segunda-feira, maio 20, 2024

CONFIRMADA A MORTE DO SANGUINÁRIO PRESIDENTE DO IRÃO, CONHECIDO COMO O "CARNICEIRO DE TEERÃO"


Várias horas após intensas buscas na região montanhosa fronteiriça do Irão, dificultadas pelo intenso nevoeiro que se fazia sentir, foram finalmente encontrados os destroços em que seguiam o presidente do Irão, o ministro dos Negócios Estrangeiros e outras individualidades, cujos restos mortais foram também ali encontrados.

O acidente terá ocorrido por causa das más condições do tempo que ali fazia, ainda que dos 3 helicópteros que faziam aquele trajecto, apenas aquele em que seguia o presidente e o ministro se despenharam...

Israel apressou-se a comunicar que não tinha nada a ver com o assunto. O governo israelita afirmou entretanto que "não verterá uma única lágrima" pela morte de Ebrahim Raisi, considerado um "brutamontes."

Uma das reacções de um dos responsáveis foi bem incisiva e clara: "Ainda há menos de um mês atrás, ele ameaçava que 'se Israel atacar, não restará nada dele', e agora ele é um grão de pó na História."

Os corpos dos dois líderes e de outros sete ocupantes do helicóptero despenhado foram encontrados após 15 horas de intensas buscas. 


UM FEROZ INIMIGO DE ISRAEL

Logo um dia após o massacre do 7 de Outubro, o agora falecido presidente Raisi louvou "a defesa legítima da nação palestiniana" e reuniu-se com líderes dos grupos terroristas. O assassino iraniano elogiou por diversas vezes o Hamas e ameaçou aniquilar Israel, ainda que negando qualquer envolvimento directo do Irão no ataque. 

A CRUELDADE DESTE "CARNICEIRO"

Após a sua posse como presidente em 2021, Raisi tratou de "apertar" o cumprimento das leis morais, supervisionando um sangrento ataque aos protestos anti-governamentais, tendo ainda forçado duramente as conversações sobre as questões nucleares com as potências mundiais. 

Antes de se tornar presidente do Irão, Raisi ocupou várias posições dentro do sistema judiciário sob a direcção do líder supremo do Irão, o ayatolá Ali Khamenei. Como prossecutor, no final da guerra entre o Irão e o Iraque em 1988, ele fez parte do comité que sentenciou à morte milhares de prisioneiros políticos. Tais execuções granjearam-lhe o título de "carniceiro de Teerão", tornando-se em consequência sujeito a sanções por parte dos Estados Unidos e à condenação pelas Nações Unidas e diversas organizações internacionais de direitos humanos. 

"RETRIBUIÇÃO DIVINA"

Vários rabinos vieram entretanto manifestar a sua alegria pela morte do presidente Raisi, afirmando: "Estas são boas notícias para o povo judeu. Até mais do que quando foi o Haman." 

Para vários rabinos, esta morte deste inimigo de Israel foi "uma retribuição divina." Para alguns, este homem era um novo "Haman, o perverso, morto num acidente de helicóptero."


HOSSEIN AMIR-ABDOLLAHHIAN

Juntamente com o sanguinário Raisi, também perdeu a vida o seu ministro dos Negócios Estrangeiros, um "linha dura" apoiante das políticas radicais de Teerão e um protegido do supremo líder Khomenei. 

Shalom, Israel!

sexta-feira, maio 17, 2024

"DECORRE UMA GUERRA TRÁGICA, MAS NENHUM GENOCÍDIO" - DEFENDEU-SE ISRAEL NO TRIBUNAL INTERNACIONAL DE JUSTIÇA


Após as pérfidas acusações da África do Sul no Tribunal de Haia durante a manhã de ontem, coube hoje a Israel o direito à defesa, com a afirmação clara de que "não há genocídio" em Gaza. 

A representante israelita negou esta manhã as alegações da África do Sul, afirmando pelo contrário de que continua a entrar em Gaza ajuda humanitária e combustível, incluindo 365 camiões com ajuda humanitária entrados ontem, 330 dos quais entraram pela passagem de Kerem Shalom. A jurista israelita mencionou também que Israel abriu 3 novas passagens por terra, expandindo assim a capacidade de acesso, tendo gasto 52 milhões de dólares na expansão da infraestrutura e capacidade de todos os acessos. 

Fixando os olhos na delegação sul-africana, ela perguntou: "É isto que um fechamento hermético parece?" E acrescentou que a África do Sul ignora por completo essa realidade e verdade. 

"Um estado com intenções de cometer genocídio não levaria a cabo os esforços humanitários que Israel está a realizar de forma a mitigar os danos às populações" - afirmou a representante israelita, acrescentando: "(Israel) não adiaria por semanas uma operação militar sacrificando uma vantagem operacional ao apelar aos civis para que saiam."

