terça-feira, outubro 25, 2016

MUÇULMANOS ESCOLHERAM O COLISEU DE ROMA PARA UMA VERDADEIRA "DECLARAÇÃO DE GUERRA" CONTRA A CULTURA OCIDENTAL

A coisa é muito mais séria do que se pensa. 
Naquilo que foi rotulado como "protesto muçulmano contra o encerramento de mesquitas e de outros locais de culto na Itália", centenas de muçulmanos reuniram-se diante do Coliseu de Roma, nesta passada Sexta-Feira, numa postura de oração e demonstração de força, ainda que sob a capa de "paz e abertura"...
O protesto dos muçulmanos da Itália tem a ver com o recente encerramento pelas autoridades de 5 mesquitas, e ainda com a alegada "descriminação" pelo facto de o islamismo ainda não ser reconhecido como "religião oficial."

PARA TUDO HÁ UM PROPÓSITO...
Claro que surgirão sempre os entorpecidos, os indiferentes, os condescendentes, todos aqueles que não conseguem vislumbrar mais do que o seu próprio nariz, criticando os "preocupados", os atentos aos sinais, e os arautos anunciadores dos escolhos no caminho. Já assim aconteceu antes do massacre nazi. Quase ninguém acreditava, todos fizeram "orelhas moucas", havendo apenas alguns "profetas da desgraça", aqueles que, apesar da incredulidade das massas, percebiam os sinais e tentavam por todos os meios alertar as consciências.
Ontem era o nazismo e o comunismo, hoje é o islamismo.

Pouca gente se apercebeu que na passada Sexta-Feira, uma multidão composta de algumas centenas de fieis muçulmanos, se reuniram para rezar, exactamente no coração de Roma... diante do próprio Coliseu!
Não é por acaso que os seus líderes - os ímans - escolheram o símbolo mais venerado no Ocidente cristão. Ou não fosse a "Irmandade Muçulmana" a mentora desta mega-manifestação consentida pelas autoridades romanas e tolerada pela maioria da população desatenta aos perigos que se avolumam diante das suas próprias portas. Não nos esqueçamos que é em Roma que está implantada a maior mesquita de todo o mundo ocidental...

Para esta gente que ali esteve, não há separação entre estado e religião, entre o estado e a mesquita. O seu slogan continua sendo o mesmo de sempre: "Alá é o nosso alvo, o profeta (Maomé) o nosso líder, o Corão a nossa lei, a jihad o nosso caminho, morrer pelo caminho de Alá a nossa maior esperança."
A gigantesca manifestação em Roma é uma declaração islâmica à não aceitação de uma "cultura de paz", tão do agrado dos europeus. E já não é a primeira. Já tinha sido realizada uma outra diante da catedral de Milão, e outra em Bolonha, diante da Igreja de São Petrónio, um dos alvos do ódio islâmico, devido à presença naquele espaço católico de um fresco exibindo Maomé como um dos condenados ao inferno.
Esta investida islãmica no coração de Roma demonstra que para essa religião, Roma (o berço do Catolicismo Romano) já faz parte do seu campo missionário. A realização das rezas em território "tão cristão" é um sinal claro da cega obediência às determinações de Maomé, que declarou ser "campo missionário" - jihad - todo aquele espaço geográfico que (ainda) não se insere no território "sagrado" do islão.
Calcula-se que vivam actualmente na Itália 800.000 muçulmanos legalizados. 
A manifestação religiosa foi obviamente pacífica. Assim convinha. Mas foi uma declaração de guerra cultural e religiosa no coração da cristandade. Imagine-se o que aconteceria se fossem os católicos a celebrar uma missa em Meca ou em Medina...

"ROMA SERÁ ISLAMIZADA"
O conhecido pregador muçulmano Yussuf al Qaradawi afirmou que chegará o dia em que Roma será islamizada. Falta decidir se será "pela palavra, se pela espada." Nesta passada Sexta-Feira, foi pela palavra. Nos videos do Daesh, o alvo é pôr o Coliseu em chamas...
O filósofo americano Lee Harris afirmou algo de muito importante: A glória do Ocidente tem sido a erradicação do vírus do fanatismo, mas talvez a tenhamos conseguido com o preço da derrota...

Será que alguém se apercebe?

Shalom, Isarel!

segunda-feira, outubro 24, 2016

ISRAEL FESTEJA A "SIMCHAT TORAH"

O período das grandes festas do povo judeu termina hoje com a celebração festiva da "Simchat Torah", lembrando a ligação íntima entre o povo judeu e a Torah.
Ontem à noite, milhões de judeus pelo mundo fora removeram os rolos da Torah das arcas onde são guardadas nas respectivas sinagogas, cantando e dançando nos seus lugares de adoração, e nas próprias ruas, carregando os rolos da Bíblia, cuja leitura terminou no dia de ontem, e iniciando hoje uma nova leitura a partir do Livro de Génesis - o "Breishit". Durante as festividades, centenas de sinagogas pelo mundo fora estarão participando da "Hakafot" - a tradicional dança em roda com os rolos da Torah.
É a partir de agora que os judeus começam também a pedir a Deus que envie chuva, recitando orações de pedido e gratidão ao Deus que "faz o vento retornar e a chuva cair."

Shalom, Israel!

sexta-feira, outubro 21, 2016

MUITOS CRISTÃOS ACREDITAM QUE JESUS NASCEU NESTA ÉPOCA DA FESTA DOS TABERNÁCULOS

Um número cada vez maior de cristãos e judeus messiânicos acredita que a verdadeira altura do nascimento do Messias Jesus em Belém Efrata terá sido esta época festiva dos Tabernáculos, e não a data convencional estabelecida pelo papa romano, o 25 de Dezembro, em que, como se sabe, era tradicionalmente celebrada pelos romanos a festa pagã do solstício.
Eu também acredito que Jesus nunca poderia ter nascido em Dezembro - em pleno Inverno - mas sim neste período que lembra o desejo de Deus em "fazer tabernáculo entre os homens." 

Quando o apóstolo e escritor João descreveu a incarnação física do Messias, ele usa a expressão "o Verbo (ou a Palavra) Se fez carne, e habitou entre nós..." (1:14). A expressão "habitou entre nós" pode ser também traduzida como: "O Verbo tabernaculou entre nós."
Habitar entre os homens foi e é o grande desejo do Senhor Deus.


