sexta-feira, maio 26, 2017

NÚMERO RECORDE DE JUDEUS NO MONTE DO TEMPLO

"Ate agora, nunca vi nada assim no Monte do Templo!" - afirmou extasiado o rabi Medan, um dos muitos judeus que aproveitaram as celebrações do "Dia de Jerusalém."
E foram cerca de 1.000 judeus a ascender ao Monte do Templo nesse dia! Nada visto até agora depois da destruição do Templo no ano 70 d.C.
Neste "Dia de Jerusalém" - Quarta-Feira passada, 24 de Maio no nosso calendário ocidental - os judeus israelitas celebram a libertação e reunificação de Jerusalém, há precisamente 50 anos atrás, durante a mítica "Guerra dos Seis Dias."
O maior número de judeus que num só dia tinham ascendido ao Monte até agora tinha sido 495 pessoas.

"PONTO DE VIRAGEM"?
Os organizadores deste evento expressaram incontida satisfação, chegando até a considerar-se estarmos a chegar a um "dramático ponto de viragem" em relação ao Monte do Templo. 
O apoio a este evento foi enorme, e surgiu a partir de rabis, estudantes e até de ministros do governo. 
Muito público também é positivo em relação à possibilidade de mais e mais judeus poderem ascender ao Monte do Templo, o lugar mais sagrado para o judaísmo.

Poderemos estar a assistir a mais um passo profético na concretização das profecias? Talvez. Uma coisa é certa: passo a passo, Jerusalém está sendo deixada de ser "pisada pelos gentios."
O que significa que a redenção dos judeus está próxima...

Shalom, Israel!



quarta-feira, maio 24, 2017

ESTE É O DIA DE JERUSALÉM! HÁ 50 ANOS A CIDADE FOI REUNIFICADA PARA SEMPRE!





Esta é a JERUSALÉM, a cidade do Grande Rei!
Liberada e reunificada há exactamente 50 anos!

Como não amar-te, ó Jerusalém?
Como não querer conhecer-te, se és tão tão amada pelo meu Rei?
Como não orar pela tua paz?

"Haja paz dentro dos teus muros, e prosperidades dentro dos teus palácios. Por causa dos meus irmãos e amigos, direi: Haja paz em ti!"
"Orai pela paz de Jerusalém! Prosperarão aqueles que te amam!" (Salmo 122).

Shalom, Israel!

terça-feira, maio 23, 2017

TRUMP DEIXA ISRAEL ASSEGURANDO LEALDADE A ISRAEL E CONDENANDO O TERRORISMO PALESTINIANO

O périplo de 26 horas do presidente norte-americano por terras de Israel permitiu reforçar os laços de amizade com a liderança israelita - algo posto em causa pela anterior administração de Hussein Obama - e tirar as esperanças dos palestinianos em relação a um estado independente em território judaico.
Trump afiançou a Netanyahu que os palestinianos "querem alcançar a paz", acrescentando no entanto que "não será fácil. Ambas as partes terão de fazer face a decisões difíceis."

"ESTAREMOS SEMPRE COM ISRAEL"
Num emocionado e muito aplaudido discurso proferido esta manhã no Museu de Israel, Trump afiançou que a sua administração estará "sempre ao lado de Israel", tendo provocado uma efusão de aplausos. 
No seu discurso, Trump alertou que "o conflito não pode continuar para sempre. A questão é quando é que as nações perceberão que já tiveram que chegue. A mudança tem que vir de dentro. Só pode vir de dentro."
E foi a partir da Capital eterna de Israel que agora celebra os seus 50 anos de reunificação que Donald Trump fez este apelo: "Apelo a todos os povos, judeus, cristãos, muçulmanos e todos os credos a que retirem inspiração desta antiga cidade para deixar de lado as nossas diferenças sectárias para vencer a opressão e o ódio."
O presidente norte-americano referiu-se ainda às ameaças e aos perigos que os israelitas enfrentam: "Os israelitas têm experimentado em primeira mão o ódio e o terror da violência radical. Têm sido assassinados por terroristas empunhando facas e bombas. O Hamas e o Hezbollah disparam mísseis contra Israel, onde as crianças são ensinadas a correr para os abrigos. Os líderes do Irão apelam rotineiramente à destruição de Israel."
"Não com Donald J. Trump, acreditem em mim" - prometeu, recebendo mais uma ruidosa ovação.
"Os Estados Unidos estão firmemente comprometidos em impedir que o Irão desenvolva uma arma nuclear e continue a financiar terroristas."
Numa conferência de imprensa conjunta com Netanyahu, o presidente Donald Trump proclamou a ligação histórica do povo judeu com a Terra de Israel, fazendo menção do reino do Rei David. 

UMA FORTE REPRIMENDA À AUTORIDADE PALESTINIANA

Durante uma rápida visita a Belém para se encontrar com o líder da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas, Donald Trump repreendeu a liderança palestiniana por pagar benefícios aos terroristas palestinianos em prisões israelitas e às famílias dos terroristas, tanto dos que estão presos, como dos que já morreram. 

