quinta-feira, julho 29, 2021

ISRAEL COMEÇA A APLIAR A TERCEIRA DOSE DA VACINA AOS MAIORES DE 60 ANOS

A partir do próximo Domingo Israel inicia uma terceira fase de vacinação aos maiores de 60 anos. 

Esta decisão foi tomada horas após o encontro do primeiro-ministro Naftali Bennett com autoridades da área da saúde. Israel torna-se assim num dos primeiros países do mundo a administrar a terceira dose da vacina, juntamente com a Hungria e a Turquia. Prevê-se que o mesmo venha a acontecer nos EUA.

A decisão israelita é resultado do incremento de novos casos de covid-19 nestas últimas semanas e dias. Há um mês o número de novos casos diários não ultrapassava as poucas dezenas, mas actualmente este número já passa dos 2 mil. Foi por outro lado reintroduzido o "passe verde", que permite o acesso aos grandes eventos apenas às pessoas vacinadas, recentemente recuperadas ou portadoras de um teste negativo à covid. 

O número de novos casos atingiu hoje os 2.165, com 159 pacientes em sérias condições, gerando novas preocupações relacionadas com vagas nos hospitais.

Shalom, Israel!

quarta-feira, julho 28, 2021

ISRAEL VAI EMITIR PERMISSÕES DE TRABALHO PARA MAIS 16 MIL PALESTINIANOS

O governo de Jerusalém anunciou hoje que vai emitir permissões de trabalho para mais 16.000 palestinianos da Judeia e Samaria para vagas nas áreas da construção e da hotelaria nessas regiões, elevando o total para cerca de 100.000 trabalhadores palestinianos nessas regiões de Israel.

Shalom, Israel!

segunda-feira, julho 26, 2021

PALESTINIANOS ACUSAM O HAMAS DE ARMAZENAR ARMAMENTO EM ZONAS RESIDENCIAIS

Cansados das manobras desumanas do grupo terrorista Hamas, palestinianos residentes na Faixa de Gaza afirmaram que a explosão que matou uma pessoa e feriu outras catorze na passada Quinta-Feira ocorreu num armazém usado pelo Hamas para guardar armamento. São vários os grupos e organizações de direitos humanos palestinianos que vieram apelar ao Hamas e a outros grupos terroristas palestinianos para que cesse de armazenar armas em zonas residenciais, depois da ocorrência de mais uma explosão na passada Quinta-Feira.

As organizações em causa exigiram também uma investigação completa à explosão para que se possam culpar os responsáveis. Palestinianos residentes na Faixa de Gaza confirmaram que a explosão ocorreu numa instalação usada pelo Hamas para armazenar armas. O Hamas alega ter iniciado uma investigação, mas até agora não foram reveladas quaisquer conclusões. Dentre as 14 pessoas feridas, 6 são crianças. 

"O Centro Al-Mezan para Direitos Humanos em Gaza vê o incidente da explosão com muita seriedade, uma vez que têm ocorrido repetidos incidentes de explosões internas em casas dentro de bairros residenciais sobre-populados, resultando na morte de um número de civis e na destruição de casas e de propriedades públicas e privadas" - declara o Centro.

Parece que ao contrário daquilo que a comunicação social tenta ocultar, muitas das vítimas dos conflitos entre o Hamas e Israel são realmente resultado da prática criminosa do Hamas entre o seu próprio povo. Isso é algo que Israel está cansado de falar ao mundo, mas a que ninguém dá ouvidos. Pode ser que agora este testemunho das próprias vítimas seja mais convincente...

Shalom, Israel!

sábado, julho 24, 2021

MAIS 160 JUDEUS FRANCESES IMIGRAM PARA ISRAEL

Como resultado do crescente e preocupante antissemitismo na França e não só, mais um voo transportando 160 judeus franceses chegou esta semana a Israel, fazendo "alyiah", dessa forma cumprindo o anunciado pelos profetas judeus para estes "últimos dias."

A "Embaixada Cristã Internacional Jerusalém" subsidiou o voo a 32 judeus. Vivem actualmente na França cerca de 500 mil judeus, a meio de uma crescente pressão antissemita, que ultimamente se tem tornado ocasionalmente em perseguição e ataques terroristas. Todas as instituições judaica na França estão fortemente vigiadas e protegidas, desde sinagogas a escolas, desde museus a centros comunitários. 

Desde o ano 2000 que cerca de 250 mil judeus franceses abandonaram o país, devido à segunda intifada que nessa altura provocou uma forte reacção contra Israel nas mentes de muitos sectores da população, tendo muito partido para o Canadá, Austrália e EUA, embora um número crescente tenha estado a fazer o retorno a Israel. 

Shalom, Israel!

sexta-feira, julho 23, 2021

VÍTIMAS ISRAELITAS DO ATAQUE TERRORISTA PALESTINIANO NAS OLIMPÍADAS DE 1972 FINALMENTE LEMBRADAS

Foram necessários 49 anos para que se fizesse alguma justiça aos 11 atletas israelitas que nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972, foram assassinados pelo grupo terrorista "Setembro Negro Palestiniano."