Shalom, Israel!

quinta-feira, maio 16, 2024

ONU REDUZ PARA CERCA DE METADE O NÚMERO DE MORTOS EM GAZA FORNECIDO PELO HAMAS


Num raro gesto de bom senso, o Gabinete das Nações Unidas para a Coordenação dos Assuntos Humanitários anunciou uma significativa redução nas suas prévias estimativas do número de vítimas mortais em Gaza. Inicialmente reportadas em 6 de Maio, a ONU citava números próximos de 9.500 mulheres e 14.500 crianças mortas desde o início do conflito em 7 de Outubro. Contudo, um novo relatório divulgado em 8 de Maio reviu dramaticamente em baixa esses números. 

Os números iniciais dependiam quase na sua totalidade nas informações nada confiáveis prestadas pelo Ministério Palestiniano da Saúde, que é controlado pelo Hamas. Os números agora anunciados, ainda que menores, continuam a atrair escrutínio e controvérsia a meio do conflito em Gaza.

Segundo o último relatório da ONU, cerca de 4.959 mulheres e 7.797 crianças terão até agora morrido neste conflito. Esta revisão sublinha os desafios na recolha de informações precisas em zonas de conflito, em particular quando dependem de fontes com interesses partidários no conflito. 

A ONU reconheceu agora que que a sua dependência inicial nos dados fornecidos pelo Ministério Palestiniano da Saúde, administrado pelo Hamas em Gaza, contribuiu para os números inflacionados. A organização citou dificuldades na verificação independente do número de vítimas devido à situação volátil no terreno e a enorme magnitude de baixas. 

REACÇÃO ISRAELITA

Em reacção a estes novos dados da ONU, as autoridades israelitas têm desde há muito reiterado as suas preocupações com a manipulação pelo Hamas dos dados das vítimas com fins propagandísticos. Israel tem contestado, alegando que os números inflaccionados não reflectem com precisão a realidade no terreno e enfatizam a necessidade de uma averiguação independente.

Entretanto, uma comunicação do Ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel no tweet sobre a revisão no número de baixas em Gaza já despertou uma enorme controvérsia. O ministro escreveu que depender dos dados fornecidos pelo ministério palestiniano, dessa forma incriminando Israel é na prática apoiar o terrorismo, e constitui um comportamento antissemita. 

Como exemplo, um dos incidentes citados pelas autoridades israelitas é o ataque a um hospital na Faixa de Gaza que resultou na morte de cerca de 100 civis. Israel mantém a versão de que o incidente foi provocado por um rocket disparado por uma organização terrorista, e não deliberadamente pelas forças israelitas. Israel continua no entanto a aguardar por essa confirmação por parte dos representantes da ONU...

O problema é que uma mentira repetida muitas vezes é crida como verdade...e a comunicação social, manipulada por interesses obscuros, nunca revelará a realidade dos factos, por mais convincentes que eles sejam...

Shalom, Israel!

quarta-feira, maio 15, 2024

EUROPA VOLTA-SE CONTRA ISRAEL


Joseph Borrel, o esquerdista antissemita espanhol que ocupa o lugar de chefe das Relações Externas da União Europeia, não pára de vociferar o seu ódio contra o estado de Israel, desta vez assumido em tom de ameaça. 

Pronunciando-se sobre o actual conflito na Faixa de Gaza onde as forças israelitas tentam libertar os mais de 120 reféns sequestrados pelo Hamas e desmantelar o núcleo principal deste grupo de assassinos palestinianos, o porta voz das Relações Externas da UE veio agora urgir Israel a terminar "imediatamente" com a sua operação militar em Gaza, ameaçando que se não o fizer irá minar os laços com o bloco europeu.

"Caso Israel prossiga com a sua operação militar em Gaza, isso irá inevitavelmente colocar uma pesada tensão nas relações da UE com Israel" - ameaçou o antissemita numa declaração hoje feita em nome da União Europeia.


VÁRIOS PAÍSES EUROPEUS PROMETERAM RECONHECER UM "ESTADO PALESTINIANO"

A Irlanda veio entretanto confirmar que reconhecerá um "estado palestiniano" já no final deste mês: "Estaremos reconhecendo o estado da Palestina antes do final do mês" - declarou Micheal Martin, ministro dos Negócios Estrangeiros da República da Irlanda. 

Para além da Irlanda, já no passado mês de Março outros países, como a Espanha, Eslováquia e Malta declararam estarem prontos para reconhecer um estado palestiniano. 

