segunda-feira, junho 25, 2018

ISRAEL CONTRIBUI SIGNIFICATIVAMENTE PARA A SEGURANÇA DOS ESPECTADORES NO CAMPEONATO DO MUNDO DE FUTEBOL NA RÚSSIA

A selecção israelita não conseguiu apurar-se, não conseguiu chegar à Rússia, mas a sofisticada tecnologia de segurança "made in Israel" está presente em alguns dos maiores estádios russos onde o campeonato se está a desenrolar, "abençoando" dessa forma centenas de milhares de espectadores que ali se deslocam de todo o mundo, incluindo aqueles que alimentam um doentio ódio contra Israel...
A empresa israelita "Mtech Team" está presente em vários estádios de futebol na Rússia através  da instalação de sofisticados detectores de fumo e fogo, protegendo os muitos milhares de espectadores que enchem os grandes estádios russos.
Segundo o dono desta empresa considerada uma das melhores do mundo no seu género, os esforços ao longo de 12 anos para entrar no mercado russo tiveram agora êxito com o contrato que levou à aplicação desta tecnologia que em poucos segundos consegue detectar a presença de fogo e de fumo em pelo menos dois grandes estádios de futebol russos, o de Volgograd e o de Nizhny Novograd. 
A empresa israelita instalou sistemas de controle e de segurança nestes estádios.
Este será provavelmente o primeiro passo para esta pequena empresa sediada no vale de Jezreel se torne conhecida e respeitada na área da segurança de grandes recintos, abrindo certamente portas para grandes negócios e oportunidades futuras.

TRANSMISSÃO VIA CELULAR
Mas a presença israelita não se fica por aqui. A empresa israelita "LiveU" desenvolveu uma tecnologia que permite a transmissão ao vivo através de redes de telemóveis (celulares), sendo que os emissores de todo o mundo estão a fazer uso desta tecnologia israelita.
300 unidades de transmissão foram alocadas para o evento, sendo este o maior número de transmissores alguma vez instalado para a emissão de um evento desportivo. 
Desde a Fox News à Sky TV, desde a agência noticiosa Reuters à AP e à Telemundo, todos estão fazendo uso desta tecnologia de ponta israelita.
A empresa israelita colocou também nos locais uma equipa de fala inglesa e russa, fornecendo suporte técnico e serviços de logística.
A "LiveU" assinou contratos com operadores de telemóveis russos assegurando a rápida conectividade e estabilidade nas emissões.

Shalom, Israel!

sábado, junho 23, 2018

ENVIADOS NORTE-AMERICANOS REUNEM-SE COM NETANYAHU EM JERUSALÉM

A vertiginosa ronda de encontros que trouxe dois enviados do governo norte-americano a vários países do Médio Oriente terminou ontem à tarde com uma reunião na capital Jerusalém entre Jared Kushner, genro do presidente Trump, e o enviado ao Médio Oriente Jason Greenblatt com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
Netanyahu comunicou a sua gratidão ao presidente Donald Trump pelo seu apoio a Israel. Segundo o comunicado do gabinete do PM, terão sido abordadas questões como o processo diplomático com os palestinianos, os desenvolvimentos na região e a situação da segurança e a crise humanitária de Gaza.
Na reunião estiveram também presentes o embaixador dos EUA em Jerusalém, David Friedman, e ainda Ron Dermer, actual embaixador de Israel nos EUA.

Shalom, Israel!

sexta-feira, junho 22, 2018

"PLANO DE PAZ" PARA O MÉDIO ORIENTE PROVOCA UM VERDADEIRO CORRE-CORRE...

JARED KUSHNER (GENRO DE DONALD TRUMP) COM
O REI DA JORDÂNIA, ABDULLAH II

Agora que pouco a pouco se vai desvendando o plano Trump para a "paz" no Médio Oriente, as correrias dos enviados e líderes regionais e mundiais entrou num ritmo quase alucinante.

ENVIADOS NORTE-AMERICANOS COM O PRESIDENTE
SISSI DO EGIPTO 21 DE JUNHO DE 2018

EGIPTO, JORDÂNIA, QATAR, ARÁBIA SAUDITA... ISRAEL
Após visitas-relâmpago ao Egipto, Jordânia, Qatar, e Arábia Saudita, os enviados norte-americanos Jason Greenblatt e Jared Kushner dirigem-se agora à paragem final: Israel, onde deverão chegar durante o dia de hoje.
Estas visitas visam implementar o plano de paz israelo-palestiniano ainda não desvendado ao público. A situação na Faixa de Gaza será também um assunto presente na agenda dos enviados, especialmente na visita de hoje ao estado judaico.
Porta-vozes das autoridades norte-americanas têm informado que o plano de paz está quase pronto, prevendo-se a sua revelação durante o Verão. Sabe-se que enfrenta a oposição dos palestinianos que cortaram relações com a administração Trump, após esta ter em Dezembro passado reconhecido Jerusalém como a capital de Israel e decidido mudar a sua embaixada para aquela cidade.
Não há por isso conversações agendadas com os palestinianos.
Estas visitas dos enviados norte-americanos aos países árabes "moderados" visam convencê-los a exercerem pressão sobre os palestinianos para que estes aceitem o plano da administração Trump. 

