sábado, janeiro 17, 2015

EXÉRCITO BELGA CONVOCADO PARA REFORÇAR SEGURANÇA NOS SÍTIOS JUDAICOS E EMBAIXADAS

Temendo uma onda de atentados islâmicos contra interesses judaicos no país, a Bélgica alocou 300 forças militares para proteger pelo menos até à próxima Quinta-Feira a embaixada dos Estados Unidos e a de Israel, a sede da OTAN, e instituições da União Europeia.
As instituições judaicas no país estão neste momento sob vigilância e protecção máxima - informou hoje o ministro da Defesa belga.
Na próxima Quinta-Feira as autoridades belgas irão rever o nível de ameaça nacional, neste momento no ponto 3 de uma escala máxima de 4.
"É muito importante dizer que esta não foi uma decisão simples. Mas foi necessária, numa altura em que a polícia está sobrepujada" - afirmou Steven Vandeput, o ministro para a Defesa belga, referindo-se ao uso do exército para estas funções de segurança.
Cerca de 150 pára-quedistas foram instaladas nos bairros judaicos de Antuérpia, vigiando as sinagogas, o Museu Judaico de Bruxelas, e outros prédios importantes por todo o país, prevendo-se que o número de militares venha a aumentar durante os próximos dias.
Esta é a primeira vez em 30 anos que o estado belga faz uso do exército para proteger interesses no seu país.

A polícia belga, alemã, francesa e irlandesa tem neste momento detidos 30 indivíduos suspeitos, e na capital belga Bruxelas a polícia fez um raid que levou à apreensão de 4 metralhadoras Kalashnikov, várias espingardas ligeiras e explosivos. Foram também encontrados vários uniformes da polícia, levando as autoridades a acreditar que os terroristas se preparavam para se fazer passar por polícias.
O ministro da Justiça belga informou também que "esperamos que o pior tenha sido evitado, mas temos de estar preparados para o pior."
A polícia inglesa tem vindo também a reforçar as patrulhas junto aos locais judaicos, estando neste momento a estudar novas medidas para proteger a polícia e a comunidade judaica na Inglaterra.

Shalom, Israel!

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sexta-feira, janeiro 16, 2015

ESCOLAS JUDAICAS FECHADAS UM POUCO POR TODA A EUROPA

Devido ao ataque de ontem no "coração" da Europa, em que uma célula terrorista ligada ao "estado islâmico" foi aniquilada pela polícia belga, e por medida de prevenção, uma boa parte das escolas judaicas na Bélgica e na Holanda foram encerradas durante todo o dia de hoje.
As escolas judaicas em Antuérpia e Bruxelas, na Bélgica, e nos arredores de Amesterdão, capital da Holanda, ficaram assim fechadas durante todo o dia, estando também a própria sinagoga de Amesterdão encerrada como medida de precaução.

ANIQUILADA CÉLULA TERRORISTA NA BÉLGICA
A polícia da Bélgica conduziu ontem diversas operações anti-jihadistas contra elementos que tinham regressado da Síria e que já estavam sendo rasteados pelos serviços secretos belgas.
Numa das operações, houve uma intensa troca de tiros entre os terroristas e a polícia belga na cidade de Verviers, levando ao abate de 2 dos terroristas e ferimentos num outro. 
Segundo se sabe, esta célula preparava-se para cometer atentados terroristas "em larga escala."
BAIRRO JUDAICO EM ANTUÉRPIA, BÉLGICA
Cerca de 40 mil judeus vivem na Bélgica, estando a sentir também grande intranquilidade com a actual e crescente onda de anti-semitismo sentida por toda a Europa. A Mossad israelita participou na busca de informações prestadas às comunidades judaicas na Bélgica.
Em Maio de 2014, o terrorista islâmico Mehdi Nemmouche assassinou 4 pessoas no Museu Judaico da Bélgica, na capital Bruxelas. Este terrorista tinha também regressado há pouco da Síria. 

