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quinta-feira, maio 02, 2019
terça-feira, janeiro 15, 2019
MERGULHADORES ISRAELITAS VÃO PROCURAR NO RIO DANÚBIO OS RESTOS MORTAIS DE JUDEUS HÚNGAROS MORTOS NO HOLOCAUSTO
Uma equipa profissional de mergulhadores israelitas vocacionados nas áreas do resgate irão esta semana passar "a pente fino" o fundo das águas do rio Danúbio, na capital húngara, Budapeste, em busca de restos mortais dos muitos judeus mortos pelos nazis e atirados ao rio.
Esta operação é fruto do acordo conseguido entre os ministros do interior israelita e húngaro.
Os mergulhadores da organização israelita ZAKA dirigirão todas as operações de busca.
"Estou contente por o ministro do interior húngaro prometer assistência, apoio e equipamento tecnológico para o benefício deste projecto, e espero que os mergulhadores da ZAKA consigam resgatar esses santos mártires judeus para um digno e completo sepultamento judaico" - afirmou o ministro israelita Aryeh Deri.
MILHARES DE JUDEUS
Perto do final da Segunda Guerra Mundial, milhares de judeus húngaros que não haviam sido enviados para os campos de morte foram executados nas margens do rio Danúbio por membros da "Cruz da Lança" - o partido fascista de extrema direita que colaborou com os nazis e que dirigiu a Hungria entre Outubro de 1944 e Março de 1945.
Cerca de 565.000 judeus húngaros foram mortos durante o Holocausto - a maioria em Auschwitz, na Polónia então ocupada pelos nazis, para onde foram deportados em massa em meados de 1944.
Quem visita Budapeste, poderá ver junto às margens do rio Danúbio um memorial dedicado a esses judeus. O memorial consta de centenas de sapatos dispostos sobre um pequeno muro contíguo às margens do rio.
Shalom, Israel!
segunda-feira, abril 24, 2017
ISRAEL PAROU 2 MINUTOS EM MEMÓRIA DAS VÍTIMAS DO HOLOCAUSTO
As sirenes soaram esta manhã por todo o Israel para evocar os 6 milhões de judeus assassinados durante o Holocausto.
Todas as actividades e circulação automóvel pararam, ao mesmo tempo que cerimónias comemorativas vão sendo realizadas um pouco por todo o lado, com especial incidência na capital Jerusalém.
O tema das comemorações deste ano é. "Restaurando as suas identidades: o destino do indivíduo durante o Holocausto." Pelas 11H00 da manhã, o Knesset iniciou uma cerimónia entitulada: "Para cada pessoa há um nome."
MARCHA DOS VIVOS
Pelas 13H30, milhares de pessoas devem participar na habitual "Marcha dos Vivos", na Polónia, percorrendo a pé os cerca de 3 quilómetros de linha férrea que ligava Auschwitz a Birkenau.
"PODIAM TER SALVO 4 MILHÕES DE JUDEUS"
Em tom de acusação às potências ocidentais que, segundo documentos da ONU recentemente tornados públicos, tinham pleno conhecimento do genocídio decorrente já no ano 1942, Netanyahu afirmou "o significado terrível" desta pesquisa: "Se as potências em 1942 tivessem agido contra os campos de extermínio - e tudo o que era necessário era bombardear repetidamente os campos - se tivessem então agido, poderiam ter salvo 4 milhões de judeus e outras pessoas."
E concluiu: "As potências sabiam, e não agiram."
Shalom, Israel!
terça-feira, abril 18, 2017
DOCUMENTOS DA ONU RECENTEMENTE PUBLICADOS REVELAM QUE JÁ EM 1942 OS PAÍSES ALIADOS TINHAM CONHECIMENTO DO MASSACRE DOS JUDEUS
Documentos da ONU de há 70 anos atrás só agora tornados públicos revelam que os países aliados tinham conhecimento do extermínio dos judeus que estava sendo levado a cabo por Hitler muito antes do que até agora se supunha. Estas evidências tinham até agora sido negadas pelo Departamento de Estado norte-americano.
