quinta-feira, março 30, 2017

LIGA ÁRABE PROPÕE TRABALHAR COM TRUMP PARA UM ACORDO DE PAZ NO MÉDIO ORIENTE

Reunidos no dia de ontem nas margens jordanas do Mar Morto, 21 monarcas, presidentes e políticos árabes, representando a "Liga Árabe", relançaram um plano de paz que oferece a Israel relações totais em troca do estabelecimento de um estado palestiniano em terras de Israel, dando sinais a Donald Trump de que estão dispostos a se envolverem, caso ele decida avançar com um novo acordo de paz.
O rei jordano, anfitrião deste encontro realizado na fronteira com Israel, afirmou que esta cimeira enviou "uma mensagem de paz" - ainda que isso signifique pressionar Israel a recuar das terras que "ocupou" durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967.
Esta reunião árabe realizou-se semanas antes de alguns encontros que Trump terá na Casa Branca com 3 líderes árabes: o rei Abdullah II da Jordânia, o presidente egípcio Abdel Fattah el-Sissi, e o presidente da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas. Este trio reuniu-se às margens do encontro para consolidar posições antes dos encontros na Casa Branca.
Donald Trump ainda não estabeleceu uma política para o conflito israelo-palestiniano, mas já afirmou desejar promover um plano de paz para a região. A sua promessa de mover a embaixada dos EUA para a capital Jerusalém e a recente sugestão de que podem haver alternativas à "solução 2 estados" deixaram os árabes à beira de um ataque de nervos.
Parece no entanto que a promessa de Trump não se irá concretizar tão cedo...alguns membros do seu governo são até a favor da "solução 2 estados."

O enviado internacional de Trump, Jason Greenblatt, assistiu à cimeira e manteve conversações com Abbas e com os ministros dos Negócios Estrangeiros da Jordânia, do Egipto e do Qatar.
Greenblatt afirmou a crença de Trump de que um acordo entre israelitas e palestinianos "não só é possível, como iria reverberar de forma positiva em toda a região e no mundo."
Os palestinianos ambicionam formar um estado independente na Judeia, Samaria, Faixa de Gaza e Jerusalém oriental, territórios recuperados por Israel após a Guerra de 1967, e que são parte integral da Terra de Israel. Netanyahu tem insistido querer negociar um acordo directamente com os palestinianos para a formação de um estado árabe, rejeitando no entanto qualquer partilha ou divisão de Jerusalém. 
A declaração final da cimeira menciona que "a paz é uma opção estratégica" para os estados árabes.
A importância de Jerusalém para o mundo árabe foi também mencionada na declaração final, fazendo questão de apelar aos países de todo o mundo para não deslocalizarem as suas embaixadas para Jerusalém - um claro aviso a Donald Trump.

A "esperteza" árabe não deve colher frutos no governo de Netanyahu. Estabelecer as regras a um estado que está no seu direito de habitar e construir na Terra que é sua de direito é uma imposição que Israel não irá obviamente aceitar, já para não falar da pérfida idéia de dividir aquela que é a capital unificada, indivisível e eterna de Israel: Jerusalém!

Shalom, Israel!

quarta-feira, março 29, 2017

"BÍBLIA DE ISRAEL" ENTRA NA ONU

Quando em Outubro passado as Nações Unidas passaram uma pérfida resolução anti-Israel negando a ligação judaica ao Monte do Templo e ao Muro Ocidental, em Jerusalém, o rabi Tuly Weisz, editor da "Bíblia de Israel" e fundador do "Israel365" decidiu avançar a todo o vapor e "bombardear a ONU com Bíblias."
"Quem conseguir desligar a nação judaica de Jerusalém prova que nunca leu a Bíblia" - explicou o rabi.
"Sentimos portanto que a "Bíblia de Israel", que delineia a ligação entre Deus, o povo e a terra de Israel, deveria estar acessível aos líderes das nações" - afirmou Weisz.

