sexta-feira, dezembro 14, 2018

JERUSALÉM RESERVA ESPAÇO PARA AS EMBAIXADAS

De forma a incentivar outros países a seguirem o bom exemplo dos Estados Unidos e da Guatemala, o Ministério da Habitação e Construção de Israel planeia reservar um "quarteirão diplomático" num espaço de mais de 25 hectares em Talpiot oriental.
"Apressem-se: os melhores espaços estão a esgotar-se!" - avisou o ministro Galant...
Este plano, iniciado pelo ministro Yoav Galant, verá a construção de um quarteirão que incluirá embaixadas, edifícios residenciais para os funcionários das embaixadas e residências para os embaixadores.
O complexo das embaixadas cobrirá uma área de 25 hectares, próximo à embaixada dos Estados Unidos, e a cerca de 1 quilómetro e meio da barreira de separação.
No caso de mais embaixadas quererem deslocar-se para Jerusalém, será alocada uma nova área no bairro de Rekhes Lavan.
A localização não poderia ser melhor: os embaixadores terão vistas privilegiadas sobre os montes da Judeia e até do próprio Mar Morto. 

Shalom, Israel!

quinta-feira, dezembro 13, 2018

DOIS SOLDADOS ISRAELITAS ASSASSINADOS POR TERRORISTAS PALESTINIANOS

Dois soldados das Forças de Defesa de Israel foram assassinados e dois outros gravemente feridos durante um tiroteio a partir de um carro em andamento na Judeia, a Norte de Jerusalém.
Este foi o segundo ataque a soldados israelitas num espaço de 12 horas, e o único a provocar vítimas.
O ataque ocorreu pelas 11H15 da manhã na estrada Nº 60, uma artéria central que percorre a Judeia e Samaria, a cerca de 5 quilómetros do aldeamento de Ofra, onde no passado Domingo um terrorista, entretanto já abatido pelas forças israelitas, disparou contra 7 pessoas, acabando por provocar a morte a um bébé.
Todas as vítimas dos ataques terroristas de hoje têm pouco menos de 20 anos de idade.

VÍTIMAS MORTAIS
Yosef Cohen, de 19 anos, e Yovel Moryosef, de 20, são as duas vítimas mortais deste ataque terrorista.
Segundo as informações das FDI, os terroristas palestinianos pararam o carro junto a uma paragem de autocarros, saíram do veículo, e dispararam contra militares e civis que ali se encontravam, pondo-se logo de seguida em fuga dentro do carro.
Tal como aconteceu com o ataque terrorista do passado Domingo, o movimento terrorista Hamas já aplaudiu o ataque de hoje.
Buscas intensas estão sendo conduzidas pelas forças israelitas, não se tendo ainda encontrado os responsáveis por mais este bárbaro ataque palestiniano que, à semelhança de muitos outros, recebe o total silêncio dos mídia internacionais, já para não falar da mais que justa condenação...

Shalom, Israel!

quarta-feira, dezembro 12, 2018

BÉBÉ ISRAELITA ASSASSINADO POR TERRORISTA PALESTINIANO

O hospital de Jerusalém para onde foi levada a senhora grávida que, juntamente com outras 6 pessoas foi vítima de tiros disparados por um terrorista árabe que entretanto se pôs em fuga, confirmou que o bébé que conseguiram retirar do ventre da mãe não resistiu aos ferimentos e acabou por falecer esta tarde.
O porta voz do hospital lamentou profundamente o sucedido, muito embora as equipas médicas tenham porfiado todos os esforços para salvar o bébé. 
O funeral será realizado esta noite no Monte das Oliveiras.

ATAQUE TERRORISTA IGNORADO PELA MÍDIA
A senhora Shira Ish-Ran, grávida do bébé, foi atingida por tiros no passado Domingo quando, indivíduos palestinianos dentro de um carro em andamento dispararam contra um grupo de pessoas que aguardavam numa paragem de autocarro junto ao aldeamento de Ofra.
Um total de sete pessoas ficaram feridas, incluindo o marido de Ish-Ran.
Ish-Ran estava grávida de 30 semanas no dia do ataque terrorista. O parto do bébé no hospital foi considerado "um milagre", mas os médicos viram a sua situação a deteriorar-se de dia para dia, apesar de terem feito de tudo para o salvarem.
Ish-Ran já acordou do estado de coma induzido, mantendo-se em situação estável.

TERRORISTA EM FUGA
Tem sido feita uma intensa busca por todas as regiões próximas do ataque, sem que ainda não se tenha conseguido apanhar o criminoso responsável pelo assassinato deste bébé inocente e pelos ferimentos nas outras 7 pessoas.

Se porventura tivesse sido Israel a casualmente matar um bébé palestiniano num dos seus legítimos ataques de defesa, o mundo inteiro cairia sobre o estado judaico com as mais duras acusações. Como se trata de um bébé assassinado pelos palestinianos, os órgãos de comunicação social remetem-se ao silêncio...
Mais do mesmo. Mais da mesma habitual e nojenta hipocrisia.

Shalom, Israel!

terça-feira, dezembro 11, 2018

AUSTRÁLIA PRESTES A RECONHECER JERUSALÉM COMO CAPITAL DE ISRAEL

Deverá ser hoje aprovada a proposta do governo australiano para o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel. A esta decisão não será indiferente o facto de Scott Morrison, o actual primeiro-ministro da Austrália ser um cristão evangélico pentecostal.
A mudança da embaixada australiana de Tel Aviv para Jerusalém não será no entanto para já, mas unicamente devido a questões ligados aos respectivos custos, avaliados em 200 milhões de dólares.
Segundo o diário "The Australian", o gabinete do primeiro-ministro australiano aprovou a mudança política durante a reunião do Conselho Nacional de Segurança realizada ontem à noite, após prolongadas discussões sobre a questão.
O governo de Camberra irá colocar inicialmente um consulado do seu país em Jerusalém até à deslocação permanente da embaixada para a capital de Israel.

Shalom, Israel!

sábado, dezembro 08, 2018

JERUSALÉM BATE O RECORDE MUNDIAL NO CRESCIMENTO DO TURISMO

Com um considerável aumento de quase 40% no número de turistas entrados na Cidade, a capital de Israel, Jerusalém, já é a cidade do mundo com o mais rápido crescimento anual de visitantes.
Desta forma, Jerusalém poderá no final deste ano conquistar o título de cidade mais "na moda" a nível mundial.
Segundo dados recentes do "Euromonitor" (um provedor de pesquisas do mercado estratégico), Jerusalém posiciona-se para assistir a um crescimento de 38% no turismo receptivo até ao final deste ano de 2018.

