sexta-feira, julho 19, 2024

"O POVO JUDEU NÃO PODE SER O OCUPANTE DA SUA PRÓPRIA TERRA!" - AFIRMOU NETANYAHU EM RESPOSTA À PROVOCAÇÃO DO TIJ


O Tribunal Internacional de Justiça, claramente manipulado pelo antissemitismo, decidiu agora considerar "ilegal" a "ocupação das terras na "Palestina", especificamente na Margem Ocidental (Judeia e Samaria) e em Jerusalém Oriental. 

O tribunal de Haia, que deveria ter mais com que se ocupar, decidiu que Israel tem de parar imediatamente com as novas construções na chamada "Cisjordânia", na parte leste de Jerusalém, e em Gaza. Como se Israel quisesse alguma vez voltar a ocupar Gaza...

As decisões deste tribunal não são vinculativas, constituindo no entanto um marco histórico de condenação a Israel pela ocupação do seu próprio território...Para os 15 juízes que deliberaram esta ridícula acusação, Israel está a fazer uma "ocupação permanente" e uma "anexação ilegal", incluindo a "deslocação dos habitantes, exploração e políticas de colonização que violam as leis de Genebra."

O desacreditado e hipócrita tribunal comprovadamente ao serviço dos grupos antissemitas apelou também à comunidade internacional para que reconheça esta "ocupação" como ilegal, parando também qualquer apoio a Israel para a manutenção da mesma. 

REACÇÃO DE ISRAEL

O primeiro-ministro de Israel já reagiu a esta perfídia, afirmando que "o povo judeu não pode ser um ocupante da sua própria terra - não na sua capital eterna Jerusalém, não na terra dos nossos antepassados da Judeia e Samaria. Nenhuma falsa decisão de Haia vai distorcer a verdade histórica, tal como a legalidade dos colonatos israelitas em todos os territórios da nossa pátria não podem ser contestados."

Entretanto, a reacção dos líderes de direita não se fez esperar, tendo já apelado a Netanyahu para que decida a "anexação total dos territórios da Palestina."

Shalom, Israel!

quinta-feira, julho 18, 2024

PARLAMENTO ISRAELITA (KNESSET) CHUMBA POR ESMAGADORA MAIORIA A EXISTÊNCIA DE UM ESTADO PALESTINIANO


A poucos dias da visita do primeiro-ministro Netanyahu a Washington, onde deverá discursar no congresso e encontrar-se com o presidente Biden - ainda que não se confirme ainda este encontro devido a Biden ter sido detectado com a covid - o parlamento de Israel, reunido ontem à noite na capital Jerusalém votou por esmagadora maioria uma moção de rejeição a um estado palestiniano em terras de Israel.

A resolução foi proposta pelos partidos que apoiam o actual governo de direita, juntamente com partidos de extrema direita da actual oposição, e ainda do próprio partido centrista da oposição liderado por Benny Gantz. O partido do centro esquerda Yesh Atid abandonou o hemiciclo durante a realização da votação, uma vez que o seu líder Yair Lapid apoia a ideia de 2 estados. 

Esta iniciativa passou apenas dias antes da visita do primeiro-ministro aos EUA para se dirigir ao congresso norte-americano numa sessão conjunta, e reunir-se com o presidente Biden na Casa Branca. Esta medida tomada soberanamente pelo parlamento israelita irá certamente provocar um mal estar entre o partido democrata norte-americano pelo seu apoio a um governo israelita que cada vez mais rejeita a ideia de 2 estados. 

Já em Fevereiro passado o Knesset tinha passado uma resolução proposta por Netanyahu rejeitando o estabelecimento de um estado palestiniano, embora essa moção apontava especificamente para o estabelecimento unilateral desse hipotético "estado" a meio de relatos de que vários países estavam a considerar o reconhecimento de um estado palestiniano mesmo sem haver um processo de paz com Israel. 

A resolução passou com 68 votos a favor da rejeição de um estado palestiniano e 9 contra. Esta rejeição inclui mesmo a possibilidade de se reconhecer um estado palestiniano como parte de negociações.

