quinta-feira, fevereiro 05, 2015

AUMENTO DRÁSTICO DE INCIDENTES ANTI-SEMITAS NO REINO UNIDO

2014 viu um enorme e preocupante incremento no número de incidentes anti-semitas por todo o Reino Unido.
O conflito ocorrido durante o Verão entre Israel e os terroristas da Faixa de Gaza aumentou drasticamente o número de incidentes relacionados com o ódio anti-semita.
A "Fundação para a Segurança Comunitária", dedicada ao estudo do anti-semitismo na Inglaterra e à provisão de segurança para a comunidade judaica no Reino Unido anunciou hoje terem-se registado 1.168 actos de anti-semitismo durante o ano passado. 
Esse número chega a ultrapassar o dobro dos incidentes ocorridos no ano anterior - 2013 - em que se registaram 535 casos de anti-semitismo. 
A polícia londrina informou que esse aumento acompanhou proporcionalmente o número de crimes ocorridos na capital britânica, e que têm sido alocadas patrulhas para as zonas mais sensíveis da cidade.

A secretária de estado britânico Theresa May classificou a reportagem como "profundamente preocupante" e disse que "a Grã Bretanha sem os judeus não seria Grã Bretanha."
O tipo de incidente mais comum foi a provocação verbal feita em público contra judeus. 
Outros incidentes incluíram estragos e profanação de propriedades judaicas, graffitis anti-semitas, ameaças e abusos anti-semitas através da divulgação de grandes quantidades de e-mails e cartas.
Um ou outro incidente tornou-se violento, ainda que, nas palavras do director da fundação, "felizmente que a maioria dos incidentes não foram violentos, mas foram mesmo assim chocantes e lamentáveis para os alvos dos mesmos e para a comunidade judaica em geral."
Uma pesquisa recente demonstra que os britânicos sentem-se mais desfavoráveis em relação a Israel do que a qualquer outro país do mundo, com excepção da Coréia do Norte.
Esta pesquisa teve como base uma sondagem à opinião pública realizada em Agosto e mostra um avultado surgimento de atitudes negativas relacionadas com Israel em comparação com o estudo anterior. 35% dos britânicos declararam-se "especialmente desfavoráveis em relação a Israel" em 2014, em comparação aos 17% que se declararam da mesma forma em 2012. Há que no entanto ter em conta que essa sondagem de opinião foi feita em pleno decorrer da operação na Faixa de Gaza, quando civis estavam sendo mortos de ambos os lados, com maior incidência nos palestinianos.

UM AVISO À EUROPA
Há um sentimento crescente de desconforto em toda a comunidade judaica que vive na Europa, estando muitos até a questionar o seu futuro na Europa. Estes incidentes minam toda a base fundamental da construção europeia assente em valores de integração de todas as pessoas, independentemente do seu credo ou origem étnica.
Os recentes incidentes violentos na França e na Bélgica comprovam o quanto a Europa precisa de dar atenção às suas políticas de integração, segurança e respeito comum, tendo como obrigação proteger todos os seus cidadãos e punir severamente todos quantos incitam ao ódio e à descriminação.
É que, como já vimos em "filmes" anteriores, os primeiros a pagar o preço são sempre os judeus...

Shalom, Israel!


quarta-feira, fevereiro 04, 2015

TÁBUAS DE ARGILA EXPOSTAS EM JERUSALÉM REVELAM VIDA DOS JUDEUS EXILADOS NA BABILÓNIA HÁ MAIS DE 2.500 ANOS

Uma nova exposição de antigas tábuas de argila em Jerusalém descobertas no actual Iraque traz à luz pela primeira vez na História a vida diária dos judeus exilados na Babilónia há mais de 2.500 anos atrás.
Desta exposição constam mais de 100 tábuas cuneiformes, um pouco menores que a palma da mão de um adulto, e que descrevem negócios e contratos realizados entre judeus exilados desde Jerusalém, ou convencidos a fazê-lo, pelo rei Nabucodonozor, por volta do ano 600 a.C.

