sábado, junho 27, 2026

ISRAEL E LÍBANO ASSINAM ACORDO HISTÓRICO SOB A MEDIAÇÃO DOS EUA


Após 4 dias de negociações sob a mediação dos EUA, Israel e o Líbano assinaram ontem um acordo histórico que representa um avanço para o restabelecimento de relações diplomáticas e políticas entre os dois países até aqui inimigos.

Segundo este acordo, as forças de Israel terão de se retirar de pequenas partes do Sul do Líbano, mesmo a meio de intensos combates entre Israel e o grupo terrorista do Hezbollah, que, tal como seria de esperar, tem-se manifestado contra este acordo. As zonas que Israel terá de abandonar já foram limpas da presença do Hezbollah pelas IDF. Em alguns casos, isso significou o arrasar completo de aldeias inteiras pelas forças israelitas na fronteira libanesa com Israel. Israel tem insistido que o Hezbollah fazia uso das mesmas para planear e realizar ataques contra Israel. 

Este projecto de acordo foi conseguido no quarto dia da quinta ronda de conversações entre os dois países que se iniciaram em Washington no passado mês de Abril. 

O embaixador israelita para os EUA afirmou que Israel manterá a sua "zona tampão" no Sul do Líbano até que as Forças Armadas regulares do Líbano demonstrem conseguir desmantelar o Hezbollah e assumir responsabilidades pela segurança da zona. Segundo o embaixador, o acordo não terá como base nenhuma data fixa, mas no progresso mensurável do exército libanês no desarmar do Hezbollah. Outras "zonas piloto" serão cedidas pelas IDF às forças regulares do Líbano à medida que as metas forem sendo cumpridas. 

"O INÍCIO DO INÍCIO"

O secretário de estado norte-americano Marco Rubio, presente na assinatura do histórico acordo, escreveu numa declaração de constituição do "Grupo Trilateral de Coordenação Militar para o Líbano incrementado pelos Estados Unidos", que os EUA farão uma doação imediata de 100 milhões de dólares para assistência humanitária coordenada pela ONU. 

Rubio afirmou também que o Departamento de Defesa dos EUA estava "preparado para reembolsar as Forças Armadas Libanesas com mais de 30 milhões de dólares sob as autoridades presentes e apropriações para apoiar a visão do presidente para uma paz duradoira no Líbano."

Na cerimónia de assinatura no Departamento de Estado, em Washington, Rubio pareceu reconhecer o alcance limitado do acordo, denominando-o de "o início do início."

"Há muito trabalho pela frente. Não queremos de maneira alguma subestimar a dificuldade da tarefa patente diante de nós, mas compreendemos a importância da mesma, o quão vital ela é, e sentimo-nos honrados por termos feito parte deste empreendimento" - afirmou Rubio, logo antes de elogiar os embaixadores de Israel e do Líbano nos Estados Unidos que lideraram as equipas de negociação dos respectivos países.

A embaixadora do Líbano Nada Hamadeh classificou a "estrutura trilateral...o primeiro passo no caminho da restauração da soberania e da integridade territorial do Líbano, assegurando um fim permanente das hostilidades, permitindo ao nosso povo voltar à sua terra e permitindo a todos os libaneses viverem em paz, segurança e prosperidade."

"Esta foi uma longa e difícil reunião. Estamos gratos ao anfitrião e às duas delegações pela sua cooperação durante estas conversações" - declarou Hamadeh, num claro acenar a Israel. 

O embaixador israelita Leiter fez declarações mais extensas, mas fez questão de agradecer à embaixadora libanesa, tratando-a pelo próprio nome, "por ter sido uma negociadora muito dura", e dizendo-lhe: "Você e a sua equipa deram ao vosso país um exemplo de patriotismo. Você luta como uma leoa, senhora embaixadora!"

Pouco depois da assinatura do acordo, Netanyahu pronunciou-se: "Iremos manter (a zona tampão) até ao desarmamento do Hezbollah e enquanto existir uma ameaça ao estado de Israel."

"Este é também um duro golpe ao Irão. O Irão tem tentado persuadir-nos pela força a nos retirarmos do Sul do Líbano. E na essência, Israel, o Líbano, e os Estados Unidos estão dizendo ao Irão: não é nada convosco. Vocês não têm lugar no Líbano. Nem vocês, nem o Hezbollah, nem qualquer organização terrorista."

"Estamos também permitindo ao exército libanês preparar-se para tomar posse de território. Estamos a criar duas zonas piloto - ambas recomendadas pelas IDF." A retirada israelita será de áreas acima da "zona tampão". 

Shalom, Israel!


sexta-feira, junho 19, 2026

CESSAR FOGO ACORDADO ENTRE ISRAEL E O HEZBOLLAH


Após os fortes ataques israelitas nas últimas horas, em que cerca de 80 alvos do Hezbollah foram bombardeados, e em função da morte de 4 soldados israelitas e vários feridos como consequência da explosão de um engenho disparado pelo Hezbollah, o primeiro-ministro israelita preparava-se para dar ordens ao exército para bombardear Beirute, uma vez que o Hezbollah não pára de violar o prévio cessar fogo. Tal só não aconteceu porque houve o anúncio de um novo acordo de cessar fogo alegadamente mediado pelo Qatar, EUA e Irão e que teve o seu início pelas 16 horas locais. Os ataques israelitas terão provocado a morte de dezenas de terroristas do Hezbollah. 

Este novo cessar-fogo que, à semelhança dos anteriores, será a qualquer momento rompido pelo grupo terrorista xiita, surge na altura em que Israel tem vindo a insistir que não está condicionado pelo "Memorando de Entendimento" assinado pela administração Trump e os líderes do Irão, e que, para além para um termo das hostilidades entre o Irão e os EUA, inclui também um cessar-fogo no Líbano. O embaixador de Israel na ONU afirmou ontem que o seu país está pelo contrário comprometido com um acordo de cessar-fogo separado com Beirute, e que foi mediado por Washington. 

Não obstante este pretenso cessar-fogo, o porta-voz das IDF afirmou que as tropas de Israel têm "total liberdade de acção" para agirem contra qualquer ameaça no Sul do Líbano. Segundo ele, as tropas israelitas continuarão a operar na região do castelo de Beaufort visando demolir os principais sistemas de túneis do Hezbollah que têm servido como "principais centros de comando" do grupo terrorista. 