Um historiador recentemente entrevistado pelo jornal britânico "The Independent" confirmou que os países do Ocidente - os assim-chamados "aliados" para combater Hitler - tinham conhecimento do extermínio sistemático dos judeus da Europa às mãos de Hitler já em 1942.
No seu livro agora publicado "Direitos Humanos depois de Hitler", o historiador Dan Plesch examina os documentos da ONU nunca antes vistos e que provam que os oficiais britânicos mais graduados estavam a par do facto de Hitler estar a embarcar num programa de extermínio que na altura já tinha terminado com a vida de cerca de 2 milhões de judeus, estando outros 5 milhões a caminho de enfrentar as mesmas ameaças mortais.
NADA FOI FEITO...
Apesar do conhecimento prévio, nada foi feito pelos aliados para salvar os judeus da morte, revelando uma decisão política consciente por parte dos líderes ocidentais.
Plesch, que é professor no "Centro para os Estudos e Diplomacia Internacional" na Universidade "SOAS", em Londres. apresentou documentos provando que o visconde Cranborne, na altura ministro no gabinete de guerra de Winston Churchill, alegou que os judeus não poderiam ser considerados como um caso especial dentro das prioridades globais do esforço de guerra britânico, e que o Império Britânico já estava demasiado saturado de refugiados para garantir um refúgio aos judeus da Europa...
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| DOCUMENTO DA ONU DE 1944 INCRIMINANDO OS NAZIS |
Para além disto, estes documentos, ocultos nestes últimos 70 anos, vêm também revelar que os aliados "já tinham começado a documentar acusações de crimes de guerra baseados nos testemunhos contrabandeados dos campos de extermínio e dos movimentos de resistência em vários países ocupados pelos nazis" - revela o "The Independent."
No âmago destas descobertas feitas por Plesch nos arquivos da época, estão documentos criminalizando Hitler e seus párias por crimes de guerra cometidos em 1944.
JÁ SE SABIA...
"As grandes potências comentaram (sobre o assassínio em massa de judeus) dois anos e meio antes daquela que tem sido a data até agora assumida" - afirmou Plesch ao "The Independent."
"Tem sido alegado que elas apenas tomaram conhecimento disto quando descobriram os campos de concentração, no entanto elas fizeram estas declarações públicas já em Dezembro de 1942" - acrescentou o historiador.
Para além disso, Pelsch acrescentou ainda que a enorme colecção de evidências sobre a "Solução Final", que foi utilizada pelo enviado do presidente norte-americano Franklim D. Roosevelt à "Comissão dos Crimes de Guerra" da ONU Herbert Pell, acabou por ser retirada por anti-semitas no Departamento de Estado norte-americano.
Esta revelação comprova mais uma vez que em questões de Holocausto, não há praticamente inocentes...
Shalom, Israel!
sexta-feira, janeiro 27, 2017
"O ANTI-SEMITISMO ESTÁ VIVO E BEM ACTIVO" - DECLAROU ANTÓNIO GUTERRES NA ASSEMBLEIA GERAL DA ONU
Comemora-se hoje o "Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto".
A ONU realizou uma cerimónia especial para comemorar este dia dedicado à memória do Holocausto na Assembleia Geral da ONU, em Nova Iorque. Um grande número de personalidades internacionais falou nesta reunião, incluindo Noah Kleiger, sobrevivente do Holocausto, e o actual secretário-geral da ONU, o português António Guterres.
Segundo Guterres, o Holocausto é "o ápice daquilo que hoje definimos como anti-semitismo. O anti-semitismo está sempre desejoso de regressar, e senhoras e senhores, ele já voltou. Os judeus estão hoje enfrentando uma situação de perda. O anti-semitismo está vivo e bem activo. Ainda vemos os efeitos do Holocausto, a tentativa para reescrever a História" - afirmou Guterres, acrescentando que "o ódio que começa com os judeus nunca acaba nos judeus. Precisamos de investir em educação, precisamos de fazer mais para proteger os direitos humanos. Estarei nas linhas da frente na luta contra o anti-semitismo. A melhor forma de respeitar as vítimas do Holocausto é lutar contra o anti-semitismo, e assegurar-nos de que as vítimas nunca sejam esquecidas."
