sábado, fevereiro 28, 2026

ISRAEL E EUA LANÇAM ATAQUE PREVENTIVO CONTRA O IRÃO


A operação militar conjunta "Rugido do Leão" (para os israelitas) e "Fúria Épica" para os norte-americanos iniciou-se no início desta manhã com um forte ataque preventivo pela força aérea de Israel contra centenas de posições do regime iraniano. Os ataques sobre Teerão têm sido intensos, incluindo o edifício do aiatolá Khamenei, o líder do regime satânico que se instalou no poder há 47 anos e que desde então tem oprimido e reprimido o povo, com especial incidência no passado mês de Janeiro em que dezenas de milhares de manifestantes civis foram assassinados pelas brutais forças dos Guardas Revolucionários e milícias às ordens do fanático religioso islâmico aiatolá Khamenei. 


O próprio bunker onde este carrasco se tem andado a esconder foi destruído, e a grande pergunta neste momento é se ele terá sido morto, ferido, ou se terá então conseguido escapar. Há versões contraditórias, pelo que resta esperar para obter uma confirmação. Sabe-se entretanto que o conselheiro de Khamenei, Ali Shamkhani, foi eliminado num dos ataques desta manhã pelas forças israelitas e norte-americanas. Para além deste, outros carrascos importantes foram também eliminados esta manhã: o ministro da Defesa do Irão Amir Nasirzadeh, e o comandante dos Guardas Revolucionários Iranianos general Mohammed Pakpour. 

Cerca de 200 aviões de combate israelitas atacaram até agora cerca de 500 alvos no Irão. Este foi o maior ataque de sempre da Força Aérea Israelita. Os ataques têm-se focado inicialmente nos sistemas estratégicos de defesa do regime iraniano. Com esse obstáculo retirado do caminho, a força aérea israelita e norte-americana terão total liberdade de acção no espaço aéreo iraniano. 


O Irão tem lançado várias ondas de ataques com mísseis balísticos contra Israel desde esta manhã, tendo até agora sido todos interceptados pelos avançados sistemas de defesa israelitas. Há registos de uma pessoa ferida no Norte, felizmente sem gravidade, mas como consequência de estilhaços provenientes do disparo de mísseis do sistema de defesa. As sirenes têm estado a soar por todo o país, desde Norte a Sul, e as populações são constantemente alertadas aquando da chegada de mais mísseis, tendo assim tempo para se abrigarem nos locais próprios, nas estações de metro subterrâneas ou em parques de estacionamento subterrâneos. Os hospitais israelitas já evacuaram os seus doentes para as partes subterrâneas dos mesmos, e o clima geral é de estabilidade e de acalmia face àquilo a que a população israelita se tem habituado desde há anos. 


"UMA NAÇÃO INTEIRA ESTÁ CONVOSCO!"

Eyal Zamir, chefe supremo das Forças Armadas de Israel encorajou os militares israelitas dos vários ramos: "Quando assumi o meu posto, eu disse que diante dos nossos olhos em todo o tempo está a vitória e a derrota decisiva do inimigo. Todo o inimigo que oferecer uma ameaça à segurança de Israel pagará um elevado preço. Confiai em nós e no poder das IDF para agir com força determinada em todas as frentes." E concluiu: "Ide na vossa missão, erguendo-vos como fagulhas de fogo e como espada aguda no território do inimigo. Uma nação inteira está convosco até à vitória!"

As forças israelitas estão a operar em plena cooperação com as forças dos EUA presentes na região. A campanha conjunta preparada desde há meses visa "decapitar o regime terrorista iraniano e remover ameaças existenciais."


TRUMP FALA AO MUNDO

Num discurso emitido esta manhã a partir de Washington, o presidente Donald Trump informou: "Os militares dos Estados Unidos estão a levar a cabo uma contínua operação massiva para prevenir que esta perversa e radical ditadura ameace a América e os nossos principais interesses de segurança."

Trump dirigiu-se depois ao regime do Irão: "Largai as vossas armas, e tereis completa imunidade. Se assim não for, enfrentareis uma morte certa."

E à população iraniana Trump dirigiu as seguintes palavras: "Chegou a hora da vossa liberdade. Permaneçam resguardados. Não saiam de vossas casas: é muito perigoso lá fora. Estarão caindo bombas. Quando terminarmos, tomem posse do vosso governo. Ele estará nas vossas mãos. Esta poderá ser a vossa única chance em gerações."

As forças iranianas já encerraram entretanto o estratégico estreito de Ormuz, prevendo-se que isso leve a uma subida acelerada dos preços dos combustíveis.


CONTRA-ATAQUES DO IRÃO CONTRA 9 PAÍSES

Os ataques cruéis do regime iraniano não têm sido apenas contra Israel e as bases norte-americanas presentes nos vários países da região, mas também contra importantes interesses civis de vários países do Golfo e não só. Os ataques têm atingido o Dubai, com o registo de um morto, e outros países, como os Emirados Árabes Unidos, o Barhein, o Kuwait, o Iraque, a Arábia Saudita e a Jordânia têm sido também atingidos com mísseis iranianos. 

Soube-se agora de um forte ataque contra um grande hotel no Dubai. Isso só prova que enquanto as forças israelitas e norte-americanas visam exclusivamente alvos militares, as forças iranianas, pelo contrário, visam populações e edifícios para uso civil, como tem sido o caso de 2 aeroportos já atingidos pelos mísseis iranianos. 

O Barhein já condenou entretanto os "traiçoeiros ataques com mísseis iranianos", tendo o seu ministro dos Negócios Estrangeiros afirmado que os ataques "são uma flagrante violação da sua soberania, segurança e estabilidade, e uma ameaça à segurança e às vidas de civis e de residentes nos seus territórios, e um desrespeito para com as leis internacionais e pelas normas e princípios de boa vizinhança."

