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sábado, dezembro 01, 2018

ONU VAI VOTAR CONDENAÇÃO DO HAMAS PELOS ATAQUES A ISRAEL

Algo de histórico pode acontecer nesta próxima Quinta-Feira, dia 6 de Dezembro. A ONU irá votar um texto proposto pelos EUA e apoiado pela União Europeia, condenando o movimento terrorista Hamas pelos seus ataques com rockets contra Israel.
A ser aprovada, esta será a primeira vez que a organização mundial condenará o grupo terrorista que administra a Faixa de Gaza.
A demissionária embaixadora norte-americana na ONU, Nikki Haley, foi a grande impulsionadora deste texto a ser agora votado pela ONU.
Os EUA foram cruciais no seu trabalho de conseguir o apoio da União Europeia para a aprovação desta proposta que não só condena o Hamas, como exige o cessar da violência.
Todos os ainda 28 países da União Europeia concordaram em apoiar a medida, após os EUA terem decidido incluir uma menção às resoluções da ONU consideradas relevantes num texto que, apesar de tudo, não se refere à solução dois estados.
As resoluções adoptadas pela Assembleia Geral da ONU não são vinculativas, mas carregam mesmo assim um peso político e são vistas como um barómetro da opinião mundial.
 
Shalom, Israel!

quinta-feira, junho 14, 2018

ONU CONDENA ISRAEL POR SE DEFENDER DO TERRORISMO, MAS ILIBA O HAMAS...

Não que as decisões da manipulada e desacreditada ONU valham para alguma coisa. Mas é a falta de moral deste órgão internacional que desafia o bom senso, a justiça e a decência de qualquer pessoa ou instituição ainda detentora dessas características.

PROPOSTA DA ARGÉLIA, TURQUIA E "PALESTINA"
A proposta para votação de condenação a Israel pelo uso "excessivo, indiscriminado e desproporcionado" de força contra os palestinianos de Gaza, foi ontem aprovada com uma grande maioria de 120 votos, com 8 contra e 45 abstenções.
Tanto Israel, como os Estados Unidos, a Austrália, as Ilhas Marshall, a Micronésia, Nauru, o Togo e as Ilhas Salomão votaram contra esta medida.
A resolução ontem aprovada alega "deplorar qualquer uso força excessiva, indiscriminada e desproporcionada pelas forças israelitas contra civis palestinianos no território palestiniano ocupado, incluindo Jerusalém oriental, e particularmente na Faixa de Gaza", citando ainda o uso por parte de Israel de munições reais contra os protestantes e a morte de um jornalista e de pessoal médico.

NÃO SE INCRIMINOU O VERDADEIRO CULPADO: O HAMAS
A resolução condenou ainda "o disparo de foguetes da Faixa de Gaza contra áreas civis de Israel", que têm aumentado devidos às refregas fronteiriças, solicitando ainda ao secretário geral que apresente uma resposta por escrito relacionada com "a segurança da população civil palestiniana."
Não houve no entanto menção, muito menos condenação do verdadeiro culpado desta situação: o Hamas. 
Esta votação vem mais uma vez provar que a esmagadora maioria dos estados membros da ONU estão comprados pelas mentiras árabes e palestinianas, dando mais crédito àqueles que atacam Israel do que ao estado judaico que tem toda a legitimidade para se defender.
A delegação norte-americana ainda apresentou uma emenda à proposta, condenando o Hamas, e que foi inicialmente votada com 62 votos a favor, 58 contra e 42 abstenções. Para o presidente da Assembleia Geral o voto teria de ser aprovado com um mínimo de dois terços dos votos, o que não veio a acontecer...

NIKKI HALEY CONDENA A DECISÃO ANTI-ISRAEL
A embaixadora dos EUA nas Nações Unidas Nikki Haley condenou em tom veemente esta pérfida decisão da AG da ONU: "A ONU fez hoje o julgamento moralmente falido de que a recente violência em Gaza é toda por culpa de Israel. Não admira que ninguém leve a sério a ONU como um agente para a paz no Médio Oriente" - desabafou a embaixadora. 

VERGONHA PARA A UNIÃO EUROPEIA E PORTUGAL
Vários países da União Europeia apoiaram a resolução palestiniana de condenação a Israel. Foram eles: a Bélgica, a Estónia, a Finlândia, a Grécia, a França, a Irlanda, Luxemburgo, Malta, Portugal, a Eslovénia, a Espanha e a Suécia.
Abstiveram-se ainda a Áustria, a Bulgária, a Croácia, Chipre, a República Checa, a Dinamarca, a Alemanha, a Hungria, a Itália, a Lituânia, a Holanda, a Polónia, a Roménia, a Eslováquia e o Reino Unido.
A Suiça, a Nova Zelândia, a Islândia e a Noruega apoiaram o apelo palestiniano para uma protecção internacional contra Israel. O Canadá absteve-se.