VISITA AO MEMORIAL DO HOLOCAUSTO
Apesar da intensa agenda, Trump ainda teve tempo para homenagear esta manhã os 6 milhões de judeus assassinados durante o Holocausto nazi, visitando o Memorial do Holocausto, onde proferiu as seguintes palavras: "Estamos aqui no Yad Vashem para honrar a memória de seis milhões de judeus que foram enviados para a morte. Palavras não conseguirão descrever a imensidão da profundidade desse mal. O Holocausto foi o acto mais selvagem contra Deus e contra os Seus filhos, e é nosso dever solene lamentar cada vida que foi tão cruelmente tirada."

ASSUNTOS CONVENIENTEMENTE EVITADOS POR TRUMP
Donald Trump soube habilmente evitar referências aos temas que têm desde há décadas conturbado as relações entre os EUA e Israel, tais como os aldeamentos (erradamente chamados de 'colonatos'), o estatuto de Jerusalém e até mesmo a idéia de 2 estados, algo em que o seu antecessor sempre insistia como condição para a paz. 

O primeiro-ministro de Israel tem razões de sobra para recordar esta visita do presidente norte-americano como marcante e um verdadeiro volte face em relação às anteriores políticas da administração dos EUA. A ver vamos como e de que forma é que estas palavras de ocasião se traduzirão em realidades que no terreno garantam a Israel a tão ambicionada paz e segurança...

Shalom, Israel!

segunda-feira, maio 22, 2017

DONALD TRUMP É O PRIMEIRO PRESIDENTE DOS EUA A VISITAR O MURO OCIDENTAL

Pela primeira vez na História, um presidente norte-americano, no exercício das suas funções, visita e ora junto ao Muro Ocidental, a enorme parede que sustentava a esplanada do antigo Templo de Herodes.

A meio da tarde de hoje, e após visitar com a esposa Melania o Santo Sepulcro, a igreja que assinala o suposto lugar onde os católicos e os ortodoxos acreditam que Jesus morreu e ressuscitou, Donald Trump deslocou-se a pé com uma enorme comitiva e impressionantes forças de segurança até ao lugar mais sagrado para os judeus, o Muro Ocidental, onde colocou a sua mão direita, orou e depôs um pequeno papel numa das brechas abertas nas enormes pedras.

Trump entrou neste recinto sagrado com um kippá (solidéu) na cabeça, como todos os homens fazem ao entrar em lugares sagrados judaicos. 
Jared Kusher, genro do presidente, e judeu praticante, acompanhou-o nesta visita de importante simbolismo, acompanhado da sua mulher Ivanka, que orou numa secção especial do Muro reservada para as mulheres.
O grupo foi acompanhado pelo rabi destacado para o Muro, Shmuel Rabinovitch e por Mordechai Eliav, presidente da Fundação do Muro. Eliav é um perito arqueólogo, que explicou um pouco da História do lugar sagrado através da exibição de fotos e desenhos mostrando os 2 Templos judaicos e o Muro como sendo uma pequena parte de uma gigantesca estrutura que ali assentava há 2 mil anos atrás.

"HÁ UMA GRANDE OPORTUNIDADE PARA A PAZ"
Trump veio da Arábia Saudita com uma mala carregada de boas intenções. Ao chegar ao aeroporto de Ben Gurion, afirmou ao presidente israelita Reuven Rivlin que "existe uma grande oportunidade para a paz no Médio Oriente. As pessoas estão saturadas de ver derramamento de sangue." Rivlin, por seu lado, respondeu: "Nós queremos a paz, oramos pela paz, e com a ajuda de Deus, alguém nos trará a paz."

E prosseguiu, lembrando que Israel nunca deixou de sonhar com a paz com os seus vizinhos: "Nós alcançámos um acordo de paz com os nossos vizinhos na Jordânia e no Egipto. Mas ainda não realizámos a nossa missão de viver em paz com os nossos vizinhos palestinianos, e com o resto do mundo árabe. O nossos destino - judeus e palestinianos - é vivermos juntos nesta terra. Temos de construir confiança e cooperação entre nós."
"Mas" - acrescentou em tom de cautela - "temos de assegurar-nos de que não vamos dormir com um sonho e acordar com um pesadelo - com o Irão, o ISIS, e o Hamas nas nossas fronteiras."

O IRÃO NUNCA TERÁ A BOMBA NUCLEAR
Trump não se esquivou em promessas, afirmando ao presidente israelita que os EUA estão juntos com Israel para "declarar a uma só voz que o Irão nunca deverá ter permissão para possuir armas nucleares, nunca mesmo."
E acrescentou: "Juntos podemos agir para acabar com a onda de violência que tantas vidas tem roubado aqui em Israel e por todo o mundo."

Esperemos que estas promessas não passem de boas intenções, e que os EUA passem a de uma vez por todas a apoiar Israel na sua luta contra os terroristas que tão de perto cercam esta nação tão desejosa e necessitada de paz...

