sábado, julho 11, 2020

ISRAEL REJEITA INTERFERÊNCIA DE MACRON

Ansioso por conseguir um maior protagonismo no conflito israelo-árabe, o presidente francês Emanuel Macron, a braços com baixos níveis de popularidade, telefonou nesta passada Quinta-Feira ao primeiro-ministro Netanyahu, pedindo-lhe para cancelar os planos de extensão da soberania israelita a partes da Judeia e da Samaria.
Segundo o líder francês, "tal medida iria violar a lei internacional e pôr em causa a possibilidade de uma solução dois estados com base numa paz justa e duradoira entre israelitas e palestinianos."
Macron também reiterou "o apoio infalível" da França à segurança de Israel e exprimiu a sua "fidelidade à amizade" entre os dois países.

RESPOSTA DE NETANYAHU
Uma declaração do gabinete de Netanyahu assinalou que o primeiro-ministro havia "clarificado" a Macron que Israel "estava agindo segundo a lei internacional."
Netanyahu terá "enfatizado que as fórmulas do passado conduziram a 53 anos de fracassos", prevendo que "um retorno às mesmas conduzirá a mais fracassos."
"Israel está preparado para conduzir negociações de paz na base do plano do presidente Donald Trump, o qual tem novas ideias que capacitam um progresso genuíno" - revela a declaração de Netanyahu - acrescentando que "é a recusa palestiniana de conduzir conversações baseadas neste plano e nos planos do passado que impedem o progresso."

Shalom, Israell!

sexta-feira, julho 10, 2020

ERDOGAN PRATICA UM VERDADEIRO CRIME CONTRA A CIVILIZAÇÃO CRISTÃ

Era mais que esperado: O supremo tribunal da Turquia votou a favor da pérfida decisão do presidente turco de converter a idílica Igreja Cristã Hagia Sophia numa mesquita.
É inacreditável como o ódio anti-cristão do cruel ditador turco conseguiu cegar os juízes a aceitarem converter a fabulosa catedral do 6º século numa mesquita, dessa forma conspurcando o espaço e desprezando por completo mais de 14 séculos de História...
Nesta Sexta-Feira "negra", aquele que foi um monumento impressionante à fé cristã, passou a ser um local de culto islâmico, revertendo uma decisão de 1934 que tinha convertido a catedral em museu.
E é na qualidade de museu que tive o privilégio de entrar naquele impressionante monumento por diversas vezes, nunca esquecendo a admiração que experimentei em todas as minhas visitas àquela verdadeira maravilha. Não o poderei fazer mais, uma vez que desde sempre me recusei a colocar os meus pés dentro de uma mesquita, e isso por razões claramente espirituais.
Quando a decisão foi esta manhã conhecida, várias dezenas de manifestantes que se encontravam fora do edifício, logo gritaram efusivamente: "Alá é grande!" Sim, o deus islâmico obteve uma vitória, esse mesmo deus que não respeita outras culturas, muito menos ideologias religiosas.
Já há muito que o ditador turco ansiava por esta decisão, de facto era uma exigência dele, e isso não obstante o criticismo internacional, incluindo dos Estados Unidos e de líderes ortodoxos cristãos. Esta decisão poderá também agravar ainda mais as já tensas relações entre a Turquia e a Grécia.
O governo de Chipre já condenou duramente esta medida.
O patriarca ecuménico Bartolomeu I, com sede em Istambul e considerado o líder espiritual dos cristãos ortodoxos do mundo inteiro avisou em Junho passado que a conversão do museu em mesquita "iria virar milhões de cristãos de todo o mundo contra o islão."
O patriarca ortodoxo russo apelou à "prudência" e à preservação do então "actual estado de neutralidade" do edifício que, segundo ele é um dos "símbolos mais devotados no cristianismo." Numa declaração feita esta semana, ele afirmou o seguinte: "A Rússia é um país com uma maioria de cristãos ortodoxos, e por isso, o que vier a acontecer à Hagia Sophia infligirá uma grande dor ao povo russo."
Hagia Sophia foi erigida pelo imperador bizantino Justiniano e foi assento da Igreja Cristã Ortodoxa durante séculos, e era ali que os imperadores eram entronizados a meio de belíssimas ornamentações em mármore nas paredes e no chão. 
Quatro minaretes foram posteriormente acrescentados ao edifício e em 1453 o edifício foi convertido em mesquita imperial com a conquista de Constantinopla (a actual Istambul) pelos otomanos.
Em 1935 o edifício foi convertido em museu, um ano após decisão ministerial.

Uma verdadeira perda para a humanidade e para a riquíssima cultura cristã...!

Shalom!

quinta-feira, julho 09, 2020

CASO SEJA ELEITO, CANDIDATO A PRIMEIRO-MINISTRO DO CANADÁ PROMETE MUDAR A EMBAIXADA DO SEU PAÍS PARA JERUSALÉM

O deputado canadiano Erin O'Toole, membro do Partido Conservador Canadiano, prometeu ontem que, caso consiga ser eleito para novo primeiro-ministro do Canadá nas próximas eleições, irá transferir a embaixada do seu país para a capital Jerusalém.
"Jerusalém é a capital eterna do povo judeu, e a presença moderna lá confirma-o. O Knesset, a Corte Suprema e o Ministério das Relações Externas estão todos em Jerusalém ocidental" - afirmou O'Toole num video postado no Facebook.
O'Toole também disse que expandiria as relações com Israel. O deputado acrescentou ainda que o ex-primeiro-ministro Stephen Harper era um grande apoiante de Israel, mas que as relações com o estado judaico tinham "enfraquecido e desvanecido" sob o actual primeiro-ministro Justin Trudeau.
O Canadá e Israel têm fortes relações bilaterais multidimensionais, marcadas pelos actuais laços políticos, económicos, sociais e culturais. O apoio a Israel, muito em especial o direito do país viver em paz e segurança com os seus vizinhos, tem estado no cerne das políticas canadianas para o Médio Oriente desde 1948.
Trudeau, por outro lado, tem andado a alertar sobre a possível extensão da soberania de Israel sobre partes da Judéia e Samaria, erradamente denominadas "Margem Ocidental."
O Canadá também votou em Dezembro contra aquilo que parecia ser uma política desfavorável a Israel nas Nações Unidas, seguindo a linha de Trudeau de 2 estados na Terra de Israel.

AO LADO DE ISRAEL
Em Fevereiro passado O'Toole escreveu numa rede social: "O Canadá precisa de estar novamente ao lado de Israel, tal como fez com Stephen Harper. É tempo de reconhecermos a realidade de que Jerusalém é a capital de Israel, e transferirmos para lá a nossa embaixada."
E acrescentou: "Estou ao lado de Israel. Ontem, hoje e para sempre."

