Os ditadores gostam de desviar a atenção das brutalidades que cometem nos seus países, apontando a mira para outros alvos, normalmente transformando-os em "bodes expiatórios" dos seus próprios crimes.
E o presidente turco não podia ficar atrás: mais uma vez vem fazer do estado soberano de Israel o alvo do seu ódio. Como se já não bastasse o seu lamentável e condenável comportamento quando da "flotilha" que tentou entrar abusivamente em águas territoriais de Israel, Erdogan vem agora ameaçar Israel com retaliações, que podem passar até pelo corte de relações políticas, caso Jerusalém seja reconhecida como capital do estado soberano judaico.
Um porta-voz do presidente palestiniano Mahmoud Abbas também ameaçou que a liderança palestiniana poderia interromper as relações com os seus pares norte-americanos, caso o reconhecimento fosse feito pelo presidente Trump. Até seria bom que tal acontecesse, para que os EUA deixasse de injectar dinheiro e outras ajudas na economia palestiniana...
ISRAEL REAGE...
Diplomatas israelitas reagiram de imediato à ameaça do ditador turco através de uma simples e clara declaração: "Jerusalém tem sido a capital do povo judeu há mais de 3.000 anos e a capital do estado de Israel há 70 anos, quer Erdogan o reconheça ou não."
A PRESSÃO AUMENTA SOBRE TRUMP
Desde a União Europeia à Arábia Saudita, há uma cada vez maior oposição mundial à decisão de Trump em reconhecer Jerusalém como capital do estado de Israel. É interessante que Israel é o único país do mundo cujas decisões têm de ser determinadas pelos outros países...
Deus queira que Trump tenha a coragem de apressar o desenrolar da História, tomando a mais que justa e tardia decisão de reconhecer de uma vez por todas o direito de Israel a decidir qual e onde é a sua capital.
Shalom, Israel!

