quarta-feira, setembro 28, 2016

SHIMON PERES (1923 - 2016) - UM DOS PAIS FUNDADORES DO MODERNO ESTADO DE ISRAEL

PERES NUMA DAS SUAS ÚLTIMAS APARIÇÕES
 PÚBLICAS, EM 27 DE JUNHO DE 2016
"Não se preocupem. Não me vou esquecer de morrer" - assim brincava Shimon Peres quando alguém abordava a sua avançada idade, ou a sua recusa em abandonar a política.
"Não tenho pressa de partir. Chegará o dia em que não me esquecerei de partir. Mas até lá, não irei desperdiçar a minha vida" - Shimon Peres, momentos antes de ter sido empossado como presidente de Israel, em 15 de Julho de 2007. 

Morreu esta manhã, às 05H00 locais, enquanto dormia no hospital de Tel Aviv onde estava hospitalizado nestas duas últimas semanas, SHIMON PERES, o último sobrevivente dos pais fundadores do moderno estado de Israel. 
Durante toda a sua vida, Shimon Peres ocupou praticamente todos os cargos de relevo da governação israelita, tendo sido presidente, primeiro-ministro, ministro da Defesa, ministro dos Negócios Estrangeiros, ministro de 8 ministérios. Peres era o último pai fundador da nação de Israel ainda vivo, tendo recebido o prémio Nobel para a paz em 1994. 

Alguém disse que a História do estado de Israel é a História de Shimon Peres. Não só ele testemunhou o seu início, como moldou a própria História da nação judaica.
Nesta foto de 1961, Shimon Peres aparece como ministro da Defesa do governo do então primeiro-ministro David Ben-Gurion. Sentado à sua esquerda, o herói da Guerra dos Seis Dias, Moshe Dayan.
Considerado um verdadeiro pioneiro, Shimon Peres acreditava na paz. E isso apesar de ter sido um dos responsáveis por fazer de Israel uma potência militar e contribuído fortemente para a formação do seu temível arsenal nuclear. Peres ajudou a construir um país para o qual foi viver ainda antes da sua independência. Lutou pela paz. O mundo atribuiu-lhe e deve-lhe ainda esse reconhecimento. 
Mas não viveu o suficiente para ver tão grande sonho ser concretizado. Deixou contudo o exemplo, o modelo. Rasgou e calcorreou corajosamente caminhos perigosos e difíceis. Deixou um legado imortal para Israel e para o mundo.

UM POUCO DA HISTÓRIA DESTE HERÓI
SHIMON PERES COM A ESPOSA SONIA
E OS 3 FILHOS, EM NOVEMBRO DE 1958
Shimon Peres nasceu na Polónia, em 2 de Agosto de 1923. Aos 11 anos, emigrou para a então "Palestina" com o resto da sua família, tendo vivido inicialmente em Tel Aviv, onde estudou, estabelecendo-se mais tarde no kibbutz Geva e no kibbutz Alumot, do qual foi um dos fundadores. 
Alguns familiares de Peres que ficaram na Polónia, incluindo o seu avô, que era rabi, morreram às mãos dos nazis, quando estes incendiaram uma sinagoga durante o Holocausto. 

SHIMON PERES COM DAVID BEN-GURION
Em 1943, Peres foi eleito secretário do movimento juvenil trabalhista-sionista. Ainda jovem, Shimon Peres serviu como assessor de David Ben-Gurion, o primeiro primeiro-ministro de Israel, logo após a independência em 1948. Para Peres, David Ben-Gurion era "o maior judeu do nosso tempo."

SERVO DO PAÍS
Em toda a sua carreira política de 70 anos, Shimon Peres dedicou todo o seu tempo a servir a nação de Israel. Ainda antes da sua fundação oficial, já Peres se dedicava a servir em todas as áreas de influência.
Durante os seus 48 anos (1959 - 2007) de deputado no Knesset (o parlamento de Israel), Peres serviu em vários grupos parlamentares, tendo-se afirmado mais especificamente como afiliado do Partido Trabalhista.