Guterres afirmou ainda: "Será um erro perigoso pensar-se que o Holocausto é o resultado da insanidade de um grupo de criminosos nazis. Exactamente o contrário. O Holocausto foi o pináculo da criação de mil anos de ódio e descriminação contra os judeus. A História continua a avançar, mas o anti-semitismo continua a recuar. Há uma nova tendência para pessoas reescreverem a História do Holocausto."
NOAH KLEIGER, SOBREVIVENTE DO HOLOCAUSTO
O momento alto desta comemoração foi sem dúvida a intervenção do sobrevivente do Holocausto Noah Kleiger, que testemunhou: "Quando eu estava em Auschwitz, tinha 3 sonhos: sobreviver àquele inferno, contar ao maior número possível de pessoas aquilo que os nazis fizeram aos judeus, e ajudar os judeus a se instalarem na terra de onde foram expulsos. Os meus sonhos tornaram-se realidade, e Israel - o lar histórico da nação judaica - ressuscitou."
HOJE MESMO ESTIVEMOS NO MUSEU DO HOLOCAUSTO, EM JERUSALÉM
Por "coincidência" do programa, o nosso grupo de pastores passou esta manhã cerca de duas horas a visitar o Yad Vashem - Museu do Holocausto - na Cidade de Jerusalém, capital de Israel.
Este museu é dedicado à História do surgimento e desenvolvimento do nazismo nas suas perversas vertentes: a segregação dos judeus na Europa, a criação dos guetos, e a "solução final", levando a que cerca de 6 milhões de judeus fossem assassinados pelo único "crime" de serem judeus...
Desde o coração de Jerusalém, clamo com todas as minhas forças: que nunca mais se repita!
Shalom, Israel!
sábado, novembro 05, 2016
PARLAMENTO EUROPEU APROVA RESTITUIÇÃO DA PROPRIEDADE EXTORQUIDA AOS JUDEUS
Foram coroados de êxito os esforços promovidos pela associação "Organização Judaica Mundial para a Restituição", com o apoio do presidente do Parlamento Europeu e do Governo Britânico, visando a total compensação pelos bens roubados aos judeus durante o Holocausto e a 2ª Guerra Mundial.
Martin Schulz, presidente do Parlamento Europeu, anunciou o seu apoio total, afirmando: "Assumo o meu total compromisso com o despertar da consciência sobre o Holocausto e as atrocidades cometidas contra o povo judeu na Europa." Schulz acrescentou ainda que apoia por completo a implementação das decisões do Parlamento Europeu relativas à restituição da propriedade roubada aos judeus.
Vários parlamentares ingleses informaram que o governo inglês está determinado em pressionar a Polónia e outros governos da Europa Central e Oriental para cuidarem dos idosos sobreviventes do Holocausto residentes nos seus países.
Shalom, Israel!
quinta-feira, maio 05, 2016
ISRAEL PAROU 2 MINUTOS EM MEMÓRIA DAS VÍTIMAS DO HOLOCAUSTO
Desde ontem à noite que estão sendo realizadas cerimónias por todo o Israel em memória e honra dos 6 milhões de judeus assassinados durante o regime nazista.
O dia de hoje iniciou às 10H00 com 2 minutos de silêncio em todo o Israel. Sirenes soaram por todo o país, levando as pessoas a pararem e saírem dos seus carros, os soldados a treparem para o topo dos tanques e os transeuntes a se imobilizarem durante os 2 minutos de silêncio e memória colectiva.
Logo depois dos 2 minutos de silêncio, um bouquet de flores depositado na praça do gueto de Varsóvia no Museu do Holocausto deu início às cerimónias oficiais, com a presença do presidente Reuven, do primeiro-ministro Netanyahu, da presidente do supremo tribunal de justiça Miriam Naor, do líder do Knesset Yuli Edelstein, do chefe das Forças de Defesa Gadi Eisenkot, do comissário da polícia Roni Alsheikh, além de delegações oriundas de todo o país e do estrangeiro.