RAZÕES PARA CRER QUE JESUS TERIA NASCIDO NESTA ÉPOCA
Tudo começa com o nascimento do grande profeta João Baptista, primo de Jesus segundo a carne. 
João foi concebido por um acto sobrenatural de Deus, uma vez que seus pais Zacarias e Isabel eram de idade avançada e Isabel era estéril. A concepção física de João deu-se após a visitação do anjo Gabriel ter visitado Zacarias durante o seu serviço sacerdotal no Templo de Jerusalém. 
Havia uma ordem para os turnos dos sacerdotes e levitas que serviam no Templo. Zacarias estaria então "de serviço" no turno que lhe competia, segundo a linhagem familiar descrita em 1 Crónicas 24 - 28. Uma vez que ele pertencia à turma de Abias (Lucas 1:5), ele deveria terminar o seu serviço no Templo e voltar a casa para estar com a sua mulher Isabel em finais de Junho/inícios de Julho (Lucas 1:5; 13 - 19; 23 - 26).

Ora, Isabel estava grávida de seis meses quando Maria engravidou pelo Espírito Santo. Pode-se então entender que ela terá engravidado no Inverno, talvez durante a Festa do Hanuká (perto da época do Natal "cristão"). Nove meses depois seria a época dos Tabernáculos - Sucote - portanto Maria teria dado à luz a Jesus exactamente nesta época da Festa bíblica dos Tabernáculos
É interessante que, se estes cálculos estiverem correctos, João Baptista teria nascido na época da Festa da Páscoa judaica, quando os judeus tradicionalmente dão as boas vindas ao espírito de Elias nas suas casas...

O nascimento do Messias Jesus durante os Tabernáculos responde também a várias dificuldades causadas pelo Seu alegado nascimento em Dezembro:
Em primeiro lugar, o imperador César Augusto não iria ordenar um recenseamento em pleno Inverno judaico, quando as intempéries climáticas dificultariam qualquer tipo de deslocação das pessoas.
Em segundo lugar, visto que os Tabernáculos eram uma festa para os peregrinos, tentar encontrar alojamento na região de Jerusalém - e isso inclui Belém Efrata - seria praticamente impossível, daí a informação dada pelo evangelista Lucas de que "não havia lugar para eles na estalagem."
Em terceiro lugar, nesta época do ano o clima ainda seria aprazível para que os pastores pudessem cuidar dos seus rebanhos ao ar livre, nos campos.

Contudo, e apesar destas conclusões, o mais importante não é a data, mas a realidade da manifestação de Deus fazendo-Se carne e habitando entre nós para nos salvar!

Shalom, Israel!

quinta-feira, outubro 20, 2016

ARQUEÓLOGOS ISRAELITAS DESCOBREM SÍTIO DA BATALHA CONTRA JERUSALÉM NO ANO 70 D.C.

Esta impressionante descoberta vem confirmar o relato da destruição de Jerusalém no ano 70 d.C. pelo historiador Flávio Josefo.
Arqueólogos israelitas encontraram o sítio de uma feroz batalha onde o exército romano bombardeou e conseguiu abrir brechas na muralha da Cidade antes de a conquistar e destruir o Segundo Templo, tal como o Messias Jesus havia anunciado quase 40 anos antes. 
Esta descoberta já foi feita no passado Inverno durante uma escavação para um novo campus universitário para a Academia de Arte e Design Bezalel no exterior da Cidade velha. Segundo os arqueólogos responsáveis pela escavação, este achado comprova finalmente a descrição da muralha que foi derrubada, tal como relatado pelo historiador Josefo.

Durante a escavação, os arqueólogos encontraram os restos de uma torre rodeada por montes de pedras e pedregulhos disparados pelas catapultas romanas contra as forças judaicas que protegiam as muralhas.
Para a "Autoridade para as Antiguidades de Israel", "este é um testemunho fascinante do bombardeamento intensivo do exército romano comandado por Tito, antes da conquista da Cidade e da destruição do Segundo Templo."

ARÍETE ROMANO
"O bombardeamento era intencionalmente dirigido aos sentinelas que guardavam as muralhas, provendo também cobertura às forças romanas, para que estas se pudessem aproximar das muralhas com aríetes, dessa forma rompendo as defesas da Cidade." 
A parte da muralha que foi rompida era conhecida como a "terceira muralha." As suas ruínas foram encontradas na zona moderna de Jerusalém conhecida como "campo russo." Segundo os relatos de Josefo, esta secção da muralha foi projectada para proteger um novo bairro da Cidade que se tinha desenvolvido na parte de fora das duas muralhas já existentes.
Durante uma grande parte do século 20 os peritos debateram o trajecto dessa terceira muralha e "a questão relativa às fronteiras de Jerusalém nas vésperas da investida dos romanos" - assim reza a declaração, concluindo: "parece que a nova descoberta no 'campo russo' é prova da muralha existente nesta área."

Na sua obra "As Guerras dos Judeus", Flávio Josefo descreve a muralha: "O início da terceira muralha era junto à torre Hippicus, de onde chegava até ao quarteirão norte da Cidade, e a torre Psephinus...foi Agripqa quem cercou as partes acrescentadas à Cidade velha com esta muralha, partes até então desprotegidas."

SOLDADO ROMANO
A terceira muralha tinha ficado completa como parte das preparações dos judeus para a "grande revolta" contra Roma que se iniciou no ano 66 d.C. e que terminou em 70 d.C. quando os romanos romperam as muralhas de Jerusalém e destruíram o Segundo Templo. Centenas de milhares de judeus foram mortos, e a derrota anunciou o início de quase dois mil anos de exílio.
Os achados da escavação serão apresentados durante uma conferência a realizar no final deste mês na Universidade Hebraica de Jerusalém.
Esta descoberta veio mesmo a calhar, na semana em que o desacreditada UNESCO votou a favor de uma resolução que nega toda e qualquer ligação judaica e cristã aos lugares sagrados da Cidade de Jerusalém, capital de Israel...

Shalom, Israel!

quarta-feira, outubro 19, 2016

DEZENAS DE MILHARES DE JUDEUS AGLOMERAM-SE JUNTO AO MURO PARA A BÊNÇÃO SACERDOTAL

Esta manhã, a Cidade santa de Jerusalém, o local do mundo mais sagrado para os judeus e para os cristãos que seguem a Bíblia, fervilhou de judeus que se aglomeraram junto ao Muro para a célebre bênção sacerdotal realizada 2 vezes por ano.

