terça-feira, setembro 28, 2021

NO CORAÇÃO DE TEL AVIV, CAFÉ EXPRESSO + JESUS

Os judeus que reconhecem Jesus como o Messias e Salvador, portanto convertidos à fé cristã, têm como característica comum a ousadia na proclamação do Evangelho. As dificuldades e oposição, quando não até perseguição colocados pelos familiares, religiosos e amigos, tornam-nos mais resistentes e corajosos. 

É esse o caso do "Café HaOgen", situado a Norte da praça central Dizengoff. Decorado com janelas que ligam o pavimento ao tecto, e uma lousa colorida colocada no passeio exterior anunciando pequenos-almoços, sanduíches e um concerto acústico para breve. No interior, uns 20 a 30 frequentadores, sentados às mesas teclando no laptops. A decoração interior é moderna e apelativa. 

Mas o "Café HaOgen" oferece algo mais que os outros concorrentes não dão: o Evangelho de Jesus Cristo.

O café é parte de um ministério messiânico baseado em Tel Aviv, considerado como uma "cafetaria para evangelizar/alcançar pessoas", cujo pessoal são "evangelistas disponíveis para partilhar as Boas Novas com qualquer convidado que ali entre."

"Graças a esta localização estar na moda, o ministério ganhou acesso a um completamente novo tipo de pessoas em grande necessidade de um Salvador na sua cidade."

O trabalho do café está ligado ao ministério "Dugit" e ao judaismo messiânico, um movimento cujos membros acreditam na divindade de Jesus ao mesmo tempo que praticam o judaísmo e que não é facilmente detectável. Ao fundo do café localiza-se uma prateleira repleta de cópias do Novo Testamento em hebraico e pilhas de panfletos sobre o "Messias", com o logotipo do café: uma âncora, que constitui um símbolo clássico do cristianismo. Não há qualquer menção evidente a alguma ligação ao ministério "Dugit", ainda que ela exista, e isso para não afastar ou fazer os clientes constrangidos.

O actual responsável do café é pastor numa congregação messiânica etíope local. 

Mal compreendidos e ainda não aceites pelos religiosos, que consideram os judeus messiânicos como "não judeus" - um absurdo sem qualquer lógica nem justificação - os messiânicos tentam fazer passar uma imagem não depreciativa à população de Israel: "Somos judeus que amam a sua pátria, servimos o nosso país no exército e pagamos impostos. E celebramos as festas e feriados judaicos, e acreditamo sno Deus de Abraão, Isaque e Jacob. E sim, cremos que Yeshua é o messias."

"Não tentamos fazer proselitismo, subornar alguém, ou fazer algo de errado" - afirma um dos líderes messiânicos em Tel Aviv, acrescentando: "No entanto, se os clientes nos perguntarem no que cremos, nós dizemos-lhes, mas não chamamos a isso fazer proselitismo ou tentar converter alguém."

A maior parte dos messiânicos israelitas têm ascendência judaica directa, ao contrário dos EUA, onde muitos que se declaram messiânicos são de facto evangélicos. O número de judeus messiânicos em Israel anda pelos 10 - 20.000, um número crescente graças aos esforços evangelísticos e à imigração. Há assembleias messiânicas que evangelizam especialmente russos e de etíopes. O número de messiânicos em Israel era de 5 mil em 1999, mas hoje em dia só nas congregações compostas de russos esse número já pode ser visto. Contam-se por todo o país mais de 70 diferentes congregações messiânicas. 

Mas, tal como qualquer esforço evangelístico no país, o café "HaOgen" tem também enfrentado oposição da parte de grupos anti-missionários, que alegadamente permitem que qualquer um possa estabelecer um negócio em Tel Aviv, mas que se sentem na "obrigação" de avisar os potenciais consumidores, alertando-os de que aquele não é um café qualquer, semelhante aos outros, mas "parte de uma bem subsidiada organização sustentada por evangélicos para converter judeus jovens e vulneráveis ao cristianismo"...

Apesar de alguma oposição, e tal como outros tantos ministérios messiânicos em Israel, o Evangelho cresce a olhos vistos, especialmente entre as novas gerações, cansadas e frustradas com a religiosidade hipócrita e esvaziada de sentido que tantos experimentam em Israel.

