terça-feira, janeiro 21, 2020

QUANDO FOR ELEITO PRIMEIRO-MINISTRO DA ITÁLIA, SALVINI RECONHECERÁ IMEDIATAMENTE JERUSALÉM COMO CAPITAL DE ISRAEL

Numa assinalável entrevista concedida há poucos dias ao jornal israelita "Israel Hayom", o candidato a primeiro-ministro da Itália Matteo Salvini, actual líder do partido de direita "Liga do Norte", afirmou peremptoriamente o seu apoio a Israel, o seu repúdio ao antissemitismo, segundo ele atribuído aos muçulmanos que invadiram a Europa, e o seu "absoluto" reconhecimento de Jerusalém como capital do estado de Israel.
Segundo as mais recentes sondagens, se as eleições parlamentares fosse realizadas hoje na Itália, Salvini ganharia a liderança do país sem qualquer dificuldade.
Salvini queixa-se da grande perseguição política a que tem estado sujeito pelas forças de esquerda, especificamente devido à sua política anti-imigratória, comparando-se neste assunto a Donald Trump e a Benjamin Netanyahu.
A entrevista é longa, mas de tão interessante que é, não posso deixar de assinalar algumas das mais marcantes afirmações deste provável próximo primeiro-ministro da Itália:

RECRUDESCIMENTO DO ANTISSEMITISMO NA EUROPA
Respondendo à questão sobre o porquê deste recrudescimento na Europa, Salvini atribuiu as culpas ao fortalecimento do extremismo e fanatismo islâmico nos últimos anos. "Mais importante ainda, é que está ligado ao facto de alguns académicos e a mídia estarem mobilizados contra Israel, criando ódio a Israel de forma a justificarem o antissemitismo. Existe, obviamente, antissemitismo em alguns pequenos grupos minoritários: nazis e comunistas. Mas a actual presença massiva na Europa de emigrantes vindos de países muçulmanos, muitos dos quais fanáticos que recebem o total apoio de certos intelectuais, está espalhando o antissemitismo também na Itália."

ANTISSEMITISMO DA EXTREMA DIREITA E DA EXTREMA ESQUERDA
"Há antissemitismo da extrema direita, e há antissemitismo na extrema esquerda, ambos institucionalizados. Pensemos no Jeremy Corbyn, líder do Partido Trabalhista Britânico, ou nos activistas de esquerda na Alemanha, que não queriam ser como os nazis, mas que acabaram boicotando os produtos israelitas. Estou no entanto convencido que o elevado número de muçulmanos na Europa é a causa principal do actual antissemitismo."

SOBRE A RECENTE ADESÃO DA ITÁLIA À DEFINIÇÃO INTERNACIONAL DO ANTISSEMITISMO
Para Salvini, é muito importante que o seu país tenha também recentemente aderido à definição internacional do antissemitismo: "É importante, para pôr um stop à hipocrisia dos partidos de esquerda que estão falando acerca de boicotarem Israel. É que entre os partidos com assento parlamentar (na Itália), há apoiantes do estado da Palestina, da Venezuela e do Irão. A definição irá agora clarificar as suas posições, como a que tem a ver com o BDS (boicote aos produtos israelitas). Existem aqueles que lutam por um estado palestiniano, mas que negam a auto-determinação aos judeus. Esta contradição é baseada na hipocrisia. A Itália foi demasiado lenta na adopção desta definição internacional."

O ÓDIO A ISRAEL COMO "CRIME PERIGOSO"
"Estive 9 anos no parlamento europeu, e posso afirmar que as instituições europeias - já para não falar das instituições da ONU - não são amigas de Israel. O parlamento europeu tem hoje uma maioria que não é amiga de Israel. Acredito por isso que não devemos focalizar-nos nessas instituições, mas antes nas próximas gerações. Aqueles que querem apagar do mapa o estado de Israel têm que saber que encontrarão em nós um inimigo. Israel é um aliado. Isso deveria ser ensinado nas escolas e nas universidades."