"O Hezbollah está a combater na defensiva tentando impedir que as nossas forças completem a destruição dessas infraestruturas" - afirmou o comandante. 

quinta-feira, junho 18, 2026

MESMO CONTRARIANDO TRUMP, ISRAEL DECIDIU QUE NÃO VAI RETIRAR DO LÍBANO


O pérfido "Memorando de Entendimento" inclui logo na primeira cláusula o fim da intervenção de Israel no Líbano e consequente retirada das IDF daquele país vizinho. Essa é uma verdadeira traição a Israel, em todos os sentidos. As negociações a decorrer nos EUA entre representantes de Israel e do Líbano visando a paz e uma possível normalização política das relações mútuas nada têm a ver com o acordo assinado por Trump, pelo que ele não deveria nunca ter aceite essa premissa do memorando. Em outras palavras, o presidente Trump vai tentar forçar Israel a abandonar o Líbano numa fase em que o Hezbollah ainda não foi completamente destruído e voltará novamente aos ataques contra as populações do Norte de Israel. 

Segundo o "Wall Street Journal", a assinatura ontem feita pelo presidente Trump em Versailles acontece a meio de uma crescente tensão entre o presidente norte-americano e o primeiro-ministro israelita. Trump quer que Israel deixe de atacar no Líbano, e Israel obviamente não o pode fazer ainda. Trump quis acabar a guerra no Irão a qualquer preço, visando apenas os interesses económicos e as eleições intercalares de Novembro, mesmo sabendo que Netanyahu tinha planeado um forte ataque ao Irão, que Trump de facto impediu. Na verdade, sempre que Israel está a ter sucesso nos seus combates contra o Hamas, o Hezbollah e o Irão, aparece Trump para boicotar e ameaçar o governo de Israel. Netanyahu insistiu com Trump para que não se precipitasse a assinar um acordo traiçoeiro, que toda a gente sabe que o Irão não irá respeitar, servindo antes para lhe dar tempo para se rearmar e continuar na sua agenda maléfica de financiar os seus proxies. Para piorar a situação, o presidente Trump sugeriu que Israel deixasse de atacar o Hezbollah, deixando esse problema para os sírios resolverem... Os sírios! Tudo leva a crer que ou Trump não está bom da cabeça, ou então quis desandar a toda a pressa do problema em que se meteu, sem olhar a custos nem aos estragos provocados às velhas alianças, traindo ainda por cima as expectativas do povo iraniano a quem prometeu libertação...

Muito testemunhos de iranianos comprovam que eles se sentem traídos por Trump, tendo levado como que uma facada nas costas...

O acordo de Trump é uma capitulação catastrófica aos agressores do regime iraniano, deixando Israel vulnerável e limitado...Em relação aos mísseis balísticos - uma poderosa arma nas mãos dos iranianos e que provou ser uma grande ameaça a Israel - Trump teve a desfaçatez de afirmar que "não há problema" em o Irão ter alguns mísseis balísticos...

"UMA GRANDE VITÓRIA"

Para o líder do Hezbollah, o acordo assinado por Trump é "uma grande vitória" e pode ser usado para expulsar Israel do Líbano. Por outro lado, várias fontes afirmam que o Hezbollah espera um grande apoio financeiro do Irão assim que o acordo for efectivado...

ISRAEL NÃO SAI DO LÍBANO

Netanyahu já decidiu que as IDF não sairão do Líbano enquanto o grupo terrorista do Hezbollah não for eliminado. O Irão já disse que se Israel não se retirar do Líbano isso significará a "anulação" do Memorando de Entendimento: "Não seria aceitável para nós abandonarmos os nossos irmãos no Líbano" - afirmou um porta voz do Hezbollah, acrescentando: "Não podemos falar sobre terminar a guerra ao mesmo tempo que partes do território permanecem sob a ocupação da entidade sionista. Enquanto a ocupação continuar, pode dizer-se que a guerra ainda está em vigor e que na sua essência ainda não terminou."

Israel decidiu não baixar os braços, pelo que prosseguem combates esporádicos a sul do rio Litani. Uma possível retirada israelita do Líbano depende do sucesso das conversações a decorrer entre Israel e o Líbano, com a próxima ronda a ser realizada já na próxima semana. 

Shalom, Israel!

quarta-feira, junho 17, 2026

TEXTO INTEGRAL DO ACORDO "MEMORANDO DE ENTENDIMENTO" A ASSINAR ENTRE OS EUA E O IRÃO


Conseguimos o texto integral do acordo com 14 cláusulas denominado "Memorando de Entendimento", tal conforme divulgado pela "Al Arabiya English" e que será assinado na próxima Sexta-Feira, dia 19, entre líderes dos EUA e do Irão:

"1 . A República Islâmica do Irão e os Estados Unidos, juntamente com seus aliados na guerra actual, declaram sob a assinatura deste Memorando de Entendimento um fim imediato e permanente da guerra em todas as frentes, incluindo o Líbano, e propõem-se a partir de agora a não lançar qualquer acção hostil entre si, abstendo-se da ameaça ou do uso da força entre si. O acordo final confirmará os provimentos deste Artigo e dos Artigos restantes.

2. A República Islâmica do Irão e os Estados Unidos propõem-se a respeitar a soberania e a integridade territorial mútuas, abstendo-se de interferir nos assuntos internos mútuos.

3. A República Islâmica do Irão e os Estados Unidos propõem-se a negociar e a alcançar um acordo final dentro de um período máximo de 60 dias, extensível por mútuo consentimento.

4. Imediatamente após a assinatura deste Memorando de Entendimento, os Estados Unidos levantarão o bloqueio naval, evitando qualquer interferência ou obstrução contra a República Islâmica do Irão, e restaurar o tráfego à sua plena capacidade dentro de um máximo de 30 dias; o tráfego de navios será proporcional ao volume do tráfego antes da guerra por parte da República Islâmica do Irão. Os Estados Unidos também se propõem a retirar as suas forças das áreas circundantes dentro de 30 dias após o acordo final.

5. Após assinar este Memorando de Entendimento, a República Islâmica do Irão dará imediatamente passos para assegurar que a movimentação de de navios mercantis desde o Golfo Pérsico ao Mar de Oman e vice versa será retomada dentro de 30 dias para o volume anterior à guerra, levando em consideração a necessidade de remoção de obstáculos técnicos e a neutralização de minas pelo Irão.

6. Os Estados Unidos propõem-se, em conjunto com os seus parceiros regionais, a criar um plano compreensivo acordado por ambas as partes para a reabilitação e desenvolvimento económico da República Islâmica do Irão, assegurando entretanto um financiamento de pelo menos 300 biliões (de dólares). O mecanismo de implementação deste plano, como parte do acordo final, será formulado dentro de 60 dias.

7. Os Estados Unidos comprometem-se em terminar, dentro de uma agenda a ser acordada como parte do acordo final, todo o tipo de sanções actualmente enfrentadas pela República Islâmica do Irão, incluindo resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas e do Comité de Governadores da Agência Internacional de Energia Atómica (IAEA), e todas as sanções unilaterais dos EUA, tanto primárias como secundárias.