Durante esta emotiva cerimónia, descendentes masculinos da casta sacerdotal coatita juntaram-se para recitar uma bênção que é diariamente pronunciada pelos judeus devotos nas sinagogas de Israel. As celebrações maiores são realizadas duas vezes por ano junto ao Muro - o local mais sagrado para os judeus - uma vez durante a Páscoa, na Primavera, e a segunda vez no Outono, como aconteceu na manhã de hoje.
O Muro Ocidental é o mais próximo lugar sagrado onde os judeus têm permissão para orar.

Os dois rabis principais de Israel e o rabi do Muro receberam as multidões numa grande cabana - "sukkah" - uma estrutura temporária erigida durante os dias de celebração da Festa dos Tabernáculos - "Sukkot."
As vastas multidões de judeus que hoje ali acorreram corresponderam ao apelo feito no passado Domingo pelo ministro do Interior de Israel, Aryeh Deri, para que todos os judeus ali acorressem como resposta à pérfida resolução aprovada pela UNESCO que nega qualquer ligação dos judeus a Jerusalém, mormente ao Muro Ocidental.
"Ninguém nos irá separar dos nossos lugares sagrados" - afirmou o ministro numa mensagem na sua página do facebook.

275 JUDEUS SUBIRAM HOJE AO MONTE DO TEMPLO - 8 FORAM REMOVIDOS
Das 1.115 pessoas que hoje subiram ao Monte do Templo actualmente profanado com a presença da mesquita Al-Aqsa e com o Domo da Rocha, 275 eram judeus. 8 judeus foram entretanto removidos pela polícia alegadamente por estarem "violando as condições da visita", ou seja: deviam estar a orar naquele lugar onde só os muçulmanos têm permissão para o fazer...

Shalom, Israel!

terça-feira, outubro 18, 2016

UNESCO ADOPTA OFICIALMENTE A PÉRFIDA RESOLUÇÃO SOBRE JERUSALÉM - ACTUALIZAÇÃO

Apesar das muitas demonstrações de revolta por parte de Israel e de judeus e cristãos por todo o mundo, o comité executivo da UNESCO decidiu esta manhã, na sua 200ª sessão, adoptar oficialmente a ridícula resolução que nega quaisquer laços históricos, culturais e religiosos do povo judeu, de Israel e dos cristãos à Cidade de Jerusalém.
Vinte e três nações votaram esta manhã a favor da resolução, enquanto que seis votaram contra e vinte e cinco se abstiveram. O voto desta manhã foi idêntico ao da passada Quint-Feira, excepto no caso do México, que deixou de votar a favor, votando com a abstenção.
Venceu a mentira satânico/islâmica. Venceu o revisionismo histórico "à la carte". A História passou a ser reinterpretada ao sabor de cada um. A UNESCO perdeu toda a pouca moral e credibilidade que ainda lhe restava, cedendo à pressão (quem sabe se ao medo) do Islão e seus aliados, como é o caso das nações que alinharam na mentira e se deixaram orientar pela bitola dos interesses políticos subjugados ao poder económico do petróleo árabe. Pagarão um alto preço por isso.
E, é claro, quem ficou mais a ganhar foram os palestinianos, que desta forma enchem o peito de ar acusando os israelitas de serem a "força ocupante."

Ainda que pouco ou nada afecte a realidade no terreno, uma vez que Israel é soberano sobre toda a Cidade santa de Jerusalém, não tendo de prestar contas a ninguém por isso, esta recambolesca resolução abre ainda mais as feridas já existentes dentro daquela organização da ONU sediada em Paris. 
Todo este descambar da UNESCO para a estupidez e idiotice começou já em 2011, quando aquele órgão da ONU decidiu aceitar os palestinianos como membros do mesmo. Esta resolução hoje oficialmente adoptada e designada "Palestina ocupada" é a confirmação final daquilo que Israel vem conhecendo desde há décadas na ONU: o anti-sionismo e até o anti-semitismo. Basta relembrar o número de resoluções adoptadas pelo Conselho de Segurança contra Israel e compará-lo com as que condenam governos de países árabes, mesmo aqueles que têm praticado verdadeiros genocídios contra a sua população, como é o caso actual da Síria, com o seu cruel ditador Assad.
Apesar da "viragem" da posição do México nas últimas horas, Israel sabia que isso de pouco ou nada adiantaria face à prepotência dos restantes membros da sinistra e desacreditada organização.
O Brasil veio também expressar "reservas" sobre a linguagem empregue na resolução, não deixando no entanto de votar favoravelmente a favor dos palestinianos, contra Israel. 

Shalom, Israel! 

MÉXICO LEVA UNESCO A UMA NOVA VOTAÇÃO SOBRE JERUSALÉM

Numa inesperada reviravolta de última hora, a UNESCO decidiu hoje voltar a realizar uma nova votação sobre a ligação histórica e cultural de Jerusalém, como resultado do anúncio feito ontem à noite pelo México de que mudaria o sentido do seu voto numa próxima votação sobre a matéria.
Lembremo-nos que o México foi um dos países que votou a favor da pérfida resolução que anulou por completo qualquer ligação judaica ao seu lugar mais sagrado: Jerusalém e o Monte do Templo.
A resolução aprovada por 24 países atribuiu unicamente nomes islâmicos ao Monte do Templo e ao próprio Muro Ocidental, condenando ainda Israel como "poder ocupante."
Tendo votado a favor desta resolução, o embaixador do México comunicou ontem à noite que se absteria numa próxima votação, o que não só causou uma enorme surpresa, como acabou por levar o órgão executivo da UNESCO a uma nova votação.
"Mudar o voto reitera o reconhecimento que o governo do México dá à inegável ligação entre o povo judeu e a herança cultural em Jerusalém oriental" - declara o comunicado ontem à noite emitido pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros do México. E conclui: "Reflecte ainda a profunda apreciação que este governo tem pela comunidade judaica, e pelos seus significativos contributos para o bem estar e o desenvolvimento económico, social e cultural do México em particular."
Esta corajosa e louvável decisão do México tem lugar depois que o seu embaixador para a UNESCO, Andres Roemer, ter abandonado a sala em Paris onde na Quinta-Feira passada a votação foi realizada, naquilo que pareceu ser um protesto pessoal contra a decisão do seu país em votar a favor da resolução. Sendo ele próprio judeu, o embaixador Roemer considerou até abandonar o cargo, tendo já sido proposto um novo embaixador para o substituir.
O embaixador de Israel para a UNESCO, Carmel Shama-Hacohen, informou esta manhã que após ter falado com Roemer sobre a sua oposição, sugeriu-lhe que fizesse uso de uma cláusula que obriga a uma segunda votação.
"Não vamos desistir, e lutaremos até ao fim" - afirmou o embaixador israelita.