Foi só há quase dois anos que os arqueólogos tiveram a chance de pela primeira vez verem estas tábuas de argila - compradas por um coleccionador israelita rico radicado em Londres - e ficaram estupefactos com o que viram.
"Foi como acertar no jackpot!" - afirmou Filip Vukosavovic, um perito na antiga Babilónia, Suméria e Assíria e que é o curador desta exposição a decorrer no Museu das Terras Bíblicas, na capital de Israel, Jerusalém.

"Começámos a ler as tábuas, e numa questão de minutos ficámos completamente espantados. Elas preenchem um vácuo crítico no entendimento daquilo que ia acontecendo na vida dos judeus na Babilónia há mais de 2.500 anos."
O rei Nabucodonozor foi um poderoso governador recordado pelos famosos "Jardins suspensos da Babilónia" que veio várias vezes a Jerusalém numa tentativa de expandir o seu império babilónico.
De cada vez que ele veio a Jerusalém - e uma das visitas coincidiu com a destruição do Primeiro Templo no ano 586 a.C. - ele forçou, ou pelo menos encorajou o exílio de milhares de judeus para a Babilónia.
Um dos exílios, no ano 587 a.C., viu cerca de 1.500 judeus fazerem a perigosa jornada através dos actuais territórios do Líbano e da Síria até ao crescente fértil no sul do Iraque actual, onde os judeus negociavam, dirigiam negócios e ajudaram na administração do reino.
"Eles eram livres para cuidar das suas vidas, não eram escravos" - afirmou Vukosavovic, acrescentando que nessa questão, Nabucodonozor "não era um governante brutal. Ele sabia que precisava dos judeus para revitalizar a difícil economia da Babilónia."
Estas tábuas, cada uma das quais está gravada com escrita "Acádia", detalha o comércio de frutas e de outros bens, impostos pagos, débitos devidos e créditos acumulados.
A exposição evidencia uma família de judeus ao longo de quatro gerações, começando com o pai, Samak-Yama, seu filho, seu neto, e os cinco filhos do neto, todos portadores de nomes bíblicos judaicos, muitos dos quais ainda estão em uso nos dias actuais.
"Ficámos até a conhecer os detalhes da herança atribuída aos cinco bisnetos" - disse Vukosavovic, acrescentando: "Por um lado, são detalhes aborrecidos, mas por outro lado ficamos a conhecer muito sobre quem eram esses exilados judeus e como é que eles viviam."

O FIM DE UM QUEBRA-CABEÇAS COM 2.500 ANOS
Vukosavovic descreve as tábuas como o complemento de um quebra-cabeças com 2.500 anos. Enquanto que muitos judeus regressaram a Jerusalém quando os babilónios o permitiram depois do ano 539 a.C., muitos outros ficaram, e construíram uma vibrante comunidade judaica que perdurou por 2 milénios.
"Os descendentes desses judeus só regressaram a Israel nos anos 50" - informou Vukosavovic - "uma época em que muitos na diáspora regressaram do Iraque, Pérsia, Iémen, e do Norte de África, para o recém formado estado de Israel."

Shalom, Israel!

terça-feira, fevereiro 03, 2015

AUMENTA O NÚMERO DE JUDEUS A VISITAR O MONTE DO TEMPLO

Neste último ano o número de judeus que subiram em visita ao Monte do Templo teve um significativo aumento em comparação ao ano anterior, mesmo apesar das constantes tentativas dos muçulmanos para impedir que tal aconteça.
A polícia israelita divulgou as estatísticas relacionadas com o número de visitantes judeus ao Monte do Templo, confirmando que pelo menos 10.906 judeus israelitas e estrangeiros subiram ao local mais sagrado do judaísmo durante o ano 2014.
No ano anterior (2013), o número tinha sido menor: 8.528, e 5658 em 2009.
Para todos quantos advogam a liberdade total de religião no Monte do Templo estes números são encorajadores, tanto mais que os judeus e os cristãos só têm permissão para subir ao Monte 3 dias por semana e mesmo assim em horas específicas.