Oremos para Deus o leve ao governo do Canadá, para que os Seus desígnios sejam cumpridos na terra, como no céu.

Shalom, Israel!

quarta-feira, julho 08, 2020

ISRAEL DESENVOLVE TESTE DE 30 MINUTOS DO COVID-19 QUE PODERÁ SER USADO GLOBALMENTE

Na constante vanguarda na área da investigação, Israel acaba de anunciar a produção de um teste rápido que em meia hora produz testes fiáveis do coronavirus, e que poderá ser entre outros locais utilizado a nível global nos aeroportos mundiais. Segundo os inventores deste teste, em apenas uma hora todos os passageiros de um avião poderão fazer os procedimentos do teste para poderem embarcar para o seu voo. 
O sistema foi produzido pela empresa israelita "AID Genomics". Segundo o cientista chefe da empresa, Izhak Haviv, a companhia alterou os enzimas e outros componentes normalmente utilizados em kits de testes, tornando assim possível obter testes rápidos em apenas meia hora.
Seguno Haviv, "para se processar um avião cheio de passageiros seriam necessários pelo menos 75 minutos, e eu consigo reduzir para uma hora" - afirmou, acrescentando esperar que os kits possam ser fabricados a distribuídos ao nível internacional, com os mesmos níveis de precisão e erro como os actuais.

Shalom, Israel!

terça-feira, julho 07, 2020

ISRAEL SOFRE GRANDE AUMENTO DO SURTO DO COVID-19

Sendo um dos países com maior êxito no combate ao vírus que afecta toda a humanidade, e talvez fruto das recentes aberturas de restaurantes, praias e outros lugares públicos, o número de pessoas infeccionadas tem estado a aumentar de dia para dia, tendo nas últimas horas atingido o maior de sempre, com 1.137 novos casos e o registo de 4 óbitos.
O total de casos em Israel aumentou assim para os 31.886, e o número de mortes atingiu as 342. 
Esse súbito aumento coloca agora Israel no topo do mundo no número de casos diários. 
Esta crise já levou à resignação da responsável pela saúde pública, havendo agora uma discussão pública sobre a eficiência ou não eficácia do governo em combater devidamente a pandemia.
Ontem mesmo o governo emitiu novas ordens de restrição, incluindo a limitação do acesso a restaurantes e a sinagogas para um máximo de 20 pessoas, limitando também o número de utentes dos transportes públicos e aumentando as multas a quem não utilizar as máscaras em recintos fechados.
Segundo se ouve falar, Netanyahu terá dito que Israel estaria "a um passo de um total lockdown."

Resta-nos esperar o melhor.

Shalom, Israel!

segunda-feira, julho 06, 2020

ISRAEL LANÇA NOVO SATÉLITE DE ESPIONAGEM

Israel anunciou ter lançado hoje com sucesso o seu novo satélite de espionagem "Ofek 16". Segundo o Ministério da Defesa de Israel, o satélite já começou a enviar informação, entrando em órbita à volta da terra, constituindo, nas palavras do ministro Gantz, "um feito extraordinário."
O "Ofek16" foi descrito como "um satélite e reconhecimento electro-óptico com capacidades avançadas."
Este lançamento ocorreu um dia após o Irão ter oficialmente reconhecido que um "misterioso incêndio" na semana passada danificou uma nova planta centrífuga no sítio nuclear subterrâneo iraniano de Natanz, com suspeitas imediatamente apontadas para Israel.
Os responsáveis iranianos tinham inicialmente desvalorizado o incidente como uma "casualidade", mas ontem mesmo acabaram por admitir que os centrifugadores foram de facto danificados, atrasando assim o desenvolvimento e a produção.
Segundo o ministro israelita, o lançamento do satélite foi então "um feito extraordinário", acrescentando ainda: "A superioridade tecnológica e as capacidades das informações (secretas) são essenciais para a segurança do estado de Israel."

Shalom, Israel!

sábado, julho 04, 2020

4 PODEROSAS EXPLOSÕES ATINGIRAM ESTRUTURAS LIGADAS AO PROGRAMA NUCLEAR E BALÍSTICO DO IRÃO

O regime ditatorial islâmico do Irão ainda não deu explicações acerca de 4 poderosas explosões ocorridas nestes últimos dias e que parecem ter atingido as estruturas ligadas ao seu programa nuclear e balístico, bem como outras instalações.
A última dessas explosões ocorreu precisamente hoje, com um violento incêndio atingindo uma central energética na província iraniana do Khuzestão. Mais uma vez as autoridades vieram justificar-se, alegando que se tratou de "um acidente." Só que por outro lado, e veladamente, vai avisando que irá "responder aos ataques."
Foram ontem mesmo reveladas imagens de satélite das instalações de Khojir que explodiram no passado dia 26 de Junho. Essa foi a primeira de quatro explosões. Os tanques de gás rebentaram por completo. Esse gás seria destinado ao programa nuclear iraniano.
Sabe-se agora de um outro incidente ocorrido num centro médico em Teerão alguns dias depois, tendo ainda havido outra explosão no dia 2 de Julho nas instalações de Natanz. Crê-se que esse último terá sido um ataque cibernético. É exactamente isso que mais preocupa Teerão, que assume estar sob um grande ataque cibernético, tendo que decidir como e quando e contra quem contra-atacar. Sabe-se que o Irão é eficaz na sua guerra cibernética.
Algumas das explosões provocaram vítimas, não se sabendo ao certo quantas. O Irão não poderá mais continuar a desculpar estas explosões como sendo "casuais", uma vez que foram quatro em poucos dias, tendo de responder de alguma forma para não dar sinais de fraqueza.
Quem estará por detrás destes ataques? Várias hipóteses estão sobre a mesa. Israel é uma possibilidade...