8. A República Islâmica do Irão reitera que nunca produzirá armas nucleares. A República Islâmica do Irão e os Estados Unidos concordaram que o destino do material enriquecido e o destino de todos os outros itens mutuamente acordados relacionados com o nuclear, incluindo as necessidades nucleares do Irão, serão adequadamente abordadas num acordo final; o acordo final confirmará os provimentos deste Artigo.

9. A República Islâmica do Irão e os Estados Unidos concordam que, pendente de um acordo final, irão manter o status quo; o Irão manterá o status quo no seu programa nuclear, e os Estados Unidos não imporão novas sanções ao Irão nem reforçarão as suas forças na região.

10. Os Estados Unidos propõem-se a imediatamente após a assinatura do Memorando de Entendimento, e até à data do levantamento das sanções, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos emitirá isenções para a exportação do petróleo crude iraniano, produtos petroquímicos e seus derivados, e todos os serviços relacionados, incluindo operações bancárias, seguros, transportes, e afins.

11. Os Estados Unidos propõem-se, à luz do progresso das negociações visando um acordo final, fundos e activos congelados ou restringidos da República Islâmica do Irão serão libertos e completamente disponibilizados. Tais fundos, quer detidos na conta mestra ou transferidos, serão utilizados para qualquer pagamento final beneficiário determinado pelo Banco Central da República Islâmica do Irão e ficarão inteiramente disponíveis para utilização. Os Estados Unidos comprometem-se neste sentido a emitir todas as permissões e licenças necessárias. 

12. A República Islâmica do Irão e os Estados Unidos concordam que será estabelecido um mecanismo de implementação para supervisionar o sucesso da implementação e de um futuro compromisso com o Acordo Final.

13. Em seguida à assinatura deste Memorando de Entendimento, e após recepção das seguranças relacionadas com o começo da implementação dos Artigos 4, 5, 10 e 11 deste Memorando de Entendimento, e a contínua implementação destes passos, a República Islâmica do Irão e os Estados Unidos entrarão em negociações para um Acordo Final, unicamente com respeito aos Artigos restantes. 

14. O acordo final será aprovado por meio de uma resolução vinculativa do Conselho de Segurança das Nações Unidas."

Cada um entenda este acordo da forma que quiser. No meu entender, é uma derrota completa dos Estados Unidos e uma submissão às ambições do Irão, com Israel saindo como o maior prejudicado nesta negociata. Usando uma linguagem futebolística: Irão 14 - EUA 0. Não estou a falar de futebol...

Shalom, Israel!


segunda-feira, junho 15, 2026

O PRETENSO ACORDO ENTRE OS EUA E O IRÃO É PERIGOSO PARA ISRAEL




O acordo que levará ao cessar das hostilidades entre o Irão e os Estados Unidos a ser assinado em Genebra na próxima Sexta-Feira deixou Israel de fora, o que na realidade coloca o estado judaico numa posição de vulnerabilidade face aos seus inimigos, especialmente o Irão e seus proxies no Líbano e na Faixa de Gaza. "Os interesses de segurança de Israel estão em perigo" - é a opinião geral dos políticos israelitas, unidos na condenação do acordo que Trump estava desesperado por conseguir, unicamente visando os seus interesses pessoais de sair do conflito cantando vitória. 

Os pormenores do acordo a assinar são ainda desconhecidos, mas pelo que se sabe, os EUA são os grandes perdedores: cederam quase todos os trunfos ao Irão, que foi de facto quem impôs as regras do jogo e vai continuar a enganar os EUA ao mesmo tempo que vai restabelecendo o seu poderio militar.

Os iranianos não concordaram com o "memorando de entendimento" por qualquer razão. Ainda que o acordo preveja a abertura do estreito de Ormuz, os iranianos querem impôr taxas de navegação. O prazo de duração deste acordo inicial é de 60 dias, mas quem poderá acreditar que o Irão vai respeitar as cláusulas e cumprir as suas obrigações? Confiar no regime iraniano é uma acto de loucura ou de suicídio, e, ao sair atabalhoadamente do pântano em que se meteu, Trump vai tentar dessa forma proteger os seus interesses económicos e eleitorais, deixando o cumprimento dos compromissos nas mãos do Irão e da sua boa boa vontade, algo que aquele regime satânico desconhece.

A população e os políticos israelitas estão revoltados por Trump ter permitido a inclusão do conflito no Líbano no memorando, o que obrigará Israel a retirar completamente do país vizinho, não permitindo que termine a eliminação completa do Hezbollah. Essa foi mais uma imposição do Irão à qual o patético Trump cedeu, mas que Israel já rejeitou.

ISRAEL RECUSA RETIRAR-SE DO SUL DO LÍBANO, SÍRIA E FAIXA DE GAZA

O ministro da Defesa de Israel já veio entretanto afirmar convictamente que as IDF não sairão do Líbano, nem da Síria. As forças israelitas ficarão ali o tempo que acharem necessário, e nem Trump conseguirá demover Israel desta decisão. Está em causa a segurança das populações do Norte de Israel que se sentem traídas pelo seu próprio governo, mas que agora tem oportunidade de as proteger criando uma zona segura no sul do Líbano. O próprio acordo de paz em discussão com o governo do Líbano fica agora posto em causa, uma vez que com esta "obrigação" de retirada das forças israelitas do sul do país o Hezbollah ficará com o terreno livre para voltar a se estabelecer naqueles territórios fronteiriços. É só uma questão de tempo até voltarem a atacar o Norte de Israel...

Israel faz bem em não sair do Líbano e fazer ouvidos moucos às exigências de Trump, que não se lembrou de incluir o seu aliado no Médio Oriente nas negociações de cessar fogo, pelo que agora e cada vez mais Israel terá de contar consigo menos apenas para resolver os seus problemas...

No meio de tantas contradições, vamos aguardar para ver o real conteúdo do pretenso acordo, para então daí extrairmos as devidas ilações...

Shalom, Israel!

sexta-feira, junho 12, 2026

UM FALSO "ACORDO" BADALADO POR TRUMP QUE SÓ VAI PREJUDICAR ISRAEL


Três horas antes do suposto "grande ataque" norte-americano previsto para ontem à noite, o sempre incongruente e inexpectável presidente Trump veio anunciar ao mundo que o acordo estava praticamente concluído e que seria assinado durante o fim de semana numa cidade europeia. Para o "vitorioso" Trump, "a guerra acabou". Mais tarde soube-se que este controverso e misterioso acordo será assinado em Genebra, no Próximo Domingo, com a presença do vice-presidente JD Vance. 

