quinta-feira, junho 22, 2017

JARED KUSHNER (GENRO DE TRUMP) EM DIGRESSÃO POR ISRAEL, PARA TENTAR RELANÇAR O MAIS QUE MORIBUNDO PROCESSO DE PAZ

Em Israel desde ontem, onde se reuniu com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, o genro do presidente norte-americano, o judeu religioso Jared Kushner, encontra-se desde ontem em Israel como enviado da administração norte-americana, para tentar fazer avançar o ambicionado plano de paz de Trump para a região do Médio Oriente.
O encontro havido ontem à noite com o presidente da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas terá sido "produtivo", tendo os dois líderes "reafirmado o seu compromisso de avançar o objectivo de Trump em alcançar uma paz genuína e duradoira."

Mais do mesmo. A conversa com Netanyahu foi a mesma do costume. Boas intenções. Não acredito que um novato norte-americano que de política internacional, muito em particular a do Médio Oriente, deve perceber tanto como eu de chinês, consiga alcançar algum novo avanço, num processo insolúvel e mais que condenado ao fracasso. Tanto mais que os palestinianos não mudam a sua conduta de ódio em relação a Israel. Basta ver a falta de condenação oficial da AP em relação ao hediondo assassinato de uma jovem polícia israelita, há poucos dias atrás, junto ao Portão de Damasco, na Cidade de Jerusalém, e o contínuo subsídio financeiro às famílias dos terroristas palestinianos...

Shalom, Israel!

quarta-feira, junho 21, 2017

AEROPORTO BEN GURION INAUGURA O SEU NOVO TERMINAL 1

O antigo Terminal 1 do aeroporto internacional Ben Gurion foi completamente renovado, graças à nova política de "céus abertos" que permite uma grande quantidade de voos de companhias "low cost", na maioria europeias.
O Terminal 1 tinha sido encerrado em Janeiro para obras de renovação, tendo já começado a funcionar provisoriamente em Maio passado. Esperam-se 1.4 milhões de passageiros anuais nesta secção do aeroporto internacional.
As renovações incluem um novo sistema electrónico de verificação de bagagens, um largo espaço para recolha de bagagens, vários stands de verificação de passaportes de leitura biométrica, nove portões de saída e uma nova área renovada de lojas "duty free."
O edifício foi também remodelado num estilo moderno, tendo-se incluído as estátuas dos dois antigos primeiro-ministros Menachem Begin e David Ben Gurion.
Espera-se ainda para o final deste ano a abertura de uma quarta secção no Terminal 3 que incluirá 8 novos portões de embarque. 

NOVO AEROPORTO EM EILAT
Espera-se também a abertura de um novo aeroporto internacional perto de Eilat, que irá substituir o actual, localizado dentro da cidade, mas cujo desmantelamento permitirá o crescimento da cidade mais a sul de Israel e cada vez mais procurada pelos turistas internacionais.

A previsão de passageiros nos aeroportos israelitas para 2018 é de 20 milhões, um aumento impressionante em comparação com estes últimos 9 anos. O número de passageiros em trânsito nos aeroporto israelitas em 2009 foi de 9 milhões.

Shalom, Israel!




terça-feira, junho 20, 2017

COMEÇARAM OS TRABALHOS DE TERRAPLANAGEM PARA A CONSTRUÇÃO DO PRIMEIRO ALDEAMENTO EM 25 ANOS NA JUDEIA E SAMARIA

O primeiro-ministro israelita anunciou o início dos trabalhos de terraplanagem em Amichai, dando assim início à construção de uma nova povoação na Judeia e Samaria, a primeira nestes últimos 25 anos.
Os novos residentes deste aldeamento serão as pessoas que foram evacuadas pela força de Amona, em Fevereiro passado.
"Começaram hoje os trabalhos iniciais de terraplanagem para o estabelecimento de uma nova comunidade para os residentes de Amona" - anunciou Netanyahu através do tweeter.
E acrescentou: "Depois de alguma décadas, tenho o privilégio de ser o primeiro-ministro a construir uma nova comunidade na Judeia e Samaria."
Este novo aldeamento - localizado próximos às povoações de Shiló e Eli, a Norte de Ramalá - será o primeiro do género a ser construído depois dos "Acordos de Oslo" assinados entre israelitas e palestinianos em 1993.

Shalom, Israel!



segunda-feira, junho 19, 2017

MARCHA PRÓ-HEZBOLLAH E ANTI-ISRAEL EM LONDRES, COM AUTORIZAÇÃO DO PRESIDENTE DA CÂMARA, O MUÇULMANO SADIQ KHAN

Centenas de manifestantes anti-Israel desfilaram ontem à tarde pelas ruas da capital britânica, apelando à destruição de Israel e acusando a nação judaica de genocídio, crimes contra a humanidade e opressão dos palestinianos.
A marcha anual "Al Quds" - que significa Jerusalém para os muçulmanos - juntou algumas centenas de apoiantes que arrogantemente exibiram bandeiras do grupo terrorista islâmico Hezbollah num desfile que os levou ao centro de Londres.
Os manifestantes foram escoltados por uma forte presença policial e à medida que caminhavam em direcção ao centro iam gritando palavras de ordem, acusando Israel de genocídio e crimes contra a humanidade, e exibindo cartazes com frases como: "Somos todos Hezbollah", "Boicotem Israel" e "Palestina livre."


Entre os participantes desta condenável manifestação encontravam-se também membros da seita judaica anti-Israel "Naturei Karta", que, ao lado dos defensores do Hezbollah, bradavam: "Basta de rabinos!", "Basta de sionistas", e "Basta de sinagogas!"

PERMITIDO PELO MAYOR, ELE PRÓPRIO MUÇULMANO...
Mais de 20 mil pessoas assinaram recentemente um manifesto, pedindo que a manifestação fosse ilegalizada, mas o presidente londrino, o muçulmano Sadiq Khan alegou não ter autoridade para tomar essa decisão...
Apesar de o braço armado do Hezbollah ser proibido no Reino Unido, o braço político dessa organização terrorista islâmica tem permissão para se manifestar publicamente. Vá lá o diabo saber porquê...