Shalom, Israel!



sexta-feira, julho 03, 2020

TRUMP PODERÁ PERDER O VOTO EVANGÉLICO SE NÃO APOIAR O PLANO ISRAELITA DE EXTENSÃO DA SOBERANIA À JUDEIA E SAMARIA

Entre os destacados líderes evangélicos norte-americanos que apoiam Israel destaca-se o Dr. Mike Evans, fundador do notável museu "Museu dos Amigos de Sião", em Jerusalém, visitado anualmente por mim e por muitas centenas de evangélicos (e não só) do mundo inteiro.
É portanto uma figura respeitada tanto no meio judaico em Israel, como no evangélico.
Elogiando a administração norte-americana pelo seu apoio a Israel, este actual impasse em avançar com o suporte a Israel para que legalize a extensão da sua soberania sobre esses territórios bíblicos pode custar a Trump a desejada reeleição, uma vez que uma grande base do apoio de Trump vem dos fundamentalistas evangélicos, alega Mike Evans.
Vários líderes evangélicos norte-americanos imploraram a Donald Trump para que avance com a iniciativa, alertando-o sobre o preço a pagar caso não o faça. E o preço é perder uma grande parte do eleitorado evangélico.
Referindo-se aos evangélicos norte-americanos, o Dr. Evans afirmou: "O nosso apoio é crucial, e ele (Trump) não pode ganhar sem nós. Nós apoiamos a 100% a aplicação da soberania de Israel à região. Este nosso apoio não se iniciou com Trump, mas com a nossa Bíblia, porque acreditamos que Deus decidiu aplicar a soberania há milhares de anos e disse-o aos profetas do povo judeu."
Evans deu a entender que há vários conselheiros presidenciais a sugerirem a Trump que retire o apoio.

"A coisa pior que o presidente pode fazer durante uma eleição é anunciar a sua rejeição do reconhecimento da Terra da Bíblia, uma vez que todos os evangélicos se unem à volta da Bíblia onde ela afirma que Deus abençoa quem abençoar Israel" - afirmou Evans, que esta semana viajou aos Estados Unidos para se encontrar com o secretário de estado Mike Pompeo par o galardoar com uma medalha pelo seu apoio a Israel, tendo ambos abordado uma forma de se avançar com o plano da extensão da soberania israelita aos territórios bíblicos da Judeia e da Samaria. 
Pompeo é uma figura respeitada dentro da família evangélica norte-americana, sendo ele próprio também evangélico e um forte apoiante da extensão da soberania israelita aos territórios.
"Acredito que Trump dará luz verde a Netanyahu para avançar com a anexação, uma vez que tem uma eleição daqui a quatro meses" - afirmou Evans, acrescentando que o arraial evangélico apoia o plano de Israel em "anexar" cerca de 30% da Judeia e Samaria, conhecidas como "Margem Ocidental."
"Perder territórios bíblicos é algo muito sério para o presidente. O presidente Trump é um homem muito corajoso que não se deixa comprar, ele nunca se dobra. O presidente percebe que a Bíblia não é ilegal, e nós queremos que ele o afirme. Ele não teria vencido as eleições sem nós. Nestes três anos e meio ele fez mais do que esperávamos, e acreditamos que não irá mudar. Quando se encontra debaixo de pressão, é aí que ele recebe mais energia."
Questionado sobre a possibilidade de Israel rejeitar um pedido do presidente para implementar o processo por fases, Evans respondeu que não acreditava nem por um só segundo que Trump "resista ao plano de anexação."
"Se eu fosse Netanyahu, teria impulsionado uma declaração por uma total soberania antes das eleições. Eu não quereria acordar com um presidente democrata a trazer um inferno a Israel" - concluiu Mike Evans.

Shalom, Israel!

quinta-feira, julho 02, 2020

ACHADO EM JERUSALÉM SINETE DOS DIAS DE ESDRAS E NEEMIAS

Depois que o rei babilónico Nabucodonozor atacou Jerusalém e destruiu o Primeiro Templo no ano 586 a.C. os judeus foram exilados para a Babilónia, onde ficaram por mais de 50 anos. Segundo o relato dos Livros de Esdras e Neemias, foi nessa época que o rei Ciro o Grande se tornou o rei da Pérsia, possibilitando os judeus a poderem retornar a Jerusalém e erigirem o Templo. 
Têm sido encontrados muito poucos artefactos desse período persa (536 a 333 a.C.). Na passada Terça-Feira, dia 30 de Junho de 2020, a Autoridade para as Antiguidades de Israel anunciou a descoberta de mais duas peças arqueológicas dessa era. Nas escavações em curso no parque Givati Lot, arqueólogos da AAI e da Universidade de Tel Aviv acharam um sinete (bula) e uma marca cunhada em cacos de cerâmica. 

Estes selos (sinetes) fornecem uma evidência importante: "O achamento do sinete (carimbo) e da marca do selo na Cidade de David indica que apesar da terrível situação da cidade após a destruição, foram feitos esforços para trazer as autoridades administrativas à normalidade."
Jerusalém continuou assim a desempenhar um importante papel burocrático durante o período persa.

O pedaço de cerâmica agora encontrado deveria pertencer a uma peça grande, como um jarro, e revela uma pessoa sentada numa cadeira, num estilo babilónico, pensando-se representar um rei, com os símbolos dos deuses Nabu e Marduk. 
Tal como os pesquisadores explicaram: "Descobrir estes novos achados na parte ocidental da Cidade de David acrescenta muita informação acerca da estrutura da cidade durante o período do retorno a Sião." À medida que as escavações prosseguem, poder-se-à aprender mais sobre essa época e enriquecer o nosso entendimento do mundo descrito nos livros de Esdras e Neemias.

Shalom, Israel!

quarta-feira, julho 01, 2020

EXTENSÃO DA SOBERANIA ISRAELITA À JUDEIA E SAMARIA EM STAND BY

Seria hoje, 1 de Julho, que a erradamente denominada "anexação" deveria começar a tomar forma na Judéia e Samaria. 
A pressão internacional tem no entanto sido extrema, com ameaças de guerra dos movimentos terroristas Hamas e Hezbollah, de uma nova "intifada" por parte dos árabes palestinianos residentes em Israel, e um impasse da administração norte-americana, a grande promotora da idéia.
Netanyahu vai entretanto continuar as conversações com Washington, e hoje mesmo reuniu com autoridades da segurança israelita para abordar a questão da extensão da soberania de Israel aos territórios bíblicos da Judeia e da Samaria.
Alguns dos países aliados mais próximos de Israel têm condenado a decisão israelita, incluindo o próprio primeiro-ministro inglês Boris Johnson.
Apesar de nessas regiões já viverem cerca de 500.000 israelitas, nunca tinha havido a ideia de estender a soberania do país a essas zonas consideradas "disputadas" e até agora sujeitas a negociações entre israelitas e palestinianos.
Com as eleições presidenciais norte-americanas a caminho, e com outras preocupações na agenda, é provável que Donald Trump vá protelando a decisão para depois de uma ambicionada reeleição. Por outro lado, e antecipando a hipótese de Trump perder as eleições para os Democratas, Netanyahu irá lutar para conseguir o apoio do "amigo americano" antes que esta janela de oportunidade se feche de vez.
A ver vamos. Os tempos que se aproximam não serão fáceis para Israel. De facto, será que alguma vez foram?