O Barhain elogiou os países irmãos que interceptaram entretanto mísseis lançados pelo Irão. 

Shalom, Israel!


quarta-feira, fevereiro 25, 2026

PRIMEIRO-MINISTRO DA ÍNDIA NARENDRA MODI HOMENAGEADO NO PARLAMENTO ISRAELITA


De visita de 2 dias ao estado de Israel, o primeiro-ministro da Índia Narendra Modi tem sido recebido com "pompa e circunstância", sendo esta visita muito importante para o aprofundamento das duas nações amigas. 

Após ter sido recebido no Knesset, onde pôde usar da palavra, o primeiro-ministro indiano foi galardoado com a "Medalha do Knesset", em honra "aos significativos contributos ao estado de Israel e ao povo judeu." De facto, Modi tem sido responsável pelo aproximar das relações políticas e sociais entre Nova Deli e Jerusalém, aprofundando a cooperação estratégica entre as duas nações, especificamente nas áreas da segurança, tecnologia, inovação em ciber-tecnologia, sendo Israel neste momento o principal parceiro da Índia no Médio Oriente. 


No seu discurso hoje proferido no parlamento israelita, o primeiro-ministro Modi afirmou que a Índia "estará em breve entre as 3 principais economias globalizadas", ao mesmo tempo que Israel é "uma potência na inovação e na liderança tecnológica."

"Estamos comprometidos na expansão do comércio, no fortalecimento do crescimento do investimento e na promoção do desenvolvimento das infraestruturas conjuntas."

O comércio entre os dois países ascendeu no ano passado a cerca de 3,62 biliões de dólares. Modi referiu-se ao desenvolvimento da agricultura em Israel desde os anos 1950, salientando que o movimento dos kibbutzin tem servido de inspiração para os líderes indianos. 


"A experiência israelita na irrigação de precisão e na gestão da água já transformou as práticas agrícolas na Índia."

Modi informou os parlamentares israelitas que o parlamento indiano constituiu um grupo de amizade parlamentar com Israel. O primeiro-ministro indiano referiu-se ainda a vários pontos de proximidade entre a religião hindu e o judaísmo, com ênfase na ética, na ordem moral e na fé expressa por meio da conduta.

"A nossa forte parceria não só serve os interesses nacionais, como também contribui para a estabilidade e prosperidade globais. Asseguremo-nos de que a amizade entre a Índia e Israel permaneça como fonte de força num mundo incerto." Modi concluiu o seu discurso invocando duas palavras de ordem usadas nos dois países: "Am Yisrael Chai", em hebraico, significando: "O povo de Israel vive!", e "Jai Hind", significando: Longa vida para a Índia!, tendo recebido um estrondoso aplauso e expressões vibrantes: "Modi! Modi!" a partir do plenário. 

Inicialmente, no princípio do seu discurso, Modi expressou ser uma honra falar ao Knesset "como representante de uma antiga civilização dirigindo-se a outra." Modi referiu-se à necessidade do combate ao terrorismo em Israel, na Índia e no mundo: "Contra-atacar o terrorismo requer uma acção sustentada e globalmente coordenada. Porque o terrorismo em todo o lugar ameaça a paz em todo o lugar. É por isso que a Índia apoia todos os esforços que contribuam para a paz durável e estabilidade regional" - afirmou, reiterando o apoio da Índia aos Acordos de Abraão, considerando a iniciativa "um momento de uma nova esperança para uma região há muito atribulada." Modi expressou também o seu apoio ao plano de paz para Gaza promovido pelo presidente Trump. 


O primeiro-ministro indiano expressou também a solidariedade "firme e em plena convicção" do seu país para com as vítimas do massacre do 7 de Outubro de 2023: "Eu...carrego comigo as mais profundas condolências do povo da Índia por cada vida perdida e por cada família cujo mundo se estilhaçou no bárbaro ataque terrorista do Hamas no 7 de Outubro. Sentimos a vossa dor, partilhamos o vosso sofrimento."

Falando ao plenário antes do discurso de Modi, o primeiro-ministro israelita afirmou que a Índia e Israel construirão uma "aliança de ferro na face do islão extremista." Netanyahu disse que Modi era mais do que um amigo, "era um irmão."

Netanyahu disse ainda que os dois países estão conjuntamente desenvolvendo a iniciativa "IMEC", um projecto de transporte apoiado pelos EUA que visa ligar a Índia à Europa através do Médio Oriente por linha férrea e via marítima: "Este corredor mar-terra só poderá existir e florescer se atravessar países seguros e estáveis. E não há países mais seguros e mais estáveis neste eixo do que a Índia e Israel" - afirmou Netanyahu, acrescentando: "Durante esta sua visita implementaremos também acordos no turismo, cultura, agricultura, na água e na imigração - e na paz, segundo o espírito dos Acordos de Abraão."


PRESIDENTE HERZOG NA ETIÓPIA

Enquanto o primeiro-ministro indiano visita Israel, o presidente israelita Herzog está de visita à Etiópia, onde foi bem recebido pelo presidente e primeiro-ministro etíopes e visa estreitar os laços políticos e comerciais com aquele importante país africano. 