O direito a qualquer pessoa poder orar no Monte do Templo tem sido desde há vários anos objecto de imensas polémicas no próprio parlamento israelita, visto a gestão do local estar a ser feita pelos muçulmanos, a Waqf. E a diabólica pressão dos muçulmanos atingiu o limite quando tentaram impôr uma proibição sobre as próprias orações feitas em silêncio pelos judeus e pelos cristãos...
Há no entanto um número crescente de legisladores israelitas que desejam ver o Monte do Templo a ser novamente supervisionado pelo estado de Israel...

Shalom, Israel!

segunda-feira, fevereiro 02, 2015

HAMAS TREINA MILHARES DE NOVOS TERRORISTAS JOVENS

Enquanto Israel treina e prepara os seus jovens para uma futura carreira produtiva e de sucesso pessoal, social e financeiro, os terroristas do Hamas treinam os seus adolescentes e jovens para o ódio e a prática do terrorismo anti-semita.
Entre 10 a 17.000 jovens de Gaza "graduaram" na "universidade do terrorismo" do Hamas nesta passada semana, um treino que tem a duração de 6 dias e que prepara estes jovens para cometerem atentados contra as populações civis de Israel.

Estes milhares agora "graduados" passam a fazer parte de um grupo denominado "Vanguarda da Libertação". Entre as várias matérias, estes jovens aprenderam como ser um atirador "sniper", como fazer uso de uma variedade de armas, como raptar soldados e como conseguir penetrar em Israel através dos túneis. 
A "cerimónia de graduação" destes promissores terroristas deu-ze durante um desfile pelas ruas da cidade de Gaza e de Khan Yunis.
Estes jovens com idades entre os 15 e os 21 anos são estrategicamente escolhidos pelos líderes terroristas da "brigada Izzedin al-Qassam", por estarem na idade certa para os converter em terroristas islâmicos.
"Estamos participando no treinamento para aprendermos como lutar contra o inimigo sionista e reconquistar o nosso lar ancestral da Palestina" - afirmou um dos jovens agora "formados".
Um dos responsáveis pelo grupo terrorista discursou aos jovens durante a "formatura": "Hoje, estes jovens são soldados na Faixa de Gaza e lutarão contra Israel.
Amanhã, eles irão libertar a mesquita al-Aqsa em Jerusalém. O inimigo sionista precisa saber que viremos em breve libertar a nossa mesquita Aqsa e soltar os nossos prisioneiros."
O número dos "formados" nesta "universidade do terrorismo" aumentou consideravelmente em relação ao ano passado, quando 5 mil passaram pelo mesmo treinamento.

E, para além das frases de incentivo ao terrorismo islâmico, os líderes do Hamas também fizeram soar novas ameaças de uma nova guerra contra o estado de Israel...

Shalom, Israel!

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sexta-feira, janeiro 30, 2015

RARÍSSIMO POSTAL ESCRITO PELO JUDEU SIONISTA EINSTEIN EM JERUSALÉM VENDIDO POR 56 MIL DÓLARES

Albert Einstein, o famoso e laureado cientista judeu, esteve em Israel em 1923, liderando uma verdadeira "excursão sionista" à Terra dos seus ancestrais, na altura sob mandato britânico, a então chamada "Palestina."

Poucas fotos e postais restam dessa histórica visita de 12 dias. Há no entanto um famoso postal escrito por Einstein ao líder sionista Authur Ruppin em que ele recorda o seu profundo compromisso para com o sionismo, logo a seguir à divulgação da sua teoria geral da relatividade, em 1915.
Essa raridade foi agora vendida em leilão em Boston, EUA, no passado dia 22, pelo valor de 56.250 dólares. 