VÁRIAS DETENÇÕES NA ALEMANHA, FRANÇA E BÉLGICA
A Alemanha deteve hoje 2 indivíduos turcos suspeitos de terrorismo e de recrutamento de voluntários para a Síria, numa operação em Berlim que envolveu centenas de polícias. Na França houve também a detenção de 12 indivíduos relacionados com o autor do massacre no supermercado judaico em Paris de há uma semana.

PELO MENOS 20 CÉLULAS TERRORISTAS "ADORMECIDAS"
Segundo informações de uma estação de TV, existirão por todo o centro da Europa umas 20 células terroristas "adormecidas", e uns 120-180 operacionais aguardando ordens para realizarem ataques na França, Alemanha, Bélgica e Holanda. Segundo essas informações, o ataque na Bélgica estava "iminente."

Shalom, Israel!

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quinta-feira, janeiro 15, 2015

NETANYAHU CONVIDA JUDEUS DO MUNDO INTEIRO A VIREM PARA ISRAEL

Saberá o primeiro-ministro israelita que está participando num dos momentos mais cruciais da História moderna? Saberá ele que ao propôr aos judeus para virem para a Terra dos seus antepassados está a participar no cumprimento de profecias milenares?
Creio que ele sabe. Sendo um estudioso das Escrituras (Velho Testamento), este homem poderá estar a aperceber-se dos sinais que o rodeiam e entender que chegou a hora de promover os desígnios do Deus Eterno, que sempre usa homens atentos para cumprir os Seus propósitos.

Durante o mega-evento anual "Taglit-Birthright" ontem realizado em Israel, o primeiro-ministro Netanyahu apelou a todos os judeus que vivem na Diáspora (dispersão) para que imigrem para Israel. Trazendo à memória os massacres contra judeus inocentes na passada semana em Paris, Netanyahu pediu aos milhares ali presentes que observassem um minuto de silêncio em memória das 17 vítimas do ódio islâmico:
"Esta noite, apelo a todos vós, e a todos os jovens judeus espalhados pelo mundo: Venham para Israel. Façam aliyah. Este é o vosso país. Aqui está o vosso direito de cidadania."
O primeiro-ministro lembrou o questionamento que lhe surgiu quando da sua visita a Paris, se os judeus nos outros países eram livres e se não tinham medo de declarar a sua identidade.
"Vi aquelas multidões de franceses a manifestarem-se com o "eu sou charlie", e, no meu coração, disse para mim próprio: para nós, judeus, há questões adicionais. Será que os judeus em outros países podem manifestar-se nas ruas dizendo "eu sou judeu"?
"Como primeiro-ministro de Israel, posso dizer-vos aquilo que todo o judeu no estado de Israel pode dizer: "Je suis juif", e declará-lo sem medo, sem hesitação, e com muito orgulho" - afirmou Netanyahu.
"É isso que diferencia Israel. Todo o judeu pode sentir-se parte de Israel e sentir que Israel lhe pertence."
Netanyahu voltou a convidar os judeus do mundo inteiro a virem para Israel, tal como já havia feito subtilmente durante a visita à Grande Sinagoga de Paris no Domingo passado, e tal como também fizeram Avigdor Liberman, o ministro das Relações Exteriores de Israel, o ministro da Defesa de Israel Moshe Ya'alon, e o ministro da Economia Naftali Bennett. 

DUPLICARAM AMEAÇAS AOS JUDEUS NA SUÉCIA
Desde os atentados da semana passada em Paris que as ameaças contra judeus suecos duplicaram - afirmou Lena Posner-Koerosi, representante do Conselho das Comunidades Judaicas.
Foi aumentada a segurança à volta das instituições judaicas, especialmente na capital Estocolmo.
A Suécia tem sido criticada por não parecer levar a sério as muitas ameaças feitas contra os seus cidadãos judeus.
Há cerca de 20.000 judeus na Suécia, cerca de metade dos quais vivem na capital, Estocolmo.

Shalom, Israel!