Bem haja o México!

Shalom, Israel!

segunda-feira, outubro 17, 2016

NETANYAHU FALOU COM GUTERRES SOBRE A ONU E ISRAEL

ANTÓNIO GUTERRES COM O REPRESENTANTE
ISRAELITA PARA A ONU, DANNY DANON,
NO PASSADO DIA 13, NA SEDE DA ONU
Na sexta-feira passada, o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu falou com António Guterres, o português nomeado para próximo secretário-geral da ONU, e que assumirá as suas funções a partir do próximo dia 1 de Janeiro de 2017.

Transcrevo na íntegra o que Netanyahu escreveu anteontem na sua página do facebook:

"Partilhei com ele (Guterres) a revolta de todos os israelitas pela decisão tomada na quinta-feira pela UNESCO, negando mais uma vez a ligação de 3.000 anos entre o povo judeu e o seu lugar mais sagrado em Jerusalém, o Monte do Templo. Este foi o lugar do Templo de Salomão descrito no Livro dos Reis, na Bíblia. Este foi o lugar do Segundo Templo construído pelos exilados judeus que regressaram da Babilónia cerca de 500 anos depois. Foi este Segundo Templo que o rei Herodes reconstruiu e que Jesus visitou, tal como o Novo Testamento relata.
Decisões como esta distorcem a verdade histórica que judeus, cristãos e que a maior parte da humanidade sabem ser um facto. Estas decisões também não contribuem nada para a paz. Pelo contrário, elas apenas alimentam a fantasia palestiniana de uma Terra de Israel sem Israel. Eles ensinam erradamente as crianças palestinianas que os judeus não têm história nem direitos aqui, pelo que não é necessário fazer a paz com eles.
Ontem, as Nações Unidas demonstraram ainda mais a sua bancarrota moral quando se trata de Israel.
O Conselho de Segurança discutiu aquilo a que vem apelidando de "colonatos israelitas ilegais". Segundo o documento conceptual da ONU, a simples presença de judeus vivendo na Judeia e Samaria, a Margem Ocidental, "compromete seriamente" a viabilidade de dois estados.
Essa reivindicação só faz sentido se ignorarmos milhares de anos de História judaica, tal como a UNESCO fez nesta semana.
Essa reivindicação só faz sentido se aceitarmos a exigência anti-semita palestiniana de um estado livre de judeus, como algo essencial para a paz.
Mais de um milhão e meio de árabes vivem em Israel como cidadãos de pleno direito. Será que a sua presença constitui uma barreira para a paz? É claro que não. O facto de alguns judeus viverem na Judeia e na Samaria não é da mesma forma uma barreira para a paz.
Não obstante o número das mentiras repetidas sobre Israel, isso não as torna verdade.
A verdadeira barreira para a paz não são os assentamentos, mas a persistente recusa palestiniana de reconhecer um estado judaico em quaisquer fronteiras.
É por isso que os palestinianos atacaram os judeus meio século antes que houvesse um único assentamento e continuaram a atacar Israel depois de ter desmantelado todos os assentamentos, e ter saído de Gaza completamente.
A verdadeira barreira para a paz é a revoltante ideia de que os judeus não podem viver na sua terra ancestral e que têm se ser tirados dela para fora.
A verdadeira barreira para a paz são os regimes terroristas como o Hamas que dispara dezenas de milhares de mísseis contra cidadãos israelitas e que apela ao genocídio de todos os judeus.
Mas a ONU, e os assim-chamados grupos para a paz que testemunharam aqui na sexta-feira, estão super-ocupados em negar aos judeus os nossos direitos, espalhando mentiras e distorcendo a História para reconhecer e condenar as actuais barreiras à paz.
Até que isso mude, até que a ONU deixe cair os seus duplos padrões em relação a Israel e pare de ignorar o terrorismo e o rejeccionismo palestiniano, a paz para os israelitas e palestinianos não virá das Nações Unidas mais do que a segurança para Israel do Conselho de Segurança.
Eu disse recentemente nas Nações Unidas que nos próximos meses poderá vir uma tempestade antes da calmaria. Nós estamos na tempestade. Mas eu também disse ter "confiança total que nos próximos anos a revolução da posição de Israel entre as nações irá finalmente penetrar este forum de nações."
Vai levar algum tempo, mas ele também chegará, em que a maioria das nações do mundo decidirão parar de se servirem da ONU como uma plataforma para mentiras e ódio, recuperando o seu nobre mandato para fazer avançar a verdade e a paz."

Shalom, Israel!


sábado, outubro 15, 2016

DIRECTORA DA UNESCO DESVINCULA-SE DA RESOLUÇÃO TOMADA PELA PRÓPRIA ORGANIZAÇÃO QUE ELA DIRIGE...

Respondendo a uma carta da ex-ministra israelita para as Relações Externas de Israel Tzipi Livni, a actual directora da UNESCO, Irina Bokova distanciou-se claramente da controversa decisão tomada pela organização que ela dirige, e afirmou o seu compromisso em combater o anti-semitismo.
Depois do ministro israelita para a Educação, Naftali Bennett, ter anunciado o rompimento da cooperação entre Israel e a UNESCO, a directora-geral do organismo cultural da ONU veio a lume, enviando uma comunicação a Tzipi Livni, em que afirma que a organização trabalha para "combater a intolerância e as formas contemporâneas de anti-semitismo, incluindo as que procuram deslegitimar o estado de Israel."
Bokova fez questão de notar que as decisões tomadas são da responsabilidade dos estados-membros e não dela, como directora-geral da organização.
Bokova repetiu ainda as suas declarações dos passados meses de Abril e de Julho, em que "A Velha Cidade de Jerusalém é a cidade sagrada das três religiões monoteístas: o judaísmo, o cristianismo e o islamismo, e que tanto os judeus, como os cristãos e os muçulmanos têm direito ao reconhecimento explícito da sua História e relacionamento com a cidade."
 