"DIAS INESQUECÍVEIS"
Nas parcas palavras dirigidas a Ruppin no seu postal, Einstein descreveu os "dias inesquecíveis" e a "alegre companhia" durante a sua estadia em Jerusalém. Em todo o território da então chamada "Palestina" Einstein foi saudado com um estadista muito amado, acolhido por multidões e até recebido com tiros de canhão.
A foto do cartão postal representa o navio da companhia "Red Star Line" que o levou à Terra Santa, com um desenho cómico feito à mão pela alegre companheira de viagem, Hanna, esposa de Ruppin, o destinatário do postal, Einstein fez-também acompanhar da sua segunda esposa Elsa, conhecida como "protectora" do cientista durante as duas décadas de casamento.
O clímax desta visita teve lugar no Monte Scopus, onde Einstein proferiu o discurso de abertura da Universidade Hebraica. Durante vários anos Einstein tinha andado a levantar fundos pelo mundo fora para poder estabelecer a primeira universidade judaica e apoiar o sionismo na generalidade.
DESENHO FEITO NO POSTAL COM
EINSTEIN E A SENHORA RUPPIN
"Até agora tenho sempre encontrado alguma coisa para lamentar na alma judaica, que é o esquecimento do seu próprio povo - quase o esquecimento do seu ser" - escreveu Einstein no final desse dia, acrescentando: "Esta é uma grande era, a era da libertação da alma judaica, e isso tem sido conseguido através do movimento sionista, para que assim ninguém no mundo consiga destruí-la."

"UM POVO INCRIVELMENTE ACTIVO..."
ALBERT EINSTEIN EM TEL AVIV
Durante a sua visita a Tel Aviv, Einstein recebeu o título de "cidadão honorário" concedido pelo prefeito da cidade, Meir Dizengoff.
"Já tive o privilégio de receber o título de 'cidadão honorário' na cidade de Nova Iorque, mas sinto-me dez vezes mais feliz por ser um cidadão desta bela cidade judaica" - declarou Einstein à multidão ali reunida para o homenagear.
Nesta moderna cidade de Tel Aviv e mesmo em Haifa e em Jerusalém, o amado cientista ficou contente por poder falar em alemão aos muitos judeus oriundos da sua terra natal, a Alemanha. Ele ficou profundamente admirado com aquilo que os judeus alemães e de outros países europeus tinham conseguido realizar em década e meia da existência de Tel Aviv:
"As realizações dos judeus em apenas alguns anos nesta cidade despertaram-me a maior admiração" - escreveu Einstein no seu diário a 8 de Fevereiro, acrescentando um elogio: "Um povo incrivelmente activo, os nossos judeus..."

Einstein aproveitou ainda a sua visita para plantar 2 árvores em Haifa, visitar Tiberíades e ainda Jericó e o Mar Morto. 
De todas as afirmações feitas durante esta tournée por Israel, há uma que sobressai: o futuro demográfico do projecto sionista.
Na altura da visita de Einstein à Terra Santa - 1923 - catorze milhões de judeus viviam nos seis continentes, com unicamente uns 90 mil a viverem na sua Terra. Perante esta pequena porção de terra habitável, Einstein visionou um forte papel simbólico para Israel, em contraste com a visão de Theodore Herzl, que incluía um lar físico para todos os judeus.
"No geral, o país não é muito fértil" - escreveu Einstein a um dos seus estudantes, acrescentando: "Vai tornar-se num centro moral, mas não será capaz de suportar uma grande proporção do povo judeu. Estou no entanto convencido que a colonização será bem sucedida."

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quinta-feira, janeiro 29, 2015

HEZBOLLAH NÃO QUER A GUERRA COM ISRAEL...POR ENQUANTO.

