sexta-feira, abril 28, 2017

43% DE TODA A POPULAÇÃO JUDAICA MUNDIAL JÁ VIVE EM ISRAEL

Ao completar o seu 69º aniversário como estado moderno, a população israelita atingiu 8.680.000 habitantes, um aumento de 1,9% em comparação ao ano passado, com o nascimento de 174.000 pessoas.
Durante estes últimos 12 meses Israel viu o nascimento de 174.000 bébés, a morte de 44.000 pessoas e a entrada no país de 30.000 novos imigrantes. 
Com este crescimento médio anual de 1,9%, calcula-se que para o ano 2.048 - quando celebrar os 100 anos - a população atingirá 15,2 milhões de pessoas.
Quando há 69 anos Israel declarou a sua independência, a população contava apenas 806.000 pessoas, menos de 10% da actual. Naquela altura, a população judaica global era de 11,5 milhões, e só 6% viviam em Israel. Calcula-se que a população actual de judeus no mundo inteiro seja de 14,4 milhões, com 43% vivendo já no estado judaico.
Os 6.484.000 judeus que vivem em Israel constituem 74,4% de todos os residentes. 1,8 milhões de árabes representam 20,8%, sendo que 4,4% da população - 388.000 - é composta de cristãos não árabes e outros grupos étnicos.
75% da população judaica que vive actualmente em Israel nasceu na Terra, com mais de metade constituindo já uma segunda geração dos nascidos no país. 
44% dos judeus que vivem em Israel considera-se secular. 24% afirmam-se tradicionais mas não muito religiosos, 12& religiosos tradicionais, 11% religiosos praticantes, e 9% ultra-ortodoxos.
Jerusalém, a capital do país, continua sendo a maior cidade em termos populacionais, com 865.700 habitantes.

Shalom, Israel!

quinta-feira, abril 27, 2017

ISRAEL INVESTE 27 MILHÕES DE DÓLARES NA RECUPERAÇÃO ARQUEOLÓGICA DE CESARÉIA MARÍTIMA

Esperando triplicar o número de turistas, arqueólogos israelitas iniciaram um projecto de 27 milhões de dólares visando a recuperação daquilo que foi um antigo templo romano na cidade marítima de Cesaréia Marítima, mencionada diversas vezes no Novo Testamento e capital nos dias do império romano. As escavações incluem também as ruínas de uma antiga sinagoga e uma grande quantidade de artefactos.
Um pequeno exército de arqueólogos começou a limpeza dos escombros e ruínas da antiga Cesaréia Marítima, escavando as ruínas datando de há mais de 2 mil anos.

UMA VIBRANTE METRÓPOLE ROMANA
Cesaréia foi uma vibrante cidade metrópole romana construída pelo rei Herodes em honra ao imperador Augusto César. Herodes governou a Judéia entre 37 a.C. e 4 a.C., o ano da sua morte. Foi este mesmo Herodes que tentou assassinar o Messias Jesus logo após o seu nascimento em Belém da Judéia. 
Os historiadores relatam como o templo romano se erguia sobre um pódio elevado recortando o horizonte, a uma altura provavelmente tão elevada como a da Acrópole de Atenas, podendo ser vista a grande distância pelas embarcações que se dirigiam para Israel.

UMA GRANDE ATRACÇÃO TURÍSTICA
Cesaréia Marítima atrai anualmente cerca de 1 milhão de turistas, que podem percorrer as ruínas dos aquedutos, o teatro romano e o hipódromo. 
Os patrocinadores deste novo projecto visam converter a cidade numa das maiores atracções arqueológicas de todo o país, logo a seguir a Jerusalém. A "Autoridade para as Antiguidades de Israel" espera que com a recuperação do majestoso templo romano o número de visitantes venha a triplicar.
A primeira fase - um sistema de quatro abóbadas, ou arcos, a serem restauradas na plataforma do templo - poderá ficar completada já no final deste ano.
"A experiência do visitante será completamente diferente" - afirmou Doron Ben-Ami, arqueólogo ligado à Autoridade, acrescentando: "O visitante será capaz de sentir a atmosfera e perceber realmente a essência do edifício. Isto é algo que não se consegue em nenhum outro sítio arqueológico actual."

OUTRAS SURPRESAS...
As escavações já trouxeram à luz outras surpresas, como foi o caso de uma pequena tablete em pérola exibindo um candelabro judaico de 7 braços.

Shalom, Israel!

quarta-feira, abril 26, 2017

DONALD TRUMP VISITA ISRAEL EM MAIO, A SUA PRIMEIRA VISITA OFICIAL COMO PRESIDENTE NORTE-AMERICANO

Representantes dos governos de Jerusalém e de Washington irão reunir-se amanhã para acertarem os pormenores da primeira visita oficial do presidente norte-americano a Israel, prevista para finais do próximo mês de Maio.
Segundo consta, o presidente norte-americano poderá visitar Jerusalém durante as celebrações da reunificação da Cidade capital eterna de Israel, que ocorrerão na noite de 23 de Maio e no dia seguinte.
A Casa Branca tem demonstrado um grande interesse em que Donald Trump possa visitar Israel, a sua primeira visita como presidente.
Durante a sua visita oficial a Washington em Fevereiro passado, o primeiro-ministro israelita convidou o presidente Trump a visitar Israel, sublinhando a importância de tal visita no início do seu mandato. 
Será durante esta visita que Trump finalmente anunciará oficialmente a mudança da embaixada norte-americana para a capital Jerusalém?
Ao contrário do seu antecessor, Trump quer começar bem o seu mandato internacional...
Bem haja!

