segunda-feira, novembro 23, 2020

A VIAGEM SECRETA DE NETANYAHU À ARÁBIA SAUDITA DE QUE TODOS FALAM...

 

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu fez ontem à noite uma visita secreta à Arábia Saudita, a primeira da História entre os dois países, tendo-se encontrado com o príncipe herdeiro Mohammad bin Salman na presença do secretário de estado norte-americano Mike Pompeo, de visita à região.

Acompanhou ainda o primeiro-ministro o chefe da Mossad Yossi Cohen.

O encontro realizou-se ontem à noite na cidade de Neom, junto ao Mar Vermelho, e durou cerca de duas horas. Pompeo referiu-se ao encontro como tendo sido "construtivo". Dentre os vários comentários seus ao encontro, quero destacar um que me chama a atenção e que pode prenunciar os reais objectivos deste encontro tripartido: "...Continuaremos (EUA e Arábia Saudita) a aproveitar a nossa forte parceria nas áreas da segurança e da economia para avançar os esforços para contrariar a influência maligna do Irão no Golfo..."

Ao que parece, este encontro tripartido focalizou-se na questão do Irão, o inimigo comum.

Este encontro apanhou a todos de surpresa, incluindo o próprio ministro das Relações Exteriores e o parceiro do governo Danny Gantz, os quais não foram informados deste viagem secreta. Não há actualmente relações diplomáticas entre Israel e a Arábia Saudita, mas tudo leva a crer que um dos últimos esforços da administração de Donald Trump será tentar que isso se torne uma realidade para um futuro próximo, ainda que se saiba que uma das pré-condições impostas pelos sauditas é que hajam negociações de paz entre judeus e palestinianos conduzindo à criação de um estado independente palestiniano.

Este ano está repleto de surpresas no Médio Oriente. Qual será a próxima?

Shalom, Israel!

sábado, novembro 21, 2020

CIENTISTAS ISRAELITAS AFIRMAM TER ENCONTRADO UMA FORMA DE REVERTER O PROCESSO DE ENVELHECIMENTO

 

Sempre na vanguarda das grandes descobertas e inovações científicas, cientistas israelitas vieram agora anunciar que conseguiram reverter com êxito o processo biológico do envelhecimento - e usando apenas o oxigénio!

Uma experiência recente liderado pelo professor Shai Efrati da Universidade de Tel Aviv, em conjunto com uma equipa do Centro Médico Shamir, levou à conclusão de que quando adultos saudáveis com mais de 64 anos foram colocados numa câmara de pressurização e lhes foi administrado oxigénio puro por 90 minutos diários, cinco dias por semana, durante três meses, não só o processo de envelhecimento foi atrasado, como até mesmo revertido.

O estudo focalizou-se especificamente na questão de se ver se o processo poderia reverter dois indicadores chave do envelhecimento biológico: a redução nos telómeros do DNA e a acumulação de células senescentes resultantes do processo. Um telómero é a ponta final do cromossoma, e é feito de sequências repetitivas de DNA não codificadas que servem como pára-choques para protegerem o cromossoma de possíveis danos durante a replicação. De cada vez que a replicação acontece, estes pára-choques entram em acção, diminuindo-as constantemente.

Depois que o telómero atinge um certo tamanho, a célula não se consegue mais replicar, originando células senescentes: envelhecimento, mau funcionamento de células que acabam por levar a incapacidades cognitivas e outras relacionadas com o envelhecimento, e até doenças, como o câncer.

Cerca de 35 adultos com idade superior a 64 anos foram incluídos nestes testes, tendo-lhes sido administrada uma terapia hiperbárica de oxigénio (HBOT), utilizando 100% de oxigénio num ambiente de pressão superior ao de atmosfera absoluta, visando aumentar a quantidade de oxigénio dissolvido nos tecidos do corpo. A cada 20 minutos os participantes retiravam as suas máscaras por cinco minutos, levando o oxigénio aos níveis normais. Durante este período, no entanto, os pesquisadores verificaram que as flutuações na concentração de oxigénio liberto eram interpretadas ao nível celular como sendo falta de oxigénio.

"A flutuação do oxigénio que gerámos é o que importa" - afirmou o cientista, acrescentando: "Durante este processo, deu-se um estado de falta de oxigénio, provocando a regeneração celular." 

As ramificações práticas incluem melhorias na atenção, na velocidade do processamento de informação, e nas funções executivas, as quais normalmente vão-se perdendo com o avançar da idade, e que normalmente preocupam as pessoas com mais de 60 anos. Segundo o estudo, as mudanças foram equivalentes ao estado do nível celular dos corpos dos participantes há 25 anos atrás. 

"Não estamos apenas a atrasar o declínio: estamos recuando no tempo" - anunciou Efrati.

Shalom, Israel!

sexta-feira, novembro 20, 2020

163 NAÇÕES CONTRA ISRAEL NA ONU. APENAS 5 A FAVOR

 

A nação de Israel é a balança nas mãos de Deus através da qual Ele irá julgar ou abençoar as nações do mundo. Isso é bem claro em muitas profecias do Antigo Testamento, reiteradas em alguns escritos do Novo Testamento. Quanto mais se aproxima o Retorno do Messias Jesus a Jerusalém, mais ódio e oposição o inimigo vai implantando na mente dos líderes mundiais contra os propósitos de Deus relacionados com Israel.