REI DA JORDÂNIA VAI A WASHINGTON
Sabe-se entretanto que o rei da Jordânia Abdullah II está a planear deslocar-se já nesta próxima Quinta-Feira para se encontrar com o presidente norte-americano Donald Trump e certamente discutir o plano de paz proposto pelos americanos. 

Shalom, Israel!

quinta-feira, junho 21, 2018

HAMAS PAGOU À FAMÍLIA DA BÉBÉ PARA ALEGAR QUE TINHA SIDO MORTA POR ISRAEL

Conhecida a natural predisposição para a mentira na cultura árabe, os inimigos de Israel fazem uso de todos os truques, por mais ignóbeis que sejam, para tentar convencer os incautos  de que Israel é o autor de todo o tipo de crimes dos quais eles (os árabes palestinianos) tanto gostam de se auto-vitimizar.
Nada que impressione Israel. Muito menos aqueles que, como eu, não são manipulados pela vergonhosa e tendenciosa comunicação social impregnada pelo liberalismo de esquerda anti-sionista.
Mas, como se diz na minha terra, "a verdade é como o azeite: acaba por vir ao de cima", a desfaçatez palestiniana também tem curta duração, uma vez que são eles mesmos que mais tarde ou mais cedo acabam por se denunciar e desmascarar os mentores das constantes mentiras perpetradas por aquela gente.
Eis que agora, Mahmoud Omar, detido em Israel por crimes ligados ao terrorismo, confessou aos seus interrogadores que a família da bébé mentiu, uma vez que ela não morreu por causa do gás lacrimogéneo lançado por Israel, mas sim por problemas crónicos familiares ligados ao sangue. 
E o palestiniano de 20 anos, primo da família enlutada, acabou por denunciar que foi o líder do Hamas Yahya Sinwar que pagou aos pais da criança, para que estes mentissem à comunicação social, alegando que a bébé tinha morrido como consequência do gás lacrimogéneo lançado por Israel contra os insurrectos que se manifestavam junto à vedação com Gaza.
O agora detido terrorista palestiniano que tentou atravessar a vedação para entrar em território israelita para aí cometer crimes contra a população civil, confessou ser primo da família enlutada pela morte da bébé Layla Ghandour, de 8 meses, que faleceu no dia 14 de Maio, e cuja alegada responsabilidade atribuída a Israel fez manchete nos mídia internacionais.
Fazendo parte dos 40.000 palestinianos que se manifestaram violentamente junto à vedação fronteiriça no dia 14 de Maio passado, Omar foi informado da morte da bébé, percebendo-se depois que a mesma tinha falecido devido aos mesmos problemas cardíacos que levaram à morte do seu irmãozinho, também com a mesma idade, no ano passado.

2 MIL EUROS POR UMA MENTIRA...
Foi então que o líder do Hamas prometeu à família 2 mil euros para que fosse propagada a mentira de que a bébé tinha sido vítima do gás lançado pelas forças israelitas...
E assim foi: logo membros da família começaram a dar entrevistas culpando Israel pela morte da bébé. E; à medida que cada membro daquela família ia sendo entrevistado, mais mentiras e contradições iam sendo acrescentadas à história...
Logo a seguir ao funeral da criancinha, um médico em Gaza, falando sob anonimato, afirmou a uma agência noticiosa internacional acreditar que a morte da menina se deveu a graves problemas de saúde já pré-existentes.
O ministério da saúde de Gaza acabou por retirar o nome da menina da lista das 62 "vítimas" dos confrontos do dia 14 de Maio...

Shalom, Israel!

quarta-feira, junho 20, 2018

EUA ABANDONAM O "CONSELHO DE DIREITOS HUMANOS DAS NAÇÕES UNIDAS"

Já não era sem tempo. Aliás, as ameaças já vinham de há meses atrás. 
Acusando este organismo de "hipocrisia" e de ter um "preconceito crónico anti-Israel", a embaixadora norte-americana na ONU Nikki Haley e o secretário de estado Mike Pompeo anunciaram ontem à noite a decisão da administração Trump, e que só peca por tardia.
A embaixadora criticou este órgão da ONU por ter como membros países como a Venezuela, a China, o Congo e Cuba, todos eles violadores dos direitos humanos. 
Claro que a hipócrita organização de "defesa dos direitos humanos" "Human Rights Watch" veio logo criticar a decisão da administração Trump, alegando que "Donald Trump só está interessado na defesa de Israel."