Pelas 11 horas deu-se o início do programa "Para cada pessoa há um nome" no Museu do Holocausto e no Knesset, com a presença de várias autoridades, e no qual os nomes de todas as vítimas do Holocausto serão mencionados.
Shalom, Israel!
sexta-feira, fevereiro 26, 2016
ESTREOU O FILME "O FILHO DE SAUL" - UM FILME QUE NOS FAZ DESCER AOS INFERNOS DOS FORNOS CREMATÓRIOS DE AUSCHWITZ E NOS FAZ SENTIR A TRAGÉDIA E O DESESPERO DE UMA FORMA PODEROSA
Estreou em Portugal, o filme "O Filho de Saul", do realizador húngaro judeu Lazslo Nemez, o filme que causou sensação no último festival de Cannes e que venceu o prémio especial do júri.
Este filme perturbador, leva-nos literalmente ao "inferno" dos fornos crematórios de Auschwitz, e, apesar da emoção que o tema suscita, é fundamental que este filme seja visto e revisto, espalhado e divulgado especialmente entre as novas gerações, quase completamente ignorantes e desinteressadas no assunto do Holocausto.
O filme relata o drama de Saul, internado à força em Auschwitz há várias semanas. Como tantos outros judeus e não só. Saul só escapa à morte mais que certa porque faz parte dos "Sonderkommando", e trabalha para os nazis na limpeza dos fornos crematórios.
Saul tem a funesta missão de acompanhar os prisioneiros judeus até às câmaras de gás, retirar-lhes todos e quaisquer objectos de valor, e remover as provas materiais da morte antes de os cadáveres serem reduzidos a cinzas.
Um dia, crê reconhecer o cadáver do seu próprio filho...
A partir daí, o que lhe resta de humanidade e vontade vai ser dedicado a procurar uma sepultura digna para o filho.
Esta primeira longa metragem deste realizador húngaro é uma verdadeira proeza, atingindo o limite do suportável, porque mais do que mostrá-lo, o filme sugere o horror.
É muito raro ver-se um filme que nos faz sentir a tragédia e o desespero de uma forma tão poderosa até ao desfecho final.
A memória do Holocausto é algo com que o realizador húngaro Laszio Nemes tem vivido desde a sua infância.
E as suas palavras revelam bem o propósito mais que digno e necessário que o levaram a realizar esta colossal obra:
"Quis fazer um filme que fizesse sentido para toda a actual geração. Esta geração não quer saber nada deste tipo de coisas, é uma geração desligada."
Bem haja, Laszio Nemes!
"Aqueles que ignoram a História estão condenados a repetir os seus erros" - ditado judaico.
quarta-feira, janeiro 27, 2016
terça-feira, janeiro 27, 2015
70 ANOS DEPOIS: SERÁ QUE APRENDEMOS A LIÇÃO?
O mundo civilizado celebra hoje os 70 anos da libertação do campo de concentração nazi de Auschwitz, na Polónia, pelas tropas russas.
Muitos sobreviventes do Holocausto nazi concentraram-se desde ontem neste local para aquilo que consideram ser a última vez em que tantos ainda se conseguem reunir, uma vez que é uma geração que vai rapidamente desaparecendo em razão da avançada idade. Muitos dos cerca de 300 sobreviventes reunidos desde ontem contam com mais de 90 anos de idade.
Assim, neste que foi chamado "um dos maiores cemitérios do mundo", estão hoje reunidos sobreviventes, jornalistas, os chefes de estado da Polónia, Alemanha, França e Ucrânia e muitos outros dignitários, representando mais de 40 países, incluindo Portugal, e que não querem fazer esquecer o maior genocídio humano jamais ocorrido na História. Israel faz-se representar pelo seu ministro Silvan Shalom.