Ainda que desacreditado, o órgão que representa todas as nações do mundo - a ONU - é cada vez mais um palco antissemita e anti-sionista. Isso é revelado pelo número de condenações de que Israel tem sido alvo naquele fórum mundial, sendo de longe o país que mais resoluções condenatórias tem sofrido.

A proposta de resolução ontem apresentada ao Terceiro Comité da Assembleia Geral da ONU, em Nova Iorque, propunha "o direito do povo palestiniano à auto-determinação, incluindo o direito à sua independência, como Estado independente da Palestina, sublinhando a urgência de se conseguir sem demora um fim à ocupação israelita que se iniciou em 1967, e um acordo de paz justo, duradoiro e compreensivo entre os lados palestinianos e israelitas" baseados numa solução de 2 estados. 

Esta proposta faz parte de um pacote "venenoso" de 20 resoluções pró-palestinianas passadas anualmente pela Assembleia Geral, e que a missão israelita na ONU tem desde há muito criticado, provando serem tendenciosas por parte deste fórum internacional. 

APROVADA POR 163, REPROVADA APENAS POR 5, COM 10 ABSTENÇÕES

A resolução foi aprovada por uma esmagadora maioria de 163 nações a favor dos palestinianos e da divisão da Terra de Israel, com 5 nações a votarem contra, e 10 a se absterem. A grande surpresa (ou não) veio do Canadá que, sendo um tradicional apoiante de Israel, votou pela maioria, comprovando a tendência antissemitia do actual governo canadiano. 

Votaram contra a resolução, para além de Israel, os Estados Unidos, as ilhas Marshall, a Micronésia e Nauru. Abstiveram-se a Austrália, os Camarões, a Guatemala, as Honduras, Kiribati, Palau, Papua Nova Guiné, o Ruanda, o Togo e Tonga.

CONTENTAMENTO PALESTINIANO

O ministro palestiniano para as Relações Exteriores elogiou o voto, apelidando-o de "uma resposta natural da comunidade internacional às violações da ocupação de Israel, bem como uma resposta à visita do secretário de estado norte-americano Mike Pompeo aos assentamentos coloniais israelitas."

Shalom, Israel!

quinta-feira, novembro 19, 2020

"ISTO É ISRAEL!" - AFIRMOU MIKE POMPEO NOS MONTES GOLAN, NUMA MEMORÁVEL VISITA A ISRAEL

 

Na sua derradeira visita a Israel na qualidade de secretário de estado, Mike Pompeo fez uma visita aos Montes Golan, algo sem precedentes, uma vez que é a primeira vez que uma autoridade norte-americana visita oficialmente aquela região, dessa forma confirmando a soberania do estado de Israel sobre aquele território conquistado aos sírios na Guerra dos 6 Dias, em Junho de 1967.

Mike Pompeo visitou um lugar denominado "Bental Point", que costumamos também visitar nas nossas viagens anuais a Israel, e de onde se podem avistar os Montes Hermon. Fica junto à fronteira com a Síria, que se pode ver a curta distância, e foi lugar de intensas batalhas na Guerra de Yom Kippur, em 1973, em que muitos soldados israelitas perderam as suas vidas.

Mike Pompeo já havia visitado um assentamento nas regiões bíblicas da Judeia e Samaria, para grande desgosto dos palestinianos e dos hipócritas governantes da União Europeia. Mike Pompeo visitou em seguida os Montes Golan, viajando de helicóptero e sob forte escolta, uma vez que a região dos Golan é cobiçada pela Síria, que teima em reivindicar aquele território estratégico para si. Têm havido várias incursões recentes da aviação israelita a depósitos de explosivos iranianos depositados na fronteira síria, pelo que aquela região está sob constante vigilância pelas Forças de Defesa de Israel.

Tomando a palavra naquela região fronteiriça, o secretário de estado norte-americano foi suficientemente corajoso para declarar em público a soberania de Israel sobre aquele território disputado: "Não se pode estar aqui e olhar para o outro lado da fronteira e negar aquilo que o presidente Donald Trump reconheceu, aquilo que os anteriores presidentes se recusaram a fazer" - afirmou, referindo-se à decisão de Trump em reconhecer no ano passado a soberania de Israel sobre aquela região. 

"Isto é uma parte de Israel e uma parte central de Israel" - afirmou Pompeo.

Mike Pompeo condenou ainda quilo que ele descreveu como apelos dos "salões da Europa e nas instituições da elite na América" para que Israel devolva os Golan à Síria: "Imagine com Assad no controle deste lugar, o risco de danos para o Ocidente e para Israel."

O governo sírio condenou de imediato "tais visitas criminosas", alegando que as mesmas "encorajam Israel a continuar a sua perigosa e hostil aproximação."

