terça-feira, junho 19, 2018

NETANYAHU ENCONTRA-SE COM O REI DA JORDÂNIA ABDULLAH II PARA DISCUTIR O PROCESSO DE PAZ

Começou uma nova ronda de conversações para a "paz" no Médio Oriente. A agenda do presidente norte-americano Donald Trump para o processo de paz entre árabes e israelitas começa a delinear-se pouco a pouco, levando a que o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu se tivesse deslocado ontem de surpresa a Aman, a capital da Jordânia, para se reunir com o rei Abdullah II.
Hoje coube a vez aos enviados norte-americanos Jared Kushner, genro do presidente, e Jason Greenblatt. actual enviado especial dos EUA para o Médio Oriente, de se encontrarem com o monarca hashemita.
Segundo se sabe, as conversações entre os enviados norte-americanos e o monarca abordaram a proposta de paz delineada por Trump, as relações entre os dois estados, e a actual crise humanitária em Gaza.

"JERUSALÉM COMO CAPITAL...DE UM FUTURO ESTADO PALESTINIANO"
Segundo a agência noticiosa jordana "Petra", o rei "sublinhou a necessidade de se chegar a uma paz justa e compreensiva na região que permita ao povo palestiniano cumprir as suas legítimas aspirações para o estabelecimento de um estado palestiniano independente dentro das linhas de 4 de Junho de 1967, com Jerusalém oriental como sua capital."
E, enfatizando a questão de Jerusalém, Abdullah II afirmou que "a questão de Jerusalém tem de ser resolvida como parte das questões ligadas ao estatuto final, visto a cidade santa ser uma questão chave para se alcançar a paz na região."

"STATUS QUO NOS LUGARES SAGRADOS DE JERUSALÉM"
Durante a visita de ontem do primeiro-ministro israelita ao rei Abdullah II, foram abordadas "questões regionais, o avanço de paz e as relações bilaterais." Segundo o comunicado oficial emitido após o encontro, Netanyahu "reiterou o compromisso de Israel na manutenção do status quo dos lugares sagrados de Jerusalém."

ENCONTRO COM GUTERRES
No passado Sábado os enviados norte-americanos encontraram-se com o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, e com a embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, para abordarem conjuntamente os esforços actuais dos EUA para promover a paz entre israelitas e árabes e tentar amenizar a actual crise humanitária em Gaza.

sábado, junho 16, 2018

20 INCÊNDIOS NO SUL DE ISRAEL PROVOCADOS PELOS PALESTINIANOS DE GAZA

Prosseguindo a sua saga destrutiva, os palestinianos de Gaza continuam a enviar para Israel balões e papagaios incendiários, aproveitando o intenso calor que se faz sentir na região e a grande dificuldade em controlar tais ataques vindos do ar.
Todos os fogos estão debaixo de controle, não havendo vítimas humanas, apenas imensos estragos materiais nas culturas agrícolas daquela região fronteiriça à Faixa de Gaza.
Um dos incêndios andou perto de uma base militar israelita, tendo sido controlado no último minuto. 
Vários kibbutzim e reservas naturais têm sido prejudicados com estes fogos criminosos provocados pelos terroristas de Gaza.
Entretanto, a ONU só se lembra de condenar Israel pelo uso "desproporcionado de força."

Israel tem-se contido demais...até quando?

Shalom, Israel!

sexta-feira, junho 15, 2018

TURISMO PARA ISRAEL JÁ AUMENTOU 40% ESTE ANO!

Só nestes primeiros 5 meses do ano, o turismo para Israel aumentou quase 40% em relação ao ano anterior, trazendo ao país cerca de 557 milhões de dólares em receitas.
Apesar de todas as ameaças dos inimigos de Sião e das alucinantes paranóias de quem nunca visitou o país, o fluxo de turistas e peregrinos que visitam este maravilhoso país não pára de crescer, gerando agora uma urgente necessidade de se construírem mais hotéis nas maiores cidades do país.

Shalom, Israel!

quinta-feira, junho 14, 2018

ONU CONDENA ISRAEL POR SE DEFENDER DO TERRORISMO, MAS ILIBA O HAMAS...

Não que as decisões da manipulada e desacreditada ONU valham para alguma coisa. Mas é a falta de moral deste órgão internacional que desafia o bom senso, a justiça e a decência de qualquer pessoa ou instituição ainda detentora dessas características.