Shalom, Israel!

terça-feira, junho 30, 2020

AUMENTAM OS CASOS DE COVID-19 EM ISRAEL

Apesar de ser um dos países com maior taxa de sucesso no combate à pandemia do novo coronavírus, Israel tem estado a assistir nestes últimos dias a um substancial aumento no número de infeccionados, levando a que as autoridades europeias tenham colocado os israelitas na lista negra do acesso aos países europeus. 
O país atingiu o número de 25.041 casos de infecções, com 17.318 pessoas recuperadas e 320 mortes.
Só de ontem para hoje foram registados 765 novos casos de pessoas infeccionadas com o vírus, o segundo pior registo desde o início da pandemia, levando ao regresso de novas medidas drásticas de confinamento em várias partes do país.
O país tem actualmente 7.403 casos em tratamento.
Prevê-se que entrem em lockdown várias cidades, em especial Ashdod, Dimona, Kiryat Gat e Ramle.
Os próximos dois dias serão decisivos na tomada de novas decisões restritivas para o país.
Há no entanto dentro do ministério da saúde quem ache as medidas "draconianas", alegando que já existem tratamentos eficazes para a doença.
Os eventos realizados ao ar livre estarão limitado a um máximo de 250 pessoas, e a 100 pessoas em espaços fechados, estando os actos religiosos limitados a um máximo de 50 pessoas.

ABERTURA DO AEROPORTO EM 1 DE AGOSTO PODE TER DE SER PROTELADA
Entretanto, e devido à proibição imposta aos cidadãos israelitas de entrarem no espaço aéreo por causa da pandemia ainda em crescimento em Israel, responsáveis do ministério das Relações Exteriores avisaram que a abertura do aeroporto aos voos internacionais poderá já não acontecer a 1 de Agosto. A Europa só permite a entrada no seu espaço a cidadãos de países com um máximo de 16 pessoas infeccionadas por cada 100.000 habitantes, um número que Israel ainda está longe de conseguir. Segundo alguns, o turismo internacional e a retoma dos voos foi "pelo esgoto abaixo", prevendo-se que a abertura tenha de ser novamente protelada para não se sabe quando...
Segundo o Ministério do Turismo, o mesmo só poderá ser retomado quando Israel conseguir baixa a taxa de infecções no país: "Tudo depende da nossa taxa de infecções" - declarou um órgão oficial do ministério, acrescentando: "Nesta altura, isso parece estar longe. Não parece que vá acontecer a 1 de Agosto."

Shalom, Israel!

segunda-feira, junho 29, 2020

ALEGANDO "PROSELITISMO MISSIONÁRIO", ISRAEL FECHA CANAL DE TV EVANGÉLICO

A contestação dos sectores religiosos em Israel surtiu o efeito desejado por eles: o fecho do sinal do canal de TV alegadamente usado para "converter" judeus ao cristianismo.
O canal "Shelanu" ("Nosso" no hebraico) gerido pela cadeia de TV "GOD TV" tinha adquirido em Abril passado um aval para 7 anos de transmissão na rede "Hot", o primeiro operador de TV por cabo em Israel, o qual tinha sido aprovado pelas autoridades tendo em vista a promessa feita de que o canal seria "para a população cristã."
No entanto, o responsável pelo Conselho para a Emissão por Cabo e Satélite (CSBC) Asher Biton, alegou que uma revisão ao show revelou que o canal "continuava a apelar aos judeus por meio de esforços para lhes ensinar os princípios da fé messiânica judaico-cristã e a convencê-los da sua validade."
O ridículo nesta decisão é que a lei israelita permite a proselitização de adultos, as sombras de um passado ainda recente em que os cristãos forçavam as minorias judaicas à conversão continuam a ocultar as mentes de muitos em relação à realidade dos factos actuais.
Alegam também as autoridades que é expressamente proibido fazer proselitismo de crianças, tanto mais que elas passam horas diante dos écrans das televisões, embora o facto de as mesmas crianças serem expostas a tanto lixo não parecer incomodar tanto os responsáveis pela comunicação social.
As autoridades israelitas cederam infelizmente às pressões dos manifestantes religiosos anti-missionários (cristãos) que se opõem à alegada tentativa de levar os judeus a acreditarem que Jesus é o Messias, uma acusação sem fundamentos num país que se considera laico. Prova-se que isso não passa de uma declaração no papel, porque na realidade os direitos dos judeus messiânicos continuam a ser desprezados em Israel, não se entendendo como é que um judeu, nascido de família judaica em Israel perde o seu atributo e identidade de judeu pelo simples facto de acreditar que Jesus é o Messias... Ironicamente, se esse mesmo judeu se tornar budista, hindu ou até ateu, não tem qualquer problema...
Realmente confirmam-se as palavras do Senhor Jesus ao dizer que Ele seria uma "pedra de tropeço" para muitos em Israel...
Os opositores querem também fazer valer a ideia errada de que a maior parte dos cristãos em Israel são árabes, pelo que um programa falado na língua hebraica os deixou deveras transtornados.
Restam agora 7 dias para que o operador "Hot" desligue o canal de TV que certamente provocou muitas dores de cabeça aos fanáticos religiosos judeus...
Apesar de desapontados com a decisão ambígua, a TV evangélica vai apelar a uma nova licença de transmissão dos seus programas em Israel.

Shalom, Israel!

sábado, junho 27, 2020

ISRAEL NÃO VAI ESTENDER A SOBERANIA AO VALE DO JORDÃO

Israel informou o líder da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas que os planos para estender a sua soberania a partes da Judeia e Samaria não incluem o vale do Jordão. A mensagem terá sido enviada ao líder palestiniano através da Jordânia, durante um alegado encontro em Amã entre o director da Mossad Yossi Cohen e o rei jordano Abdullah II.
Segundo tudo leva a crer, a extensão da soberania israelita irá limitar-se a dois ou a três assentamentos, não se sabendo ainda quais.
Como se sabe, este projecto do governo israelita tem enfrentado uma forte contestação global, desde a União Europeia, à ONU, ao Conselho Mundial das Igrejas e à própria Aliança Evangélica Mundial.
Tudo irá no entanto depender da declaração prometida pelo presidente norte-americano para breve e da consequente decisão do governo de Israel prometida para depois de 1 de Julho.

