sexta-feira, maio 26, 2017

NÚMERO RECORDE DE JUDEUS NO MONTE DO TEMPLO

"Ate agora, nunca vi nada assim no Monte do Templo!" - afirmou extasiado o rabi Medan, um dos muitos judeus que aproveitaram as celebrações do "Dia de Jerusalém."
E foram cerca de 1.000 judeus a ascender ao Monte do Templo nesse dia! Nada visto até agora depois da destruição do Templo no ano 70 d.C.
Neste "Dia de Jerusalém" - Quarta-Feira passada, 24 de Maio no nosso calendário ocidental - os judeus israelitas celebram a libertação e reunificação de Jerusalém, há precisamente 50 anos atrás, durante a mítica "Guerra dos Seis Dias."
O maior número de judeus que num só dia tinham ascendido ao Monte até agora tinha sido 495 pessoas.

"PONTO DE VIRAGEM"?
Os organizadores deste evento expressaram incontida satisfação, chegando até a considerar-se estarmos a chegar a um "dramático ponto de viragem" em relação ao Monte do Templo. 
O apoio a este evento foi enorme, e surgiu a partir de rabis, estudantes e até de ministros do governo. 
Muito público também é positivo em relação à possibilidade de mais e mais judeus poderem ascender ao Monte do Templo, o lugar mais sagrado para o judaísmo.

Poderemos estar a assistir a mais um passo profético na concretização das profecias? Talvez. Uma coisa é certa: passo a passo, Jerusalém está sendo deixada de ser "pisada pelos gentios."
O que significa que a redenção dos judeus está próxima...

Shalom, Israel!



quarta-feira, maio 24, 2017

ESTE É O DIA DE JERUSALÉM! HÁ 50 ANOS A CIDADE FOI REUNIFICADA PARA SEMPRE!





Esta é a JERUSALÉM, a cidade do Grande Rei!
Liberada e reunificada há exactamente 50 anos!

Como não amar-te, ó Jerusalém?
Como não querer conhecer-te, se és tão tão amada pelo meu Rei?
Como não orar pela tua paz?

"Haja paz dentro dos teus muros, e prosperidades dentro dos teus palácios. Por causa dos meus irmãos e amigos, direi: Haja paz em ti!"
"Orai pela paz de Jerusalém! Prosperarão aqueles que te amam!" (Salmo 122).

Shalom, Israel!

terça-feira, maio 23, 2017

TRUMP DEIXA ISRAEL ASSEGURANDO LEALDADE A ISRAEL E CONDENANDO O TERRORISMO PALESTINIANO

O périplo de 26 horas do presidente norte-americano por terras de Israel permitiu reforçar os laços de amizade com a liderança israelita - algo posto em causa pela anterior administração de Hussein Obama - e tirar as esperanças dos palestinianos em relação a um estado independente em território judaico.
Trump afiançou a Netanyahu que os palestinianos "querem alcançar a paz", acrescentando no entanto que "não será fácil. Ambas as partes terão de fazer face a decisões difíceis."

"ESTAREMOS SEMPRE COM ISRAEL"
Num emocionado e muito aplaudido discurso proferido esta manhã no Museu de Israel, Trump afiançou que a sua administração estará "sempre ao lado de Israel", tendo provocado uma efusão de aplausos. 
No seu discurso, Trump alertou que "o conflito não pode continuar para sempre. A questão é quando é que as nações perceberão que já tiveram que chegue. A mudança tem que vir de dentro. Só pode vir de dentro."
E foi a partir da Capital eterna de Israel que agora celebra os seus 50 anos de reunificação que Donald Trump fez este apelo: "Apelo a todos os povos, judeus, cristãos, muçulmanos e todos os credos a que retirem inspiração desta antiga cidade para deixar de lado as nossas diferenças sectárias para vencer a opressão e o ódio."
O presidente norte-americano referiu-se ainda às ameaças e aos perigos que os israelitas enfrentam: "Os israelitas têm experimentado em primeira mão o ódio e o terror da violência radical. Têm sido assassinados por terroristas empunhando facas e bombas. O Hamas e o Hezbollah disparam mísseis contra Israel, onde as crianças são ensinadas a correr para os abrigos. Os líderes do Irão apelam rotineiramente à destruição de Israel."
"Não com Donald J. Trump, acreditem em mim" - prometeu, recebendo mais uma ruidosa ovação.
"Os Estados Unidos estão firmemente comprometidos em impedir que o Irão desenvolva uma arma nuclear e continue a financiar terroristas."
Numa conferência de imprensa conjunta com Netanyahu, o presidente Donald Trump proclamou a ligação histórica do povo judeu com a Terra de Israel, fazendo menção do reino do Rei David. 