RECONHECIMENTO DE JERUSALÉM COMO CAPITAL DE ISRAEL
À pergunta sobre se ao ser eleito como primeiro-ministro, a Itália reconheceria Jerusalém como capital de Israel, a resposta foi pronta e clara:
"Sim. Absolutamente."

Deus abençoe este homem e faça dele um instrumento nas Suas mãos para o cumprimento dos Seus desígnios!

Shalom, Israel!


segunda-feira, janeiro 20, 2020

PERTO DE 50 LÍDERES MUNDIAIS ESTARÃO EM JERUSALÉM NA QUINTA-FEIRA PARA O QUINTO FÓRUM MUNDIAL SOBRE O HOLOCAUSTO

Jerusalém vai receber esta semana uma impressionante delegação de líderes do mundo inteiro para a comemoração dos 75 anos da libertação dos campos de morte de Auschwitz e Birkenau.
O encontro insere-se no "5º Fórum Mundial sobre o Holocausto", denomina-se "Lembrando o Holocausto, Combatendo o Antissemitismo", e será realizado na capital de Israel. Dentre os 800 convidados, o evento irá contar com pelo menos 47 líderes mundiais, incluindo 26 presidentes, 4 reis (da Espanha, Holanda, Bélgica e Luxemburgo), e quatro primeiro-ministros.
Portugal far-se-à representar pelo seu presidente, Marcelo Rebelo de Sousa.

MAL ESTAR ENTRE OS SOBREVIVENTES DO HOLOCAUSTO
Há no entanto uma espécie de revolta entre os sobreviventes ao Holocausto e organizações associadas aos mesmos, pelo facto de apenas 30 lugares terem sido atribuídos a estes heróis, certamente as pessoas mais dignas e merecedoras de estar presentes. "Que maior símbolo do campo de Auschwitz haverá do que aqueles que ainda estão vivos entre nós?" - questionou Yaron Hanan, um ex-membro do concílio municipal de Haifa, cuja mãe Raquel, é uma sobrevivente do Holocausto, não foi convidada nem tampouco conseguiu um bilhete para estar presente.
A comissão organizadora do Yad Vashem reagiu, alegando que, havendo cerca de 100.000 sobreviventes do Holocausto em Israel, seria impossível convidar a todos, para além de não se tratar de um evento público, mas de um encontro de líderes.

UM DOS MAIORES ENCONTROS INTERNACIONAIS DE SEMPRE
Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel, este será o terceiro maior encontro de sempre com líderes mundiais em Jerusalém, só ultrapassado pelos funerais de Yitzhak Rabin e de Shimon Peres.
O encontro tem o seu início com uma recepção na casa do presidente Reuven Rivlin, na Quarta-Feira, seguindo-se depois na Quinta-Feira um grande evento no recinto do Museu do Holocausto. Ambos os eventos serão televisionados em directo para todo o mundo.
Estarão presentes o vice-presidente norte-americano Mike Pence, o presidente russo Vladimir Putin, o presidente francês Emmanuel Macron, o presidente alemão Frank-Walter Steinmeier, o presidente ucraniano Volodymyr Zolensky, o príncipe Carlos, do Reino Unido, o presidente português Marcelo Rebelo de Sousa, e muitos outros líderes vindos da Roménia, Itália, Áustria, Grécia, Chipre, Albânia, Croácia, Geórgia, Bulgária, Suécia, Dinamarca, República Checa, Hungria, Finlândia, Bósnia, Islândia, Arménia, Austrália, Canadá e outras nações.

ENCONTRO DECISIVO?
Para o rabi Tuly Weisz, este encontro de líderes mundiais alinha-se com os textos proféticos do Salmo 48, 122:3-5, e de Jeremias 3:17, afirmando o posicionamento de cada nação em relação a Israel nos últimos dias.
Para além da impressionante lista de líderes, estarão também presentes o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, o presidente do Parlamento Europeu, David Sassoli, e o representante do Vaticano Kurt Koch.