Shalom, Israel!

quinta-feira, junho 25, 2020

EL AL CONTRATADA PARA LEVAR 14 GRUPOS DE JUDEUS NORTE-AMERICANOS PARA ISRAEL

A associação sem fins lucrativos "Nefesh B'Nefesh", que trabalha com a imigração (retorno) de judeus norte-americanos e britânicos para Israel, anunciou ter assinado um contrato com a companhia aérea israelita EL AL para o transporte de 14 grupos de "aliyah" entre Nova Iorque e Tel Aviv durante os próximos 3 meses.
Este anúncio veio a meio de um aumento sem precedentes do número de judeus norte-americanos interessados em fazer retorno a Israel, o maior número desde a fundação desta ONG em 2002.
Na primeira quinzena de Junho, mais de 900 pessoas se inscreveram para fazer "aliyah" junto à organização, um número muito superior ao do mesmo período do ano passado, quando apenas 399 pessoas se inscreveram.
Muitos dos interessados afirmaram que a pandemia do coronavirus os ajudou a tomar uma decisão que desde há muito ponderavam fazer.

Shalom, Israel!

quarta-feira, junho 24, 2020

GUTERRES (ONU) POSICIONA-SE CONTRA ISRAEL

Perdendo mais uma boa oportunidade para estar calado, o secretário-geral da ONU, António Guterres, expressou a sua posição em relação à decisão do governo de Jerusalém de estender a soberania sobre partes da Judeia e Samaria, candidatando-se dessa forma a entrar em rota de colisão contra o Deus de Israel.
Guterres alegou que a medida que Israel quer tomar constitui "uma muito séria violação da lei internacional", mas não se ficou por aí: apelou ainda aos EUA, Rússia, União Europeia e às Nações Unidas para que assumam um "papel mediador."
A Liga Árabe pronunciou-se também contra a decisão israelita, alegando que tal iniciativa pode matar qualquer futura possibilidade de paz, alertando ainda para a possibilidade de uma guerra.
Nas palavras de António Guterres esta manhã, no Conselho Geral da ONU, "se implementada, a anexação pode constituir uma muito séria violação da lei internacional, prejudicar gravemente a perspectiva de uma solução 2 estados e minar as possibilidades da retomada das negociações."
"Apelo ao governo israelita para abandonar os seus planos de anexação" - acrescentou Guterres.
O secretário-geral apelou também ao quarteto de mediadores para o Médio Oriente - EUA, Rússia, União Europeia e ONU - para assumirem "o nosso mandato de mediadores e procurem uma estrutura mutuamente acordada para que as partes se envolvam novamente, sem condições prévias, tanto connosco como com outros estados chave."

Guterres não sabe onde se está a meter. Deveria preocupar-se antes com outras questões muito mais latentes e preocupantes, sem se intrometer onde não é chamado.
Mas, de facto, ele nada faz que já não estivesse designado...

Shalom, Israel!

terça-feira, junho 23, 2020

EUROPA DIVIDIDA QUANTO A ISRAEL

A Europa está fragmentada quanto à pretensa condenação de alguns países encabeçados pelo Luxemburgo, por causa da decisão da extensão da soberania de Israel aos territórios da Judéia e Samaria, à qual muitos mal intencionados chamam de "anexação".
Vários países europeus ameaçam não votar a favor da proposta de condenação, em especial a Hungria, que se tem mostrado extremamente favorável a Israel. 
Apesar de representar uma minúscula nação de 626 mil habitantes, o Luxemburgo posiciona-se contra a decisão israelita, tentando incentivar o bloco europeu a "falar com uma voz forte e unificada" e a defender um mundo onde "prevaleça a força da lei, não a do mais forte."
Representantes da União Europeia receiam que uma medida unilateral tomada por Israel acabe por minar anos de esforços para a paz.
Sabe-se no entanto que não existe consenso nem unanimidade na Europa quanto aos planos de Israel a efectivar já a partir do primeiro dia de Julho próximo.
Um diplomata europeu, falando sob anonimato, informou que "a Europa chegar a uma posição comum sobre isto é um autêntico inferno."
Ao lado da posição anti-Israel liderada pelo Luxemburgo, posicionam-se a Bélgica, a Irlanda, Portugal, a Eslovénia, a Suécia, Malta e a Finlândia.
Apesar de alguns destes países serem pequenos, têm no entanto a mesma força de voto que os maiores no que toca a decisões tomadas em conselhos europeus. 
Posicionados contra o Luxemburgo e seus aliados, estão a Hungria, a República Checa, a Eslováquia, a Áustria, a Grécia, a Letónia, Chipre e Polónia, sendo que todos eles, até certo ponto já se mostraram interessados em defenderem os interesses de Israel.
A Hungria chegou inclusivamente a bloquear uma tentativa para se assumir uma posição conjunta europeia contra a decisão de Israel.
Entre os estados maiores, a França, que tem a maior comunidade de judeus e de árabes na Europa, juntamente com a Espanha, alinharam-se com o Luxemburgo, mas sem grande alarido.
A Dinamarca e a Holanda situam-se a meio com a Alemanha e a Itália, criticando Israel por vezes, mas não sendo abertamente pró-palestinianos.
Berlim está contra o plano, alertando que Israel terá de "pagar o preço".
Apesar disso, a Alemanha não irá incentivar sanções económicas contra Israel.
A União Europeia é o maior parceiro económico de Israel, com cerca de um terço das exportações de Israel.
A Suécia já deu um passo maior contra Israel, ao ter reconhecido oficialmente a existência de um estado palestiniano. Isso apesar de não haver nenhuma decisão da UE sobre o assunto.

Estamos rapidamente a aproximar-nos do cumprimento da grande profecia de Zacarias: "Palavra do Senhor sobre Israel: Eis que Eu farei de Jerusalém um cálice de tremor para todos os povos em redor, e também para Judá, durante o cerco contra Jerusalém. E acontecerá naquele dia que farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a carregarem certamente serão despedaçados; e ajuntar-se-à contra ela todo o povo da terra."

Shalom, Israel.

segunda-feira, junho 22, 2020

NETANYAHU AVISA GANTZ: "OU APLICAS A SOBERANIA SOBRE A (JUDEIA E SAMARIA), OU VAMOS A NOVAS ELEIÇÕES"!

O acordo assinado pelos dois líderes governamentais - Netanyahu e Gantz - e que permitiu o acordo de uma coligação governamental estipula que Gantz não pode vetar a soberania de Israel sobre as regiões bíblicas da Judeia e da Samaria. A não respeitar esse acordo, Gantz arrisca-se a ter de ir a novas eleições - ameaça Netanyahu. 
Num encontro recente realizado entre os dois líderes para acordarem sobre a aplicação da soberania de Israel sobre partes dos territórios bíblicos, o líder do partido da coligação "Azul e Branco" Danny Gantz manifestou a sua oposição ao plano, condicionando também o seu acordo sobre vários orçamentos.
Netanyahu reagiu, afirmando que se o seu rival não fizer passar a aprovação da lei que permitirá a soberania sobre esses territórios, o primeiro-ministro convocará novas eleições.
Durante a sua visita a Washington em Janeiro passado para abordar o chamado "acordo do século", Gantz prometeu que se comprometia em implementar o acordo.