Shalom, Israel!

terça-feira, abril 25, 2017

TRUMP COMPROMETE-SE EM "CONFRONTAR O ANTI-SEMITISMO"

O presidente norte-americano Donald Trump comemorou o "Dia da Lembrança do Holocausto" com um discurso proferido no Museu Memorial do Holocausto dos Estados Unidos. No seu discurso, Trump condenou os que negam o Holocausto e comprometeu-se em confrontar o anti-semitismo.
Esta visita realizada ontem pelo presidente norte-americano fez parte do programa de inauguração de uma nova secção do Museu - um centro de investigação e conservação - que acolherá uma vasta colecção de peças doadas por aqueles que sobreviveram ao massacre dos judeus às mãos de Hitler durante a 2ª Guerra Mundial.
"O Holocausto foi a perseguição sistemática financiada pelo estado e a tentativa de aniquilação dos judeus europeus pelo regime nazi e seus colaboradores. No final da 2ª Guerra Mundial, seis milhões de judeus tinham sido brutalmente assassinados" - afirmou Trump.
"Apoiamos a Diáspora Judaica e o Estado de Israel, cumprindo o nosso dever de recordar as vítimas, honrando a sua memória e as suas vidas, e celebramos a vitória da humanidade contra a tirania e a maldade" - acrescentou o presidente.
"Foi durante esta semana em 1945 que as forças norte-americanas e aliadas libertaram o campo de concentração de Dachau e outros campos de morte nazis, trazendo à luz para todo o mundo o horror inconsciente do Holocausto. Temos de ficar vigilantes contra ideologias de ódio e a indiferença...Cada geração deve aprender e aplicar as lições do Holocausto, para que tais horrores, atrocidades e genocídios nunca voltem a ocorrer" - concluiu Donald Trump.

Assim seja!
Shalom, Israel!

segunda-feira, abril 24, 2017

ISRAEL PAROU 2 MINUTOS EM MEMÓRIA DAS VÍTIMAS DO HOLOCAUSTO

As sirenes soaram esta manhã por todo o Israel para evocar os 6 milhões de judeus assassinados durante o Holocausto. 
Todas as actividades e circulação automóvel pararam, ao mesmo tempo que cerimónias comemorativas vão sendo realizadas um pouco por todo o lado, com especial incidência na capital Jerusalém. 
Coroas de flores foram depositadas no memorial do Holocausto, no Museu Yad Vashem, em Jerusalém. 
O tema das comemorações deste ano é. "Restaurando as suas identidades: o destino do indivíduo durante o Holocausto." Pelas 11H00 da manhã, o Knesset iniciou uma cerimónia entitulada: "Para cada pessoa há um nome."

MARCHA DOS VIVOS
Pelas 13H30, milhares de pessoas devem participar na habitual "Marcha dos Vivos", na Polónia, percorrendo a pé os cerca de 3 quilómetros de linha férrea que ligava Auschwitz a Birkenau.


"PODIAM TER SALVO 4 MILHÕES DE JUDEUS"
Em tom de acusação às potências ocidentais que, segundo documentos da ONU recentemente tornados públicos, tinham pleno conhecimento do genocídio decorrente já no ano 1942, Netanyahu afirmou "o significado terrível" desta pesquisa: "Se as potências em 1942 tivessem agido contra os campos de extermínio - e tudo o que era necessário era bombardear repetidamente os campos - se tivessem então agido, poderiam ter salvo 4 milhões de judeus e outras pessoas."
E concluiu: "As potências sabiam, e não agiram."

Shalom, Israel!

sábado, abril 22, 2017

ONDA DE CALOR LEVA ISRAELITAS A INUNDAREM AS BELAS PRAIAS DO PAÍS

As intensas ondas de calor que se fazem sentir em Israel têm "empurrado" dezenas de milhares de israelitas e turistas para as muitas praias do país, como forma de escaparem às altas temperaturas e ao sol escaldante.
Só no lago da Galiléia são esperadas 30 mi pessoas para se refrescarem junto às cálidas águas do lago.
No sul do país - Bersheva e Eilat - a temperatura chegou aos 40º celsius, com 36º em Tel Aviv e 32º na capital Jerusalém.

As autoridades têm estado a alertar a população para a necessidade de hidratar-se o corpo através da ingestão de água e de outros líquidos.
Espera-se já para amanhã uma queda acentuada nestas temperaturas demasiado altas para a época primaveril de Israel.

Shalom, Israel!

terça-feira, abril 18, 2017

DOCUMENTOS DA ONU RECENTEMENTE PUBLICADOS REVELAM QUE JÁ EM 1942 OS PAÍSES ALIADOS TINHAM CONHECIMENTO DO MASSACRE DOS JUDEUS

Documentos da ONU de há 70 anos atrás só agora tornados públicos revelam que os países aliados tinham conhecimento do extermínio dos judeus que estava sendo levado a cabo por Hitler muito antes do que até agora se supunha. Estas evidências tinham até agora sido negadas pelo Departamento de Estado norte-americano.
Um historiador recentemente entrevistado pelo jornal britânico "The Independent" confirmou que os países do Ocidente - os assim-chamados "aliados" para combater Hitler - tinham conhecimento do extermínio sistemático dos judeus da Europa às mãos de Hitler já em 1942.

No seu livro agora publicado "Direitos Humanos depois de Hitler", o historiador Dan Plesch examina os documentos da ONU nunca antes vistos e que provam que os oficiais britânicos mais graduados estavam a par do facto de Hitler estar a embarcar num programa de extermínio que na altura já tinha terminado com a vida de cerca de 2 milhões de judeus, estando outros 5 milhões a caminho de enfrentar as mesmas ameaças mortais.

NADA FOI FEITO...
Apesar do conhecimento prévio, nada foi feito pelos aliados para salvar os judeus da morte, revelando uma decisão política consciente por parte dos líderes ocidentais.
Plesch, que é professor no "Centro para os Estudos e Diplomacia Internacional" na Universidade "SOAS", em Londres. apresentou documentos provando que o visconde Cranborne, na altura ministro no gabinete de guerra de Winston Churchill, alegou que os judeus não poderiam ser considerados como um caso especial dentro das prioridades globais do esforço de guerra britânico, e que o Império Britânico já estava demasiado saturado de refugiados para garantir um refúgio aos judeus da Europa...

DOCUMENTO DA ONU DE 1944 INCRIMINANDO OS
NAZIS
Para além disto, estes documentos, ocultos nestes últimos 70 anos, vêm também revelar que os aliados "já tinham começado a documentar acusações de crimes de guerra baseados nos testemunhos contrabandeados dos campos de extermínio e dos movimentos de resistência em vários países ocupados pelos nazis" - revela o "The Independent."
No âmago destas descobertas feitas por Plesch nos arquivos da época, estão documentos criminalizando Hitler e seus párias por crimes de guerra cometidos em 1944.