Shalom, Israel!





sábado, maio 20, 2017

ROUHANI REELEITO PRESIDENTE DO IRÃO

No mesmo dia em que o presidente norte-americano foi recebido com "pompa e circunstância" na Arábia Saudita, foram conhecidos os resultados da eleição presidencial no Irão deram uma clara vantagem ao actual presidente Rouhani, considerado um "moderado", ainda que eu não saiba exactamente qual o significado dessa palavra numa república islâmica...
De qualquer forma, esta clara vitória de Rouhani contra um adversário mais conservador demonstra o desejo do tiranizado povo iraniano de viver com mais liberdade e menos isolamento internacional, algo que o actual presidente se propõe fazer.
Rouhani venceu com 57 por cento dos votos, contra 38 por cento do seu adversário Raisi, um protegido do ayatollah Khamenei. 
O que esta vitória representa para Israel? Nada. Apenas a continuação do mesmo ódio e ameaças à integridade do estado judaico...
No entanto, entre Rouhani e Raisi, é preferível o primeiro.

Shalom, Israel!

quinta-feira, maio 18, 2017

TRUMP NÃO CUMPRE A PROMESSA DE MUDAR A EMBAIXADA PARA JERUSALÉM E CAI EM DESGRAÇA

Prometeu, mas não vai cumprir. Pelo menos por agora. Resultado? Já está a cair em desgraça...
A matemática é simples. Deus está atento e não Se deixa iludir pelas promessas. Ele leva muito a sério aquilo que Lhe prometemos. Por diversas vezes na sua campanha eleitoral Trump prometeu ao povo de Israel e aos judeus norte-americanos que mudaria a embaixada do seu país para Jerusalém, dessa forma reconhecendo a Cidade como capital única e indivisível do povo judeu e da nação de Israel. E, como resultado e contrariamente ao que se projectava, ganhou as eleições presidenciais. Não pelo seu próprio mérito, mas pelo favor de Deus.
E agora, numa atitude já quase antecipada, virou costas às promessas feitas, traindo Israel e sujeitando-se logo de imediato à justiça divina. E ela aí está.
Ao fim de 4 meses de governo, começou o processo de impeachement (destituição) do presidente...
Com Deus não se brinca...

A TRAIÇÃO A ISRAEL
Traindo a confiança que Israel depositou nas suas mãos, ao confidenciar-lhe informações ultra secretas conseguidas pela sofisticada espionagem israelita acerca dos planos terroristas do Daesh, Donald Trump caiu em desgraça perante o povo americano ao ceder as mesmas ao seu rival russo, Vladimir Putin, havendo até já quem diga que foi bem pago para isso...
Trump não só traiu a confiança de Israel, como perdeu o respeito do seu próprio povo. 

"NÃO É A ALTURA CERTA..."
A escassos dias da sua primeira visita oficial a Israel, Donald Trump decidiu "meter na gaveta" a decisão de mudar a embaixada de Tel Aviv para Jerusalém, virando costas às promessas feitas por diversas vezes durante a sua campanha eleitoral, às expectativas do povo de Israel e aos muitos eleitores evangélicos amigos de Sião que depositaram nele a sua confiança.
Citando terem havido "boas discussões com todas as partes", a administração Trump alega achar "não ser a altura certa para o fazer." Não é contudo descartada a possibilidade de tal acontecer em outra altura.

A MALDIÇÃO DO POLITICAMENTE CORRECTO
Obviamente que Trump quer protagonismo internacional, já que em casa o está a perder. Ambicionando alavancar o moribundo processo de paz para o Médio Oriente, o presidente norte-americano prefere não ferir as susceptibilidades árabes, voltando atrás com a sua palavra, e visando dessa forma agradar dessa forma aos inimigos de Israel.

Neste momento não quero avançar mais com os meus comentários, acrescentando apenas estar convicto que Trump pagará um elevado preço por esta sua decisão...

Shalom, Israel!


quarta-feira, maio 17, 2017

JUDEUS CONVOCADOS A SUBIREM AO MONTE DO TEMPLO NO "DIA DE JERUSALÉM"

Espera-se que um apelo feito por membros do Knesset (parlamento de Israel) e por rabis influentes possa atrair vastas multidões ao Monte do Templo para o "Jubileu de Jerusalém" na próxima semana.
Os "Movimentos Unidos do Templo" apelaram ao ajuntamento como sendo um eco de júbilo da declaração original feita pelos soldados israelitas há 50 anos atrás, quando anunciaram em tom de vitória: "O Monte do Templo está nas nossas mãos!"
"50 anos depois do general das FDI Motti Gur ter dito à nação: 'O monte do Templo está nas nossas mãos', eu clamo a vós, homens e mulheres, religiosos e seculares, subam a Jerusalém, ao Monte do Templo, com massiva alegria, com risos de crianças, na esperança da edificação de Jerusalém na sua plenitude, a nossa capital eterna, a mais bela do mundo" - assim encorajou a Ministra da Cultura e do Desporto, Miri Regev, num video em que apela aos israelitas para ascenderem no dia acertado.

