sábado, dezembro 14, 2019

"O OBJECTIVO DOS ATIRADORES ERA UMA ESCOLA JUDAICA COM 50 CRIANÇAS" - AFIRMOU O PRESIDENTE DA CÂMARA DE JERSEY

Não tivesse sido a eficaz intervenção da polícia, encurralando os atiradores criminosos dentro do supermercado kosher (judaico), onde 3 pessoas foram mortas, os resultados teriam sido muito piores. Essa foi a conclusão do presidente da câmara da cidade de Jersey, perto de Nova Iorque, acrescentando tratar-se de "um ataque terrorista." Certamente anti-semita.
Steven Fulop fez essas declarações ontem, após constatar a realidade dos factos e das evidências: "A minha opinião é a de que, quanto mais informação vai chegando, tornar-se-à cada vez mais claro que o alvo eram as 50 crianças na Yeshiva (escola judaica) pegada àquela loja."
Fulop, ele próprio judeu, acrescentou ainda: "Nunca saberemos a 100%, mas a porta de entrada da escola ficava a 1 metro, parecendo que era para lá que ele (o atirador) se dirigia primeiro."
"Esta é uma tragédia horrível, mas mesmo com tantas trevas com as vidas que se perderam existe alguma luz, pois não restam dúvidas de que se não tivesse sido a rápida e brava resposta da polícia ao encurralá-los na loja, isto teria sido muito pior" - confessou Fulop.
Na passada Quinta-Feira, o Procurador-Geral General Gurbir Grewal, afirmou que o ataque tinha sido instigado pelo ódio aos judeus e às autoridades, estando a ser investigado como terrorismo doméstico.
Os dois atacantes, fortemente armados, entraram na loja, assassinando 3 pessoas, e ainda um polícia, num cemitério a pouco mais de um quilómetro, antes de terem sido abatidos pela polícia após um intenso tiroteio que durou várias horas.

A providência divina evitou que o massacre fosse muito mais extenso. Os dois criminosos eram membros de uma seita de negros que se auto-designam como "israelitas hebreus", mas que odeiam os judeus e os brancos. 

Shalom, Israel!

sexta-feira, dezembro 13, 2019

O ANTI-SEMITISMO CONTRIBUIU EM PARTE PARA A ESTRONDOSA DERROTA DE JEREMY CORBYN NAS ELEIÇÕES DO REINO UNIDO

A estrondosa vitória do Partido Conservador de Boris Johnson nas eleições de ontem no Reino Unido em contraste com a avassaladora derrota do trabalhista socialista Jeremy Corbyn teve tudo a ver com as acusações de anti-semitismo de que o líder do Partido Trabalhista era alvo.
A derrota deste inimigo de Israel foi tão estrondosa, que ele decidiu de imediato anunciar que não iria liderar o partido num novo acto eleitoral. 
Os judeus britânicos viveram com preocupação e receio estas últimas semanas, temendo que o seu país viesse a ser governado por um indivíduo desde há muito opositor ao estado de Israel e que permitiu que o anti-semitismo se fosse instalando no seu partido de esquerda.
Não se pode dizer obviamente que foi o anti-semitismo o único factor responsável pela vitória de Johnson e a estrondosa derrota de Corbyn. Tudo teve a ver com a vontade dos britânicos de saírem da União Europeia e com o cansaço que muitos cidadãos vinham revelando com os constantes adiamentos à decisão. Não sendo o factor primordial, o anti-semitismo instalado no Partido Trabalhista de Corbyn teve também certamente responsabilidade nos resultados eleitorais de ontem.

Ainda bem. Isto não significa que os judeus britânicos possa agora relaxar, uma vez que, tal como hoje afirmou o rabino mor do Reino Unido, "as eleições acabaram, mas as preocupações com o anti-semitismo e o racismo mantêm-se."