Shalom, Israel!


terça-feira, fevereiro 24, 2026

INAUGURADA EM JERUSALÉM A EXPOSIÇÃO COM O "GRANDE ROLO DE ISAÍAS" - O MAIS ANTIGO COMPLETO LIVRO DA BÍBLIA ATÉ HOJE ENCONTRADO


Com a presença do presidente de Israel, Isaac Herzog e outras altas individualidades, foi ontem inaugurada no Museu do Livro, em Jerusalém, a grande exposição temporária "Sons do Deserto" que, entre outras preciosidades, tem em exibição o rolo completo do Livro de Isaías, com cerca de 7,17 metros de comprimento, tratando-se do livro da Bíblia completo mais antigo até hoje encontrado. Segundo os peritos, este "tesouro" terá sido copiado por volta do ano 125 a.C., tendo portanto perto de 2200 anos!


Para os amantes das Escrituras, esta visita é uma "obrigação histórica" e única, uma vez que esta é a primeira vez desde 1968 que esta cópia é exposta, e não se sabe quando e se o será mais alguma vez...

Devido às condições de preservação e de espaço, só poderão entrar um máximo de 25 visitantes de cada vez e por um tempo máximo de 10 minutos. A exposição estará patente até Junho próximo, e pode ser visitada mediante reserva antecipada.

O artefacto encontra-se resguardado dentro de uma caixa especial confeccionada na Bélgica, permitindo aos visitantes observar cada centímetro do livro. Crê-se que este exemplar com várias partes cosidas entre si foi cuidadosamente preservado e colocado numa das grutas de Qumran por volta do 2º século antes de Cristo, até ser descoberto no século XX. 


A exibição começa com um pequeno filme explicando como o rolo foi encontrado em 1947 por beduínos no deserto da Judéia, juntamente com outros manuscritos, o que é considerada a maior descoberta arqueológica do século XX. O rolo foi inicialmente vendido a um negociante de antiguidades, posteriormente a um arcebispo sírio da Igreja Ortodoxa Síria em Jerusalém, tendo finalmente sido comprado por um anónimo em 1954 após o arcebispo ter levado o mesmo para Nova Iorque, esperando conseguir um comprador norte-americano. O rolo foi exibido por inteiro quando da inauguração do Museu de Israel em 1965, mas os curadores perceberam imediatamente que ele precisava de ser guardado em condições melhores. O actual Museu do Livro tem em exposição permanente uma cópia exacta deste rolo de Isaías, e que tem sido vista por milhões de visitantes.


A exposição também inclui algumas peças de barro e de cerâmica, e ainda panos que foram utilizados para enrolar os rolos.

Maoz e Herzog enfatizaram nas suas palavras de ontem que muitos dos versículos de Isaías tornaram-se parte dos ethos judaicos e modernos de Israel, tais como: "Nação não levantará espada contra nação" e "Confortai, confortai o Meu povo".

A exibição, que é parte da celebração dos 60 anos do Museu de Israel, estará patente ao público até ao próximo dia 6 de Junho. 

Segundo o curador da exposição Hagit Maoz, "o artefacto descreve essencialmente a importância do Livro de Isaías para o mundo cristão. Isaías é citado umas 66 vezes no Novo Testamento, e é considerado um dos elementos que proclamam de facto a vinda do Messias."

VIAGENS SHALOM NA EXPOSIÇÃO

Como parte da nossa próxima excursão de grupo ao Israel Bíblico, de 29 de Abril a 6 de Maio, temos já reservada esta visita para a manhã do último dia que estaremos em Jerusalém. Neste momento, dispomos ainda de 1 (um) lugar para homem em quarto duplo partilhado, mas, no caso de haver alguém mais interessado, é favor nos comunicar com a máxima urgência a fim de tentarmos conseguir mais algum/uns lugar/es: viagens.shalom@gmail.com. SITE: www.viagens-shalom.com.

Confesso que estou ansioso para chegar ao dia 6 de Maio, quando juntamente com um pequeno grupo contamos desfrutar desta oportunidade única. 

Shalom, Israel!

segunda-feira, fevereiro 23, 2026

AVIÕES DE REABASTECIMENTO E DE CARGA AVISTADOS NO AEROPORTO DE BEN GURION


Vários aviões norte-americanos de reabastecimento aéreo e de carga estão estacionados no principal aeroporto israelita, nesta fase de crescente alinhamento das forças norte-americanas em todo o Médio Oriente e na própria Europa, na expectativa de um ataque ao Irão. 

Israel não teceu qualquer comentário sobre esta situação, não se sabendo se as aeronaves estão apenas fazendo escala, ou se há outros planos para os mesmos. Desde meados deste mês mais de 85 aviões tanque e 170 cargueiros já se dirigiram para a região.

NETANYAHU DÁ SÉRIO AVISO AO IRÃO

Num curto discurso proferido esta manhã no parlamento israelita - knesset - o primeiro-ministro Netanyahu fez um sério aviso ao regime do Irão caso este seja tentado a atacar Israel: "Se o regime iraniano cometer o talvez maior erro da sua história e atacar Israel, nós responderemos com uma força que eles nem conseguem imaginar!"

Netanyahu referiu-se também à forte ligação com os EUA: "O pacto com os Estados Unidos nunca foi tão próximo." Netanyahu confessou ainda estarem a viver "tempos muitos complexos e desafiantes." 

Shalom, Israel!

sexta-feira, fevereiro 20, 2026

NESTE INÍCIO DO RAMADÃO, ISRAEL PERMITE QUE MILHARES DE PALESTINIANOS REZEM NO MONTE DO TEMPLO


Cerca de 8.500 muçulmanos residentes na Judeia e Samaria tiveram permissão das autoridades israelitas para subirem ao Monte do Templo a fim de fazerem as suas rezas ligadas ao Ramadão. 

Israel havia anunciado que permitiria o acesso a 10 mil fiéis durante as celebrações islâmicas do Ramadão, e assim aconteceu, com esse número quase atingido nesta manhã, e sem incidentes registados.


