Mostrar mensagens com a etiqueta Gideon Sa'ar. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Gideon Sa'ar. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, fevereiro 19, 2026

PRESIDENTE TRUMP DÁ INÍCIO OFICIAL AO "CONSELHO DA PAZ" COM OFERTA DE 10 BILIÕES DE DÓLARES


Mais de 50 países estão representados na abertura oficial do "Conselho da Paz" criado pelo presidente Donald Trump e que tem como objectivo na sua fase inicial a reconstrução da Faixa de Gaza. 

Israel está representado pelo ministro para os Negócios Estrangeiros Gideon Sa'ar, que na fotografia oficial foi estrategicamente colocado ao lado do primeiro-ministro do Qatar, Mohammed Abdulrahman Al Thani. 


No seu discurso de abertura, Trump afirmou que o Conselho da Paz é o grupo "mais consequencial" de líderes jamais formado, com alguns países "brincando de fofinhos" ao não participarem. Trump confessou não desejar ver alguns desses países no Conselho, apesar de o ter convidado. 

Na habitual cobardia e hipocrisia que lhe são reconhecidas, a União Europeia quase não se fez representar alegando recear que este Conselho possa vir a usurpar a ONU, ao mesmo tempo que dando a Trump o poder final de poder escolher quem quer para o mesmo. 


TRUMP NOMEIA JARED KUSHNER PARA "ENVIADO DA PAZ"

Num gesto que irá certamente fazer pensar muitos estudiosos das profecias escatológicas, o presidente Trump nomeou o seu genro Jared Kushner para "enviado da paz". Jared é judeu e tem estado desde sempre envolvido nos "Acordos de Abraão", e tem sido um dos elementos representantes dos EUA nas conversações com o Irão. 

10 BILIÕES DE DÓLARES DOS EUA

Donald Trump anunciou entretanto que os EUA irão contribuir com 10 biliões de dólares para o Conselho da Paz, destinados à supervisão da gestão de Gaza no pós-guerra. Outros países mencionados por Trump irão contribuir com um total de 7 biliões. São eles: Cazaquistão, Azerbaijão, Emirados Árabes Unidos, Marrocos, Barein, Qatar, Arábia Saudita, Uzbequistão e o Kuwait. Esses fundos irão basicamente para ajuda humanitária. 

FORÇAS MILITARES PARA ESTABILIZAR GAZA

Trump anunciou que a Indonésia, Marrocos, a Albânia, o Kosovo e o Cazaquistão comprometeram-se em enviar tropas e polícia para formar a Força Internacional de Estabilização para Gaza. Trump aludiu também ao Egipto e à Jordânia como provendo "ajuda substancial, tropas, treino e apoio a uma força policial palestiniana de extrema confiança."


MAIS DE UMA DEZENA DE LÍDERES INTERVENIENTES PROMETEM AJUDAS

Mais de uma dezenas de líderes mundiais estarão hoje intervindo na sessão de inauguração do Conselho da Paz, todos elogiando o presidente Trump por esta iniciativa.

O presidente do Cazaquistão anunciou que para além da ajuda substancial ao Conselho da Paz, 500 jovens estudantes de Gaza receberão bolsas de estudo para estudar no seu país por um período de 5 anos. 

O presidente da Roménia anunciou que o seu país oferecerá tratamento médico para 4.000 crianças enfermas de Gaza e a 4.000 mil familiares, para além de oferecer a sua experiência e equipamento para a reconstrução do sistema de segurança anti-incêndios para Gaza.

O primeiro-ministro do Qatar anunciou uma doação de mais de 1 bilião de dólares para o Conselho da Paz, visando "alcançar uma resolução final que satisfaça a aspiração palestiniana de uma pátria e de reconhecimento, e a aspiração israelita por segurança e integração."

O ministro dos Negócios Estrangeiros dos Emirados Árabes Unidos anunciou que o seu país contribuirá com 1,2 biliões de dólares para o Conselho da Paz, para além dos quase 3 biliões já doados para a ajuda humanitária de Gaza desde o início do conflito.

O ministro dos Negócios Estrangeiros de Marrocos anunciou que o seu país contribuirá com o envio de polícias para a Força Internacional de Estabilização, ajudará no treino da polícia palestiniana e a construção de um hospital de campo em Gaza. 

A Turquia informou estar preparada para fornecer tropas para a Força Internacional de Estabilização, algo que Israel tem desde sempre recusado veementemente. 

O ministro de estado da Arábia Saudita prometeu 1 bilião de dólares para os próximos anos. 


