sábado, julho 23, 2016

"TEMÍAMOS QUE ERA APENAS UMA QUESTÃO DE TEMPO" - AFIRMOU A LÍDER DA COMUNIDADE JUDAICA DE MUNIQUE

A líder da comunidade judaica em Munique reagiu ao hediondo atentado terrorista perpetrado ontem por um jovem alemão de 18 anos, de origem iraniana, num frequentado centro comercial da cidade e que deixou um rasto de 9 mortos, para além do próprio criminoso que acabou por se suicidar.
"Era só uma questão de tempo até o terrorismo atingir a Alemanha" - afirmou Charlotte Knobloch - acrescentando estar "chocada e sem palavras."
"Os meus pensamentos e mais profunda simpatia vão para as famílias das vítimas, para os feridos e suas famílias" - acrescentou a presidente da comunidade judaica em Munique e na Bavária.
Knobloch acrescentou que ao mesmo tempo que a Alemanha se encontra em estado de choque e horror, terá de reflectir sobre o que há a fazer daqui para a frente, de forma a preservar o seu estilo de vida, "para combater aqueles que nos odeiam pelos nossos valores e querem destruir a nossa liberdade e democracia."
"Uma coisa é certa: não seremos intimidados. Há incerteza e preocupação, mas mais importante que tudo o mais é o inamovível compromisso com as nossas crenças liberais."

Charlotte acrescentou ainda esperar que venham a ser tomadas acções decisivas e consistentes contra os os extremistas, sublinhando que a internet é uma ferramenta perigosa, tanto para transmitir a ideologia radical como instruindo como realizar os ataques terroristas.
Falando em nome da comunidade judaica, Charlotte afirmou: "Desde há longo tempo que sentimos e conhecemos em particular o grau extremo do anti-semitismo." Comentando ainda sobre esta questão, acrescentou que, como resultado, a comunidade não tem tendência para ser ingénua e irrealista, mas que as sociedades europeias não estão preparadas para o ódio proveniente do racismo, tanto da extrema direita como especialmente do radicalismo islâmico. 

Shalom, Israel!


sexta-feira, julho 22, 2016

POSSÍVEL RETORNO DE AHMADINEJAD AO PODER EM 2017 PODE DESPOLETAR GRAVES CONFLITOS NO MÉDIO ORIENTE

O ex-presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad planeia regressar ao poder nas eleições presidenciais de 2017 no Irão, prevendo-se que, caso tal aconteça, venha a empurrar a nação islâmica para um ainda maior extremismo.
Ahmadinejad foi o 6º presidente do Irão, tendo governado os destinos da república islâmica durante dois mandatos, entre 2005 e 2013, tendo nesse último ano saído por questões de limitações constitucionais. Este homem de linha dura desafiou por diversas vezes o mundo ocidental por causa do programa nuclear iraniano. As sanções impostas ao Irão levaram ao empobrecimento da população e à perda de serviços sociais.
Ahmadinejad ficou também conhecido pelas suas impetuosas declarações e ameaças anti-sionistas desde os pódios mundiais, como por várias vezes se pôde ouvir nos seus discursos ameaçadores nas Nações Unidas.
O seu último discurso na ONU incluiu de facto um apelo à extinção de Israel de sobre a face da terra, tornando-o num protótipo de Hitler.
Este paranóico líder, agora candidato ao retorno do poder iraniano, fartou-se de negar o Holocausto, denegriu os EUA pela morte de Osama bin Laden e acusou ainda o governo dos EUA dos ataques do 11 de Setembro. Num mundo civilizado, este indivíduo já estaria há muito atrás das grades...

PROFETA DA DESGRAÇA
Durante os seus últimos dias à frente do governo do Irão, Ahmadinejad jurou regressar com o "íman oculto", o qual, segundo a crença xiita, irá reaparecer para tomar o controle da humanidade antes do Dia do Juízo final.
Certamente que o retorno deste vil ser humano ao poder trará uma enorme instabilidade à já demasiado frágil situação política e social do Médio Oriente. Pior ainda, é quando a utopia se apodera de mentes doentias como a deste homem, que se julga um "enviado de Alá" para o cumprimento escatológico do final dos dias. Israel sabe o que isso significa.
Para muitos analistas, o retorno deste lunático ao poder "obrigará" Israel a um ataque preventivo às instalações nucleares do Irão. E, se tal vier a acontecer, poderemos estar a caminhar para uma verdadeira hetacombe nuclear.
A reeleição de Ahmadinejad  pode acelerar o final dos dias. Trata-se afinal de um radical islâmico com recursos nucleares nas suas mãos...