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quarta-feira, janeiro 14, 2015

MAIS DE METADE DOS JUDEUS INGLESES RECONHECEM NÃO TER FUTURO NA EUROPA

MANIFESTAÇÃO PRÓ-ISRAEL EM LONDRES
Uma sondagem publicada hoje na Inglaterra revela que nos últimos dois anos cerca de um quarto dos judeus britânicos encararam a hipótese de abandonar o país, enquanto que mais de metade (58%) sentem não ter mais futuro na Europa.
Para além deste sentimento entre os judeus quase uma semana depois do atentado que tirou a vida a quatro judeus no coração de Paris, a sondagem revela também que opiniões anti-semitas são também prevalecentes entre a população em geral, com 45% dos britânicos a admitirem possuir algum tipo de sentimento anti-semita.
Esta pesquisa foi elaborada pela fundação "Campanha Contra o Anti-semitismo" como resultado do atentado de Paris que levou a que também fosse aumentado o nível da segurança policial nas sinagogas e em outros locais judaicos por toda a Grã-Bretanha.
"Conquanto o anti-semitismo na Grã-Bretanha não esteja aos níveis vistos no resto da Europa, os resultados da nossa pesquisa devem constituir um alerta" - afirmou o porta-voz da organização.
MANIFESTAÇÃO PRÓ-ISRAEL
"A Grã-Bretanha está num ponto de viragem. A menos que o anti-semitismo seja confrontado com tolerância zero, vai continuar a crescer, e os judeus ingleses poderão cada vez mais questionar o seu lugar no seu próprio país."

ANTI-SEMITISMO CRESCENTE NA GRÃ-BRETANHA
MANIFESTAÇÃO CONTRA O ANTI-SEMITISMO
EM LONDRES, INGLATERRA
No passado mês de Julho, a "Community Security Trust", uma organização que providencia aconselhamento para os cerca de 260.000 judeus britânicos, informou que os incidentes anti-semitas na Grã-Bretanha aumentaram até um nível recorde na altura do conflito entre Israel e os terroristas de Gaza. 
Quase metade dos judeus ingleses inquiridos sentem que as suas famílias estão ameaçadas pelo extremismo islâmico, tendo mais de metade experimentado até uma maior quantidade de situações de anti-semitismo nos dois últimos anos do que em outros períodos recentes.

ANTI-SEMITISMO NA BBC
Conhecida há muito pelo  seu detestável anti-semitismo, a mundialmente conhecida cadeia de TV inglesa BBC cometeu mais uma nada inocente gaffe durante a transmissão das manifestações de Domingo passado em Paris, quando o seu repórter Tim Willcox comentou ao vivo que "os palestinianos sofrem imenso às mãos dos judeus." 

À semelhança de muitos dos seus pares por toda a Europa, o repórter inglês não conseguiu ocultar o seu pérfido anti-semitismo quando, ao responder ao comentário de uma mulher sobre o estado dos judeus na França, teve a desfaçatez de comentar: "Muitos críticos das políticas de Israel estarão sugerindo que os palestinianos sofrem imenso às mãos dos israelitas."
O jornal Telegraph identificou a senhora como sendo filha de sobreviventes do Holocausto.
Tudo o que a senhora disse antes da lamentável alegação do jornalista foi: "Não temos que ter medo de dizer que os judeus são agora o alvo."
Certamente pressionado pela direcção do canal que lhe paga o salário, o jornalista veio a público reconhecer o seu erro através de uma mensagem no twitter: "Lamento muito qualquer ofensa causada por uma questão má colocada numa entrevista ao vivo ontem em Paris - foi completamente não intencional."
Muitas pessoas não se deixaram obviamente convencer por esta "desculpa esfarrapada", sugerindo que o repórter deveria fazer um pedido de desculpas mas quando estiver ao vivo diante das câmaras da TV...para que milhões o possam ouvir.

O Grande Mestre Jesus disse que "a boca fala do que o coração está cheio." O jornalista manifestou aquilo que sente, só que esqueceu-se de desligar o microfone...

Shalom, Israel!