Shalom, Israel!

quinta-feira, dezembro 12, 2019

TAL COMO PROFETIZADO HÁ 40 ANOS PELO RABI KADURI, PARLAMENTO DE ISRAEL É DISSOLVIDO E PAÍS VAI A VOTOS PELA TERCEIRA VEZ

Foi ontem oficialmente dissolvido o 22º parlamento de Israel - o Knesset - dando origem a novas eleições marcadas para o próximo dia 2 de Março.
Para além de esta situação não ter precedentes em Israel, uma vez que serão as terceiras eleições em menos de um ano, há um outro fenómeno que tem despertado a atenção a vários estudiosos e cabalistas: Há precisamente 40 anos, o rabi cabalista Yitzchak Kaduri, considerado o mais proeminente rabino sefardita desta geração, profetizou que tal iria acontecer à chegada do Messias.
Sabe-se que este rabi era homem de poucas palavras, por isso era muito importante dar atenção e tentar entender precisamente o que ele tentava fazer compreender a quem o escutava.
Certo dia, quando estava respondendo a questões que lhe eram colocadas, alguém lhe perguntou quando é que o Messias chegaria e quais os sinais que precederiam a sua vinda. O rabi respondeu: "Quando houver eleições, mas não houver governo."
Ninguém entendeu naquela altura o que ele queria dizer, pois obviamente que quando há eleições tem de haver um governo. Até que, 40 anos depois, se chegou a este impasse, com 2 líderes encabeçando as preferências dos eleitores, mas sem entendimento para a formação de um governo da coligação. 

PROFECIA SOBRE A IDENTIDADE DO MESSIAS
Foi este mesmo rabi que, pouco tempo antes de morrer com mais de 100 anos de idade, teve um sonho em que a identidade do Messias lhe teria sido revelada. Tendo o segredo sido guardado até à sua morte, a revelação do mesmo causou imensas ondas de choque entre os religiosos, uma vez que a identidade que ele revelou como sendo a do Messias era a de Jesus Nazareno!

OUTRA PROFECIA INTRIGANTE
Mas esta profecia de Kaduri não é única. No livro "O profeta do Egipto", escrito por um outro rabi, Shoshani, lê-se num excerto: "Chegará o dia em que dois ministros conquistarão o governo na Terra de Israel. Os seus nomes serão ambos Benjamin e nenhum deles terá sucesso em estabelecer o seu governo ou reino... Nesse dia, saibam e entendam que o Rei Messias já está às portas, vindo depois a ser revelado." E as afirmações de Shoshani continuam: "Compreendam e lembrem-se disto."

Sem cairmos em especulações indesejáveis, a nossa atitude no entanto é de vigilância, observando de perto os sinais e daí extraindo as nossas próprias conclusões. Uma coisa sabemos: aquele "Messias" que os judeus esperam e por quem tanto anseiam, não será o verdadeiro, pois antes desse terá de vir o falso, para que se cumpram as palavras do verdadeiro Messias de Israel: "Se outro (messias) vier em seu próprio nome, a esse recebereis."

Shalom, Israel! 

quarta-feira, dezembro 11, 2019

TUDO INDICA QUE O CRIME DE ONTEM EM JERSEY CITY (EUA), QUE DEIXOU 6 PESSOAS MORTAS, TEVE MOTIVAÇÕES ANTI-SEMITAS

Apesar das habituais precauções em situações como esta e que impedem que se tirem conclusões definitivas, a verdade é que tudo leva a crer que o tiroteio de ontem na cidade norte-americana de Jersey, perto de Nova Iorque, que causou a morte a 4 transeuntes e ainda dos 2 assassinos, teve uma motivação anti-semita.
Vários sinais indicadores são bem claros:
1 - O tiroteio deu-se num supermercado judaico kosher;
2 - Um dos criminosos suspeitos tinha postado mensagens contra os judeus e a polícia nas redes sociais;
3 - As autoridades informaram que o supermercado judaico era o alvo dos ataques;
4 - Os donos do supermercado são judeus. 

Neste momento, ainda não se conhece a identidade dos criminosos, entretanto abatidos pela polícia local. 
O tiroteio provocou 4 vítimas mortais, entre as quais um polícia e dois jovens judeus pertencentes à comunidade ultra-ortodoxa local. Segundo testemunhos de vários polícias, o tiroteio entre os assassinos e os elementos da polícia durou várias horas.

Cada vez mais me convenço que os judeus não estão seguros em lado nenhum a não ser na sua própria Terra, e é para lá que eles terão de regressar...

Shalom, Israel!


terça-feira, dezembro 10, 2019

ESTUDANTE ISRAELITA ESPANCADO ATÉ À INCONSCIÊNCIA NO METRO DE PARIS PELO CRIME DE ...ESTAR A FALAR EM HEBRAICO.