Shalom, Israel!

segunda-feira, setembro 27, 2021

NAFTALI BENNETT FEZ O SEU PRIMEIRO DISCURSO NA ONU

No seu primeiro discurso numa Assembleia Geral da ONU, o novo primeiro-ministro de Israel referiu-se ao Irão, avisando que "as palavras não impedem as centrifugadoras de girar." O líder israelita aproveitou ainda para elogiar o seu governo como modelo para o "debate sem ódios", acrescentando ainda que Israel foi o impulsionador da vacina "booster", ao mesmo tempo que manteve a economia aberta. Bennett não fez qualquer referência aos palestinianos. 

Bennett iniciou o seu discurso de hoje na ONU, apregoando Israel como "um farol num mar tumultuoso, uma referência de democracia...desejoso de contribuir para o mundo apesar de estar no meio da pior vizinhança da terra."

Bennett elogiou os "Acordos de Abraão", acrescentando que há mais países a caminho. 

Depois de criticar duramente o novo presidente do Irão por mandar assassinar iranianos em massa, Bennett prometeu que Israel não permitirá que Teerão consiga a arma nuclear: "Nestes últimos anos, o Irão tem dado um grande passo em frente...o programa nuclear do Irão está num ponto crítico. Todas as linhas vermelhas foram ultrapassadas. As inspecções ignoradas...tudo pensamentos positivos, comprovadamente falsos."

"O Irão está a violar os acordos de salvaguarda da Agência Internacional - e está-se a safar. Eles molestam os inspectores e fazem sabotagem às suas investigações - e estão-se a safar. Eles enriquecem urânio ao nível de 60%, o que os leva a um passo de conseguirem material para a bomba - e estão-se a safar. As evidências que provam claramente as intenções do Irão em relação às armas nucleares em sítios secretos em Toorkooz-abad, Teerão e Marivan, são ignoradas. O programa nuclear do Irão atingiu um momento crucial, assim como a nossa tolerância. As palavras não impedem as centrifugadoras de girar. Há gente no mundo que parece olhar para a busca de armas nucleares pelo Irão como uma realidade inevitável, simplesmente se cansaram de ouvir falar sobre isso. Israel não tem esse privilégio. Não nos cansaremos. Não permitiremos que o Irão consiga a arma nuclear" - afirmou Bennett, acrescentando que: "O Irão é muito mais fraco, muito mais vulnerável do que se pensa."

REACÇÃO NEGATIVA DA OPOSIÇÃO

Quem não gostou nada do discurso de Bennett foi o Likud, o partido de Netanyahu, agora na oposição. Segundo o partido, "Bennett proferiu um discurso vazio diante de um auditório vazio, desperdiçando palavras vazias em vez de ter aproveitado um palco internacional tão importante."

Shalom, Israel!

sábado, setembro 25, 2021

MAIS DE 300 PROEMINENTES IRAQUIANOS APELARAM PUBLICAMENTE À PAZ COM ISRAEL. BAGDADE JÁ DISSE QUE NÃO.

Um evento sem precedentes teve ontem lugar em Erbil, Iraque, juntando líderes sunitas e xiitas e activistas, exigindo que o Iraque se junte aos "Acordos de Abraão."

A reunião foi ontem realizada na região curda do Iraque e reuniu 312 figuras relevantes iraquianas, tanto xiitas como sunitas, activistas e líderes tribais, apelando à normalização das relações com Israel, acrescentando que o passo seguinte seria haver conversações "face a face" com os israelitas. As declarações conjuntas foram emitidas e assinadas num hotel da cidade de Erbil, capital da região curda no Norte do Iraque. A conferência foi organizada pela organização "Centro para as Comunicações de Paz", sediada em Nova Iorque, que promove o avanço do envolvimento entre árabes e israelitas e a protecção de activistas que apoiem a normalização. 