UMA VIDA DEDICADA À BUSCA PELA PAZ
Peres dedicou toda a sua vida à busca pela paz com os seus vizinhos árabes, tendo os seus incansáveis esforços sido premiados, quando, em 10 de Dezembro de 1994, conjuntamente com o então primeiro-ministro Yitzhak Rabin e o terrorista palestiniano Yasser Arafat recebeu o prémio Nobel para a paz.
Esse prémio foi atribuído como resultado dos "acordos de Oslo", que Israel respeitou, mas que os palestinianos sempre violaram.
Até morrer, Peres sempre acreditou na paz: "Estou certo de que verei a paz ainda em vida. Mesmo que tenha de a prolongar por um ou dois anos, não hesitarei" - afirmou numa entrevista, quando do seu 90º aniversário em 2013.
Este grande líder israelita sofreu no entanto grandes revezes políticos, tendo perdido várias eleições e tendo sido muitas vezes contestado e criticado como "visionário" e "irrealista." 

UMA VOZ MUNDIALMENTE RESPEITADA 
Como presidente e não só, Peres viajou um pouco por todo o mundo, sendo recebido por inúmeros presidentes, governos e parlamentos. Foi uma voz respeitada e escutada. Na própria cimeira de Davos onde anualmente era recebido como uma "estrela de rock", Shimon Peres era escutado pelos ricos e poderosos deste mundo, que prendiam a respiração para ouvir cada palavra por ele pronunciada, e que abordava tópicos que variavam entre a paz no Médio Oriente e a nano-tecnologia, até às maravilhas do cérebro humano. Peres sempre abraçou as redes sociais, encontrando-se regularmente com os líderes do google, facebook e outras grandes empresas. 

"Em Israel, uma terra carente de recursos naturais, aprendemos a apreciar a nossa maior vantagem nacional: as nossas mentes. Através da criatividade e da inovação, transformámos desertos secos em campos verdejantes, e fomos pioneiros em novas fronteiras na ciência e na tecnologia." - Shimon Peres.


Shalom, Peres! Shalom, Israel!

terça-feira, setembro 27, 2016

ISRAEL PLANEIA EXPORTAR GÁS NATURAL PARA A EUROPA

Após o fabuloso e histórico acordo assinado ontem entre um consórcio israelita e a vizinha Jordânia, permitindo a Israel exportar 45 biliões de metros cúbicos de gás natural extraído dos campos petrolíferos "Leviatã", na costa marítima de Israel, durante os próximos 15 anos, e que renderá a Israel a fabulosa quantia de 10 biliões de dólares, os olhos israelitas almejam um objectivo ainda mais vasto e ambicioso: nada menos nada mais que exportar gás natural para a Europa!
Se tudo correr bem com a construção do pipeline que levará o gás natural para a Jordânia, Israel poderá já estar a fornecer o seu gás natural àquele país vizinho já daqui a três anos.

PROJECTO DO PIPELINE QUE LEVARÁ O GÁS
NATURAL ISRAELITA PARA A JORDÂNIA
Segundo o primeiro-ministro israelita Netanyahu, "este é um acordo muito importante" que promove significativamente o mercado energético israelita e que "estreitará os laços com a Jordânia."



GÁS NATURAL PARA A EUROPA?
Israel procura agora poder construir um pipeline que possa levar o seu gás natural até à ilha de Chipre e á própria Grécia. 
Segundo o ministro da Economia israelita Steinitz, a ideia é levar o gás natural à Grécia e de lá para qualquer outro país da Europa. 
Amanhã mesmo o ministro Steinitz viajará para Atenas para se reunir com os seus pares grego e cipriota, para abordar a possibilidade da construção de um grande pipeline até Chipre e até à Grécia, e daí para qualquer outra parte da Europa.
"Estaremos a exportar gás para outros países da região, e também para a Europa" - afirmou Steinitz, acrescentando: "Isso fará de nós uma potência energética mundial, permitindo-nos ainda capacidade para descobrirmos e desenvolvermos outros grandes campos de gás natural."
Esta grande investida israelita segue-se a uma contrapartida grega realizada há cerca de um mês: uma grande companhia energética grega anunciou as suas intenções de entrar nas águas israelitas. Ainda que aguardando ainda aprovação do governo israelita, a companhia grega já assinou um contrato de 148,50 milhões de dólares para a aquisição dos reservatórios de gás israelitas "Karish" e "Tarin", pertencentes ao grupo israelita "Delek."

TAL COMO PROFETIZADO HÁ 4 MIL ANOS!
Esta bênção material desfrutada por Israel é o exacto cumprimento da bênção prometida pelo patriarca Jacó ao seu filho José: "Pelo Deus de teu pai, o qual te ajudará, e pelo Todo-Poderoso, o qual te abençoará com bênçãos dos altos céus, com bênçãos do abismo que está embaixo (ou: "das profundezas"), com bênçãos dos seios e da madre" - Génesis 49:25.
"E de José disse: Bendita do Senhor seja a sua terra, com o mais excelente dos céus, com o orvalho e com o abismo que jaz abaixo (ou: "das profundezas")" - Deuteronómio 33:13. 