O anti-semitismo não conhece mais fronteiras na França. A entrada descontrolada de muçulmanos associada ao crescimento imparável da extrema direita tem criado um "cocktail" perigosíssimo para os judeus franceses e para aqueles que, mesmo visitantes, se "atrevem" a falar na língua dos seus ancestrais ou a ostentar qualquer símbolo judaico.
Esta tarde, no metro de Paris, um jovem israelita de 31 anos foi espancado por dois energúmenos até perder a consciência, pelo simples facto de o terem ouvido a falar ao telefone em hebraico.
"Socaram-me várias vezes, partindo-me os óculos, e deixando-me inconsciente" - informou o jovem após ter já recuperado a consciência.
A vítima deste acto criminoso adiantou ainda: "Está claro que eles me atacaram apenas porque ouviram que eu era israelita."
Um passageiro francês socorreu o jovem estudante e chamou a ambulância que o conduziu ao hospital.

O deputado judeu francês Meyer Habib, também ele vítima constante de ataques anti-semitas, deu ajuda ao estudante para fazer uma acusação pública na polícia. 
Este ataque hediondo é apenas o último de muitos outros que têm estado a ocorrer por toda a França contra o povo judeu e suas instituições.
O deputado Habib, que foi eleito para o parlamento em 2013, recebe ameaças e ataque numa base diária, registando cerca de 25 queixas por mês contra aqueles que o ameaçam a ele e à sua família.
Em 2015, um homem que ameaçou decapitar Habib foi preso por...15 meses.

segunda-feira, dezembro 09, 2019

ELEIÇÕES GERAIS EM ISRAEL MARCADAS PARA 2 DE MARÇO

A menos que haja algum acordo de última hora para a formação (quase impossível) de uma coligação que governe o país nestes próximos 4 anos, Israel irá pela terceira vez às urnas no espaço de menos de um ano...
Tantos o partido Likud, como o Branco e Azul já concordaram na data - talvez a única coisa em que estão de acordo...
Falta agora o parlamento - Knesset - aprovar esta data para as prováveis eleições.
O prazo para a entrega de uma proposta de um governo de coligação acaba hoje, à meia-noite. Se nada tiver acontecido de concreto até lá, o parlamento será dissolvido a partir de Quarta-Feira à noite.
Tendo o parlamento 120 deputados, quem quiser formar governo terá de ter o apoio de pelo menos 61 deputados, o que até agora nenhum candidato a primeiro-ministro conseguiu fazer.
O mais certo é haver eleições em Março de 2020.

Shalom, Israel!

sábado, dezembro 07, 2019

ISRAEL REALIZOU ONTEM TESTES COM OS SISTEMAS DE DEFESA ANTI-MÍSSIL

Perante as crescentes ameaças nucleares iranianas, Israel anunciou ontem ter realizado testes com mísseis numa região no centro do país. 
Segundo uma recente reportagem do jornal "New York Times", o Irão tem estado a armazenar uma enorme quantidade de mísseis balísticos de curto alcance capazes de alcançar Israel e a Arábia Saudita. Sabe-se que o Irão tem estado a aproveitar-se do caos existente no vizinho Iraque para construir um arsenal de mísseis balísticos naquele país, constituindo dessa forma uma grave ameaça aos aliados dos EUA na região, especificamente Israel e a Arábia Saudita. 
Essas ameaças terão sido o ponto principal das conversas havidas esta semana em Lisboa entre Benjamin Netanyahu e Mike Pompeo, secretário de estado norte-americano. 
Perante tais ameaças, Israel tem de se preparar para qualquer eventualidade de ataques vindos do Irão ou dos seus proxenetas, ou seja, a partir do Hezbollah no Líbano, ou do Hamas na Faixa de Gaza. 
Segundo informações prestadas pelo Ministério da Defesa de Israel, "os testes foram organizados antecipadamente e realizados conforme planeado."
Estes exercícios são realizados regularmente em Israel, incluindo testes aos sistemas de defesa anti-míssil.
Já no início deste ano tinha sido realizado um grande exercício conjunto com os EUA com o sistema de defesa anti-míssil , denominado "funda de David", operacional desde há 2 anos, de forma a poder responder a qualquer ataque com mísseis balísticos.