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terça-feira, janeiro 13, 2015

AS QUATRO VÍTIMAS DO MASSACRE DE PARIS FORAM HONROSAMENTE SEPULTADAS EM JERUSALÉM

Milhares de pessoas participaram esta manhã no comovente funeral dos 4 homens vítimas do massacre de Sexta-Feira passada num supermercado "kosher", no coração de Paris, pelo único "crime" de serem judeus.
Representando o país ao mais alto nível estiveram o presidente Reuven Rivlin, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o líder da oposição Isaac Herzog.
Entre outras autoridades mundiais encontrava-se o embaixador norte-americano em Israel Dan Shapiro e a ministra francesa para a Energia e Ambiente, Segolene Royal.
Autocarros cheios de jovens vieram de todo o país para o funeral que recebeu atenções dos media mundiais.
Tanto Netanyahu como o presidente expressaram os seus sentimentos durante a cerimónia, sendo de assinalar as palavras do presidente Reuven Rivlin simbolicamente dirigidas às 4 vítimas do terrorismo islâmico:
"Não era desta forma que vos queríamos receber na Terra de Israel, não era assim que vos queríamos ver vir para casa, o estado de Israel e sua capital Jerusalém. Queríamos vocês vivos, queríamos vida para vocês."


LEMBRANDO OS HERÓIS
Dirigindo-se simbolicamente a cada um dos heróis judeus, o presidente lembrou:

AS 4 VÍTIMAS DO TERRORISMO ISLÂMICO
NO CORAÇÃO DE PARIS
"Phillipe, tu querias fazer compras para o shabbat, e o que é que há de mais judaico do que preparar e fazer compras na Sexta-Feira, para o santo dia de Shabbat?

François-Michell, o apartamento que compraste aqui em Israel estava pronto para a tua vinda. Desejavas tanto fazer aliyah (retorno), viver aqui connosco. Mas agora nunca vais conseguir pendurar uma mezuza na ombreira da porta da tua casa em Israel...a guerra bateu-te à porta, e a mão dos criminosos destruiu tudo.

Yoav, estiveste aqui em Jerusalém há apenas duas semanas pela primeira vez. Estiveste no Muro Ocidental, foste fotografado enrolado na bandeira nacional. Estás aqui hoje pela segunda e última vez. Regressas como herói judeu, como um de nós.

Yohan, tu poderias ter escapado, podias ter fugido - mas não te rendeste. Lutaste com o assassino para salvar a vida de um menino de 3 anos. Conseguiste, mas pagaste com a tua vida. Só com 20 anos, mas já um herói. Um soldado da nação judaica."

O presidente condenou ainda a natureza anti-semita do ataque, apelidando-o de "puro e venenoso mal, que desperta as piores das memórias. Isto é puro ódio aos judeus, abominável, tenebroso e premeditado, que procura atacar onde quer que haja vida judaica."
O presidente afirmou ainda que não se pode escapar ao facto de que "este terrorismo visa explicitamente o povo judeu."

APELO AOS LÍDERES EUROPEUS
Rivlin apelou depois aos líderes da Europa para agirem e se comprometerem com "medidas firmes para devolver aos judeus da Europa um sentido de segurança, seja em Toulouse, Paris, Bruxelas ou em Burgas."
"Os líderes da Europa não podem mais ignorar ou agir com leveza contra o incitamento ao anti-semitismo. A ignorância e a violência não desvanecerão por si próprios."

CONVITE PARA VIR PARA ISRAEL
À semelhança do apelo feito pelo primeiro-ministro em Paris, também o presidente encorajou os judeus franceses a fazerem aliyah para Israel, alegando que "a Terra de Israel é a terra de escolha. Queremos que vocês escolham Israel, pelo amor a Israel."
Terminando o seu emotivo discurso, Rivlin prometeu que Israel "continuará a lutar pelo vosso direito a viver como judeus - onde quer que estejais."

Shalom, Israel!


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segunda-feira, janeiro 12, 2015

NETANYAHU CONVIDOU JUDEUS FRANCESES A VOLTAREM PARA ISRAEL - A TERRA DOS SEUS ANTEPASSADOS

Durante a sua visita à Grande Sinagoga de Paris logo depois da marcha "anti-terrorista" de ontem que juntou várias dezenas de líderes mundiais e mais de um milhão e meio de manifestantes em Paris, e na qual participou activamente, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu fez um convite claro para que os judeus franceses fossem para Israel, nesta altura em que o anti-semitismo se faz sentir cada vez mais por toda a França e não só: "Os judeus têm o direito de viver onde quiserem. Mas nestes dias os judeus têm uma oportunidade que não existia no passado, que é viver em liberdade no único estado judaico, o estado de Israel."