50 ANOS - UM JUBILEU - DA REUNIFICAÇÃO DE JERUSALÉM

Israel celebra neste ano o 50º aniversário, ou Jubileu, da unificação de Jerusalém durante a Guerra dos Seis Dias, um evento de significado transcendente.Naquele dia de Junho de 1967, as forças de Israel libertaram a Cidade velha de Jerusalém, o Muro Ocidental e o Monte do Templo da ocupação pelo exército jordano. 
O "Dia de Jerusalém" é este ano acompanhado por centenas de celebrações e comemorações que se iniciam na noite do próximo dia 23, Terça-Feira.

CONVOCAÇÃO
Este video de Regev é parte de um série de convocações feitas pelo deputado Yehudah Glick para a realização de orações no Monte do Templo por membros de vários credos, desde políticos a rabis, a outras figuras públicas. 
Segundo o video, as forças policiais israelitas, que normalmente tentam desencorajar os judeus de subirem ao Monte do Templo, especialmente em grupos grandes, irão permitir condições especiais permitindo o acesso a grupos, sem restrição temporária de números. 

"CORAÇÃO DA TERRA E DO POVO"
Moshe Feiglin, ex-deputado e comentador político afirmou ser "inestimável" a importância do Monte do Templo para o povo judeu: "O Monte do Templo é o coração da terra e do povo. Estamos mostrando que amamos o lugar e que não o temos esquecido. Ele pertence ao povo judeu."

Shalom, Israel!

terça-feira, maio 16, 2017

PAÍSES DO GOLFO ÁRABE PROPÕEM MELHORAR AS RELAÇÕES COM ISRAEL SE PARAREM AS CONSTRUÇÕES NA JUDEIA E SAMARIA

A visita de Donald Trump à Arábia Saudita e a Israel na próxima semana está a despontar todo o tipo de posicionamentos da parte dos políticos árabes e dos países vizinhos de Israel.
Enquanto ontem o Egipto e a Jordânia mandaram um "recado" a Trump de que querem ver um estado palestiniano com Jerusalém oriental como capital desse estado, hoje é jornal norte-americano "Wall Street Journal" a reportar de um documento que terá recebido a aprovação da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes, propondo o congelamento das construções e o início de conversações políticas em troca da normalização das relações com Israel.
Aquilo que os países do Golfo querem de Israel é o reinício do processo de paz, levando à paragem das construções e a um alívio do bloqueio à Faixa de Gaza.
Este documento e proposta terão sido enviados ao governo norte-americano a escassos dias da visita do presidente Trump àquela região.
Como moeda de troca, os Emirados Árabes Unidos oferecem o estabelecimento de telecomunicações com Israel, a aprovação para que os aviões israelitas possam cruzar os seus espaços aéreos e a remoção de várias barreiras comerciais. Tanto a Arábia Saudita como os EAU pretendem avançar com estas medidas. Até ao momento Israel ainda não fez qualquer comentário oficial a esta proposta.
Ninguém pode prever a reacção de Netanyahu, cada vez mais "entre a espada e a parede", por um lado precisando do apoio de Trump para a implementação das políticas internas de Israel, mas por outro lado desejando firmar acordos sólidos com nações árabes até agora hostis a Israel, mas que recentemente têm demonstrado uma abertura sem precedentes e sem dúvida proveitosa para ambas as partes.
A grande pergunta é esta: estará Netanyahu disposto a pagar o preço? Arriscará ele pôr em causa a frágil coligação governamental que até agora ele conseguiu manter à frente dos destinos do seu país?
Uma coisa é certa: a semana que vem promete muito...

Shalom, Israel!

segunda-feira, maio 15, 2017

10.000 POLÍCIAS PROTEGERÃO TRUMP NA SUA HISTÓRICA VISITA A ISRAEL

O ódio generalizado contra o presidente norte-americano Donald Trump obriga a que grandes medidas de segurança sejam tomadas quando ele se deslocar em visitas oficiais ao exterior. 
Israel não é excepção. O ódio a Trump vem obviamente dos palestinianos que não aceitam o apoio que ele parece querer dar ao estado judaico de Israel.
É por isso que a história visita de Donald Trump a realizar a Israel nos dias 22 e 23 de Maio vai exigir uma redobrada atenção da parte das autoridades de Israel: mais de 10 mil polícias vão estar de serviço permanente desde a primeira hora da chegada ao aeroporto Ben Gurion, até à sua partida para outro país.
Após a chegada a Ben Gurion, Trump viajará de helicóptero para a capital Jerusalém, onde visitará a Cidade velha e o Museu do Holocausto. Na hipótese de condições climatéricas adversas à chegada a Ben Gurion, Trump subirá a Jerusalém numa comitiva automobilistíca que percorrerá a estrada nacional Nº 1 até à capital.

MASSADA E BELÉM
Trump irá também visitar Massada, o último bastião da resistência judaica à invasão dos romanos, no ano 73 d.C. O presidente norte-americano deslocar-se- à mais uma vez em helicóptero, numa acção coordenada pela polícia e pelas Forças de Defesa de Israel. A fortaleza de Massada ficará completamente bloqueada para a visita.
Cerca de 900 elementos da comitiva norte-americana acompanharão Trump nesta sua primeira visita oficial a Israel. 56 veículos estarão sendo usados, e isso inclui 14 limusinas. Uma esquadrilha de 30 aviões de transporte C-17 aterrará em Israel, carregando vidros à prova de bala que serão colocados nas janelas da suite presidencial em Jerusalém. Serão também trazidas centenas de toneladas de outros materiais e equipamentos.