Shalom, Israel!

sexta-feira, dezembro 06, 2019

"ISRAEL TEM TODO O DIREITO DE ANEXAR O VALE DO JORDÃO" - AFIRMOU NETANYAHU EM LISBOA, NO SEU ENCONTRO COM POMPEO

Num encontro já considerado histórico, ainda que demasiado envolto em polémica, o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu, de visita a Lisboa numa visita não oficial, aproveitou a presença de Mike Pompeo, o secretário de estado norte-americano, para afirmar o direito de Israel a anexar o vale do Jordão, afinal nada mais do que território bíblico concedido por Deus a Israel.
O encontro de Quarta à noite num hotel da capital portuguesa permitiu ainda a Netanyahu abordar com Pompeo a questão do acordo mútuo de defesa, que ambos concordaram em fazer avançar.
Este tratado mútuo permitirá a Israel não agir sozinho numa eventual guerra contra o inimigo Irão, cada vez mais prepotente e ameaçador. Para o primeiro-ministro de Israel, esta é "uma oportunidade histórica", tanto mais que não se sabe por quanto tempo o actual presidente norte-americano Donald Trump "aguentará" a presidência do seu país. A administração Trump tem sido aquela que mais tem favorecido Israel, como foi o caso do reconhecimento de Jerusalém como capital do estado judaico, e ainda da anexação israelita dos Montes Golan como parte do seu território.

IRÃO, IRÃO, IRÃO
Nas comunicações feitas pelos líderes reunidos em Lisboa, o tema principal abordado teria sido o Irão, cujo regime Netanyahu espera ver "desmoronar", tanto mais que a altura é propícia para tal, com manifestações contra o governo de Teerão nas ruas do Iraque, Líbano e do próprio país, onde as forças armadas dos ayatollahs têm dizimados centenas de pessoas durante as grandes manifestações da população contra o aumento do preço dos combustíveis.
A Força Aérea de Israel bombardeou nestes últimos dias mais um lugar de armazenamento de armamento iraniano em território sírio, e a Marinha norte-americana também interceptou um carregamento de sofisticados mísseis iranianos a caminho do Yemen, o que prova o crescente envolvimento e ameaça do regime iraniano em toda a região do Médio Oriente.

PORTUGAL TORNOU-SE MEMBRO IHRA
Durante a visita de Netanyahu a Portugal, o parlamento luso decidiu adoptar a declaração comum europeia que compara o anti-sionismo ao anti-semitismo, uma definição proposta pelo "IHRA" - Aliança Internacional para a Memória do Holocausto.
Esta decisão do parlamento português teve lugar um dia depois da mesma ter sido aprovada pelos deputados franceses.

REUNIÃO MUITO PRODUTIVA ENTRE NETANYAHU E ANTÓNIO COSTA
Ainda que não se tratasse de uma visita oficial, o primeiro-ministro português honrou a visita do seu par israelita, recebendo-o durante cerca de uma hora e meia, em São Bento (a residência oficial do primeiro-ministro português), na companhia do ministro português para os Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva. 
Durante a visita, Netanyahu aproveitou para felicitar Portugal pela adesão ao "IHRA", numa época em que se assiste ao recrudescimento do racismo e do anti-semitismo na Europa. 
O primeiro-ministro português António Costa evocou os esforços do país na preservação e divulgação da sua herança judaica e mencionou a importância da Lei da Nacionalidade que tem trazido tantos israelitas a buscarem as suas origens em Portugal. Netanyahu comentou o quão impressionado estava com o crescimento de Portugal desde a sua primeira visita, há mais de 20 anos, mostrando-se encantado com a beleza do país e a simpatia das suas gentes. 
Os dois chefes do executivo concordaram que a cooperação tecnológica e científica deve ser a chave nas relações bilaterais, nomeadamente a referente às tecnologias da água, aproveitando as referências de Costa à sua escassez, especialmente no Algarve, mostrando-se particularmente interessado no processo de dessalinização. Para Netanyahu, Israel está disponível para partilhar o profundo conhecimento nesta área, já que em Israel o fazem há tempo suficiente, ao ponto de partilhares água potável com os palestinianos e os jordanos. Para o primeiro-ministro de Israel, um país como Portugal, dono de uma orla costeira tão vasta, não precisa de sofrer deste problema de carência de água. 