Mordechai Ronen, um dos sobreviventes presentes nesta celebração e que perdeu os pais e duas irmãs neste mesmo campo de morte, testemunhou ter vindo a Auschwitz para contar ao mundo o que ali aconteceu, e, ainda que acreditando que nunca tal se repetirá, confessa que "infelizmente há hoje aqueles que negam que ele tenha acontecido."
No entanto . e segundo as suas próprias palavras - o facto de poder estar ali a fazer estas afirmações faz dele "um vencedor."
LUZ SOBRE AS TREVAS
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| SOBREVIVENTE MOSTRANDO O NÚMERO TATUADO NO BRAÇO |
"ENFRENTANDO OS DEMÓNIOS DA INTOLERÂNCIA"
"Estamos uma vez mais enfrentando os demónios perenes da intolerância às mãos dos anti-semitas, extremistas e dos fanáticos religiosos que querem novamente despir-vos da vossa história passada e da vossa identidade" - afirmou o consagrado realizador judeu Steven Spielberg aos sobreviventes presentes ontem na celebração em Cracóvia.
"UMA FERIDA ABERTA"
Muitas são as expressões emitidas por este grupo de 300 idosos, homens e mulheres que sobreviveram à maior de todas as tragédias de que há memória:
"É doloroso regressar aqui."
"Traz-nos más memórias."
"Isto representa o encerramento das casas de morte do povo judeu."
"Emocionalmente útil vir aqui."
"É como voltar a abrir uma ferida."
"ESQUECER NÃO PODE SER A SOLUÇÃO"
O laureado prémio Nobel da Literatura Elie Wiesel, ele também sobrevivente ao Holocausto, gravou uma mensagem que foi ontem exibida perante o grupo dos sobreviventes e outros reunidos, em que confessava que, ao mesmo tempo que nunca tinha encontrado respostas para a questão de "o que é que tinha tornado seres humanos tão cruéis para outros seres humanos", mesmo assim sabe que esquecer ou distorcer não pode ser a solução.
"SE TIVESSEM SIDO APENAS JUDEUS..."
O presidente do "Conselho Mundial Judaico" foi ainda mais longe na verberação da sua inquietação, tocando com o dedo na ferida e criticando a indiferença do mundo actual face ao anti-semitismo: "Temos de nos questionar: será que aprendemos a lição?" - perguntou Lauder, acrescentando que enquanto milhões desfilaram em França depois do assassínio dos responsáveis do jornal satírico "Charlie Hebdo" e de quatro judeus num supermercado judaico, "se tivessem assassinado apenas os quatro judeus, não teriam havido manifestações nem reacções de protesto."
Lauder condenou ainda a atitude actual de indiferença face à matança dos cristãos no Médio Oriente, comparando a situação àquela que se vivia nos anos 40, na Europa:
"Aquilo que aconteceu na Alemanha nazi é que o mundo não reagiu, e mais uma vez vemos que o mundo não reage" - afirmou, implorando à comunicação social para que entreviste os sobreviventes, veja as suas lágrimas e ouça as suas vozes: "Auschwitz é mais do que um lugar. É um símbolo da indiferença do povo face ao que está acontecendo."
GOVERNO PORTUGUÊS ASSOCIA-SE À EFEMÉRIDE
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| CAMPO DE EXTERMÍNIO BIRKENAU |
Num comunicado divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, o executivo português presta "homenagem aos milhões de judeus vítimas do extermínio nazi", acrescentando: "Ao assinalar esta efeméride, o governo português reafirma a necessidade de se preservar a memória do Holocausto e de assegurar que as gerações vindouras não o esquecerão."
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| ARISTIDES DE SOUSA MENDES |
"QUASE IMPOSSÍVEL DE COMPREENDER"
David Wisnia, um sobrevivente do Holocausto, agora com 88 anos, afirmou que o Holocausto era "quase impossível de compreender pela mente humana." E concluiu:
"Peço a Deus que como seres humanos sejamos capazes de aprender alguma coisa com isto."Assim seja.