JÁ SE SABIA...
"As grandes potências comentaram (sobre o assassínio em massa de judeus) dois anos e meio antes daquela que tem sido a data até agora assumida" - afirmou Plesch ao "The Independent."
"Tem sido alegado que elas apenas tomaram conhecimento disto quando descobriram os campos de concentração, no entanto elas fizeram estas declarações públicas já em Dezembro de 1942" - acrescentou o historiador.
Para além disso, Pelsch acrescentou ainda que a enorme colecção de evidências sobre a "Solução Final", que foi utilizada pelo enviado do presidente norte-americano Franklim D. Roosevelt à "Comissão dos Crimes de Guerra" da ONU Herbert Pell, acabou por ser retirada por anti-semitas no Departamento de Estado norte-americano.

Esta revelação comprova mais uma vez que em questões de Holocausto, não há praticamente inocentes...

Shalom, Israel!



quinta-feira, abril 13, 2017

AHMADINEJAD CANDIDATA-SE ÀS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS NO IRÃO

Numa inesperada e surpreendente resolução, o ex-presidente da República Islâmica do Irão, o cruel e hediondo inimigo de Israel Mahmoud Ahmadinejad, comunicou ontem ao seu país que também se candidataria às próximas eleições presidenciais a realizar no próximo mês de Maio.
Esta decisão surpreende ainda mais quando se sabe que este inimigo de Israel tinha sido aconselhado pelo próprio líder supremo do Irão a manter-se fora da corrida presidencial.

Julgava-se que o actual e alegadamente "moderado" presidente Rouhani - autor do enganoso acordo nuclear com Hussein Obama e outros pacóvios - seria reconduzido à presidência, tanto mais que é um seguidor das políticas actuais do líder supremo, o ayatollah Ali Khamenei. 
A candidatura e hipotética eleição de Ahmadinejad agradará certamente aos membros "linha dura" do governo de Teerão, uma vez que se vêem cada vez ameaçados pelas ameaças vindas de Washington, e o radical Ahmadinejad, um incurável anti-semita e anti-americano, seria para eles a escolha certa para enfrentar as ameaças de Donald Trump, que já provou que não se fica pelas palavras...

Ahmadinejad serviu a presidência iraniana por 2 mandatos de 4 anos, entre 2005 e 2013.
A sua reeleição em 2009 gerou violentos protestos que levaram à prisão de milhares de manifestantes e à morte de várias dezenas.

NEGACIONISTA
Para além da sua conhecida crueldade interna, Ahmadinejad é um claro negacionista do Holocausto, verberando por diversas vezes a aniquilação do estado judaico e defendendo o desenvolvimento do programa nuclear do seu país.

MAIS UMA PEÇA NESTE XADREZ PRÉ III GUERRA MUNDIAL?
2017 não pára de nos surpreender. Grandes e inesperadas mudanças no xadrez internacional têm avolumado as tensões no Médio Oriente e não só. A possível volta deste sanguinário líder anti-semita ao palco das decisões não augura nada de bom neste cenário que muitos já alegam poder vir a ser a preparação para a próxima e inescapável III guerra mundial...

Shalom, Israel!

quarta-feira, abril 12, 2017

MILHARES DE JUDEUS VISITAM A CAVE DE MACPELA, NA CIDADE BÍBLICA DE HEBRON

Muitos milhares de judeus estão visitando a cave de Macpela durante a época das festas bíblicas da Páscoa judaica. Durante a maior parte do ano só uma parte da cave é aberta para as visitas de judeus, mas na altura da Páscoa todo o espaço fica disponível para visitas, o que atrai uma grande quantidade de judeus religiosos e não só.
A segurança está sendo garantida por cerca de 1.000 militares das Forças de Defesa de Israel, polícias e polícias de fronteira. Os peregrinos e os turistas visitam vários santuários na zona de Hebron e fazem orações dentro da própria cave.
Vários túmulos encontrados dentro da cave são venerados visitados pelos judeus: para além do túmulo dos patriarcas Abraão e Sara, Isaque e Rebeca, Jacó e Lia, também se podem encontrar o do profeta Otniel que, segundo a tradição, era o genro de Calebe, um dos 12 espias que foram enviados por Moisés para conhecer a Terra Prometida.

Shalom, Israel!

terça-feira, abril 11, 2017

O MESSIAS YESHUA (JESUS): A NOSSA PÁSCOA!

Milhões de judeus em todo o mundo reuniram-se na noite de ontem com a família e amigos para uma refeição especial denominada "seder."
Esta noite haverá um segundo "seder" pelo mundo fora.
Durante a refeição, é narrada a História de como Deus viu a aflição do Seu povo, e como o tirou da opressão do Egipto com mão poderosa e braço estendido.

YESHUA É O VERDADEIRO CUMPRIMENTO DA PÁSCOA
Infelizmente, para a esmagadora maioria dos judeus, a comemoração fica-se apenas por aí.
Mas, a Páscoa é muito mais do que a libertação do Egipto. Enquanto ali foi uma libertação física, com o sacrifício do Messias Jesus passou a ser uma libertação espiritual através da expiação integral dos pecados de toda a humanidade!

Ao celebrarmos esta importante data, lembramos a dupla libertação do povo de Deus!

O SANGUE DO CORDEIRO
Na noite anterior à saída dos judeus do Egipto, todos quantos deram ouvidos às instruções do profeta Moisés pintaram as ombreiras das portas das suas casas com o sangue do cordeiro morto, para que a ira de Deus "passasse por cima" desse lar. É essa mesma expressão "passar por cima" - pesach - que deu origem à palavra "Páscoa."
Esse sangue derramado com a morte do cordeiro inocente antevia já a morte do Messias Jesus, o nosso Cordeiro pascal, cujo sangue foi derramado pelos pecados - 1 Pedro 1:19.
"No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo" - Evangelho de João 1:29. 

"Porque o Messias, nossa páscoa, foi sacrificado por nós." - 1 Coríntios 5:7.

O MESSIAS YESHUA REPRESENTADO PELO PÃO SEM FERMENTO (MATZAH)
Nestes 8 dias de celebração da Festa bíblica da Pascoa, os judeus estão proibidos de comer pão fermentado ou qualquer espécie de fermento. Quando o povo de Israel saiu do Egipto na madrugada da Páscoa, fê-lo apressadamente, não dando tempo ao pão de fermentar, pelo que a festa só deve incluir "matzah" - pão ázimo, não fermentado.
Sendo na Bíblia um símbolo do pecado, o fermento não "contaminou" a Pessoa do Messias Jesus, sendo Ele perfeito em tudo, nunca pecando, vivendo assim - e só Ele - uma vida inteira isenta de pecado, o fermento espiritual.