PROPOSTA DA ARGÉLIA, TURQUIA E "PALESTINA"
A proposta para votação de condenação a Israel pelo uso "excessivo, indiscriminado e desproporcionado" de força contra os palestinianos de Gaza, foi ontem aprovada com uma grande maioria de 120 votos, com 8 contra e 45 abstenções.
Tanto Israel, como os Estados Unidos, a Austrália, as Ilhas Marshall, a Micronésia, Nauru, o Togo e as Ilhas Salomão votaram contra esta medida.
A resolução ontem aprovada alega "deplorar qualquer uso força excessiva, indiscriminada e desproporcionada pelas forças israelitas contra civis palestinianos no território palestiniano ocupado, incluindo Jerusalém oriental, e particularmente na Faixa de Gaza", citando ainda o uso por parte de Israel de munições reais contra os protestantes e a morte de um jornalista e de pessoal médico.

NÃO SE INCRIMINOU O VERDADEIRO CULPADO: O HAMAS
A resolução condenou ainda "o disparo de foguetes da Faixa de Gaza contra áreas civis de Israel", que têm aumentado devidos às refregas fronteiriças, solicitando ainda ao secretário geral que apresente uma resposta por escrito relacionada com "a segurança da população civil palestiniana."
Não houve no entanto menção, muito menos condenação do verdadeiro culpado desta situação: o Hamas. 
Esta votação vem mais uma vez provar que a esmagadora maioria dos estados membros da ONU estão comprados pelas mentiras árabes e palestinianas, dando mais crédito àqueles que atacam Israel do que ao estado judaico que tem toda a legitimidade para se defender.
A delegação norte-americana ainda apresentou uma emenda à proposta, condenando o Hamas, e que foi inicialmente votada com 62 votos a favor, 58 contra e 42 abstenções. Para o presidente da Assembleia Geral o voto teria de ser aprovado com um mínimo de dois terços dos votos, o que não veio a acontecer...

NIKKI HALEY CONDENA A DECISÃO ANTI-ISRAEL
A embaixadora dos EUA nas Nações Unidas Nikki Haley condenou em tom veemente esta pérfida decisão da AG da ONU: "A ONU fez hoje o julgamento moralmente falido de que a recente violência em Gaza é toda por culpa de Israel. Não admira que ninguém leve a sério a ONU como um agente para a paz no Médio Oriente" - desabafou a embaixadora. 

VERGONHA PARA A UNIÃO EUROPEIA E PORTUGAL
Vários países da União Europeia apoiaram a resolução palestiniana de condenação a Israel. Foram eles: a Bélgica, a Estónia, a Finlândia, a Grécia, a França, a Irlanda, Luxemburgo, Malta, Portugal, a Eslovénia, a Espanha e a Suécia.
Abstiveram-se ainda a Áustria, a Bulgária, a Croácia, Chipre, a República Checa, a Dinamarca, a Alemanha, a Hungria, a Itália, a Lituânia, a Holanda, a Polónia, a Roménia, a Eslováquia e o Reino Unido.
A Suiça, a Nova Zelândia, a Islândia e a Noruega apoiaram o apelo palestiniano para uma protecção internacional contra Israel. O Canadá absteve-se.

"A ONU APOIA O TERRORISMO CONTRA ISRAEL"
O embaixador israelita na ONU, Danny Danon, falou à Assembleia Geral ainda antes da declaração de Haley que, caso a ONU aprovasse a resolução palestiniana, "estaria assinando por escrito o seu inequívoco apoio ao terrorismo contra Israel."
"Não finjamos" - acrescentou Danon - "Se o ISIS atacasse Estocolmo amanhã, seria logo responsabilizada pelo ataque. Se a al-Qaeda assaltasse Paris, a ONU emitiria logo a sua mais forte condenação à al-Qaeda."
E concluiu: "Só quando o Hamas ataca Israel é que a ONU procura culpar Israel. A maioria moral nesta assembleia não deveria tolerar um padrão diferente para os israelitas vítimas do terrorismo."
"Tenho uma simples mensagem para aqueles que apoiaram esta resolução: vocês são as munições para as espingardas do Hamas. Vocês são as ogivas para os mísseis do Hamas."