E acrescentou: "Qualquer judeu que decidir vir para Israel será recebido de braços e corações abertos. Não é uma nação estrangeira e esperamos que tanto eles como vós aqui possais um dia vir para Israel."
O primeiro-ministro israelita descreveu a sua intervenção de ontem na sinagoga parisiense como "emocional" e como "um momento de genuína solidariedade judaica."
"A visita a Paris foi também um momento de solidariedade geral com a humanidade" - acrescentou Netanyahu, que
desfilou na linha da frente do grupo de líderes mundiais, lado a lado com Sarkozy, o presidente do Mali, François Hollande, Angela Merkel e (imagine-se!) o líder terrorista da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas. 
O EX-PRESIDENTE SARKOZY, TAMBÉM ELE
JUDEU, NA SINAGOGA DE PARIS
Durante a sua intervenção na sinagoga de Paris, Netanyahu agradeceu à França pela sua "posição muito firme" contra o anti-semitismo.
Netanyahu foi acompanhado na sinagoga pelo presidente francês François Hollande, pelo ex-presidente Sarkozy (um provável candidato à reeleição presidencial), pelo primeiro-ministro Manuel Valls e outros líderes políticos franceses e israelitas.

"O nosso inimigo comum é o islamismo radical e extremista - não o islamismo normal" - afirmou o líder israelita, aproveitando ainda para dar um "recado" aos líderes europeus: "Hoje, Israel está ao lado da Europa, mas eu gostaria que a Europa estivesse também ao lado de Israel." 
"Aqueles que recentemente mataram e massacraram judeus numa sinagoga em Israel e aqueles que mataram judeus e jornalistas em Paris são parte do mesmo movimento de terrorismo global. Devemos condená-los da mesma forma, devemos lutar contra eles da mesma forma."
"Curvamos as nossas cabeças em memória das vítimas" - afirmou Netanyahu, referindo-se aos 4 judeus assassinados no supermercado judaico - "Como representantes de uma nação orgulhosa,erguemo-nos encarando o mal." E, fazendo referência ao Livro do Êxodo (1:12), Netanyahu afirmou: "Mas, quanto mais os afligiam, mais se multiplicavam e tanto mais se espalhavam", acrescentando: "porque a justiça e a verdade estão connosco."
"Esta é a verdade: o islamismo radical é o inimigo de todos nós. Este inimigo tem muitos nomes - estado islâmico, Hamas, Boko Haram, al-Qaeda, al-Nusra, al-Shabaab, Hezbollah - mas são todos ramos da mesma árvore venenosa."

UM HERÓI MUÇULMANO QUE SALVOU 6 JUDEUS
Netanyahu elogiou e agradeceu ainda a Lassana Bathily, o muçulmano empregado do supermercado que salvou a vida de seis judeus, ao escondê-los dentro do frigorífico da loja.
Funcionário da loja judaica "Hyper Cacher" desde há quatro anos, o francês muçulmano de origem mali, teve uma atitude heróica na passada Sexta-Feira quando, arriscando a sua própria vida pela presença do terrorista islâmico, decidiu mesmo assim, e sem hesitação, esconder 6 dos reféns judeus dentro da sala frigorífica, fora da vista do sequestrador. 
Lassana Bathily, de 24 anos, revelou a sua nobre atitude, confessando no entanto estar ainda a viver em "estado de choque"
"Sou um devoto muçulmano. Até rezo dentro da loja. Damo-nos excelentemente bem uns com os outros, os judeus e eu, e o ataque terrorista feriu-me imenso."

