Vociferando o seu ódio a Israel, Ahmadinejad ameaçou: "Se o regime sionista quiser repetir os seus erros do passado, isso levará ao seu desaparecimento e aniquilação."
E adiantou que o Irão, a Síria, o Líbano e o Iraque estarão contra Israel.
Comungando da mesma doença mental, o líder sírio, referindo-se às alegadas ameaças de Israel, vociferou: "Cremos estar a enfrentar uma entidade (Israel) capaz de agressões em qualquer altura, e nós estamos a preparar-nos para qualquer agressão israelita, seja ela em pequena ou em grande escala. Israel está direccionando as suas ameaças à Síria e aos movimentos de resistência (leia-se: grupos terroristas). As ameaças visam também levantar a moral dos israelitas após uma série de derrotas."
Comentando acerca da forte ligação entre o Irão e a Síria, o ditador iraniano afirmou numa entrevista à imprensa que "a ligação entre Damasco e Teerão é forte e ninguém a conseguirá danificar."
"Estes laços tornar-se-ão mais profundos e desenvolvidos com o decorrer dos anos. Nós somos irmãos. Temos interesses comuns, bem como alvos e inimigos comuns. O mundo precisa de uma nova ordem."
"Os sionistas e seus protectores chegaram a um beco sem saída. A entidade sionista irá eventualmente desaparecer, a sua filosofia existencial terminou. Os conquistadores sionistas chegaram ao seu fim. Todas as suas ameaças aos palestinianos derivam da sua fraqueza. Se os sionistas repetirem os erros do passado, todas as nações da região irão arrancá-los daqui para fora."
E adiantou: "Com a ajuda de Alá, o novo Médio Oriente será um Médio Oriente sem sionistas nem imperialistas."


A História tem provado exactamente o contrário: quanto mais Israel é ameaçado, mais cresce, e os seus vizinhos continuam no mesmo atraso e miséria que os seus líderes promovem. Afinal Alá nada consegue fazer pelos seus seguidores, excepto incutir-lhes o ódio contra o povo escolhido de Deus - com todos os males, Israel está vivo e recomenda-se, pois tem Deus do seu lado. Não é por acaso que Ele é chamado o Deus de Israel, de Abraão, o Deus de Isaque, o Deus de Jacob, enfim... o Deus das promessas feitas aos descendentes de Isaque.
Shalom, Israel!