Antes da visita aos Montes Golan, Pompeo passou esta manhã por uma adega na região bíblica da Judeia, perto do assentamento judaico de Psagot, que decidiu denominar um dos seus vinhos com a marca "Pompeo", homenageando dessa forma o corajoso líder norte-americano. 

Numa declaração proferida depois desta visita, Mike Pompeo afirmou que os Estados Unidos irão etiquetar os produtos exportados dos assentamentos judaicos como "Made in Israel." Já pela manhã Mike Pompeo havia anunciado uma outra nova política do governo norte-americano: a partir de agora o governo de Washington passará a considerar como antissemita a campanha "BDS - Boicote, Desinveste, Sanciona" que visa isolar e prejudicar Israel por causa do seu alegado tratamento dos palestinianos. 

No final desta manhã Mike Pompeo fez uma visita ao parque arqueológico da Cidade de David, na parte Oriental da Cidade de Jerusalém.

Certamente uma visita memorável, que Israel nunca poderá deixar de apreciar e agradecer.

Shalom, Israel!


quarta-feira, novembro 18, 2020

MINISTRO DO BAREIN JUNTA-SE A MIKE POMPEO EM VISITA A JERUSALÉM

 

Aplaudida por Netanyahu como "um importante marco" no caminho para a paz na região, a visita realizada esta tarde pelo ministro para os Negócios Estrangeiros - a primeira de sempre de um representante daquele país árabe ao estado de Israel - teve também a presença do secretário de estado norte-americano Mike Pompeo, nesta sua última digressão nessa qualidade pelo Médio Oriente.

O ministro do Barein Abdullatif bin Rashid al-Zayani apelou ao retomar das conversações de paz entre israelitas e palestinianos, salientando que a região só conhecerá a verdadeira paz com a criação de um estado palestiniano ao lado de Israel. O ministro acrescentou ainda esperar que esta emergente cooperação entre o Barein e Israel possa "marcar o caminho para uma alvorada de paz para todo o Médio Oriente."

Netanyahu e Pompeo por sua vez aplaudiram a recente normalização das relações com os Emirados Árabes Unidos e o Barein - conhecidos como "acordos de Abraão" - e o Sudão, sem no entanto se referirem aos palestinianos. 

Jerusalém e o Barein estão avançando a cooperação mútua "numa impressionante velocidade" - destacou Netanyahu - acrescentando: "Os israelitas estão voando para o Barein. As pessoas do Barein estão voando para Israel. O céu não é mais o limite."

Mike Pompeo chegou no início desta tarde a Israel, onde ficará até Sexta-Feira próxima. No seu discurso aplaudiu os acordos entre Israel e os 3 países árabes, esperando "que muitos mais se possam seguir." 

Prevê-se para breve, talvez ainda em Dezembro, a abertura da embaixada do Barein em Tel Aviv e de Israel na capital do Barein, Manama. 

Shalom, Israel!

terça-feira, novembro 17, 2020

MÉDICO ISRAELITA DESPEDIDO POR TER CUSPIDO EM IMAGEM DE CRISTO COM MARIA

 

Zelosa por respeitar as convicções religiosas de cada cidadão israelita, a associação médica "Magen David Adom" suspendeu as actividades de um dos seus médicos, após se comprovar que ele havia cuspido 3 vezes sobre uma imagem de Jesus com Sua mãe na casa de cristãos onde ele tinha ido administrar testes da covid.

O incidente ficou registado em câmaras de video que revelam o homem a tirar a sua máscara protectora para cuspir três vezes seguidas sobre a imagem. Quando questionado pelo dono da casa, o médico alegou que "a Torá diz para fugirmos da idolatria."

A "MDA" investigou o incidente e acabou por decidir que o funcionário era "indigno de representar a organização", tendo-o despedido de imediato. A "MDA" asseverou que na organização "trabalham lado a lado pessoas de todas as religiões."

Shalom, Israel!

segunda-feira, novembro 16, 2020

ISRAEL SERÁ UM DOS PRIMEIROS PAÍSES A RECEBER A VACINA DA "MODERNA"

 

"Está ao virar da esquina" - anunciou o israelita Tal Zaks, o médico chefe da empresa norte-americana Moderna, calculando que as vacinas cheguem a Israel já no início do próximo ano. Este anúncio foi feito poucas horas depois de a empresa farmacêutica ter anunciado a eficácia da vacina em 94,5%, a melhor até agora entre as várias em desenvolvimento por vários laboratórios mundiais.

Segundo Zaks, os resultados finais estarão disponíveis daqui a poucas semanas.

"O fornecimento para Israel deverá sair dentre as primeiras entregas da linha de produção europeia com base na Suíça" - previu o médico, acrescentando: "Espero que isto aconteça no início de 2021."

"Não posso dar um número exacto, mas posso garantir que estamos fazendo todos os esforços para suprir as vacinas a Israel, tal como prometemos. Israel está entre o primeiro grupo de países que assinaram connosco. Cumpriremos a nossa parte do acordo."