Shalom!
segunda-feira, março 31, 2014
AZULEJOS COM A ESTRELA DE DAVID ENCONTRADOS NAS ESCAVAÇÕES EM TREBLINKA CONFIRMAM A EXISTÊNCIA DE CÂMARAS DE GÁS
AZULEJOS COM A ESTRELA DE DAVID ENCONTRADOS NAS ESCAVAÇÕES EM TREBLINKA CONFIRMAM A EXISTÊNCIA DE CÂMARAS DE GÁS
Uma equipa de arqueólogos em escavações no campo de morte de Treblinka encontrou azulejos com a gravação da estrela de David, confirmando a veracidade da existência das câmaras de gás neste campo de concentração e que sempre eram testemunhadas pelos sobreviventes do Holocausto.
Só neste campo de morte foram mortos pelo menos 900.000 judeus, tendo sido construído um memorial sobre o enorme campo de extermínio.
Nenhumas escavações foram permitidas no campo por uma questão de respeito às vítimas deste hediondo genocídio.
A arqueóloga forense Caroline Strudy Colls recebeu permissão da parte das autoridades polacas e de líderes religiosos judeus para avançar com a primeira escavação de sempre naquilo que, segundo testemunhas, era o campo de morte - Treblinka 2 - como parte de um documentário que foi para o ar no passado sábado no canal de TV Smithsonian.
Durante a escavação, o arqueólogo holandês Ivar Schute descobriu fragmentos de quatro azulejos de cores diferentes com a gravação da estrela de David, estando um deles quase completamente intacto.
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| A CAMINHO DA MORTE |
Os azulejos com a gravação da estrela de David eram parte do embuste do nazis usado para iludir as vítimas, fazendo-as crer que estavam entrando num verdadeiro salão de banhos.
O campo Treblinka foi completamente destruído pelos nazis em 1944, antes de fugirem das tropas russas que se aproximavam. As tropas nazis destruíram também algumas das aldeias polacas próximas, juntamente com as evidências mais directas e claras do genocídio que ocorreu naqueles campos. Foram completamente queimados e destruídos 761 edifícios, e muitas pessoas foram mortas nesse processo.
Na altura em que o exército russo chegou ao local, a terra que até ali tinha albergado a máquina de morte nazi tinha sido arrasada, nivelada, lavrada e coberta com plantações de tremoço.
Até agora toda a informação sobre Treblinka era proveniente dos testemunhos de sobreviventes ao Holocausto que haviam estado neste campo, de confissões dos nazis e de uma mão cheia de documentos encontrados.
Estes sobreviventes tinham descrito a existência de azulejos em todo semelhantes àqueles agora encontrados nas paredes das câmaras de gás.
VALAS DE SEPULTAMENTO EM MASSA
No campo Treblinka 1, Strudy Colls e equipa encontraram ossos humanos, o que os levou à descoberta de três valas de sepultamentos em massa previamente desconhecidas, levando à conclusão de que Treblinka 1 era mais do que um campo de trabalhos forçados, como anteriormente se pensava.
Os ossos tinham marcas de cortes que confirmam os testemunhos dos sobreviventes de que os corpos eram cortados antes de serem incinerados nos fornos crematórios - afirmou Colls.
Ao perceberem o que tinham descoberto, os arqueólogos decidiram voltar a enterrar os ossos.
"O que estávamos a fazer ali era fechar de novo a tampa daquela vala de sepultamento...nunca tinha pensado que seria eu a reentrar nos restos mortais" - afirmou Colls à cadeia de TV NBC.
Os arqueólogos desenvolveram mapas computadorizados do sítio, utilizando fotografia aérea, tecnologia GPS, radar de alcance subterrâneo e uma tecnologia de scanning a laser, todas elas contribuindo para determinarem o local a escavar, apesar de - segundo Colls - tentarem evitar mexer nos restos das vítimas ali sepultadas, mais do que o estritamente necessário.
"A dimensão ética do trabalho que faço é para mim muito importante" - afirmou a arqueóloga.