À semelhança do ano passado, Israel só permite o acesso a homens maiores de 55 anos e a mulheres maiores de 50, e a crianças até aos 12 anos quando acompanhadas por um parente de primeiro grau. As restrições aplicam-se somente aos residentes na Judeia e Samaria. 

Para além destes, mais algumas dezenas de milhares de muçulmanos israelitas também vieram rezar em Al Aqsa esta manhã. Segundo a polícia informou, tudo decorreu dentro da normalidade. 

Shalom, Israel!

quinta-feira, fevereiro 19, 2026

PRESIDENTE TRUMP DÁ INÍCIO OFICIAL AO "CONSELHO DA PAZ" COM OFERTA DE 10 BILIÕES DE DÓLARES


Mais de 50 países estão representados na abertura oficial do "Conselho da Paz" criado pelo presidente Donald Trump e que tem como objectivo na sua fase inicial a reconstrução da Faixa de Gaza. 

Israel está representado pelo ministro para os Negócios Estrangeiros Gideon Sa'ar, que na fotografia oficial foi estrategicamente colocado ao lado do primeiro-ministro do Qatar, Mohammed Abdulrahman Al Thani. 


No seu discurso de abertura, Trump afirmou que o Conselho da Paz é o grupo "mais consequencial" de líderes jamais formado, com alguns países "brincando de fofinhos" ao não participarem. Trump confessou não desejar ver alguns desses países no Conselho, apesar de o ter convidado. 

Na habitual cobardia e hipocrisia que lhe são reconhecidas, a União Europeia quase não se fez representar alegando recear que este Conselho possa vir a usurpar a ONU, ao mesmo tempo que dando a Trump o poder final de poder escolher quem quer para o mesmo. 


TRUMP NOMEIA JARED KUSHNER PARA "ENVIADO DA PAZ"

Num gesto que irá certamente fazer pensar muitos estudiosos das profecias escatológicas, o presidente Trump nomeou o seu genro Jared Kushner para "enviado da paz". Jared é judeu e tem estado desde sempre envolvido nos "Acordos de Abraão", e tem sido um dos elementos representantes dos EUA nas conversações com o Irão. 

10 BILIÕES DE DÓLARES DOS EUA

Donald Trump anunciou entretanto que os EUA irão contribuir com 10 biliões de dólares para o Conselho da Paz, destinados à supervisão da gestão de Gaza no pós-guerra. Outros países mencionados por Trump irão contribuir com um total de 7 biliões. São eles: Cazaquistão, Azerbaijão, Emirados Árabes Unidos, Marrocos, Barein, Qatar, Arábia Saudita, Uzbequistão e o Kuwait. Esses fundos irão basicamente para ajuda humanitária. 

FORÇAS MILITARES PARA ESTABILIZAR GAZA

Trump anunciou que a Indonésia, Marrocos, a Albânia, o Kosovo e o Cazaquistão comprometeram-se em enviar tropas e polícia para formar a Força Internacional de Estabilização para Gaza. Trump aludiu também ao Egipto e à Jordânia como provendo "ajuda substancial, tropas, treino e apoio a uma força policial palestiniana de extrema confiança."


MAIS DE UMA DEZENA DE LÍDERES INTERVENIENTES PROMETEM AJUDAS

Mais de uma dezenas de líderes mundiais estarão hoje intervindo na sessão de inauguração do Conselho da Paz, todos elogiando o presidente Trump por esta iniciativa.

O presidente do Cazaquistão anunciou que para além da ajuda substancial ao Conselho da Paz, 500 jovens estudantes de Gaza receberão bolsas de estudo para estudar no seu país por um período de 5 anos. 

O presidente da Roménia anunciou que o seu país oferecerá tratamento médico para 4.000 crianças enfermas de Gaza e a 4.000 mil familiares, para além de oferecer a sua experiência e equipamento para a reconstrução do sistema de segurança anti-incêndios para Gaza.

O primeiro-ministro do Qatar anunciou uma doação de mais de 1 bilião de dólares para o Conselho da Paz, visando "alcançar uma resolução final que satisfaça a aspiração palestiniana de uma pátria e de reconhecimento, e a aspiração israelita por segurança e integração."

O ministro dos Negócios Estrangeiros dos Emirados Árabes Unidos anunciou que o seu país contribuirá com 1,2 biliões de dólares para o Conselho da Paz, para além dos quase 3 biliões já doados para a ajuda humanitária de Gaza desde o início do conflito.

O ministro dos Negócios Estrangeiros de Marrocos anunciou que o seu país contribuirá com o envio de polícias para a Força Internacional de Estabilização, ajudará no treino da polícia palestiniana e a construção de um hospital de campo em Gaza. 

A Turquia informou estar preparada para fornecer tropas para a Força Internacional de Estabilização, algo que Israel tem desde sempre recusado veementemente. 

O ministro de estado da Arábia Saudita prometeu 1 bilião de dólares para os próximos anos. 


SA'AR DISCURSA

O maior discurso desta manhã foi o do ministro israelita Gideon Sa'ar. Todos os convidados tinham 2 minutos atribuídos para as suas intervenções, mas Sa'ar usou o dobro desse tempo para discursar. Sa'ar agradeceu a Trump pela iniciativa e elogiou ainda o presidente e Netanyahu por terem conseguido um cessar fogo e um acordo para a libertação dos reféns israelitas. O ministro agradeceu de seguida aos soldados israelitas, incluindo os 925 que perderam a vida nos combates desde o início da guerra. Sa'ar destacou as atrocidades perpetradas pelo Hamas durante o ataque do 7 de Outubro de 2023. O ministro vincou que o desarmamento do Hamas deve incluir "todas as armas, infraestruturas terroristas, a rede subterrânea de túneis e as instalações para o fabrico de armas." Sa'ar disse ainda que Israel apoia o plano de Trump e que "trabalhará para o sucesso do mesmo."