Bem dito. Vergonha para uma grande parte da Europa e do mundo. Descrédito total para a ONU!

Shalom, Israel!

quarta-feira, junho 13, 2018

PARA-QUEDISTAS ISRAELITAS TREINAM NOS CÉUS DA ALEMANHA E DA POLÓNIA

O simbolismo é extraordinário: para-quedistas israelitas fazem exercícios militares sobre os territórios onde há algumas décadas se encontravam os campos de extermínio nazis...!
Num exercício conjunto com as tropas norte-americanas em território europeu central, treinando para uma resposta rápida a um hipotético ataque a solo europeu, uma companhia composta de 40 para-quedistas oficiais e soldados oriundos de Israel veio participar nestes grandes exercícios comandados pelos EUA em território europeu.
Dentre os vários exercícios, os para-quedistas treinaram a "conquista" de um campo de aviação ocupado por "forças inimigas" em território polaco. 

Estes exercícios anuais estão este ano decorrendo na Polónia, Alemanha e Lituânia, com a participação de elementos militares de toda a Europa, incluindo Portugal, Espanha, Itália, Polónia e Reino Unido.
Esta foi a primeira vez que tropas israelitas participaram num exercício militar deste género.

Para os membros da tropa israelita estes exercícios em território alemão e polaco têm um justificado significado simbólico, uma vez que foi nestes territórios que há pouco mais de 70 anos se localizavam os campos de morte onde pereceram 6 milhões de judeus.
E, para completar o simbolismo destes exercícios conjuntos com a participação de israelitas, os para-quedistas de Israel terminaram a sua participação cantando o hino nacional israelita, o "Hatikva."

Shalom, Israel!

segunda-feira, junho 11, 2018

GRANDES EXERCÍCIOS MILITARES EM ISRAEL

Têm estado a decorrer no Norte de Israel e no seu espaço aéreo uma série de exercícios militares de grande envergadura, os quais, apesar de fazerem parte do calendário das preparações militares terrestres e aéreas israelitas, não deixam mesmo assim de chamar a atenção para o "timing" dos mesmos, uma vez que vive-se um clima de alta tensão na fronteira de Gaza e da Síria.

EXERCÍCIOS AÉREOS DE GRANDE ENVERGADURA
40 aviões de combate da Força Aérea de Israel têm estado a participar num exercício conjunto com a Força Aérea Helénica (Grécia), simulando operações de longo alcance sobre territórios desconhecidos. 
A Força Aérea de Israel lançou ontem um exercício aéreo de grande escala, simulando ataques em múltiplas frentes de combate em simultâneo, incluindo ataques a pontos específicos na Faixa de Gaza.
O exercício aéreo envolveu 40 aviões de combate, de reabastecimento e de transporte. Estes exercícios visam treinar os pilotos para situações de múltiplas operações de combate em território desconhecido longínquo, com capacidade de reabastecimento em pleno voo, e de regresso às bases sem qualquer necessidade de aterragens durante os exercícios.
Sendo os exercícios conduzidos sobre o espaço aéreo grego, a uma considerável distância de Israel, facilmente se pode deduzir que poderá estar em preparação uma operação de grande envergadura sobre território iraniano. É apenas uma probabilidade.
Estes exercícios militares conduzidos simultâneamente em várias frentes fizeram uso de centenas de aviões, helicópteros, aviões de transporte e outros meios aéreos e fizeram simulacros de intervenções aéreas em Gaza, Líbano e Síria.

EXERCÍCIOS MILITARES SURPRESA NOS MONTES GOLAN
Inesperadamente, e sem aviso prévio, as Forças de Defesa de Israel lançaram um exercício surpresa nos Montes Golan, que se prevê terá vários dias de duração.
Milhares de reservistas foram ontem convocados para estes inesperados exercícios militares na fronteira Norte, numa altura em que crescem as tensões com o Irão por causa da presença militar desse país inimigo de Israel em território sírio.
Uma das razões apresentadas para estes grandes exercícios nos Montes Golan terão a ver com as recentes revelações fornecidas pelo diário norte-americano "Wall Street Journal" de que as tropas do Irão e do Hezbollah estavam a disfarçar-se com equipamentos do exército sírio, pretendendo dessa forma camuflar a sua identidade e tentar enganar Israel e outros países.