Shalom, Israel

sexta-feira, maio 12, 2017

PRESIDENTE PALESTINIANO QUER RÚSSIA NO PROCESSO DE PAZ

O líder palestiniano Mahmoud Abbas encontrou-se ontem com o presidente russo Vladimir Putin, num resort da Rússia ocidental, declarando "ser impossível" solucionar o conflito israelo-palestiniano sem a participação de Moscovo no processo de paz.
"É impossível resolver a questão palestiniana sem a participação significativa da Rússia no processo de paz. É isso que temos estado a enfatizar em todas as reuniões internacionais" - afirmou Abbas no seu encontro com Putin.
O presidente russo afirmou por seu lado que a Rússia "continuará a dar todo o seu apoio à retoma do diálogo directo entre palestinianos e israelitas."

"A coexistência pacífica dos dois estados - Palestina e Israel - é uma condição indispensável para assegurar a segurança genuína e a estabilidade nesta região" - afirmou Putin.
Abbas informou ainda estar disponível para participar numa conferência trilateral em Moscovo, juntamente com o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu. 
"Estamos prontos para aceitar este convite em qualquer altura" - afirmou Abbas.

Tudo se encaminha...tal como anunciado.

Shalom, Israel!

quinta-feira, maio 11, 2017

HÁ 50 ANOS...JERUSALÉM DEIXOU DE SER "PISADA PELOS GENTIOS"...

Esta icónica fotografia do histórico e profético dia da libertação de Jerusalém, revela para sempre a admiração e até reverência destes 3 jovens militares, ainda hoje vivos, diante da Muralha conhecida como "Muro Ocidental", ou "Muro das Lamentações", na contemplação daquilo que tantos seus antepassados sonharam ver, mas que agora estava patente diante dos seus olhos ainda incrédulos.
"Após as 48 horas da batalha (pela libertação de Jerusalém do domínio jordano), estávamos cansados e suados, os nossos uniformes empoeirados e manchados de sangue, mas quando descemos as escadas e vimos as pedras do Muro Ocidental, muitos dos rapazes começaram a chorar...
...foi uma coisa extraordinária, difícil de descrever" - assim testemunha Zion Karasenti, um dos "rapazes" da foto que se tornou um ícone do Dia da libertação e reunificação de Jerusalém, há precisamente 50 anos atrás (1967 - 2017 = 1 jubileu).

Há poucos dias atrás, os 3 jovens soldados presentes nesta foto reuniram-se na Cidade antiga para relembrar o histórico momento vivido pelos três.
E lembram com emoção os perigos vividos naquele dia: "Havia atiradores por todo o lado, especialmente por cima de nós. Eles podiam ter-nos atirado uma granada e dado cabo de nós" - relembrou Karasenti, junto aos seus inseparáveis amigos Haim Oshri e Itizik Yifat.
E o espanto deles era tão grande naquele dia, que até lhes custava a admitir que aquilo era a verdadeira muralha: "Toda a gente falava constantemente sobre o Muro, mas nós éramos novos e nunca lá havíamos estado. Aquele foi o nosso primeiro dia junto ao Muro."

UMA FOTO QUE SE TORNOU UM SÍMBOLO PARA A POSTERIDADE
Só depois que a Guerra dos Seis Dias terminou é que os três homens perceberam que a foto que lhes havia sido tirada pelo legendário fotógrafo Rubinger estava-se tornando famosa pelo mundo fora: "Depois da Guerra, o meu vizinho, que era um imigrante acabado de chegar da Polónia, veio correndo até mim para mostrar a foto nos jornais polacos. Fiquei em estado de choque" - confessou Yifat, acrescentando: "Tornámo-nos num símbolo da nossa força."

As palavras de Karasenti são bem reveladoras do simbolismo e significado profético daqueles 6 Dias de Junho de 1967 em que, contra tudo e contra todos, Israel capturou a Judeia e a Samaria, a Faixa de Gaza, os Montes Golan e até a península do Sinai:
"Nós devolvemos a esta terra o coração do povo judeu."

Shalom, Israel!

quarta-feira, maio 10, 2017

"LEI DA NACIONALIDADE" JUDAICA PASSA PRIMEIRA INSTÂNCIA DO KNESSET

A "Lei da Nacionalidade", que pretende definir Israel como o estado-nação do povo judeu passou hoje a sua primeira fase de aprovação no parlamento israelita.
Esta legislação, que tem despertado muita controvérsia, passou com 48 votos a favor e 41 contra na sua primeira votação, indo agora para discussão no Tribunal Constitucional e na Comissão da Lei e Justiça, havendo depois a primeira votação oficial.