Um dos prelectores explicou que o grupo acredita na paz com Israel "para que possamos viver numa região estável que leva o conflito ao seu término. Acreditamos nisso, porque queremos que a nossa região seja pacífica, na qual Israel seja uma parte inseparável de um todo, e na qual todos os povos possam ter o direito de viver em segurança."

"Exigimos que o Iraque se junte internacionalmente aos Acordos de Abraão" - escreveu Wisam al-Hardan, líder do movimento "Despertar dos Filhos do Iraque", acrescentando: "Apelamos a plenas relações diplomáticas com Israel e a uma nova política de desenvolvimento mútuo e prosperidade."

Os "Filhos do Iraque" formaram-se organicamente em 2005 com líderes tribais na província de Anbar e ex-oficiais do exército iraquiano aliados às forças dos EUA para combater a Al-Qaeda.

"Alguns de nós enfrentámos o ISIS e o Al-Qaeda no terreno de batalha" - escreveu Hardan, acrescentando: "Através do sangue e das lágrimas temos há muito demonstrado qu enos opomos a todos os extremistas, sejam eles jihadistas sunitas ou milícias xiitas apoiadas pelo Irão. Temos também demonstrado o nosso patriotismo. Sacrificámos vidas por amor a um Iraque unificado, aspirando à concretização de um sistema de governo federal, tall como estipulado na constituição da nossa nação."

Classificando a expulsão dos judeus iraquianos como "o acto mais infame" no decínio do país, Hardan disse que o Iraque "deve reconectar-se com a totalidade da nossa diáspora, incluindo esses judeus."

"Rejeitamos a hipocrisia em alguns sectores do Iraque que falam amavelmente dos judeus iraquianos, ao mesmo tempo que denigrem a sua cidadania israelita, e o estado judaico que lhe garantiu asilo." Hardan afirmou ainda que as leis iraquianas que criminalizam os contactos com israelitas são "moralmente repugnantes."

"Temos uma escolha" - finalizou Hardan - "tirania e caos, ou então legalidade, decência, paz e progresso."

Como resultado da conferência irão ser formados 7 grupos de trabalho que tratarão de assuntos relacionados às ligações entre o Iraque e a sua diáspora judaica, comércio e investimento, reformas educativas, o repúdio às leis anti-normalização, comunicações de paz nos media do Iraque, colaborações artísticas, e o apoio a activistas pela paz em outros países árabes que não reconhecem Israel. 

REACÇÕES ISRAELITAS

O ministro israelita para as Relações Exteriores, Yair Lapid, comentou: "O evento no Iraque é uma fonte de esperança e optimismo. Israel está sempre buscando formas de alargar o círculo da paz, e estamos trabalhando com amigos pelo mundo fora para tornar isso possível. A normalização beneficia toda a região e ajuda-nos a sairmos do extremismo e do caos oferecidos pelos actores negativos para a estabilidade, prosperidade, moderação e cooperação. O povo judeu partilha uma profunda conexão histórica com o Iraque. Assim, dizemos hoje ao povo iraquiano: é muito mais aquilo que nos une do que aquilo que nos separa, e muito mais a ganhar através da paz do que de conflitos desnecessários."

O Iraque está oficialmente em guerra com Israel e é um forte apoiante do boicote árabe a Israel. Os passaportes iraquianos não são válidos para entrar em Israel. Israel tem estado nestes útimos meses a avançar esforços para alcançar o país, alegando que os iraquianos estão interessados em estabelecer ligações com o estado judaico. 

Os 18.000 soldados iraquianos representaram a maior força única que combateu o estado judeu em 1948, na Guerra da Independência, chegando a derrotar as forças israelitas na cidade de Jenin. O Iraque enviou também grandes forças expedicionárias para combaterem Israel nas guerras de 1967 e 1973, perdendo 800 soldados nos Montes Golan durante a Guerra do Yom Kippur. O programa secreto de armas nucleares de Saddam Hussein alarmou Israel, que acabou por destruir o reactor nuclear iraquiano de Osirak em 1981. Durante a Guerra do Golfo de 1991, Hussein atacou o estado judaico com dezenas de mísseis "scud."

CONDENAÇÃO EM BAGDADE

Logo a seguir à realização da conferência, ergueu-se um enorme coro de protestos e condenações na capital Bagdade. O actual governo federal do Iraque classificou entretanto a reunião como "ilegal."