Nas horas seguintes e até há bem poucas horas, o Irão alegava não ter acordado nada em relação a este assunto, e Israel, nas palavras de Netanyahu, foi deixado de lado. A conclusão é que Trump quer a todo sair do imbróglio em que se envolveu, e agora já está disposto a negociar o fim do conflito a qualquer preço, mesmo que isso signifique abandonar Israel à sua sorte.

"A PAZ NUNCA ESTEVE TÃO PERTO COMO AGORA"

Há poucas horas o primeiro-ministro paquistanês Shehbaz Sharif, em nome do país mediador deste longo processo de negociações, afirmou publicamente: "Podemos confirmar que foi acordado um texto final para o acordo de paz, estando agora o Paquistão a trabalhar de perto com ambas as partes visando finalizar os próximos passos. A paz nunca esteve tão perto como agora." O ministro censurou as contínuas desinformações que continuam a ser divulgadas por todo o lado. 

O presidente Trump fez há pouco questão de publicar na sua rede social uma mensagem do ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão alegando que o memorando de entendimento nunca esteve tão próximo. 

UM ACORDO MISTERIOSO

Não se conhecem por enquanto os itens deste acordo, mas percebe-se que quem sai favorecido é o Irão, e quem vai ser mais prejudicado será Israel. Foi este o péssimo serviço que Trump fez, e certamente que pagará um alto preço por ter deixado Israel à sua sorte...

O vice-presidente JD Vance já veio entretanto desmentir os rumores que circulam por todo o lado e que alegam que os EUA irão descongelar os biliões de dólares em activos iranianos como parte do acordo: "Em primeiro lugar, os iranianos não vão receber nenhum dinheiro, e nenhuns fundos serão descongelados apenas por assinarem um acordo ou participarem numa reunião." Segundo o acordo, e se o Irão cumprir as suas obrigações, 24 biliões de dólares serão descongelados e entregues ao país. 

Há neste momento alegações e desmentidos a circular por todo o lado, pelo que só quando o memorando de entendimento for finalmente assinado no Domingo é que se conhecerão os detalhes do mesmo, e o preço que Israel virá a pagar...

"O Memorando de Entendimento de Islamabad nunca esteve tão próximo. Dependendo da sua finalização, os media devem abster-se de entrar em especulações sobre o seu conteúdo" - afirmou esta tarde Abbas Araghchi, ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, acrescentando: "Em linha com a nossa responsável e transparente actuação, todos os detalhes serão divulgados ao público na altura devida."

ISRAEL REAGE NEGATIVAMENTE

Para além da reacção negativa, o ministro da Defesa de Israel já se pronunciou, afirmando que Jerusalém poderá ter de usar futuramente a sua força militar para impedir que o Irão consiga obter a bomba nuclear: "Israel deve assegurar-se de que, também no futuro, reteremos a capacidade de agir independentemente para impedir que o Irão obtenha armas nucleares. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e eu demos instruções às IDF para se prepararem devidamente."

O ministro Katz afirmou ainda esperar que Trump se agarre ao princípio de não permitir que o Irão obtenha armas nucleares, notando que o presidente norte-americano deixou entretanto de se referir aos mísseis balísticos iranianos e aos grupos proxies sustentados pelo Irão. Ou seja, parece que Trump deixou de lado esses problemas essenciais à existência de Israel...

Ao que parece, o Memorando de Entendimento inclui a extensão do cessar-fogo por mais 60 dias, incluindo o Líbano, algo que obviamente Israel não quer. 

Por outro lado, o ministro israelita afirmou que Israel não retirará do Líbano, nem da Síria, nem de Gaza, nem do Norte da chamada Cisjordânia. 

Vamos esperar para ver no que tudo isto vai dar. Shalom, Israel!

quinta-feira, junho 11, 2026

TRUMP AMEAÇA FORTE ATAQUE AO IRÃO PARA ESTA NOITE. RELAÇÕES AZEDAM ENTRE BRASIL E ISRAEL


A cumprir-se a promessa do presidente norte-americano, esta será a terceira noite de ataques seguidos ao Irão pelas forças norte-americanas, desta vez sem a ajuda de Israel. Nas duas últimas noites a aviação dos EUA atacou vários pontos militares estratégicos iranianos, especificamente na região do estreito de Ormuz. O presidente Trump tenta dessa forma "vergar" o regime satânico iraniano, levando-o a assinar o acordo de paz, só que os líderes do regime não cedem, e têm estado a demonstrar uma capacidade de resposta não prevista pelo presidente Trump. 

Alguns comentadores alegam que esta próxima noite será decisiva para as pretensões de Trump. Será que ele vai levar a sério um ataque vigoroso que leve a uma vitória militar, algo que ele desesperadamente anseia conseguir? Será apenas mais uns ataques, ficando por aí? Segundo ele prometeu, os ataques serão "muito duros."

A população norte-americana está dividida, quanto à acção a tomar pelo seu presidente. Uma grande parte preferiria um acordo que cessasse de vez com as hostilidades, permitisse a reabertura do estreito de Ormuz e o regresso à estabilidade económica. Outros, da linha de Hagseth, o "conselheiro de guerra" do presidente, votam pela continuação da guerra até à rendição ou destruição da ameaça iraniana. 

O Irão tem ripostado, atacando bases militares norte-americanas na Jordânia e em vários países vizinhos do Golfo. 

RELAÇÕES AZEDAM ENTRE BRASIL E ISRAEL


As relações já de si conturbadas entre os governos do Brasil e de Israel atingiram agora o seu ponto mais baixo com a recusa das autoridades brasileiras em aceitar a indicação de Vivian Eisen como próxima consulesa geral de Israel em São Paulo. 

Com o governo de Lula a virar-se constantemente contra Israel, que acusa de "genocida", as tensões entre Brasília e Jerusalém têm estado a agudizar-se nestes últimos anos. Já em 2025 as relações azedaram com a recusa da indicação de Gali Dagan por parte do governo Lula como novo embaixador israelita no Brasil, deixando Israel sem representação diplomática no Brasil e levando a uma degradação das relações entre os dois países. Nessa altura, a decisão de Israel foi de classificar Lula da Silva como "persona non grata", proibindo dessa forma a sua entrada em Israel. Lula da Silva tem demonstrado ser um famigerado antissemita apoiante do Hamas, ainda mais quando retirou o seu país do IHRA - a organização internacional criada para combater o antissemitismo e o ódio contra Israel, colocando o Brasil ao lado de regimes antissemitas como o do Irão, que nega declaradamente o Holocausto e visa a destruição do estado de Israel. Esses são os amigos do presidente Lula da Silva.