O ministro da Defesa de Israel, Moshe Ya'alon, confirmou esta manhã ter recebido uma mensagem emitida pelo Hezbollah e entregue a Israel através das Nações Unidas alegando que a milícia terrorista libanesa não está interessada em aumentar a escalada da violência na fronteira com Israel.
A mensagem foi transmitida um dia depois de forças do Hezbollah orientadas pelo Irão - conforme acusação de Netanyahu - terem disparado rockets anti-tanque contra veículos militares desarmados israelitas na região dos Montes Golan, provocando a morte de 2 soldados israelitas e ferimentos em outros 7.
O grupo terrorista justificou o ataque como sendo uma retaliação ao alegado israelita da semana passada que, entre outros, matou um comandante iraniano.
HEZBOLLAH CELEBRANDO ONTEM O ATAQUE
NAS RUAS DO LÍBANO
A tensão na região Norte de Israel atingiu o rubro durante a tarde de ontem, mas sabe-se que o Hezbollah sofreu pressões do governo do Líbano e da própria comunicação social para não se envolver num novo conflito semelhante ao ocorrido em 2006 e que causou cerca de mil mortes.

ISRAEL NÃO QUER A GUERRA
DOR E EMOÇÃO NO FUNERAL DOS 2 SOLDADOS
ISRAELITAS ESTA MANHÃ
O ministro israelita informou também que Israel não está interessado numa nova escalada de guerra global, avisando no entanto que não tolerará novos ataques contra o seu território.
O dia de hoje tem experimentado uma total tranquilidade naquela região fronteiriça, tendo todas as actividades voltado ao normal. As Forças de Defesa de Israel encontram-se mesmo assim de prevenção máxima, prosseguindo na busca de túneis que possam existir na região.

FUNERAL DOS 2 SOLDADOS ISRAELITAS REUNIU MILHARES DE PESSOAS
Esta manhã foram sepultados os 2 soldados que ontem foram vítimas de um rocket anti-tanque disparado pelos terroristas do Hezbollah. São eles o major Yochai Kalangel, de 25 anos, e o sargento Dor Chaim Nini, de 20 anos. 
Apesar de o incidente de ontem estar "encerrado", o primeiro-ministro de Israel jurou hoje que os responsáveis pela morte destes dois jovens ainda "irão pagar um elevado preço."
Apesar das declarações do Hezbollah, a verdade é que o seu "mentor", a República do Irão continua a ameaçar Israel, alegando que "o pior ainda está para vir."


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quarta-feira, janeiro 28, 2015

ATAQUE DO HEZBOLLAH CAUSA 2 MORTOS E 7 FERIDOS NO EXÉRCITO DE ISRAEL

Em assumida "resposta" ao suposto ataque israelita que na semana passada liquidou 12 terroristas em território sírio, incluindo um comandante iraniano, os terroristas do Hezbollah lançaram ao meio dia de hoje um míssil anti-tanque contra um veículo militar israelita desarmado, matando 2 soldados e deixando outros 7 feridos.
O ataque dos terroristas deu-se na fronteira Norte de Israel com o Líbano, perto do Monte Dov e da aldeia árabe de Ghajar.
O Hezbollah já reivindicou a autoria do ataque, justificando-o como "retribuição" ao alegado ataque israelita da semana passada.

Netanyahu já prometeu responder "com força" ao ataque terrorista.
ISRAEL EVACUA OS SEUS SOLDADOS FERIDOS
O chefe das Forças de Defesa de Israel já se encontra no terreno para averiguar todo o incidente e analisar quais as acções a tomar.
O incidente teve lugar numa região neutra fronteiriça entre Israel e a Síria - o vale de Shebaa - até agora tranquila.
Israel respondeu prontamente com vários disparos de artilharia, tendo um deles causado a morte de um soldado espanhol, elemento das "forças de paz" das Nações unidas estacionadas no local. 

Esperemos que estes incidentes, por si só já bastante graves, se fiquem por aqui, para que não se repita o conflito de 2006...

Shalom, Israel!