MAIS SEGURANÇA PARA OS JUDEUS FRANCESES
Num gesto obviamente político visando sossegar a forte comunidade judaica no país, o governo francês decidiu alocar 5.000 elementos policias e de segurança para proteger as 700 escolas judaicas do país.
Essa promessa foi revelada pelo ministro do Interior francês, Bernard Cazeneuve, durante a sua visita a uma escola judaica no sul de Paris, próxima do local onde o terrorista islâmico Amedy Coulibaly abateu uma mulher polícia, um dia antes de ter feito 15 reféns judeus num supermercado "kosher" no centro de Paris e abatido 4 judeus dentro da mesma loja. 
Esta decisão tem a ver com a revelação feita pelo terrorista de que o seu alvo eram os judeus, e também à descoberta de endereços de escolas judaicas no seu telefone celular.
Benjamin Netanyahu dirigiu-se esta manhã ao local deste massacre para prestar uma singela homenagem às vítimas do mesmo, 4 homens judeus que serão sepultados amanhã em Jerusalém.

MAIS JUDEUS FRANCESES PARTIRÃO PARA ISRAEL
2014 foi o ano de viragem para os judeus franceses que imigraram para Israel. Mais de 7 mil decidiram fazê-lo, mais do que o dobro do ano anterior. 
Mais de meio milhão de judeus vivem ainda na França, constituindo a terceira maior presença judaica fora de Israel a nível mundial. 
Para muitos judeus, o massacre de sexta-feira passada em que um terrorista islâmico assassinou 4 judeus que tranquilamente faziam as suas compras num supermercado "kosher" foi a "escrita na parede", ou seja: o aviso desde há muito conhecido de que os judeus não estão mais seguros em terras gaulesas. 
Esta é uma França que quase não reage quando crianças judias são assassinadas no seu território (Toulouse, 2012), que se permite assistir impávida e serena aos constantes ataques e provocações aos seus cidadãos judeus. Esta é a mesma França que se junta nas ruas para grandes manifestações anti-semitas quando da intervenção "obrigatória" israelita na Faixa de Gaza, visando proteger os seus cidadãos dos constantes ataques terroristas. Esta é uma França insegura, claramente anti-semita, mais preocupada em defender os seus pretensos direitos à "liberdade de expressão" do que a atacar de frente o terrorismo anti-semita. Sim, porque se em vez de caricaturistas tivessem sido "meros" judeus franceses os alvos do massacre, não assistiríamos a quaisquer manifestações de solidariedade como ontem se viram por toda a parte...

UMA AFIRMAÇÃO PROFÉTICA
Presente também em Paris, o ministro das Relações Exteriores de Israel, Avigdor Liberman, proferiu algumas palavras que, no meu entender, foram uma autêntica declaração profética:
"Depois de milhares de anos, a nação de Israel tem finalmente um estado que é seu, e queremos ver ali todos os nossos irmãos judeus."
É desejo de Liberman ver todos os judeus a fazerem aliyah (retorno) para Israel, "não importando de onde."
Que esse desejo se cumpra em breve! Mais que um desejo, é uma afirmação profética coerente com o desejo de Deus para estes dias.
Que assim seja!

Shalom, Israel!

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sábado, janeiro 10, 2015

"ESTES 4 CIDADÃOS FRANCESES FORAM ABATIDOS A SANGUE FRIO E IMPIEDOSAMENTE APENAS POR SEREM JUDEUS"

O hediondo massacre cometido ontem por um radical islâmico - alegadamente apoiado pelo braço da al-Qaeda do Yemen - num supermercado parisiense de produtos "kosher" na região da Porte de Vincennes e que acabou com a intervenção da polícia francesa, abatendo o terrorista e permitindo que a maior parte dos reféns conseguisse escapar, levou a que 4 dos reféns - todos eles judeus - fossem assassinados pelo autor do sequestro, Amedy Coulibaly, um auto-denominado membro do "estado islâmico".