O rabi visitou na semana passada a sede da ONU em Nova Iorque para entregar pessoalmente uma cópia da "Bíblia de Israel." Ao chegar, encontrou-se com a guia durante o dia inteiro, uma funcionária da ONU, que lhe contou um facto incrível.
Depois de o ter recebido calorosamente, a guia explicou ser uma sionista cristã que orgulhosamente exibia uma bandeira de Israel colocada na sua mesa e um calendário judaico pendurado no seu computador - e ela não é a única a apoiar Israel na ONU.
"Há hoje alguns lugares que representam a hostilidade anti-Israel e que rejeitam a verdade bíblica, como é o caso da sede das Nações Unidas na baixa de Manhattan" - testemunhou o rabi, acrescentando: "É por isso que eu não sabia o que me esperaria ao chegar para entregar a "Bíblia de Israel" aos delegados da ONU como parte da nossa campanha para "bombardear a ONU com Bíblias", mas o encontrar-me com esta guia deu-me esperanças."
A guia explicou ao rabi Weisz que um número enorme de funcionários da ONU é veementemente anti-Israel, mas que tanto ela como um pequeno grupo reúnem-se todas as semanas para orarem pela paz em Jerusalém.
"Fiquei chocado e tocado ao descobrir que nas profundezas dos corredores da ONU há cristãos que como esta mulher acreditam que Deus os colocou lá para servirem como vigias, que desempenham um papel fulcral na defesa do povo judeu" - afirmou o rabi.

Durante a sua visita à ONU, o rabi Weisz ofereceu um exemplar da "Bíblia de Israel" ao embaixador israelita para as Nações Unidas Danny Danon. Poucas semanas antes, o embaixador Danon tinha respondido à condenação a Israel e à negação da soberania judaica pelo Conselho de Segurança, levantando uma Bíblia na sua mão e afirmando: "Este Livro contém 3.000 anos de História judaica em Israel e ninguém pode anular ou alterar esse facto!"
O rabi concluiu depois a sua visita à sede da ONU, entrando na sala da assembleia geral, onde orgulhosamente empunhou bem alto a "Bíblia de Israel" no mesmo pódio de onde é cuspido tanto veneno anti-Israel.
"Fiz (ali) uma oração para que os assim chamados líderes mundiais se possam submeter ao Livro que honra o Deus do povo e da terra de Israel. Oro para que os nossos esforços proporcionem o dia em que os líderes mundiais se reúnam, não para negar a Deus, mas para se unirem e reconhecerem o Único e Verdadeiro Deus de Israel" - sorriu, convicto. 

Shalom, Israel!