O ministro da Defesa de Israel lamentou esta situação, declarando ao mesmo tempo que Israel consegue superar os seus inimigos: "Como ministro de Defesa de Israel, afirmo que nós saberemos defender-nos contra o eixo do mal do islamismo radical, mesmo sem a ajuda de Lula e seus aliados" - e acrescentou: "Lamento pelo maravilhoso povo brasileiro e pelos muitos amigos de Israel no Brasil que este seja o vosso presidente. Melhores dias ainda virão para a relação entre os nossos dois países."

Com esta nova recusa do governo brasileiro, quando as funções do actual cônsul geral cessarem dentro das próximas semanas, a representação de Israel no Brasil ficará ainda mais reduzida. 

Com as eleições previstas em Outubro tanto no Brasil como em Israel, há uma expectativa em Israel de que as coisas no Brasil possam mudar para melhor. 

Uma sondagem recentemente realizada revelou que menos de metade dos brasileiros têm algum conhecimento sobre o Holocausto. A tendência anti-ocidental e pós-cristã aumenta entre os jovens, apesar do forte apoio a Israel por parte dos líderes evangélicos do país. 

Deus tenha misericórdia do Brasil!

Shalom, Israel!

terça-feira, junho 09, 2026

ISRAEL PREPARADO PARA REGRESSAR À GUERRA COM O IRÃO


Sabe-se agora que o ataque israelita ao Irão na madrugada de Segunda-Feira deveria ter sido muito mais intenso, e aprovado pelo primeiro-ministro, não fosse a intervenção à última da hora do presidente Trump, que parece estar mais apostado em estragar os planos de Israel do que em fazer justiça contra os terroristas. Israel tinha uma grande operação planeada, mas cedeu aos interesses de Trump, que chegou ao ponto de ameaçar Netanyahu de que Israel iria ficar sozinho, caso não obedecesse às ordens do presidente norte-americano...

Segundo o comandante chefe militar das IDF, as tentativas do Irão para "ditar as equações" irão fracassar.

"A tentativa iraniana de ditar as equações e mudar a realidade irão fracassar. Continuaremos a operar e a aprofundar os estragos causados à organização terrorista do Hezbollah e defender as comunidades do Norte" - declarou o general Eyal Zamir esta manhã durante uma visita a um exercício militar. 

"As IDF mantêm e continuam mantendo prontidão imediata e preparação para um retorno aos combates contra o Irão."

Referindo-se ainda à recente troca de fogo entre Israel e o Irão, o general informou: "Todos os nossos sistemas defensivos e ofensivos estiveram em alerta e preparados. Interceptámos as ameaças lançadas contra nós e fizemos rápidos e assertivos ataques no Irão."

O general acrescentou ainda que "o ataque que perpetrámos no Irão foi a preparação para um muito mais significativo e severo golpe. Estamos preparados para retornar e lançar um outro ataque profundo e duro contra o Irão."

Shalom, Israel! 

segunda-feira, junho 08, 2026

ISRAEL PREPARAVA ATAQUES MUITO MAIS INTENSOS AO IRÃO, NÃO FOSSE A INTERVENÇÃO DE TRUMP


A resposta israelita desta madrugada aos ataques iranianos de ontem foi contida, tendo em conta a pressão exercida pelo presidente Donald Trump que quer a todo o custo evitar uma escalada da guerra. Mais interessado em salvar a sua popularidade - já em fase descendente - Trump quer resolver o quanto antes a crise com o Irão, se possível até à realização do Mundial de Futebol nos EUA. A preocupação do presidente não parece ser tanto a segurança de Israel. O estado judaico, por seu turno, confrontou a "exigência" ontem feita por Trump para não retaliar os ataques dos 20 mísseis disparados pelo Irão, felizmente todos interceptados pelos sistemas de defesa israelita, e lançou um forte ataque contra cerca de 15 alvos no Irão, incluindo o aeroporto internacional de Teerão, instalações de armazenamento de drones, e outras infraestruturas nas cidades de Isfahan, Karaj e Tabriz. Uma segunda onda de ataques aéreos israelitas atingiu o complexo petroquímico de Mahshahr, no sudoeste do país. 

Israel sofreu estragos em 4 casas na região da Samaria, mas felizmente sem danos humanos. O único problema foi milhões de cidadãos terem de correr mais uma vez para os abrigos em função dos alertas sonoros avisando da chegada de algum míssil iraniano. 

O ataque iraniano de ontem à noite foi o cumprimento da promessa feita pelo regime satânico dos guardas revolucionários que vingariam o ataque feito por Israel ao reduto do Hezbollah no sul do Líbano pela manhã de ontem. E o Irão cumpriu a promessa, ainda que ansioso por não ver um escalar do conflito, pelo que esta manhã, após mais um ataque com mísseis, "deu-se por satisfeito", informando que não atacaria mais. Pelo menos por agora... Israel, por seu turno, cancelou também a operação intensa que havia preparado, e isso em resposta ao apelo de Trump, avisando no entanto que qualquer novo ataque do Hezbollah contra o Norte de Israel seria respondido com força, o que a acontecer, poderá levar novamente o Irão à tentação de atacar Israel. 

Israel bombardeou ontem um comando e centro de controle do Hezbollah no distrito de Dahieh, no Sul de Beirute, que é como se sabe um grande reduto das forças terroristas do Hezbollah. Esse ataque foi a resposta aos rockets que haviam sido anteriormente disparados pelo Hezbollah contra as populações do Norte de Israel. Apesar de tentar enganar o mundo de que nada tem a ver com o Líbano, o Irão correu a defender o seu braço armado naquele país - o Hezbollah - provando que de facto é o regime iraniano que fomenta e sustenta aquele grupo terrorista vizinho de Israel. 

Depois do telefonema desta manhã de Trump, Netanyahu deu ordens às IDF para suspender os grandes ataques que a aviação israelita estava a preparar e que se previa durariam alguns dias. De qualquer modo, a situação é muito frágil, e qualquer descuido do Hezbollah pode despoletar uma nova onda de ataques de Israel e por consequência do próprio Irão contra Israel...

Shalom, Israel!

quarta-feira, junho 03, 2026

2.300 JUDEUS NORTE-AMERICANOS DEVERÃO EMIGRAR PARA ISRAEL NESTE VERÃO


Com a crescente onda de antissemitismo pelo mundo fora, é cada vez maior o número de judeus a considerarem seriamente abandonar os países onde sempre viverem e partir para Israel, a terra dos seus ancestrais. 

Só da América do Norte são esperadas neste Verão em Israel mais de 2.300 pessoas, representando 478 famílias. A organização Nefesh B'Nefesh tem estado a facilitar o processo de imigração destes judeus, e espera este ano ultrapassar os 4.150 imigrantes que no ano passado partiram para viver em Israel. O ano passado este número já foi um recordes nos 23 anos de existência da organização. 