4,8 MILHÕES DE TURISTAS
No dia 31 de Dezembro próximo Israel deverá ter recebido no seu território cerca de 4,8 milhões de turistas, representando uma subida de 32% face ao período homólogo anterior. A capital está a beneficiar de uma "relativa estabilidade e de uma forte promoção de marketing."
Estes ganhos no número de visitantes também reflecte a crise actual no turismo outrora próspero em regiões do Médio Oriente onde o terrorismo se tornou uma ameaça constante, como é o caso da Tunísia e do Egipto, embora neste último caso há um leve recrudescimento na procura turística.
Segundo o "Gabinete Central de Estatísticas", no passado mês de Novembro foram registadas 389.000 entradas de turistas em Israel, um aumento de 9% em comparação com Novembro de 2017, e 35% em comparação com Novembro de 2016.

GRANDE ESFORÇO PROMOCIONAL
Israel tem estado nestes últimos anos a fazer um esforço concertado no marketing turístico do país. 
Segundo o ministro para o Turismo Yariv Levin, "através do trabalho duro e um de forte esforço de marketing, Israel tem-se tornado um destino turístico atraente, dessa forma dando um forte impulso à economia."

Shalom, Israel!

sexta-feira, dezembro 07, 2018

APESAR DE TER CONSEGUIDO A MAIORIA DOS VOTOS, A RESOLUÇÃO PROPOSTA PELOS EUA PARA CONDENAR O HAMAS NÃO PASSOU

Não obstante não ter passado desta vez, a verdade é que a maioria dos votos a favor da resolução provou que há um número cada vez maior de países dispostos a condenar o movimento terrorista Hamas.
87 países votaram a favor, 57 votaram contra e 33 abstiveram-se.
Os palestinianos já vieram aplaudir o "chumbo" da proposta norte-americana, dessa forma condescendendo com todos os actos terroristas que o Hamas vem cometendo contra as populações de Israel. Israel elogiou a postura de um crescente número de países que votaram contra o Hamas.
Para que a proposta passasse, era necessária uma maioria de dois terços dos votos.

O embaixador israelita na ONU, Danny Danon, não só elogiou a "voz forte e corajosa" daqueles que condenaram o Hamas através do seu voto, como desmascarou os que votaram contra, expressando-se de forma pouco habitual: "deviam ter vergonha na cara."
Tanto a China como a Rússia votaram contra a proposta de resolução, tendo a Índia escolhido a abstenção. 
Nota positiva para o Brasil, que votou ao lado dos norte-americanos, juntamente com a Argentina e outros países das Américas. Toda a Europa dos 28 votou a favor da proposta.

Para a demissionária embaixadora norte-americana na ONU, Nikki Haley, esta votação tratou-se apesar de tudo de uma vitória: "Hoje poderia ter sido um dia histórico para as Nações Unidas" - comentou a embaixadora, acrescentando: "A Assembleia Geral já passou mais de 700 resoluções de condenação a Israel. E nem uma simples resolução condenando o Hamas. Para além de tudo mais, isso é a condenação das próprias Nações Unidas."

Dirigindo-se aos países que votaram contra a proposta, o embaixador israelita Danny Danon alertou-os de que eles começariam a ver as coisas de forma diferente quando tiverem que enfrentar o terrorismo nos seus próprios países. Uma boa parte dos países que votaram contra já andam a ser ameaçados ou até envolvidos com problemas ligados ao terrorismo islâmico.
"Esperem até ter de enfrentar o terrorismo nos vossos próprios países. O vosso silêncio diante do mal revela as vossas verdadeiras cores. Isso mostra-nos de que lado é que vocês realmente estão: um lado que não quer saber das vidas de israelitas e palestinianos inocentes que caíram vítimas do terrorismo do Hamas" - acusou o embaixador judeu.
A embaixadora norte-americana acrescentou ainda que "não há nada mais anti-semita" do que recusar condenar o terrorismo quando o alvo é o estado judaico.

Shalom, Israel!

quinta-feira, dezembro 06, 2018

ISRAEL CONVIDA A ONU E O LÍBANO A DESTRUÍREM O SEGUNDO TÚNEL HOJE DESCOBERTO NO SEU TERRITÓRIO

SOLDADOS ISRAELITAS MOSTRAM AO COMANDANTE DA
UNIFIL UM TÚNEL HOJE DESCOBERTO ESCAVADO PELO
HEZBOLLAH PARA O INTERIOR DO TERRITÓRIO ISRAELITA
Numa autêntica "jogada de mestre", Israel, após constatar da existência de um segundo túnel escavado a partir de casas no Líbano e com penetração em território israelita, veio agora convidar a "UNIFIL" (soldados de paz da ONU) a conhecerem a situação e a tomarem as medidas adequadas.
Este novo túnel agora descoberto parte da aldeia libanesa de Ramyeh, passando por debaixo de várias casas e entra no território de Israel, próximo à aldeia de Zarit.
Israel lançou na passada Segunda-Feira uma operação para encontrar e destruir vários túneis que as FDI sabem andarem a ser escavados pelo movimento terrorista Hezbollah, com o objectivo de penetrarem em Israel e prosseguirem com a sua ambicionada "conquista" da Galileia.

"LARGOS BATALHÕES"
Um oficial das Forças de Defesa de Israel (FDI) afirmou hoje que os túneis até agora descobertos são "suficientemente grandes para serem usados por batalhões inteiros" que entrem em Israel para realizarem "incursões de assassinatos e sequestros e para capturarem aldeias e vilas israelitas."

UM TERCEIRO LOCAL
O exército confirmou que já tem também operacionais num terceiro ponto, acreditando ainda que hajam outros locais onde o Hezbollah terá escavado túneis para dentro do território israelita. A censura militar não permite que seja divulgado o número e a posição exacta dos túneis.

PEDIDO À UNIFIL
Ao contrário do primeiro túnel descoberto na Terça-Feira, que as FDI se encarregarão de destruir, este novo túnel levou a que Israel pedisse às forças da ONU - UNIFIL - a às Forças Armadas Libanesas para virem destruir o mesmo.
O responsável da UNIFIL já visitou o local onde o primeiro túnel foi encontrado, tendo também recebido dos israelitas um mapa mostrando a origem do mesmo em território libanês. Para além disso, o responsável da UNIFIL recebeu também uma queixa formal de Israel sobre aquilo a que chamaram de "violação pelo Hezbollah da Resolução 1701 da ONU", que a força de paz da ONU deveria alegadamente manter na fronteira entre Israel e o Líbano. 
"As FDI consideram o governo libanês e o seu exército, juntamente com a UNIFIL, responsáveis por tudo o que acontece no Líbano e pela aplicação da Resolução 1701" - declara-se no comunicado.

