sábado, outubro 01, 2022

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segunda-feira, setembro 26, 2022

JUDEUS RECEBIDOS COM PEDRADAS NO MONTE DO TEMPLO


Neste dia tão importante para os judeus - o Rosh Hashanah, ou seja, o Novo Ano judaico - grupos de judeus subiram ao local mais sagrado para o judaísmo, o Monte do Templo, tendo alguns deles sido recebidos com pedradas logo pela manhã a partir da mesquita de al Aqsa. De facto, foi a própria polícia israelita a ser atacada com disparos de foguetes por parte de palestinianos refugiados dentro da mesquita.

A polícia israelita  constatou que os palestinianos tinham armazenado pedras e foguetes dentro daquele que eles consideram ser um lugar sagrado. Vários vídeos partilhados pela polícia mostram palestinianos surgindo de dentro da mesquita atirando pedras e foguetes, refugiando-se logo de seguida no interior da al-Aqsa. 

Quatro indivíduos foram detidos. Entretanto, as visitas ao Monte por parte de judeus prosseguiu com a protecção da polícia israelita no local. 

Na semana passada o grupo terrorista palestiniano Hamas tinha ameaçado com "violentas repercussões" quaisquer visitas de judeus durante este período de festas judaicas que se iniciou ontem à noite e que se prolongará até meados de Outubro, e que é uma altura em que as visitas de judeus ao Monte tendem a aumentar. 

Shalom, Israel!

quinta-feira, setembro 22, 2022

NO SEU DISCURSO NA ONU, LAPID PROPÔS A IDEIA DE 2 ESTADOS NA TERRA DE ISRAEL


Desde o início do seu mandato que este esquerdista primeiro-ministro israelita promoveu a partilha da Terra Santa com os palestinianos, uma verdadeira traição aos desígnios divinos e aos princípios dos fundadores da nação e ao sionismo em geral. Pagará caro pela sua arriscada proposta, tanto mais que uma grande parte (senão até a maioria) da população de Israel não se revê nessa postura.

Este primeiro-ministro, que se espera acabe em breve o seu mandato, pensa que conseguirá fazer com os palestinianos aquilo que nem mesmo eles querem: a paz em troca de paz...

No seu discurso de hoje na 77ª assembleia geral das Nações Unidas, Yair Lapid declarou que "um acordo com os palestinianos baseado em dois estados para dois povos é a coisa certa para a segurança de Israel, para a economia do país e para o futuro dos nossos filhos."

Lapid adiantou que a maioria dos israelitas estão a favor de uma solução 2 estados. "Eu sou um deles" - afirmou. Confesso que não sei de onde ele foi buscar essa informação...

Mas depois veio a demagogia de quem acredita nesta utopia: "Contudo, Israel tem uma condição: Que um futuro estado palestiniano seja um estado pacífico. Que não se torne em outra base de terrorismo a partir do qual ameaça o bem estar e a própria existência de Israel..."

E, numa clara contradição à sua proposta, Lapid acabou por reconhecer que a atitude dos palestinianos face às ofertas de paz de Israel não costumam ser nada pacíficas, ao lembrar a assembleia que depois que Israel deixou em 2005 a Faixa de Gaza para os palestinianos, Israel recebeu em troca 20.000 rockets, e nenhuma paz...

Lapid aproveitou ainda o seu discurso para acusar o regime iraniano de "conduzir esta orquestra de ódio." Lapid acusou ainda o Irão de odiar o seu próprio povo, acrescentando que "o mundo está em silêncio" enquanto os jovens iranianos sofrem. "Eles pagam com as suas próprias vidas o seu desejo de viver em liberdade." 

UM APELO AO MUNDO ISLÂMICO

Na última parte do seu discurso, Lapid apelou a "cada país muçulmano - desde a Arábia Saudita à Indonésia - para reconhecer...(Israel)... a nossa mão está estendida para a paz." Fala-se cada vez mais da possibilidade de um reconhecimento político do estado de Israel por parte destas duas grandes nações muçulmanas. 

REACÇÃO DE NETANYAHU

O ex-primeiro-ministro e possível candidato nas próximas eleições Benjamin Netanyahu reagiu prontamente à proposta de Lapid, classificando-a de "pôr em perigo o futuro de Israel."

"Lapid está trazendo os palestinianos de volta à ribalta e colocando Israel na toca dos palestinianos" - declarou Netanyahu, ele mesmo cada vez mais distante do conceito de 2 estados. "Lapid quer dar-lhes um estado terrorista no coração do país, um estado que será uma ameaça a todos nós."

Esperamos que o partido de Netanyahu consiga vencer as eleições de 1 de Novembro e juntar uma coligação presidida por Netanyahu, de forma a acabar de vez com esta perigosa proposta do actual líder do governo...

Shalom, Israel!

quarta-feira, setembro 21, 2022

ISRAEL E IRÃO CONFRONTAM-SE NA ASSEMBLEIA GERAL DA ONU

Iniciou-se ontem mais uma assembleia geral da ONU, uma arena política onde os actores mundiais jogam as suas cartas, destilam o seu ódio, tentam convencer o mundo com as suas mentiras, enfim, mais do mesmo...