Shalom, Israel!

sábado, janeiro 18, 2020

EXÉRCITO ISRAELITA VAI PASSAR A BARRAR A ENTRADA DE ACTIVISTAS DE ESQUERDA NOS TERRITÓRIOS DA JUDEIA E SAMARIA

O circo vai acabar. Habituados a abusar da condescendência e da paciência das forças israelitas, os activistas de esquerda israelitas têm feito uso da liberdade de circulação para se colocarem ao lado dos palestinianos terroristas, defendendo os interesses dos mesmos contra o estado de Israel, tendo até criado um movimento denominado "Anarquistas contra o muro."
Só que a paciência de Israel chegou ao fim. Hoje mesmo, o ministro da Defesa de Israel Naftali Bennet emitiu ordens restritivas que impedirão a entrada na Judeia e Samaria de activistas de esquerda. Os visados são especificamente 30 elementos de um grupo denominado "Anarquistas contra o muro", uma associação de parasitas que se opõe à construção de uma barreira entre Israel e a Faixa de Gaza, e entre Israel e a chamada Margem Ocidental. 
Entre alguns elementos já sancionados pelas autoridades israelitas, encontra-se um jornalista do periódico de esquerda "Haaretz", Jonathan Pollak, actualmente detido pela sua participação em protestos anti-ocupação.
De acordo com uma declaração emitida pelo ministro Bennet, esse tipo de bloqueios tinham até agora sido feitos apenas contra judeus extremistas da direita que intentavam acções contra palestinianos, só que a partir de agora as restrições incluirão também "activistas anarquistas de esquerda."
Bennet acrescentou na sua declaração que "as forças no terreno têm sido instruídas a agirem com firmeza contra esta actividade, de forma a dispersarem os protestos e minimizarem as consequências sobre os soldados israelitas."
Segundo Bennet, membros da organização "Anarquistas contra o muro" agem "habitualmente em coordenação com activistas palestinianos e outras organizações radicais de extrema esquerda, na organização de provocações violentas nas regiões da Judeia e Samaria."
Bennet acrescentou ainda que "as manifestações violentas visam desestabilizar o povo da região, afectar a propriedade e ferir os soldados do exército de Israel, ao mesmo tempo que causando um estrago sério à imagem do estado de Israel no mundo."

Shalom, Israel!

sexta-feira, janeiro 17, 2020

CENTENAS DE MUÇULMANOS VOCIFERAM "MORTE AOS JUDEUS" NO MONTE DO TEMPLO

Instigados pelos terroristas do Hamas, centenas de muçulmanos concentraram-se no final desta manhã junto à mesquita al-Aqsa, gritando palavras de ordem contra os judeus, chegando a apelar "Morte aos judeus!"
A polícia israelita foi obrigada a intervir, tentando dispersar a multidão de arruaceiros muçulmanos que à saída da mesquita começaram as suas habituais provocações e ameaças.
Não há registos de feridos entre os provocadores e entre a polícia israelita.
Gravações registadas no momento confirmaram os apelos à violência contra os judeus: "Judeus: lembrem-se de Khaybar, o exército de Maomé está voltando."
Essa palavra de ordem recorda um evento ocorrido no século 7º, em que os muçulmanos massacraram e expulsaram os judeus da cidade de Khaybar, localizada na actual Arábia Saudita.
Mas outros gritos ecoaram no espaço considerado sagrado, mas que é constantemente profanado pelos arruaceiros muçulmanos: "Com espírito e sangue, salvaremos al-Aqsa", e "Judeus: o exército de Maomé está voltando."
Segundo as autoridades israelitas, as suas forças tiveram de irromper no meio de uma procissão que incluía aquilo a que eles denominam como "cantos nacionalistas" no lugar sagrado do monte, logo após cerca de 8.000 devotos muçulmanos terem terminado as suas rezas no recinto.