ISRAEL JÁ VEM AVISANDO
Ainda que sob anonimato, uma fonte israelita já veio esta manhã avisar que a presença dos túneis escavados pelo Hezbollah pode "obrigar" a uma intervenção militar israelita no Líbano...

Na sua visita "ao terreno" esta manhã com cerca de 25 diplomatas estrangeiros, o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu avisou claramente que os túneis feitos pelo Hamas e pelo Hezbollah não subsistirão nem terão qualquer efeito.
Assim seja.

Shalom, Israel!

quarta-feira, dezembro 05, 2018

O PLANO DO HEZBOLLAH É CONQUISTAR A GALILEIA

Com esta intervenção das FDI para eliminar os muitos túneis escavados pelo grupo terrorista Hezbollah para penetrar em território judaico, vão-se descobrindo as reais intenções dos militantes islâmicos desse grupo que continua a contar com o beneplácito internacional: nada mais, nada menos, do que conquistar a Galileia bíblica!

"CONQUISTAR A GALILÉIA"
Muito antes desta operação israelita ter sido levada a cabo (ontem), já o plano do Hezbollah "Conquistar a Galiléia" tinha sido anunciado publicamente.
O plano dos terroristas consistia em fazer infiltrar em Israel membros da unidade de elite Radwan (comandadas pelo Hezbollah), que se esconderiam dentro das comunidades israelitas da fronteira com o Líbano, tentando fazer reféns israelitas e usar cidadãos israelitas como escudos humanos.

APOIO DE TEERÃO
De acordo com este plano macabro, o regime xiita dos ayatollahs iranianos estaria financiando e enviando armas para a organização terrorista do Hezbollah, para além de enviarem também operacionais para combaterem ao lado dos membros do Hezbollah.
A temível unidade de elite do Hezbollah teria a seu cargo as operações que levariam à "conquista" da Galiléia.

PREPARADO DESDE 2012
Segundo as FDI, estes planos já datam de 2012, sendo que em 2013 já se suspeitava da escavação de túneis, ainda que nada se tenha encontrado de concreto. 
Entretanto, já em 2015, o líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, havia afirmado que o seu grupo estava "pronto e preparado" para um confronto na Galiléia e até para além da mesma. Na entrevista dada na altura, o diabólico líder afirmou estarem "preparados para tudo quanto uma guerra com Israel requerer."
Para além desta força de elite, o líder do Hezbollah planearia também fazer uso de milhares de combatentes que estiveram nas guerras do Iraque e da Síria e ainda de outras milícias que reuniria para combater Israel.

Shalom, Israel!

terça-feira, dezembro 04, 2018

ISRAEL LANÇA GRANDE OPERAÇÃO PARA DESTRUIÇÃO DE TÚNEIS DE ATAQUE DO HEZBOLLAH NA FRONTEIRA COM O LÍBANO

Com o início esta manhã da operação israelita para a destruição de túneis escavados pelos terroristas do Hezbollah para penetrarem em solo israelita, um túnel de 200 metros de comprimento foi já descoberto por Israel, sendo que o mesmo penetrava cerca de 40 metros dentro do interior do território judaico, na direcção de Metulla.
Segundo declarações prestadas pelos militares israelitas, este "é um dos garantidamente muitos" túneis de ataque fronteiriços escavados pelo grupo terrorista Hezbollah. Este agora descoberto, iniciava-se debaixo de uma casa na aldeia libanesa de Kafr Kila, e tentava dar acesso subterrâneo à aldeia israelita de Metulla.
Esta operação denominada "Escudo do Norte" visa encontrar e destruir as passagens subterrâneas ofensivas a partir do território do Líbano, que o exército afirma não estarem ainda operacionais, nem representarem um perigo imediato para Israel.


"Nesta altura, depois de se expôr o túnel, os soldados das FDI estão a conduzir esforços operacionais de engenharia antes de neutralizarem os túneis" - consta na declaração das Forças de Defesa de Israel.

"ESTE É O PRIMEIRO DIA..."
Segundo as mesmas declarações das FDI, este é o primeiro dia das operações, estando as forças israelitas "preparadas para todas as opções." E o comunicado avisa que as intervenções israelitas podem ultrapassar os limites do seu próprio território: "A neutralização dos túneis não terá necessariamente lugar dentro do nosso território."

"UM TÚNEL ESPAÇOSO"
Este túnel agora exposto por Israel tem um comprimento de aproximadamente 200 metros, e encontra-se a uns 25 de profundidade. Tem uma altura e uma largura de dois metros, o que o torna significativamente maior do que os previamente escavados pelo Hamas em Gaza.
Segundo as FDI, o túnel terá levado 2 anos a ser escavado - mais do que o habitual, devido à dureza do terreno na fronteira entre o Líbano e Israel - e tinha já linhas eléctricas e telefónicas, bem como um sistema de ventilação.

Esta é mais uma clara e flagrante violação do território israelita pelo grupo islâmico terrorista Hezbollah.
"Esta é a mais clara prova da violação da Resolução 1701 das Nações Unidas que fez cessar a Segunda Guerra no Líbano" - afirmaram os responsáveis das FDI. 

Shalom, Israel!


segunda-feira, dezembro 03, 2018

NETANYAHU REÚNE-SE COM POMPEO EM BRUXELAS PARA ABORDAREM AMEAÇA IRANIANA

Tudo leva a crer que Israel poderá em breve intervir em força para travar as pretensões iranianas no Líbano.
Com o desenvolvimento e comprovação de um novo míssil iraniano capaz de atingir não só qualquer país no Médio Oriente mas também partes da Europa, Israel ver-se-à na obrigação de desmantelar o desenvolvimento do mesmo no Líbano, sob a direcção do grupo terrorista Hezbollah.
Sem se conhecerem ainda os detalhes do encontro desta tarde em Bruxelas entre o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu e o secretário de estado norte-americano Mike Pompeo, sabe-se no entanto que o mesmo terá sido planeado na semana passada tendo em vista os "desenvolvimentos na região."
O encontro reveste-se de grande importância, uma vez que o primeiro-ministro faz-se acompanhar do chefe da Mossad, do conselheiro para a segurança nacional e do adido militar.
Este encontro faz em tudo lembrar um outro ocorrido em 2007 entre o então primeiro-ministro Ehud Olmert e a administração norte-americana em Washington, antes do bombardeamento do reactor nuclear na Síria.