"Façamos a festa, não com o fermento velho (pecado), nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os ázimos da sinceridade e da verdade" - 1 Coríntios 5: 8.

Boa Páscoa!

segunda-feira, abril 10, 2017

PÁSCOA JUDAICA INICIA-SE ESTA NOITE

Começa esta noite a celebração da Festa da Páscoa, em que durante os próximos 7 dias os judeus de todo o mundo e muitos cristãos bíblicos estarão comemorando a grande libertação do jugo da escravidão no Egipto através da poderosa manifestação do juízo de Deus sobre o Faraó e seu povo, ao mesmo tempo que protegendo os israelitas através da marca do sangue nas ombreiras das portas das suas casas. A última refeição comida naquela condição teria de ser cordeiro assado, acompanhado de vinho e outros alimentos, como o pão não fermentado. Para os judeus, a refeição celebrada esta noite em família - o seder - lembrará toda a História da redenção do povo judeu, através da leitura de trechos da Bíblia intercalada com orações e recitações conjuntas - a "Hagaddah".
Para os cristãos, a festa é ainda de maior significado e amplitude, uma vez que o Messias Jesus celebrou a mesma com os Seus apóstolos, abrindo no entanto uma nova janela na História da redenção, ao prometer que derramaria o Seu sangue e entregaria o Seu santo corpo dentro de poucas horas, para pagar de uma vez por todas e para sempre o preço dos nossos pecados, fazendo com a Sua morte sacrificial e voluntária uma expiação perfeita e completa!

E tal como o sangue do cordeiro morto no Egipto seria o sinal da protecção do povo da aliança perante a ira do Senhor Deus, assim é também o precioso sangue do Messias Jesus - o Cordeiro de Deus - protegendo-nos da ira do Senhor e tirando dos nossos corações toda a mancha provocada pelo pecado, tornando-nos justificados diante de um Deus Santo. Tudo isso sem qualquer possibilidade de mérito da nossa parte, unicamente o d'Aquele que sendo justo, Se fez injusto por nossa causa.

A Páscoa é assim o nosso grito de liberdade. Através do sacrifício do Cordeiro de Deus - o Messias Jesus - no madeiro, podemos encontrar perdão completo e aceitação da parte de Deus! Tudo por Ele e através d'Ele, pois Ele - o Messias Jesus - é a nossa Páscoa, a nossa passagem da morte para a vida.

Ao celebrarmos esta Páscoa, não percamos o foco daquilo que realmente a torna festa e celebração: a morte expiatória do Messias, terminando de uma vez por todas com a maldição trazida pela Lei, e libertando-nos para uma nova vida, a vida do próprio Deus em nós, através do Seu Filho, Jesus, o Messias de Israel.

Shalom, Israel!

sábado, abril 08, 2017

SÍRIOS VÍTIMAS DA GUERRA TRATADOS EM ISRAEL

Enquanto o cruel regime sírio vai martirizando o seu próprio povo através do uso de armas químicas, os refugiados sírios que vêm sendo tratados em Israel reconhecem quem é o seu verdadeiro inimigo: "Israel não é o nosso inimigo. O nosso inimigo é Bashar (presidente da Síria)."
Para estas muitas vítimas da crueldade do ditador, "O futuro da Síria não inclui Bashar Assad."

DESDE 2013
Sete sírios feridos - duas crianças, quatro mulheres e um homem - esperaram dolorosamente pelo cair da noite para conseguirem atravessar para território inimigo. Sob os raios de uma lua pouco brilhante, pessoal de uma equipa médica israelita carregou os feridos através da tensa fronteira entre a Síria e Israel até ambulâncias protegidas que os transportaram até hospitais israelitas, onde lhes foram imediatamente prestados cuidados intensivos.

Esta é uma cena recorrente desde 2013, em que militares israelitas têm ido buscar civis sírios feridos pelos ataques da guerra civil. Segundo os números israelitas, cerca de 3.000 civis sírios já foram até agora tratados em hospitais israelitas, um número que deve crescer muito rapidamente, à medida que a guerra vai aumentando a sua crueldade através do uso proibido de armas químicas pelo regime de Bashar al-Assad, que levou a uma súbita intervenção norte-americana.
Ainda que comparadamente com as centenas de milhar de mortos causados por esta guerra o número de pessoas tratadas por Israel seja mínimo, a verdade é que este é um exemplo para um mundo tão desconhecedor da realidade de Israel do que salvar vidas significa para o povo judeu. 

Estas últimas 7 pessoas "salvas" na noite da passada Quinta-Feira são um exemplo disso mesmo. Quando os soldados-médicos israelitas se aperceberam da gravidade dos ferimentos em duas daquelas vítimas sírias, não mediram esforços, e sob todos os perigos decorrentes desta operação, requisitaram um helicóptero que prontamente transportou os feridos para um hospital israelita próximo.
"Analisamos a respiração, medimos o pulso e a pressão sanguínea - todos os sinais vitais" - testemunhou um dos médicos israelitas - "Damos uma olhada nos seus ferimentos, examinamos os cortes, examinamos o peito, a cabeça, tudo, e então decidimos qual a tratamento a aplicar a cada paciente ferido."

GUERRA QUÍMICA
Estes novos pacientes sírios tratados por Israel começaram a ser tratados na mesma altura em que 59 mísseis norte-americanos eram disparados contra uma base aérea síria - numa escalada de guerra aplaudida pelos estados árabes sunitas, pelos rebeldes e por Israel, mas condenada por Assad e pelos seus "amigos" russos e chineses. O ataque norte-americano foi alegadamente a "resposta" ao terrível ataque realizado com armas químicas, da responsabilidade do exército sírio e que causou dezenas de vítimas entre a população civil, incluindo crianças.
Os pacientes sírios manifestam de todas as formas a sua apreciação e gratidão a Israel, evitando no entanto qualquer forma de identificação que poria em risco de vida as suas famílias ainda em território sírio. Após os tratamentos, os sírios regressam clandestinamente à sua terra e propagam as notícias de que Israel cuida daqueles que estão feridos e em risco de vida. O cuidado médico israelita é gratuito, não havendo descriminação sobre quem é atendido, não havendo também a recolha de informações pessoais.