SA'AR DISCURSA

O maior discurso desta manhã foi o do ministro israelita Gideon Sa'ar. Todos os convidados tinham 2 minutos atribuídos para as suas intervenções, mas Sa'ar usou o dobro desse tempo para discursar. Sa'ar agradeceu a Trump pela iniciativa e elogiou ainda o presidente e Netanyahu por terem conseguido um cessar fogo e um acordo para a libertação dos reféns israelitas. O ministro agradeceu de seguida aos soldados israelitas, incluindo os 925 que perderam a vida nos combates desde o início da guerra. Sa'ar destacou as atrocidades perpetradas pelo Hamas durante o ataque do 7 de Outubro de 2023. O ministro vincou que o desarmamento do Hamas deve incluir "todas as armas, infraestruturas terroristas, a rede subterrânea de túneis e as instalações para o fabrico de armas." Sa'ar disse ainda que Israel apoia o plano de Trump e que "trabalhará para o sucesso do mesmo."


APOIO DA FIFA

O presidente da FIFA, Gianni Infantino, presente na reunião, anunciou uma nova parceria entre a organização futebolística que ele representa e o Conselho da Paz, com um investimento de 75 milhões de dólares destinados à construção de dezenas de campos de futebol, academias e estádios em Gaza.

Esta primeira reunião terminou ao fim de duas horas e meia.

Shalom, Israel!

quarta-feira, junho 25, 2025

PAÍSES EUROPEUS PRÓ-ISRAEL BLOQUEARAM INICIATIVA ANTISSEMITA DA ESPANHA E DE OUTROS PAÍSES


Vários países europeus aliados de Israel bloquearam uma iniciativa anti-Israel que visava impôr sanções ao estado judaico devido à guerra em Gaza iniciada pelo Hamas. A iniciativa anti-Israel partiu de 3 das nações mais antissemitas da Europa, a Espanha, a Irlanda e a Eslovénia, que chegaram ao ponto de apelar à suspensão do "acordo de associação" entre Israel e a União Europeia, o que iria prejudicar seriamente a economia do estado judaico.

A pérfida iniciativa dos inimigos de Sião foi entretanto bloqueada pela Alemanha, Itália, Hungria, Áustria, Roménia, Croácia, Grécia e Lituânia. A Espanha, que liderou a iniciativa, não conseguiu a maioria necessária para a aprovação desta proposta antissemita. 

O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel, sediado na capital Jerusalém, tem estado a desenvolver um trabalho pró-activo visando influenciar e organizar os seus aliados na União Europeia antes da votação hoje realizada. O ministro Gideon Sa'ar tem também estado em diálogo constante com a chefe das Relações Exteriores da Europa, Kaja Kallas, A ministra israelita enfatizou o absurdo de punir Israel diplomaticamente enquanto o país luta pela sua sobrevivência no meio de inimigos que lutam pela sua extinção. 

Diplomatas em Jerusalém ficaram muito satisfeitos com os resultados. Uma fonte diplomática em Israel alegou que "o resultado obtido hoje é mais significativo do que o debate mantido há cerca de um mês."

Durante as conversações ocorridas entre o ministério dos Negócios Estrangeiros israelita e os seus pares europeus foi sublinhada a forte conexão entre a República Islâmica do Irão e o seu proxy em Gaza, o Hamas. 

Muitos países europeus têm demonstrado preocupação com a situação humanitária em Gaza, criticando até a intervenção militar israelita contra o Hamas. Parece contudo que a guerra entre Israel e o Irão alterou as percepções dentro da União Europeia. Diplomatas europeus alegam que "os europeus estão preocupados com a ameaça iraniana."

Apesar do criticismo de alguns países europeus em relação às operações militares em Gaza, vários líderes têm expressado apoio tácito ou até declarado às acções de auto-defesa de Israel contra o regime radical islâmico de Teerão que apela abertamente à destruição de Israel. Parece que a situação diplomática de Israel na Europa está melhor. 

Durante a guerra com o Irão a Alemanha surgiu como o maior aliado de Israel. Num discurso na Câmara baixa do Bundestag alemão, o chanceler Friedrich Merz enfatizou que o programa nuclear iraniano ameaça o mundo inteiro e não apenas só Israel. 

"Não só Israel, mas também a Europa e o mundo como um todo estão ameaçados por este programa nuclear iraniano" - declarou Merz, acrescentando esperar que os ataques dos EUA e de Israel tenham neutralizado permanentemente tal ameaça. 

O Irão, por outro lado, já veio anunciar a reconstrução do seu sistema nuclear afectado pelos ataques. De facto, a discussão continua, não se sabendo ao certo quanto do programa nuclear foi realmente destruído ou afectado. Trump afiança que foi totalmente destruído, mas outras fontes alegam o contrário. Neste mar de opiniões, a verdade é que no mínimo podemos estar certos de que tão cedo o Irão não conseguirá oferecer uma ameaça séria ao estado judaico. Só não se sabe é por quanto tempo será...

Shalom, Israel!