LOCAIS DAS FÁBRICAS DE MÍSSEIS DO
HEZBOLLAH NO LÍBANO
Sabe-se que o Irão está a tentar rapidamente instalar no Líbano várias fábricas para o fabrico de mísseis de alta precisão para o Hezbollah...
Crê-se que os líderes israelitas irão apresentar todas as evidências desta ameaça ao líder norte-americano de forma a obterem o apoio da administração Trump no caso de uma intervenção militar israelita no Líbano para destruir essas fábricas.
Por outro lado, pode ser que este encontro em Bruxelas seja um "recado" ao Líbano e ao Irão de que Israel irá agir contra os seus planos, tentando assim convencê-los a não avançarem com o projecto.

O mísseis de "alta precisão" iranianos são capazes de carregar múltiplas ogivas nucleares, tendo sido recentemente testados com sucesso, o que levou imediatamente a administração norte-americana a condenar o fabrico destes mísseis que, segundo os norte-americanos, são "uma violação dos acordos internacionais" sobre o programa nuclear iraniano.

Shalom, Israel!

sábado, dezembro 01, 2018

ONU VAI VOTAR CONDENAÇÃO DO HAMAS PELOS ATAQUES A ISRAEL

Algo de histórico pode acontecer nesta próxima Quinta-Feira, dia 6 de Dezembro. A ONU irá votar um texto proposto pelos EUA e apoiado pela União Europeia, condenando o movimento terrorista Hamas pelos seus ataques com rockets contra Israel.
A ser aprovada, esta será a primeira vez que a organização mundial condenará o grupo terrorista que administra a Faixa de Gaza.
A demissionária embaixadora norte-americana na ONU, Nikki Haley, foi a grande impulsionadora deste texto a ser agora votado pela ONU.
Os EUA foram cruciais no seu trabalho de conseguir o apoio da União Europeia para a aprovação desta proposta que não só condena o Hamas, como exige o cessar da violência.
Todos os ainda 28 países da União Europeia concordaram em apoiar a medida, após os EUA terem decidido incluir uma menção às resoluções da ONU consideradas relevantes num texto que, apesar de tudo, não se refere à solução dois estados.
As resoluções adoptadas pela Assembleia Geral da ONU não são vinculativas, mas carregam mesmo assim um peso político e são vistas como um barómetro da opinião mundial.
 
Shalom, Israel!

sexta-feira, novembro 30, 2018

PEDAÇOS DE MÍSSIL SÍRIO ENCONTRADOS NOS MONTES GOLAN PODEM CONFIRMAR ATAQUE AÉREO ISRAELITA NA SÍRIA

Foram encontrados nos Montes Golan fragmentos de mísseis terra-ar disparados durante a madrugada, podendo comprovar a acusação síria do ataque aéreo israelita a depósitos de armas iranianas na posse do Hezbollah.

ATAQUE ISRAELITA?
Segundo o "Observatório Sírio para os Direitos Humanos", foram identificados alguns dos sítios atingidos naquilo que alegadamente terá sido um bombardeamento aéreo israelita com a duração de uma hora.
Israel não comentou esta alegação, mas negou as informações dos media russos de que teria sido abatido um avião israelita. 
De acordo com as informações do observatório sírio, o bombardeamento israelita terá atingido duas posições a sul da província de Damasco, incluindo uma área perto da capital onde se crê que haja um depósito de armamento iraniano. 
Dois mísseis israelitas terão atingido al-Kisweh, onde estarão "depósitos de armas pertencendo ao grupo terrorista Hezbollah, bem como forças iranianas."
Um outro míssil terá atingido a área de Harfa, perto da fronteira israelita, onde existe uma base militar síria.
Em Kisweh, "os depósitos que foram atingidos são utilizados para armazenar temporariamente rockets até serem levados para outro lugar qualquer."
Julga-se que os serviços secretos israelitas terão descoberto a presença recente de armas naqueles locais.

Shalom, Israel!

quinta-feira, novembro 29, 2018

ANEL COM O NOME "PILATOS" ENCONTRADO EM HERODIUM, ISRAEL

Apesar de ter sido encontrado há já 50 anos atrás nas escavações do palácio de Herodes, perto de Belém, um trabalho recente de limpeza leva os entendidos a acreditarem que se trata realmente do anel do governador Pôncio Pilatos, o governador da Judeia que julgou o "caso" do Messias Jesus.
O anel, em cobre, tem 2 mil anos e tem inscrita a frase: "de Pilatos." A confirmar-se, será a segunda peça arqueológica a comprovar a existência do infame governador.
Foi necessário um polimento "a sério" para se perceber o valor do objecto até agora negligenciado entre muitos outros encontrados na altura.
Pilatos foi um governador romano destacado para a província da Judeia entre os anos 26 e 36 d.C., e está mencionado várias vezes nos textos do Novo Testamento, tendo sido o responsável pelo julgamento do Messias Jesus.


O anel estava numa colecção de centenas de achados nas escavações de 1968-69 conduzidas pelo arqueólogo Gideon Foerster, numa secção do túmulo e palácio do rei Herodes em Herodium, utilizados durante a "Primeira Revolta Judaica" (66 - 73 d.C.). O actual director das escavações Roi Porat tinha recentemente pedido que se fizesse uma completa limpeza de laboratório e um exame académico ao anel de cobre.

ANÁLISE CIENTÍFICA
A análise científica foi publicada na semana passada no "Jornal das Explorações em Israel", o órgão bi-anual da "Sociedade das Explorações de Israel." A notícia foi amplamente divulgada também pelo diário "Haaretz" sob o título: "Anel do governador romano Pôncio Pilatos, que crucificou Jesus, achado no Herodium, na Margem Ocidental."
Para o actual explorador Porat, "todas as explicações são igualmente prováveis sobre quem seria o histórico dono deste simples anel de cobre."
"Era importante publicar um cuidadoso artigo científico" - afirmou o arqueólogo, acrescentando: "Mas, na prática, temos um anel com a inscrição do nome Pilatos e a ligação pessoal desperta logo a atenção."

NÃO POSTERIOR AO ANO 71 D.C.
O anel foi encontrado numa sala onde se encontrou uma camada arqueológica datada de um período não posterior a 71 d.C. , com uma "riqueza de achados", incluindo uma matriz em vidro, uma ostraca, cerâmica variada, e "uma abundância" de artefactos em metal, tais como setas em ferro, uma grande quantidade de moedas da época da "Primeira Revolta Judaica", e um anel em liga de cobre.

