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sexta-feira, dezembro 07, 2018

APESAR DE TER CONSEGUIDO A MAIORIA DOS VOTOS, A RESOLUÇÃO PROPOSTA PELOS EUA PARA CONDENAR O HAMAS NÃO PASSOU

Não obstante não ter passado desta vez, a verdade é que a maioria dos votos a favor da resolução provou que há um número cada vez maior de países dispostos a condenar o movimento terrorista Hamas.
87 países votaram a favor, 57 votaram contra e 33 abstiveram-se.
Os palestinianos já vieram aplaudir o "chumbo" da proposta norte-americana, dessa forma condescendendo com todos os actos terroristas que o Hamas vem cometendo contra as populações de Israel. Israel elogiou a postura de um crescente número de países que votaram contra o Hamas.
Para que a proposta passasse, era necessária uma maioria de dois terços dos votos.

O embaixador israelita na ONU, Danny Danon, não só elogiou a "voz forte e corajosa" daqueles que condenaram o Hamas através do seu voto, como desmascarou os que votaram contra, expressando-se de forma pouco habitual: "deviam ter vergonha na cara."
Tanto a China como a Rússia votaram contra a proposta de resolução, tendo a Índia escolhido a abstenção. 
Nota positiva para o Brasil, que votou ao lado dos norte-americanos, juntamente com a Argentina e outros países das Américas. Toda a Europa dos 28 votou a favor da proposta.

Para a demissionária embaixadora norte-americana na ONU, Nikki Haley, esta votação tratou-se apesar de tudo de uma vitória: "Hoje poderia ter sido um dia histórico para as Nações Unidas" - comentou a embaixadora, acrescentando: "A Assembleia Geral já passou mais de 700 resoluções de condenação a Israel. E nem uma simples resolução condenando o Hamas. Para além de tudo mais, isso é a condenação das próprias Nações Unidas."

Dirigindo-se aos países que votaram contra a proposta, o embaixador israelita Danny Danon alertou-os de que eles começariam a ver as coisas de forma diferente quando tiverem que enfrentar o terrorismo nos seus próprios países. Uma boa parte dos países que votaram contra já andam a ser ameaçados ou até envolvidos com problemas ligados ao terrorismo islâmico.
"Esperem até ter de enfrentar o terrorismo nos vossos próprios países. O vosso silêncio diante do mal revela as vossas verdadeiras cores. Isso mostra-nos de que lado é que vocês realmente estão: um lado que não quer saber das vidas de israelitas e palestinianos inocentes que caíram vítimas do terrorismo do Hamas" - acusou o embaixador judeu.
A embaixadora norte-americana acrescentou ainda que "não há nada mais anti-semita" do que recusar condenar o terrorismo quando o alvo é o estado judaico.

Shalom, Israel!

sexta-feira, dezembro 21, 2012

EM 2012, A MAIS QUE DESACREDITADA ONU PASSOU 80 POR CENTO DAS SUAS RESOLUÇÕES A CONDENAR ISRAEL E APENAS 4 À SÍRIA, IRÃO, COREIA DO NORTE E BURMA...!


Israel já está habituado a este tratamento: a ONU, tão "zelosa" na salvaguarda dos direitos humanos, usa sempre de 2 pesos e 2 medidas. Quando se trata de Israel, aqui d'el rei, há-que condenar de todas as formas e com toda a força. Mas quando se trata do mundo islâmico, é preciso muito cuidado, pois o monstro pode se incomodar...
Senão, veja-se: Durante este ano de 2012, 22 resoluções da Assembleia Geral das Nações Unidas foram destinadas a condenar Israel. Apenas 4 para o resto do mundo: uma para a Síria, outra para o Irão, outra para a Coréia do Norte e uma para Burma...tudo nações muito respeitadoras dos direitos humanos e extremamente pacifistas (ironia minha)...
É incrível e ao mesmo tempo abominável como a ONU ainda consegue sobreviver à sua própria demagogia e hipocrisia! Realmente, faz-me lembrar uma conversa que tive com uma nova iorquina quando há 5 anos atrás me encontrava na "big apple", e ao perguntar-lhe sobre a ONU, ela disse logo sem hesitação que os nova iorquinos não dão qualquer crédito àquela organização. Eles têm razão. Aquela organização tem mais a ver com a defesa dos interesses dos muçulmanos cada vez mais poderosos do que com a justiça e os direitos fundamentais dos cidadãos do mundo.
É inacreditável pensar que a Síria diariamente assiste a um verdadeiro banho de sangue em que são dizimadas dezenas de civis inocentes, incluindo crianças, que o Irão continua com a sua fábrica de armamento nuclear a produzir uma das maiores ameaças mundiais num tempo muito próximo, que a Coréia do Norte mantém dezenas de milhares de cristãos em campos de trabalho forçado, etc. etc., e as Nações Unidas apenas as condenaram uma única vez neste ano, ao mesmo tempo que Israel é condenado 22 vezes!
Só na terça-feira passada a ONU adoptou 9 resoluções sobre "direitos dos palestinianos e os Golan", criticando asperamente Israel mas não fazendo uma única menção ao massacre de árabes palestinianos no passado Domingo provocado por aviões de guerra sírios que dispararam mísseis contra uma mesquita num campo de refugiados palestinianos perto de Damasco. 
Se fosse Israel a cometer uma atrocidade dessas, caía-lhe o mundo todo em cima, mas como foi a Síria, amiga do Irão, da Rússia e da China, a ONU ficou completamente calada...