Lembremo-nos que o território distribuído a José foi partilhado entre os seus dois filhos Efraim e Manassés. Ao observar num mapa a distribuição do território de Canaã pelas 12 tribos (os filhos de Jacó), pode-se observar que o gigantesco campo de gás natural "Leviatã" se encontra precisamente na costa marítima que banha a região da tribo de Manassés! 

Shalom, Israel!

segunda-feira, setembro 26, 2016

MAIS 186.923 BÉBÉS NASCERAM EM ISRAEL NESTE ÚLTIMO ANO

Em vésperas do Novo Ano Judaico - o Rosh Hashanah - surgem as habituais estatísticas sobre a população israelita, confirmando o aumento constante e estável da população judaica no país.
186.923 bébés nasceram neste último ano, o que, se comparado ao número de pessoas falecidas - cerca de 42 mil - mostra um crescimento populacional de mais de 140 mil pessoas, para além dos 26.990 judeus que fizeram aliyah (retorno). Neste último ano, a população israelita cresceu assim, em mais de 167.000 pessoas residentes. 
Neste momento, a população total de Israel já conta com 8.412.000 residentes, dos quais cerca de 6.300.000 são judeus, 1.746.000 são árabes (20,7%), e 366.000 são residentes não árabes, sendo na sua maior parte cristãos (4,4%).

Shalom, Israel!

sábado, setembro 24, 2016

TECNOLOGIA "3D" COMPROVA PUREZA DO TEXTO DA BÍBLIA

Esta semana foi marcada por 2 importantes acontecimentos no mundo judaico e não só: o notável discurso do primeiro-ministro de Israel na Assembleia Geral da ONU, e a aplicação de tecnologia de ponta (3D) num antigo manuscrito queimado, possibilitando a sua leitura - um texto bíblico com 1.500 anos - e que havia sido encontrado em 1970 na região do Mar Morto. 

Esta descoberta notável de versículos do Livro de Levítico copiados há 1.500 anos e que condizem letra com letra com os textos hebraicos hoje utilizados é o primeiro exemplo de um dos 5 livros de Moisés encontrados numa arca sagrada.
Nesta passada Quarta-Feira, pesquisadores no Kentucky (EUA) e em Jerusalém anunciaram à conceituada revista científica "Science Advances" o sucesso de uma nova tecnologia denominada "desenrolamento virtual". Trata-se de um processo difícil e complicado baseado na tecnologia utilizada na digitalização médica, que os pesquisadores revelam "representar um significativo passo em frente na recuperação, conservação e análise de manuscritos."
Esta técnica 3D permitiu que os cientistas lessem o "Rolo de Ein Gedi", um antigo pergaminho carbonizado descoberto numa antiga sinagoga destruída próxima das margens do Mar Morto há mais de quarenta anos e que desde então tem estado guardado numa prateleira, intocável e indecifrável. 
LEVÍTICO 1:3
Quando os pesquisadores observaram os primeiros resultados, ficaram pasmados com as primeiras revelações: o pergaminho continha os oito primeiros versículos do Livro do Levítico, tornando-o na mais antiga colecção de escritos da Torá alguma vez encontrados na "arca sagrada" de uma antiga sinagoga. Esta descoberta tornou-se já marcante no mundo da arqueologia bíblica.

Estudos fundamentados na caligrafia histórica situam a data desta escrita no primeiro ou segundo século d.C. Quando os pesquisadores leram o texto digitalmente aumentado, descobriram que todas as palavras e espaços de parágrafos eram absolutamente idênticos aos do texto da Torá utilizada nos dias actuais!
MANUSCRITOS QUEIMADOS NO ESTADO ORIGINAL
"Para nós, isto é espantoso. Este texto não mudou em 2.000 anos" - afirmou Emmanuel Tov, um participante do estudo da Universidade Hebraica de Jerusalém.
"Há sinais claros da continuidade da tradição" - afirmou o professor Tov numa entrevista à "National Geographic". E prosseguiu: "Não pode ser coincidência a sinagoga em Ein Gedi, queimada no sexto século, alojar um antigo pergaminho cujo texto é completamente idêntico aos textos medievais. E, ainda mais, que a mesma corrente central do judaísmo que usou este manuscrito do Levítico num dos primeiros séculos da nossa era continuasse a fazer uso do mesmo até ao fim da Idade Média, quando foi inventada a imprensa."