"DE PILATOS"
Bem no meio do anel encontra-se em krater gravado, e um grande vaso de vinho cercado por letras gregas "parcialmente deformadas" onde se lê "de Pilatos." 
Um grande vaso de vinho semelhante ao que se encontra gravado no anel foi achado também numa moeda de bronze, datada dos anos 67-68 d.C., respectivamente o segundo e terceiro ano da revolta judaica.

UM NOME INVULGAR
Ainda que o nome Pôncio fosse vulgar entre os romanos no período do Segundo Templo, o nome Pilatos não era. O único artefacto histórico aceite como testemunha da vida do governador romano está predicada no seu nome incomum.

"PEDRA PILATOS"
A famosa "pedra Pilatos" é um massivo bloco de construção com uma inscrição e que foi encontrado nas escavações de 1961 no teatro de Cesaréia Marítima. Esta laje foi encontrada deitada, com a face para baixo, tendo sido adaptada para ser usada como degrau.
Esta pedra contém 4 linhas de textos, podendo-se ler em duas delas: ""(Po)ncio Pilatos ...(Pref)eito da Judeia." Os melhores cálculos datam a pedra entre os anos 31 e 36 d.C.
Segundo um perito nesta matéria, "o nome de família Pôncio era comum no centro e Norte da Itália nesta época, mas o nome 'Pilatos' era 'extremamente raro.'"
"Devido à raridade do nome Pilatos, que aparece completo, e visto que só um Pôncio Pilatos é que foi alguma vez governador da Judeia, esta identificação deve ser vista como inteiramente certa" - afirmou o cientista.

IMPROVÁVEL TER SIDO DE PILATOS...
Para outros peritos, no entanto, é improvável que o homem descrito no Novo Testamento e citado por Flávio Josefo na sua obra "Antiguidades e Guerras", por Tácito nos seus "Anais", e por Filo, no seu "De Legatione ad Gaium" usasse um anel tão rudimentar.
"Simples anéis todos em metal como o anel de Herodium eram basicamente pertença dos soldados, de oficiais herodianos e romanos, e de gente da classe média" - comentam os peritos, acrescentando: "É portanto improvável que Pôncio Pilatos, o poderoso e rico prefeito da Judeia, tivesse usado um anel tão fino e feito de cobre."
Segundo estes autores, o anel poderia ter pertencido a outro romano chamado Pilatos, ou a alguém sob a autoridade do governador, a algum membro da sua família, ou até a algum dos seus escravos libertado.
Mas para Porat, não é improvável que Pilatos pudesse usar um anel de ouro para os deveres cerimoniais e um outro, em cobre, para os afazeres diários...

Seja como for, o nome Pilatos aparece lá. Disso ninguém duvida...

Shalom, Israel!

quarta-feira, novembro 28, 2018

ANTI-SEMITISMO CRESCE A OLHOS VISTOS NA EUROPA, E NÃO SÓ

Várias campaínhas de alarme têm estado a soar um pouco por todo o lado, dando sinais claros de um crescente anti-semitismo na Europa e não só.
A decisão da empresa de aluguer e arrendamento de imóveis "airbnb" de tirar da sua lista os imóveis situados nos aldeamentos judaicos na Judeia e Samaria prova o quão ignóbil é a mente dessa gente, sinalizando uma completa alienação da realidade e, pior ainda, uma tremenda injustiça alimentada pelas chamas do clássico anti-semitismo, que nunca se apagaram, mas que parecem querer voltar a incendiar a História.

O que é ridículo é que essa mesma organização anti-semita não tem a mesma postura em relação a outros territórios "em disputa" pelo mundo fora...

TÚMULOS JUDAICOS VANDALIZADOS NA UCRÂNIA

CNN ALERTA...
Dados recentes da cadeia noticiosa norte-americana de TV "CNN" alertaram para a realidade actual na Europa, em que, segundo as informações recolhidas e agora divulgadas pela estação emissora, mais de um quarto dos europeus acham que os judeus têm demasiada influência nos negócios e nas finanças.
Como se não bastasse, segundo a CNN, um em cada quatro europeus pensam que os judeus têm demasiada influência nos conflitos e nas guerras à volta do mundo. Um em cada cinco acham que os judeus têm demasiada influência nos media e na política.
Ao mesmo tempo que essas expressões anti-semitas vão aumentando por toda a Europa cada vez orientada pelos partidos de extrema direita, dados preocupantes revelam também que cerca de um terço dos europeus sabem pouco ou mesmo nada sobre o Holocausto, o genocídio europeu que causou a morte a 6 milhões de judeus na Europa. 
Esta pesquisa da CNN abordou as opiniões de 7.000 cidadãos europeus, com cerca de 1.000 em cada um destes 7 países: Áustria, França, Alemanha, Grã-Bretanha, Hungria, Polónia e Suécia. 

REACÇÃO ISRAELITA
Nada de novo para os israelitas. O primeiro-ministro Netanyahu expressou-se em relação a estes dados revelados ontem pela CNN, com o seguinte comentário: "As pessoas que dizem que Israel não tem direito a existir...trata-se da afirmação final do anti-semitismo."

A História é composta de ciclos, e para preocupação nossa e de muita gente sensata, os indícios actuais não são nada animadores, antes pelo contrário, fazem-nos lembrar o quadro vivido nos anos 30 e 40 do século passado...

Shalom, Israel!





terça-feira, novembro 27, 2018

PLANO DE PAZ DE TRUMP PARA O MÉDIO ORIENTE ESTÁ PRONTO E SERÁ REVELADO NO INÍCIO DE 2019

Danny Danon, o embaixador israelita nas Nações Unidas, informou hoje que o "plano de paz" há longo tempo a ser preparado pela administração do presidente norte-americano Donald Trump, se encontra "pronto", prevendo-se que seja revelado no início do próximo ano.
O embaixador afirmou também na conferência de imprensa de hoje que desconhece ainda os pormenores do plano. Para além disso, Danny Danon não soube também especificar se o plano de Trump inclui uma "solução dois estados."

REACÇÃO IRANIANA
O principal inimigo de Israel, o Irão, já veio entretanto vociferar as usas ameaças habituais, afirmando que este "acordo do século" (como tem vindo a ser chamado o plano de paz de Trump) é um "truque" entre o grande inimigo do Irão, os EUA, e Israel, para estabelecerem um domínio do estado judaico no Médio Oriente. 
"Estaremos contra o regime de Israel e não permitiremos que este plano de paz venha a ter lugar na região" - afirmou o líder parlamentar iraniano Ali Larijani numa conferência anual ligada à unidade islâmica.

Shalom, Israel!

sábado, novembro 24, 2018

CRISTÃO HOLANDÊS PLANEIA LEVAR A SUA ARCA DE NOÉ ATÉ...ISRAEL!