E, numa aparente oposição à resolução aprovada pelo organismo que ela dirige, Bokova afirmou ainda: "acredito firmemente que negar ou ocultar quaisquer das tradições judaica, cristã ou muçulmana mina a integridade do sítio."
Bokova referiu-se ainda a alguns dos sítios inscritos na lista do património mundial da UNESCO e a alguns dos projectos da organização, que "atestam o nosso compromisso com a cultura judaica e que comprovam o nosso conhecimento e respeito pelos laços existentes entre o povo judeu e a Terra Santa, incluindo Jerusalém."
 
A directora-geral da UNESCO fez ainda questão de apregoar que a sua organização "é a única da ONU com um programa dedicado à educação sobre o Holocausto."
 
 
Irina Bokova e a organização que dirige com agendas contrárias. Ainda bem para ela. Só espero que ela não se fique pelo "politicamente correcto" das palavras, mas que dê passos que comprovem de facto esta sua louvável postura...
 
Shalom, Israel!
 
 

sexta-feira, outubro 14, 2016

"A VERDADE HISTÓRICA É MAIS FORTE, E A VERDADE PREVALECERÁ" - AFIRMOU NETANYAHU EM REACÇÃO À RESOLUÇÃO DA UNESCO

Furioso como não poderia deixar de estar com a decisão da UNESCO em reinventar a História no que concerne à ligação milenar dos judeus com a sua Cidade eterna, Jerusalém, o primeiro-ministro comentou e satirizou a decisão do desacreditado órgão da ONU, com as seguintes palavras:

"Hoje, a organização adoptou outra decisão delirante, afirmando que o povo judeu não tem ligação com o Monte do Templo ou com o Muro Ocidental. Mesmo que eles não leiam a Bíblia, eu sugeriria aos membros da UNESCO que visitem o Arco de Tito, em Roma. Nele, pode-se ver o que os romanos trouxeram para Roma depois de destruírem e saquearem o Segundo Templo, no Monte do Templo, há 2 mil anos. Lá, gravada no Arco de Tito, está a Menorá de sete braços que é o símbolo do povo judeu e, lembro-vos, também é o símbolo do estado judeu, actualmente.
Em breve, a UNESCO vai dizer que o imperador Tito está envolvido em propaganda sionista.
Dizer que Israel não tem ligação com o Monte do Templo e com o Muro das Lamentações, é como dizer que a China não tem ligação com a Grande Muralha da China ou que o Egipto não tem ligação com as pirâmides. 
Com essa decisão absurda, a UNESCO perdeu a pouca legitimidade que ainda lhe restava.
Mas eu acredito que a verdade histórica é mais forte, e a verdade prevalecerá. E, hoje, estamos a lidar com a verdade."

ISRAEL SUSPENDE COOPERAÇÃO COM A UNESCO
O Ministro para a Educação israelita Naftali Bennett decidiu entretanto suspender toda a cooperação com a UNESCO, face à resolução ontem tomada e que, segundo Bennet, foi "um incremento para o terrorismo."

Shalom, Israel!

quinta-feira, outubro 13, 2016

NUMA ABOMINÁVEL ADULTERAÇÃO DA HISTÓRIA, A UNESCO "DECIDIU" QUE OS JUDEUS NÃO TÊM QUALQUER LIGAÇÃO A JERUSALÉM...!

A mais que desacreditada UNESCO, o órgão da ONU ligado ao património histórico e cultural do mundo, mostrou a sua verdadeira face anti-semita, ao ter cedido às pérfidas chantagens e mentiras dos palestinianos, conseguindo fazer passar e aprovar esta manhã uma resolução proposta pelos palestinianos negando toda e qualquer ligação entre os judeus, Jerusalém e o Monte do Templo (Monte Moriá).
24 países apoiaram a resolução - entre os quais a Argélia, o Bangladesh, o Brasil, o Chade, a China, a república Dominicana, o Egipto, o Irão, o Líbano, a Malásia, a Mauritânia, o México, Marrocos, Moçambique, a Nicarágua, a Nigéria, o Omã, o Paquistão, o Qatar, a Rússia, o Senegal, a África do Sul, o Sudão e o Vietname - enquanto que 26 se abstiveram, e outros 6 votaram contra. De assinalar que nenhuma nação europeia votou a favor da ridícula e ignóbil resolução.
Mesmo assim, a França, a Suécia, a Eslovénia, a Índia, a Argentina e o Togo estavam a preparar-se para votar a favor desta verdadeira estupidificação da História, mas, perto da hora da votação, foram convencidos a se absterem.
Contra a recambolesca resolução favorável à mentira palestiniana votaram os Estados Unidos, a Inglaterra, a Lituânia, a Holanda, a Estónia e a Alemanha. 

ISRAEL PEDE AJUDA À SANTA SÉ
Numa atitude sem precedentes, Israel procurou ajuda na Santa Sé para que esta influenciasse vários países a não votarem a favor desta resolução, alegando que a mesma, ao ser aprovada, iria prejudicar também os cristãos.
O embaixador designado por Israel para a Santa Sé, Oren David, contactou o secretário do Vaticano para as relações com os estados, Antoine Camilleri, solicitando à Santa Sé que ajudasse a convencer os estados membros da UNESCO a não votarem a favor desta resolução.

"NÃO SE PODE MUDAR A HISTÓRIA"
Carmel Shama Hachoen, delegado permanente de Israel na UNESCO, comentou: "Tanto Israel como o povo judeu não solicitam à UNESCO ou a qualquer país a confirmação da ligação especial do povo judeu e do estado de Israel a Jerusalém e aos seus lugares sagrados, como o Muro Ocidental e o Monte do Templo em particular."
E o embaixador prosseguiu: "Não existe nenhuma ligação de nenhum outro povo a nenhum lugar no mundo que se aproxime nem de perto nem de longe à nossa ligação a Jerusalém, numa perspectiva religiosa, histórica e nacional, uma ligação que tem resistido à prova de mais de 2 mil anos."


O presidente de Israel, Reuven Rivlin, afirmou esta manhã: "Não existe nenhum festival tão ligado a Jerusalém como o Sukkot (Tabernáculos). Todos os festivais de Israel destacam o elo inquebrável entre o nosso povo e a nossa terra, e nenhum fórum ou organização política pode aparecer e negar a conexão entre o povo judeu, a Terra de Israel e Jerusalém...podemos entender o criticismo, mas não se pode mudar a História."

