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quarta-feira, novembro 28, 2018

ANTI-SEMITISMO CRESCE A OLHOS VISTOS NA EUROPA, E NÃO SÓ

Várias campaínhas de alarme têm estado a soar um pouco por todo o lado, dando sinais claros de um crescente anti-semitismo na Europa e não só.
A decisão da empresa de aluguer e arrendamento de imóveis "airbnb" de tirar da sua lista os imóveis situados nos aldeamentos judaicos na Judeia e Samaria prova o quão ignóbil é a mente dessa gente, sinalizando uma completa alienação da realidade e, pior ainda, uma tremenda injustiça alimentada pelas chamas do clássico anti-semitismo, que nunca se apagaram, mas que parecem querer voltar a incendiar a História.

O que é ridículo é que essa mesma organização anti-semita não tem a mesma postura em relação a outros territórios "em disputa" pelo mundo fora...

TÚMULOS JUDAICOS VANDALIZADOS NA UCRÂNIA

CNN ALERTA...
Dados recentes da cadeia noticiosa norte-americana de TV "CNN" alertaram para a realidade actual na Europa, em que, segundo as informações recolhidas e agora divulgadas pela estação emissora, mais de um quarto dos europeus acham que os judeus têm demasiada influência nos negócios e nas finanças.
Como se não bastasse, segundo a CNN, um em cada quatro europeus pensam que os judeus têm demasiada influência nos conflitos e nas guerras à volta do mundo. Um em cada cinco acham que os judeus têm demasiada influência nos media e na política.
Ao mesmo tempo que essas expressões anti-semitas vão aumentando por toda a Europa cada vez orientada pelos partidos de extrema direita, dados preocupantes revelam também que cerca de um terço dos europeus sabem pouco ou mesmo nada sobre o Holocausto, o genocídio europeu que causou a morte a 6 milhões de judeus na Europa. 
Esta pesquisa da CNN abordou as opiniões de 7.000 cidadãos europeus, com cerca de 1.000 em cada um destes 7 países: Áustria, França, Alemanha, Grã-Bretanha, Hungria, Polónia e Suécia. 

REACÇÃO ISRAELITA
Nada de novo para os israelitas. O primeiro-ministro Netanyahu expressou-se em relação a estes dados revelados ontem pela CNN, com o seguinte comentário: "As pessoas que dizem que Israel não tem direito a existir...trata-se da afirmação final do anti-semitismo."

A História é composta de ciclos, e para preocupação nossa e de muita gente sensata, os indícios actuais não são nada animadores, antes pelo contrário, fazem-nos lembrar o quadro vivido nos anos 30 e 40 do século passado...

Shalom, Israel!





segunda-feira, fevereiro 27, 2017

AUMENTA A VANDALIZAÇÃO DE CEMITÉRIOS JUDAICOS NOS EUA

Na semana passada foi em Saint Louis. Agora o vandalismo anti-judaico chegou também à Pensilvânia.
Foram ontem encontrados mais de cem de túmulos vandalizados num cemitério judaico, na Pensilvânia.
A polícia local já informou estar a investigar o incidente.
Para além destes recentes actos de vandalismo em cemitérios judaicos, assistiram-se também na semana passada a actos anti-semitas na Universidade norte-americana Drake, em Des Moines.
Estes actos são considerados pelas autoridades israelitas como "chocantes e motivo de preocupações", ainda que confiem nas investigações em curso pelas autoridades policiais norte-americanas.
Há pouco mais de uma semana, cerca de 150 túmulos foram também vandalizados nos subúrbios de St. Louis.

Shalom, Israel!

quarta-feira, abril 15, 2015

NUNCA MAIS!

Comemora-se a partir do pôr do sol de hoje o Dia do Holocausto, o "Shoah".

70 anos após a tragédia do Holocausto, a Europa diz: "Nunca mais!"

A União Europeia emitiu hoje uma forte mensagem contra a intolerância. A delegação da UE em Israel afirmou lamentar todas as vítimas do Holocausto: "honrar a sua memória significa para nós resistir fortemente contra o anti-semitismo, o preconceito e a descriminação racial em todas as suas formas e onde quer que ocorram."
Segundo a declaração lavrada em conjunto por 26 estados membros da União Europeia, tal posição "é verdadeira hoje mais do que nunca. Setenta anos depois do Shoah, ainda encontramos anti-semitismo na Europa."
"Há comunidades judaicas na Europa que se sentem novamente inseguras, e temos lamentavelmente sido lembrados que o anti-semitismo violento, a intolerância e o fanatismo continuam sendo uma ameaça. Na condição de uma União edificada sobre os valores da dignidade humana e dos direitos humanos depois das tragédias de duas guerras mundiais e da Shoah, nós não permitiremos o regresso dos demónios do anti-semitismo, do racismo e da intolerância. Nunca esquecer. Nunca mais."