CONTRA-MANIFESTAÇÃO
Ao mesmo tempo que os inimigos de Israel se expressavam livremente nas ruas da capital de um estado que se diz democrático e que tem sido vítima de vários ataques terroristas recentes cometidos por grupos muçulmanos, centenas de manifestantes pró-Israel organizaram uma contra manifestação, cujo líder apelou aos dirigentes da marcha anti-Israel para que no próximo ano não a realizem em Londres, mas sim em Teerão...
Vladimir Bermant, representante do Congresso Mundial Judaico, afirmou: "O caminho do Hezbollah é de violência. Infelizmente, nós, os cidadãos de Londres já estamos habituados às bandeiras do terrorismo e aos apelos de 'Morte a Israel' e de 'Morte à América.'"
E acrescentou: "São esses os mesmos terroristas da Torre de Londres, de Manchester, ou de outro qualquer lugar. É por isso que a manifestação 'Al Quds' tem de ser proibida. Trazer crianças a uma marcha como esta cria um problema de radicalização que será muito difícil de solucionar no futuro."

Shalom, Israel!


sexta-feira, junho 16, 2017

PALESTINIANOS QUEREM INSCREVER A CIDADE BÍBLICA DE HEBRON NA UNESCO COMO "PATRIMÓNIO MUNDIAL...PALESTINIANO."

CAVE DOS PATRIARCAS, EM HEBRON
Os árabes "palestinianos" não são parcos em imaginação. Aliás, eles próprios são uma das mais vergonhosas invenções do século XX, uma vez que antes de 1967 simplesmente não "existiam"...
Mas a pérfida imaginação daquela gente não se fica pela sua própria origem e existência, mas passa pela habitual ridícula e absurda reinvenção da própria História.
E essa imaginação passa pela reivindicação de lugares na Terra de Israel que alegam pertencer-lhes, mesmo quando as evidências comprovam precisamente o contrário.
É o caso da cidade bíblica de Hebron.
A Autoridade Palestiniana apresentou ao Comité do Património Mundial da UNESCO um pedido de registo da cidade bíblica de Hebron - incluindo o túmulo dos patriarcas - como "património cultural palestiniano."
Os palestinianos querem submeter este pedido à UNESCO já na sua próxima reunião anual, a ter lugar no dia 1 de Julho, em Cracóvia, Polónia.
Existem actualmente 1.052 lugares considerados "património cultural mundial da UNESCO", sendo 9 deles israelitas e 2 palestinianos.
Ainda que o processo de inscrição e confirmação leve vários anos, a Autoridade Palestiniana quer aproveitar-se de uma cláusula que permite acelerar o processo sob a alegação de o património estar "em perigo."
E, como seria de esperar, os palestinianos acusam a "força ocupante" - Israel - de estar a destruir o lugar através de construções massivas, ainda que a realidade seja completamente diferente: Israel construiu um pequeno acréscimo em cimento, e o mesmo foi realizado em coordenação com a Autoridade Islâmica de Jerusalém (Waqf).

A PREOCUPAÇÃO DE ISRAEL
Para Israel, não será fácil conseguir entre os 21 países membros do "Comité" o necessário um terço de votos contra para impedir a possível aprovação pelo comité da UNESCO. É que nenhum desses países votou a favor de Israel quando das questões de Gaza e de Jerusalém. São eles: Finlândia, Polónia, Portugal, Croácia, Turquia, Azerbaijão, Indonésia, Filipinas, Coréia, Vietname, Cazaquistão, Quwait, Líbano, Burkina Faso, Zimbawe, Angola e Tanzânia.

A delegação israelita na UNESCO, presidida pelo embaixador Carmel Shama-Hacohen, iniciou já esforços para impedir os macabros planos da Autoridade Palestiniana.
Todos os embaixadores israelitas já se mobilizaram e tudo leva a crer que o próprio primeiro-ministro se irá também envolver nesta importante questão. Israel precisa de ter pelo menos um terço dos votos a seu favor, o que parece uma tarefa quase impossível. Se a decisão for aprovada pelo órgão da UNESCO, os palestinianos poderão reivindicar o controle da cidade bíblica, acarretando mais pressão internacional sobre Israel.
"Esta é uma clara continuação dos ataques e dos revoltantes votos alucinatórios na UNESCO relativos a Jerusalém, o Monte do Templo e o Muro Ocidental" - lamentou Shama-Hacohen, acrescentando: "Israel respeita as sensibilidades muçulmanas e assegura liberdade de culto, de ordem, de segurança, da manutenção rotineira, e do desenvolvimento das infraestruturas de suporte aos lugares sagrados.
A reivindicação deles é não só revoltante, como também o é a forma em como os palestinianos acusam Israel com difamações de coisas que nunca aconteceram."

Shalom, Israel!

quarta-feira, junho 14, 2017

CONVERGÊNCIA DE SINAIS INDICIA O CAMINHO PARA O TERCEIRO TEMPLO DE JERUSALÉM

Muitos séculos passaram sem que se pudesse imaginar a cena vivida há exactamente 50 anos atrás: soldados de Israel, sob a bandeira com a estrela de David, clamando exultantes e vitoriosos: "O Monte do Templo está nas nossas mãos!"
A conquista de Jerusalém oriental e do Monte do Templo custou muitas vidas aos heróis soldados do estado judaico. A batalha de Jerusalém foi intensa. Volvido um Jubileu (50 anos), Jerusalém continua e continuará nas mãos dos judeus.
A situação política do Monte do Templo é no entanto quase explosiva. Até o simples acto de orar pode gerar um grande conflito. Há no entanto a certeza que o domínio do lugar tão sagrado para os judeus e cristãos e em inferior importância para os muçulmanos estará sempre no centro das conversações a realizar entre judeus e árabes. E elas parecem vir a caminho.

ACRÉSCIMO DE SINAIS RELACIONADOS COM O TEMPLO DE JERUSALÉM  
Há um aumento progressivo de sinais indicadores de que os judeus estão a fazer progressos reais visando a construção de um Templo (o terceiro) na sua eterna capital, Jerusalém, onde há cerca de 3 mil anos foi erigido o primeiro Templo judaico. As implicações e ramificações de tal empreendimento estão longe da nossa imaginação e até compreensão. Mas, uma coisa é certa: qualquer acção no sentido da construção de um Terceiro Templo terá inimagináveis e profundíssimas consequências geopolíticas e espirituais. 
E, como em muitas profecias bíblicas, o cumprimento das mesmas é realizado por estágios ou etapas, assim também o projecto para a construção do Templo será necessariamente precedido por sinais, alguns dos quais já estão patentes diante dos nossos olhos. São eles:

- já estão a ser realizados sacrifícios da Páscoa junto ao Monte do Templo;
- já estão sendo trazidas e até criadas em Israel raças específicas de animais necessárias para os sacrifícios no Templo, conforme os ensinos da Torah (a Lei de Moisés);
- as modernas ciências e tecnologias do ADN já permitem identificar aqueles que serão geneticamente capacitados para servir como sacerdotes no Templo, assim que o mesmo seja construído;
- já foram preparados o altar, as vestimentas sacerdotais e outros materiais indispensáveis para a condução dos cultos no Templo.