terça-feira, março 28, 2017

"ACABARAM-SE OS DIAS EM QUE ISRAEL ERA AGREDIDO NA ONU" - GARANTE A REPRESENTANTE NORTE-AMERICANA

Perante uma audiência de quase 18.000 pessoas em êxtase ontem à noite, na conferência anual da AIPAC - "American Israel Public Affairs Comittee"  - a representante norte-americana para as Nações Unidas Nikki Haley prometeu uma nova era na ONU, uma nova época em que que os EUA serão um aliado inequívoco e ousado de Israel, e qualquer nação que se atravessar no caminho sofrerá a sua ira.
"Eu calço sapatos altos. Mas nada tem a ver com a moda. É porque se eu vir algo de errado, vamos pontapear em todas as direcções."
"Quando a resolução (da ONU) 2334 passou, e os Estados Unidos se abstiveram (durante a administração Obama), todo o país sentiu que levou um pontapé nas tripas" - comentou a diplomata perante a vasta audiência. E acrescentou: "Tínhamos acabado de fazer algo que revelou os Estados Unidos no seu ponto mais baixo de sempre. Nunca viráramos as costas aos nossos amigos, e não temos maior amigo que Israel. Ver aquilo acontecer não foi apenas embaraçoso: doeu."
E prometeu: "Aconteceu, mas não volta a acontecer!"
"Ninguém vai pegar o nosso democrático amigo número um no Médio Oriente e bater-lhe" - garantiu Haley, avisando ainda: "Se nos desafiarem, preparem-se para aquilo em que nos desafiaram, porque vamos responder" - exclamou, acrescentando perante a multidão eufórica: "Acabaram-se os dias em que Israel era agredido na ONU."
"O que se vê agora é que eles já se retraíram um pouco. As agressões a Israel já não são tão visíveis."
Comentando ainda sobre o pérfido documento travado por Guterres a pedido de Haley, e que acusava Israel de ser um regime "apartheid", a ex-senadora comentou: "Eles voltaram a testar-nos com este relatório Falk. Não sei quem é esse tipo (Falk, o autor da proposta), nem o que anda a fazer, mas digo-vos que ele arranjou sérios problemas."
Já ontem a embaixadora norte-americana na ONU tinha alertado sobre o acordo nuclear com o Irão, que enfatizou: "apenas deu mais ousadia ao Irão para pensar que pode simplesmente querer mais."
"Vamos andar de olho neles como falcões" - avisou.

É isto que Israel precisa. Amigos dispostos a dar a cara e defender na ONU aquilo que é verdadeiro e justo, sem se deixarem manipular pela viciosa e perniciosa prole pró-árabe e anti-semita.

Shalom, Israel!

segunda-feira, março 27, 2017

CRESCIMENTO DA POPULAÇÃO JUDAICA NA JUDEIA E SAMARIA ANULA HIPÓTESE DA "SOLUÇÃO 2 ESTADOS"

Foi ontem publicado um relatório actualizado de 1 de Janeiro de 2017, com os dados populacionais judaicos, dando expectativas muito positivas quanto ao crescimento da população judaica na Judeia e Samaria, as regiões bíblicas erroneamente denominadas como "Margem Ocidental."
Segundo estes dados, há 420.899 judeus a viver na Judeia e na Samaria, sem contar com os habitantes judeus de Jerusalém oriental e cercanias, após a libertação da Cidade em Junho de 1967.
Este número assinalável de judeus vivendo nesta disputada região torna obsoleta a ideia de 2 estados vivendo lado a lado na Terra de Israel. Ainda bem.
E a evidência é tão clara, que até A.B.Yehoshua, um reconhecido autor israelita e até há bem pouco tempo forte activista a favor da solução 2 estados, renunciou à sua luta e confessou que "A solução (2 estados) não é mais possível. Durante 50 anos eu acreditei nessa solução, lutei por ela, tornando-me num activista a seu favor. Mas quando eu, como intelectual, tenho de encarar a realidade, não me deixando enganar a mim mesmo, tenho de questionar se essa solução é mesmo possível...depois de interiorizarmos que é impossível deportar 450.000 residentes na área C, isso não pode acontecer (sob nenhumas circunstâncias.) Podemos dividir Jerusalém?...é tempo de começarmos a pensar em soluções alternativas."

Segundo Baruch Gordon, pesquisador e fundador do "IsraelNationalNews", a questão é bem clara: "Durante anos, os legisladores, tanto de Israel como do Ocidente, não tiveram a mínima ideia da dimensão da população judaica da Margem Ocidental. Os números foram suprimidos e a imprensa calou-se. Este relatório introduziu os números reais ao discurso. O seu impacto não pode ser sub-avaliado."

Shalom, Israel!

sábado, março 25, 2017

MAIS UM ALINHAMENTO PROFÉTICO...OU NÃO ESTIVÉSSEMOS EM 2017...