Israel comprou entre 1 a 2 milhões de doses da vacina da Moderna. As primeiras pessoas a receber a vacina serão as ligadas à área médica, os grupos de alto risco e as mulheres grávidas. Israel pagou cerca de 120 milhões de dólares para a aquisição destas vacinas à empresa norte-americana de neo-tecnologia. 

Israel também assinou na semana passada um contrato com a empresa Pfizer, que também anunciou uma alta taxa de sucesso das suas vacinas. 

Shalom, Israel!



sábado, novembro 14, 2020

AGENTES SECRETOS ISRAELITAS LIQUIDARAM O Nº2 DA AL-QAEDA NUM RUA DE TEERÃO

 

Apesar dos desmentidos de Teerão - outra coisa não seria de esperar - a verdade é que um dos mais perigosos terroristas "à solta", Abu Muhammad al-Masri (nome de guerra), considerado o número dois da organização terrorista islâmica al-Qaeda, foi liquidado em Agosto passado, numa rua da capital iraniana, por dois agentes da Mossad israelita.

Este criminoso foi o orquestrador das explosões em duas embaixadas dos EUA na África (Quénia e Tanzânia), em 1998, que provocaram 224 mortos e centenas de feridos, e do ataque ao hotel Kenyan, gerido por israelitas, em 2002, em que morreram 13 pessoas e 80 ficaram feridas.
Segundo relata o "New York Times", o terrorista foi abatido por dois agentes israelitas numa moto, a pedido dos Estados Unidos. O "ajuste de contas" deu-se no passado dia 7 de Agosto, dia do aniversário do ataque terrorista perpetrado por Abu Muhammad.

O terrorista conduzia o seu automóvel perto de casa, quando dois motociclistas, agentes israelitas, se colocaram ao lado do automóvel e dispararam 5 tiros com uma arma equipada com silenciador, liquidando al-Masri e sua filha, Miriam, que era casada com o falecido filho mais novo de Osama bin Laden, Hamza bin Laden. Desde há anos que os EUA mantinham informações sobre a actividade do terrorista, mas não se sabe ao certo qual o papel que os EUA terão desempenhado neste ataque.

Al-Masri era um dos mais antigos membros da al-Qaeda, sendo provavelmente o próximo a liderar o grupo terrorista, depois do seu actual líder, Ayman al-Zawahri.

Depois do assassinato, os media iranianos identificaram o morto como sendo um professor de História do Líbano chamado Habib Daoud, e sua filha, Maryam. Órgãos informativos do Líbano alegaram entretanto que o terrorista era membro do Hezbollah. Estas duas personagens inventadas pelo Irão não existem, tendo sido uma tentativa de desviar a atenção da incapacidade do Irão em impedir ataques de agentes secretos israelitas. 

Não se sabe ao certo qual a razão porque o Irão deu abrigo a este terrorista. Sabe-se apenas que ele residia no país desde 2003, e em Teerão desde pelo menos 2015. Enquanto na capital iraniana, ele era protegido pelos Guardas Revolucionários Iranianos, mas tinha liberdade para se deslocar dentro e até para fora do país. 


PLANEAVA ATAQUES A ISRAELITAS E JUDEUS

Sabe-se agora que Abdullah Ahmed Abdullah, estava planeando ataques terroristas contra alvos judaicos e israelitas no mundo. Os serviços de espionagem israelitas andavam a rastreá-lo desde há um ano, e estas informações sobre possíveis ataques planeados fizeram "apressar" a sua liquidação. 

Shalom, Israel!

sexta-feira, novembro 13, 2020

ISRAEL PODERÁ VIR A ATACAR O IRÃO ENQUANTO TEM O APOIO DE TRUMP

 

Preocupado com as políticas do alegadamente novo presidente norte-americano eleito Joe Biden, Israel vê o crescimento ininterrupto do programa nuclear iraniano, e a forte possibilidade de Biden retomar o acordo nuclear com aquele país com enorme inquietação, levando alguns comentadores a considerarem a possibilidade de um ataque israelita ao Irão enquanto se puder contar com o apoio da actual administração de Donald Trump - de longe a mais próxima de Israel.

O general norte-americano H.R. McMaster, ex-conselheiro nacional da administração Trump, afirmou que na ausência de quaisquer medidas para pôr cobro ao Irão no seu programa de desenvolvimento de uma arma nuclear, Israel poderá encarar uma acção militar. O ex-conselheiro avisou que o Irão continua no seu programa de enriquecimento de urânio, "e continua também a sua guerra fantoche de há 4 décadas contra nós (EUA), Israel, e as monarquias árabes no mundo."

O perito militar acrescentou ainda que "Israel segue a doutrina Begin, o que significa que não aceitará que nenhum estado hostil tenha as armas mais destrutivas do mundo." Esta é uma clara alusão ao ataque da aviação israelita ao reactor nuclear iraquiano, em 1981, sob as ordens do então primeiro-ministro Menahem Begin. O reactor nuclear estava sendo construído pelo ditador Saddam Hussein, e foi destruído com o ataque da aviação israelita. 