Segundo as últimas informações prestadas na semana passada por Borrell, seria já no dia 21 de Maio que a Irlanda, a Espanha e a Eslovénia planeariam reconhecer oficialmente um estado palestiniano, mas o líder irlandês não garantiu ainda a data para esta aberração condenável aos olhos de Deus: "A data específica ainda é fluída, uma vez que estamos ainda em discussões com vários países com respeito a um reconhecimento conjunto de um estado palestiniano" - afirmou Martin, acrescentando: "Será tornado claro nos próximos dias qual a data específica, mas será certamente antes do final deste mês. Estou no processo de consultas ainda hoje com alguns dos ministros dos Negócios Estrangeiros em relação aos detalhes específicos sobre esta questão."

A Europa "progressista", sabendo ou não, acabará por empurrar o velho continente para a maldição e condenação divinas, esperando-se que os países de bom senso impeçam uma resolução conjunta dos 27, conforme é desejo desses antissemitas, pois de outra forma a maldição cairá sobre todos nós, europeus, mesmo aqueles que à minha semelhança amam Israel e estão contra qualquer tipo de divisão da Terra que é património divino e prometido a um único povo, o povo judeu.

Shalom, Israel!

terça-feira, maio 14, 2024

ISRAEL: 76 ANOS DE MILAGROSA SOBREVIVÊNCIA!


Este é um ano difícil e conturbado para Israel: a meio das celebrações do 76º ano da declaração da independência do estado judaico moderno, milhares de soldados israelitas continuam a combater os terroristas na Faixa de Gaza, há mais de 120 reféns ainda detidos nas masmorras dos terroristas do Hamas, o antissemitismo atinge proporções há muito não vistas pelo mundo fora, e a pressão internacional para o reconhecimento de um estado-pirata palestiniano na Terra de Israel cresce de dia para dia.

Por outro lado, a população do país atingiu os 9,9 milhões, os agricultores israelitas voltaram a cultivar no deserto que rodeia a Faixa de Gaza, e a vida prossegue ao ritmo do progresso e da inovação a que este país há muito nos habituou.

A sobrevivência e a própria existência do estado de Israel e do povo judeu é um acto divino que nenhum homem pode refutar, muito menos conseguir mudar. Deus tem um compromisso com o povo com o qual fez uma aliança, conferindo-lhe o direito a uma terra e a uma existência que se prolongará até à eternidade. 

Sabemos pelas Escrituras proféticas que o cerco a Israel e a perseguição ao povo judeu irá aumentar à medida que se aproxima o grande Dia do Retorno do Messias Yeshoua, levando a que a nação se sinta tão oprimida que terá como único recurso olhar para cima, de onde lhe virá o socorro. É o próprio Messias que virá em socorro do Seu povo e que o levará à conversão total. 

Daqui até lá, não nos cansemos de orar pela salvação dos judeus (Romanos 10.1), pela paz em Jerusalém (Salmo 122.6) e para Aquele que Se identifica como "a raíz e a geração de David" (Apocalipse 22.16) retorne em breve para libertar o Seu povo da cegueira espiritual e da opressão física. É nosso dever não só orar, mas também consolar aquele povo, o povo a quem o Senhor chama Seu (Isaías 40.1).

Shalom, Israel!


segunda-feira, maio 13, 2024

NO DIA DA MEMÓRIA DOS SOLDADOS MORTOS NAS GUERRAS, LÍDERES ISRAELITAS SÃO CONFRONTADOS COM OS SEUS ERROS


O Dia da Memória que hoje se comemora em Israel em homenagem a todos os militares mortos nas várias guerras travadas por Israel desde a independência tem sido marcado por discursos sentidos, contestações por parte de familiares dos reféns e pelo assumir da culpa de alguns líderes em relação ao 7 de Outubro.


As cerimónias iniciaram-se pelas 11 horas da manhã com 2 minutos de silêncio por todo o país, com todas as actividades e trânsito parados durante o toque prolongado das sirenes. 


O líder da Shin Bet, os serviços secretos de Israel, assumiu os erros da agência que dirige, e afiançou que a mesma aprenderá com as suas falhas e com a incapacidade de prevenir o massacre do 7 de Outubro. 

"É um dia difícil para todas as famílias enlutadas, é um dia difícil para todos os cidadãos, é um dia difícil para cada funcionário da Shin Bet, é um dia difícil para mim em particular" - confessou Ronen Bar, líder da organização. E acrescentou: "Todos sentimos a perda, a sensação de que poderíamos ter evitado isso, e como cabeça da agência e responsável pelas actividades da mesma, talvez o sinta mais do que ninguém."

No ataque terrorista de 7 de Outubro 10 membros da Shin Bet foram assassinados pelos terroristas palestinianos. 

Ronen prometeu ainda corrigir os erros: "Aprenderemos a partir disto e corrigiremos o que for necessário. Esse é o nosso dever para com o povo de Israel e para com os que caíram. Sem que haja confiança pública nas instituições do estado e em nós, não temos direito de existir."