E A SÍRIA?
É revoltante pensar que o conflito da Síria já dizimou mais de 40.000 pessoas, já levou a que milhões de sírios se tornassem refugiados vivendo em tendas debaixo de condições climatérica adversas, e a ONU passe 80 por cento das suas resoluções a condenar Israel, e apenas uma a condenar o regime cruel da Síria.
Israel teria todas as condições para ter há muito desaparecido do mapa. Aliás, no próprio dia da declaração da sua independência, em 1948, várias nações árabes se uniram para acabar com o sonho sionista. O problema é que esses palhaços que dirigem os destinos do mundo estão em rota de colisão com o soberano e eterno Deus de Abraão, Isaque e Jacob. É contra Ele que esses instrumentos do demónio estão a lutar. Estão não só perdidos, mas condenados a serem eliminados do mapa, esses sim.

"CRISTÃOS" ANTI-SEMITAS
Pior ainda do que isso é ver alguns ditos "cristãos" a lerem uma "bíblia" completamente diferente daquela que Deus revelou aos Seus profetas. A agenda desses "cristãos" segue mais a cartilha esquerdista e politicamente correcta do que a revelação clara e inequívoca contida nas Sagradas Escrituras. Por vontade deles, Israel também já não existiria. Quando se referem a Israel, chamam-lhe "palestina". A idiotice e ódio anti-semita cega-os de tal maneira que já incluem esse nome "palestina" nos comentários, mapas e até (imagine-se!) no próprio texto bíblico! Como se alguma vez a "palestina" existisse nos dias de Jesus! 
Eles simplesmente não entendem os desígnios de Deus. Estão cegos no seu entendimento, chegando ao ponto de substituir Israel pela Igreja! Quem dera fossem ao menos coerentes: já que aplicam à Igreja as promessas específicas dadas por Deus a Israel no Velho Testamento, apliquem da mesma forma à Igreja as maldições também prometidas por um Deus zeloso ao Seu povo eleito...! Isso eles não fazem, pois poria obviamente em causa a sua própria "certeza" de serem povo de Deus...
A seu tempo, o Deus de Israel - e só Ele - separará as ovelhas dos bodes...
Shalom, Israel!


quinta-feira, março 31, 2011

ONU CONTRA ISRAEL

O secretário-geral da ONU, Ban ki-Moon, reiterou nesta passada terça-feira que o mundo inteiro espera que Israel se renda imediatamente às exigências feitas pelos árabes e internacionalmente apoiadas, para que desista de todas as reivindicações às terras bíblicas da Judeia e Samaria e a metade da milenar capital de Israel, a Cidade santa de Jerusalém.
A presença judaica na assim chamada "margem ocidental", que inclui Jerusalém oriental é, nas palavras do líder da ONU, "moral e politicamente insustentável, e tem de terminar" - assim insistiu Ban numa conferência de imprensa no Uruguai.
Ao mesmo tempo, os palestinianos estão a avançar com planos para declararem uniteralmente um estado independente, com o apoio da ONU, deixando de lado o acordo de troca de terra pela paz feito com Israel.
Os líderes palestinianos já indicaram que avançarão com essa medida para o final deste ano. A moção irá certamente ser chumbada no Conselho de Segurança da ONU, onde os EUA têm direito de veto, mas será largamente adoptada pela Assembleia Geral que muitos vêem como mais do que adequada para que a "Palestina" seja declarada um estado.
Os lideres israelitas estão a tentar influenciar várias nações para que não votem a favor desta decisão. Mas há um certo desapontamento, uma vez que Israel não oferece muitas alternativas.
Mas há muitos dentro de Israel que estão também pressionando Netanyahu para que páre de jogar no mundo diplomático segundo as regras dos árabes, devendo antes mostrar à ONU que o territórios são tão disputados pelos judeus como pelos árabes, sendo que os judeus têm até mais direitos. 
A aceitação de um estado palestiniano pela assembleia geral da ONU pode levar Israel a uma anexação dos territórios ditos "palestinianos", mas onde moram milhares de judeus.
Tal como temos insistido, o mundo acelera o passo para o abismo, e todos aqueles países que aprovarem a divisão da Terra dada por Deus ao povo de Israel pagarão bem caro...!
Shalom, Israel!