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terça-feira, janeiro 27, 2015

70 ANOS DEPOIS: SERÁ QUE APRENDEMOS A LIÇÃO?

O mundo civilizado celebra hoje os 70 anos da libertação do campo de concentração nazi de Auschwitz, na Polónia, pelas tropas russas. 
Muitos sobreviventes do Holocausto nazi concentraram-se desde ontem neste local para aquilo que consideram ser a última vez em que tantos ainda se conseguem reunir, uma vez que é uma geração que vai rapidamente desaparecendo em razão da avançada idade. Muitos dos cerca de 300 sobreviventes reunidos desde ontem contam com mais de 90 anos de idade.
Assim, neste que foi chamado "um dos maiores cemitérios do mundo", estão hoje reunidos sobreviventes, jornalistas, os chefes de estado da Polónia, Alemanha, França e Ucrânia e muitos outros dignitários, representando mais de 40 países, incluindo Portugal, e que não querem fazer esquecer o maior genocídio humano jamais ocorrido na História. Israel faz-se representar pelo seu ministro Silvan Shalom.

Mordechai Ronen, um dos sobreviventes presentes nesta celebração e que perdeu os pais e duas irmãs neste mesmo campo de morte, testemunhou ter vindo a Auschwitz para contar ao mundo o que ali aconteceu, e, ainda que acreditando que nunca tal se repetirá, confessa que "infelizmente há hoje aqueles que negam que ele tenha acontecido."
No entanto . e segundo as suas próprias palavras - o facto de poder estar ali a fazer estas afirmações faz dele "um vencedor."

LUZ SOBRE AS TREVAS
SOBREVIVENTE MOSTRANDO O NÚMERO
TATUADO NO BRAÇO
Nas palavras de Ronald Lauder, presidente do "Congresso Mundial Judaico", os sobreviventes representam a vitória da luz sobre as trevas, e conquanto os que não fizeram parte do Holocausto não possam entender o que as suas vítimas suportaram, "sabemos que a forma em como viveram as suas vidas após a libertação ensina-nos lições importantes sobre a dignidade humana."

"ENFRENTANDO OS DEMÓNIOS DA INTOLERÂNCIA"

"Estamos uma vez mais enfrentando os demónios perenes da intolerância às mãos dos anti-semitas, extremistas e dos fanáticos religiosos que querem novamente despir-vos da vossa história passada e da vossa identidade" - afirmou o consagrado realizador judeu Steven Spielberg aos sobreviventes presentes ontem na celebração em Cracóvia.

"UMA FERIDA ABERTA"
Muitas são as expressões emitidas por este grupo de 300 idosos, homens e mulheres que sobreviveram à maior de todas as tragédias de que há memória:

"É doloroso regressar aqui."
"Traz-nos más memórias."
"Isto representa o encerramento das casas de morte do povo judeu."
"Emocionalmente útil vir aqui."
"É como voltar a abrir uma ferida."

"ESQUECER NÃO PODE SER A SOLUÇÃO"
O laureado prémio Nobel da Literatura Elie Wiesel, ele também sobrevivente ao Holocausto, gravou uma mensagem que foi ontem exibida perante o grupo dos sobreviventes e outros reunidos, em que confessava que, ao mesmo tempo que nunca tinha encontrado respostas para a questão de "o que é que tinha tornado seres humanos tão cruéis para outros seres humanos", mesmo assim sabe que esquecer ou distorcer não pode ser a solução.

"SE TIVESSEM SIDO APENAS JUDEUS..."
O presidente do "Conselho Mundial Judaico" foi ainda mais longe na verberação da sua inquietação, tocando com o dedo na ferida e criticando a indiferença do mundo actual face ao anti-semitismo: "Temos de nos questionar: será que aprendemos a lição?" - perguntou Lauder, acrescentando que enquanto milhões desfilaram em França depois do assassínio dos responsáveis do jornal satírico "Charlie Hebdo" e de quatro judeus num supermercado judaico, "se tivessem assassinado apenas os quatro judeus, não teriam havido manifestações nem reacções de protesto."
Lauder condenou ainda a atitude actual de indiferença face à matança dos cristãos no Médio Oriente, comparando a situação àquela que se vivia nos anos 40, na Europa:
"Aquilo que aconteceu na Alemanha nazi é que o mundo não reagiu, e mais uma vez vemos que o mundo não reage" - afirmou, implorando à comunicação social para que entreviste os sobreviventes, veja as suas lágrimas e ouça as suas vozes: "Auschwitz é mais do que um lugar. É um símbolo da indiferença do povo face ao que está acontecendo."