Israel é de facto o ponto convergente das profecias. E o tema da construção do Terceiro Templo é actualmente um tema recorrente em muitas conversas, não só em Israel, como no meio de muitas comunidades judaicas e cristãs espalhadas pelo mundo. Este é certamente um tempo anunciado pelos profetas de outrora.

ISRAEL É UM MILAGRE VIVO
Israel é de facto um milagre vivo diante dos nossos olhos. É a única nação do mundo que ressuscitou ao fim de 2 mil anos! É a única nação do mundo cuja língua original foi restaurada ao fim de imensos séculos! É a única nação do mundo "criada" com um povo oriundo dos quatro cantos da terra! Israel é a única nação da qual tudo isto foi profetizado há mais de 2 mil anos, provando que a sua existência actual é sem qualquer dúvida o resultado da intervenção directa e sobrenatural de Deus!

OUTROS SINAIS CONVERGENTES
O renascimento de Israel no ano de 1948 poderá ter sido o início do despoletar de uma série de sinais globais anteriormente anunciados e que convergirão para o plano pré-estabelecido por Deus para a nação e povo de Israel. 

Apocalipse 13 dá-nos uma clara indicação da actual globalização mundial. Vêm-se também as nações em crescente "angústia e perplexidade", tal como profetizado em Lucas 21:25. Assiste-se hoje a um preocupante aumento da perseguição aos cristãos e ao crescimento do anti-semitismo global. Vê-se o mundo a voltar-se cada vez mais contra Israel, conforme profetizado em Zacarias 12. 

ISRAEL É O RELÓGIO PROFÉTICO
Israel é o relógio profético que Deus usa para mostrar ao mundo que é hora de juízo sobre toda a humanidade. O regresso do Seu Filho para resgatar o Seu povo e julgar as nações teria de ser precedido pela restauração de Israel, o regresso do povo judeu à sua Terra, a renovação da mesma, e a reconquista de Jerusalém, tornando-a novamente a capital eterna e indivisível do estado judaico. E se Israel é o relógio, Jerusalém será o ponteiro dos minutos, e o Monte do Templo o ponteiro indicador dos segundos.


Assim sendo, a hora profética avançou significativamente em Junho de 1967, e agora, volvidos 50 anos - o primeiro Jubileu bíblico - é tempo de estarmos preparados para um crescente acelerar do tempo profético, uma vez que o relógio está nas mãos de Deus, e nada nem ninguém se poderá aos Seus propósitos.

"Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o Verão..." - palavras do Mestre Jesus, referindo-se aos dias que estamos a viver. 

Shalom, Israel!




terça-feira, junho 13, 2017

ISRAEL ORGANIZA SIMULACROS POR TODO O PAÍS EM PREPARAÇÃO PARA A EVENTUALIDADE DE UM "GRANDE SISMO"

2.300 escolas públicas por todo o Israel, para além do próprio Parlamento e do Palácio presidencial participaram esta manhã de um simulacro como preparação para a eventualidade de um mega-terramoto.
A determinada hora, soaram os alarmes, e milhares e milhares de alunos correram para o exterior das salas de aula e das próprias escolas, ao mesmo tempo que era evacuado o 5º andar do Knesset através de equipas de resgate imediato, fazendo uso de cordas e escadas.
"A preparação é a chave para se minimizar o número de vítimas" - afirmou o presidente Reuven Rivlin, ele próprio participante destes testes.
Sistemas de detecção de sismos foram durante o ano passado instalados em escolas construídas antes de 1980. Outros 600 sistemas serão adicionados durante o próximo ano. O sistema identifica movimentações no solo causados por um terramoto e dispara imediatamente um alarme nas instalações da escola.
Segundo o Ministério da Educação, todos os alunos do 10º ano nas escolas de Israel serão submetidos a treinos durante o próximo ano lectivo, aprendendo os procedimentos mínimos em como lidar com um terramoto.
Para além dos simulacros hoje realizados, os estudantes que frequentam os 5º ao 12º ano já receberam formação apropriada relativa a sismos durante os meses de Fevereiro e Março deste ano. 

O sistema de educação está, nas palavras de um dos coordenadores, a colocar a ênfase na "evacuação imediata de infantários e escolas primárias."
Para além disso, o sistema de educação pode ajudar as equipas de socorro nas cidades afectadas, através da colocação em campo de psicólogos, professores estagiários e adolescentes voluntários. 
Segundo um responsável da Educação israelita, "O alvo é ensinar segurança, ao mesmo tempo que uma preparação para emergências. Mesmo quando um aluno não estiver na escola, ele saberá o que fazer em qualquer situação."
Os simulacros foram também realizados no edifício do Parlamento, na capital Jerusalém, e no palácio presidencial, com a participação do próprio presidente israelita Reuven Rivlin.

Shalom, Israel!

segunda-feira, junho 12, 2017

REDUÇÃO DO FORNECIMENTO DE ELECTRICIDADE EM GAZA DEIXA ISRAEL NUM PERIGOSO IMPASSE

O governo israelita decidiu dar ouvidos ao pedido da Autoridade Palestiniana para reduzir o fornecimento da electricidade à Faixa de Gaza.
O presidente da AP Mahmoud Abbas havia pedido a Israel para reduzir o abastecimento a Gaza, de forma a pressionar o Hamas, o grupo político e terrorista que controla toda a Faixa costeira.
A pretensão foi aprovada ontem à noite pelo ministério israelita, que decidiu diminuir o abastecimento diário em 45 minutos.

RESULTADOS "DESASTROSOS E PERIGOSOS"
O Hamas já reagiu esta manhã à decisão israelita, alertando que a redução do abastecimento poderá provocar resultados "desastrosos e perigosos" que podem conduzir a uma espiral de violência.
O comunicado do Hamas avisa ainda em tom intimidatório: "Quem vai arcar com as consequências desta decisão será o inimigo israelita, que está bloqueando a Faixa de Gaza, e o presidente da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas.