No final da reunião, Netanyahu e Costa concordaram em promover o intercâmbio de delegações empresariais, tendo o primeiro-ministro israelita convidado o seu homólogo português a visitar Israel, tendo Costa respondido afirmativamente, afirmando que depois da visita do actual presidente Marcelo Rebelo de Sousa em início de 2020, ele o seguirá em 2021. 

Shalom, Israel!

quarta-feira, dezembro 04, 2019

PARLAMENTO FRANCÊS APROVA LEI CONDENANDO O ANTI-SIONISMO

Numa expressiva votação, com 154 votos a favor e 74 contra, a Câmara baixa do Parlamento francês aprovou ontem uma resolução que designa o ódio a Israel como uma forma de antissemitismo.
As autoridades israelitas já louvaram esta medida. O parlamento francês apelou ainda ao governo para que o governo se junte a outros governos europeus na adopção da definição do antissemitismo.
Esta definição do antissemitismo, designada como "IHRA" declara que determinadas formas de críticas a Israel, como por exemplo comparando o país à Alemanha nazi são exemplos de antissemitismo, ainda que criticar as acções do governo não o sejam.
Israel apelou já a outros governos para que sigam o exemplo francês.

NOVO GABINETE PARA COMBATER O CRIME DO ÓDIO
Entretanto, e como resultado directo da vandalização ontem mesmo de 107 lápides funerárias num cemitério judaico perto da fronteira alemã, com graffitis exibindo a suástica, o ministro francês para os Assuntos Internos anunciou hoje mesmo a criação de um gabinete para lidar com os crimes de ódio, um autêntico departamento "anti-ódio" do governo francês. O ministro Christophe Castaner condenou este acto de vandalismo e de ódio antissemita, afirmando que "o ódio está dentro do nosso território nacional."
Este foi apenas o último de outros actos semelhantes que nestas últimas semanas têm assolado a França, um dos países da Europa onde o antissemitismo está a níveis altíssimos. 

Shalom, Israel!

segunda-feira, dezembro 02, 2019

NETANYAHU INCENTIVOU DONALD TRUMP A RECONHECER O VALE DO JORDÃO COMO TERRITÓRIO ISRAELITA

Num telefonema realizado ontem para o presidente norte-americano Donald Trump, Benjamin Netanyahu - numa estratégica jogada política que pode jogar a seu favor - sugeriu ao presidente norte-americano que reconhecesse a área estratégica do vale do rio Jordão, na parte oriental de Israel fronteiriça com a Jordânia, como parte do território israelita.
As palavras de Netanyahu não poderiam ser mais objectivas: "Temos de agarrar esta oportunidade histórica de anexar o vale do Jordão."
Segundo aquilo que se soube hoje através do próprio primeiro-ministro, o governo dos EUA parece não estar contra esse passo que, como se sabe, é fortemente contestado pela comunidade internacional, e em especial pela vizinha Jordânia.
Durante a inauguração esta manhã de 12 novas fábricas na região de Ashkelon, Netanyahu informou que conversou ontem ao telefone com Donald Trump, segundo as suas próprias palavras, "uma conversa muito importante para a segurança de Israel."
"Conversámos sobre o Irão, mas também falámos bastante tempo acerca das oportunidades históricas que se nos deparam nestes próximos meses - entre elas está o estabelecimento do vale do Jordão como a fronteira oriental reconhecida do estado de Israel, bem como um acordo de defesa com os Estados Unidos. São coisa sobre as quais apenas podíamos sonhar, mas agora temos a oportunidade de as realizar" - afirmou Netanyahu.

No passado mês de Setembro Netanyahu prometeu que, se fosse reeleito, anexaria imediatamente o vale do Jordão, uma língua de terra ligando a Margem Ocidental ao Jordão e que Israel vê como um activo vital para a sua segurança. 
A Jordânia reagiu de imediato, baixando o nível diplomático das suas relações com Israel, e tem andado a dar sinais da sua "força militar" nestes últimos dias, esquecendo-se que perdeu todas as guerras que combateu contra Israel.
Pouco a pouco, as profecias vão-se cumprindo...

Shalom, Israel!