O cristão holandês Johan Huibers acredita que o seu país está em vias de sofrer uma grande inundação, e que estamos a viver nos "últimos dias." Segundo ele, o barco que mandou construir não é para "salvar a sua pele", mas para aproximar as pessoas de Deus.
Mas ele não se fica por palavras. Quer levar a arca até à Terra Santa: "É uma cópia do barco de Deus. Deve por isso navegar até à terra de Deus."
Desde há dois anos que esta réplica da Arca de Noé - num tamanho exactamente igual ao da original - tem estado a impressionar os viajantes que passam junto dela, no rio Maas, em Dorderecht, na Holanda. 

CONSTRUÍDA SEGUNDO AS MEDIDAS DA BÍBLIA
A arca foi construída segundo as medidas exactas mencionadas na Bíblia: cerca de 130 metros de comprimento e 25 de altura. A madeira da sua construção equivale a 12 mil árvores. A sua forma distinta e única distingue-se facilmente na linha costeira da pequena cidade no sul da Holanda, bem no interior daquele que é conhecido como o "cinturão bíblico holandês."
Logo após ter ficado pronta em 2012, e após 4 anos de construção, a arca tornou-se rapidamente numa atracção turística nacional e até internacional.
Mas o homem responsável pela sua construção, Johan Huibers, um dedicado empresário cristão não resiste a levar a sua obra até Israel - um país cujos sucessos e problemas estão sempre na sua mente.

"A minha preferência de destino para a arca é Israel" - afirmou há dias o construtor, do cimo do convés superior da embarcação.
Segundo ele, este amor pelo estado judaico e pelo povo de Israel deriva do mesmo impulso que o compeliu a angariar quase 5 milhões de dólares para a construção da arca.
"Pode parecer assustador, mas eu acredito em tudo quanto está escrito neste livro, de capa a capa" - afirmou Huibers, enquanto apontava na direcção de uma Bíblia holandesa traduzida do hebraico. "Esta é uma cópia do barco de Deus. Faz todo o sentido levá-la para terra de Deus" - acrescentou.

PLANOS PARA O BRASIL FALHARAM...O ALVO AGORA É ISRAEL
Logo após que a arca ter ficado pronta, Huibers planeava levar a embarcação para Israel, mas os incêndios terríveis que assolaram o país impediram-no de o fazer na altura. Neste momento ele já não dispõe dos 1,3 milhões de dólares necessários para lá chegar (a arca não tem motor, tem de ser rebocada, e isso custa muito dinheiro). Huibers tinha planeado levar a arca até ao Brasil, mas esses planos também falharam por completo.
"Eu amo a terra, o país e o povo" - afirmou, referindo-se a Israel. E acrescentou: "Eles não obedecem, fazem o que querem, conduzem loucamente, furam as filas, e não ouvem ninguém. Tal e qual como eu."
Mas Huibers, que fez fortuna com a construção de armazéns, quer ser ouvido...
Segundo ele, a arca foi construída para "mostrar ao povo que Deus existe." A arca, que segundo ele foi construída durante quatro anos com a ajuda de sete homens, prova que a arca de Noé pôde ter sido mesmo construída por aquele homem da Bíblia.


"Eu quis que as crianças viessem aqui e sentissem a textura da madeira, vissem os pregos e confirmassem que tudo o que está escrito no livro é verdadeiro" - afirmou.
Apesar do descrédito recebido da própria esposa, a verdade é que após 13 anos Huibers completou a construção. Os media holandeses denominaram-na de "arca de Johan." Mas, devido às restrições logísticas exigidas para a navegação nos canais holandeses, essa arca tinha apenas cerca de 75 metros de comprimento e 11 de largura.

DUAS ARCAS
"Eu queria espalhar a Palavra de Deus pela Holanda" - justificou o empresário cristão, acrescentando que as suas ambições aumentaram "quando todos me perguntavam por que é que ela só tinha metade das dimensões da arca da Bíblia, eu vendi essa arca e construí uma em tamanho real."
A arca do crente holandês não é a única nos dias modernos. Existe uma outra, num parque temático bíblico, no Kentucky, EUA, só que está em terra, não navega, e custou três vezes o valor da que Huibers construiu na Holanda. 
O holandês informou ainda que a sua arca foi construída por carpinteiros amadores, sem formação adequada, acrescentando maior autenticidade à construção: "Tivemos aqui a trabalhar um talhante, um cabeleireiro e um professor. Não éramos construtores profissionais. Muita coisa aqui é um pouco desajeitada."

CONSTRUÇÃO E MATERIAIS
A arca foi construída com uma estrutura metálica e com madeira de cedro americano e de pinho. O seu espaço interior está cercado por convés laterais, cujo tamanho impressionante é ainda mais aumentado pela sua estrutura curva. O interior é relativamente escuro. O barco dispõe de um amplo anfiteatro aberto no seu interior, ligado ao convés elevado através de uma série de degraus que muitos milhares de visitantes, especialmente crianças, já subiram.

RESTRIÇÕES LOCAIS
A arca está actualmente fechada a visitantes devido a desentendimentos entre Huibers e a municipalidade local. Os responsáveis da localidade de Krimpen aan de Ijssel afirmam estar de acordo com a reabertura da arca, exigindo no entanto "certos requisitos", citando para isso preocupações com a segurança pública. Huibers alega que o barco é seguro, protegido pela apólice dos seguros, e equipado com equipamento de extinção de fogos melhor do que o exigido pela lei.
O cristão holandês alega ainda que a relutância em permitirem a reabertura da arca em Krimpen - uma cidade altamente devota - deve-se à forma em como "alguns indivíduos estritamente fechados consideram a arca como uma representação proibida da imagem de Deus."

UM PEQUENO ZOO
Quando se encontrava aberta ao público, a arca tinha um pequeno zoo com animais de estimação, do qual restam apenas agora um pequeno aviário e alguns poucos pássaros. Huibers disse que por agora não tenciona encher a arca de animais vivos, "só para mostrar que cabem." Mesmo assim a arca dispõe de um sistema de drenagem e de saneamento. 