Essas quatro vítimas encontravam-se a fazer as suas compras para o shabat judaico, e foram mortos pelo simples "crime" de serem judeus.
Mais reféns teriam sido mortos caso a polícia não tivesse decidido intervir de imediato quando se apercebeu que o terrorista se preparava para fazer a sua última reza, algo típico e comum nos terroristas antes de se fazerem explodir ou "martirizar". A exigência do terrorista era que a polícia soltasse os outros 2 párias responsáveis pelo massacre ao jornal satírico, e agora também cercados pela polícia numa tipografia nas imediações do aeroporto parisiense Charles de Gaulle.
2 DOS JUDEUS ONTEM ASSASSINADOS
NO SUPERMERCADO EM PARIS

Os 4 judeus mortos são: Yohan Cohen, 22 anos; Yoav Hattab, 21 anos, filho do rabino mor de Tunis; Phillipe Barham, cerca de 40 anos; François-Michel Saada, com cerca de 60 anos.
Está sendo neste momento analisada a hipótese de levar os 4 corpos dos judeus para Israel, afim de lhes prestar uma homenagem nacional. Coisas de judeu...

O autor do massacre, munido de 2 Kalashnikov, já era acusado de ter morto na véspera uma mulher polícia numa rua central de Paris, e estava ao que parece associado aos 2 terroristas de origem argelina que abateram 12 pessoas nas instalações do jornal satírico "Charlie Hebdo."
Segundo uma testemunha-refém do sequestro, o terrorista estava estranhamente calmo quando se apresentou aos 15 reféns: "Eu sou Amedy Coulibaly, sou mali e muçulmano. Pertenço ao estado islâmico" - terá dito o criminoso.
"Mandou-nos depois pôr todos os celulares no chão. Andava dentro da loja de um lado para o outro, armado, justificando-se a si mesmo, falando da Palestina, das prisões francesas, dos seus irmãos na Síria e de muitas outras coisas. 

Foi então que um dos reféns - supostamente o judeu Yohan Cohen - tentou agarrar numa das armas que ele tinha deixado em cima do balcão. Só que não funcionava. O terrorista tinha-a pousado ali por ela ter encravado após os primeiros 3 ou 4 disparos.
O terrorista apontou então a outra arma que tinha em mãos e abateu imediatamente o refém" - testemunhou um dos sobreviventes do massacre.
Uma outra cliente do supermercado, Marie, também ela judia, e refém sobrevivente do sequestro, testemunhou o seguinte:
"Ele entrou vestido com um colete à prova de bala. Tinha duas metralhadoras Kalashnikov, uma espingarda e uma faca. Ele abateu 2 pessoas na entrada." Marie relatou depois ter visto uma mulher no chão que acabou por morrer antes de a polícia ter entrado no lugar.
Segundo Marie, um dos funcionários do supermercado conseguiu esconder-se e direccionar as forças policiais sobre a melhor forma de entrarem na loja, enquanto outra pessoa conseguiu fugir num elevador, levando consigo as chaves do supermercado para entregar à polícia.  

CÚMPLICE AINDA EM FUGA
Entretanto, a companheira cúmplice do terrorista, conseguiu escapar no meio da confusão gerada pela intervenção da polícia e da fuga dos reféns, estando ainda a monte, mas sendo alvo de uma busca por um enorme corpo de polícias em toda a cidade de Paris.
Esta mulher de 26 anos, supostamente a mulher do terrorista de origem mali, chama-se Hayat Boumeddiene, e é agora considerada extremamente perigosa, uma vez que anda armada e é supostamente cúmplice dos crimes terroristas que abalaram a França e deixaram um rasto de 20 mortos. 

Segundo Cristophe Crepin, porta voz do sindicato da polícia francesa, "Devemos considerá-la como companheira de um perigoso terrorista, que deve ser interrogada. Desde 2010 que ela tem um relacionamento com um indivíduo cuja ideologia se traduz na violência e na execução de pobres pessoas que andavam simplesmente a fazer as suas compras no supermercado."

Deus tenha misericórdia de todos nós e nos proteja.

Shalom!