Assim é Israel. Bem diferente daquilo que os seus inimigos querem fazer crer.

Shalom, Israel!

segunda-feira, abril 03, 2017

ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA A EXCURSÃO A ISRAEL EM 2018 - COMEMORANDO OS 70 ANOS DA INDEPENDÊNCIA DO ESTADO MODERNO DE ISRAEL

Em 14 de Maio de 1948, pelas 16H00, numa quente Sexta-Feira de Tel Aviv, "nasceu Israel".
Em 2018 serão celebrados os 70 anos deste acontecimento histórico e profético. 
70 anos são uma geração bíblica.
Não poderíamos deixar de celebrar esta data fundamental para Israel, para os judeus e o mundo em geral. Temos já o programa organizado para uma excursão a Israel, em finais de Agosto de 2018, com inscrições já abertas e com condições de pagamento extremamente facilitadas!

Não perca esta oportunidade única de visitar e conhecer a "Terra dos milagres", a Terra das promessas, onde os planos de Deus se concretizam e confirmam a cada dia que passa!

Venha connosco comemorar a "primeira geração" - 70 anos - de Israel!

Para mais informações sobre o programa, preços e condições, contacte-nos por favor para o seguinte email:
                            viagens.shalom@gmail.com



viagens.shalom@gmail.com

sábado, abril 01, 2017

DESDE GUTERRES À ALEMANHA, DA FRANÇA AO REINO UNIDO, TODOS CONDENAM ISRAEL POR CONSTRUIR NA SUA PRÓPRIA TERRA...


A hipocrisia dos líderes políticos mundiais não tem limites. Com tantos gravíssimos problemas mundiais com que se deveriam ocupar, as atenções desses joguetes ao serviço da agenda anti-semita volta-se mais uma vez para Israel, condenando mais uma vez o governo judaico por ter aprovado a construção de casas para as famílias judaicas retiradas à força de Amona há pouco meses atrás.
O primeiro-ministro israelita havia prometido aos residentes judeus expulsos por ordem do Supremo Tribunal de Israel das suas casas onde habitavam há vários anos, que lhes concederia novos espaços - terrenos - para poderem reconstruir as suas vidas.
Desde há 20 anos que não eram feitas construções israelitas em território disputado pelos árabes. 
É revoltante ver a doentia hipocrisia dos líderes mundiais, que em vez de cuidarem dos gravíssimos imbróglios que têm em mãos nas suas próprias colónias, vêm preocupar-se com construções feitas num pequeno espaço de terra, ainda por cima quando é o próprio governo de um país soberano a aprovar por unanimidade tais construções para o povo natural da sua terra. 

GUTERRES DESILUDE
O novo secretário-geral da ONU, António Guterres, demonstrou estar "desiludido e alarmado" pela decisão de Israel. 
"O secretário geral tem consistentemente sublinhado que não existe 'plano B' para que israelitas e palestinianos vivam conjuntamente em paz e segurança" - confirmou Stéphane Dujarric, porta-voz da ONU. 
E acrescentou: "Ele condena todas as acções unilaterais que, tais como a actual, ameaçam a paz e minam a solução dois estados."
O sr. Guterres não abre a boca em relação ao actual progressivo e preocupante rearmamento do Hamas, cujo único objectivo é destruir Israel. Essa deveria ser a preocupação do secretário-geral da ONU, não a construção de umas centenas de casas num território administrado por um estado soberano, membro de pleno direito da ONU.

CONDENAÇÃO DO REINO UNIDO, FRANÇA E ALEMANHA
Ontem também se ouviram as vozes condenatórias destes 3 países europeus. Os mesmos motivos. A mesma cegueira. A mesma e incurável atitude anti-semita de que não se conseguem libertar. O mais incrível é que estes 3 países estão a braços com gravíssimos problemas internos causados pelo descontrolado influxo de refugiados, na maioria muçulmanos, mas longe de resolverem os seus problemas, atacam um estado de direito, a única democracia em todo o Médio Oriente, pelo simples facto de o seu governo ter aprovado por unanimidade a construção de casas para os seus cidadãos...!
O secretário para as Relações Exteriores do Reino Unido, Boris Johnson, veio ontem mesmo contestar a decisão do governo soberano de Israel: "Estes anúncios são contrários à lei internacional e minam seriamente as perspectivas de dois estados para dois povos. Como forte amigo de Israel, e como alguém disponível para defender Israel quando enfrenta críticas injustas, apelo a Israel para que não dê passos como este, que nos afasta do nosso propósito comum de paz e segurança, tornando mais difícil alcançar-se um relacionamento diferente entre Israel e o mundo árabe."
O Ministério dos Negócios Estrangeiros de França alegou que os anúncios de Israel eram "extremamente preocupantes" e que "Paris condena firmemente estas decisões que ameaçam a paz e que arriscam o exacerbar das tensões no terreno."
A Alemanha também expressou a sua condenação, chegando ao ponto de afirmar "não reconhecer qualquer alteração às linhas de 1967 que não tinham sido acordadas por ambas as partes."

Enfim, o tristemente habitual e coordenado movimento condenatório europeu às decisões tomadas pela única democracia em todo o Médio Oriente. Depois queixam-se dos atentados terroristas nos seus próprios quintais...

Shalom, Israel!


sexta-feira, março 31, 2017

ISRAEL VAI RESTRINGIR "SIGNIFICATIVAMENTE" NOVAS CONSTRUÇÕES NA JUDEIA E SAMARIA...PARA AGRADAR A DONALD TRUMP

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu anunciou hoje aos membros do seu gabinete de segurança que o governo israelita irá restringir "significativamente" o número de novas construções na Judeia e Samaria, numa adesão ao recente pedido feito nesse sentido pela administração norte-americana.
Segundo esta nova política, Israel só construirá casas em terras já utilizadas por residentes e não expandirá novos aldeamentos.
Um representante da Casa Branca afirmou entretanto que os EUA "recebem com agrado" o facto de Israel ter preferido "adoptar uma política relacionada com a actividade dos aldeamentos que leva em consideração as preocupações do presidente."
"Conquanto a existência de aldeamentos não seja por si própria um obstáculo à paz, a continuidade irrestrita da actividade das construções, não ajuda ao avanço da paz" - referiu o representante.