UMA FORTE REPRIMENDA À AUTORIDADE PALESTINIANA

Durante uma rápida visita a Belém para se encontrar com o líder da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas, Donald Trump repreendeu a liderança palestiniana por pagar benefícios aos terroristas palestinianos em prisões israelitas e às famílias dos terroristas, tanto dos que estão presos, como dos que já morreram. 

VISITA AO MEMORIAL DO HOLOCAUSTO
Apesar da intensa agenda, Trump ainda teve tempo para homenagear esta manhã os 6 milhões de judeus assassinados durante o Holocausto nazi, visitando o Memorial do Holocausto, onde proferiu as seguintes palavras: "Estamos aqui no Yad Vashem para honrar a memória de seis milhões de judeus que foram enviados para a morte. Palavras não conseguirão descrever a imensidão da profundidade desse mal. O Holocausto foi o acto mais selvagem contra Deus e contra os Seus filhos, e é nosso dever solene lamentar cada vida que foi tão cruelmente tirada."

ASSUNTOS CONVENIENTEMENTE EVITADOS POR TRUMP
Donald Trump soube habilmente evitar referências aos temas que têm desde há décadas conturbado as relações entre os EUA e Israel, tais como os aldeamentos (erradamente chamados de 'colonatos'), o estatuto de Jerusalém e até mesmo a idéia de 2 estados, algo em que o seu antecessor sempre insistia como condição para a paz. 

O primeiro-ministro de Israel tem razões de sobra para recordar esta visita do presidente norte-americano como marcante e um verdadeiro volte face em relação às anteriores políticas da administração dos EUA. A ver vamos como e de que forma é que estas palavras de ocasião se traduzirão em realidades que no terreno garantam a Israel a tão ambicionada paz e segurança...

Shalom, Israel!

segunda-feira, maio 22, 2017

DONALD TRUMP É O PRIMEIRO PRESIDENTE DOS EUA A VISITAR O MURO OCIDENTAL

Pela primeira vez na História, um presidente norte-americano, no exercício das suas funções, visita e ora junto ao Muro Ocidental, a enorme parede que sustentava a esplanada do antigo Templo de Herodes.

A meio da tarde de hoje, e após visitar com a esposa Melania o Santo Sepulcro, a igreja que assinala o suposto lugar onde os católicos e os ortodoxos acreditam que Jesus morreu e ressuscitou, Donald Trump deslocou-se a pé com uma enorme comitiva e impressionantes forças de segurança até ao lugar mais sagrado para os judeus, o Muro Ocidental, onde colocou a sua mão direita, orou e depôs um pequeno papel numa das brechas abertas nas enormes pedras.

Trump entrou neste recinto sagrado com um kippá (solidéu) na cabeça, como todos os homens fazem ao entrar em lugares sagrados judaicos. 
Jared Kusher, genro do presidente, e judeu praticante, acompanhou-o nesta visita de importante simbolismo, acompanhado da sua mulher Ivanka, que orou numa secção especial do Muro reservada para as mulheres.
O grupo foi acompanhado pelo rabi destacado para o Muro, Shmuel Rabinovitch e por Mordechai Eliav, presidente da Fundação do Muro. Eliav é um perito arqueólogo, que explicou um pouco da História do lugar sagrado através da exibição de fotos e desenhos mostrando os 2 Templos judaicos e o Muro como sendo uma pequena parte de uma gigantesca estrutura que ali assentava há 2 mil anos atrás.

"HÁ UMA GRANDE OPORTUNIDADE PARA A PAZ"
Trump veio da Arábia Saudita com uma mala carregada de boas intenções. Ao chegar ao aeroporto de Ben Gurion, afirmou ao presidente israelita Reuven Rivlin que "existe uma grande oportunidade para a paz no Médio Oriente. As pessoas estão saturadas de ver derramamento de sangue." Rivlin, por seu lado, respondeu: "Nós queremos a paz, oramos pela paz, e com a ajuda de Deus, alguém nos trará a paz."

E prosseguiu, lembrando que Israel nunca deixou de sonhar com a paz com os seus vizinhos: "Nós alcançámos um acordo de paz com os nossos vizinhos na Jordânia e no Egipto. Mas ainda não realizámos a nossa missão de viver em paz com os nossos vizinhos palestinianos, e com o resto do mundo árabe. O nossos destino - judeus e palestinianos - é vivermos juntos nesta terra. Temos de construir confiança e cooperação entre nós."
"Mas" - acrescentou em tom de cautela - "temos de assegurar-nos de que não vamos dormir com um sonho e acordar com um pesadelo - com o Irão, o ISIS, e o Hamas nas nossas fronteiras."

