A cumprir-se a promessa do presidente norte-americano, esta será a terceira noite de ataques seguidos ao Irão pelas forças norte-americanas, desta vez sem a ajuda de Israel. Nas duas últimas noites a aviação dos EUA atacou vários pontos militares estratégicos iranianos, especificamente na região do estreito de Ormuz. O presidente Trump tenta dessa forma "vergar" o regime satânico iraniano, levando-o a assinar o acordo de paz, só que os líderes do regime não cedem, e têm estado a demonstrar uma capacidade de resposta não prevista pelo presidente Trump.
Alguns comentadores alegam que esta próxima noite será decisiva para as pretensões de Trump. Será que ele vai levar a sério um ataque vigoroso que leve a uma vitória militar, algo que ele desesperadamente anseia conseguir? Será apenas mais uns ataques, ficando por aí? Segundo ele prometeu, os ataques serão "muito duros."
A população norte-americana está dividida, quanto à acção a tomar pelo seu presidente. Uma grande parte preferiria um acordo que cessasse de vez com as hostilidades, permitisse a reabertura do estreito de Ormuz e o regresso à estabilidade económica. Outros, da linha de Hagseth, o "conselheiro de guerra" do presidente, votam pela continuação da guerra até à rendição ou destruição da ameaça iraniana.
O Irão tem ripostado, atacando bases militares norte-americanas na Jordânia e em vários países vizinhos do Golfo.
RELAÇÕES AZEDAM ENTRE BRASIL E ISRAEL
As relações já de si conturbadas entre os governos do Brasil e de Israel atingiram agora o seu ponto mais baixo com a recusa das autoridades brasileiras em aceitar a indicação de Vivian Eisen como próxima consulesa geral de Israel em São Paulo.
Com o governo de Lula a virar-se constantemente contra Israel, que acusa de "genocida", as tensões entre Brasília e Jerusalém têm estado a agudizar-se nestes últimos anos. Já em 2025 as relações azedaram com a recusa da indicação de Gali Dagan por parte do governo Lula como novo embaixador israelita no Brasil, deixando Israel sem representação diplomática no Brasil e levando a uma degradação das relações entre os dois países. Nessa altura, a decisão de Israel foi de classificar Lula da Silva como "persona non grata", proibindo dessa forma a sua entrada em Israel. Lula da Silva tem demonstrado ser um famigerado antissemita apoiante do Hamas, ainda mais quando retirou o seu país do IHRA - a organização internacional criada para combater o antissemitismo e o ódio contra Israel, colocando o Brasil ao lado de regimes antissemitas como o do Irão, que nega declaradamente o Holocausto e visa a destruição do estado de Israel. Esses são os amigos do presidente Lula da Silva.
O ministro da Defesa de Israel lamentou esta situação, declarando ao mesmo tempo que Israel consegue superar os seus inimigos: "Como ministro de Defesa de Israel, afirmo que nós saberemos defender-nos contra o eixo do mal do islamismo radical, mesmo sem a ajuda de Lula e seus aliados" - e acrescentou: "Lamento pelo maravilhoso povo brasileiro e pelos muitos amigos de Israel no Brasil que este seja o vosso presidente. Melhores dias ainda virão para a relação entre os nossos dois países."
Com esta nova recusa do governo brasileiro, quando as funções do actual cônsul geral cessarem dentro das próximas semanas, a representação de Israel no Brasil ficará ainda mais reduzida.
Com as eleições previstas em Outubro tanto no Brasil como em Israel, há uma expectativa em Israel de que as coisas no Brasil possam mudar para melhor.
Uma sondagem recentemente realizada revelou que menos de metade dos brasileiros têm algum conhecimento sobre o Holocausto. A tendência anti-ocidental e pós-cristã aumenta entre os jovens, apesar do forte apoio a Israel por parte dos líderes evangélicos do país.
Deus tenha misericórdia do Brasil!
Shalom, Israel!


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