"Temos visto isso no passado com os ataques das Forças de Defesa de Israel na Síria" - acrescentou McMaster, recordando que a Coréia do Norte estava ajudando a Síria a construir uma central nuclear, que Israel atacou em 2007. "Penso ser uma possibilidade Israel tomar uma acção. Estamos de volta ao clima de 2006, quando sabíamos que o Irão estava buscando conseguir esta capacidade nuclear, as tensões estavam elevadas e as FDI estavam prontas a agir naquela altura."

A eleição de Biden traz a Israel uma grande incerteza e instabilidade, uma vez que as suas políticas para o Médio Oriente sofrerão uma mudança nada favorável a Israel e ao actual processo de paz com as nações árabes. Na minha opinião, a considerar um ataque às facilidades nucleares iranianas, o momento seria agora, enquanto Netanyahu conta com o favor do amigo Donald Trump...

Shalom, Israel!

quinta-feira, novembro 12, 2020

A GRANDE PROSTITUTA DO APOCALIPSE - MISTÉRIO BABILÓNIA

 


DESCOBERTA FORTALEZA DOS DIAS DO REI DAVID

 

Foi descoberta nos Montes Golan (Norte de Israel) uma fortaleza com cerca de 3 mil anos, portanto dos dias do reino de David. O local fica perto da moshav religiosa de Hispin. Esta fortaleza será uma comprovação da existência dos antigos aliados de Israel, os gesuritas, cuja capital é mencionada na Bíblia como estando localizada perto deste local.

As paredes da fortaleza são compostas de pedregulhos de basalto escavadas na região e têm cerca de 1 metro e meio de espessura. 

Os escavadores encontraram uma grande pedra com uma gravação de figuras com dois chifres e com as mãos erguidas, e uma estatueta de uma mulher ostentando um instrumento musical, provavelmente um tambor.

"Isso também nos liga a achados da Idade do Ferro" - informou Barak Tzin, que liderou as escavações da Autoridade para as Antiguidades de Israel, e que cobrem uma área de cerca de mil metros quadrados. Segundo o arqueólogo, os objectos encontrados assemelham-se a outros achados em Betsaida, "um lugar associado à capital do reino de Gesur", nas margens a Norte do Lago da Galileia. Par ao arqueólogo, este tipo de materiais encontrados revelam "laços familiares" entre o reino de Gesur e o reino de David.

Segundo o arqueólogo, este é o início da redescoberta dos Montes Golan. No que toca a achados arqueológicos e à História daquela região, obviamente. Mais descobertas a caminho...

Shalom, Israel!


quarta-feira, novembro 11, 2020

SENADO HOLANDÊS REJEITA RESOLUÇÕES DA ONU QUE NEGAM A LIGAÇÃO JUDAICA AO MONTE DO TEMPLO

 

O senado holandês apelou à Holanda para votar contra as resoluções da ONU que usam apenas o nome árabe quando se referem ao Monte do Templo, negando dessa forma qualquer ligação judaica ao seu lugar mais sagrado.

A moção foi proposta ontem pelo senador Peter Schalk, da facção cristã do partido SGP, pedindo ao governo "para votar o mais possível contra as resoluções da ONU relativas ao Monte do Templo como "al-Haram al-Sharif", apenas, e encorajamento outras nações da União Europeia a fazerem o mesmo."

O senado aprovou a moção, com 50 votos a favor e 25 contra. Esta votação seguiu-se à aprovação holandesa de 6 das 7 resoluções condenatórias de Israel nas Nações Unidas recentemente votadas.

Esta não é a primeira vez que os senadores holandeses apelaram ao governo para que votasse ao lado de Israel na ONU. 

O embaixador de Israel na Holanda já aplaudiu a medida, que, segundo ele, "combate a contínua descriminação a Israel na ONU."

"Esta é uma clara mensagem contra as tentativas por parte de diferentes facções para apagar a conexão histórica de mais de 3 mil anos entre o povo judeu e Jerusalém" - acrescentou o diplomata. 

Shalom, Israel!

terça-feira, novembro 10, 2020

MIKE POMPEO A CAMINHO DE VISITAR 7 PAÍSES DO MÉDIO ORIENTE, INCLUINDO ISRAEL

 

Naquela que poderá ser a última viagem de Mike Pompeo na qualidade de secretário de estado da administração Trump - a menos que a mesma consiga um segundo mandato - o braço direito de Trump irá visitar vários países do Médio Oriente que já saudaram Biden pela sua alegada eleição.

Pompeo partirá na próxima Sexta-Feira para Paris, visitando depois Istambul e a Geórgia, antes de chegar a Israel. Três países do Golfo serão também visitados: a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos e o Catar. A viagem irá abordar "os esforços históricos de Trump para forjar a paz e a cooperação em todo o Médio Oriente."

Esta viagem está repleta de alguma estranheza devido à alegada vitória de Biden nas eleições presidenciais norte-americanas, contudo a administração actual recusa os resultados divulgados e acredita que haverá "uma suave transição para uma nova administração Trump."

Acredita-se que esta visita de Pompeo servirá também para aumentar a pressão internacional sobre o Irão, aproveitando o tempo restante da administração de Donald Trump. 