Com em quase tudo em Israel, até se chegar a um acordo, ainda irá correr muita água debaixo da ponte...

Shalom, Israel!

domingo, junho 21, 2020

IMPRESSIONANTE E RARO ECLIPSE DO SOL "ANEL DE FOGO" FASCINOU ISRAEL NESTA MANHÃ DE DOMINGO

Um dos mais fascinantes e inspiradores fenómenos naturais ocorreu esta manhã nos céus de Israel, com um eclipse parcial do sol escurecendo os céus durante cerca de 2 horas.
Eram 07H25 na capital Jerusalém quando a lua começou a interpor-se entre a terra e o sol, atingindo o seu máximo expoente às 08H24, quando cerca de 40% do sol foi tapado pela lua.
O espectáculo durou até às 09H30 na capital, altura em que a lua "abandonou" o seu encobrimento parcial do sol.
Este fenómeno só voltará a ocorrer em 2027.
Este eclipse parcial do sol foi visto inicialmente no Oeste da África (República do Congo), passando depois pelo Sudão Sul e Etiópia, chegando depois ao Iémen e a Oman, até alcançar a região Norte da Arábia Saudita. O eclipse passou então a ser visto nas regiões da Índia e Paquistão, antes de atingir o Tibete, a China e finalmente o Taiwan.

Shalom, Israel!



sexta-feira, junho 19, 2020

POR ESCASSA MAIORIA, ONU CONDENA ISRAEL EM 5 RESOLUÇÕES

A ONU, e mais especificamente neste caso o alegado "Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas", sediado em Genebra, Suíça, votou esta tarde contra Israel - conforme lhe é viciosamente habitual - visando punir duramente o país pela actividade nos assentamentos, por alegadas violações de direitos humanos, incluindo também um apelo para um embargo na venda de armas a Israel.
A votação foi aprovada por uma escassa maioria.
Foi também solicitado à alta comissária da ONU para os alegados "direitos humanos" Michelle Bachelet que apresente no próximo ano um relatório em como Israel pode ser "melhor forçado" a cumprir as resoluções da ONU que apelam a uma interrupção das acções israelitas nos assentamentos e um retorno às linhas fronteiriças pré-1967.
O conselho aprovou por uma escassa maioria de 22 votos a favor, 8 contra e 17 abstenções.
Votaram contra: Austrália, Áustria, Brasil, Bangladesh, República Checa, Fiji, Togo e Ucrânia.
Abstiveram-se: Bahamas, Camarões, República Democrática do Congo, Dinamarca, Alemanha, Índia, Ilhas Marshall, Itália, Japão, Nepal, Holanda, Filipinas, Polónia, Coréia, Eslováquia, Espanha e Uruguai.
A representante de Israel criticou estas propostas palestinianas, lembrando que perante a crise do COVID-19 o seu país trabalhou conjuntamente com a Autoridade Palestiniana para combater a pandemia nestes últimos meses: "Os representantes palestinianos aqui presentes, contudo, preferiram ignorar os factos, mantendo a sua habitual narrativa de vítimas - tal como têm feito nos últimos 72 anos" - afirmou Aviv Raz Shechter.
E acrescentou: "Desde a criação de Israel em 1948, o esforço árabe para negar e destruir o estado judaico começou de imediato e para alguns nunca cessou. A esperança de paz de Israel só foi conseguida duas vezes desde então, pelo Egipto e pela Jordânia."
A representante israelita acusou ainda a organização internacional de ser tendenciosa e de estar constantemente contra Israel: "Este conselho tem um item na sua agenda visando a condenação de um único estado. Este item 7 não é nada mais que um mecanismo automático de descriminação contra Israel e os israelitas, algo profundamente enraizado na cultura deste conselho e de alguns dos seus estados membros."

Shalom, Israel!

quinta-feira, junho 18, 2020

TAL COMO PROFETIZADO POR JEREMIAS, O NÚMERO DE JUDEUS EMIGRANDO PARA ISRAEL É SEM PRECEDENTES!

As últimas estimativas anunciadas por Jerusalém calculam em 90.000 o número de judeus vindos da Diáspora e que farão retorno a Israel até ao final de 2021. 
Esse processo de naturalização em Israel de judeus (olim) fazendo retorno (aliyah) deverá trazer a Israel cerca de 90 mil judeus de todo o mundo durante os próximos 18 meses.
Segundo uma das organizações dedicadas a esta missão de retorno de judeus, só nos EUA houve mais judeus a pedirem o retorno ou informações sobre o mesmo durante o passado mês de Maio do que num simples mês dos últimos vinte anos.

MINISTRA ISRAELITA PARA O "ALIYAH", PNINA TAMANO-SHATA
Em comparação a Maio do ano passado, a organização Nefesh b' Nefesh recebeu perto do dobro dos pedidos no mês passado, ou seja: mais de 800 agregados familiares inscreveram-se no processo no mês passado, enquanto em Maio de 2019 o número foi de 424.

QUAL A CAUSA DESTA INESPERADA PROCURA?
Várias situações se conjugam para que muitos judeus pensem seriamente em fazer "aliyah" para a Terra Prometida: o surto do coronavírus, com que Israel lidou muito melhor do que a maioria dos países, a instabilidade financeira, a insegurança global e o antissemitismo crescente.
Todos esses factores conjugados "empurram" muitos para a única alternativa viável: o retorno à Terra dos seus ancestrais, Israel.
Segundo alguns entendidos, todas estas circunstâncias são "sinais" de Deus ao Seu povo eleito, para que cumpra o mandato anunciado pelos profetas de outrora: "Há esperança quanto ao teu futuro (ó Israel), diz o Senhor, porque os teus filhos voltarão para os seus termos." - Jeremias 31.17.