O manuscrito foi descoberto em 1970, numa altura em que arqueólogos trabalhavam perto de Ein Gedi, um oásis natural na margem ocidental do Mar Morto. Foram nessa altura descobertas no local as ruínas de uma comunidade judaica do século 8º a.C.
Essa pequena comunidade floresceu até cerca do ano 600 d.C., altura em que foi destruída, e as casas queimadas. Dentre os restos da arca da sinagoga, os arqueólogos encontraram um pergaminho enrolado mas completamente queimado, tão danificado pelo fogo que era impossível desenrolá-lo para análise sem que o pergaminho incinerado se desfizesse em cinzas. 
O pergaminho foi carinhosamente preservado pela "Autoridade para as Antiguidades de Israel" (IAA), com poucas esperanças de que algum dia se conseguisse estudar o seu conteúdo.
Quarenta anos depois, em 2015, cientistas informáticos da Universidade do Kentucky desenvolveram software para "desembrulhar" textos estragados e em estado delicado. Esta técnica foi inicialmente desenvolvida para decifrar manuscritos romanos, mas acabou por ter mais sucesso com textos antigos judaicos escritos com tinta contendo um elemento de metal mais perceptível com o uso de raios X.
Os pesquisadores digitalizaram 100 secções dos restos carbonizados do manuscrito de Ein Gedi, o qual havia sido enrolado 5 vezes. Por incrível que pareça, eles conseguiram criar uma imagem digital do manuscrito e "desenrolar" a imagem sem sequer tocarem nela! A digitalização revelou duas colunas de escrita compostas de 35 linhas, 18 das quais preservadas, enquanto que as outras 17 tiveram que ser digitalmente reconstruídas.
Até 1947, os mais antigos textos bíblicos conhecidos datavam do 10º século d.C. Os "manuscritos do Mar Morto" descobertos em 1947, escritos provavelmente no terceiro século antes de Cristo forneceram um raro e empolgante vislumbre dos textos judaicos mais antigos. Este "manuscrito de Ein Gedi" proporciona agora uma confirmação da autenticidade dos textos actuais.

A tradição dos escribas judeus assegura que não ocorreram discrepâncias na reprodução e cópia dos textos. Os textos sagrados eram copiados à mão, letra por letra, de textos reconhecidos como originais. Orientações estritas eram dadas sobre técnicas de escrita, tamanho das letras, e espaços no texto, num esforço para se manter uma cadeia inquebrável desde o Sinai. Esta descoberta confirma que essa cadeia se manteve inquebrável ao longo de todos estes séculos!

Shalom, Israel!





sexta-feira, setembro 23, 2016

"O CAMINHO PARA A PAZ PASSA POR JERUSALÉM E RAMALÁ, NÃO POR NOVA IORQUE" - AFIRMOU ONTEM NETANYAHU NO SEU DISCURSO NA ONU

No seu discurso de ontem no pódio da 71ª Assembleia Geral das Nações Unidas, o primeiro-ministro israelita Netanyahu criticou duramente a ONU, acusando-a de ter "começado como uma força moral, mas tendo-se tornado numa farça moral."
Ao longo do seu discurso, Netanyahu foi no entanto assinalando que as coisas estão a mudar na ONU, chegando a afirmar que "Israel tem um futuro risonho na ONU."
O primeiro-ministro israelita declarou que "tudo irá mudar, mais depressa do que imaginais", acrescentando: "Os vossos governos estão rapidamente mudando as suas atitudes para com Israel."
Segundo Netanyahu, "mais e mais países na Ásia, África e América Latina estão vendo Israel como um parceiro estratégico no combate ao terrorismo de hoje e no desenvolvimento das tecnologias do amanhã."
Para o primeiro-ministro, a maior mudança está no entanto a acontecer no mundo árabe, onde muitas nações estão chegando à conclusão que Israel é um aliado, não um inimigo: "Os nossos inimigos comuns são o Irão e o ISIS. Os nossos alvos comuns são a segurança, a prosperidade e a paz."
Referindo-se às tentativas para apoiar o reconhecimento de um estado palestiniano na ONU, Netanyahu foi peremptório: "Não iremos aceitar nenhuma tentativa da ONU para ditar as normas a Israel. O caminho para a paz passa por Jerusalém e Ramalá, não por Nova Iorque."
Netanyhau classificou ainda como "absurda" a imposição feita minutos antes pelo presidente palestiniano Mahmoud Abbas à Inglaterra para que esta se retratasse e fosse julgada pela "Declaração de Balfour" - um documento emitido em 1917 que concedeu aos judeus a permissão para poderem regressar à sua terra, a Terra de Israel...
Netanyahu condenou ainda o presidente Abbas pelo incitamento à violência, propondo-lhe publicamente um de dois caminhos: "Presidente Abbas: tem duas escolhas: pode continuar a espalhar o ódio como hoje aqui fez, ou pode trabalhar comigo."
E Netanyahu foi ainda mais longe, convidando o próprio inimigo a visitar e falar no parlamento de Israel!
"Venha falar no Knesset em Jerusalém, e eu irei alegremente falar no parlamento em Ramalá."