Shalom, Israel!

segunda-feira, novembro 09, 2020

ISRAEL INAUGUROU SISTEMA DE TESTES RÁPIDOS NO SEU PRINCIPAL AEROPORTO, VISANDO A ABERTURA DO ESPAÇO AÉREO

 

Com os números de casos de pessoas infeccionadas a baixar de dia para dia, e com o anúncio da proximidade das vacinas para a prevenção do covid-19, Israel dá mais um passo visando a aceleração dos testes e a facilitação da deslocações aéreas com partida nos seus aeroportos. Tudo leva a crer que esta nova medida visa para breve a abertura do aeroporto para os voos internacionais, uma expectativa ansiada por muitos turistas e pelos operadores turísticos do país.

Foi esta manhã inaugurado no terminal 3 do aeroporto Ben Gurion, perto de Tel Aviv, o laboratório de testes rápidos do covid-19 chamado "Check2Fly", onde estiveram presentes o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, acompanhado dos ministros para os transportes e da saúde.

O "Check2Fly" é um teste resultante do projecto feito em parceria pela "Omega" - uma empresa ligada aos testes do coronavírus - e um grupo do centro médico Rambam de Haifa. O teste normal leva 14 horas a dar o respectivo resultado, e custa cerca de 10 euros. É possível também optar por um teste mais rápido, com resultados disponíveis em apenas 4 horas, pelo valor de 30 euros. Segundo um dos responsáveis, podem ser testadas 20 mil pessoas por dia, tanto passageiros saindo como entrando em Israel. A previsão é que à medida que os testes vão sendo realizados se possa diminuir o número de horas necessárias para a obtenção do resultado. 

Shalom, Israel!

sábado, novembro 07, 2020

TRUMP LEVANTOU AS RESTRIÇÕES AOS INVESTIMENTOS NORTE-AMERICANOS NA JUDEIA E SAMARIA

 

Injustiçado por muitos judeus norte-americanos que preferiram votar no seu adversário, o actual presidente norte-americano Donald Trump não abandonou mesmo assim os amigos israelitas, deliberando aquela que será talvez a sua última acção favorável a Israel e aos israelitas, levantando as restrições aos investimentos federais norte-americanos ligados à ciência e projectos de pesquisa e agrícolas levados a cabo nos assentamentos judaicos da Judeia e Samaria.

O plano e paz de Trump permite que Israel possa estender a sua soberania a 30% destes territórios onde residem cerca de 460 mil israelitas.

Ao assinar o acordo que permite o levantamento das restrições ao investimento, no passado dia 28 de Outubro, o embaixador norte-americano em Jerusalém afirmou: "Tal como temos visto um tremendo progresso regional com os Acordos de Abraão, estamos também vendo os benefícios tangíveis das políticas do presidente Trump para a cooperação bilateral com Israel."

Shalom, Israel!

quinta-feira, novembro 05, 2020

ONU DECLARA QUE O MONTE DO TEMPLO É UNICAMENTE ISLÂMICO

 


Num vergonhoso e condenável atropelo da História, 139 estados membros das Nações Unidas aprovaram ontem uma resolução que alega que o Monte do Templo, no coração de Jerusalém, o bíblico Monte Moriá, é um local sagrado "unicamente islâmico", denominando-o pelo único nome de al-Haram al-Sharif.

Esta foi uma das sete resoluções pró-palestinianas e anti-Israel que o 4º Comité da Assembleia Geral da ONU aprovou ontem em Nova Iorque.


A resolução que abordou Jerusalém incluiu linguagem que se referiu à ligação das três religiões monoteístas a Jerusalém. Na linguagem da resolução, Jerusalém é referida como "ocupada" apenas na sua parte oriental. 

O embaixador de Israel na ONU, Gilad Erdan, disse ao comité que a resolução "ignora por completo qualquer ligação entre o povo judeu e o Monte do Templo - o nosso lugar mais sagrado. Isso é uma desgraça. A tentativa audaciosa de reescrever a História não alterará o facto indiscutível que a conexão judaica à cidade de Jerusalém data de há milhares de anos."

E Erdan acrescentou: "Eles também não alterarão o facto da nossa actual conexão a Jerusalém ser a mais forte de sempre. Um número crescente de países está deslocando as suas embaixadas para Jerusalém, a nossa capital unida e indivisível."

Esta pérfida acção da ONU tem lugar numa altura em que a administração Trump tem aumentado os seus esforços para vincar a ligação de Israel a Jerusalém, que é a capital do moderno estado e onde o Templo judaico, o lugar judaico mais sagrado, permaneceu nos tempos bíblicos. 

"Ao contrário desta câmara, que está desfasada da realidade, um crescente número de nações está reconhecendo que Jerusalém é a inegável capital do povo judeu e do estado judaico. Como Ministro da Segurança Pública, eu assegurei que todas as religiões tinham acesso aos lugares sagrados de Jerusalém" - acrescentou o diplomata.

"Nenhuma resolução aqui passada alterará a conexão eterna entre o povo judeu e o lugar mais sagrado da nossa fé: Har HaBayit, o Monte do Templo" - afirmou Erdan.