"ÚLTIMOS DIAS"
Para além de desejar uma experiência tangível da arca de Noé para as crianças das escolas, Huibers teve razões mais sombrias para a construção das duas arcas:
"Creio que estamos a viver no fim dos tempos" - afirmou, acrescentando: "Não estamos conscientes disso. As pessoas nunca estão."
Tendo crescido num país em que grande parte do território foi conquistado ao mar, encontrando-se por isso abaixo do respectivo nível das águas, Huibers conhece bem os riscos de uma inundação, não fosse o seu povo andar combatendo os riscos da mesma há mais de mi anos. Ele nasceu 5 anos depois da inundação do Mar do Norte em 1959 que matou mais de 2 mil pessoas numa população ainda a sofrer os efeitos catastróficos da 2ª Guerra Mundial.
"A água virá. Das montanhas, do mar, através da Alemanha. Tal como em 1959" - afirmou, acrescentando: "Parecem notícias aterradoras. Mas não tenho medo disso."
Segundo o empresário, a arca não visa no entanto salvar a vida de Huibers ou da sua família.
"Talvez até sim, quem sabe, mas esse não é o propósito" - afirmou Huibers. "O alvo é educar, lembrar que o nosso mundo está a mudar, e continuará a mudar, tal como vemos agora com o aquecimento global, o aumento do nível das águas do mar e os incêndios."

PROJECTO PARA O MAR MORTO
À medida que se vai preparando para levar a arca até Israel, Huibers vai-se entretendo com um outro projecto que envolve a questão da água na Terra Santa. Ele produziu um sistema baseado na gravidade que segundo ele poderá transportar água das plantas de dessalinização da água do mar das regiões costeiras de Israel, através do deserto, até ao ameaçado Mar Morto.

Em caso de calamidade, o holandês informou que tem disponíveis vários barcos para a família, sendo que um deles pode acomodar até cem pessoas. 
"Talvez acabemos um dia por salvar a vizinhança" - afirmou o visionário.

Shalom, Israel!





sexta-feira, novembro 23, 2018

DESDE 2015 QUE PORTUGAL E ESPANHA JÁ CONCEDERAM 10.000 PASSAPORTES A NOVOS CIDADÃOS SEFARDITAS

Mais de 10 mil pessoas têm sido naturalizadas em Portugal e Espanha desde 2015, sob a lei da naturalização com base na comprovação de ascendência judaica.
Estes números foram fornecidos pelo diário espanhol "El Pais" e pela portuguesa agência "Lusa." Ambos os órgãos de comunicação social citaram leis aprovadas pelos parlamentos dos dois países em 2015, permitindo o direito à naturalização portuguesa e espanhola a descendentes de judeus sefarditas.

ESPANHA
Desde 2015 que a Espanha já naturalizou um total de 8.365 candidatos, com base na sua ascendência judaica. No entanto, desse total, somente 3.843 é que foram naturalizados segundo a lei de 2015, tendo os outros conseguido a naturalização através de vários decretos emitidos em 2015 e 2016 e que facilitaram o acesso à legalização. Um dos entraves da lei anterior era a obrigação de o candidato passar por um exame de língua espanhola. Os críticos vieram protestar, alegando que se tratava de uma injustiça para com as pessoas mais velhas, e mesmo para candidatos que falhavam na prova embora tivessem conhecimentos de ladino como língua mãe, uma língua sefardita semelhante ao espanhol. 
A lei espanhola estipulou um espaço de 3 anos para os processos de naturalização, que deveria ter terminado no mês passado, tendo no entanto sido estendido para mais um ano, portanto até Outubro de 2019.
O grupo maior de candidatos tem origem na Turquia, com 2.693 candidatos. 3.374 candidatos procedem da América Latina. Israel foi o terceiro país, com 860 processos e Marrocos veio em quarto lugar, com 599. Dos Estados Unidos vieram 221 candidaturas.
Há ainda neste momento 5.682 candidaturas em fase de processamento em Espanha.

SINAGOGA DO PORTO, PORTUGAL
PORTUGAL
Um total de 1.713 candidatos foram naturalizados durante o ano passado em Portugal, com base nas suas raízes sefarditas. Isso constitui o maior grupo de não residentes a receberem um passaporte português, e quase dez por cento da totalidade de pessoas que se tornaram cidadãs portuguesas em 2017. A agência "Lusa" ainda não forneceu os dados deste ano.
Tanto na Espanha como em Portugal, as leis de naturalização dos sefarditas foram interpretadas como sendo uma forma de "expiar" as culpas das campanhas estatais de perseguição aos judeus em ambos os países, nos séculos 15 e 16, conhecidas como Inquisição Católica Portuguesa e Espanhola.

Shalom, Israel!



quinta-feira, novembro 22, 2018

NOVAS COMPROVAÇÕES CIENTÍFICAS DA DESTRUIÇÃO DE SODOMA E GOMORRA

Uma equipa multi-disciplinar de cientistas fizeram uso das evidências de há 3.700 anos do projecto extraído das escavações em Tall el-Hammam, na Jordânia, para a compreensão do fim abrupto da civilização na região do actual Mar Morto.
Segundo a convicção destes cientistas, e as evidências comprovadas pela arqueologia local, o desastre de proporções bíblicas que destruiu as cidades da região ocorreu devido a uma explosão massiva semelhante à ocorrida há 100 anos na Rússia.
Decorria o ano de 1908 quando uma explosão massiva perto do rio siberiano Stony Tunguska arrasou por completo cerca de 2 mil quilómetros quadrados de floresta inabitável da Sibéria. Nenhuma cratera foi curiosamente encontrada na zona, levando os cientistas a explicarem o estranho fenómeno através de uma explosão de um meteoro a uns 5 ou 10 quilómetros acima do terreno.

UM METEORO PENETROU NOS CÉUS DA RÚSSIA,
NAS MONTANHAS DOS URAIS, EM FEVEREIRO DE 2013,
PROVOCANDO VIOLENTAS EXPLOSÕES E FERINDO
CENTENAS DE PESSOAS, INCLUINDO MUITAS ATINGIDAS
COM O ESTILHAÇO DOS VIDROS
Esta equipa de cientistas veio agora usar este exemplo da explosão na Rússia como modelo para explicarem o igualmente enigmático término de uma civilização florescente que viveu durante milhares de anos nos vales do Mar Morto.
Segundo os relatos publicados recentemente na revista científica "Science News" pelo arqueólogo responsável das escavações na Jordânia, os cientistas descobriram evidências de um evento explosivo de "intenso calor" a Norte do actual Mar Morto e que "devastou instantaneamente cerca de 500 quilómetros quadrados." A explosão teria feito desaparecer por completo todas a forma de civilização na área afectada, incluindo as cidades e vilas da Idade Média do Bronze. Segundo os cientistas, esta explosão teria morto instantaneamente as cerca de 40.000 - 65.000 pessoas que habitavam na Média Ghor, um planalto circular na Jordânia com um raio de 25 quilómetros.
Para além disso, o solo fértil teria sido roubado dos seus nutrientes devido à intensidade do calor e às ondas do Mar Morto carregadas de sais que teriam varrido toda a região num verdadeiro tsunami. A intensa explosão teria por outro lado provocado ventos fortes e muito quentes que teriam depositado uma chuva de grãos de minério encontrados nas cerâmicas achadas nas escavações de Tall el-Hammam. 
Foram já escavadas na região cindo grandes cidades na mesma região que apresentam as mesmas evidências de um brusco fim da existência de vida ocorrido ao mesmo tempo daquele verificado no desastre em Tall el-Hammam. Segundo a "Science News", a datação do radio-carbono da evidência orgânica arqueológica comprovou que as estruturas das "paredes de tijolos de barro desapareceram subitamente há 3.700 anos, deixando apenas as fundações em pedra."