GOVERNO PORTUGUÊS ASSOCIA-SE À EFEMÉRIDE
CAMPO DE EXTERMÍNIO BIRKENAU
Na sua homenagem aos sobreviventes do Holocausto nazi, o governo português salientou que lembrar o extermínio nazi é recusar o ódio, intolerância, discriminação, xenofobia e racismo "que ressurgem na actualidade."
Num comunicado divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, o executivo português presta "homenagem aos milhões de judeus vítimas do extermínio nazi", acrescentando: "Ao assinalar esta efeméride, o governo português reafirma a necessidade de se preservar a memória do Holocausto e de assegurar que as gerações vindouras não o esquecerão."
ARISTIDES DE SOUSA MENDES
O comunicado recorda ainda os heróis do Holocausto, "pessoas - como os diplomatas portugueses Aristides de Sousa Mendes, Carlos Sampaio Garrido e Alberto Teixeira Branquinho - que, pela sua coragem e altruísmo, resgataram da morte milhares de judeus e outras vítimas do extermínio nazi."

"QUASE IMPOSSÍVEL DE COMPREENDER"
David Wisnia, um sobrevivente do Holocausto, agora com 88 anos, afirmou que o Holocausto era "quase impossível de compreender pela mente humana." E concluiu:

"Peço a Deus que como seres humanos sejamos capazes de aprender alguma coisa com isto."

Assim seja.
Shalom!



sábado, janeiro 24, 2015

O JUDEU 6.000.001

"Seis milhões e um" - é o tema de uma exibição patente no Museu do Holocausto em Jerusalém, em vésperas do Dia Internacional do Holocausto.
A obra do artista judeu Moshe Hoffman exibida neste certame inclui um trabalho em que Jesus é apresentado como o judeu número "Seis milhões e um", dessa forma identificando o Messias Jesus com o sofrimento, dilema e destino do povo judeu no Holocausto. 
Algo de inédito na arte e no pensamento judaico...

Shalom, Israel!

sexta-feira, janeiro 23, 2015

GRANDES EXERCÍCIOS MILITARES NO NORTE DE ISRAEL

Como medida de prevenção face às ameaças vinda da fronteira Norte de Israel - Líbano e Síria - as Forças de Defesa de Israel realizaram durante o dia de hoje uma vasta operação de treino militar junto à fronteira Norte envolvendo um grande número de veículos militares, aviões e forças militares.
O nível de prevenção na fronteira foi elevado, tendo em vista a possibilidade de retaliações após o alegado ataque israelita a dois veículos do Hezbollah no passado Domingo e que entre outros terroristas liquidou também um comandante iraniano.
Uma das ameaças veio do próprio Irão, que através do comandante dos Guardas Revolucionários Iranianos tornou conhecidas as suas ameaças de que Israel poderia esperar "trovões devastadores" como resposta à morte do comandante iraniano.
O comandante das forças israelitas, o general Benny Gantz afirmou hoje que o exército está seguindo "muito de perto" os eventos na região Norte. 
"As tropas estão todas em alerta, preparadas para qualquer acção necessária" - afirmou Gantz, referindo-se à linha fronteiriça entre Israel e a Síria nos Montes Golan.
E acrescentou: "As FDI estão preparadas para qualquer cenário e, por um lado, farão uso da descrição apropriada, ao mesmo tempo que operarão com determinação e com a intensidade requerida."
Tanto os residentes como os turistas que visitam a região continuam tranquilamente nas suas rotinas, ficando no entanto sujeitos às direcções dadas pelos militares em caso de necessidade.
O mítico sistema de defesa israelita "Cúpula de Ferro" foi também transferido para o Norte como resposta às ameaças recentemente feitas pelos terroristas do Hezbollah.