APOIO DA FIFA

O presidente da FIFA, Gianni Infantino, presente na reunião, anunciou uma nova parceria entre a organização futebolística que ele representa e o Conselho da Paz, com um investimento de 75 milhões de dólares destinados à construção de dezenas de campos de futebol, academias e estádios em Gaza.

Esta primeira reunião terminou ao fim de duas horas e meia.

Shalom, Israel!

quarta-feira, fevereiro 18, 2026

IMAGENS DE SATÉLITE COMPROVAM QUE O IRÃO ESTÁ A REPARAR E A FORTIFICAR OS SITES NUCLEARES


Só alguém muito distraído é que não entende o estratagema do regime iraniano em arrasar as conversações com os EUA: depois do último encontro em Genebra, cujos resultados são quase nulos, o Irão anunciou a próxima ronda de negociações para daqui a duas semanas, isto é, dando mais tempo para se rearmar e fazer avançar rapidamente o seu programa de mísseis balísticos com os quais pretende atacar Israel. Israel percebe o que se passa, e tem pressionado o presidente Trump para agir. 

O problema é que ninguém sabe o que Trump vai realmente fazer, ou quando irá eventualmente lançar um ataque ao Irão. Uma coisa é certa: a força naval e aérea norte-americana concentrada naquela região é impressionante e indicadora de que algo vai acontecer.

As imagens de satélite agora divulgadas comprovam exactamente que o Irão está a ganhar tempo para esconder e proteger todo o seu programa nuclear. As imagens mostram "escudos" protectores em betão tapando as entradas de sítios militares sensíveis, cobertos com terra, e com trabalhos em progresso num local supostamente bombardeado por Israel em 2024.

As imagens mostram também que o Irão enterrou entradas de túneis num sítio nuclear bombardeado pelos EUA durante a guerra dos 12 dias com Israel no ano passado. Outras entradas foram fortificadas , e bases de mísseis danificadas nos ataques sendo agora reparadas. 

Shalom, Israel!

terça-feira, fevereiro 17, 2026

EUA DESLOCARAM DESDE ONTEM DEZENAS DE CAÇAS PARA O MÉDIO ORIENTE


Com as tensões e ameaças mútuas ao rubro, foram detectados desde ontem dezenas de aviões de guerra norte-americanos a deslocarem-se para o Médio Oriente, incluindo caças F-22, F-35 e jactos F-16. Foram também avistados nesta deslocação vários aviões de reabastecimento.


Um oficial dos EUA confirmou entretanto ao site noticioso AXIOS que mais de 50 caças foram deslocados para a região nestas últimas 24 horas. 

A principal festa muçulmana do Ramadão começa entretanto esta noite com o avistar da lua cheia...

Shalom, Israel!

TERMINADA A 2ª RONDA DE NEGOCIAÇÕES EM GENEBRA, O IRÃO CONSIDERA-AS "CONSTRUTIVAS"


Terminou em Genebra, Suíça, a segunda ronda de negociações entre altos representantes dos governos norte-americano e iraniano. Por coincidência ou não estão também hoje a decorrer nesta mesma cidade conversações tripartidas entre os EUA, a Rússia e a Ucrânia visando um acordo de cessar-fogo...

Depois de ameaças de ambas as partes, o ministro iraniano para os Negócios Estrangeiros Abbas Araghchi considerou as conversações "construtivas", havendo segundo ele "princípios orientadores" acordados com os EUA. Segundo Araghchi, há ainda trabalho a fazer.

As conversações têm estado a decorrer numa altura em que o presidente Trump já tem concentrada na região do Golfo uma formidável quantidade de navios de guerra (cerca de um terço do total da Marinha norte-americana) e dezenas de aviões. O Irão, por seu lado, fechou o estreito de Ormuz durante várias horas para alegados exercícios navais, tendo feito o disparo de vários mísseis balísticos. Khamenei veio ainda ameaçar afundar um dos porta-aviões norte-americanos...

Não foi ainda estabelecida uma data para uma possível 3ª ronda de conversações. O Irão, entretanto, vai aproveitando este impasse para se reorganizar, reconstruindo o seu arsenal de mísseis balísticos, com o comprovado apoio da China, ao mesmo tempo que anda escondendo e tapando as entradas de acesso aos locais onde está a desenvolver o seu programa nuclear. O ministro iraniano apelou entretanto a Washington para desistir das suas intenções militares. 

Antes de entrar no seu avião presidencial pouco antes do início das conversações na Suíça, o presidente Donald Trump falou aos repórteres ali presentes, dizendo não pensar que "eles queiram sofrer as consequências de não assinarem um acordo." 


Como sinal de resposta, Khamenei veio pouco depois afirmar que Trump não conseguiria derrubar a República Islâmica, ameaçando até de afundar um dos navios de guerra norte-americanos presentes na região. 

"Num dos seus recentes discursos, o presidente dos EUA afirmou que durante 47 anos a América não conseguiu destruir a República Islâmica...Eu digo-lhe que você também não vai conseguir" - declarou esta Khamenei, acrescentando: "Estamos constantemente a ouvir que os EUA enviaram um navio de guerra para o Irão. Um navio de guerra é na verdade uma arma perigosa, mas mais perigosa ainda é a arma capaz de o afundar."

O porta aviões USS Abraham Lincoln encontra-se na região juntamente com uma força de ataque que inclui navios com mísseis teleguiados. Um segundo porta-aviões, o USS Gerald R. Ford está também a caminho, tendo já passado o estreito de Gibraltar em direcção ao Mediterrâneo Oriental. 