Strudy Colls explicou ainda que a arqueologia era agora mais importante do que nunca, à medida que os sobreviventes do Holocausto vão morrendo e o conhecimento daquilo que se passou em Treblinka morre com eles. Isso torna-se ainda mais evidente com a provável existência actual de apenas 2 sobreviventes vivos do campo de Treblinka.
"Há algumas questões que só podem ser respondidas através da arqueologia" - declarou Colls Strudy.
A arqueóloga tenciona voltar a Treblinka no próximo ano para mais escavações, tencionando também recolher os seus achados num livro e numa exposição futura.
Shalom, Israel!
quinta-feira, fevereiro 10, 2011
CATÓLICOS REMOVEM A PALAVRA "HOLOCAUSTO" DA BÍBLIA
A Igreja Católica está planeando o lançamento de uma nova tradução da Bíblia no início de Março, na qual algumas palavras foram alteradas, entre as quais a palavra "holocausto".A palavra "holocausto" tem sido utilizada nas versões católicas da Bíblia em referência à "oferta queimada". A palavra "holocausto" foi agora então substituída por "oferta queimada" pelo facto de a palavra "Holocausto" ter sido utilizada nas últimas décadas em referência ao assassínio de milhões de Judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
A "Comunidade Americana dos Sobreviventes do Holocausto e seus Descendentes" elogiou a nova linguagem: "Os sobreviventes do Holocausto vêem esta mudança subtil, contudo significativa, como um gesto sensível da Igreja Católica, pelo qual estamos agradecidos" - afirmou o grupo numa declaração - "Entendemos que a intenção é vincar o uso da palavra "Holocausto" como algo relacionado com a tragédia judaica sob os nazis".
Além da alteração da palavra "holocausto", as novas Bíblias Católicas estão também removendo a expressão "oferta de cereais", uma referência a grãos que os tradutores temem que os leitores modernos venham a confundir com os cereais tomados ao pequeno almoço (café da manhã).
Shalom, Israel!
quinta-feira, janeiro 27, 2011
DIA DO HOLOCAUSTO CELEBRADO NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA PORTUGUESA
Realiza-se hoje, pelas 18H30, na Biblioteca da Assembleia da República, uma Cerimónia Evocativa do Dia de Memória do Holocausto, que conta com as seguintes intervenções:Jaime Gama, presidente da Assembleia da República, João Rebelo, Presidente do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Israel, Ehud Gol, Embaixador do Estado de Israel em Lisboa, Kathrin Meyer, Secretária-Geral da Task Force for International Cooperation on Holocaust Education, e José Oulman Carp, Representante da Comunidade Israelita em Lisboa.
Antes destas intervenções, o Coro da Assembléia da República interpretará duas canções israelitas e uma sefardita.
O dia 27 de Janeiro foi constituído pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 1 de Novembro de 2005, na sua resolução 60/7, como o "Dia Internacional de Comemoração em Memória das Vítimas do Holocausto", em evocação do dia 27 de Janeiro de 1945, quando as forças do Exército Vermelho Soviético entraram no complexo de extermínio de Auschwitz-Birkenau, liberando mais de 7.000 prisioneiros sobreviventes, na sua maioria doentes e moribundos. Dias antes, as SS nazis tinham forçado 60.000 prisioneiros a evacuarem o campo e embarcarem nas infames "Marchas da Morte" nas quais muitos milhares perderam as suas vidas.
Mais do que nunca, é importante que a memória desta tragédia humana seja evocada e lembrada às novas gerações, para que nunca se repita. Como reza o ditado judaico: "Aqueles que esquecem a História estão condenados a repetir os seus erros."
Shalom, Israel!
terça-feira, fevereiro 02, 2010
PARLAMENTO PORTUGUÊS CONSAGRA MEMÓRIA DO HOLOCAUSTO
Na sua sessão de 10 de Janeiro passado, e por unanimidade de todos os parlamentares de todos os partidos políticos ali representados, a Assembleia da República - Parlamento - de Portugal tomou uma das decisões mais justas dos últimos anos: associar-se à comemoração internacional no dia 27 de Janeiro como "Dia de memória do Holocausto".Passamos a transcrever a publicação inserida no "Diário da República" de 2/2/2010, portanto do dia de hoje:
"Resolução da Assembleia da República Nº 10/2010
Consagra o dia 27 de Janeiro como dia de Memória do Holocausto
A Assembleia da República resolve, nos termos do nº 5 do artigo 166º da Constituição, o seguinte:
1 - Associar-se à comemoração internacional lembrando e homenageando a memória das vítimas que pereceram.