NOVO ALDEAMENTO PARA OS RESIDENTES EXPULSOS DE AMONA
Em relação à construção de um novo aldeamento para os residentes expulsos de Amona, e que foi ontem aprovada por unanimidade pelo gabinete de segurança, o representante norte-americano informou que Netanyahu já se havia comprometido com o mesmo antes da tomada de posse de Trump.
O novo aldeamento ontem aprovado corresponde a uma promessa feita por Netanyahu quando da expulsão dos residentes judeus de Amona: "Prometi logo desde o início que iríamos construir um novo aldeamento, e hoje estamos cumprindo essa promessa" - afirmou o primeiro-ministro, antes da aprovação da concessão de 220 ares de terrenos para as novas construções. 

Shalom, Israel!

quinta-feira, março 30, 2017

LIGA ÁRABE PROPÕE TRABALHAR COM TRUMP PARA UM ACORDO DE PAZ NO MÉDIO ORIENTE

Reunidos no dia de ontem nas margens jordanas do Mar Morto, 21 monarcas, presidentes e políticos árabes, representando a "Liga Árabe", relançaram um plano de paz que oferece a Israel relações totais em troca do estabelecimento de um estado palestiniano em terras de Israel, dando sinais a Donald Trump de que estão dispostos a se envolverem, caso ele decida avançar com um novo acordo de paz.
O rei jordano, anfitrião deste encontro realizado na fronteira com Israel, afirmou que esta cimeira enviou "uma mensagem de paz" - ainda que isso signifique pressionar Israel a recuar das terras que "ocupou" durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967.
Esta reunião árabe realizou-se semanas antes de alguns encontros que Trump terá na Casa Branca com 3 líderes árabes: o rei Abdullah II da Jordânia, o presidente egípcio Abdel Fattah el-Sissi, e o presidente da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas. Este trio reuniu-se às margens do encontro para consolidar posições antes dos encontros na Casa Branca.
Donald Trump ainda não estabeleceu uma política para o conflito israelo-palestiniano, mas já afirmou desejar promover um plano de paz para a região. A sua promessa de mover a embaixada dos EUA para a capital Jerusalém e a recente sugestão de que podem haver alternativas à "solução 2 estados" deixaram os árabes à beira de um ataque de nervos.
Parece no entanto que a promessa de Trump não se irá concretizar tão cedo...alguns membros do seu governo são até a favor da "solução 2 estados."

O enviado internacional de Trump, Jason Greenblatt, assistiu à cimeira e manteve conversações com Abbas e com os ministros dos Negócios Estrangeiros da Jordânia, do Egipto e do Qatar.
Greenblatt afirmou a crença de Trump de que um acordo entre israelitas e palestinianos "não só é possível, como iria reverberar de forma positiva em toda a região e no mundo."
Os palestinianos ambicionam formar um estado independente na Judeia, Samaria, Faixa de Gaza e Jerusalém oriental, territórios recuperados por Israel após a Guerra de 1967, e que são parte integral da Terra de Israel. Netanyahu tem insistido querer negociar um acordo directamente com os palestinianos para a formação de um estado árabe, rejeitando no entanto qualquer partilha ou divisão de Jerusalém. 
A declaração final da cimeira menciona que "a paz é uma opção estratégica" para os estados árabes.
A importância de Jerusalém para o mundo árabe foi também mencionada na declaração final, fazendo questão de apelar aos países de todo o mundo para não deslocalizarem as suas embaixadas para Jerusalém - um claro aviso a Donald Trump.

A "esperteza" árabe não deve colher frutos no governo de Netanyahu. Estabelecer as regras a um estado que está no seu direito de habitar e construir na Terra que é sua de direito é uma imposição que Israel não irá obviamente aceitar, já para não falar da pérfida idéia de dividir aquela que é a capital unificada, indivisível e eterna de Israel: Jerusalém!

Shalom, Israel!

quarta-feira, março 29, 2017

"BÍBLIA DE ISRAEL" ENTRA NA ONU

Quando em Outubro passado as Nações Unidas passaram uma pérfida resolução anti-Israel negando a ligação judaica ao Monte do Templo e ao Muro Ocidental, em Jerusalém, o rabi Tuly Weisz, editor da "Bíblia de Israel" e fundador do "Israel365" decidiu avançar a todo o vapor e "bombardear a ONU com Bíblias."
"Quem conseguir desligar a nação judaica de Jerusalém prova que nunca leu a Bíblia" - explicou o rabi.
"Sentimos portanto que a "Bíblia de Israel", que delineia a ligação entre Deus, o povo e a terra de Israel, deveria estar acessível aos líderes das nações" - afirmou Weisz.

O rabi visitou na semana passada a sede da ONU em Nova Iorque para entregar pessoalmente uma cópia da "Bíblia de Israel." Ao chegar, encontrou-se com a guia durante o dia inteiro, uma funcionária da ONU, que lhe contou um facto incrível.
Depois de o ter recebido calorosamente, a guia explicou ser uma sionista cristã que orgulhosamente exibia uma bandeira de Israel colocada na sua mesa e um calendário judaico pendurado no seu computador - e ela não é a única a apoiar Israel na ONU.
"Há hoje alguns lugares que representam a hostilidade anti-Israel e que rejeitam a verdade bíblica, como é o caso da sede das Nações Unidas na baixa de Manhattan" - testemunhou o rabi, acrescentando: "É por isso que eu não sabia o que me esperaria ao chegar para entregar a "Bíblia de Israel" aos delegados da ONU como parte da nossa campanha para "bombardear a ONU com Bíblias", mas o encontrar-me com esta guia deu-me esperanças."
A guia explicou ao rabi Weisz que um número enorme de funcionários da ONU é veementemente anti-Israel, mas que tanto ela como um pequeno grupo reúnem-se todas as semanas para orarem pela paz em Jerusalém.
"Fiquei chocado e tocado ao descobrir que nas profundezas dos corredores da ONU há cristãos que como esta mulher acreditam que Deus os colocou lá para servirem como vigias, que desempenham um papel fulcral na defesa do povo judeu" - afirmou o rabi.