Shalom, Israel!

terça-feira, junho 16, 2020

CENTENAS DE LOCAIS ARQUEOLÓGICOS AMEAÇADOS EM ISRAEL

Devido ao "acordo do século" proposto pela administração de Donald Trump, centenas de sítios arqueológicos de grande importância bíblica e histórica nos territórios da Judeia e Samaria poderão ficar sob a administração palestiniana, o que significa uma mais que provável ameaça de destruição de património de valor incalculável em Israel.
Essa preocupante questão está hoje sendo apresentada às autoridades responsáveis pela preservação dessas riquezas arqueológicas, juntamente com um mapa de todos os sítios que, em função do acordo serão retirados de Israel e entregues para administração palestiniana.
Há cerca de 6 mil sítios de importância histórica e arqueológica na Judeia e Samaria reconhecidos pela comunidade científica, mas apenas cerca de 2.300 é que são oficialmente declarados como sítios arqueológicos protegidos.
Entre os sítios "ameaçados", incluem-se entre outros a fortaleza asmoneia em Horkania, na parte Norte do deserto da Judeia, a fortaleza asmoneia em Kypros, no vale do rio Jordão, os palácios asmoneus perto de Jericó, a cidade bíblica de Shomron (Samaria-Sebastia), o altar de Josué no monte Ebal, Tel Beitar, Tel Maon, e Tel Hebron.
Estas ruínas já sofrem actualmente actos de pilhagem e de vandalismo, temendo-se que quando caírem nas mãos palestinianas, sejam transformadas em "sítios do património palestiniano", na tentativa lunática dessa gente de reescrever a História a seu favor, prevendo-se que impeçam a visita a turistas e arqueólogos israelitas, como já acontece agora em Sebastia, a capital do antigo reino da Samaria.

Shalom, Israel!

segunda-feira, junho 15, 2020

INICIA-SE A CONSTRUÇÃO DA "ESTRADA AMERICANA", LIGANDO OS POVOAMENTOS À VOLTA DE JERUSALÉM

Israel começou a construção de uma estrada de circunvalação que ligará os vários assentamentos judaicos na Samaria a Jerusalém, à qual deu o nome de "Estrada Americana", e que custará cerca de 250 milhões de dólares.
Esta estrada ligará os assentamentos a Norte e a Sul da capital Jerusalém, ao mesmo tempo que cortará o tempo de viagem para os residentes em Jerusalém oriental. Segundo as informações prestadas hoje, a estrada deverá ficar pronta no Verão de 2021.
Esta estrada será construída sobre um antigo projecto iniciado mas não continuado por uma empresa norte-americana já nos anos 60 - daí o nome "Estrada Americana - e que foi abandonado a seguir à Guerra dos Seis Dias, em 1967.
O ministro palestiniano para os assuntos de Jerusalém já veio contestar - ou não fosse essa a prática árabe, mesmo em relação a projectos que os beneficiem - alegando que o projecto irá cortar a ligação entre os bairros palestinianos entre uma cidade e outra, ao que as autoridades de Jerusalém já responderam, alegando que a estrada só poderá vir a beneficiar os residentes em Jerusalém, tanto judeus como árabes.
A idéia desta estrada é a de ligar os assentamentos uns aos outros, facilitando os acessos, seja para turismo, trabalho ou estudos. 
Para os críticos, esta é mais uma tentativa para impedir a criação de um estado palestiniano com Jerusalém como capital. Se assim for, ainda bem...

Shalom, Israel!


quarta-feira, junho 10, 2020

ALEMANHA ENCABEÇA EUROPA CONTRA A SOBERANIA ISRAELITA DA JUDEIA E SAMARIA

Os anti-sionistas chamam-lhe anexação. Eu chamo-lhe extensão da soberania israelita nos territórios de Israel. 
Mais uma vez o mundo, desde a União Europeia a outros países, passando até por certas denominações "evangélicas" norte-americanas, em rota de colisão com a nação escolhida por Deus, e isto por causa do seu legítimo direito de legalizar a soberania sobre regiões bíblicas onde têm estado a ser construídos assentamentos judaico - erradamente apelidados de "colonatos."
De visita a Jerusalém, Heiko Maas, ministro dos Negócios Estrangeiros da Alemanha, decidiu "meter o nariz" onde não é chamado, deslocando-se à capital israelita para tentar dissuadir Israel a não alargar as suas leis aos territórios da "Margem Ocidental" (outro termo errado aplicado por aqueles que recusam aceitar a soberania de Israel sobre as suas próprias terras.)
Netanyahu já informou que tenciona alargar a soberania de Israel já nas próximas semanas, de acordo com o "plano de paz" do presidente Donald Trump que permite a Israel aplicar a sua soberania sobre 30% desses territórios.

AMEAÇAS EUROPEIAS
Maas alertou Netanyahu para a existência de pressões dentro da União Europeia - o maior parceiro comercial de Israel - para que sejam adoptadas medidas punitivas contra Israel, caso o país decida avançar com a "anexação." Existem também passos que poderão ser dados por países a nível individual visando o arrefecimento das relações, da cooperação e do comércio com Israel, e que poderão até incluir o reconhecimento de um estado palestiniano.
Durante a conferência de imprensa desta manhã, o intruso alemão alegou que a "anexação" é incompatível com a lei internacional, inviabilizando ainda a existência de 2 estados soberanos.
"Como amigo especial de Israel" - ameaçou o ministro alemão - "vou continuar a reiterar a posição alemã e explicar as nossas sérias e honestas preocupações sobre as possíveis consequências de tal medida."
A Alemanha irá presidir ao Conselho Europeu nos próximos 6 meses, e liderará o Conselho de Segurança da ONU por um mês, já a partir do próximo dia 1 de Julho. 

NETANYAHU REAGE
Em resposta às "ameaças" europeias transmitidas pelo ministro alemão, o primeiro-ministro israelita reagiu, afirmando que os planos de paz têm de ter em conta os assentamentos judaicos: "Qualquer plano realista tem de reconhecer a realidade dos assentamentos israelitas no território e não alimentar a ilusão de desenraizar as pessoas das suas casas."

Shalom, Israel!


terça-feira, junho 09, 2020

sexta-feira, junho 05, 2020

HÁ EXACTAMENTE 53 ANOS ISRAEL VENCIA 5 EXÉRCITOS INIMIGOS


Faz hoje exactamente 53 anos que Israel, sendo atacado por 5 poderosos exércitos inimigos, representado países árabes inimigos de Israel, uma guerra que humanamente falando Israel não tinha quaisquer possibilidades de vencer. Era literalmente uma repetição da história épica de David contra Golias.
Só que não só Israel venceu a guerra, como venceu por completo e humilhou os seus inimigos em apenas 6 dias, reconquistando Jerusalém, expulsando as tropas jordanas que ocupavam parte da Cidade, unificando e declarando Jerusalém como sua capital indivisível e eterna, cumprindo assim uma das grandes profecias relacionadas com os "últimos dias."
Mais ainda: Israel reconquistou o território bíblico dos Montes Golan, e ainda ocupou toda a península do Sinai, mais tarde devolvida ao Egipto.

A partir dessa semana, a História do mundo mudou para sempre, e Israel comprovou que é Deus Quem controla a História!