Shalom, Israel!



quinta-feira, setembro 22, 2016

DAQUI A POUCO, NETANYAHU SUBIRÁ AO PÓDIO DA ONU PARA APRESENTAR "A VERDADE DE ISRAEL" AOS LÍDERES MUNDIAIS

Menos de uma hora depois do líder palestiniano Mahmoud Abbas subir ao pódio das Nações Unidas para promover as suas habituais mentiras, e a meio de uma nova vaga de violência palestiniana contra judeus, o primeiro-ministro israelita irá discursar diante de uma audiência cansada de ouvir propostas para a formação de 2 estados na terra de Israel, aproveitando a oportunidade para mais uma vez mostrar "a verdade israelita", ou seja, a verdade dos factos ocultados pelos media e constantemente distorcidos pelos palestinianos. 
Este será o 8º discurso de Netanyahu na Assembleia Geral da ONU, e, será proferido pelas 12H40 horas, em Nova Iorque, 17H40 de Portugal. Por triste coincidência, a apresentação de Netanyahu seguir-se-à aos discursos do líder iraniano e do presidente palestiniano...
Netanyahu irá convocar os líderes mundiais a se unirem numa campanha contra o terrorismo. Para além disso, o primeiro-ministro incluirá no seu discurso "o caso de Israel, a verdade de Israel, a justiça de Israel e também o heroísmo de Israel - o heroísmo dos nossos soldados, da nossa polícia e dos nossos cidadãos, todos travando uma luta sem tréguas contra o terrorismo brutal."
Netanyhau encontrou-se ontem pela última vez com o presidente Hussein Obama, num encontro considerado "jovial", mas que nada adiantou para o habitual impasse criado por Obama.

A ver vamos como será o esperado discurso e quantos  estarão presentes na sala para o ouvir...

Shalom, Israel!

quarta-feira, setembro 21, 2016

PRESIDENTE EGÍPCIO ELOGIA COOPERAÇÃO COM ISRAEL

Num encontro a portas fechadas com líderes judeus durante a realização da 71ª Assembleia Geral das Nações Unidas, o presidente egípcio Abdel Fatah al-Sisi elogiou a cooperação tranquila entre Israel e o Egipto na coordenação dos esforços para a paz na península do Sinai.
Segundo fontes oficiais estrangeiras, a Força Aérea de Israel tem estado a participar nos ataques contra o "ISIS" no Sinai, estando ainda a unidade militar secreta israelita ajudando as forças egípcias a recolher e decifrar informações sobre a presença dos terroristas no Sinai.
Sisi abordou também o processo de paz entre israelitas e palestinianos, alegando que o seu país está empenhado no mesmo. 

Discursando perante os outros membros das Nações Unidas reunidos na Assembleia Geral, Sisi aproveitou para encorajar Israel a aproveitar as actuais oportunidades para voltar às negociações com os palestinianos. 

NETANYAHU CHEGA A NOVA IORQUE
O primeiro-ministro israelita chegou entretanto a Nova Iorque afim de participar nesta cimeira de líderes mundiais, expressando desde logo a sua consternação por ainda não ter ouvido da parte dos líderes mundiais uma clara condenação do terrorismo palestiniano mais uma vez no topo das preocupações dos cidadãos de Israel.
Nem o presidente norte-americano Hussein Obama, nem o secretário-geral da ONU Ban Ki-Moon fizeram qualquer referência, muito menos condenação ao terrorismo palestiniano.
Netanyahu já revelou esperar "um padrão único" universal em relação ao terrorismo, e não o habitual esquecimento propositado do terrorismo palestiniano: "Espero da comunidade internacional um só padrão no combate ao terrorismo. É necessária clareza moral para lutar e derrotar o terrorismo."

Shalom, Israel!