Netanyahu já expressou o seu cepticismo em relação ao sucesso destas conversações, ao mesmo tempo que Trump acredita conseguir forçar os iranianos para um "bom acordo." Mas será que ele realmente conhece os líderes iranianos para poder acreditar na boa fé dessa gente?

Shalom, Israel!


segunda-feira, fevereiro 16, 2026

ATAQUE AO IRÃO MAIS PRÓXIMO?


O presidente Donald Trump é conhecido pelas suas ambiguidades e imprevisibilidades. Ele gosta de mandar sinais duplos, deixando assim os seus amigos e inimigos numa constante inquietude e ansiedade...

Trump gosta de agir pelo seguro, permitindo-se tempo para reflectir e analisar os pós e os contras de uma intervenção militar no Irão. Por um lado, enviou o maior porta-aviões do mundo para a região do Golfo, mas por outro prossegue as conversações com o Irão...

Trump alega querer um acordo, mas por ouro lado está dando sinais de descontentamento e de descrédito em relação ao mesmo: "Temos de fazer um acordo" - diz Trump, ao mesmo tempo acrescentando que "de outra forma, vai ser muito traumatizante, muito mesmo"...

"Não quero que tal aconteça" - diz Trump, referindo-se a uma guerra com o Irão - acrescentando: "Temos de fazer um acordo." O presidente deu um prazo até meados do próximo mês para que o Irão chegue a um acordo. 

O primeiro ministro israelita aconselhou entretanto o presidente norte-americano a "desconfiar e a verificar ao detalhe tudo que estiver incluído no acordo." 

Trump deu entretanto luz verde a Netanyahu para avançar caso as conversações falhem, prometendo-lhe também todo o apoio.

Estamos neste inquietante impasse. Cada dia e hora que vai passando é um ganho de tempo para os facínoras iranianos, e é isso exactamente que Israel teme...

Shalom, Israel!

sexta-feira, fevereiro 13, 2026

EUA ENVIAM O MAIOR PORTA-AVIÕES DO MUNDO PARA O MÉDIO ORIENTE...


Os Estados Unidos estão a enviar o seu maior porta-aviões nuclear para o Médio Oriente, dando assim apoio ao outro já presente na região. Este porta-aviões, o "USS Gerald R. Ford" é o maior do mundo, e servirá o propósito do presidente Trump de exercer pressão sobre o regime satânico do Irão, ao mesmo tempo que decorrem as pretensas conversações. 

A actual presença militar norte-americana na região do Golfo seria suficientemente grande para dissuadir os iranianos, não fosse a obstinada recusa de incluírem a questão dos mísseis balísticos e do apoio aos proxies na agenda das negociações. O regime iraniano parece nem estar disposto a continuar os encontros. Essa é pelo menos a idéia que transparece à superfície. 

Este novo porta-aviões levará a que os EUA tenham dois poderosos navios carregados de aviões no Golfo, juntamente com os navios de guerra que os acompanham. O outro porta-aviões, o "USS Abraham Lincoln" e os navios de guerra carregados com mísseis que o acompanham já se encontram no Mar Arábio. 

PREOCUPAÇÃO NO GOLFO

Vários estados árabes do Golfo têm alertado de que qualquer ataque poderá levar a uma espiral de violência e de conflitos no Médio Oriente na senda do actual conflito de Israel com o Hamas na Faixa de Gaza. 


Os iranianos estão iniciando um período de 40 dias de cerimónias em memória dos milhares mortos na barbárie violenta perpetrada pelas forças do regime no mês de Janeiro. 

Questionado ontem sobre o tempo limite concedido ao Irão para assinar um acordo, o presidente Trump respondeu: "Penso que no próximo mês, algo assim" - acrescentando: "Deve acontecer rapidamente. Eles devem concordar muito em breve."

Shalom, Israel!

quinta-feira, fevereiro 12, 2026

ISRAEL CONCLUIU GRANDES EXERCÍCIOS NAVAIS VISANDO AUMENTAR A SUA CAPACIDADE DE DEFESA


A Marinha israelita informou ter terminado um exercício militar de grande escala esta semana que incluiu a sua flotilha de vasos de guerra, submarinos, forças especiais e segurança fronteiriça. 

Os exercícios navais, com a duração de vários dias, visaram aumentar a prontidão da Marinha de Israel na defesa das águas territoriais do país e dos "interesses estratégicos" no mar. Com isso certamente estão a ser referidos os campos de exploração de gás e de petróleo.

Participaram nos exercícios centenas de marinheiros, incluindo os fuzileiros navais Shayetet 13, fazendo uso de corvetas, barcos com mísseis, submarinos e navios de patrulha. Estiveram também envolvidos nos exercícios a Força Aérea, o Centro de Defesa Cibernética, e outros ramos das IDF.

Segundo as IDF informaram, as tropas enfrentaram vários cenários, tais como infiltrações inimigas por via marítima, confrontos com forças inimigas, ameaças aéreas, combates simultâneos em várias frentes, combates em alto mar e junto à costa, e a defesa de interesses estratégicos, como plataformas de gás, portos e outras infraestruturas. 


NETANYAHU REGRESSOU DOS EUA

Antes de entrar no avião de regresso a Israel esta manhã após o encontro de ontem com o presidente Trump, Netanyahu disse aos repórteres que o Irão poderá ser forçado a aceitar "um bom acordo."

"Terminei agora uma curta mas importante visita a Washington, durante a qual conversei com o nosso grande amigo, o presidente Trump. Nós temos uma relação muito próxima, genuína e aberta."