3 A 4 HORAS DIÁRIAS DE ELECTRICIDADE
Os habitantes de Gaza recebem apenas 3 a 4 horas de electricidade por dia produzidas internamente e exportadas por Israel e pelo Egipto.
Estes cortes associados a outros passos dados pela Autoridade Palestiniana têm visado aumentar a pressão sobre o Hamas, para que este deixe de controlar completamente a Faixa.
Tanto as autoridades israelitas como a Autoridade Palestiniana alegam que o Hamas teria o dinheiro suficiente para pagar a conta do fornecimento de luz se deixasse de gastar elevadas somas de dinheiro em armas para um futuro conflito contra Israel. 

O DILEMA ISRAELITA
Israel tem "a faca e o queijo na mão", mas teme-se que o corte no fornecimento pode na realidade aumentar a escalada da violência. Por outro lado, o Hamas tem de ser castigado pelo povo de Gaza, uma vez que não se trata da falta de dinheiro, mas do desvio das verbas para aplicações muitos menos pacíficas e úteis para a população. 

Shalom, Israel!

sexta-feira, junho 09, 2017

DEUS LIVRE ISRAEL DO REFINADO ANTI-SEMITA JEREMY CORBYN...

As eleições antecipadas de ontem no Reino Unido convocadas pela actual primeira-ministra Theresa May não só foram uma triste surpresa para os conservadores, que terão perdido 12 deputados no Parlamento britânico, como um inesperado revés para a própria líder inglesa, a meio de um complicado processo de saída da Inglaterra da União Europeia, o "Brexit."
O maior partido da oposição, liderado pelo anti-semita Jeremy Corbyn conquistou mais 32 lugares no parlamento, tornando inviável para Theresa May a constituição de um governo de maioria, conforme era seu plano ao convocar as eleições antecipadas, obrigando-a agora a apresentar à raínha um governo de coligação já entretanto anunciado com o Partido Unionista Democrático da Irlanda.
Se for aceite pela monarca inglesa, esse governo será indubitavelmente frágil em relação aos Trabalhistas, que, liderados por Jeremy Corbyn poderiam em alternativa formar uma coligação com os partidos da esquerda.

O PERIGO DE TER JEREMY CORBYN COMO PRIMEIRO-MINISTRO
O líder do Partido Trabalhista já convidou Theresa May a sair da liderança do país, algo que seria catastrófico para Israel. É que enquanto Theresa May tem declarado e provado ser uma forte apoiante de Israel, o seu rival Jeremy Corbyn é um refinado anti-semita, um indivíduo que se tem posicionado contra Israel, chegando ao ponto de se ter referido aos grupos terroristas islâmicos Hamas e Hezbollah como "nossos amigos" e comparado Israel ao "ISIS."
Na foto acima, o líder do partido Trabalhista é também visto na frente de uma manifestação a favor de Gaza e de condenação a Israel.
Deus livre Israel e os judeus britânicos deste idiota anti-semita...

Shalom, Israel!

quinta-feira, junho 08, 2017

PARLAMENTO ISRAELITA E CONGRESSO NORTE-AMERICANO CELEBRAM EM CONJUNTO OS 50 ANOS DA UNIFICAÇÃO DE JERUSALÉM, A CAPITAL ETERNA DE ISRAEL

Várias cerimónias tiveram lugar simultaneamente durante o dia de ontem, tanto na capital de Israel, como na dos EUA, celebrando a unificação da Capital de Israel, Jerusalém, exactamente 50 anos depois da sua libertação, em Junho de 1967.

O presidente do Knesset - parlamento de Israel - Yuli Edelstein, assinalou a ligação singular entre os EUA e Israel, descrevendo como os peregrinos que se estabeleceram naquilo que é hoje a América criaram da mesma forma "uma sociedade justa que os profetas hebreus pregaram aqui há milhares de anos atrás."
Edelstein apelou também à administração de Donald Trump para que reconheça Jerusalém como a eterna capital do estado de Israel.
O presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, Paul Ryan, mencionou os homens e as mulheres que perderam as suas vidas na luta para unificar Jerusalém.

"Após milhares de anos de exílio, o povo judeu está finalmente no seu lar. O lar na terra dos seus ancestrais. O lar na terra pela qual tantos morreram para defender. E lar na sua cidade de Jerusalém, a capital eterna que nunca mais será dividida."

As duas partes de Jerusalém - ocidental e oriental - foram unidas há 50 anos atrás, durante a Guerra dos Seis Dias, depois de as Forças de Defesa de Israel terem conseguido penetrar em Jerusalém oriental. Os grandes heróis desta conquista foram indubitavelmente os Ministro da Defesa Moshe Dayan e o chefe das FDI Yitzhak Rabin, na foto acima, caminhando na Jerusalém libertada  pelos heróicos soldados de Israel. 

NIKKI HALEY EM JERUSALÉM
Logo pela manhã de ontem, a embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, de visita a Israel, esteve junto ao Muro Ocidental, provando a sua posição ao lado de Israel na ONU, como parte da política estabelecida pelo presidente Donald Trump. 


Recebida com efusivo entusiasmo e gratidão pelas pessoas ali presentes, Nikki recolheu-se em oração silenciosa durante alguns minutos no espaço do Muro reservado para as mulheres, escrevendo ao sair: "O meu coração está cheio, e a minha vida vai mudar depois da visita. Foi uma bênção experimentar um lugar sagrado com pessoas espirituais cheias de amor. Que Deus abençoe todos quantos vierem ao Muro Ocidental."

Shalom, Israel!

quarta-feira, junho 07, 2017

E AO TERCEIRO DIA... JERUSALÉM FOI LIBERTADA. FAZ HOJE EXACTAMENTE 50 ANOS!

O "terceiro dia" é muito importante no calendário divino. 
Foi ao terceiro dia que Ele ressuscitou o Seu Filho dentre os mortos. Foi ao terceiro dia profético (1 dia = 1 ano) que o povo judeu renasceu das cinzas e declarou a sua independência na Terra de Israel (1945 - 1948). 
E foi ao terceiro dia da mítica Guerra dos Seis Dias que as vitoriosas tropas israelitas reconquistaram Jerusalém, até então ocupada pelos jordanos muçulmanos.
Para Deus não há coincidências. Tudo funciona segundo "os Seus decretos." 
"Depois de dois dias nos ressuscitará; ao terceiro dia nos levantará, e viveremos diante d' Ele." (profeta Oséias 6:2)

JERUSALÉM LIBERTADA DO JUGO DOS MUÇULMANOS
Exactamente no dia 7 de Junho de 1967, ao terceiro dia da Guerra dos Seis Dias, as tropas israelitas entraram na Cidade santa de Jerusalém, travando intensos combates e conseguindo chegar até ao símbolo actual mais importante para os judeus: O Muro Ocidental! 
Descrever as emoções vividas e sentidas por aqueles heróis seria um trabalho debalde, pelo que não nos atrevemos a tal empreendimento, apenas relatar os factos que mudaram para sempre a História de Israel, do povo judeu e da própria humanidade. 