O Ministério Israelita para as Relações Exteriores publicou uma brochura demonstrando a conexão histórica judaica a Jerusalém, a qual foi distribuída a todos os 120 delegados permanentes na UNESCO, cujos países mantêm relações com Israel, destacando os seguintes factos:

A Menorá é o Candelabro que se encontrava no antigo Templo judaico em Jerusalém, servindo como emblema do estado de Israel. Na gravura da esquerda, uma gravação em pedra da Menorá do ano 66 d.C. descoberta em Jerusalém, e que foi encontrada nas escavações de um antigo dreno na Cidade de David, em Jerusalém, com pelo menos 2.000 anos.

Esta pedra, descoberta em Tel Dan em 1994, tem registada a vitória do rei Azael de Hirão sobre um rei da "Casa de David." Esta descoberta representa a primeira prova extra-bíblica da existência de um Rei David bíblico e da dinastia davídica. 

Este selo real exibido este ano (2016) pela primeira vez revela uma gravação (carimbo) real do rei bíblico Ezequias, do 8º século a.C. Esta descoberta foi feita nas escavações no parque arqueológico "Ophel", adjacente ao Monte do Templo, em Jerusalém.

Estas gravações - selos reais - pertencem a oficiais reais do rei Zedequias, o último rei de Judá - 6º século a.C.
As descobertas foram feitas em 2007 e 2008 na Cidade de David, Jerusalém, e identificam "Jucal, filho de Shelemias", e "Gedalias, filho de Passur", como aqueles que tentaram matar o profeta Jeremias, tal como relatado na Bíblia (Jeremias 38:1).
O local desta descoberta está associado por muitos arqueólogos como sendo o do governo real central da dinastia davídica.

O Arco de Tito, em Roma, perto do Coliseu, foi construído no 1º século d.C. - 82 d.C. - pelo imperador romano Domiciano pouco depois da morte do seu irmão mais velho Tito para comemorar as suas vitórias, sendo a mais notável o cerco a Jerusalém no ano 70 d.C.
Nas gravuras gravadas no Arco notam-se perfeitamente os tesouros do Templo de Jerusalém, incluindo entre outros a Menorá, sendo transportados triunfalmente para a cidade de Roma. 

Enfurecidos por esta ignóbil resolução da UNESCO, vários líderes israelitas têm comparado a mesma à ridícula negação do islamismo a Meca ou dos egípcios às pirâmides...

Já com pouca credibilidade, a UNESCO caiu completamente na consideração que ainda restasse alguém minimamente culto e informado. Lamentável é ver como a mentira consegue induzir tantos países à vergonhosa postura face à realidade dos factos históricos até há pouco inquestionáveis pelos próprios árabes...

Shalom, Israel!











quarta-feira, outubro 12, 2016

DEZENAS DE MILHARES DE JUDEUS INICIARAM O YOM KIPPUR JUNTO AO MURO

Começou ontem ao pôr do sol a celebração do "Dia da Expiação" - o Yom Kippur - que terminará 25 horas depois. 
Neste dia, o sumo sacerdote entrava no lugar santíssimo, ou "santo dos santos", para levar a Deus o pedido de perdão de toda a nação de Israel. Vários sacrifícios eram realizados, especialmente o do "bode expiatório", que, figurativamente, levava sobre si todos os pecados do povo. 
Nestas 25 horas, uma grande percentagem dos judeus no mundo inteiro jejuam e suplicam a Deus para que não risque os seus nomes do Livro da Vida. É o dia em que os judeus acreditam que serão purificados dos seus pecados - Levítico 16:30.
Quando se encontram uns com os outros neste dia, os judeus costumam saudar-se com a expressão: "Que o teu nome seja selado no Livro da Vida neste ano."

Ontem à noite dezenas de milhares de judeus juntaram-se junto ao Muro Ocidental, em Jerusalém.

Shalom, Israel!


segunda-feira, outubro 10, 2016

LÍDERES PALESTINIANOS NÃO CONDENARAM ATAQUE TERRORISTA DE ONTEM QUE CAUSOU 2 VÍTIMAS MORTAIS

Outra coisa seria difícil de esperar dessa gente, mas, tal como o embaixador israelita nas Nações Danny Danon perguntou: "por que é que vocês (as Nações Unidas) não pedem à Autoridade Palestiniana para condenar o ataque terrorista?"

Para além do hediondo crime cometido ontem por um palestiniano contra cidadãos israelitas na manhã de ontem e que causou 2 vítimas mortais e 6 feridos, em Jerusalém, é revoltante ver as manifestações de regozijo por parte de árabes que residem em Jerusalém, na Judeia e na Samaria.
Em algumas situações, foram vistos árabes oferecendo guloseimas e exibindo fotos do terrorista autor do atentado, sob os gritos "Alá é grande".
O atentado de ontem de manhã teve lugar em dois lugares distintos. Um carro parou e o seu ocupante começou a fazer disparos contra pessoas paradas numa estação de metro (Ammunition Hill). Logo de seguida avançou para uma estação, abrindo fogo e ferindo mais transeuntes, tendo de seguida sido abatido pelas forças de segurança.
A exigência de Danon não é para menos. Como é que é possível negociar a paz com um povo que se regozija com os bárbaros ataques terroristas cometidos contra aqueles com quem alegadamente quer fazer a paz?
"Chegou a altura" - afirmou Danon - "em que a comunidade internacional tem de declarar explícita e incondicionalmente que o apoio ao terrorismo ou ajuda aos terroristas é inaceitável, e que exigirá aos líderes da Autoridade Palestiniana que aceitem isso. O silêncio da Autoridade Palestiniana após esses assassinatos e as subsequentes celebrações é ensurdecedor."

Shalom, Israel!

sábado, outubro 08, 2016

MINI-CRUZEIROS ENTRE HAIFA E ACRE VÃO ATRAIR MUITOS TURISTAS

Um mini-cruzeiro de 25 minutos entre as cidades de Haifa e Acre, no Norte de Israel, irá em breve atrair muitos turistas que, pernoitando em Haifa, poderão fazer uma deslocação paradisíaca à velha cidade de Acre e regressar no mesmo dia a Haifa, sem terem de perder horas no congestionado trânsito que liga as duas cidades.
Estes cruzeiros começarão já na próxima semana, 7 dias por semana, e transportarão um total de 220 pessoas num ambiente de festa, com música e espectaculares vistas da costa Norte de Israel, podendo-se ver a parte alta e baixa da Galileia. Os turistas poderão admirar as muralhas da antiga fortaleza de Acre construída pelos cruzados, com o seu histórico farol.