Durante uma sessão tumultuosa no Knesset, em que 2 parlamentares árabes tiveram de ser removidos à força por estarem constantemente a interromper o discurso do deputado judeu Avi Dichter, ouviram-se gritos de "Isto é apartheid, apartheid, apartheid!", para além de insultos de "fascista" ao deputado judeu.

Mas não foram só os deputados árabes a manifestarem-se ruidosamente na sessão do parlamento esta manhã, na Capital Jerusalém. O líder do partido Meretz também vociferou: "Este é o estado nação do povo judeu e de todos os seus cidadãos. Por que é que 'estado democrático' não aparece na legislação?"
Outros deputados contestaram a lei, alegando que basta o que está escrito na Declaração da Independência do país.
Outros criticaram ainda esta lei, alegando que visava "prejudicar os árabes" residentes no país.
Esta legislação especifica alguns dos aspectos práticos do estado de Israel como estado-nação do povo judeu. A proposta de lei inclui os símbolos do estado, tais como o hino nacional, a bandeira e os símbolos, Jerusalém como capital, o hebraico como a língua oficial, o direito de retorno para os judeus, o reagrupamento dos exilados, os assentamentos judaicos, as relações com a Diáspora judaica, o calendário hebraico e os lugares sagrados.

Shalom, Israel!



terça-feira, maio 09, 2017

"NÃO NOS VENHA PREGAR MORALIDADE!" - RECADO DE ISRAEL AO DITADOR TURCO ERDOGAN

Israel respondeu prontamente às provocações do ditador turco Erdogan, dizendo-lhe que não deveria estar a criticar a única democracia no Médio Oriente, quando ele próprio viola os direitos humanos no seu próprio país.
A resposta à provocação do presidente turco foi directa e incisiva: "Quem sistematicamente viola os direitos humanos no seu próprio país não deveria estar a pregar moralidade à única verdadeira democracia na região. Israel adere estritamente à total liberdade de culto para judeus, muçulmanos e cristãos - e continuará a fazê-lo, apesar desta calúnia infundada" - alegou o Ministério das Relações Exteriores de Israel.
O presidente turco tinha caluniado Israel por causa da proposta de lei "Muzzen" -  uma lei que tenta regulamentar o volume sonoro dos apelos muçulmanos à oração em horas de descanso - e convocou os muçulmanos do mundo inteiro para subirem ao Monte do Templo, demonstrando solidariedade para com os árabes palestinianos, e para protestarem contra aquilo que ele denominou de violações dos direitos humanos por parte de Israel. 
Para além desta intromissão nos assuntos internos de Israel, o ditador Erdogan apelou ainda aos EUA para cessar todas as discussões sobre a possibilidade da mudança da embaixada norte-americana para Jerusalém: "Os debates sobre a possibilidade de os Estados Unidos deslocarem a sua embaixada para Jerusalém estão completamente errados e deviam ser claramente retirados da agenda."

O presidente turco já ontem se tinha reunido com o primeiro-ministro palestiniano Rami Hamdallah, com o qual abordou formas de "se defenderem contra a judaização de Jerusalém." Os dois líderes muçulmanos atribuíram também a instabilidade na região às "violações de Israel" e fizeram planos para juntos cooperarem contra as alegadas violações.

Shalom, Israel!


segunda-feira, maio 08, 2017

PRESIDENTE ISRAELITA SAÚDA NOVO PRESIDENTE FRANCÊS PELA VITÓRIA E PELO SEU RECONHECIDO COMBATE AO ANTI-SEMITISMO

A comunidade judaica em França parece poder respirar de alívio com a eleição do novo presidente francês Emmanuel Macron, que ontem ganhou a segunda ronda de eleições presidenciais com uma larga vantagem sobre a sua rival, a anti-semita Marine Le Pen.
Esta manhã, o presidente israelita Reuven Rivlin congratulou Macron pela sua vitória, agradecendo-lhe também pela sua forte oposição ao anti-semitismo, ao mesmo tempo que oferecendo a ajuda de Israel para o combate ao terrorismo.
"Quero agradecer-lhe pela sua forte postura contra o anti-semitismo e todas as formas de racismo, as quais têm mais uma vez levantado as suas cabeças feias pelo mundo fora" - declarou o presidente israelita a Emmanuel Macron numa carta dirigida há poucas horas atrás.
"Erguer-se contra tais vozes de intolerância e de ódio, defender os nossos cidadãos contra viciosos actos de terror, é uma tarefa de suprema importância que todos temos de enfrentar, e Israel é vosso parceiro nesta missão" - afirmou Rivlin ao mais jovem presidente francês desde Napoleão. 
E Rivlin acrescentou: "Sei que durante a sua visita aqui (Israel) em 2015 ficou grandemente impressionado com a inovação e as tecnologia israelitas. Partilho a sua profunda crença na inovação como motor para a prosperidade económica e social de todos os povos. Para além disso, a nossa crescente cooperação e parcerias nesta área oferecem uma base sólida para o contínuo aprofundamento e fortalecimento dos fortes laços existentes entre os nossos dois povos e países."
"Espero que as relações de amizade e cooperação entre a França e Israel possa continuar a expandir-se e a fortalecer-se sob a sua presidência."
E o presidente israelita terminou a sua saudação ao novo presidente francês com as seguintes palavras: "Permita-me desejar-lhe muito sucesso e satisfação pessoal neste altamente significativo e desafiador papel como líder da França."