UMA REFORMA NÃO CONSEGUIDA
Desde há mais de um ano que os EUA vinham pedindo uma reforma gradual deste órgão da ONU, sugerindo por exemplo que a exclusão de estados membros que cometessem graves violações dos direitos humanos fosse votada por maioria simples, e não por dois terços dos membros. Outra proposta visava um reforço na selecção dos estados membros. 
Actualmente, 47 estados fazem parte deste Conselho. 
Para além disto, os EUA queriam também que "a questão dos direitos humanos na Palestina" não estivesse sistematicamente na agenda da ordem do dia do Conselho.
Apesar das "oportunidades atrás de oportunidades" para mudar, o Conselho fez orelhas moucas aos apelos norte-americanos...
Segundo Nikki Haley, "lamentavelmente, está agora claro que o nosso apelo para reforma não foi escutado."

ISRAEL, SEMPRE ISRAEL...
Os EUA têm sempre denunciado o Conselho pela sua permanente atitude preconceituosa anti-Israel. Prova disso é o facto de Israel ser o único país do mundo com um ponto fixo na ordem dos trabalhos de cada reunião, o famoso "ponto 7". A reunião do Conselho tem lugar três vezes por ano. 

SEM PAPAS NA LÍNGUA
A embaixadora Nikki Haley não poupou palavras nas suas duras críticas à hipócrita e tendenciosa organização que agora perde um dos seus mais importantes membros.
"...Uma organização que não é digna desse nome."
"Damos este passo porque o nosso compromisso não nos permite continuar a fazer parte de uma organização hipócrita e egoísta que faz troça dos direitos humanos."

ISRAEL CONGRATULA OS EUA
O primeiro-ministro israelita Netanyahu aplaudiu de imediato esta decisão norte-americana, apelidando-a de "corajosa", e classificando-a como "uma afirmação inequívoca de que: já chega, é demais."

Shalom, Israel!




terça-feira, junho 19, 2018

NETANYAHU ENCONTRA-SE COM O REI DA JORDÂNIA ABDULLAH II PARA DISCUTIR O PROCESSO DE PAZ

Começou uma nova ronda de conversações para a "paz" no Médio Oriente. A agenda do presidente norte-americano Donald Trump para o processo de paz entre árabes e israelitas começa a delinear-se pouco a pouco, levando a que o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu se tivesse deslocado ontem de surpresa a Aman, a capital da Jordânia, para se reunir com o rei Abdullah II.
Hoje coube a vez aos enviados norte-americanos Jared Kushner, genro do presidente, e Jason Greenblatt. actual enviado especial dos EUA para o Médio Oriente, de se encontrarem com o monarca hashemita.
Segundo se sabe, as conversações entre os enviados norte-americanos e o monarca abordaram a proposta de paz delineada por Trump, as relações entre os dois estados, e a actual crise humanitária em Gaza.

"JERUSALÉM COMO CAPITAL...DE UM FUTURO ESTADO PALESTINIANO"
Segundo a agência noticiosa jordana "Petra", o rei "sublinhou a necessidade de se chegar a uma paz justa e compreensiva na região que permita ao povo palestiniano cumprir as suas legítimas aspirações para o estabelecimento de um estado palestiniano independente dentro das linhas de 4 de Junho de 1967, com Jerusalém oriental como sua capital."
E, enfatizando a questão de Jerusalém, Abdullah II afirmou que "a questão de Jerusalém tem de ser resolvida como parte das questões ligadas ao estatuto final, visto a cidade santa ser uma questão chave para se alcançar a paz na região."

"STATUS QUO NOS LUGARES SAGRADOS DE JERUSALÉM"
Durante a visita de ontem do primeiro-ministro israelita ao rei Abdullah II, foram abordadas "questões regionais, o avanço de paz e as relações bilaterais." Segundo o comunicado oficial emitido após o encontro, Netanyahu "reiterou o compromisso de Israel na manutenção do status quo dos lugares sagrados de Jerusalém."

ENCONTRO COM GUTERRES
No passado Sábado os enviados norte-americanos encontraram-se com o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, e com a embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, para abordarem conjuntamente os esforços actuais dos EUA para promover a paz entre israelitas e árabes e tentar amenizar a actual crise humanitária em Gaza.

sábado, junho 16, 2018

20 INCÊNDIOS NO SUL DE ISRAEL PROVOCADOS PELOS PALESTINIANOS DE GAZA

Prosseguindo a sua saga destrutiva, os palestinianos de Gaza continuam a enviar para Israel balões e papagaios incendiários, aproveitando o intenso calor que se faz sentir na região e a grande dificuldade em controlar tais ataques vindos do ar.
Todos os fogos estão debaixo de controle, não havendo vítimas humanas, apenas imensos estragos materiais nas culturas agrícolas daquela região fronteiriça à Faixa de Gaza.
Um dos incêndios andou perto de uma base militar israelita, tendo sido controlado no último minuto. 
Vários kibbutzim e reservas naturais têm sido prejudicados com estes fogos criminosos provocados pelos terroristas de Gaza.
Entretanto, a ONU só se lembra de condenar Israel pelo uso "desproporcionado de força."

Israel tem-se contido demais...até quando?

Shalom, Israel!