Não sabemos o que poderá estar em preparação para os próximos tempos, mas, a certeza é a de que quando Israel toma precauções deste calibre, algo poderá estar a ser previsto para breve...

Shalom, Israel!




sexta-feira, junho 08, 2018

POR RAZÕES OPOSTAS, MAS AMBAS ABOMINÁVEIS, DECORREM HOJE EM SIMULTÂNEO 2 GRANDES MANIFESTAÇÕES




O facto de amarmos apaixonadamente Israel e o seu povo, o facto de o defendermos de todas as insinuosas acusações e injustiças, o facto de nos posicionarmos incondicionalmente ao lado do povo eleito para o bem e para o mal, não nos torna cegos às demonstrações de decadência moral e espiritual visíveis na nação judaica, muito menos nos impedirá de condenarmos aquilo que aos olhos de Deus é uma horrenda abominação: trata-se da gigantesca "Parada do orgulho gay."
Segundo os organizadores desta abominável demonstração pública de uma conduta condenada pelo Senhor Deus, cerca de 250.000 manifestantes têm-se estado a reunir nas ruas centrais de Tel Aviv, entretanto bloqueadas para que esta moderna Sodoma possa celebrar a prática do pecado, algo que certamente não deixará Deus indiferente. Esta perversão pública irá desenrolar-se durante todo o fim de semana, num misto de música, folclore e desfiles provocatórios para quem ainda preserva algum tipo de decência e respeito pelos valores criados por Deus.

MILHARES DE IRANIANOS VOCIFERAM: "MORTE A ISRAEL"
Ao mesmo tempo que as ruas de Tel Aviv eram conspurcadas pela "parada gay", as ruas de Teerão e de outras cidades do Irão eram toldadas pelo ódio visceral contra Israel e o povo judeu.
As demonstrações tiveram lugar naquele que para os árabes é o "dia de Jerusalém", o dia em que anualmente vão para as ruas gritar o seu ódio contra Israel e também contra os Estados Unidos, pisando nas bandeiras dos respectivos países, queimando-as, e apelando à destruição do estado sionista e do "amigo" americano.
Um dos deputados iranianos chegou a gritar à plebe: "Israel está a fracassar. É nossa responsabilidade defender os palestinianos."

Para os manifestantes, o protesto vai contra a "ocupação" de Jerusalém pelos judeus, a cidade de onde, segundo os lunáticos muçulmanos - a quem não falta muita imaginação, só que pérfida e ridícula - o seu profeta Maomé ascendeu ao céu...
O Irão não reconhece o estado de Israel e os seus líderes apelam abertamente à destruição do mesmo. Para tal, o regime islâmico xiita dos ayatollahs investe fortunas no apoio financeiro aos grupos terroristas Hamas, na Faixa de Gaza, e Hezbollah, no Líbano, ambos constantemente a tentarem atacar e aniquilar as populações israelitas.
Na passada Segunda-Feira o líder supremo espiritual do Irão, o ayatollah Khamenei, informou ter dado ordens para a preparação do aumento da capacidade de enriquecimento do urânio no caso de os acordos nucleares falharem, apesar de a Europa estar hipocritamente a lutar para fazer sobreviver o pérfido acordo que, como Israel revelou há bem pouco tempo atrás, o Irão não tem respeitado.
Foi esse mesmo anti-sionista que há dias afirmou publicamente que Israel é "um temor maligno que tem de ser extirpado."

CASTIGO CERTO - SÓ ALGUNS ESCAPARÃO
Não sei que meios o Senhor Deus irá usar para castigar Israel pelos seus abomináveis pecados. Os profetas bíblicos afirmam que Ele irá ainda lidar severamente com o Seu povo já quando este estiver de volta na Terra Prometida. Infelizmente assim será. Não é por serem judeus, parte do "povo eleito", que ficarão de fora do juízo do Todo-Poderoso. Lamentavelmente, muitos morrerão nos seus pecados. Apenas "um remanescente" será salvo. Aqueles que um dia, sob terrível aflição, irão clamar "Bendito Aquele que vem em Nome do Senhor", e olharão para Aquele a Quem trespassaram.
Até lá, a menos que se arrependam dos seus pecados e peçam a misericórdia de Deus, perecerão.
Deus tenha misericórdia!

Shalom, Israel!