No início da celebração de abertura dos Jogos Olímpicos realizada hoje em Tóquio, Japão, foi guardado um minuto de silêncio em honra e memória aos 11 atletas assassinados pelos palestinianos. 
Durante a cerimónia de abertura foram prestados tributos às vítimas da pandemia e aos que morreram durante o decorrer dos Jogos. Foi feita então uma menção especial à delegação israelita assassinada em 1972, e foi guardado um minuto de silêncio, para além de uma dança honrando os mortos. 

"Lembramos em particular aqueles que perderam as suas vidas durante os Jogos Olímpicos" - disse o porta-voz, acrescentando: "Um grupo ainda mantém um forte lugar em todas as nossas memórias e destaca-se de todos os que perdemos nos Jogos: os membros da delegação israelita nos Jogos Olímpicos de Munique em 1972."

O ataque de 1972 nos Jogos Olímpicos de 1972 viu 11 atletas israelitas assassinados pelo grupo terrorista palestiniano "Setembro Negro." Dois dos atletas foram assassinados na aldeia olímpica. O grupo terrorista palestiniano sequestrou outros 9 e exigiu a libertação de centenas de presos palestinianos em Israel, bem como de dois proeminentes militantes da esquerda da Alemanha Ocidental. 

Depois de uma tentativa frustrada das forças de segurança alemãs para retomar os reféns, os palestinianos apontaram as suas armas para os israelitas, matando todos eles.

Os familiares das vítimas têm desde há anos feito campanhas junto ao Comité Olímpico Internacional a favor de um maior reconhecimento público das vítimas, tendo o Comité recebido críticas por ter recusado guardar um minuto de silêncio pelas vítimas israelitas durante a cerimónia de abertura das Olimpíadas de Londres, em 2012, 40 anos depois do ataque. 

"Finalmente foi feita justiça aos maridos, filhos e pais assassinados em Munique" - expressaram as viúvas de duas das vítimas presentes em Tóquio, acrescentando: "Lutámos durante 49 anos e nunca desistimos. Não conseguimos segurar as lágrimas. Este é o momento pelo qual ansiávamos."

Nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, foi pela primeira vez realizada uma cerimónia memorial, ainda que não durante a cerimónia de abertura. 

O primeiro-ministro de Israel elogiou a iniciativa: "Hoje, e pela primeira vez nos Jogos Olímpicos, houve uma comemoração oficial do massacre dos 11 membros da delegação israelita nos Jogos Olímpicos. Aplaudo este importante momento histórico. Que as suas memórias sejam uma bênção."

Igal Carmi, líder do comité olímpico israelita, afirmou que Israel estava "grato" pelo tributo de 2021. 

"O Comité Olímpico Internacional cumpriu os anseios das famílias das 11 vítimas israelitas em Munique e comemorou-as corajosamente esta noite na cerimónia de abertura" - afirmou, acrescentando que o presidente do Comité Olímpico Internacional, o alemão Thomas Bach, havia prometido às famílias das vítimas "que o movimento olímpico recordaria as 11 vítimas de Munique, pela primeira vez na História, após 49 anos. Ele prometeu, e cumpriu a sua palavra."

Desejo todo o sucesso à delegação israelita nestes Jogos, que já se tornaram históricos, a bem da justiça.

Shalom, Israel!


quinta-feira, julho 22, 2021

ISRAEL VAI SER O PRIMEIRO PAÍS DO MUNDO A TESTAR A INOVADORA VACINA ORAL PARA A COVID "ORAVAX"

Sempre na vanguarda, Israel prepara-se para ser o primeiro país do mundo a testar a nova vacina oral para a covid-19 "Oravax", desenvolvida pelos laboratórios "Oramed Pharmaceuticals."

Esta empresa prepara-se para iniciar testes clínicos da sua vacina no Centro Médico Sourasky, em Tel Aviv, após ter recebido aprovação para o seu protocolo de estudos do comité responsável do hospital. Espera-se agora para as próximas semanas a aprovação do Ministério da Saúde.

A empresa subsidiária "Oravax" já completou na Europa o fabrico de vários milhares de cápsulas disponíveis para os testes em Israel e, eventualmente, em outros países.

A "Oramed" é uma empresa farmacêutica de testes clínicos baseados em tecnologias desenvolvidas pelo Centro Médico da Universidade Hadassah, em Jerusalém. Em Março passado a empresa anunciou uma "joint-venture" com a empresa indiana "Premas Biotech" para a obtenção de uma vacina oral inovadora. A "Oravax" é o resultado dessa junção. 

A tecnologia da "Oramed" pode ser utilizada para a administração oral de um número de terapias baseadas em proteínas que seriam aplicadas por meio de injecções. A "Oramed" encontra-se actualmente a meio da fase III dos testes clínicos de uma cápsula oral com insulina para a diabetes tipo 1 e 2 nas norte-americana "FDA - Food and Drug Administration."