"Ao longo dos anos os palestinianos têm andado a promover uma linguagem que inclui apenas o termo islâmico "Haram al-Sharif" e que exclui propositadamente o nome hebraico para o Monte do Templo" - acrescentou o embaixador.

Erdan disse aos estados membros da ONU: "o vosso apoio encorajou os palestinianos não apenas a negar a conexão judaica a este lugar, mas também a negar o acesso ao mesmo, ameaçando até com violência. Ao apoiarem estas resoluções, vocês partilham a responsabilidade pelo comportamento deles."

Esta resolução é o passo mais recente numa longa batalha entre Israel e os estados muçulmanos em relação ao estatuto de Jerusalém, em particular o Monte do Templo, que é o terceiro lugar mais sagrado para o islão. 

PAÍSES CONTRA E A FAVOR DA RESOLUÇÃO

Votaram ao lado de Israel contra esta resolução os seguintes países: a Austrália, o Canadá, a Guatemala, a Hungria, as Ilhas Marshall, a Micronésia, o Nauru e os Estados Unidos. 

16 países abstiveram-se. Foram eles: Áustria, Bielorrússia, Camarões, Colômbia, República Checa, Honduras, Kiribati, Malawi, Papua Nova Guiné, São Tomé e Príncipe, Sérvia, Eslováquia, Ilhas Salomão, Togo, Uruguai e Vanuatu. Alguns destes países que se abstiveram, como é o caso da República Checa, das Honduras, da Sérvia e do Malawi, têm indicado que pretendem deslocar as suas embaixadas para Jerusalém, uma medida que designa o reconhecimento da soberania de Israel sobre - pelo menos - Jerusalém Ocidental. Tanto o Monte do Templo como a Cidade velha de Jerusalém estão localizadas em Jerusalém Oriental.

Votaram a favor da resolução: a República Dominicana e o Brasil, dois países que têm vindo a considerar a mudança das suas embaixadas para Jerusalém, mas que agora votaram a favor desta pérfida resolução. Países europeus que também votaram a favor: Bélgica, Dinamarca, Estónia, França, Finlândia, Alemanha, Grécia, Irlanda, Itália, Lituânia, Holanda, Polónia, Portugal, Espanha, Suécia, e Reino Unido. 

"E acontecerá naquele dia que farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a carregarem certamente serão despedaçados; e ajuntar-se-á contra ela todo o povo da terra." - Livro do profeta Zacarias 12.3.

Shalom, Israel!


quarta-feira, novembro 04, 2020

O MUNDO CONTINUA A IGNORAR O APOIO HUMANITÁRIO DE ISRAEL À FAIXA DE GAZA

 

Muitas vezes ouve-se por aí que Israel é um país criminoso que bloqueou e abafou o povo de Gaza, não permitindo que bens essenciais ali possam entrar para socorrer a população do enclave. Nada mais longe da realidade...

Israel é o principal fornecedor de bens à população de Gaza, oprimida pelos carrascos do Hamas. Milhões de toneladas de ajuda israelita têm entrado em Gaza nos últimos anos, ao contrário do que se imagina e se propaga pelas cadeias de informação tendenciosas e envenenadas pelo antissemitismo. 

As Forças de Defesa de Israel criaram uma organização humanitária responsável por canalizar ajuda aos palestinianos nos territórios sob sua administração. Trata-se da "COGAT" - Coordenação das Actividades Governamentais nos Territórios. A ênfase desta ajuda são as populações civis. 

A ajuda a Gaza é feita através da passagem fronteiriça de Kerem Shalom. Segundo a "COGAT", durante a última semana de Outubro, entraram em Gaza vindos de Israel 2.291 camiões carregando 69.063 toneladas de bens e equipamento. Tem sido também fornecido combustível, totalizando 3,5 milhões de litros de gasolina e diesel, para além de 130 toneladas de gás de cozinha.

Estes gigantescos suprimentos põem a nu as mentiras dos grupos pró-palestinianos que alegam que Gaza está sob um cerco montado pelos israelitas e pelos egípcios.

A passagem de Kerem Shalom funciona cinco dias por semana, o que significa que na semana passada uma média de mais de 450 camiões atravessaram diariamente a fronteira com ajuda humanitária, incluindo alimentos, medicação e equipamento médico, roupas e materiais de construção. 

Há algum tempo atrás a ONU acusou o Hamas de "estar a roubar do seu próprio povo e aumentando o sofrimento dos palestinianos em Gaza", ao desviar alguma da ajuda que ali chega, especialmente cimento que é usado pelo Hamas para construir túneis militares em vez de casas para a população.

Israel permite também a saída de Gaza de toneladas de bens comerciais, incluindo produtos agrícolas como morangos, que a população de Gaza exporta para países como os Emirados e o Catar. 

Esta é a verdade. 