Durante a sua visita à ONU, o rabi Weisz ofereceu um exemplar da "Bíblia de Israel" ao embaixador israelita para as Nações Unidas Danny Danon. Poucas semanas antes, o embaixador Danon tinha respondido à condenação a Israel e à negação da soberania judaica pelo Conselho de Segurança, levantando uma Bíblia na sua mão e afirmando: "Este Livro contém 3.000 anos de História judaica em Israel e ninguém pode anular ou alterar esse facto!"
O rabi concluiu depois a sua visita à sede da ONU, entrando na sala da assembleia geral, onde orgulhosamente empunhou bem alto a "Bíblia de Israel" no mesmo pódio de onde é cuspido tanto veneno anti-Israel.
"Fiz (ali) uma oração para que os assim chamados líderes mundiais se possam submeter ao Livro que honra o Deus do povo e da terra de Israel. Oro para que os nossos esforços proporcionem o dia em que os líderes mundiais se reúnam, não para negar a Deus, mas para se unirem e reconhecerem o Único e Verdadeiro Deus de Israel" - sorriu, convicto. 

Shalom, Israel!

terça-feira, março 28, 2017

"ACABARAM-SE OS DIAS EM QUE ISRAEL ERA AGREDIDO NA ONU" - GARANTE A REPRESENTANTE NORTE-AMERICANA

Perante uma audiência de quase 18.000 pessoas em êxtase ontem à noite, na conferência anual da AIPAC - "American Israel Public Affairs Comittee"  - a representante norte-americana para as Nações Unidas Nikki Haley prometeu uma nova era na ONU, uma nova época em que que os EUA serão um aliado inequívoco e ousado de Israel, e qualquer nação que se atravessar no caminho sofrerá a sua ira.
"Eu calço sapatos altos. Mas nada tem a ver com a moda. É porque se eu vir algo de errado, vamos pontapear em todas as direcções."
"Quando a resolução (da ONU) 2334 passou, e os Estados Unidos se abstiveram (durante a administração Obama), todo o país sentiu que levou um pontapé nas tripas" - comentou a diplomata perante a vasta audiência. E acrescentou: "Tínhamos acabado de fazer algo que revelou os Estados Unidos no seu ponto mais baixo de sempre. Nunca viráramos as costas aos nossos amigos, e não temos maior amigo que Israel. Ver aquilo acontecer não foi apenas embaraçoso: doeu."
E prometeu: "Aconteceu, mas não volta a acontecer!"
"Ninguém vai pegar o nosso democrático amigo número um no Médio Oriente e bater-lhe" - garantiu Haley, avisando ainda: "Se nos desafiarem, preparem-se para aquilo em que nos desafiaram, porque vamos responder" - exclamou, acrescentando perante a multidão eufórica: "Acabaram-se os dias em que Israel era agredido na ONU."
"O que se vê agora é que eles já se retraíram um pouco. As agressões a Israel já não são tão visíveis."
Comentando ainda sobre o pérfido documento travado por Guterres a pedido de Haley, e que acusava Israel de ser um regime "apartheid", a ex-senadora comentou: "Eles voltaram a testar-nos com este relatório Falk. Não sei quem é esse tipo (Falk, o autor da proposta), nem o que anda a fazer, mas digo-vos que ele arranjou sérios problemas."
Já ontem a embaixadora norte-americana na ONU tinha alertado sobre o acordo nuclear com o Irão, que enfatizou: "apenas deu mais ousadia ao Irão para pensar que pode simplesmente querer mais."
"Vamos andar de olho neles como falcões" - avisou.

É isto que Israel precisa. Amigos dispostos a dar a cara e defender na ONU aquilo que é verdadeiro e justo, sem se deixarem manipular pela viciosa e perniciosa prole pró-árabe e anti-semita.

Shalom, Israel!

segunda-feira, março 27, 2017

CRESCIMENTO DA POPULAÇÃO JUDAICA NA JUDEIA E SAMARIA ANULA HIPÓTESE DA "SOLUÇÃO 2 ESTADOS"

Foi ontem publicado um relatório actualizado de 1 de Janeiro de 2017, com os dados populacionais judaicos, dando expectativas muito positivas quanto ao crescimento da população judaica na Judeia e Samaria, as regiões bíblicas erroneamente denominadas como "Margem Ocidental."
Segundo estes dados, há 420.899 judeus a viver na Judeia e na Samaria, sem contar com os habitantes judeus de Jerusalém oriental e cercanias, após a libertação da Cidade em Junho de 1967.
Este número assinalável de judeus vivendo nesta disputada região torna obsoleta a ideia de 2 estados vivendo lado a lado na Terra de Israel. Ainda bem.
E a evidência é tão clara, que até A.B.Yehoshua, um reconhecido autor israelita e até há bem pouco tempo forte activista a favor da solução 2 estados, renunciou à sua luta e confessou que "A solução (2 estados) não é mais possível. Durante 50 anos eu acreditei nessa solução, lutei por ela, tornando-me num activista a seu favor. Mas quando eu, como intelectual, tenho de encarar a realidade, não me deixando enganar a mim mesmo, tenho de questionar se essa solução é mesmo possível...depois de interiorizarmos que é impossível deportar 450.000 residentes na área C, isso não pode acontecer (sob nenhumas circunstâncias.) Podemos dividir Jerusalém?...é tempo de começarmos a pensar em soluções alternativas."

Segundo Baruch Gordon, pesquisador e fundador do "IsraelNationalNews", a questão é bem clara: "Durante anos, os legisladores, tanto de Israel como do Ocidente, não tiveram a mínima ideia da dimensão da população judaica da Margem Ocidental. Os números foram suprimidos e a imprensa calou-se. Este relatório introduziu os números reais ao discurso. O seu impacto não pode ser sub-avaliado."

Shalom, Israel!

sábado, março 25, 2017

MAIS UM ALINHAMENTO PROFÉTICO...OU NÃO ESTIVÉSSEMOS EM 2017...



"Estes têm um mesmo intento, e entregarão o seu poder e autoridade à besta" - Apocalipse 17:13



LÍDERES EUROPEUS REUNIRAM-SE ONTEM COM O PAPA FRANCISCO, EM ROMA, ANTES DA CELEBRAÇÃO DOS 60 ANOS DO "TRATADO DE ROMA" QUE DEU ORIGEM À AGORA CHAMADA "UNIÃO EUROPEIA"

Ainda que não estejamos para já a ver o cumprimento integral desta profecia apocalíptica, a realidade vindoura começa a vislumbrar-se através desta postura de submissão dos líderes europeus ao "falso profeta", na cidade de Roma, a "grande Babilónia/prostituta", aquela que se tem alimentado do sangue dos mártires e da mentira, mas cuja destruição está há muito anunciada.Segundo as notícias veiculadas pelos media, "o papa abençoou os líderes que se vão juntar em Roma."