"A ONU APOIA O TERRORISMO CONTRA ISRAEL"
O embaixador israelita na ONU, Danny Danon, falou à Assembleia Geral ainda antes da declaração de Haley que, caso a ONU aprovasse a resolução palestiniana, "estaria assinando por escrito o seu inequívoco apoio ao terrorismo contra Israel."
"Não finjamos" - acrescentou Danon - "Se o ISIS atacasse Estocolmo amanhã, seria logo responsabilizada pelo ataque. Se a al-Qaeda assaltasse Paris, a ONU emitiria logo a sua mais forte condenação à al-Qaeda."
E concluiu: "Só quando o Hamas ataca Israel é que a ONU procura culpar Israel. A maioria moral nesta assembleia não deveria tolerar um padrão diferente para os israelitas vítimas do terrorismo."
"Tenho uma simples mensagem para aqueles que apoiaram esta resolução: vocês são as munições para as espingardas do Hamas. Vocês são as ogivas para os mísseis do Hamas."

Bem dito. Vergonha para uma grande parte da Europa e do mundo. Descrédito total para a ONU!

Shalom, Israel!

quinta-feira, dezembro 21, 2017

APESAR DA GROTESCA VOTAÇÃO NA ONU, OS EUA MUDARÃO MESMO A SUA EMBAIXADA PARA A CAPITAL DE ISRAEL, JERUSALÉM

Assistir a um espectáculo destes é mais do que desaconselhável para os mais sensíveis. Mas é para este buraco existencial que o mundo caminha a passos largos. Às ordens dos países muçulmanos que, ridiculamente ostentando honestidade, democracia e respeito pelos direitos humanos, não têm qualquer despudor em se apresentarem no pódio do "circo das nações" - termo muito bem dado à ONU por Benjamin Netanyahu - como campeões da promoção da justiça e do direito. Quando vi os representantes da Venezuela, Cuba, China, Iémen, Coréia do Norte, Irão, Turquia e outros promotores do desrespeito pelos direitos humanos e até do terrorismo islâmico advogarem a "causa palestiniana" e condenarem a decisão soberana dos EUA de deslocarem a sua embaixada para a capital de Israel, Jerusalém, percebi um pouco mais do mundo em que vivemos, ansiando cada vez mais que o Juízo de Deus venha e venha depressa para punir todos aqueles que ostensivamente teimam em lutar contra os Seus eternos desígnios.

128 VOTOS A FAVOR, 9 CONTRA E 33 ABSTENÇÕES

A esmagadora maioria dos países votou a favor desta resolução proposta pelo Iémen e pela Turquia, em nome de um grupo de países árabes e da Organização para a Cooperação Islâmica, contra o reconhecimento feito pelos Estados Unidos de Jerusalém como capital de Israel.
O ridículo texto hoje aprovado afirma que todas as decisões sobre o estatuto da cidade de Jerusalém "são nulas e vazias", devendo ser canceladas.

EUA AMEAÇAM
Pouco antes da assembleia extraordinária da ONU, os EUA já haviam ameaçado que cortariam a ajuda aos países que votassem a favor da resolução. Tal foi também lembrado pela representante da administração norte-americana na ONU, Nikki Haley, que atirou à cara dos presentes que o seu país, que é o maior contribuinte da ONU, poderá muito bem rever a sua decisão quanto a esta questão.
Tratou-se realmente de um total desrespeito para com um dos países-pilares da organização, que, no seu direito de decidir onde colocar a sua embaixada, se vê humilhado naquele circo de palhaços condenados a provarem do seu próprio veneno anti-semita, incluindo Portugal, que, mais uma vez fez uma triste figura, desrespeitando publicamente uma decisão de um país a quem tanto deve...

MENÇÃO HONROSA PARA 9 PAÍSES
Merecem toda a honra os 9 países que corajosamente votaram contra esta nova manipulação árabe e muçulmana para controlar os destinos da humanidade. Para além dos EUA e Israel, votaram contra: Togo, Micronésia, Guatemala, Nauru, Palau, Ilhas Marshall e Honduras.

33 países abstiveram-se, na sua maioria alegando que não concordavam com esta resolução, uma vez que pensam terem de ser as partes envolvidas (Israel e os árabes) a decidirem a questão de Jerusalém. A maioria destes, senão até todos, defende a solução 2 estados partilhando Jerusalém como capital.
21 países decidiram não votar.

REACÇÃO ISRAELITA
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou num video há pouco gravado que "Israel rejeita completamente esta absurda resolução. Jerusalém é a nossa capital - sempre foi e sempre será. No entanto, aprecio o facto de um número crescente de países se recusar a participar neste teatro do absurdo."
Netanyahu agradeceu ainda ao presidente Trump a sua "corajosa" defesa de Israel e da verdade.

"UMA VITÓRIA PARA A PALESTINA"
Para o líder da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, o voto foi "uma vitória para a Palestina."
Prometeu ainda que os palestinianos continuariam a lutar para que a ONU e outras organizações internacionais "pusessem um fim a esta ocupação e estabelecessem o nosso estado palestiniano com Jerusalém oriental como sua capital."

Não haja dúvida de que Jerusalém está cumprindo aquilo que lhe foi designado para estes "últimos dias". Mas, depois da turbulência anteriormente anunciada, virá o juízo do Eterno sobre toda esta escória de nações, e finalmente a libertação de Jerusalém da opressão islâmica e católica-romana...

Shalom, Israel!