As viagens à noite permitirão o deslumbre das luzes da cidade de Haifa até ao cimo, onde se encontra o conhecido templo Bahai com os seus belíssimos jardins iluminados.
Durante a viagem, uma gravação relatará a História de Acre e de todos os povos que controlaram a região, desde os romanos aos mamelucos, dos cruzados aos britânicos.
A inaugurar já durante as festas judaicas da próxima semana, o cruzeiro realizar-se-à inicialmente 4 vezes por dia.

Shalom, Israel!

sexta-feira, outubro 07, 2016

"UMA DESCOBERTA IMPORTANTE E INCOMUM" COMPROVA RELATO BÍBLICO SOBRE O REI EZEQUIAS

Israel é um tesouro visível que por vezes nos surpreende com aquilo que até agora tem estado soterrado, mas que, graças à arqueologia, tem sido trazido à luz do dia, acabando por confirmar os relatos bíblicos durante tantos anos postos em dúvida por liberais e agnósticos.
A descoberta em causa já tem alguns dias, mas, devido à sua importância, quisemos deixar "assentar a poeira" do entusiasmo que estas coisas sempre suscitam, e emitir as notícias do que realmente se encontrou.

UM ENORME PORTÃO-SANTUÁRIO
A descoberta aconteceu no Parque Nacional de Laquis. Um enorme portão-santuário do período do Primeiro Templo (8º século a.C.) foi completamente escavado, e, dada a sua importância, considerado pela "Autoridade para as Antiguidades de Israel" como "uma descoberta importante e incomum" que fornece inequívocas evidências do relato bíblico dos esforços do rei Ezequias para acabar com a adoração de falsos ídolos.
O lado Norte deste enorme portão tem 24,5 metros x 24,5 metros - o maior até agora descoberto em Israel daquela era - já tinha sido escavado há décadas atrás por arqueólogos ingleses e da Universidade de Tel Aviv.
As actuais escavações têm decorrido desde Janeiro passado no parque nacional de Laquis, uns 45 kms a sudeste de Jerusalém. 
"A dimensão do portão é consistente com o conhecimento histórico e arqueológico que possuímos, pelo que Laquis era uma importante cidade, a segunda depois de Jerusalém" - afirmou Sa'ar Ganor, director da escavação.

"Segundo a narrativa bíblica, os portões das cidades eram o lugar onde tudo acontecia: nos bancos que ladeavam a entrada, sentavam-se os anciãos da cidade, os juízes, os governadores, os reis e os oficiais. Ora esses bancos foram descobertos nas nossas escavações."
O portão de entrada de Laquis, agora totalmente exposto e preservado a uma altura de 4 metros, consiste de 6 câmaras - 3 de cada lado - e uma rua principal passando pelo meio delas. 
Na primeira câmara, encontraram-se bancos com apoios de braço; jarras; conchas para carregar grãos; e pegas de jarras marcadas com o nome do oficial ou com um selo real. Duas das pegas têm registadas como selo as palavras: "lmlk hbrn", cujo significado é: "pertencente ao rei de Hebron."

A palavra "lmlk" aparece escrita em uma das pegas juntamente com a representação de um besouro de quatro asas. Em outra gravação aparece o nome "inhm avadi", provavelmente de um oficial sénior do reino de Ezequias. Estas jarras estão provavelmente relacionadas com as preparações militares e administrativas do rei Ezequias para a guerra contra Senaqueribe, rei da Assíria, em finais do século 8º a.C., e que resultou na destruição de Laquis no ano 701 a.C.
A continuação do edifício é o portão-santuário com paredes rebocadas. "Degraus para o portão-santuário em forma de escadaria ascendiam a uma grande sala onde existia um banco sobre o qual eram colocadas as oferendas" - informou Ganor, durante uma conferência de imprensa realizada em 28 de Setembro último para apresentação das descobertas.
"Havia uma abertura exposta no canto da sala que conduzia ao santo dos santos. Para nossa enorme admiração, foram encontrados nesta sala 2 altares com chifres nas 4 pontas e montes de achados em cerâmica, consistindo de lamparinas, taças e apoios. É muito interessante que os chifres no altar estavam intencionalmente truncados. Isso é provavelmente uma evidência da reforma religiosa atribuída ao rei Ezequias através da qual a adoração religiosa foi centralizada em Jerusalém, e destruídos os lugares altos de culto que foram edificados fora da capital."
No 2º Livro dos Reis, o verso 18:4 descreve como Ezequias "tirou os altos, quebrou as estátuas, e fez em pedaços a serpente de metal que Moisés fizera; porquanto até àquele dia os filhos de Israel lhe queimavam incenso, e lhe chamaram Neustã."

Uma latrina de pedra tinha sido colocada no santo dos santos, aparentemente como profanação final do portão-santuário proibido. Esta é a primeira evidência arqueológica de tal prática, descrita na Bíblia no 2º Livro dos Reis 10:27: "Também quebraram a estátua de Baal; e derrubaram a casa de Baal, e fizeram dela latrinas, até ao dia de hoje." Testes de laboratório sugerem que a latrina nunca foi usada, sendo por isso simbólica.
A escavação revelou camadas de destruição provocadas pela guerra com a Assíria, incluindo pontas de lança, e pedras de arremesso, indicando combates corpo a corpo na casa do portão da cidade. Evidências da campanha militar de Senaqueribe em Judá são conhecidas dos registos arqueológicos, dos relatos bíblicos (2 Reis 18 e 2 Crónicas 32), e dos relevos na parede de Laquis do palácio de Senaqueribe, em Nínive, descrevendo a história da conquista da cidade.

Shaul Goldstein, director geral da "Autoridade para os Parques e Natureza", disse que o centro para visitantes planeado para Tel Laquis "incluirá o relevo que foi encontrado no quarto privado do rei da Assíria e que descreve os nossos antepassados na guerra, e ao entrarem no cativeiro que os conduziu a uma vida de exílio que dura até aos dias de hoje. O altar do tempo do rei Ezequias constitui outra ligação sagrada a este importante assentamento."
O portão está temporariamente coberto para conservação até à abertura do centro para visitantes.
É impressionante vermos como a cada dia que passa a arqueologia vai comprovando a veracidade dos relatos bíblicos, desfazendo todas as dúvidas e confirmando a inquestionável presença histórica do povo judeu na Terra de Israel!