Netanyahu comunicou que as conversações focalizaram-se principalmente no Irão, mas também foram debatidas outras questões. 

"O presidente acredita que os iranianos já se aperceberam com quem estão a lidar. Penso que as condições que ele está a estabelecer, juntamente com o entendimento deles de que cometeram um erro da última vez, ao não terem chegado a um acordo, poderá conduzi-los a aceitarem termos que podem tornar possível alcançar um bom acordo."

Por outro lado, o primeiro-ministro disse "não esconder o seu cepticismo sobre a possibilidade de se conseguir qualquer acordo com o Irão."

Netanyahu afirmou ter tornado claro à Casa Branca que qualquer acordo "terá de incluir os elementos que são importantes para nós, para Israel, e no ponto de vista para toda a comunidade internacional - não apenas a questão nuclear, mas também os mísseis balísticos e os proxies regionais do Irão."

Segundo Netanyahu, a "excelente conversa" de ontem também incluiu a questão de Gaza. 

E, em forma de conclusão, Netanyahu afirmou: "Esta foi mais uma outra conversa com um grande amigo de Israel - um presidente como nenhum outro."

Shalom, Israel!

quarta-feira, fevereiro 11, 2026

NETANYAHU REÚNE-SE COM DONALD TRUMP NA CASA BRANCA - UM ENCONTRO IMPREVISTO


Na hora em que escrevo este blogue o primeiro-ministro de Israel está reunido na Casa Branca com o presidente norte-americano Donald Trump. Junto com Trump estão o secretário de estado Marco Rubio, o secretário da Defesa Steve Hegseth, e o conselheiro sénior do presidente, Jared Kushner. Para além destas altas individualidades, está também presente o enviado especial para o Médio Oriente, Steve Witkoff. 

Este encontro inesperado tem como agenda principal a questão do Irão e de Gaza. Israel está preocupado com as conversações há dias encetadas entre os EUA e o Irão, em Oman, uma vez que incluem apenas a questão do programa nuclear, mas não abordam a questão premente dos mísseis balísticos, os quais constituem a mais grave e imediata ameaça a Israel. Para além disso, não está também incluída a obrigatoriedade de o Irão não patrocinar mais os seus grupos proxies, como o Hezbollah, a Jihad Islâmica, o Hamas e os houthis, no Iémen. O governo de Israel sente - e com toda a razão - que Trump poderá estar a ser engodado pelos hábeis negociadores iranianos, que vão aproveitando para arrastar os pés nas negociações, até que a paciência de Donald se esgote, ou que, pelo contrário, ele se contente com pouco e deixe Israel a lidar sozinho com a ameaça iraniana. 

Donald Trump afirmou ontem que o Irão "está desesperado por fazer um acordo", mas que, se não o fizer, "teremos de fazer algo muito duro."

Netanyahu apresentará assim à liderança de Washington as condições necessárias para um acordo satisfatório, tanto mais que Israel dispõe de informações extraídas de satélites e dos seus próprios serviços de inteligência acerca do desenvolvimento do programa nuclear e do fabrico contínuo de mais mísseis balísticos, extremamente perigosos para Israel. É de todo o interesse de Israel que Trump avance com um ataque decisivo ao programa nuclear iraniano e às suas instalações de fabrico de mísseis, tanto mais que os EUA têm concentrado naquela região do globo um formidável dispositivo militar nunca anteriormente visto.

Netanyahu chegou ontem à noite a Washington, reuniu-se esta manhã com Marco Rubio, tendo na ocasião assinado a participação de Israel no "Conselho da Paz" promovido por Donald Trump para o futuro da Faixa de Gaza e de toda a região do Médio Oriente. O primeiro-ministro regressa amanhã mesmo a Israel, um sinal de que algo urgente poderá estar a ser preparado. 

Netanyahu informará também Donald Trump da recusa do grupo terrorista Hamas em se desarmar, desrespeitando dessa forma o acordado para esta 2ª fase do acordo. Israel está preparado para agir com toda a força contra o Hamas para obrigar o grupo a entregar as armas. Não vai ser fácil, mas é necessário que Trump se aperceba do problema e da necessidade de apoiar o estado judaico na sua intervenção militar. 

A reunião é praticamente secreta, sem a presença de repórteres, nem previsão de qualquer conferência de imprensa no final do encontro, revelando a grande importância, urgência e sensibilidade dos assuntos tratados.

Shalom, Israel!

terça-feira, fevereiro 10, 2026

ISRAEL SOMA E SEGUE NOS GRANDES NEGÓCIOS


Os Acordos de Abraão iniciados pelo presidente Donald Trump durante o seu primeiro mandato continuam a produzir frutos económicos. Tanto Israel, como os países cujas relações com o estado judaico foram normalizadas têm estado a beneficiar economicamente com a assinatura de grandes acordos comerciais.

O Cazaquistão é um dos países que recentemente aderiu a estes acordos e já está a beneficiar dos mesmos. A empresa de águas "Mekorot" pertença do estado de Israel irá lançar pela primeira vez as suas operações nesta nação de maioria muçulmana. O acordo já foi assinado entre os dois estados, e o projecto, no valor de algumas dezenas de milhões de dólares, já está a avançar no terreno. 

Este acordo visa aumentar o acesso às fontes de água no Cazaquistão, um país com dificuldades em conseguir levar a água até aos consumidores devido a condicionamentos geográficos. A "Mekorot" é uma das principais empresas ligadas à dessalinização, à gestão de recursos de água, processamento de águas residuais e cooperação internacional, e está actualmente envolvida em projectos no Azerbaijão, Jordânia, Barain, Marrocos e Iraque. 