Shalom, Israel!

quinta-feira, janeiro 22, 2015

ONU REALIZA PRIMEIRA REUNIÃO DEDICADA AO ANTI-SEMITISMO

O dia de hoje é histórico nos arraiais das Nações Unidas, em Nova Iorque: pela primeira vez na História desta organização está a realizar-se uma sessão especial dedicada exclusivamente à questão do anti-semitismo.
Esta reunião foi organizada em função do crescente anti-semitismo visível por todo o mundo, e já estava programada antes dos recentes ataques a um supermercado judaico em Paris.

"PRIORIDADE DE TODAS AS NAÇÕES" 
- AFIRMOU PROSOR
Na sua intervenção, o embaixador israelita para as Nações Unidas Ron Prosor, apelou aos líderes europeus para que tomem uma posição contra o anti-semitismo.
"Que a mensagem ecoe desde os salões da ONU para as ruas da Europa e até à capital de cada nação - levantem-se pelos direitos humanos e pela dignidade humana, tomando uma posição contra o anti-semitismo" - afirmou Prosor.
Prosor afirmou ainda que "A luta contra o anti-semitismo deve ser uma prioridade de todas as nações porque o ódio que começa com os judeus nunca termina com os judeus. A História tem-nos mostrado vez após vez que quando os judeus de uma nação não estão seguros nela, toda a sociedade corre riscos."
"A Europa está sendo testada. Não precisamos de mais monumentos comemorando os judeus que foram assassinados na Europa: precisamos é de um compromisso forte e duradouro com os judeus vivos na Europa. Se os governos da Europa forem bem sucedidos na defesa das suas comunidades judaicas, terão também sucesso na defesa da liberdade e da democracia."
"Os dias em que os judeus eram as vítimas do mundo já se foram. Nunca mais ficaremos indefesos nem calados. Temos hoje a protecção do estado de Israel."
"Já vimos os males de que o homem é capaz, e por isso temos de estar vigilantes. Temos de ver os sinais de alerta e agir rapidamente para condenar o anti-semitismo. Apelo a cada nação para que se levante e fique do nosso lado. Recusar permitir que o mal ganhe raízes. Recusar ficar em silêncio. E recusar submeter-se à indiferença."

A reunião informal da ONU vai decorrer durante todo o dia de hoje e incluirá pela manhã discursos de personalidades ilustres, tais como o escritor e filósofo francês Bernard-Henri Levy, ministros do Canadá, Alemanha, França e EUA. Durante a tarde haverá um painel e debate em que participarão legisladores dos EUA e do Canadá, vários peritos em direitos humanos e um professor israelita.
O porta voz da assembleia John Victor Nkolo disse que esta organização, que compreende 193 nações, já discutiu muitas vezes a questão do anti-semitismo em sessões abordando a intolerância, a xenofobia, a violência, o racismo e as violações dos direitos humanos, acrescentando contudo que "tendo como base os registos disponíveis que conseguimos investigar, esta é na verdade a primeira vez em que o anti-semitismo como tal é o assunto específico de uma reunião informal no conselho geral da ONU."
Esta reunião foi requisitada por 37 países que enviaram uma carta ao presidente da assembleia Sam Kutesa em 1 de Outubro passado pedindo uma reunião em resposta ao "alarmante despertar do anti-semitismo no mundo inteiro." Afirmaram também querer uma reunião porque "uma mensagem clara da parte da assembleia geral é um componente crítico para o combate ao súbito crescimento da violência e do ódio direccionado aos judeus."
A verdade é que hoje em dia já se ouvem em comícios palavras de ordem como "Judeus para as câmaras de gás" e "Morte aos judeus." Para além disso, têm-se visto bombas atiradas contra sinagogas e negócios pertencentes a judeus têm sido constantemente vandalizados.

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