São esperados este Verão 47 voos da El Al trazendo novos imigrantes provenientes de Nova Iorque, Nova Jérsia, Miami, Boston e Los Angeles. 

ANTISSEMITISMO CRESCE NA EUROPA

A situação é tão grave em países como o Reino Unido, que um médico judeu britânico em vias de imigrar para Israel afirmou que médicos lhe disseram que não tratariam pacientes oriundos de Israel, mesmo que estivessem em risco de morte!

Na Baviera (sul da Alemanha), um restaurante colocou um letreiro na porta proibindo a entrada a judeus. O assunto já está na justiça, uma vez que viola todos os princípios humanitários.


Um avião da companhia aérea israelita Israir que esta manhã deveria ter aterrado em Ljubljana, capital da Eslovénia, teve de mudar a sua rota para Zagreb, na Cróacia, por ter sido proibido de aterrar na Eslovénia. Sabe-se que esta decisão foi tomada por motivos políticos, ainda que viole por completo os acordos para a aviação e as leis da União Europeia, da qual a Eslovénia faz parte. 

Shalom, Israel!

segunda-feira, junho 01, 2026

APÓS CONQUISTAR A FORTALEZA DE BEAUFORT, ISRAEL AVANÇA PARA BEIRUTE COM A LUZ VERDE DE WASHINGTON


Após a vitoriosa conquista ontem de manhã da fortaleza estratégica de Beaufort, a Norte do rio Litani, o Hezbollah tem estado a disparar rockets contra o Norte de Israel, incluindo a região de Tiberíades, junto ao Lago da Galiléia. Contaram-se até agora cerca de 50 rockets. 

A resposta de Israel não se fez esperar: esta manhã, o primeiro-ministro Netanyahu e o ministro da Defesa Israel Katz ordenaram o avanço das forças militares israelitas até Dahiyeh, um forte reduto do Hezbollah nas imediações da capital Beirute. A região de Beirute ficará agora sujeita aos fortes bombardeamentos israelitas. Contrariamente ao que muitos comentadores mal informados e quiçá mal intencionados tentam fazer crer, quem tem estado a violar ao cessar-fogo entre Israel e o Líbano tem sido o grupo terrorista, e esta manhã foi a prova disso com sucessivos ataques de rockets visando as populações civis de Israel. Ao que parece, esta decisão do governo israelita é consequente da luz verde dada pelos Estados Unidos, numa altura em que as conversações com o Irão se vão arrastando sem um fim à vista. Os Estados Unidos têm estado a "segurar" Israel durante estas últimas semanas, esperando da parte do Irão a finalização do acordo, porém, como tal não tem acontecido, a administração Trump permitiu a Israel a retoma dos bombardeamentos a Beirute, esperando dessa forma exercer pressão sobre o regime satânico iraniano.

As IDF têm penetrado cada vez mais no interior do Líbano, e a conquista desta fortaleza medieval de Beaufort construída pelos cruzados permite a Israel um melhor controle de toda aquela região e do próprio rio Litani. 

O primeiro-ministro Netanyahu afirmou esta manhã que não permitirá uma situação em que os cidadãos do Norte de Israel vivam debaixo do fogo inimigo, ao mesmo tempo que os oficiais de topo do Hezbollah em Dahiyeh mantêm a sua imunidade ao não serem atacados. As povoações israelitas do Norte que têm vindo a ser atacadas pelo Hezbollah desde Sábado são Karmiel, Tel Dan, Nahariyah, Acre, Beit Hillel, Kiryat Shmona, Safed, Maalot e outros pontos na Galiléia. 

Cerca de 20 soldados israelitas já perderam a vida nestes últimos combates no Sul do Líbano. 

As forças israelitas já se encontram a operar em Nabatiyah, o ponto mais a Norte onde chegaram até agora nesta nova investida no Líbano. Esta cidade é um outro forte reduto do Hezbollah, uns 20 quilómetros a Norte da fronteira com Israel. 

Segundo Netanyahu, as IDF já eliminaram cerca de 8.000 terroristas do Hezbollah desde o início da guerra. Segundo as IDF, só em Maio foram mortos 900.

"A captura de Beaufort é um estágio e uma mudança dramática nas políticas que temos vindo a seguir. Quebrámos a barreira do medo. Estamos a tomar a iniciativa, operando em todas as frentes: Síria, Gaza e Líbano. Temos estado a estabelecer zonas de segurança para além das nossas fronteiras para proteger as nossas comunidades" - afirmou Netanyahu. 

Shalom, Israel!



quarta-feira, maio 27, 2026

ISRAEL RECEBEU HOJE O PRIMEIRO DE SEIS PODEROSOS AVIÕES DE REABASTECIMENTO KC-46


O principal comandante militar israelita, general Eyal Zamir, afirmou hoje que "a maior parte das capacidades militares do Irão foi destruída" e o seu programa nuclear "recuado em anos".

Estas declarações foram proferidas durante a cerimónia de recepção do primeiro de 6 aviões de reabastecimento Boeing KC-Gideon, vindos dos Estados Unidos. 

"A estrutura do mal construída pelo regime dos aiatolás foi significativamente danificada, e o seu futuro e estabilidade rodeados de incertezas" - afirmou Zamir, acrescentando: "Os líderes estão sendo caçados, a maior parte das suas capacidades militares foram destruídas e o programa nuclear atrasado vários anos."

"A economia (iraniana) está em colapso, e os seus cidadãos ainda não perceberam a escala do desastre que os seus líderes extremistas trouxeram sobre eles."

Este novo avião foi baptizado na base aérea de Nevatim, sendo o primeiro destes aviões norte-americanos a receber por Israel nos próximos tempos. 

"A chegada deste novo avião fortalece significativamente a superioridade da força aérea na contínua guerra em várias frentes e em operações de longo alcance. Estes aviões também proporcionam transporte mais avançado e capacidades para variadas missões."

"Foi desde aqui, das pistas da base aérea de Nevatim, que há dois meses levantaram voo os aviões de reabastecimento que carregaram toda a força aérea sobre as suas asas. Mesmo neste momento, a força aérea voa nos céus . suas aeronaves e pessoal estão em operação a partir do ar e em terra, atingindo o Hezbollah com toda a força. Os novos KC-46 proporcionam mais combustível, mais carga e um maior alcance."