Shalom, Israel!


quinta-feira, julho 21, 2016

DESFILE "ORGULHO GAY" CONSPURCA RUAS DE JERUSALÉM

Cerca de 10 mil pessoas afiliadas ao movimento "LGBT" que agrega gays e lésbicas estão esta tarde desfilando por algumas ruas centrais de Jerusalém, no meio de forte destacamento policial - 2.000 polícias - e após a detenção de 12 pessoas que alegadamente estariam preparadas para se manifestarem contra a marcha. 
Na mesma marcha realizada no ano passado, um judeu ortodoxo esfaqueou um jovem e feriu outros 6 manifestantes.
Várias ruas da baixa da capital foram encerradas para que a parada dos homossexuais e lésbicas possam desfrutar de um questionável direito de exibir as suas provocações e obscenidades em plena Jerusalém, a Cidade sagrada para judeus, cristãos e muçulmanos.
O próprio presidente da Câmara Municipal de Jerusalém, Nir Barkat, comunicou já no início desta semana que não assistiria ao evento, "para não ofender os residentes religiosos na Cidade." Mostrou, pelo menos, bom senso, no meio de tanta promiscuidade que a democracia se obriga a permitir.

É deplorável que estas pessoas teimem em desfilar pelas ruas da Cidade santa de Jerusalém, provocando as normas de boa conduta moral que se deveriam exigir para uma cidade especial como aquela. É algo abominável aos olhos de Deus e de todos aqueles que O temem.
Centenas de rabinos em todo o Israel falaram contra este desfile, opondo-se veementemente à realização do mesmo.
Mesmo assim, e apesar disso, alguns rabinos residentes em Jerusalém manifestaram apoio total à mesma...
Mas, tal como lemos na própria Bíblia Sagrada, Deus os entregou à perversão, já que não deram ouvidos à verdade. Mas, tal como em outras leis no reino espiritual, colherão aquilo que estão semeando...

Shalom, Israel!

quarta-feira, julho 20, 2016

"RESPONDEREMOS PELA FORÇA A QUALQUER AGRESSÃO" - ALERTA DE NETANYAHU AOS ÁRABES ISRAELITAS

Durante a comemoração dos 10 anos da "Segunda Guerra no Líbano" realizada ontem no Knesset, o primeiro-ministro afirmou que a calma relativa presente na fronteira com o Líbano é o resultado de uma "contínua e eficaz dissuasão."
O presidente Reuven Rivlin, por seu lado, avisou que o Hezbollah "continua a se rearmar, e não tem abandonado os seus esforços para destruir Israel."
No seu discurso, o primeiro-ministro foi claro em relação aos árabes que habitam em Israel, enviando-lhes o seguinte recado: "Esta é uma mensagem para os árabes israelitas: responderemos pela força a qualquer agressão. Ninguém ficará imune."

As comemorações de ontem iniciaram-se no Monte Herzl e terminaram com uma sessão especial no parlamento israelita na capital Jerusalém. Segundo Netanyahu, a guerra com os terroristas do Hezbollah no Líbano há exactamente 10 anos "foi uma promoção à luta contra o surgimento do islamismo radical."
"O Hezbollah via-nos como um país fraco, ao qual faltava uma verdadeira espinha dorsal, com uma sociedade mais fraca que uma teia de aranha, cansada de lutar e de se defender.
Mas a guerra provou exactamente o contrário. Durante mais de um mês enfrentámos uma campanha combinada, tanto na linha da frente como na interna. Os cidadãos de Israel demonstraram resistência e força, os reservistas foram convocados para servir e não hesitaram em fazê-lo."
"Por outro lado" - prosseguiu Netanyahu - "esta foi uma guerra de hesitações, com muitas dificuldades, falhas e deficiências - tanto ao nível estratégico, como na execução. A guerra expôs a falta de preparação de muitas unidades e a falta de elasticidade que prejudicou a nossa capacidade de alcançarmos objectivos importantes."
"Logo a seguir ao fim da guerra, tivemos de arregaçar as mangas e começar a remediar as coisas. Muitas lições foram aprendidas e implementadas no campo de batalha, mas o processo prossegue até aos dias de hoje" - continuou o primeiro-ministro.
Já para o speaker do Knesset, Yuli Edelstein, Israel "tem de ir à frente do inimigo, para não ser apanhado de surpresa."
Para o líder da oposição (Partido da União Sionista) Isaac Herzog, "o Hezbollah já não brinca com o dedo no gatilho como antes acontecia. A organização sabe que nós podemos fazer-lhes pagar um elevado preço por qualquer tentativa para prejudicar a nossa soberania."

A Segunda Guerra do Líbano foi travada entre Israel e o Hezbollah no Verão de 2006 no Sul do Líbano e no Norte de Israel, com cerca de 1,5 milhões de israelitas sob ameaça dos ataques com foguetes disparados desde o Líbano contra o Norte do país. A guerra estourou no dia 12 de Julho com um ataque do Hezbollah a uma força israelita na fronteira entre Israel e o Líbano, em que 3 soldados israelitas foram mortos e 2 sequestrados pelos terroristas.
O cessar fogo só aconteceu a 14 de Agosto. A guerra deixou um rasto de 121 soldados e 44 civis mortos pelos terroristas islâmicos do Hezbollah.