CONVOCADOS PELO HAMAS
O grupo terrorista islâmico Hamas tinha na passada Quarta-Feira convocado os palestinianos para se mobilizarem durante as orações de Sexta-Feira contra "a profanação" da mesquita Al-Aqsa e do Túmulo dos Patriarcas em Hebron pela "ocupação sionista."
O grupo terrorista afirmou que as autoridades israelitas devem ser recordadas que "os nossos lugares sagrados são uma linha vermelha que não pode ser ultrapassada."

Shalom, Israel!

quinta-feira, janeiro 16, 2020

ISRAEL COMEÇOU A FORNECER GÁS NATURAL AO EGIPTO

As relações comerciais e económicas entre Israel e o Egipto estão a conhecer os melhores dias de sempre, com o acordo assinado entre os ministros para a Energia dos dois países, permitindo o suprimento do gás natural a partir do campo Leviathan para o território egípcio.
Até recentemente, o fornecimento era oriundo daquele país para Israel, mas no ano passado um consórcio israelo-americano comprou 39% das posições egípcias no gás natural. A compra à egípcia EGAS representou 520 milhões de dólares, e foi feita pela companhia israelita Delek e a norte-americana Noble.
O início da exportação de gás israelita começa uma nova fase de exportações de gás natural para o Egipto. A primeira fase será a partir dos campos Leviathan, mas crê-se que no próximo Verão também se incluirá gás dos campos de Tamar.
Segundo o acordo, esta medida "também permitirá a Israel exportar algum do seu gás natural para a Europa através das instalações egípcias de gás natural liquefeito, promovendo o estatuto do Egipto como mercado regional de gás natural."
Este acordo comercial já foi aplaudido pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, que aproveitou o ensejo para afirmar que "Israel está rapidamente a transformar-se numa superpotência energética, um país exportador de energia."
Para além das exportações para o Egipto, Israel já está também a vender gás para a vizinha Jordânia.

Shalom, Israel!

quarta-feira, janeiro 15, 2020

TERRORISTAS DISPARAM 4 TIROS DE MORTEIRO CONTRA ISRAEL

Terroristas da Faixa de Gaza dispararam esta tarde 4 tiros de morteiro contra o Sul de Israel, não provocando quaisquer estragos materiais ou humanos. 
Dois dos disparos foram interceptados pelo sistema de defesa "Cúpula de Ferro", e ouros dois caíram em zonas descampadas do Sul do país.
Apesar da ausência de estragos, os sinais de alarme levaram a que centenas de israelitas corressem para os seus abrigos, interrompendo as suas actividades e provocando o habitual stress psicológico.
Desde a morte do general iraniano Soleimani que Israel tem vindo a avisar o Hamas e outros grupos terroristas islâmicos palestinianos para não retaliarem contra o país. Os líderes desses movimentos terroristas mostraram o seu pesar pela morte do arqui-terrorista iraniano.

Shalom, Israel!

terça-feira, janeiro 14, 2020

ISRAEL BOMBARDEIA BASE AÉREA SÍRIA USADA PELO IRÃO

Israel não irá confirmar, conforme lhe é habitual, mas ao que tudo parece, e segundo acusações da Síria, a aviação israelita terá bombardeado esta noite uma base militar síria, perto de Homs, e que tem sido utilizada pelas milícias iranianas presentes no terreno.
Segundo a agência noticiosa estatal síria "SANA", vários mísseis foram disparados pela aviação israelita, causando danos limitados à base T-4, que se crê está sendo utilizada pelas forças iranianas e pelas milícias xiitas aliadas.
Segundo alegam os sírios, vários mísseis israelitas teriam sido interceptados, tendo apenas 4 atingido a base, provocando unicamente danos materiais limitados.
Desde 2018 que Israel vem afirmando que esta base síria tem sido usada pelo Irão para ali entricheirar as suas forças e material. A comprovar-se este novo ataque, não será a primeira vez que Israel bombardeia este local, tentando impedir a consolidação das forças xiitas iranianas em território sírio, a escassas dezenas de quilómetros de Israel.

Shalom, Israel!