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sexta-feira, janeiro 09, 2015

CASAL DE TERRORISTAS ISLÂMICOS ATACAM MERCEARIA JUDAICA EM PARIS E SEQUESTRAM 6 PESSOAS

Na onda aparentemente imparável de terrorismo islâmico iniciada anteontem contra um jornal satírico francês, o terror ganhou esta manhã novas dimensões quando o atirador responsável pela morte de uma mulher polícia ontem de manhã em Paris entrou num supermercado de produtos kosher no leste da cidade e se barricou, sequestrando 6 pessoas, entre as quais mulheres e crianças, aparentemente uma família que ali se encontrava fazendo compras para o shabat.
Ao que parece, há pelo menos uma pessoa ferida dentro do supermercado. Falava-se inicialmente na existência de 2 mortos, notícia entretanto desmentida pela polícia.
Segundo as autoridades francesas, o sequestrador exige como condição para a libertação dos reféns que a polícia francesa liberte os 2 responsáveis pelo massacre no jornal francês, neste momento refugiados numa tipografia e cercados pelas forças policiais francesas.
Segundo a polícia, há uma ligação entre este sequestrador, um homem de 32 anos chamado Amedy Coulibaly, e os terroristas responsáveis pelo ataque ao semanário "Charlie Hebdo", podendo até ter feito parte do mesmo.
Coulibaly foi visto em 2010 com um dos suspeitos do ataque ao "Charlie Hebdo", Cherif Kouachi, durante uma investigação a uma tentativa de fuga de uma prisão francesa, tendo sido condenado pelo seu papel nessa acção, e sendo uma figura referenciada pela polícia anti-terrorista francesa.
Ao que parece, este terrorista tem uma cúmplice, Hayat Boumeddiene, uma mulher de 26 anos que terá estado com ele nos disparos contra a mulher polícia ontem de manhã. 
Segundo a polícia, "ambos estão armados e são perigosos."
A rádio francesa informou que o terrorista invadiu o supermercado de produtos judaicos com 2 metralhadoras AK-47 nas mãos, tendo feito disparos durante uns 20 segundos antes de sequestrar os reféns. Logo de seguida, o indivíduo terá telefonado à polícia para fazer as suas exigências. 

ESTADO DE EMERGÊNCIA EM PARIS
A capital francesa está num verdadeiro clima de terror. A polícia já fechou todas as lojas judaicas no bairro histórico judaico, no centro de Paris. 
Espero que agora as mesmas pessoas tão solidárias com os cartunistas assassinados e que envergaram cartazes com os dizeres "Je suis Charlie" demonstrem agora a mesma atitude para com os judeus nas gigantescas manifestações públicas planeadas para o próximo Domingo em Paris...
É nesta mesma França que para desespero de Israel votou há dias a favor de um estado palestiniano que o veneno do ódio islâmico se está a fazer sentir. Ironia do destino? Não sei... 
Shalom, Israel!

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quinta-feira, janeiro 08, 2015

DEPOIS DA TEMPESTADE, VEM A BÊNÇÃO: LAGO DA GALILÉIA SOBE 7 CENTÍMETROS!

Após 30 horas de tempestades de chuva e neve nas terras altas que levaram ao encerramento de escolas, estradas, etc., Israel começa a voltar à normalidade, não sem antes verificar que as águas doces do lago da Galiléia subiram 7 centímetros, uma verdadeira bênção para um lago que tanto precisa de manter os níveis exigidos para abastecer as populações e manter a actividade piscatória e turística da região.
A neve chegou a atingir 1 metro de altura em algumas regiões de Israel, e em muitas partes chegou aos 50-60 centímetros. 

Apesar do alívio durante a tarde de hoje, a polícia israelita está a recomendar que as pessoas só se desloquem nas ruas e estradas em extrema necessidade, uma vez que os pisos estão muito escorregadios e susceptíveis de provocar inúmeros acidentes.
De pouco têm servido estes avisos, pois os israelitas saem de casa ansiosos por brincar com a neve, fotografar o espectáculo e respirar o ar fresco.
O lago da Galiléia subiu 7 centímetros desde Sábado, provocando um fluxo considerável no Rio Jordão, cerca de 40 m3 por segundo.
Cerca de 6 pessoas foram hospitalizadas devido ao intenso frio, especialmente pessoas idosas. 
Shalom, Israel!

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