Shalom, Israel!

terça-feira, julho 19, 2016

ISRAEL ACOLHE ENTUSIASTICAMENTE MAIS UM GRUPO DE IMIGRANTES DOS EUA E CANADÁ





Um avião transportando 218 novos "olim" (judeus retornando a Israel) oriundos dos Estados Unidos da América e Canadá aterrou esta manhã no aeroporto de Ben Gurion, sendo os novos imigrantes acolhidos entusiasticamente pelas autoridades, num ambiente de festa, e tratados como "pioneiros", indo agora habitar em várias localidades do Norte e do Sul de Israel.
Este voo é mais um patrocinado pela organização "Nefesh B'Nefesh" e por alguns departamentos oficiais do estado de Israel ligados à imigração e absorção de novos judeus na Terra de Israel.
Nas palavras entusiásticas do rabino Fass, presente na festa de recepção, "Estamos celebrando hoje o aliyah de centenas de novos olim que reiniciarão as suas vidas no estado judaico, sendo muitos deles pioneiros modernos que se deslocarão para o Norte e o Sul de Israel. 
Os milhares de judeus que ao longo deste ano estarão retornando à sua Terra mãe desde a Diáspora são uma inspiração para todos nós no desbravar o do futuro do estado de Israel."

2.000 NOVOS OLIM SÓ NESTE VERÃO
Este grupo faz parte de um programa que visa trazer para Israel, só neste Verão, cerca de 2.000 novos residentes vindos da América. 
Desde 2002 que esta associação já trouxe para Israel cerca de 50.000 judeus oriundos dos EUA, Canadá e Reino Unido.

Shalom, Israel!

segunda-feira, julho 18, 2016

ATENTADO DE NICE PODE "EMPURRAR" JUDEUS FRANCESES PARA ISRAEL

A organização humanitária cristã "Internactional Fellowship of Christians and Jews" (Comunhão Internacional de Judeus e Cristãos), que tem estado a ajudar judeus franceses a fazerem aliyah (retorno à Terra), está a receber milhares de contactos de judeus franceses que querem emigrar para Israel, e espera que esse número aumente como resultado do recente ataque terrorista em Nice, no sul da França.
A organização tem nestes últimos meses recebido mais de 5.000 contactos telefónicos e centenas de emails de judeus que se querem informar sobre as formas de fazer "aliyah."
A organização levou 82 judeus franceses para Israel durante o mês de Junho, e está a caminho de transportar mais 150 durante este mês, incluindo algumas famílias de Nice.
Cinco judeus ficaram feridos no ataque terrorista com um camião que foi lançado contra milhares de pessoas que passeavam na marginal junto à praia da cidade de Nice, na noite da passada Quinta-Feira.
Muitos judeus franceses têm relatado um nível elevado de anti-semitismo no seu país, para além da crescente ameaça de terrorismo que afecta toda a Europa.
"É triste, mas este terrível ataque acaba por destacar a necessidade urgente de se ajudar a levar para a sua Terra-mãe o maior número de judeus franceses que o queiram fazer, e é isso que iremos continuar a fazer" - afirmou o responsável pela organização cristã.

Shalom, Israel!

sábado, julho 16, 2016

GOLPE MILITAR FALHADO NA TURQUIA REFORÇA PODER ISLÂMICO NO PAÍS

Era tudo o que ele queria. Segundo as suas próprias palavras, o presidente ditador turco Erdogan, a tentativa de golpe de estado "foi uma bênção de Alá, porque vai permitir fazer uma purga entre os militares."
Sabe-se que o presidente muçulmano tem andado a expurgar dos comandos militares e políticos todos aqueles que tentam conduzir a Turquia de volta à laicidade republicana, segundo os princípios estabelecidos pelo herói Atakurk.
Com sede de mais poder e comandando o enorme estado turco com mão autoritária, esta tentativa de golpe de estado era tudo o que Erdogan precisava para agir com mais dureza, impondo as leis islâmicas num país que se queria como membro das nações ocidentais da Europa dos 27. Há até quem defenda que este golpe terá sido orquestrado pelo próprio presidente.
O golpe militar que deixou a noite passada o mundo literalmente parado, não conseguiu resistir mais do que 6 horas, deixando mesmo assim um rasto de 161 mortos, 1.440 feridos e 2.893 militares detidos, a quem Erdogan promete que irão pagar "um preço elevado."
Fazendo uso das redes sociais que ele próprio tem andado a bloquear, o presidente turco convocou a população para vir para as ruas e fazer oposição à insurreição, contrariando as ordens dos militares golpistas para que a população não saísse de casa. 

ISRAEL "RESPEITA O PROCESSO DEMOCRÁTICO EM CURSO NA TURQUIA"
Cauteloso como tantos outros países durante as 6 horas de suspense que a insurreição durou, Israel, através do seu ministério dos Negócios Estrangeiros, declarou "respeitar o processo democrático em curso" na Turquia.
O comunicado acrescentou ainda o desejo de que o recente processo de reconciliação entre os dois países possa prosseguir com toda a normalidade. 

Shalom, Israel!