Mostrar mensagens com a etiqueta intervenção israelita em Jenin. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta intervenção israelita em Jenin. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, julho 07, 2023

OS INFELIZES COMENTÁRIOS DE ANTÓNIO GUTERRES COMPROVAM MAIS UMA VEZ A SUA INCAPACIDADE DE VER A REALIDADE


O secretário-geral da ONU, António Guterres, desde há muito que vem demonstrando um favorecimento desmesurado em relação à causa "palestiniana", sempre criticando ou até condenando Israel pelos seus actos de legítima defesa e solidarizando-se com o alegado "sofrimento" dos palestinianos. 

Desta vez, e em referência à recente operação militar israelita em Jenin, com o objectivo único de destruir e capturar as infraestruturas usadas pelos terroristas para atacar judeus, Guterres veio afirmar que Israel fez uso de "excessiva força", chagando ao ponto de acusar Israel pela "pior violência" na Margem Ocidental dos últimos anos. Guterres, que deveria se preocupar com assuntos mais sérios, afirmou estar até a considerar levar o assunto à ONU para que se debatam estes alegados "crimes de guerra."

Guterres afirmou condenar toda a sorte de violência contra civis. Mais uma vez, mostrou o quão ignorante, ou cego até está em relação à realidade dos factos. Israel abateu 12 indivíduos armados que disparavam contra as suas forças, pelo que não se tratava obviamente de civis. No mínimo, seriam civis armados, mas no entendimento de gente séria, um civil armado é tanto ou até mais perigoso que um militar armado...Excepto no entendimento intoxicado do engº Guterres.

Israel condenou as intervenções aéreas e a interrupção do fornecimento de água e electricidade. 

No seu gabinete com ar condicionado de Nova Iorque, o sr. Guterres deve imaginar terroristas palestinianos com flores na lapela a serem violentamente agredidos pelos "malvados" israelitas... Ou talvez ele espere que Israel responda aos hediondos atentados que a sua população civil sofre às mãos dos terroristas palestinianos, atirando flores e confeti...

Na passada Quarta-Feira, a enviada especial da ONU para os palestinianos Francesca Albanese, acusou Israel de cometer crimes de guerra durante a operação em Jenin. Esta fulana tem um longo historial de antissemitismo e de retórica incendiária contra o estado de Israel, colocando sempre as culpas unicamente no lado israelita. Gente deste calibre não merece qualquer crédito, mas infelizmente é essa mesma gente a que Guterres parece dar crédito. 

Na sua declaração emitida ontem, em conjunto com outros 2 repórteres da ONU, a representante de Guterres alegou não haver justificação legal para a operação em Jenin. A declaração não incluiu qualquer alusão ao terrorismo palestiniano, aos grupo terroristas presentes em Jenin, ao facto de todos os mortos do lado palestiniano serem combatentes, ou ainda o facto de as FDI terem apreendido enormes quantidades de armamento em edifícios civis em Jenin, incluindo uma mesquita...

RESPOSTA ISRAELITA ÀS LAMENTÁVEIS DECLARAÇÕES DE GUTERRES


"Vergonhosas, rebuscadas e completamente deslocadas da realidade!" - assim respondeu Gilad Erdan, o embaixador de Israel na ONU. E acrescentou: "Vez após vez o secretário-geral da ONU despreza o brutal terrorismo palestiniano e negligencia a condenação do assassinato a sangue frio de civis inocentes. Porém, ao abordar as acções defensivas das FDI cujo único objecto é o desmantelamento das infraestruturas terroristas, o secretário-geral apressa-se a emitir extensas condenações a Israel completamente deslocadas da verdade."

Erdan exigiu ainda a Guterres que se retrate dos seus comentários e que "condene o terrorismo palestiniano e o seu incitamento."

Desde o início do ano 25 civis israelitas foram assassinados em ataques terroristas palestinianos. 

Shalom, Israel!


quarta-feira, julho 05, 2023

ISRAEL RETIRA DE JENIN APÓS 44 HORAS DE CONFLITO ARMADO. UM SOLDADO ISRAELITA MORTO


Após 44 horas da maior intervenção militar israelita no campo de refugiados palestinianos em Jenin dos últimos 20 anos, as forças israelitas iniciaram a retirada, lamentando a perda de um soldado abatido por tiros palestinianos durante a saída de Jenin.

12 palestinianos foram mortos nesta intervenção, confirmando-se que todos eles eram militantes armados, não havendo um único civil morto. 

A última intervenção aérea israelita deu-se esta manhã contra um grupo de indivíduos armados que se haviam refugiado num cemitério das imediações. Segundo o comunicado das FDI, estes indivíduos "representavam uma ameaça às forças de segurança à medida que elas iam saindo do campo."

As FDI lamentaram mais uma vez o uso de locais civis pelos terroristas para alcançarem os seus pérfidos objectivos.

O primeiro-ministro Netanyahu declarou o fim desta operação, acrescentando no entanto que não será a última: "Continuaremos a operar quando necessário para extrair o terrorismo. Não permitiremos que Jenin volte a ser um ninho de terrorismo."

Netanyahu fez-se acompanhar pelo ministro da Defesa, que afirmou que Jenin tinha-se tornado nos últimos dois anos numa fábrica de terrorismo. E acrescentou: "Isso acabou nestes dois últimos dias."