"Estes têm um mesmo intento, e entregarão o seu poder e autoridade à besta" - Apocalipse 17:13



LÍDERES EUROPEUS REUNIRAM-SE ONTEM COM O PAPA FRANCISCO, EM ROMA, ANTES DA CELEBRAÇÃO DOS 60 ANOS DO "TRATADO DE ROMA" QUE DEU ORIGEM À AGORA CHAMADA "UNIÃO EUROPEIA"

Ainda que não estejamos para já a ver o cumprimento integral desta profecia apocalíptica, a realidade vindoura começa a vislumbrar-se através desta postura de submissão dos líderes europeus ao "falso profeta", na cidade de Roma, a "grande Babilónia/prostituta", aquela que se tem alimentado do sangue dos mártires e da mentira, mas cuja destruição está há muito anunciada.Segundo as notícias veiculadas pelos media, "o papa abençoou os líderes que se vão juntar em Roma."

É muito interessante o simbolismo do local deste encontro entre os líderes europeus e o "falso profeta": por detrás dos líderes (na fotografia de grupo), vê-se a grande pintura do "Juízo Final", de Miguel Ângelo, na Capela Sistina, Vaticano, Roma...

Como sou daqueles que acredita que o "Anti-Cristo" surgirá do antigo império romano revivificado - leia-se o profeta Daniel 9:27 - e que o mesmo será assessorado pelo "falso profeta" - também designado como "a segunda besta" - esta cena ontem encenada no Vaticano tem muito que se lhe diga, ó se tem...

Mas 2017 ainda agora começou...

sexta-feira, março 24, 2017

ANGELA MERKEL ALINHA-SE COM OS INIMIGOS DE ISRAEL CONTRA OS PLANOS DE DEUS

Recebendo o chefe da pilantragem palestiniana, Mahmoud Abbas, em Berlim, a chanceler alemã Angela Merkel pronunciou-se hoje a favor dos defensores da aniquilação do estado judaico, ao afirmar que "não há alternativa razoável" à solução dois estados entre israelitas e palestinianos, acrescentando ainda em tom de aviso que a actividade dos aldeamentos israelitas (apelidados pelos inimigos de Israel como "colonatos") está impedindo uma resolução para o conflito. 
Angela Merkel aproveitou também para repreender os palestinianos por aproveitarem os fóruns internacionais para em todas as ocasiões "denunciarem unilateralmente" Israel.
"Tanto o povo israelita como o palestiniano têm o direito de viver em paz e segurança, e nenhuma das outras opções pode conseguir essa credibilidade" - declarou Merkel esta manhã, durante a recepção ao líder palestiniano em Berlim.


Mas a chanceler não "perdoou" aos israelitas, mostrando mais uma vez o seu crescente afastamento para com Israel. A questão dos aldeamentos judaicos na Judeia e Samaria continua a ser um tema de fricção entre os governos alemão e israelita. Merkel avisou que na ausência de uma solução dois estados, Israel não pode permanecer simultaneamente "um estado judaico e um estado democrático."
Esta posição de Merkel não é única entre os líderes mundiais. No entanto, esta sua afirmação demonstra uma atitude de desacordo com a opinião expressa por Trump, em que este declarou apoiar tanto uma como outra decisão, desde que a mesma fosse aceite pelas partes envolvidas.

Mal irá à chanceler alemã se se deixar alinhar com a agenda anti-sionista. Tal postura não só desagrada ao Deus Altíssimo, como provoca a Sua ira.

Shalom, Israel!

quinta-feira, março 23, 2017

NETANYAHU NÃO VOLTA ATRÁS NAS CONSTRUÇÕES EM JERUSALÉM ORIENTAL

Ainda durante a sua visita à China, o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu informou que "não irá negociar" qualquer interrupção na construção de novas habitações em Jerusalém oriental.
Falando a repórteres na passada terça-Feira, o primeiro-ministro informou que conquanto esteja ainda a acertar um entendimento com a administração de Donald Trump sobre a construção de novas casas na Judeia e na Samaria, o tópico de restringir construções em Jerusalém oriental está fora da agenda.
"Não negociarei a questão de Jerusalém, mas estou preparado para encontrar uma fórmula acordada para os aldeamentos" - afirmou Netanyahu.

Shalom, Israel!