Shalom, Israel!

segunda-feira, maio 18, 2026

NOVA FLOTILHA INTERCEPTADA POR ISRAEL


Desta vez vieram da Turquia. Cerca de 53 embarcações de alegados activistas, mas que melhor seriam denominados como um bando de 500 antissemitas perturbados mentais cujo único objectivo é chamar a atenção pública mundial e provocar a condenação a Israel. Só que as pessoas normais já há muito descortinaram os verdadeiros intentos destes parasitas, e já não vão na conversa dos mesmos. Alegam trazer ajuda humanitária a Gaza, quando diariamente entram no enclave 600 camiões carregados de ajuda humanitária...


Israel é que não está para brincadeiras, e logo pela manhã, em plena luz do dia, tratou de interceptar as embarcações ao largo da costa cipriota. Comandos israelitas abordaram os barcos de imediato e dessa forma a deseja propaganda por parte dos "activistas" não conseguirá produzir os seus efeitos. Por volta do meio dia de hoje já haviam sido interceptados 16 barcos. Israel havia previamente avisado os responsáveis para darem meia volta e rumarem à origem.

Claro que a Turquia, ansiosa por criar um conflito com Israel, já veio condenar a intervenção israelita, chamando-lhe "um novo acto de pirataria". 

A flotilha denominada "Global Sumud Flotilha" foi organizada pela organização de ajuda humanitária turca IHH, considerada por Israel como organização terrorista, e que já em 2010 tinha organizado a famosa flotilha "Mavi Marmara". 

E Israel lá vai ter que ir aturando esta gente que nada produz para o bem da humanidade...

Shalom, Israel!

segunda-feira, maio 11, 2026

ISRAEL DESTRÓI MAIS 4 GRANDES TÚNEIS DO HAMAS EM GAZA

As IDF destruíram mais 4 grandes túneis em Gaza, cada um medindo cerca de 4 quilómetros. Estes túneis foram construídos pelo Hamas ao longo de anos com os milhões de dólares enviados pelo Ocidente para supostas causas humanitárias em Gaza, sendo na verdade utilizados para a construção de uma mega estrutura de rede de túneis maior que a do metro de Nova Iorque...Estes túneis serviram para centros de comando do grupo terrorista, alojamento, prisão para os israelitas sequestrados e centros de planeamento para os ataques a Israel no dia 7 de Outubro de 2023. 

Shalom, Israel!

sexta-feira, maio 01, 2026

ISRAEL LIBERTA EM CRETA OS 175 "ACTIVISTAS" DA FLOTILHA, MAS DETÉM 2 PARA INTERROGATÓRIO EM ISRAEL


Mais uma flotilha interceptada por Israel. Cerca de 175 "activistas" - entenda-se: parasitas antissemitas de esquerda - foram já libertado na ilha grega de Creta, após acordo com as autoridades gregas. Após desembarque na ilha grega, os provocadores foram levados em 4 autocarros para uma cidade não revelada da ilha. Os arruaceiros foram tirados de cerca de 20 embarcações, sem quaisquer incidentes de violência. 


Dois dos activistas foram entretanto levados para Israel para serem sujeitos a interrogatórios, uma vez que têm comprovadas ligações a grupos terroristas. Os dois meliantes são o brasileiro Thiago Ávila, e Saif Abu Keshek, ambos suspeitos de actividades ilegais e ligações a grupos terroristas. 

Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel, esta foi uma "flotilha liderada pelo Hamas", e "uma outra provocação visando desviar a atenção da recusa do Hamas em se desarmar, servindo os interesses de provocadores profissionais."

Os organizadores da "flotilha-pirata" estão agora a apelar para que seja feita pressão sobre Israel visando a libertação dos 2 detidos. Entre os "activistas" estão 3 portugueses. O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, já informou estar a avançar com os procedimentos normais de protecção a estes cidadãos, tendo sido convocado o embaixador de Israel para dar explicações. Com este tipo de atitude, o governo português demonstra a sua cumplicidade com estes arruaceiros que, como se sabe, foram provocar Israel por sua conta e risco, pelo que deveriam simplesmente ser deixados à sua sorte...

Shalom, Israel!

quarta-feira, abril 29, 2026

DOIS JUDEUS ORTODOXOS ESFAQUEADOS COM GRAVIDADE EM LONDRES


Naquele que já foi considerado pela polícia londrina como um "incidente terrorista", um assassino correu esta manhã ao encontro de dois judeus ortodoxos que caminhavam na zona de Golders Green, perseguindo-os, e esfaqueando-os com gravidade. As duas vítimas estão hospitalizadas, em situação estável, enquanto que o criminoso foi prontamente manietado pela polícia. 

Segundo o comandante da polícia metropolitana de Londres, o responsável pelo crime, é um indivíduo de 45 anos com um historial de grande violência e de distúrbios mentais. A pergunta lógica é o que é que um indivíduo desses anda a fazer à solta nas ruas de Londres...

O principal rabi de Londres, Sir Ephraim Mirvis, já se pronunciou sobre este acto terrorista, afirmando que "palavras de condenação já não são suficientes" - acrescentando que "Esta tem de ser uma altura que exige acção significativa de cada instituição, comunidade, líder, e de cada pessoa decente do nosso país. Este é um ódio que temos de enfrentar conjuntamente."

O rei britânico Carlos III, em visita real aos Estados Unidos, revelou estar "profundamente preocupado" com o terrível incidente terrorista desta manhã em Londres: "Sua Majestade está sendo inteiramente informado e está naturalmente profundamente preocupado, em particular com o impacto na comunidade judaica" - reza o comunicado do palácio real. 

TRUMP AFIRMA QUE O BLOQUEIO NAVAL IRÁ CONTINUAR

Numa declaração feita há pouco, o presidente Trump ameaçou que o actual bloqueio norte-americano aos portos iranianos no estreito de Ormuz irá continuar até que se chegue a um acordo nuclear.

Segundo o presidente, um bloqueio naval é "mais eficiente do que um bombardeamento", tendo ainda afirmado que o Irão está "a sufocar". Segundo Trump, a infraestrutura energética iraniana está "prestes a explodir", já que não consegue exportar petróleo. 

Shalom, Israel!

segunda-feira, abril 27, 2026

NETANYAHU AGRADECE AOS CRISTÃOS QUE SERVEM NAS FORÇAS DE DEFESA DE ISRAEL


"Israel é o único país no Médio Oriente onde a comunidade cristã floresce"
- afirmou Netanyahu.

O primeiro-ministro de Israel reuniu-se ontem com alguns soldados cristãos que servem nas forças armadas, agradecendo-lhes o seu serviço ao estado judaico.

"Estou aqui no gabinete do primeiro-ministro com um grupo extraordinário de jovens, homens e mulheres. Estes são militares cristãos, homens e mulheres, nas Forças de Defesa de Israel. Eles ocupam todas as posições importantes no nosso incrível serviço militar e realizam um trabalho incrível."