"O Knesset (parlamento) de Israel opõe-se firmemente ao estabelecimento de um estado palestiniano a ocidente da Jordânia. O estabelecimento de um estado palestiniano no coração da Terra de Israel representará um perigo existencial ao Estado de Israel e seus cidadãos, perpetuará o conflito israelo-palestiniano e desestabilizará a região" - declara a resolução. 

"Será apenas uma questão de pouco tempo até que o Hamas tome o controle do estado palestiniano, transformando-o numa base para o terrorismo radical islâmico, trabalhando em cooperação com o eixo liderado pelo Irão visando a eliminação do estado de Israel" - prossegue o documento, acrescentando: "Promover nesta altura a ideia de um estado palestiniano será uma recompensa para o terrorismo e irá simplesmente encorajar o Hamas e seus apoiantes a verem isso como uma vitória, graças ao massacre do 7 de Outubro de 2023 e um prelúdio para o triunfo do jihadismo islâmico no Médio Oriente."


PROSSEGUEM OS ATAQUES CONTRA OS TERRORISTAS EM GAZA E NO LÍBANO

Israel prossegue a sua "limpeza" da liderança terrorista do Hamas e dos outros grupos terroristas palestinianos, cabendo desta vez "a sorte" ao comandante das forças navais da Jihad Islâmica Palestiniana, Anas Murad. 


Entretanto, esta manhã Israel liquidou mais um alto responsável do Hamas no Líbano. Muhammed Jabra era um comandante militar do Hamas que esta manhã foi abatido com um ataque aéreo israelita na parte oriental do Líbano quando conduzia o seu carro, a cerca de 40 quilómetros da fronteira com Israel. Este criminoso agora abatido foi o responsável por vários ataques contra Israel. 

A imprensa do Líbano já veio entretanto confirmar um novo ataque israelita a cerca de 25 quilómetros da fronteira. 

Shalom, Israel!

quarta-feira, julho 17, 2024

DELEGAÇÃO ISRAELITA JÁ CHEGOU AO CAIRO PARA MAIS UMA RONDA DE CONVERSAÇÕES


Já é considerada a derradeira proposta de acordo de cessar fogo entre Israel e o Hamas, uma vez que o tempo urge, a vida dos reféns está em risco, há suspeitas de que algumas das mulheres cativas possam ter engravidado dos terroristas que as têm violado. Israel está em posição de força, tendo já desbarato uma grande parte das forças do Hamas - que só negoceia sob pressão - mas a teimosia de Netanyahu parece continuar, supõe-se que com novas exigências, revelando um desejo pessoal de ir arrastando a guerra para benefício próprio, o que é condenável, uma vez que as vidas dos reféns estão em risco. Mais de 70% da população israelita tem-se manifestado até violentamente para que este governo saia e dê lugar a novas eleições sem a presença de Netanyahu, considerado um dos principais responsáveis pelo massacre do 7 de Outubro. 

Agora no Cairo, e mais uma vez, os mediadores internacionais pressionam Israel e o Hamas para um acordo faseado que poria uma pausa aos combates e permitiria a libertação dos cerca de 120 reféns. 

A delegação israelita é composta por 6 representantes. As conversações ficaram paradas durante o passado fim de semana como consequência do forte ataque israelita em Gaza que visava liquidar o comandante militar do Hamas, Muhammad Deif, cujo destino continua um mistério. O Hamas afiançou a continuação das conversações. 

O ministro israelita da Defesa, Yoav Gallant afirmou ao seu par norte-americano Lloyd Austin que essa forte pressão sobre o Hamas "levou às condições necessárias para se alcançar um acordo para o retorno dos reféns."

David Barnea, chefe da Mossad, teria dito ontem durante o encontro no gabinete que as mulheres reféns não têm mais tempo para esperar por um novo acordo, para além deste que agora está a ser discutido. 

"As moças em cativeiro não têm tempo para esperar por alterações na proposta em discussão" - terá afirmado Barnea a Netanyahu, que se teme estar a querer introduzir novas alterações na proposta. 