Shalom, Israel!

quinta-feira, junho 04, 2020

terça-feira, junho 02, 2020

IRÃO TENTOU INQUINAR AS ÁGUAS DE ISRAEL

Hackers iranianos tentaram "enganar" os computadores israelitas, de forma a aumentarem a quantidade de clorina para níveis perigosos na água potável consumida pelos habitantes de Israel. 
Houve um ataque informático confirmado no passado dia 24 de Abril contra uma estação de bombeamento de água israelita e que foi confirmadamente atribuído ao regime de Teerão. 
Os últimos meses têm assistido a ataques cibernéticos mútuos entre Israel e o Irão, sendo um deles um forte ataque informático de Israel contra o sistema portuário iraniano da cidade de Shahid.
É o início de uma nova forma de guerra, em que Israel tem que estar um passo à frente dos seus inimigos, como sempre tem acontecido.

Shalom, Israel!

domingo, maio 31, 2020

sábado, maio 30, 2020

ÚLTIMOS DIAS - ISRAEL: O SINAL DA FIGUEIRA


No Seu sermão profético, o Messias Jesus convidou-nos a "olhar para a figueira" - que representa Israel - para nos orientarmos sobre os sinais proféticos anunciadores do Seu retorno.

Shalom, Israel!

sexta-feira, maio 29, 2020

ASSISTA AOS NOSSOS VÍDEOS SOBRE O APOCALIPSE



Nestes vídeos diários produzidos de forma simples e artesanal, queremos trazer à luz de todos a importância de estudarmos as profecias bíblicas relacionadas com os "últimos dias", voltando a nossa atenção para a actualidade interpretada pela Palavra profética.

Shalom!

quinta-feira, maio 28, 2020

EILAT REABRE AO TURISMO APÓS COLAPSO ECONÓMICO

A bela, moderna e atraente cidade de Eilat, no extremo Sul de Israel, fazendo fronteira com o Egipto e com a Jordânia, e banhada pelo límpido Mar Vermelho, sofreu um duro golpe económico durante o recente confinamento causado pela pandemia coronavírus, uma vez que a indústria do turismo representa 45% das receitas da população local.
A cidade reabriu ontem para o turismo, provocando reacções mistas de esperança em alguns, mas inquietação pelo temor de que neste Verão só consigam receber turistas israelitas, não porque o turismo internacional não venha a ser brevemente retomado, mas porque têm havido muitos cancelamentos desde o início da pandemia.
Esta cidade é uma das mais visitadas pelos turistas, tendo recebido 741.000 no ano passado. Com a abertura a partir de ontem de hotéis e restaurantes - ainda que com os condicionamentos respeitantes a distanciamento, regras de higiene, etc. - espera-se uma gradual volta à normalidade.
Por enquanto, apenas 12 dos 50 hotéis em Eilat abriram ontem as portas, esperando-se uma lotação de 90% para as festas judaicas do Pentecostes que se iniciam esta noite em Israel.
Mesmo assim, os residentes temem que após esta "onda" turística deste fim de semana, os hotéis e os restaurantes voltem a ficar vazios, mantendo a crise actual de desemprego na região e no país.
A realidade é que alguns restaurantes entraram em colapso e já não conseguem mais reabrir, tanto mais que os comerciantes se queixam de não estarem a conseguir ajudas estatais.

Esperamos passar duas noites em Eilat, neste próximo Agosto, com um grupo de turistas portugueses e brasileiros. Pedimos a Deus para que a viagem seja possível e que sirva de encorajamento para os nossos amigos em Israel que dependem do turismo para sobreviver.

Shalom, Israel!

quarta-feira, maio 27, 2020

PAÍSES ÁRABES "FECHAM OS OLHOS" À ANEXAÇÃO POR ISRAEL DE TERRITÓRIOS NA JUDEIA E NA SAMARIA

Contrariamente ao que parece ser e ao que alguns querem dar a entender, vários países árabes estão alegadamente a "fechar os olhos" aos anunciados planos de "anexação" de territórios bíblicos na Judeia e Samaria, denotando um crescente desinteresse pela "causa palestiniana", da qual certamente já se cansaram.
Alguns líderes árabes, sabendo da decisão tomada pelo governo de Jerusalém, trataram logo de vociferar as suas habituais e desacreditas ameaças, no costumeiro alarido propagado pelo inimigos de Israel. Não faltaram ameaças de instabilidade civil e regional e até de violência.
Na semana passada, o rei Abdullah II da Jordânia, em entrevista ao jornal alemão "Der Spiegel", ameaçou que "a anexação israelita do vale do Jordão e dos territórios da Margem Ocidental poderia conduzir a um confronto entre Jerusalém e Aman, podendo levar ao cancelamento dos Acordos de Oslo e ao colapso da Autoridade Palestiniana.

ATRÁS DOS BASTIDORES, A HISTÓRIA É OUTRA...
Mas, atrás dos bastidores, a história é outra...
Segundo um jornal israelita, os dirigentes de países árabes como a Jordânia, o Egipto e a Arábia Saudita estão silenciosamente a aceitar o plano de anexação, isso apesar das declarações públicas de condenação à decisão isarelita.
Até mesmo o rei Abdullah II da Jordânia não mencionou a questão numa grande manifestação pública recentemente realizada na Jordânia.
Talvez uma das razões para tal seja o facto de ele saber que se entrar em conflito com Israel, cancelando ou suspendendo o acordo de paz realizado entre os dois países, a sua posição de autoridade sobre os lugares sagrados em Jerusalém pode ser posto em causa. Além disso, sabe-se muito bem que o rei jordano prefere ter as tropas israelitas do outro lado da fronteira do Jordão a controlar a região do que forças palestinianas ou rebeldes a fazê-lo.
O rei Abdullah tem também, obviamente, todo o interesse em manter boas relações com a administração norte-americana de Donald Trump, tanto mais que se avizinham eleições nos EUA que o actual presidente poderá ganhar.
O rei hashemita não quer também ver junto a si a instabilidade contínua vivida hoje na Faixa de Gaza depois que os israelitas abandonaram aquele território. Devido ao corte de relações com as autoridade de Israel, a Autoridade Palestiniana pode perder o controle nos territórios próximos do Jordão, e dar lugar ao movimento terrorista do Hamas, com quem certamente Abdullah II não deseja conviver.
Aquilo que o rei jordano propaga publicamente é claramente para consumo interno e não expressará os seus verdadeiros sentimentos.
Um alto representante egípcio também testemunhou que nesta altura a maior preocupação dos árabes é a contínua e crescente tentativa de domínio homogéneo xiita iraniano naquela região, sendo para os árabes uma preocupação maior do que com a causa palestiniana.
E os egípcios sabem muito bem que só podem contar com Israel e os EUA para combaterem essa crescente influência xiita em toda a região do Médio Oriente.

Shalom, Israel!