A FAVOR DE DOIS ESTADOS
Numa entrevista televisiva na véspera da eleição, Macron afirmou apoiar uma solução dois estados, ao mesmo tempo afirmando que o reconhecimento unilateral da Palestina causaria instabilidade e prejudicaria as relações entre a França e Israel.

Shalom, Israel!

sexta-feira, maio 05, 2017

DONALD TRUMP VAI VISITAR ESTE MÊS OS BERÇOS DO JUDAÍSMO, DO CRISTIANISMO, DO ISLAMISMO E DO CATOLICISMO ROMANO...

Não param as surpresas para este mês de Maio...
Numa agenda inédita para qualquer presidente norte-americano, e tendo certamente em vista o desalavancar do moribundo processo de paz do Médio Oriente, o presidente norte-americano vai fazer no final deste mês um périplo pelos centros espirituais do judaísmo, do cristianismo e do islamismo. E, como seria de esperar, não voltará a Washington sem passar por Roma para receber a bênção do falso profeta...
A primeira paragem de Trump será na Arábia Saudita, berço da religião islâmica, que tantos males tem causado à humanidade, especialmente com os atentados terroristas cometidos por islamitas radicais, ou seja, aqueles que levam a sério a mensagem do sanguinário profeta Maomé.
Calcula-se que Trump tentará obter da "amiga" Arábia Saudita uma parceria islâmica para o combate ao terrorismo, e isso passará obviamente pela formação de uma aliança anti-Irão, um dos maiores fomentadores e financiadores do terrorismo islâmico internacional.

ISRAEL
Depois da visita política a Riade, a capital saudita, o chefe do governo norte-americano deslocar-se-à a Israel, para uma visita de 2 dias (22 e 23 de Maio), precedendo a celebração do "Dia de Jerusalém", em que Israel celebra os 50 anos - um Jubileu - da libertação e reunificação da sua Capital eterna. Correm especulações de que Trump aproveitará o ensejo para anunciar a mudança da embaixada do seu país de Tel Aviv para Jerusalém. Sinceramente, depois de ter recebido na Casa Branca o líder-terrorista palestiniano e após visitar a Arábia Saudita, um dos grandes financiadores do terrorismo, duvido que Trump tenha "fôlego" para arriscar tanto nas suas imprevisíveis jogadas políticas...

Recordemos que durante a sua recente visita a Washingon, o presidente palestiniano Abbas reiterou a Trump o desejo de ver Jerusalém oriental como capital de um hipotético estado palestiniano. 
Anunciar a deslocação da embaixada dos EUA para Jerusalém seria nesta fase interpretado como um "acto de má fé" por parte de Trump. Pelo menos aos olhos dos árabes sauditas e dos palestinianos.
Para além de encontros com os líderes máximos israelitas em Jerusalém, Donald Trump tem marcada uma visita a Belém, para se encontrar com Mahmoud Abbas. 

EM ROMA, PARA VER O PAPA...
E, claro, este carnaval montado por Trump não poderia terminar sem a bênção do falso profeta, o carismático líder do catolicismo romano...
Segundo a agência "Ecclesia", Francisco I receberá Donald Trump em audiência às 08H30 horas locais do dia 24 de Maio. Este será o primeiro encontro oficial entre os dois líderes políticos. 

O mês promete. E agora que o representante da Igreja Católica Romana se vai deslocar a Portugal para comemorar os 100 anos de mentiras de Fátima, pode ser que leve a "bênção" da pretensa "Nossa Senhora" a um imaturo presidente, quando do encontro mútuo em 24 de Maio. 
Perdoar-me-ão o sarcasmo, mas que isto promete, promete...e como!

Shalom, Israel!


quinta-feira, maio 04, 2017

ISRAEL REGISTA NOVO RECORDE NO NÚMERO DE TURISTAS NO PRIMEIRO TRIMESTRE DESTE ANO

Israel tem estado a bater recordes turísticos nestes primeiros meses do ano. Segundo o Ministro do Turismo de Israel, Yariv Levin, "Durantes estes meses consecutivos anteriores temos conseguido bater recordes ao nível do turismo receptivo - turistas entrando em Israel - e é com todo o gosto que anuncio que o mês de Março bateu recordes absolutos. Não é uma coincidência, mas o resultado da política que tem sido implementada. Temos investido em actividades de marketing e temos dado passos inovadores para a marca Israel, estando inclusivamente atraindo novas linhas e companhias aéreas para o país."
"Este crescimento importante traduz-se numa substancial contribuição para a economia israelita e para o mercado laboral. Israel é um destino turístico atractivo e diversificado, e estamos demonstrando que se se trabalha correctamente é possível atrair novos turistas ao país. Se seguirmos por este caminho, estou convencido de que conseguiremos ter aumentos significativos no futuro" - acrescentou Levin.