A candidata a nova vacina "Oravax" é direccionada a três proteínas da estrutura do novo coronavírus, em contraste com uma única proteína direccionada pelas actuais vacinas da Pfizer e da Moderna. Assim sendo, esta nova vacina será muito mais resistente a novas variações da covid-19, incluindo a Delta. 

A serem derrubadas as últimas barreiras para a comercialização desta nova vacina inovadora, estaremos perante uma autêntica revolução mundial, uma vez que as pessoas poderão tomar as vacinas no conforto das suas próprias casas. Para além disso, está comprovado que a vacina aplicada por via oral produz menos efeitos colaterais. Para além disso, estas vacinas poderão ser conservadas à temperatura ambiente, não precisando de ser administradas por técnicos, tornando a sua aplicação muito mais fácil e prática. 

Shalom, Israel!

terça-feira, julho 20, 2021

MARCA DE GELADOS (SORVETES) "BEN & JERRY'S" FAZ GUERRA A ISRAEL, MAS JÁ COMEÇA A SENTIR A RETALIAÇÃO

Ridícula, para não usar outra expressão, é a decisão ontem tomada e anunciada da gigante de gelados "Ben & Jerry's" de boicotar a venda dos seus produtos no alegado "território ocupado da Palestina."

Apesar desta condenável decisão, a marca alega que continuará a estar à venda em Israel. Para este gigante da distribuição alimentar, os "territórios ocupados" referem-se às regiões bíblicas e israelitas da Judeia e Samaria. 

"Cremos que é inconsistente com os nossos valores que os gelados da Ben & Jerry sejam vendidos no Território Palestiniano Ocupado (TPO). Nós também escutamos e reconhecemos as preocupações que nos são partilhadas pelos nossos fãs e parceiros de confiança" - assim reza a decisão da marca.

Não se sabe se este ridículo boicote também incluirá Jerusalém oriental, que os árabes palestinianos querem como capital de um ilusório estado palestiniano.

DECISÃO CONDENADA EM ISRAEL

O actual distribuidor da marca em Israel condenou a decisão da empresa de gelados : "A decisão é inteiramente inaceitável. A "Ben & Jerry's International" decidiu não renovar o seu acordo connosco dentro de um ano e meio, depois de termos rejeitado a sua exigência de parar a distribuição por todo o Israel. Apelamos ao governo de Israel e aos consumidores: não deixem que eles boicotem Israel!" E acrescentou: "Mantenham os gelados fora da política!"

O distribuidor apelou ainda aos consumidores israelitas para passarem a consumir produtos locais. 

O primeiro-ministro Bennett emitiu um comunicado, alegando que a decisão foi um erro: "A Ben & Jerry's decidiu classificar-se como um gelado anti-Israel. Esse é um erro moral e acredito que se tornará também num erro comercial."

"O boicote contra Israel... reflete que eles perderam por completo o rumo. O boicote não funciona, e não vai funcionar, e iremos combatê-lo com toda a nossa força" - acrescentou Bennett.

Bennett já avisou entretanto a empresa norte-americana de "severas consequências" ao boicote. 

Yair Lapid, actual ministro das Relações Exteriores, também condenou a decisão da empresa, classificando-a como "uma desgraçada capitulação ao capitalismo, ao BDS, e a tudo o que é mau no discurso anti-Israel e anti-judaismo." O ministro disse ainda que irá pedir aos mais de 30 estados norte-americanos com leis anti-BDS para que as implementem contra a empresa, como retaliação. As leis exigem que os estados desinvistam em empresas que boicotam Israel. 

O líder do Conselho Regional da Samaria, Yossi Dagan, insurgiu-se contra a empresa norte-americana por abandonar as suas vendas em áreas reivindicadas pelos palestinianos para o seu futuro estado: "Os residentes da Samaria e desta terra permanecerão fortes muito depois de os gelados da Ben & Jerry's se derreterem e desaparecerem do mundo" - afirmou, acrescentando: "Não cederemos a este antissemitismo que permeou a comunidade judaica norte-americana" - referindo-se aos "judeus progressistas" fundadores desta marca.

Fundada em Vermont, EUA, em 1978, a marca de gelados é agora pertença da distribuidora mundial Unilever. 

REACÇÕES NOS EUA

Os supermercados kosher nos EUA estão neste momento a considerar o que fazer com os seus stocks de gelado. Várias cadeias de supermercados em Nova Iorque já decidiram entretanto remover todos os produtos da marca das suas prateleiras.

"A Seasons retirou todos os produtos da Ben & Jerry's de todas as suas lojas como resultado da decisão da fábrica de gelados de cessar as vendas em partes de Israel. Nós estamos ao lado de Israel. Sempre" - reza o comunicado de uma das grandes cadeias de supermercados "Seasons."

Shalom, Israel!