O IRÃO NUNCA TERÁ A BOMBA NUCLEAR
Trump não se esquivou em promessas, afirmando ao presidente israelita que os EUA estão juntos com Israel para "declarar a uma só voz que o Irão nunca deverá ter permissão para possuir armas nucleares, nunca mesmo."
E acrescentou: "Juntos podemos agir para acabar com a onda de violência que tantas vidas tem roubado aqui em Israel e por todo o mundo."

Esperemos que estas promessas não passem de boas intenções, e que os EUA passem a de uma vez por todas a apoiar Israel na sua luta contra os terroristas que tão de perto cercam esta nação tão desejosa e necessitada de paz...

Shalom, Israel!





sábado, maio 20, 2017

ROUHANI REELEITO PRESIDENTE DO IRÃO

No mesmo dia em que o presidente norte-americano foi recebido com "pompa e circunstância" na Arábia Saudita, foram conhecidos os resultados da eleição presidencial no Irão deram uma clara vantagem ao actual presidente Rouhani, considerado um "moderado", ainda que eu não saiba exactamente qual o significado dessa palavra numa república islâmica...
De qualquer forma, esta clara vitória de Rouhani contra um adversário mais conservador demonstra o desejo do tiranizado povo iraniano de viver com mais liberdade e menos isolamento internacional, algo que o actual presidente se propõe fazer.
Rouhani venceu com 57 por cento dos votos, contra 38 por cento do seu adversário Raisi, um protegido do ayatollah Khamenei. 
O que esta vitória representa para Israel? Nada. Apenas a continuação do mesmo ódio e ameaças à integridade do estado judaico...
No entanto, entre Rouhani e Raisi, é preferível o primeiro.

Shalom, Israel!

quinta-feira, maio 18, 2017

TRUMP NÃO CUMPRE A PROMESSA DE MUDAR A EMBAIXADA PARA JERUSALÉM E CAI EM DESGRAÇA

Prometeu, mas não vai cumprir. Pelo menos por agora. Resultado? Já está a cair em desgraça...
A matemática é simples. Deus está atento e não Se deixa iludir pelas promessas. Ele leva muito a sério aquilo que Lhe prometemos. Por diversas vezes na sua campanha eleitoral Trump prometeu ao povo de Israel e aos judeus norte-americanos que mudaria a embaixada do seu país para Jerusalém, dessa forma reconhecendo a Cidade como capital única e indivisível do povo judeu e da nação de Israel. E, como resultado e contrariamente ao que se projectava, ganhou as eleições presidenciais. Não pelo seu próprio mérito, mas pelo favor de Deus.
E agora, numa atitude já quase antecipada, virou costas às promessas feitas, traindo Israel e sujeitando-se logo de imediato à justiça divina. E ela aí está.
Ao fim de 4 meses de governo, começou o processo de impeachement (destituição) do presidente...
Com Deus não se brinca...

A TRAIÇÃO A ISRAEL
Traindo a confiança que Israel depositou nas suas mãos, ao confidenciar-lhe informações ultra secretas conseguidas pela sofisticada espionagem israelita acerca dos planos terroristas do Daesh, Donald Trump caiu em desgraça perante o povo americano ao ceder as mesmas ao seu rival russo, Vladimir Putin, havendo até já quem diga que foi bem pago para isso...
Trump não só traiu a confiança de Israel, como perdeu o respeito do seu próprio povo. 

"NÃO É A ALTURA CERTA..."
A escassos dias da sua primeira visita oficial a Israel, Donald Trump decidiu "meter na gaveta" a decisão de mudar a embaixada de Tel Aviv para Jerusalém, virando costas às promessas feitas por diversas vezes durante a sua campanha eleitoral, às expectativas do povo de Israel e aos muitos eleitores evangélicos amigos de Sião que depositaram nele a sua confiança.
Citando terem havido "boas discussões com todas as partes", a administração Trump alega achar "não ser a altura certa para o fazer." Não é contudo descartada a possibilidade de tal acontecer em outra altura.

A MALDIÇÃO DO POLITICAMENTE CORRECTO
Obviamente que Trump quer protagonismo internacional, já que em casa o está a perder. Ambicionando alavancar o moribundo processo de paz para o Médio Oriente, o presidente norte-americano prefere não ferir as susceptibilidades árabes, voltando atrás com a sua palavra, e visando dessa forma agradar dessa forma aos inimigos de Israel.

Neste momento não quero avançar mais com os meus comentários, acrescentando apenas estar convicto que Trump pagará um elevado preço por esta sua decisão...

Shalom, Israel!