"Após as 48 horas da batalha (pela libertação de Jerusalém do domínio jordano), estávamos cansados e suados, os nossos uniformes empoeirados e manchados de sangue, mas quando descemos as escadas e vimos as pedras do Muro Ocidental, muitos dos rapazes começaram a chorar...foi uma coisa extraordinária, difícil de descrever" - testemunhou Zion Karasenti, um dos "rapazes" da foto ao lado, que se tornou um ícone do Dia da Libertação e Reunificação de Jerusalém, há precisamente 1 Jubileu bíblico, 50 anos...

CUMPRIMENTO DA PROFECIA DO MESSIAS JESUS?
Para muitos estudiosos da Bíblia - eu incluído - não restam dúvidas de que a reconquista de Jerusalém, ao fim de 2 mil anos de Dispersão pelos quatro cantos da terra, é o cumprimento das palavras proféticas proferidas pelo Messias Jesus no Monte das Oliveiras: "E cairão ao fio da espada e serão levados cativos para todas as nações; e, até que os tempos dos gentios se completem, Jerusalém será pisada por eles" - Lucas 21.24.

Descrições feitas por soldados egípcios capturados durante esta Guerra referem a presença de milhares de anjos armados que eles viram em várias ocasiões e que os aterrorizaram ao ponto de se porem em fuga, mesmo quando diante deles estava apenas um soldado israelita!

A HISTÓRIA POR TRÁS DA VITÓRIA
Em Junho de 1967, os vizinhos árabes de Israel reuniram exércitos contando quase meio milhão de soldados preparados para invadir Israel. Os líderes árabes anunciaram publicamente a sua intenção de varrer completamente Israel do mapa. Os líderes de Israel temeram e tremeram. Mesmo assim, prepararam-se para o pior e isso levou-os a tomarem acções decisivas para frustrar os desígnios dos seus inimigos. Israel não só venceu a guerra, como acabou conquistando tanto território aos inimigos, que aumentou o seu espaço territorial em 3 vezes!
E...no terceiro dia da Guerra, dia 7 de Junho de 1967, as tropas para-quedistas israelitas libertaram a Cidade velha de Jerusalém!

Pouco antes das 9 da manhã do dia 5 de Junho, o primeiro dia da Guerra, o comandante chefe Uzi Narkiss, mandou uma mensagem ao então presidente do Município de Jerusalém, Teddy Kollek: "Isto é uma guerra. Está tudo em ordem. Você vai ser o prefeito de uma Jerusalém unida. Estamos a experimentar imenso sucesso."
No final do primeiro dia de batalha, Narkiss disse ao rabino Goren: "Prepare um shofar. Você está prestes a fazer História. O que está a acontecer no sul não é nada (a estrondosa vitória contra os egípcios em fuga). A coisa mais importante é a Cidade Velha e o Monte do Templo."
Na manhã do terceiro dia da Guerra, Narkiss falou com o deputado chefe de pessoal Haim Bar-Lev, e disse-lhe o seguinte: "Temos de entrar na Cidade Velha, mas com sensibilidade. Já há pressão para que haja um cessar fogo. Já estamos no canal (referindo-se ao canal de Suez). Os egípcios estão desconectados. Não queremos criar uma situação de enclave na Cidade Velha, tipo Monte Scopus...A questão é como e quando vamos tomar a Cidade Velha. Com o mínimo possível de fogo, não através de bombardeamentos."

"O MONTE DO TEMPLO ESTÁ NAS NOSSAS MÃOS!"
Notícias chegadas entretanto informavam que as tropas jordanas tinham "desabado" e que o "Victoria Augusta (hospital) está nas nossas mãos." Às 9H10, as forças militares deixaram o "posto Efraim" e encaminharam-se para a Cidade Velha. Às 10 da manhã, segundo os registos no diário de Narkiss, foi atirada uma granada de fumo verde para facilitar a passagem dos soldados através do Portão dos Leões. Pouco depois, Gur anunciava:


"O Monte do Templo está nas nossas mãos!"

"QUE A PAZ DESÇA SOBRE TODO O ISRAEL!"
Cerca de uma hora depois, foi recebida uma ordem para que se deixassem os árabes sair através do Portão dos Leões. Ytzak Rabin emitiu uma ordem simultânea para que se abrissem todos os portões da Cidade Velha, e o Ministro para a Defesa Moshe Dayan colocou um papelinho no Muro Ocidental, no qual escreveu: 
"Que a paz desça sobre todo o Israel!"

Horas depois da libertação da Cidade, o então primeiro-ministro Levi Eshkol começou a discutir a questão do controle do Monte do Templo.

E AO SÉTIMO DIA...ISRAEL DESCANSOU!
O Deus de Abraão, Isaque e Jacó deu a Israel a maior vitória militar alguma vez alcançada por aquela nação. O exército e aviação judaicos desbarataram por completo as tropas e o equipamento das 5 nações árabes que se juntaram para acabar com Israel. Bastaram 4 horas para que a aviação israelita acabasse com dois terços de todos os aviões egípcios. 
E ao sétimo dia, Israel descansou...!