Esperemos e oremos para que desta vez se chegue a um acordo que dê lugar ao fim dos combates, das mortes e permitindo a libertação de todos os reféns.

Shalom, Israel!

terça-feira, julho 16, 2024

ISRAEL PREPARA-SE PARA O FIM DA INTERVENÇÃO EM GAZA. TERRORISTAS QUE AINDA RESTAM ESTÃO EM "MODO DE SOBREVIVÊNCIA"


Segundo as IDF, a guerra em Gaza não vai durar para sempre. Por outro lado, os militares alegam que estão "aproveitando cada minuto" até que seja atingido um potencial acordo para a libertação dos reféns, estando preparados para lidar com as consequências de um cessar fogo com o Hamas, que poderá envolver a obrigação de uma retirada completa das forças militares israelitas de toda a Faixa de Gaza. 

Independentemente de um acordo, prosseguirão por tempo prologado operações de baixa intensidade contra o grupo terrorista, mas já há um final à vista, à medida que os militares estão a observar as dificuldades do Hamas em retaliar. 

Nestes últimos meses as IDF têm estado a ver cada vez mais operacionais e comandantes do Hamas a abandonarem as suas tocas - entenda-se: os túneis onde se esconderam em Gaza - estando a transferir os centros de comando e de organização e até de preparação de armamento dentro de zonas civis. Prova disso é que nestas últimas semanas, mais de 50 ataques aéreos foram efectuados contra posições do Hamas inseridas dentro de escolas, hospitais e outros sítios civis utilizados como abrigos pelas populações civis de Gaza. Segundo as averiguações dos militares, os operacionais do Hamas estão a ter dificuldade em permanecer dentro de túneis por tão longo tempo - nove meses desde o início da guerra - estando por isso a deslocar-se para outros locais à superfície no meio das populações civis palestinianas. 

As IDF também estão a reconhecer que o Hamas está com a moral em baixo, à medida que os combates prosseguem, e milhares têm estado a fugir aos combates, preferindo não lutar. 

Por outro lado, o grupo terrorista está a ficar sem munições. As IDF encontraram recentemente um documento apanhado aos terroristas em que estava alistado o inventário actual do batalhão de Shejaiya, segundo o qual o mesmo já tinha perdido cerca de dois terços dos seus elementos e estava com falta de RPGs, espingardas de assalto e explosivos. 

"EM MODO DE SOBREVIVÊNCIA"

As IDF descreveram o actual estado dos terroristas do Hamas como estando nestes últimos meses em "modo de sobrevivência", nada comparado a como se encontrava no 7 de Outubro. Mesmo assim, as IDF também reconhecem que o Hamas mantém capacidades para atacar tropas em Gaza e lançar rockets contra Israel, incluindo a longas distâncias. 

As IDF também acreditam que o Hamas já não dispõe de grandes capacidades para a produção de rockets, visto que as principais fábricas têm sido destruídas nos ataques. O grupo terrorista pode ainda produzir algum armamento, embora com qualidade muito inferior e reduzida. Os militares israelitas têm estado a acompanhar essas tentativas, tendo já atacado novas plantas de produção de armas. Numa operação recente, comandos israelitas atacaram uma base da UNRWA na cidade de Gaza após indicações recebidas de que o Hamas estava a construir drones explosivos para serem lançados contra os militares. Ainda em instalações da UNRWA, as IDF alegam ter encontrado evidências do recrutamento de novos operacionais pelo Hamas. Os militares acreditam que esses novos recrutas têm muito menos qualidade do que os actuais operacionais. 

Segundo as conclusões das IDF, conquanto o Hamas tenha perdido alguns comandantes durante os combates, ainda se mantêm uma mão cheia deles, incluindo os comandantes das brigadas de Rafah e de Gaza City, para além do cabeça da inteligência do grupo. 

As IDF estão a esforçar-se por liquidar os comandantes do topo da organização terrorista, bem como membros do grupo considerados como "fontes de conhecimento" nos campos da engenharia, química e electrónica, os quais poderiam contribuir para a reconstrução do grupo. 