VENEZUELA VAI EXPORTAR PETRÓLEO PARA ISRAEL

Graças à prisão do ditador Maduro, a Venezuela deverá em breve retomar a exportação de petróleo para Israel, com a primeira entrega já a caminho.

Shalom, Israel!


segunda-feira, fevereiro 09, 2026

EUROPA CONDENA (MAIS UMA VEZ) ISRAEL POR ADMINISTRAR O SEU PRÓPRIO TERRITÓRIO


A decadente Europa juntou-se mais uma vez ao coro dos antissemitas muçulmanos para condenar Israel pelas medidas tomadas pelo governo de Jerusalém para apertar o controlo nos territórios bíblicos judaicos da Judeia e Samaria, dessa forma abrindo o caminho para novas construções naqueles territórios. A nova lei agora aprovada permitirá que judeus possam comprar terras naqueles territórios. O governo permitirá também a partir de agora a expansão da supervisão de Israel sobre as áreas A e B da Judeia e Samaria, as divisões acordadas nos acordos de Oslo. 

Segundo o porta-voz europeu, estas medidas "são mais um outro passo na direcção errada."

NETANYAHU EM VISITA RÁPIDA À CASA BRANCA

O primeiro-ministro de Israel parte amanhã para Washington para se encontrar na Quarta-Feira com o presidente Donald Trump. Ao contrário de visitas anteriores, Netanyahu levará repórteres no seu avião presidencial. O primeiro-ministro regressará já a Israel nesta Sexta-Feira de manhã.

Esta visita inesperada leva a acreditar que serão acordadas medidas e formas para um ataque conjunto ou isolado ao regime iraniano Não se consegue antever outro motivo para tão apressada visita a Washington.

Shalom, Israel!


quinta-feira, fevereiro 05, 2026

REPRESENTANTES DOS EUA E DO IRÃO REUNEM-SE AMANHÃ EM OMAN


Previamente marcada para a Turquia, e depois cancelada, a esperada reunião ente as delegações norte-americanas e iranianas vai finalmente decorrer, mas em Oman, amanhã, pela 10 da manhã. Os EUA estão intransigentes quanto à inclusão nas discussões da questão dos mísseis e do tratamento à população iraniana, e não só a questão do programa nuclear. O Irão insistiu em só querer discutir o programa nuclear, pelo que se julgava que já haveria lugar para a reunião. No entanto, nas últimas horas, têm havido algumas cedências, permitindo que se avance com o encontro. 

Os EUA far-se-ão representar pelos enviados Steve Wikkoff e Jared Kushner, enquanto o Irão será representado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros Abbas Araghchi.

Certamente que a presença da formidável frota naval e aérea norte-americana na região é intimadora, e apesar da basófia dos líderes do regime satânico iraniano, eles sabem que um ataque em força por parte dos EUA e de Israel poderá acabar por levar ao derrube daquele cruel regime.


No pequeno-almoço presidencial de oração realizado anualmente em Washington, o presidente Donald Trump afirmou que o Irão vai de facto negociar com os EUA porque "não querem que os ataquemos."

"Temos uma enorme flotilha a caminho do Irão" - afirmou Trump, acrescentando ter conseguido acabar com a guerra em Gaza, "salvando centenas de milhares de vidas."


REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA EM JERUSALÉM

O gabinete de segurança do governo israelita está entretanto reunido desde há horas em Jerusalém, numa reunião antecipada, certamente para debater o encontro de amanhã e decidir quais as acções que Israel irá tomar. O governo de Israel tem pressionado os EUA a atacarem o Irão, nesta janela de oportunidade única, agora que os EUA concentraram uma força militar na região nunca vista, nem mesmo quando da Guerra do Golfo. Sabe-se que a administração Trump deu luz verde a Israel para atacar as instalações do programa nuclear iraniano, mesmo sem a ajuda dos EUA.

Israel já revelou ter pouca fé nas conversações. Crê-se que o Irão, astuto como é, quer apenas ganhar tempo para desenvolver o seu programa nuclear, agora que tem a ajuda da Rússia e da própria China. 

Vamos esperar para ver. As esperanças são muito reduzidas...

Shalom, Israel!


segunda-feira, fevereiro 02, 2026

NETANYAHU PROMETE "CONSEQUÊNCIAS INSUPORTÁVEIS" A QUEM QUER QUE ATAQUE ISRAEL


Numa altura em que as tensões estão ao rubro entre os EUA e o Irão, Israel sabe que será o alvo principal de um contra-ataque do regime iraniano, caso o mesmo venha a ser atacado pelas forças norte-americanas.

Todas as forças militares israelitas estão em prevenção máxima, em estreita colaboração com as norte-americanas, e, nas palavras do primeiro-ministro Netanyahu, qualquer que atacar Israel sofrerá "consequências insuportáveis."

Os norte-americanos concentraram na região do Golfo uma formidável força naval e aérea, superando a que foi usada durante a Guerra do Golfo. 

CONVERSAÇÕES COM O IRÃO

Há entretanto notícias, ainda que contraditórias, de um diálogo entre os EUA e o Irão através de terceiros mediadores a ter lugar na capital turca, visando em especial a questão do programa nuclear do Irão. O enviado norte-americano para o Médio Oriente Steve Witkoff chegará entretanto amanhã a Israel para se encontrar com Netanyahu e com o chefe das forças armadas israelitas. 

A cada dia que passa a tensão vai-se acumulando, e, ainda que o presidente Donald Trump prefira a via do diálogo para conter a violência dos assassinos iranianos e impedir o avanço do programa nuclear, ele prometeu mesmo assim um ataque vigoroso aos interesses militares iranianos caso não se consiga chegar a um acordo. 

Shalom, Israel!