Shalom, Israel!






terça-feira, junho 06, 2017

LÍDERES ISRAELITAS ATACAM GUTERRES PELAS SUAS DECLARAÇÕES "ABSURDAS" E IMBUÍDAS DE "DESINFORMAÇÃO PALESTINIANA"

O embaixador de Israel na ONU criticou os comentários "absurdos" do secretário-geral da ONU António Guterres como "desinformação palestiniana", instando-o a "corrigir a distorção."
Vários líderes israelitas atacaram verbalmente António Guterres por uma declaração feita ontem em que ele criticou a "contínua ocupação" dos territórios palestinianos.
Sem dúvida que o secretário-geral das Nações Unidas tem provado estar a cair no mesmo erro dos seus antecessores, fazendo sua a "agenda palestiniana", e proferindo declarações completamente distorcidas da realidade, altamente tendenciosas e manipuladoras dos factos históricos.
Ontem mesmo, e para assinalar os 50 anos do início da mítica Guerra dos Seis Dias, em que Israel, após ser ameaçado de extinção pelos seus vizinhos árabes, desencadeou uma guerra da qual saiu vitorioso, permitindo-lhe até reconquistar territórios bíblicos pertencentes à Terra concedida pelo Eterno Deus a um único povo, o povo judeu, António Guterres, que ganharia mais se ficasse calado, teve o descalabro de emitir um comunicado em que lamentou os efeitos da permanente ocupação da Margem Ocidental (entenda-se: Judeia e Samaria), de Jerusalém oriental, de Gaza e dos Montes Golan, que, segundo o declarado anti-sionista Guterres "provocou o deslocamento de centenas de milhares de palestinianos e de sirios" e que "alimentou ciclos recorrentes de violência e de retribuição."
Mas os disparates de Guterres não se ficaram por aqui. Segundo ele, terminar com a "ocupação" que começou em 1967, e criar um estado palestiniano, seria a única forma de trazer a paz à região.
"Esta ocupação tem imposto um pesado fardo humanitário e de desenvolvimento sobre o povo palestiniano" - afirmou Guterres no seu comunicado, demonstrando uma preocupante ignorância em relação aos factos, incluindo o de nem sequer haverem "palestinianos" em 1967, quando da Guerra dos seis Dias.
Mas Guterres avançou ainda mais nas suas acusações condenatórias ao estado judaico, revelando o seu dúbio lado solidário: "Entre eles, há gerações após gerações de palestinianos que têm sido compelidas a crescer e a viver em campos de refugiados cada vez mais lotados, muitos em pobreza total e com pouca ou nenhuma perspectiva de uma vida melhor para os seus filhos."

RESPOSTA ISRAELITA
ANTÓNIO GUTERRES COM DANNY DANON,
EM OUTUBRO DE 2016
Não se fez esperar a mais que necessária resposta israelita a esta provocação de Guterres. O embaixador de Israel para a ONU, Danny Danon, respondeu, dizendo que "os ataques a Israel pelos seus vizinhos não começaram em 1967."
E prosseguiu: "Qualquer tentativa para fazer uma equivalência moral entre o assassínio de pessoas inocentes e a construção de casas é um absurdo."
E Danon afirmou que em vez de andar a "espalhar desinformação palestiniana", a ONU deveria ficar-se nos factos.
"É absurdo acusar a única verdadeira democracia de todo o Médio Oriente de terrorismo e violência. No momento em que a liderança palestiniana abandonar o terrorismo, cessar de incitar contra o nosso povo e retornar finalmente à mesa das negociações directas, pode então haver progresso real em direcção à paz."
A ministra para os Negócios Estrangeiros, Tzipi Hotovely, apelou a Guterres para que se retratasse das suas declarações e para "corrija a distorção" promovida pela ONU, que alega que o controle de Israel sobre os Montes Golan e sobre a Judeia e a Samaria é "uma ocupação."
"No dia em que a ONU se agarrar aos factos e deixar de usar erroneamente o termo "ocupação", restaurará a sua credibilidade como organização fundada para sustentar a justiça e a verdade" - afirmou a ministra israelita.
E acrescentou: "Israel está celebrando o 50º aniversário da libertação de Jerusalém da Judeia e da Samaria, e estes é que são os factos."

Shalom, Israel!

segunda-feira, junho 05, 2017

ESTADOS ÁRABES CORTAM RELAÇÕES DIPLOMÁTICAS COM O QATAR

Acusado de apoiar o terrorismo islâmico xiita patrocinado pelo Irão e de gerar instabilidade na região, o Qatar torna-se cada vez mais um "bode expiatório" dos desígnios da coligação internacional-árabe promovida pela Arábia Saudita e pela administração norte-americana de Donald Trump.
A Arábia Saudita - grande patrocinadora do terrorismo islâmico - que dar ares de "ovelha inocente", promovendo o corte de relações diplomáticas com um dos outros estados árabes párias e conhecido financiador do terrorismo islâmico, especialmente do Hamas.
Esta manhã o estado saudita, o Egipto, o Bahrain e a União dos Estados Árabes cortaram as suas relações diplomáticas com o Qatar.
Alguns representantes do grupo terrorista islâmico Hamas foram entretanto expulsos do Qatar.

JANELA DE OPORTUNIDADE PARA ISRAEL?
Esta "aliança" árabe anti-Irão pode interessar ao estado judaico, uma vez que a própria expulsão de líderes do Hamas do território árabe do Qatar poderá indicar um afrouxamento do financiamento ao grupo terrorista que actua paredes-meias com Israel.
E Israel não vai certamente perder tempo.
Já diz o ditado que "o inimigo do meu inimigo é meu amigo"...

Shalom, Israel!

sexta-feira, junho 02, 2017

AUTORIDADES ISRAELITAS DEVERÃO APROVAR A CONSTRUÇÃO DE MILHARES DE NOVAS HABITAÇÕES NA JUDEIA E NA SAMARIA

Pela primeira vez depois da tomada de posse de Donald Trump como presidente dos EUA, a "Alta Comissão do Planeamento" da "Administração Civil" de Israel tem planeada uma reunião para a próxima semana em que se espera venha a aprovar uma série de projectos de construção nas comunidades judaicas da Judeia e Samaria. Os projectos deverão somar um total de cerca de 2.600 novas habitações.
Nas próximas Terça e Quarta-Feiras serão feitas as primeiras audições que cobrirão um vasto conjunto de projectos que têm estado bloqueados por questões políticas.
Os projectos incluem construções de casas afastadas dos actuais aldeamentos, em locais como Kfar Tapuah na parte central da bíblica Samaria.
As autoridades israelitas acreditam que estas novas construções não levarão a críticas por parte da nova administração norte-americana.

Shalom, Israel!

quinta-feira, junho 01, 2017

TRAINDO AS EXPECTATIVAS NELE DEPOSITADAS PELO POVO JUDEU, TRUMP ASSINOU HOJE O "ACTO DA EMBAIXADA", UMA RESOLUÇÃO QUE MANTÉM A EMBAIXADA NORTE-AMERICANA EM TEL AVIV

O presidente norte-americano comprovou a sua deslealdade para com o povo de Israel, ao assinar a resolução que sistematicamente vai adiando a cada 6 meses a possibilidade de mudança da embaixada dos EUA para Jerusalém.
Assim procederam os seus antecessores, mas julgava-se que Trump cumpriria esta importante promessa eleitoral...
Desde que tomou posse, Donald Trump tem-se distanciado cada vez mais desta promessa e mostra-se evasivo quando abordado sobre esta questão.
Durante a visita a Israel na semana passada nem uma única vez se referiu ao assunto.