"A conferência não foi representativa da opinião da população e dos residentes nas cidades iraquianas, em cujo nome estes indivíduos supostamente falaram" - declarou o comunicado. O actual presidente do Iraque, Barham Saleh, ele também curdo, juntou-se às vozes de condenação. O poderoso clérigo xiita Moqtada Sadr apelou ao governo para "prender todos os participantes", enquanto o deputado Ahmed Assadi, classificou-os como "traidores aos olhos da lei."

Segundo o orgaizador, os mais de 300 participantes vieram de todo o Iraque, representando seis distritos governamentais: Bagdade, Mosul, Salaheddin, Al-Anbar, Diyala, e Babilónia.

Vários líderes curdos iraquianos têm vindo a visitar Israel regularmente nas últimas décadas, e os políticos locais têm abertamente exigido que o Iraque normalize relações com o estado judaico.

Shalom, Israel!

sexta-feira, setembro 24, 2021

EM DISCURSO À ONU, ABBAS DÁ A ISRAEL UM ANO PARA REGRESSAR ÀS FRONTEIRAS DE 1967

No discurso transmitido de forma virtual à Assembleia Geral da ONU esta manhã, o líder palestiniano Mahmoud Abbas, cada vez mais contestado entre o povo palestiniano, regressou ao mais que saturado e caducado discurso nacionalista, quiçá mais para consumo interno do que para conseguir agregar a simpatia mundial para com o povo palestiniano.

E Mahmoud Abbas não se ficou por menos: exigiu que Israel regresse às fronteiras de 1967 no espaço de um ano, ou de outra forma sofrerá represálias. O líder arqui-terrorista deveria deslocar-se pessoalmente a Nova Iorque para discursar, mas preferiu à última da hora ficar em Ramalá alegando preocupção com a evolução da pandemia. 

Na mensagem previamente gravada, Abbas exigiu: "As autoridades israelitas têm um ano para se retirarem do território palestiniano ocupado em 1967, incluindo Jerusalém oriental." O que este palestiniano esquece é que os territórios conquistados por Israel na Guerra dos Seis Dias de 1967 estavam sendo ocupados pelos jordanos...

Na "boa vontade" expressa por Abbas, os palestinianos estariam dispostos a trabalhar com Israel nas questões de fronteiras e outras necessárias para resolver qualquer acordo de paz entre israelitas e palestinianos. 

"Se isto não for conseguido, por quê manter o reconhecimento de Israel baseado nas fronteiras de 1967? Para quê manter este reconhecimento?" - vociferou o líder palestiniano, co-responsável pelo terrorismo palestiniano que já ceifou a viida a centenas de israelitas. 

Abbas ameaçou levar Israel ao Tribunal Internacional de Justiça caso não respeite as suas exigências.

O primeiro-ministro israelita Naftali Bennet é que não vai certamente dar qualquer crédito às ameaças do seu inimigo palestiniano. Já afirmou que o seu governo não permitirá a existência legal de um estado palestiniano: "Oponho-me a um estado palestiniano - penso que seria um erro terrível" - afirmou Bennett no início deste mês. Bennett não tem quaisquer planos para se encontrar com o líder palestiniano: "Não vejo qualquer lógica em me encontrar com alguém que anda a levar soldados das FDI no tribunal do Hague, acusando-os de crimes de guerra, ao mesmo tempo que paga salários aos terroristas."

Abbas apelou ainda a uma conferência de paz internacional para resolver o conflito israelo-palestiniano, sob a supervisão do "quarteto para a paz no Médio Oriente", uma iniciativa conjunta entre os EUA, a União Europeia, a Rússia e as Nações Unidas. 