O discurso hoje proferido pelo presidente do Irão revelou mais uma vez o ódio mortal a Israel que o pérfido regime dos aiatolás tem demonstrado desde a chamada "revolução islâmica" de 1979. o presidente iraniano aproveitou o seu tempo para apelidar Israel de "regime selvagem" que mata mulheres e crianças. Pouco antes do discurso do representante do Irão, o enviado israelita saiu da sala, chamando ao presidente iraniano Ebrahim Raisi de "negacionista do assassinato em massa do Holocausto", deixando no seu assento uma foto dos seus avós, sobreviventes do Holocausto nazi. 

Para completar as mentiras já habituais deste regime xiita, o presidente do Irão afiançou que o programa nuclear iraniano em curso é para "fins pacíficos"...

Acusando Israel de "matar mulheres e crianças palestinianas" e de ser "uma potência ocupante selvagem" desde há 7 décadas, Ebrahim Raisi propôs um voto de todos os palestinianos, "muçulmanos, cristãos e judeus" para o estabelecimento de um estado único. 

Raisi referiu-se repetidamente ao Irão como protector do povo oprimido de toda a região, "desde a escravidão dos babilónios até aos palestinianos."

Ao longo da semana que centenas de manifestantes dissidentes iranianos têm vindo a protestar em frente às instalações da ONU, em Nova Iorque, e hoje especificamente durante o discurso do cruel ditador iraniano.


REPRESENTANTE ISRAELITA SAIU DA SALA

Pouco antes de o cruel ditador subir ao pódio da ONU para destilar o seu habitual ódio contra Israel, o embaixador de Israel nas Nações Unidas, Gilad Erdan, abandonou a sala em protesto às declarações de negação do Holocausto por parte do presidente do Irão: "É uma novo nível baixo na ONU. Um criminoso em massa negacionista do Holocausto consegue o pódio da ONU para falar ódio. Todos os embaixadores que ficarem para o ouvir deveriam ter vergonha."

Shalom, Israel!



segunda-feira, setembro 19, 2022

NÚMERO RECORDE DE JUDEUS ASCENDEU AO MONTE DO TEMPLO NO ULTIMO ANO

Estando o ano judaico de 5782 prestes a acabar, calculam-se em cerca de 50.000 os judeus que nestes últimos 12 meses ascenderam ao Monte do Templo, dessa forma cumprindo o mandato divino (Isaías 56.7).

Este número é impressionante, representanndo um aumento de 95% em relação ao ano anterior em que pouco mais de 25 mil judeus subiram ao Monte Moriá, o mesmo onde os dois Templos de Jerusalém foram erigidos.

Apesar das muitas limitações impostas pela polícia israelita aos judeus (!), este número recorde demonstra o crescente interesse por parte dos judeus em subir ao Monte, apelando'se agora a que no proximo ano judaico se chegue aos 100 mil visitantes!

Shalom, Israel!

sexta-feira, setembro 16, 2022

5 NOVILHAS VERMELHAS CHEGAM A ISRAEL


"Esta é uma prescrição da lei que o Senhor ordenou, dizendo: Diz aos filhos de Israel que vos tragam uma novilha vermelha, perfeita, sem defeito, que não tenha ainda levado jugo."
- Livro de Números 19.2.

O "Instituto do Templo" e a organização "Boneh Israel" deram ontem um enorme passo na direcção da restauração do serviço do Templo com a chegada de 5 novilhas vermelhas ao aeroporto de Tel Aviv.

A novilha vermelha era o principal componente do processo biblicamente ordenado do ritual de purificação por causa das impurezas consequentes da proximidade com um corpo morto. Uma vez que os elementos necessários para esta cerimónia têm faltado desde a destruição do Segundo Templo de Jerusalém, todos os judeus actuais são considerados ritualmente impuros, daí impedindo o retorno do serviço do Templo. Desde há uma década que o "Instituto do Templo" lançou o seu programa "novilha vermelha" liderado pelo rabi Azariah Ariel. Mas até mesmo nos tempos do Templo era muito raro conseguir-se um animal que cumprisse todos os requisitos bíblicos. Devido a esta dificuldade, o Instituto lançou uma campanha internacional, correspondida pela "Boneh Israel", uma organização que conecta cristãos apaixonados por Israel à Terra Santa e que é dirigida pelo texano Byron Stinson.

"Eu não me ofereci para fazer isto, mas neste momento devo ser o melhor caçador de novilhas vermelhas do Texas" - brincou Byron, acrescentando: "A Bíblia diz para se trazer uma novilha vermelha para purificar Israel, e eu posso não compreender isso, mas estou simplesmente a fazer o que a Bíblia disse."

"As profecias cumpriram-se, e os judeus estão de volta a Israel" - afirmou Byron, acrescentando: "Agora, eles precisam de construir um Templo. Mas isso é como comprar um carro realmente bom. Se não tiveres a chave, não vais a lado nenhum. A novilha vermelha é a chave para tornar o serviço do Templo naquilo que é suposto ser."