Procedendo desta forma, o presidente norte-americano não só entra em descrédito, como, pior ainda, torna-se em alvo legítimo da ira do Deus de Israel, a Quem parece querer estar a provocar...

Shalom, Israel!

terça-feira, maio 30, 2017

A ISLÂMICA TURQUIA AMBICIONA UM MAIOR CONTROLE SOBRE O MONTE DO TEMPLO

Sabe-se de fonte segura que a Turquia tem ultimamente andado a competir com a Jordânia pela influência sobre os árabes que vivem em Jerusalém oriental, bem como sobre o controle do Monte do Templo.
Tem-se conhecimento também de que a Turquia tem andado a despejar milhões de dólares em ONGs - organizações não governamentais - sediadas em Jerusalém oriental, de forma a fortalecer a influência de Ancara sobre os residentes árabes, às custas da Jordânia e de Israel.
Cerca de 320.000 árabes moram de Jerusalém, com cerca de 50 mil oriundos da Judeia e Samaria residindo ilegalmente na Capital ou aproveitando-se do do estatuto do reagrupamento familiar. A população árabe na capital constitui cerca de 37% do total dos habitantes, representando 20% do total da população árabe em todo o país.
A vasta maioria da população árabe em Jerusalém é muçulmana. Somente entre 10 a 15 mil é que são cristãos.
"O crescente envolvimento do regime de Erdogan (presidente turco), que é o principal patrono da "Irmandade Muçulmana" em todo o mundo, demonstra que as acções turcas em Jerusalém são parte de um processo mais amplo de criar uma hegemonia turca na região às custas de outros intervenientes" - escreveram os conselheiros municipais ligados às questões de Jerusalém oriental, acrescentando: "O maior perdedor com a crescente presença turca é a Jordânia, que por muitos anos tem desfrutado do estatuto de "custódia dos lugares sagrados" e protector dos residentes de Jerusalém oriental.
A grande ameaça ao reino hashemita no Monte do Templo vem da Turquia."

APELO DE ERDOGAN À INVASÃO ISLÂMICA DO MONTE DO TEMPLO

No início deste mês o presidente turco Recep Erdogan tinha vociferado condenações a Israel por alegadamente "massacrar os palestinianos", apelando aos turcos para que visitassem a mesquita de al-Aqsa, no Monte do Templo, e classificando o controle de Israel sobre Jerusalém como "um insulto." O ditador turco também atacou os alegados planos de Donald Trump para deslocar a embaixada norte-americana para Jerusalém e declarou que "todos os muçulmanos têm de defender Jerusalém."
Segundo os relatos comprovados, "a Turquia de Erdogan desfruta actualmente de uma popularidade sem precedentes entre os residentes de Jerusalém oriental. Vêem-se muitas vezes bandeiras turcas penduradas dos telhados das casas de Jerusalém oriental e até no Monte do Templo, e a cultura turca está sendo revivificada através de cursos de língua turca, música e culinária turcas."

Há um sentimento cada vez maior em muitos estudiosos das profecias bíblicas de que o "mal do Norte" denunciado em profecias do Antigo Testamento poderá referir-se à actual Turquia. Claro é que a Turquia - a bíblica Togarma - fará parte das nações que invadirão Israel nos últimos dias. 
Por outro lado, a crescente ascensão do ditador Erdogan, um declarado inimigo de Israel, é um contributo não menos preocupante para este xadrez profético...

Shalom, Israel!

segunda-feira, maio 29, 2017

PROJECTO PARA TELEFÉRICO EM JERUSALÉM APROVADO ONTEM PELO GOVERNO ISRAELITA

PROJECTO DO TELEFÉRICO EM JERUSALÉM
Os céus de Jerusalém serão diferentes daqui a poucos anos: honrando os 50 anos da reunificação da Capital do país, o governo de Jerusalém deu ontem luz verde ao projecto de construção de um teleférico que levará as pessoas até ao Muro Ocidental e a outras partes de grande interesse turístico na Cidade santa.
3.000 passageiros por hora serão transportados em 40 carruagens ao longo de 1.400 metros, proporcionando um acesso mais facilitado e conveniente para os cerca de 130.000 visitantes semanais ao Muro Ocidental. 
A linha de teleférico percorrerá o Monte das Oliveiras e levará os passageiros até à "Porta do Lixo", o local de acesso sul ao Muro e ao Monte do Templo.
Cada uma das carruagens do teleférico transportará até 10 pessoas, a uma velocidade de 21 quilómetros por hora. As 4 estações por onde o cabo do teleférico passará serão a estação de comboios de Jerusalém, a rua HaMefaked, o Monte Sião e a estação do Muro Ocidental.

O preço da viagem em teleférico será o mesmo dos praticados pelos autocarros locais.
Grandes pilares serão erigidos para suportar as linhas do teleférico, gerando desde logo alguma controvérsia por causa da proximidade dos mesmos a alguns lugares sagrados, ao Monte do Templo, às muralhas de Jerusalém e a igrejas cristãs.

PARA TODOS
O Ministério do Turismo informou que o teleférico poderá ser utilizado por todos os residentes de Jerusalém, judeus e árabes, bem como pelas dezenas de milhares de turistas que chegam a Jerusalém, encurtando assim o seu tempo de acesso à Cidade velha.
As actuais vias de acesso, para além de antigas, são também estreitas, sinuosas e congestionadas devido à estrutura topográfica da Cidade velha, tornando praticamente impossível qualquer alargamento ou nivelamento das estradas e ruas actuais.
O teleférico permitirá também a deslocação de pessoas com deficiências motoras, e fará uso de energias "limpas" não poluentes.
Será também construído um elevador até ao Muro Ocidental.

OPERACIONAL EM 2021
O custo do projecto está orçamentado em cerca de 50 milhões de euros, vindo a maior parte do capital do próprio Ministério do Turismo. Prevê-se que o teleférico entre em funcionamento em 2021, e será na verdade um projecto revolucionário, mudando completamente a face de Jerusalém.