Nestas duas últimas semanas mais de 1.000 terroristas já foram liquidados em toda a Faixa de Gaza. 

VÁRIOS MESES PARA DESCOBRIR TODOS OS TÚNEIS

As IDF acreditam que serão necessários muitos mais meses até descobrir todos os túneis usados para contrabandear armamento ao longo da fronteira entre o Egipto e o enclave. 25 desses túneis foram até agora localizados, mas há muitos mais por encontrar. 

segunda-feira, julho 15, 2024

PROSSEGUEM AS NEGOCIAÇÕES VISANDO UM ACORDO DE CESSAR FOGO E LIBERTAÇÃO DE REFÉNS


Contrariamente ao que foi propagado logo a seguir à morte de um dos principais líderes militares do Hamas em Khan Younis e de muitos outros terroristas que por ali parasitavam, tanto Israel como o Hamas confirmaram que as conversações vão continuar, devendo o líder da Mossad, David Barnea, partir dentro de dias para o Qatar. 

Um porta-voz do Hamas também confirmou que as conversações irão continuar.

Sabe-se entretanto que os dirigentes do Hamas e da Fatah irão reunir-se em Pequim na próxima semana, onde irão abordar a questão administrativa de Gaza no pós guerra. Os líderes destas duas facções criminosas irão também reunir-se com o ministro chinês para os Negócios Estrangeiros na capital chinesa. 

ATAQUES NO LÍBANO

Caças israelitas bombardearam há pouco dois edifícios no Sul do Líbano onde foram vistos operacionais do Hezbollah. Os alvos foram também atingidos por artilharia israelita de forma a "remover ameaças." 3 rockets tinham sido disparados desde o Líbano para Kiryat Shmona, tendo dois deles caído em zonas descampadas e um anulado pela Cúpula de Ferro israelita. 


Os media do Líbano relataram há minutos o ataque israelita a um automóvel na Síria, próximo da fronteira com o Líbano. Haverá vítimas, mas falta uma confirmação da parte de Israel. Normalmente estes ataques precisos e direccionados a carros ou motos atingem líderes terroristas do Hezbollah ou do Hamas, pelo que acredita-se que terá sido mais uma dessas intervenções "cirúrgicas" israelitas...

Shalom, Israel!

sábado, julho 13, 2024

ISRAEL TERÁ LIQUIDADO O "ARQUITECTO MILITAR" DO 7 DE OUTUBRO E OUTRO COMANDANTE DO HAMAS


O mundo está em verdadeiro sobressalto após o grande ataque desta manhã contra um local onde se encontrava Mohammed Deif, considerado o "arquitecto" do massacre de 7 de Outubro e comandante do braço armado do Hamas, e ainda Rafa'a Salameh, comandante da brigada terrorista em Khan Younis.

As imagens entretanto recolhidas dos satélites revelam que a zona atingida está inserida dentro daquilo a que Israel denominou como zona humanitária e está próxima de tendas para palestinianos desalojados. O sítio do Hamas não se encontra dentro de um acampamento de tendas e está separado por estradas e por uma vedação, encontrando-se à altura cercado por dezenas de operacionais do Hamas. 

Neste momento espera-se ainda a confirmação da morte dos dois terroristas. Pensa-se que Deif estará gravemente ferido. O indivíduo estaria escondido no local, pelo que as forças israelitas tiveram que decidir durante várias horas se esta seria a melhor oportunidade para o liquidar. A operação foi então decidida através de informações precisas da inteligência, tendo sido utilizadas bombas pesadas, incluindo as que perfuram bunkers.


O ataque israelita criou uma enorme cratera. Tanto o Egipto como a Jordânia já condenaram o ataque, acusando Israel de estar a "alvejar tendas de pessoas deslocadas", mas, por outro lado, as IDF alegam que o local atacado se encontrava fora das vedações, e era uma base do Hamas no meio de um ambiente civil. Segundo as autoridades militares israelitas, a área atingida "é uma área aberta e florestal com vários edifícios e armazéns."