CRESCIMENTO DO ANTI-SEMITISMO EUROPEU
Estas declarações precisam de ser traduzidas em leis e acções reais no terreno, especialmente numa altura em que, segundo os dados oficiais, os actos violentos relacionados com o anti-semitismo cresceram 40% por toda a Europa. 

Shalom, Israel!



quinta-feira, janeiro 22, 2015

ONU REALIZA PRIMEIRA REUNIÃO DEDICADA AO ANTI-SEMITISMO

O dia de hoje é histórico nos arraiais das Nações Unidas, em Nova Iorque: pela primeira vez na História desta organização está a realizar-se uma sessão especial dedicada exclusivamente à questão do anti-semitismo.
Esta reunião foi organizada em função do crescente anti-semitismo visível por todo o mundo, e já estava programada antes dos recentes ataques a um supermercado judaico em Paris.

"PRIORIDADE DE TODAS AS NAÇÕES" 
- AFIRMOU PROSOR
Na sua intervenção, o embaixador israelita para as Nações Unidas Ron Prosor, apelou aos líderes europeus para que tomem uma posição contra o anti-semitismo.
"Que a mensagem ecoe desde os salões da ONU para as ruas da Europa e até à capital de cada nação - levantem-se pelos direitos humanos e pela dignidade humana, tomando uma posição contra o anti-semitismo" - afirmou Prosor.
Prosor afirmou ainda que "A luta contra o anti-semitismo deve ser uma prioridade de todas as nações porque o ódio que começa com os judeus nunca termina com os judeus. A História tem-nos mostrado vez após vez que quando os judeus de uma nação não estão seguros nela, toda a sociedade corre riscos."
"A Europa está sendo testada. Não precisamos de mais monumentos comemorando os judeus que foram assassinados na Europa: precisamos é de um compromisso forte e duradouro com os judeus vivos na Europa. Se os governos da Europa forem bem sucedidos na defesa das suas comunidades judaicas, terão também sucesso na defesa da liberdade e da democracia."
"Os dias em que os judeus eram as vítimas do mundo já se foram. Nunca mais ficaremos indefesos nem calados. Temos hoje a protecção do estado de Israel."
"Já vimos os males de que o homem é capaz, e por isso temos de estar vigilantes. Temos de ver os sinais de alerta e agir rapidamente para condenar o anti-semitismo. Apelo a cada nação para que se levante e fique do nosso lado. Recusar permitir que o mal ganhe raízes. Recusar ficar em silêncio. E recusar submeter-se à indiferença."

A reunião informal da ONU vai decorrer durante todo o dia de hoje e incluirá pela manhã discursos de personalidades ilustres, tais como o escritor e filósofo francês Bernard-Henri Levy, ministros do Canadá, Alemanha, França e EUA. Durante a tarde haverá um painel e debate em que participarão legisladores dos EUA e do Canadá, vários peritos em direitos humanos e um professor israelita.
O porta voz da assembleia John Victor Nkolo disse que esta organização, que compreende 193 nações, já discutiu muitas vezes a questão do anti-semitismo em sessões abordando a intolerância, a xenofobia, a violência, o racismo e as violações dos direitos humanos, acrescentando contudo que "tendo como base os registos disponíveis que conseguimos investigar, esta é na verdade a primeira vez em que o anti-semitismo como tal é o assunto específico de uma reunião informal no conselho geral da ONU."
Esta reunião foi requisitada por 37 países que enviaram uma carta ao presidente da assembleia Sam Kutesa em 1 de Outubro passado pedindo uma reunião em resposta ao "alarmante despertar do anti-semitismo no mundo inteiro." Afirmaram também querer uma reunião porque "uma mensagem clara da parte da assembleia geral é um componente crítico para o combate ao súbito crescimento da violência e do ódio direccionado aos judeus."
A verdade é que hoje em dia já se ouvem em comícios palavras de ordem como "Judeus para as câmaras de gás" e "Morte aos judeus." Para além disso, têm-se visto bombas atiradas contra sinagogas e negócios pertencentes a judeus têm sido constantemente vandalizados.

Shalom, Israel!

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