Shalom, Israel!


quinta-feira, outubro 06, 2016

ANTÓNIO GUTERRES NOMEADO NOVO SECRETÁRIO-GERAL DA ONU

Nomeado por unanimidade e aclamação, o engenheiro português ANTÓNIO MANUEL DE OLIVEIRA GUTERRES, de 67 anos, foi eleito como novo secretário-geral da mais importante organização internacional, a ONU.
Naquilo que alguém descreveu como "um raro momento de unidade" na ONU, a decisão unânime do Conselho de Segurança tomada ontem em Nova Iorque, com 13 votos de encorajamento e 2 sem opinião, e a aclamação feita há minutos pela esmagadora maioria dos representantes das nações do mundo presentes esta manhã na principal sala das Nações Unidas consagrou este "humanista português" como o novo líder do órgão mais representativo da comunidade das nações. 
"O Conselho de Segurança recomenda à Assembleia-Geral que o senhor António Guterres seja designado como secretário-geral das Nações Unidas, entre 1 de Janeiro de 2017 e 31 de Dezembro de 2021" - assim se lia na declaração do órgão decisório da ONU, aprovada por aclamação, ontem mesmo, no dia celebrado em Portugal como o "Dia da República".

QUEM É ANTÓNIO GUTERRES
António Guterres é um homem considerado humilde, um "homem com coração e razão." Católico convicto e praticante, foi primeiro-ministro do governo português nos anos  1995 - 2001, tendo ficado conhecido e respeitado pelo projectos de âmbito social que instaurou no país. 
Tive o privilégio de o conhecer pessoalmente quando, ao fazer parte da direcção da Aliança Evangèlica Portuguesa, fomos cordialmente recebidos por Guterres na sua qualidade de primeiro-ministro. Nunca me esquecerei que foi este homem de convicções cristãs que vetou a pérfida lei do aborto proposta pela esquerda portuguesa.
António Guterres foi durante 17 anos deputado do Partido Socialista, tendo em 1995 conquistado o cargo de primeiro-ministro de Portugal, que ocupou até Dezembro de 2001.
Foi também presidente da Internacional Socialista entre 1999 e 2005, de onde saiu para a ACNUR

Guterres é um homem "dialogante e conciliador", cumprindo os requisitos necessários para estar à frente do órgão político mais importante do mundo, e que reúne a maioria das nações.
António Guterres é casado em segundas núpcias com Catarina Vaz Pinto e tem dois filhos.
A sua experiência na "casa das Nações Unidas" contou certamente bastante para esta nomeação: ele chefiou o Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) entre Junho de 2005 e Dezembro de 2015, uma organização com cerca de 10 mil funcionários em 125 países.
MENSAGEM CONGRATULATÓRIA DO
COMISSÁRIO EUROPEU, JEAN-CLAUDE JUNCKER
Durante este seu bem sucedido mandato à frente da ACNUR, Guterres promoveu "uma profunda reforma estrutural" na organização, reduzindo o número de funcionários em 20% na sede, em Genebra, ao mesmo tempo que triplicou o volume de actividades do organismo, num mandato marcado por algumas das maiores crises de refugiados e deslocados das últimas décadas, nomeadamente devidos aos conflitos na Síria, Iraque, Sudão do Sul, República Centro-Africana e Iémen.

O líder português vai suceder ao ineficaz sul-coreano Ban ki-Moon, um líder que nada conseguiu fazer a favor da paz no mundo, e que sempre demonstrou clara e inequivocamente o seu anti-sionismo.
Guterres terá em cima da mesa seríssimos problemas por resolver, nomeadamente o conflito na Síria, mas acabará também por ter de tratar da questão israelo-palestiniana. É por essa razão que a eleição deste honrado português provoca-me um misto de regozijo e de preocupação. Alegro-me por ver um português prestigiado desta maneira tão honrosa para liderar a organização mais importante e influente do mundo. Mas, por outro lado, preocupo-me com as posições que ele irá tomar face às injustiças e condenações habituais da ONU em relação a Israel, o país mais condenado nas resoluções daquela organização. Não me consta que a nível pessoal ele alimente ódios ou preconceitos em relação a Israel. Mas uma coisa é o homem Guterres, humanista por natureza. Outra coisa, é o homem político, confinado a pressões indescritíveis por parte dos árabes e dos membros do Conselho de Segurança da ONU, na sua maioria anti-sionistas.
António Guterres precisa das nossas orações. E é isso que irei fazer.

Shalom, Israel!





terça-feira, outubro 04, 2016

MAIS UM JUDEU LAUREADO COM O PRÉMIO NOBEL PARA A FÍSICA

J. Michael Kosterlitz, um dos 3 agraciados esta manhã com o prémio Nobel para a Física, é filho de judeus alemães fugidos da Alemanha para a Inglaterra em 1934.
Juntamente com os físicos britânicos David Thouless e Duncan Haldane, Michael Kosterlitz foi esta manhã galardoado com esta alta distinção, pela revelação dos segredos da matéria exótica. Segundo o júri, "Os laureados deste ano abriram a porta a um mundo desconhecido onde a matéria pode assumir estados estranhos. Eles fizeram uso de avançados métodos matemáticos para estudarem fases ou estados anormais da matéria, tal como os super-condutores, os super-fluídos ou os super-finos filmes magnéticos."
"Graças ao seu trabalho pioneiro, o próximo passo nesta busca é encontrar novas e exóticas fases da matéria."
Os galardoados irão receber entre eles a quantia de 834.000 euros.
Kosterlitz é filho directo de judeus alemães, tendo o seu pai, Hans Walter Kosterlitz, sido um pioneiro na bio-química. Depois de em 1934 ter sido barrado do seu trabalho, em Berlim, pela ascensão do nazismo, Hans Walter fugiu para a Escócia, tendo posteriormente conseguido levar para junto de si a sua mãe, seu irmão, e sua futura esposa Hannah.

Shalom, Israel!

sábado, outubro 01, 2016

ISRAEL 2017


Estão abertas as inscrições para a
EXCURSÃO AO ISRAEL BÍBLICO - JULHO de 2017

Não perca tempo! Inscreva-se já!
Mais informações: viagens.shalom@gmail.com