"Cortámos o processo de fabricação de armas, apanhámos milhares de bombas, destruímos dezenas de centros de produção, oficinas e laboratórios para o fabrico de explosivos."

As ruas de Jenin encontram-se esventradas devido à intervenção de bulldozers cuja missão foi assegurar de que não haveriam bombas ocultadas sob o asfalto das estradas. As FDI informaram que nem todas as vias foram esventradas, apenas aquelas sobre as quais tinham chegado informação sobre a presença de bombas colocadas pelos terroristas. Há o registo de pelo menos 11 desses engenhos que haviam sido dispostos ao longo das estradas. 

Ao longo desta operação, cerca de 300 palestinianos foram interrogados, com 30 sendo levados para mais inquirições. 

VINGANÇA PALESTINIANA



Entretanto, o dia de ontem foi marcado por um hediondo ataque terrorista perpetrado por um elemento do Hamas em Tel Aviv, tendo feito uso de uma carrinha que atropelou várias pessoas, ferindo 7 delas. O criminoso conseguiu ainda sair do veículo com uma faca, tendo atacado mais um transeunte, tendo daí a pouco tempo sido abatido por um civil israelita que se encontrava armado.

Vários rockets foram entretanto disparados desde Gaza esta manhã, tendo vários destroços caído num parque infantil.

Shalom, Israel!

terça-feira, julho 04, 2023

SEGUNDO DIA DA OPERAÇÃO ANTI-TERRORISTA EM JENIN


As Forças de Defesa de Israel prosseguem a "limpeza" dos núcleos terroristas na cidade palestiniana de Jenin, um dos principais "ninhos" de terroristas palestinianos que têm vindo a massacrar e assassinar as populações judaicas.

Os terroristas palestinianos têm oferecido pouca resistência, o que poderá indicar um aproximar do fim das operações. Neste momento, e segundo as FDI, há ainda 10 locais a pesquisar no campo de refugiados de Jenin. Há informações de que esses locais têm servido para o fabrico de explosivos e outras armas. 

Segundo as alegações palestinianas, a operação israelita já terá causado 10 mortos e pelo menos 100 feridos, alguns em estado grave. 

O abastecimento de água e de electricidade ao campo de refugiados foi interrompido durante as operações militares. As FDI estão a trabalhar em parceria com a Autoridade Palestiniana para restabelecer os abastecimentos. Os cortes deveram-se a estradas danificadas pelas forças de Israel e onde tinham sido escondidos explosivos. 

Não têm havido confrontos desde esta madrugada, uma vez que os militantes palestinianos têm fugido dos alvos atingidos pelos israelitas. Segundo as FDI, todos os palestinianos mortos estavam envolvidos nos combates, apesar de haver feridos entre os não combatentes. Desde o início da operação já foram detidos e interrogados 120 palestinianos, tendo alguns deles já sido libertados. 

Segundo as FDI, haverá cerca de 300 terroristas palestinianos no campo de refugiados, conhecendo-se a identidade de pelo menos 160 deles. 

Desde o início da operação cerca de 3.000 palestinianos fugiram do campo de refugiados, ainda que Israel não tenha incitado ninguém a sair nem sequer tenha fechado o campo. 

Desde o início da operação que as FDI já têm encontrado e destruído depósitos de armamento e munições, laboratórios para o fabrico de explosivos com centenas de engenhos já preparados para serem utilizados, salas de preparação e outras infraestruturas para o terrorismo. Vários drones atacaram vários pontos estratégicos. Um depósito de armas foi encontrado nas caves de uma mesquita. 

Shalom, Israel!

segunda-feira, julho 03, 2023

ISRAEL LANÇA GRANDE OFENSIVA CONTRA-TERRORISTA EM JENIN


Tal como esperado e desejado, as Forças de Defesa de Israel lançaram a tão esperada operação anti-terrorista num dos centros nevrálgicos do terrorismo palestiniano, a cidade de Jenin, na bíblica Samaria.

Desde esta manhã que cerca de 1.000 militares entraram no campo de refugiados palestinianos em Jenin, com 10 intervenções aéreas atacando diversas posições terroristas nesta localidade que se tornou num verdadeiro ninho de cobras.

Um dos responsáveis israelitas informou que "o alvo desta extensiva operação é de terminar com o papel de Jenin como 'cidade de refúgio' para o terrorismo, a qual irá durar o tempo que for necessário."

Esta campanha militar surge depois de meses de ataques contra judeus provenientes de terroristas palestinianos oriundos de Jenin.

Segundo o ministério palestiniano para a saúde, 7 palestinianos foram até agora mortos nesta operação e 27 feridos, incluindo 7 em estado grave. 

As Forças de Defesa de Israel confirmaram entretanto que "as forças de segurança estão presentemente envolvidas num amplo esforço para combater o terrorismo em toda a região de Jenin" tendo atingido "infraestruturas terroristas" logo a partir da uma hora da manhã. 


Os militares informaram que conduziram um ataque aéreo contra um gabinete de guerra conjunto partilhado por vários grupo armados na cidade, incluindo o assim-chamado "Batalhão de Jenin", que funcionava como "posto de observação, um lugar de reunião para terroristas armados antes e depois dos ataques, um cache de munições e bombas, e um centro de comunicações."

Segundo um responsável das FDI, a ideia não é ocupar o campo de refugiados. "Esta não é uma operação contra a Autoridade Palestiniana, mas contra os grupos terroristas em Jenin."

Shalom, Israel!