Segundo o arqueólogo responsável pelas escavações na Jordânia, Phillip Silvia, a intensidade do calor produzido pela explosão deverá ter sido "tão alta como a da superfície do sol."

600 ANOS PARA RECUPERAR
"Com base na evidência arqueológica, terão sido necessários pelo menos 600 anos para recuperar suficientemente da destruição e da contaminação do solo antes que a civilização pudesse novamente ser estabelecida na região oriental da Média Ghor" - afirmam os cientistas.

UMA EXPLICAÇÃO BÍBLICA
Poderá esta explosão massiva explicar a história bíblica da destruição de Sodoma e Gomorra?
Segundo um artigo publicado em 2013 pelo Dr. Steven Collins na "Biblical Archeology Review", o sítio arqueológico de Tall el-Hammam é um forte candidato à localização da cidade bíblica de Sodoma, e isso devido a um número de factores: A revelação do desastre e a sua localização exacta, que ele liga às referências bíblicas de "ha-kikkar" (a campina).
Entre outras citações bíblicas referidas no seu artigo, o Dr. Collins cita Génesis 19:24-25: "Então fez o Senhor chover enxofre e fogo, da parte do Senhor, sobre Sodoma e Gomorra. E subverteu aquelas cidades e toda a campina, e todos os moradores das cidades, e o que nascia da terra."
O Dr. Collins pôde testemunhar em primeira mão tão grande destruição no pleno local do sítio arqueológico. Ele escreveu, numa descrição viva: "A conflagração violenta que acabou com a ocupação de Tall el-Hammam causou o derretimento da cerâmica, fundiu as pedras das fundações, provocando metros de cinzas e de entulho enegrecidos."
Teria esta destruição das cidades bíblicas sido causada pela explosão de um meteoro e sua catastrófica queda, como causas naturais da aniquilação divina que arrasou a totalidade desta cidade mencionada na Bíblia?
Segundo estes cientistas, "a evidência física de Tall el-Hammam e das cidades circunvizinhas apresenta sinais de um evento térmico concussivo altamente destrutivo que se pode deduzir das descrições narradas em Génesis 19."
CRATERA NO ARIZONA (EUA) PROVOCADA PELO IMPACTO
DE 10 BILIÕES DE MEGATONS  POR UM METEORO, E QUE FEZ
DESLOCAR 300 MILHÕES DE TONELADAS DE PEDRA. A CRATERA
TEM 200 METROS DE PROFUNDIDADE E 5 QUILÓMETROS
DE CIRCUNFERÊNCIA
Tendo como base estudos feitos pelo pesquisador da energia atómica Samuel Gladstone, os autores do artigo escreveram que "uma explosão de ar de 10 megatons sobre o canto oriental do Mar Morto seria suficiente para produzir os estragos físicos observados a 10 kms, em Tall el-Hammam. Note-se que isto é apenas uma metade da energia produzida com a explosão de ar em Tunguska (na Sibéria), bem próximo da "recente" experiência humana com explosões de ar causadas por meteoritos."
"A destruição, não só de Tall el-Hammam (Sodoma), mas também das suas cidades vizinhas (Gomorra e outras cidades da campina) foi provavelmente provocada por uma explosão de ar causada por um meteorito" - concluem os autores do artigo.

Mais uma vez, a Bíblia ao serviço da ciência, e não o contrário...

Shalom, Israel!

quarta-feira, novembro 21, 2018

DESCOBERTA SENSACIONAL EM JERUSALÉM: UMA "BEKA" USADA PELOS PEREGRINOS QUE SUBIAM AO TEMPLO.

Os voluntários que têm estado a escavar na Cidade de David e a peneirar o entulho recolhido das escavações nas fundações do Muro Ocidental, deram com um achado que, apesar do seu minúsculo tamanho, pode ser considerado um tesouro para os amantes da História bíblica e da arqueologia: nada mais, nada menos do que uma "beka", que era uma medida de peso em pedra usada para os peregrinos pagarem a taxa do meio shekel antes de subirem ao Templo de Jerusalém.

Esta pedrinha encontrada no meio do entulho tem inscrita nela a palavra "beka" na antiga língua hebraica, e é uma raridade, pois só foram até agora encontradas muito poucas medidas destas, sendo que esta é a única encontrada com a inscrição da palavra "beka."
A "beka" era uma medida de peso do tempo do Primeiro Templo utilizada pelos peregrinos para pagarem a taxa de meio shekel antes de subirem ao Templo.

A palavra "beka" surge duas vezes no Antigo Testamento: a primeira, como medida de ouro num brinco de nariz oferecido à matriarca Rebeca, mencionado no livro de Génesis, e posteriormente, no livro do Êxodo, como medida de peso para as doações trazidas pelo povo judeu para a manutenção do Templo e do censo, tal como se pode ler no capítulo 38:26: "Uma beca por cabeça, isto é, meio siclo, segundo o siclo do santuário, de qualquer dos arrolados, de vinte anos para cima, que foram seiscentos e três mil quinhentos e cinquenta."

Ao contrário do que aconteceu séculos depois, não havia nesta época a moeda de meio shekel. Os peregrinos traziam o peso correspondente em prata - uma "beka" - para pagarem a sua taxa, que seria pesada nas balanças no exacto local abaixo do Monte do Templo onde esta pequena pedra foi agora encontrada.
Segundo o arqueólogo responsável pelas escavações, "Quando a taxa de meio shekel foi introduzida no Templo durante a época do Primeiro Templo, não havia moedas, por isso usavam lingotes de prata. De forma a poderem calcular o peso destas peças de prata, colocavam-nas num dos pratos da balança, colocando uma "beka" no outro prato. A "beka" equivalia a meio shekel, que toda a pessoa com mais de 20 anos deveria trazer para subir ao Templo."
Um shekel dos dias bíblicos equivalia a 11,33 gramas.

Shalom, Israel!