É muito interessante o simbolismo do local deste encontro entre os líderes europeus e o "falso profeta": por detrás dos líderes (na fotografia de grupo), vê-se a grande pintura do "Juízo Final", de Miguel Ângelo, na Capela Sistina, Vaticano, Roma...

Como sou daqueles que acredita que o "Anti-Cristo" surgirá do antigo império romano revivificado - leia-se o profeta Daniel 9:27 - e que o mesmo será assessorado pelo "falso profeta" - também designado como "a segunda besta" - esta cena ontem encenada no Vaticano tem muito que se lhe diga, ó se tem...

Mas 2017 ainda agora começou...

sexta-feira, março 24, 2017

ANGELA MERKEL ALINHA-SE COM OS INIMIGOS DE ISRAEL CONTRA OS PLANOS DE DEUS

Recebendo o chefe da pilantragem palestiniana, Mahmoud Abbas, em Berlim, a chanceler alemã Angela Merkel pronunciou-se hoje a favor dos defensores da aniquilação do estado judaico, ao afirmar que "não há alternativa razoável" à solução dois estados entre israelitas e palestinianos, acrescentando ainda em tom de aviso que a actividade dos aldeamentos israelitas (apelidados pelos inimigos de Israel como "colonatos") está impedindo uma resolução para o conflito. 
Angela Merkel aproveitou também para repreender os palestinianos por aproveitarem os fóruns internacionais para em todas as ocasiões "denunciarem unilateralmente" Israel.
"Tanto o povo israelita como o palestiniano têm o direito de viver em paz e segurança, e nenhuma das outras opções pode conseguir essa credibilidade" - declarou Merkel esta manhã, durante a recepção ao líder palestiniano em Berlim.


Mas a chanceler não "perdoou" aos israelitas, mostrando mais uma vez o seu crescente afastamento para com Israel. A questão dos aldeamentos judaicos na Judeia e Samaria continua a ser um tema de fricção entre os governos alemão e israelita. Merkel avisou que na ausência de uma solução dois estados, Israel não pode permanecer simultaneamente "um estado judaico e um estado democrático."
Esta posição de Merkel não é única entre os líderes mundiais. No entanto, esta sua afirmação demonstra uma atitude de desacordo com a opinião expressa por Trump, em que este declarou apoiar tanto uma como outra decisão, desde que a mesma fosse aceite pelas partes envolvidas.

Mal irá à chanceler alemã se se deixar alinhar com a agenda anti-sionista. Tal postura não só desagrada ao Deus Altíssimo, como provoca a Sua ira.

Shalom, Israel!

quinta-feira, março 23, 2017

NETANYAHU NÃO VOLTA ATRÁS NAS CONSTRUÇÕES EM JERUSALÉM ORIENTAL

Ainda durante a sua visita à China, o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu informou que "não irá negociar" qualquer interrupção na construção de novas habitações em Jerusalém oriental.
Falando a repórteres na passada terça-Feira, o primeiro-ministro informou que conquanto esteja ainda a acertar um entendimento com a administração de Donald Trump sobre a construção de novas casas na Judeia e na Samaria, o tópico de restringir construções em Jerusalém oriental está fora da agenda.
"Não negociarei a questão de Jerusalém, mas estou preparado para encontrar uma fórmula acordada para os aldeamentos" - afirmou Netanyahu.

Shalom, Israel!

quarta-feira, março 22, 2017

Presidente da República inaugurou exposição “Heranças e Vivências Judaicas em Portugal” - NOTÍCIAS - PRESIDENCIA.PT

Presidente da República inaugurou exposição “Heranças e Vivências Judaicas em Portugal” - NOTÍCIAS - PRESIDENCIA.PT: O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa inauguração, na sala de exposições do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Lisboa, a Exposição Internacional “Heranças e Vivências Judaicas em Portugal” organizada pela da Rede de Judiarias de Portugal - Rotas de Sefarad.

terça-feira, março 21, 2017

ISRAEL ESTREIA NOVO SISTEMA DE DEFESA ANTI-MÍSSIL "FUNDA DE DAVID"

Acompanhando o crescente das tensões na fronteira Norte de Israel (Líbano e Síria), a Força Aérea Israelita inaugurou ontem oficialmente o seu novo sistema de defesa anti-míssil, cognominado de "Funda de David", acrescentando assim mais um avançado sistema de protecção aos já bem sucedidos "Cúpula de Ferro" e "Arrow", cuja eficácia tem sido comprovada nos últimos ataques com rockets disparados pelo Hamas a partir da Faixa de Gaza.
Este novo sistema é o resultado de um trabalho conjunto realizado por israelitas e norte-americanos.
Já operacional, este sistema irá funcionar como parte do programa de defesa anti-míssil israelita.
Quando em plena capacidade de acção, o sistema "Funda de David" opera na camada acima da "Cúpula de Ferro" e abaixo do sistema "Arrow." Isso significa na prática que está preparado para interceptar mísseis balísticos, rockets de alcance médio a longo e mísseis de cruzeiro disparados de distâncias entre 40 e 300 quilómetros.

TENSÕES NA FRONTEIRA NORTE
Este novo sistema vem mesmo a tempo. As tensões na fronteira Norte de Israel avolumam-se, com um míssil terra-ar sírio recentemente interceptado pelo sistema israelita "Arrow" depois de um ataque da Força Aérea Israelita a um carregamento de armas do Hezbollah.

A eficácia do sistema de defesa "Arrow" no derrube do míssil S-200 sírio com uma ogiva carregando 200 kgs de explosivos foi vital, uma vez que visava a região do vale do rio Jordão.
Sabe-se que o míssil foi disparado a partir de uma base aérea síria perto da cidade de Homs. 
Menos de um minuto depois de o míssil S-200 ter sido disparado, identificou-se do lado israelita o perigo que o mesmo constituíria para o país, levando a equipa do "Arrow-2" a disparar contra o míssil.

Os inimigos não descansam, mas Israel não dorme. E os avisos do ministro da Defesa de Israel são bem claros: se a Síria continuar a disparar mísseis contra Israel, a aviação israelita destruirá por completo todos os sistemas de defesa antí-míssil dos sírios...

Shalom, Israel!