2 - Assumir o compromisso de promover a memória e a educação sobre o Holocausto nas escolas e universidades, nas nossas comunidades e outras instituições, para que as gerações futuras possam compreender as causas do Holocausto e reflectir sobre as suas consequências.
3 - Reafirmar a aspiração comum da humanidade a uma justiça e compreensão mútua de forma a evitar futuros actos de genocídio.
Aprovada em 28 de janeiro de 201
O Presidente da Assembleia da República, Jaime Gama".
Bem hajam!
Shalom!
quarta-feira, dezembro 23, 2009
VATICANO QUER BEATIFICAR PIO XII A TODO O CUSTO...
Num processo considerado extremamente polémico, o actual chefe da Igreja católica quer a todo o custo levar o seu homólogo Pio XII aos altares da canonização, fazendo dele um "santo", ainda que para tal tenha de ser reconhecido um acto milagroso ao representante máximo dos católicos em plena era do nazismo...Como se sabe, Pio XII manteve-se silencioso durante a tragédia do Holocausto, sabendo perfeitamente o que se estava a passar e nada fazendo ou pelo menos falando em forma de condenação.
Os judeus estão fartos de pedir ao Vaticano que abra os documentos relativos a essa época, o que só acontecerá daqui a poucos anos, não se sabendo as "manobras" que o poder papal executará para fazer desaparecer provas comprometedoras.
Tentando alegar que Pio XII se importou com o sofrimento dos judeus, o Vaticano tenta "empurrar" o processo de beatificação, num reescrever da História, alegando ainda que isso não porá em causa as relações entre a Santa Sé e Israel.
Como se sabe, o Vaticano sempre usou de inteligentes artimanhas políticas para manobrar as suas intenções no meio das águas políticas de cada época, como foi o caso do nazismo. O próprio Hitler era católico romano, e até uma certa altura chegou-se a pensar que o social nacionalismo alemão obteria a vitória, pelo que não é difícil obter respostas para o silêncio comprometedor do papa daquela época conturbada da História...
Shalom, Israel!
quarta-feira, dezembro 16, 2009
ANTI-SEMITISMO VISA NEGAR A EXISTÊNCIA DE ISRAEL
Falando em Jerusalém no Forum Global para o Combate ao Anti-Semitismo, o ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel Avigdor Lieberman afirmou hoje que o fenómeno do anti-semitismo é apoiado por fundos do Irão e elementos radicais islâmicos de forma a inflamar o ódio contra os judeus e deslegitimar o estado de Israel. O relatório Goldstone encorajou ainda mais esta situação.Segundo o ministro, este ataque tem chamado a atenção dos grupos anti-semitas pelo mundo fora.
"Quem está por detrás disto ultrapassou a linha. Estão tentando destruir o estado judaico peça por peça. Negam o direito de definição ao povo judeu, apelam a boicotes académicos e sanções económicas e estão ganhando apoio entre elementos políticos pelo mundo fora" - acrescentou.
Referindo-se ao Irão, adiantou: "É assustador que algumas décadas apenas depois do Holocausto vejamos um incidente no qual um país apoia o anti-semitismo. O Irão nega o Holocausto, apela à destruição de Israel e tenta conseguir uma arma nuclear. Tudo isto nos faz lembrar o que se passou há 70 anos atrás."
Dia após dia os actos de vandalismo de cemitérios judaicos, destruição de candelabros, boicotes a produtos de Israel e outros afins vão-se avolumando, muitas vezes com o silêncio comprometedor das autoridades dos respectivos países. São cenas que fazem lembrar outras ainda bem vivas nas nossas mentes...
Shalom, Israel!
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