O líder da Shin Bet afirmou ainda que a missão da sua agência ainda não terminou: "Não descansaremos até trazermos de volta a casa os 128 reféns, e os quatro que já lá estavam. Tanto os que estão vivos como os que já não estão. Todos. Porque está é a diferença real entre nós e eles: nós sacrificaremos as nossas vidas pelos cidadãos, enquanto que eles sacrificarão os cidadãos pelas suas vidas."

BEN GVIR APUPADO

O polémico ministro da Segurança Nacional, o ultra-direitista Ben Gvir, foi esta manhã apupado por um pequeno grupo durante a cerimónia no cemitério militar de Ashdod, provocando tensões na multidão presente.

"Vai-te embora, sai daqui, criminoso!" - gritou alguém, acompanhado de apupos e de gritos de "traidor!"

...POR GERAÇÕES

O ministro da Defesa Yoav Gallant afirmou que a guerra em Gaza não terminará até que os israelitas possam novamente viver em felicidade, sublinhando que os efeitos do conflito perdurarão por muito tempo: "Esta é uma guerra sem escolha, uma guerra que moldará as nossas vidas nas próximas gerações" - declarou o ministro durante a cerimónia realizada no Monte Herzl, em Jerusalém. 

"A guerra irá prosseguir até que todos os reféns sejam libertos, a liderança do Hamas e as suas capacidades militares sejam desmanteladas e nós possamos devolver prosperidade e criatividade ao estado de Israel e um sorriso nos rostos dos seus cidadãos."

Mas, à semelhança de outros líderes políticos, o ministro foi recebido com um protesto silencioso, com várias pessoas empunhando cartazes onde se lia: "O sangue deles está nas vossas mãos."


SMOTRICH CONFRONTADO

O ministro das Finanças Bezalel Smotrich foi também confrontado à saída de um cemitério, após uma cerimónia memorial. A mãe de um dos reféns pressionou-o a acabar com a sua oposição a um acordo com o Hamas para trazer os reféns de volta a Israel: "Faça pelo menos um esforço monumental a favor daqueles que ainda estão vivos, pelos que ainda podem ser salvos" - suplicou ela calmamente quando o ministro passava junto dela. O ministro da extrema direita prometeu-lhe que o governo está a trabalhar para trazer o filho dela de volta a casa: "Dou-lhe um grande abraço. Estamos obrigados a trazê-lo de volta e estamos a trabalhar para esse fim."

Shalom, Israel!

sábado, maio 11, 2024

ISRAEL MANDA QUE AS POPULAÇÕES DE RAFAH SAIAM, PREPARANDO UMA GRANDE INTERVENÇÃO NESTE ÚLTIMO BASTIÃO DO HAMAS


As IDF estimam que cerca de 300 mil palestinianos civis já terão saído de Rafah para uma "zona humanitária." 

As IDF preparam agora uma grande investida em Rafah, pelo que preparam agora uma lista das zonas a evacuar pelas populações civis palestinianas. Esta medida segue as decisões tomadas pelo gabinete de guerra e de segurança de Israel na passada Quinta-Feira à noite visando uma grande intervenção comedida em Rafah. As populações estão a ser informadas dos locais para onde podem ir e serem assim protegidas dos prováveis combates em Rafah. Israel tem em vista desmantelar os últimos 4 batalhões do Hamas ainda operacionais e que se refugiaram em Gaza, ao mesmo tempo que tentar encontrar e libertar os mais de 100 reféns cativos do Hamas. 

As IDF já abateram nestas últimas horas vários operacionais terroristas do Hamas e descobriram mais uma quantidade de entradas para túneis. Várias posições terroristas foram entretanto bombardeadas nestas últimas horas pela aviação israelita, incluindo lançadores de rockets, postos de observação e outras estruturas utilizadas pelos terroristas. 

Numa investida em Zeitoun, as IDF foram encontrar várias armas escondidas dentro de uma clínica médica. 

RETORNO A JABALIYAH

Após informações de que o Hamas se estava a tentar reagrupar novamente nesta cidade do Norte da Faixa de Gaza, as forças armadas de Israel preparam-se para uma nova intervenção naquela região. As IDF calculam que entre 100 a 150 mil palestinianos se encontrarão na zona de evacuação, pelo que estão a ser feitos apelos para que se refugiem em abrigos na cidade de Gaza. 

Esta é a segunda vez que Israel intervém em Jabaliyah, que foi uma das primeiras localidades onde as IDF intervieram. Após a captura da cidade, as forças israelitas deixaram a mesma, mas agora terão de regressar para acabar com a presença e ameaça do Hamas. 

Shalom, Israel!