Shalom, Israel!


quinta-feira, setembro 23, 2021

CASA DOS REPRESENTANTES DOS EUA APROVA POR ESMAGADORA MAIORIA O FINANCIAMENTO DE 1 BILIÃO DE DÓLARES PARA O SISTEMA ISRAELITA "IRON DOME"

Apesar do voto contra de 8 democratas "progressistas" e de 1 republicano, a "Casa dos Representantes" dos EUA aprovou por esmagadora maioria a passagem a legislação que permitirá a Israel receber 1 bilião de dólares para subsidiar o seu programa de defesa "Cúpula de Ferro", alguns dias apenas depois de essa verba ter sido retirada das despesas governamentais por pressão de um pequeno grupo de advogados "progressistas."

A decisão foi aprovada com 420 votos a favor contra 9, e 2 abstenções. A proposta vai agora ser levada a votos pelo Senado, cujos votos são fundamentais para que a lei possa passar à respectiva efectivação.

Israel já aplaudiu e agradeceu efusivamente esta decisão logo a seguir à votação da mesma: "Muito obrigado aos membros da Casa dos Representantes dos EUA, tanto republicanos como democratas, pelo avassalador apoio a Israel e compromisso com a sua segurança" - declarou o primeiro-ministro Naftali Bennett, acrescentando: "Quem quer que tente desafiar este apoio recebeu hoje uma inequívoca resposta. O povo de Israel agradece ao povo norte-americano e seus representantes pela sua permanente amizade."

Shalom, Israel!

quarta-feira, setembro 22, 2021

REI DA JORDÂNIA E PRESIDENTE TURCO NA ONU APELAM À CRIAÇÃO DE UM ESTADO PALESTINIANO COM JERUSALÉM COMO CAPITAL

Os líderes islâmicos continuam a insistir na velha retórica da criação de um estado palestiniano em território bíblico de Israel, com Jerusalém oriental como capital. 

Durante a decorrente assembleia geral da ONU, a "cassette" árabe e islâmica continua a fazer-se ouvir, desta vez através do presidente turco, o cruel ditador que anseia liderar um utópico califado islâmico e que, na sua intervenção presencial de ontem na ONU acusou Israel de "opressão" sobre os palestinianos e "violações" em Jerusalém. Erdogan apelou ainda ao regresso das conversações de paz. O presidente turco abordou ainda mais uma vez a necessidade de uma "solução dois estados o mais rápido possível sem mais demoras."

E o conhecido ditador e opressor do seu próprio povo e da população curda voltou a atacar Israel, acusando o estado judaico de "opressão contra os nossos irmaos palestinianos", acrescentando que enquanto essa alegada opressão continuar é impossível haver paz e prosperidade no Médio Oriente: "As políticas de ocupação, anexação de terras e assentamentos ilegais têm de ser terminados o mais rapidamente possível." Erdogan condenou ainda Israel pelas "violações do estatuto internacional de Jerusalém" e da santidade do Monte do Templo, lugar da mesquita de al-Aqsa, o terceiro lugar mais sagrado do islão. 

O rei Abdullah II da Jordânia, por seu turno, numa mensagem virtual, repetiu a habitual ladaínha da criação de um estado palestiniano com Jerusalém oriental como capital, acrescentando ainda que a recente guerra entre Israel e Gaza sublinhou que "a actual situação é simplesmente insustentável."

Enfim, nada de novo debaixo do sol...

Shalom, Israel!

terça-feira, setembro 21, 2021

NO SEU DISCURSO NA ONU, JOE BIDEN DEFENDE A SOLUÇÃO "2 ESTADOS"

Enfatizando o apoio norte-americano à segurança de Israel, o presidente Joe Biden aludiu à solução 2 estados para o conflito israelo-palestiniano como "a melhor forma" de assegurar que Israel se mantenha como estado judaico e democrático. Biden assegurou que o compromisso dos EUA para com a segurança de Israel está "fora de dúvidas e o nosso apoio a um estado judaico independente é inequívoco."

"Continuo a acreditar que uma solução 2 estados é a melhor forma de assegurar o futuro de Israel como um estado judaico democrático, vivendo lado a lado com um estado palestiniano viável, democrático e soberano."

Biden prometeu também na sua intervenção desta manhã o compromisso do seu país para impedir que o Irão consiga a arma nuclear. Biden acrescentou ainda que, caso o Irão o faça, os EUA regressarão também ao acordo assinado em 2015. 

Shalom, Israel!