Shalom, Israel!

terça-feira, novembro 03, 2020

A IMPORTÂNCIA PROFÉTICA DA DECLARAÇÃO DE BALFOUR - 2 DE NOVEMBRO DE 1917

 

Celebraram-se ontem 103 anos desde que o então secretário dos assuntos exteriores da Grã Bretanha, sir Arthur James Balfour emitiu a famosa "Declaração de Balfour", concedendo aos judeus a permissão para o estabelecimento de um estado judaico na então denominada Palestina: "O Governo de Sua Majestade vê favoravelmente o estabelecimento de um lar nacional para o povo judeu na Palestina, e fará uso dos seus melhores esforços para facilitar a realização deste objectivo, sendo entendido de forma clara que nada será feito que possa prejudicar os direitos civis e religiosos de comunidades não judaicas existentes na Palestina, ou os direitos e estatuto político desfrutado pelos judeus em qualquer outro país."

Com os actuais esforços ridículos dos palestinianos para a revogação desta declaração - como se tal fora possível - é importante lembrar que, apesar de a Grã Bretanha estar prestes a ser na altura a potência administradora da Palestina, outras potências mundiais subscreveram esta decisão na Conferência de San Remo realizada 3 anos depois, com a presença dos ministros das Relações Exteriores dos Estados Unidos (Robert Lansing), da Itália, (Sidney Sonnino), do Japão, (Makino Nabuaki), da Grã Bretanha (Balfour), e da França, (Pichon). Após a vitória destas nações na 1ª Guerra Mundial, foi constituída entre elas a "Liga das Nações". Esta aspiração milenar do povo judeu foi também compreendida e facilitada pelo presidente dos EUA dessa época, Woodrow Wilson, e até o papa Bento XV havia consentido, descrevendo o retorno dos judeus à Palestina como "providencial; Deus permitiu-o."

A "carta Cambon", emitida em 4 de Junho de 1917 por Jules Cambon, o então director do departamento político do Ministério dos Assuntos Exteriores da França, tornou-se uma precursora política essencial à Declaração de Balfour, clarificou o apoio total por parte do governo francês daquela época: "Seria um acto de justiça e de reparação assistir, através da protecção das Potências Aliadas, no renascimento da nacionalidade judaica (nationalité juive) naquela terra da qual o povo de Israel foi exilado há tantos séculos atrás."

Outra realidade importante a ser lembrada é que naquela altura a Palestina não era um território livre, mas sim sob ocupação do império turco otomano durante 400 anos. Todo aquele território foi ocupado durante séculos por vários grupos, desde os bizantinos cristãos, os árabes muçulmanos, os Cruzados europeus, os mamelucos egípcios, e finalmente os otomanos turcos. 

Aquilo que a Grã Bretanha tentou foi fazer um gesto anti-imperialista, após séculos de imperialismo cristão e islâmico sem a existência de estados autónomos, num esforço para devolver as terras administradas pelos otomanos às tribos que então lá viviam. Tratava-se de devolver aquelas terras aos seus donos originais: os judeus. 

A Conferência de San Remo realizada em Abril de 1920 transformou os antigos territórios otomanos em mandatos que seriam administrados em nome da Liga das Nações. Essas potências vencedoras da Primeira Guerra tornaram então a Grã Bretanha "responsável por executar a declaração originalmente feita em 2 de Novembro de 1917 pelo governo de Sua Majestade Britânica, e adoptada pelas referidas potências."

Em Maio de 1918, o governo italiano prometeu a Sokolow ajudar "a facilitar o estabelecimento de um centro nacional judaico na Palestina." Em Janeiro de 1919, o Japão informou Weizmann que "o governo japonês assinala alegremente as aspirações sionistas para estabelecer um lar nacional para o povo judeu na Palestina e anseia com interesse e simpatia a realização de tal desejo."

Após a resolução das Nações Unidas em Novembro de 1947 para a partição da Palestina entre dois povos, o judeu e o árabe, os judeus viram finalmente o seu milenar anseio realizado, conduzindo à declaração da independência em 14 de Maio de 1948.

Mas, mais importante do que as declarações dos homens, está o cumprimento das promessas de Deus, levando a que o Seu povo pudesse voltar à Terra dos seus antepassados.

Shalom, Israel!


segunda-feira, novembro 02, 2020

DESEMPREGO EM ISRAEL JÁ VAI NOS 22,7%

Nenhum país está imune às consequências da actual pandemia, mas uns sofrem mais do que outros. É o caso de Israel, fortemente atingido pela pandemia e pelas suas consequências na economia. O país está neste momento com muito do seu comércio e actividades encerrados, ainda que se comece a assistir a algum desconfinamento devido a um menor número de infectados com o vírus.

O "Gabinete Central de Estatísticas" de Israel reportou agora os últimos dados referentes à primeira quinzena de Outubro, revelando que a taxa de desemprego atingiu os 22,7%, representando mais 160.000 pessoas sem emprego. No mesmo período do mês anterior esse valor era de 19,1%.

O número actual de pessoas sem trabalho é assim de 1.079.500, calculando-se que 832.600 sejam resultado directo ou indirecto da actual crise pandémica. Se pensarmos que a população israelita ronda os 8 milhões, este número é demasiadamente alto. E preocupante.

Shalom, Israel!