Shalom, Israel!


sexta-feira, maio 26, 2017

NÚMERO RECORDE DE JUDEUS NO MONTE DO TEMPLO

"Ate agora, nunca vi nada assim no Monte do Templo!" - afirmou extasiado o rabi Medan, um dos muitos judeus que aproveitaram as celebrações do "Dia de Jerusalém."
E foram cerca de 1.000 judeus a ascender ao Monte do Templo nesse dia! Nada visto até agora depois da destruição do Templo no ano 70 d.C.
Neste "Dia de Jerusalém" - Quarta-Feira passada, 24 de Maio no nosso calendário ocidental - os judeus israelitas celebram a libertação e reunificação de Jerusalém, há precisamente 50 anos atrás, durante a mítica "Guerra dos Seis Dias."
O maior número de judeus que num só dia tinham ascendido ao Monte até agora tinha sido 495 pessoas.

"PONTO DE VIRAGEM"?
Os organizadores deste evento expressaram incontida satisfação, chegando até a considerar-se estarmos a chegar a um "dramático ponto de viragem" em relação ao Monte do Templo. 
O apoio a este evento foi enorme, e surgiu a partir de rabis, estudantes e até de ministros do governo. 
Muito público também é positivo em relação à possibilidade de mais e mais judeus poderem ascender ao Monte do Templo, o lugar mais sagrado para o judaísmo.

Poderemos estar a assistir a mais um passo profético na concretização das profecias? Talvez. Uma coisa é certa: passo a passo, Jerusalém está sendo deixada de ser "pisada pelos gentios."
O que significa que a redenção dos judeus está próxima...

Shalom, Israel!



quarta-feira, maio 24, 2017

ESTE É O DIA DE JERUSALÉM! HÁ 50 ANOS A CIDADE FOI REUNIFICADA PARA SEMPRE!





Esta é a JERUSALÉM, a cidade do Grande Rei!
Liberada e reunificada há exactamente 50 anos!

Como não amar-te, ó Jerusalém?
Como não querer conhecer-te, se és tão tão amada pelo meu Rei?
Como não orar pela tua paz?

"Haja paz dentro dos teus muros, e prosperidades dentro dos teus palácios. Por causa dos meus irmãos e amigos, direi: Haja paz em ti!"
"Orai pela paz de Jerusalém! Prosperarão aqueles que te amam!" (Salmo 122).

Shalom, Israel!

terça-feira, maio 23, 2017

TRUMP DEIXA ISRAEL ASSEGURANDO LEALDADE A ISRAEL E CONDENANDO O TERRORISMO PALESTINIANO

O périplo de 26 horas do presidente norte-americano por terras de Israel permitiu reforçar os laços de amizade com a liderança israelita - algo posto em causa pela anterior administração de Hussein Obama - e tirar as esperanças dos palestinianos em relação a um estado independente em território judaico.
Trump afiançou a Netanyahu que os palestinianos "querem alcançar a paz", acrescentando no entanto que "não será fácil. Ambas as partes terão de fazer face a decisões difíceis."

"ESTAREMOS SEMPRE COM ISRAEL"
Num emocionado e muito aplaudido discurso proferido esta manhã no Museu de Israel, Trump afiançou que a sua administração estará "sempre ao lado de Israel", tendo provocado uma efusão de aplausos. 
No seu discurso, Trump alertou que "o conflito não pode continuar para sempre. A questão é quando é que as nações perceberão que já tiveram que chegue. A mudança tem que vir de dentro. Só pode vir de dentro."
E foi a partir da Capital eterna de Israel que agora celebra os seus 50 anos de reunificação que Donald Trump fez este apelo: "Apelo a todos os povos, judeus, cristãos, muçulmanos e todos os credos a que retirem inspiração desta antiga cidade para deixar de lado as nossas diferenças sectárias para vencer a opressão e o ódio."
O presidente norte-americano referiu-se ainda às ameaças e aos perigos que os israelitas enfrentam: "Os israelitas têm experimentado em primeira mão o ódio e o terror da violência radical. Têm sido assassinados por terroristas empunhando facas e bombas. O Hamas e o Hezbollah disparam mísseis contra Israel, onde as crianças são ensinadas a correr para os abrigos. Os líderes do Irão apelam rotineiramente à destruição de Israel."
"Não com Donald J. Trump, acreditem em mim" - prometeu, recebendo mais uma ruidosa ovação.
"Os Estados Unidos estão firmemente comprometidos em impedir que o Irão desenvolva uma arma nuclear e continue a financiar terroristas."
Numa conferência de imprensa conjunta com Netanyahu, o presidente Donald Trump proclamou a ligação histórica do povo judeu com a Terra de Israel, fazendo menção do reino do Rei David. 

UMA FORTE REPRIMENDA À AUTORIDADE PALESTINIANA

Durante uma rápida visita a Belém para se encontrar com o líder da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas, Donald Trump repreendeu a liderança palestiniana por pagar benefícios aos terroristas palestinianos em prisões israelitas e às famílias dos terroristas, tanto dos que estão presos, como dos que já morreram. 

VISITA AO MEMORIAL DO HOLOCAUSTO
Apesar da intensa agenda, Trump ainda teve tempo para homenagear esta manhã os 6 milhões de judeus assassinados durante o Holocausto nazi, visitando o Memorial do Holocausto, onde proferiu as seguintes palavras: "Estamos aqui no Yad Vashem para honrar a memória de seis milhões de judeus que foram enviados para a morte. Palavras não conseguirão descrever a imensidão da profundidade desse mal. O Holocausto foi o acto mais selvagem contra Deus e contra os Seus filhos, e é nosso dever solene lamentar cada vida que foi tão cruelmente tirada."

ASSUNTOS CONVENIENTEMENTE EVITADOS POR TRUMP
Donald Trump soube habilmente evitar referências aos temas que têm desde há décadas conturbado as relações entre os EUA e Israel, tais como os aldeamentos (erradamente chamados de 'colonatos'), o estatuto de Jerusalém e até mesmo a idéia de 2 estados, algo em que o seu antecessor sempre insistia como condição para a paz. 

O primeiro-ministro de Israel tem razões de sobra para recordar esta visita do presidente norte-americano como marcante e um verdadeiro volte face em relação às anteriores políticas da administração dos EUA. A ver vamos como e de que forma é que estas palavras de ocasião se traduzirão em realidades que no terreno garantam a Israel a tão ambicionada paz e segurança...

Shalom, Israel!