"Há alguns anos, um agricultor cristão dedicado interessou-se bastante com o mandamento bíblico. Daí ter começado a criar gado com essas características. Assim quando eu e a minha equipa fomos pelos ranchos do Texas à procura de uma novilha vermelha, as vacas dele eram as que melhor correspondiam."

No ano passado uma equipa de rabis do "Instituto do Templo" voou até ao Texas para inspeccionar as novilhas. Os requisitos são incrivelmente exigentes, como por exemplo não poderem ser encontrados mais de 2 pelos que não sejam vermelhos no animal. O mesmo não poderá nunca ter sido usado para trabalhos nem ter engravidado alguma vez. Para ser adequado à cerimónia, o animal tem de ter dois anos e um dia. Por vezes acontece que a uma novilha que é perfeitamente vermelha quando nova crescem pelos brancos ou pretos quando se torna mais velha, ou então surgem até manchas. Para certificar uma novilha é requerida uma inspecção completa e intensiva, na qual um rabi conhecedor da lei analisa todo o animal através de uma lupa. 

As novilhas agora chegadas a Israel têm entre 5 a 8 meses de idade, pelo que agora ficarão em Israel, sob análise, até completarem os dois anos e um dia. Segundo a numerologia judaica, o ano de 5783 que em breve começará segundo o calendário judaico é o ano em que o ritual da novilha vermelha deverá ser realizado (ano da novilha vermelha da redenção). 


A NOVILHA DO MESSIAS?

Desde os dias de Moisés, que preparou pessoalmente a primeira novilha, até à destruição do Templo, só foram preparadas 9 novilhas. Apesar disso, isso foi suficiente para manter o ritual de purificação de toda a nação por cerca de 2 mil anos. Segundo a tradição judaica, só haverão 10 novilhas vermelhas na história humana, com a décima delas introduzindo a era messiânica. O rabi Moisés ben Maimon (Maimonides), o mais reconhecido teólogo judeu da época medieval conhecido pelo acrónimo Rambam, escreveu na sua explicação do mitzvah que "a décima novilha vermelha será cumprida pelo rei, o Messias; que Ele seja revelado em breve, Amen, seja assim a vontade de Deus."

Shalom, Israel!

quinta-feira, setembro 15, 2022

A RAÍNHA QUE NUNCA VISITOU ISRAEL


Apesar das suas ligações amistosas com líderes da comunidade judaica, a verdade é que a recém falecida raínha Isabel II nunca teve coragem para visitar Israel. E isso apesar de ter visitado dezenas de países durante o seu longo reinado...

Há de facto um "boicote não oficial" que governa as relações entre Israel e o Reino Unido, uma vez que só em 2018 é que pela primeira vez um membro da realeza britânica se dignou visitar Israel. Foi nesse ano que o "corajoso" príncipe William, herdeiro ao trono, fez uma visita oficial ao estado judaico, terminando assim o pérfido "boicote" da realeza britânica a Israel. 


Já em 1994 o príncipe Filipe havia feito uma visita particular em honra a sua mãe, a princesa Alice da Grécia, cujo corpo foi sepultado no Monte das Oliveiras, em Jerusalém, a capital de Israel. O príncipe Carlos, agora rei Carlos III, visitou também Israel em 1995 e 2016 para assistir aos funerais dos ex-primeiros-ministros Yitzak Rabin e Shimon Peres. Contudo, tais visitas não foram consideradas "oficiais" pela realeza britânica...

Segundo o jornalista Michel Gurfinkiel, "houve períodos prolongados nos quais os governantes britânicos observaram uma atitude fria e morna em relação a Israel, mesmo em alturas em que outros governos demonstravam simpatia e proximidade. Durante os primeiros 40 anos da História de Israel, muitos países evitaram organizar visitas oficiais a Israel, mas essas reservas foram caindo pouco a pouco. Foi por exemplo apenas em 1982 que um presidente francês visitou o país."

A recusa britânica estendeu-se por décadas, tendo desgostado muitos políticos israelitas e membros da comunidade judaica britânica. 

"É muito difícil imaginar o grau de animosidade que pode ter existido na Grã Bretanha contra o novo estado judaico, tanto em círculos da esquerda como da direita. O exército inglês fez rotineiramente planos até 1955 para atacar Israel, ameaçando colocar o país numa nova guerra no Médio Oriente."

"As coisas só começaram a mudar nesse sentido no tempo de Suez, quando Anthony Suez, que sucedeu a Churchill na direcção do governo britânico deu luz verde à cooperação com Israel contra os egípcios."

Apesar desta lamentável realidade, a raínha Isabel II sempre se preocupou em manter boas relações com judeus e com a comunidade judaica na Grã Bretanha, e encontrou-se com muitos dignatários judeus que a visitaram. Ela aceitou também as credenciais dos embaixadores israelitas no Reino Unido. 

A raínha preservou no entanto as suas boas relações com os países árabes, em particular as monarquias árabes que ela não queria ofender. Fala-se que a raínha terá evitado visitar Israel para não desagradar aos "amigos" árabes...

Shalom, Israel!