Shalom, Israel!

quarta-feira, maio 03, 2017

UNESCO APROVA NOVA RESOLUÇÃO ANTI-ISRAEL

No exacto dia em que Israel celebrou o seu 69º aniversário, a mais que desacreditada e tendenciosa UNESCO votou mais uma resolução negando as mais que evidentes ligações históricas, culturais e religiosas à Cidade santa de Jerusalém, sua eterna capital. 
A pérfida e abominável proposta foi apresentada ao Conselho Executivo da UNESCO pelos representantes da Argélia, Egipto, Líbano, Marrocos, Oman, Qatar, e Sudão, sob a denominação de "Palestina ocupada", referindo-se a Israel como "potência ocupante".
A resolução passou com 22 votos a favor, 23 abstenções e 10 votos contra. Representantes de 3 países não estiveram presentes.

VOTARAM CONTRA A RESOLUÇÃO
Estes 10 países votaram contra esta pérfida resolução, merecendo a nossa homenagem: Reino Unido, Itália, Holanda, Estados Unidos, Lituânia, Grécia, Paraguai, Ucrânia, Togo e Alemanha.

VOTARAM A FAVOR DA RESOLUÇÃO
Estes 22 países, 7 dos quais árabes, votaram a favor desta resolução, merecendo como tal a nossa condenação: Argélia, Egipto, Líbano, Marrocos, Oman, Qatar e o Sudão. Para além destes, votaram também a favor os representantes do Irão, Malásia, Mauritânia, Nigéria, Senegal, África do Sul, Bangladesh, Paquistão, Vietname, Suécia, Rússia, China, Brasil, Nicarágua e Chade.

PAÍSES QUE VOTARAM PELA ABSTENÇÃO
França, Haiti, República Dominicana, México, Espanha, Saint Kitts e Nevis, Quénia, Trinidad e Tobago, Albânia, Camarões, Estónia, Costa do Marfim, Eslovénia, Gana, Moçambique, Uganda, Argentina, Índia, El Salvador, Japão, Coréia do Sul, e Sri Lanka. 
Os países que não estiveram presentes na votação foram o Nepal, a Sérvia e o Turquemenistão. 

"DECISÃO ABSURDA"
Para Netanyahu, o primeiro-ministro de Israel, esta é mais uma "decisão absurda", no entanto é de salientar que diminuiu substancialmente o número de países que votaram a favor desta resolução contra Israel. De um número de 32 países que originalmente votaram a favor desta pérfida resolução da UNESCO, o número foi baixando para 26, e agora 22. O número conjunto dos países representados que votaram contra e se abstiveram já supera o daqueles que apoiaram esta ideia originada de mentes doentias e escravizadas pela mentira e pelo ódio. 

Naturalmente que os países que votaram contra o direito histórico de Israel à sua eterna e única capital Jerusalém sofrerão duros castigos às mãos de Deus.
Será que nações como o Brasil nunca aprendem que estar contra Israel é estar contra o próprio Deus?

Shalom, Israel!

terça-feira, maio 02, 2017

ISRAEL FESTEJA OS SEUS 69 ANOS!


Israel está em festa. Está quase a completar uma geração (70 anos) bíblica!
Desde celebrações a concursos, a festivais aéreos e celebrações, todo o país festeja este aniversário com euforia e expectativa de que o futuro possa ser ainda melhor!
Parabéns, Israel!




segunda-feira, maio 01, 2017

ISRAEL LEMBRA OS SEUS SOLDADOS MORTOS

Toda a nação de Israel homenageia hoje os mais de 23.000 soldados que perderam as suas vidas para protegerem a nação de Israel do terrorismo árabe, desde os anos de 1890 até aos dias de hoje.
Depois dos horrores do Holocausto nazi, em que cerca de 6 milhões de judeus foram brutalmente assassinados, Deus cumpriu a Sua promessa, trazendo o povo de Israel de volta à Sua Terra, ressuscitando-o ao "terceiro dia", tal como foi profetizado!
Apesar dessa estrondosa confirmação do plano de Deus para com Israel e o seu povo, os israelitas tiveram que lutar pela sobrevivência e pela defesa e protecção do seu país logo desde o 1º dia da sua independência. 
24 horas depois da declaração da independência, no dia 14 de Maio de 1948, 5 dos estados árabes vizinhos de Israel invadiram o país, numa tentativa para acabarem de vez com o sonho sionista. O Egipto, a Síria, a Transjordânia, o Líbano e o Iraque, todos eles participaram nessa frustrada tentativa de aniquilação do estado judaico, uma nação ainda com poucas horas de vida.
Essa guerra durou 15 meses, e Deus protegeu e deu a vitória ao Seu povo, apesar da perda de 6.373 vidas de jovens soldados judeus.
Desde então Israel tem vivido diariamente sob as ameaças dos seus vizinhos, mas actualmente o maior perigo é interno, com o terrorismo palestiniano constantemente tentando alcançar os seus pérfidos objectivos contra a população judaica, que outra coisa não deseja que não a paz.

"Orai pela paz em Jerusalém; prosperarão aqueles que te amam." - Salmo 122:6