As autoridades militares israelitas já tinham previamente decidido que "não se podia perder" esta chance de assassinar Deif, ainda que tal viesse a prejudicar as negociações em curso para um acordo de cessar fogo. A decisão foi discutida horas antes do ataque, tendo-se chegado à conclusão que o ataque e provável morte do chefe militar do Hamas seria estrategicamente benéfica, uma vez que mostra ao líder supremo Yahya Sinwar que Israel também o pode apanhar. 

Este criminoso terrorista Deif andava a ser procurado por Israel desde 1995 pelo seu envolvimento no planeamento e execução de um grande número de ataques terroristas, incluindo muitas explosões em autocarros nos anos 1990 e início dos anos 2000. Crê-se que ele também desempenhou um papel importante no massacre do 7 de Outubro, que levou ao assassinato bárbaro de mais de 1.200 inocentes israelitas e ao início dos combates na Faixa de Gaza. Este bandido já tinha escapado a 7 tentativas de assassinato, tendo ficado ferido em alguns deles e alguns membros da sua família já foram entretanto mortos. 

O Hamas está neste momento a investigar esta "grande brecha interna."

NÚMEROS DO HAMAS

Como sempre, o grupo terrorista do Hamas quer "comover" o mundo com números inflacionados de mortos e feridos, não havendo qualquer confirmação dos mesmos por parte de gente séria. Segundo eles, o ataque israelita provocou 71 mortos e 289 feridos. Como é costume, o grupo mistura civis com terroristas, pelo que nunca se saberá ao certo quantos civis realmente terão sido atingidos mortalmente por este importante ataque que visava exclusivamente os dois cabecilhas desta organização terrorista. 

GRANDE EXPLOSÃO NO IRÃO

Um canal israelita de TV revelou entretanto imagens da explosão há 3 dias junto a uma fábrica de drones perto da cidade de Kashan, no Irão. O video, com imagens gravadas a partir da estrada principal, revela aquilo que parecem ser os disparos das baterias anti-aéreas seguidos de uma explosão. Segundo os relatos a explosão teria ocorrido numa grande planta de construção de muitos drones explosivos iranianos. 

Shalom, Israel!


sexta-feira, julho 12, 2024

IDF DESCOBREM SALA DE COMANDO DO HAMAS NA SEDE DA UNRWA, PARA ALÉM DE MUITAS ARMAS


Tropas da brigada de comandos das IDF descobriram armamento e uma sala de comando do Hamas na sede da UNRWA, comprovando a mais que conhecida ligação entre os terroristas do Hamas e aquela organização da ONU, mais que comprometida com o terrorismo.

As instalações foram atacadas pelas IDF desde o início da semana como parte de uma nova operação militar nas zonas do Sul e ocidental da cidade de Gaza. A sede da UNRWA estava sem uso desde há vários meses. Já no início do ano as IDF tinham descoberto um túnel que passava por debaixo destas instalações da ONU. 

A operação mais recente permitiu aos militares israelitas capturar operacionais do Hamas que tentavam fugir das instalações. Foram também travados combates com células de atiradores terroristas que se haviam escondido no interior. 


As forças israelitas também encontraram parte de um drone do Hamas, uma sala de comando que era utilizada para observar as forças de Israel, e ainda dezenas de armas, incluindo rockets, metralhadoras, morteiros, engenhos explosivos, gramadas e drones que descarregam bombas. Numa universidade das imediações, os comandos descobriram um laboratório subterrâneo para o fabrico de bombas e ainda diversas armas. 


MAIS UM LÍDER DO HAMAS ABATIDO

As IDf abateram entretanto o comandante do batalhão do Hamas em Shejaiya. Este temível criminoso esteve envolvido directamente no massacre do 7 de Outubro e durante a consequente guerra realizou numerosos ataques contra os soldados israelitas em Gaza. 

Para além deste terrorista, Ayman Shweidahm um outro comandante de batalhão foi também abatido por Israel. Este último era uma proeminente comandante com grande envolvimento nos combates em Shejaiya. 

Shalom, Israel!