"Israel luta pelos direitos dos cristãos em todo o Médio Oriente. Tenho a dizer que fiquei impressionado com as suas histórias pessoais, o seu compromisso, sacrifício e as suas realizações."

A maior parte dos militares cristãos que servem nas IDF são árabes, mas também há muito evangélicos. Neste encontro com o primeiro-ministro estiveram presentes 17 destes militares evangélicos, tendo alguns servido em unidades de elite, outros como pilotos, e muitos deles serviram em Gaza. Muitos dos soldados evangélicos vieram de outros países para servir o estado de Israel, e Netanyahu ficou comovido ao saber dessas histórias. 

Shalom, Israel!

quinta-feira, abril 23, 2026

ISRAEL SÓ ESPERA LUZ VERDE DOS EUA PARA VOLTAR À GUERRA CONTRA O IRÃO


Durante uma reunião de avaliação hoje realizada com a direcção militar israelita, o ministro da Defesa, Israel Katz indicou que Israel está pronto para retomar os combates contra o Irão e que apenas espera pela "luz verde dos Estados Unidos" para visar o novo líder supremo do Irão e instalações energéticas do país. 

"Israel está pronto para renovar a guerra contra o Irão. As IDF estão preparadas para defender e atacar, e os alvos já estão assinalados".

Katz afirmou que Israel "aguarda uma luz verde dos Estados Unidos, primeira e primordialmente para completar a eliminação da dinastia Khamenei, o iniciador do plano de extermínio de Israel, e os sucessores dos sucessores da liderança do regime terrorista do Irão, para além de fazer o Irão regressar à idade da pedra e das trevas, bombardeando as instalações centrais eléctricas e energéticas e esmagando a infraestrutura económica nacional."

O ministro acrescentou ainda que "desta vez o ataque será diferente e mortífero, e acrescentará golpes devastadores nos lugares mais dolorosos, em seguimento aos enormes ataques que o regime terrorista iraniano já sofreu até agora, e que fará abalar e colapsar os seus fundamentos."

Shalom, Israel!

quarta-feira, abril 22, 2026

TRUMP ESTENDE O PRAZO DE CESSAR-FOGO COM O IRÃO POR MAIS 3 - 5 DIAS. ENQUANTO ISSO...


Pode até ser coincidência (ou não), mas enquanto o presidente Trump concedeu um novo alargamento do prazo de cessar-fogo com o Irão por mais 3 a 5 dias, o gigantesco porta-aviões USS George H.W.Bush - um navio de guerra movido a energia nuclear carregando 90 aviões de combate e mais de 6.000 militares - aproxima-se da zona do Golfo após uma longa navegação ao redor da África, estando prevista a sua chegada dentro dos próximos dias. 

Poucas horas antes do prazo dado ao Irão para o cessar-fogo, e após uma intensa reunião de horas na Casa Branca, o presidente Trump anunciou uma extensão indefinida do prazo, ao mesmo tempo que o bloqueio norte-americano aos portos continua no estreito de Ormuz "até que se receba uma resposta do Irão. A questão é saber-se por quanto tempo será alargado esse prazo, com informações contraditórias vindas da Casa Branca, embora de fale em 3 a 5 dias, talvez até já para a próxima sexta-feira.

A verdade é que enquanto permanece esta incerteza, os Estados Unidos continuam a reforçar a sua presença militar na região, com um terceiro poderoso porta-aviões prestes a chegar à região. O porta-aviões USS George H.W. Bush teve de contornar o continente africano de forma a evitar ser visado pelos houthis, devendo chegar ao Golfo dentro de 5 dias. A altura da chegada do navio ao Golfo coincide praticamente com os 3 a 5 dias da extensão do cessar-fogo, dando a entender que Washington pode estar a querer "comprar tempo" para posicionar mais forças antes de decidir se retoma os ataques ao Irão ou não. Segundo os analistas, esta medida aumentará a pressão sobre o regime de Teerão, forçando-o a decidir se vai ou não responder às exigências dos norte-americanos de forma a evitar uma escalada imediata. Por outro lado, é uma forma de evitar que Washington arrisque perder pessoal.


O USS George H.W. Bush entrou ao serviço em 2009, e transporta cerca de 6.250 tripulantes, incluindo mais de 3.500 marinheiros e cerca de 2.500 militares da Força Aérea. Este vaso de guerra tem um comprimento de 333 metros, pode carregar cerca de 90 aviões de combate e helicópteros e está equipado com um sistema avançado de defesa anti-míssil, e sistemas electrónicos de guerra. Este poderoso navio é comparado a uma pequena cidade, e inclui diversas instalações a bordo, tais como cozinhas que podem preparar milhares de refeições diárias, áreas de recreação e de desporto. 

O IRÃO CONSERVA MUITO MAIS EQUIPAMENTO MILITAR DO QUE SE PENSAVA

Contrariamente ao que Donald Trump anunciou, o regime iraniano ainda mantém uma considerável força militar, tanto aérea como marítima. Apesar dos imensos danos causados pelos bombardeamentos norte-americanos e israelitas, o Irão ainda disporá de cerca de 60% da sua força marítima, incluindo lanchas rápidas de ataque. Dois terços da Força Aérea estarão também ainda operacionais, e cerca de metade do arsenal de mísseis balísticos e lançadores permanece intacta. 

O desafio é grande. O tempo urge. O Irão já revelou não participar nas conversações previstas para sexta-feira, mantendo-se intransigente nas suas posições...

Shalom, Israel!

terça-feira, abril 21, 2026

ISRAEL CELEBRA 78 ANOS A MEIO DE GRANDE INSTABILIDADE


Israel celebra o seu 78º aniversário, segundo o calendário judaico de 360 dias. As cerimónias iniciaram-se ontem à noite com as honras militares prestadas aos muitos militares caídos em combate pela sobrevivência do estado judaico, tendo presidente Herzog afirmado no seu discurso que todo o país está por trás dos heróis caídos. 

Enquanto o povo israelita celebra este dia da sua independência, continua o impasse na capital paquistanesa. Esperava-se para hoje o início da segunda ronda de negociações entre os EUA e o Irão, mas nada está confirmado, uma vez que a delegação iraniana ainda não apareceu em Islamabad, nem se sabe se o vai fazer. A delegação norte-americana já se encontra presente, com excepção de JD Vance, que ainda se encontra em Washington. O presidente Donald Trump já informou que não vai prolongar o prazo do cessar-fogo, e que, caso o Irão não aceite o acordo, "as bombas começarão a cair". Israel tem muitas dúvidas sobre o sucesso destas conversações. Porta-vozes das autoridades acreditam que o Irão está apenas a ganhar tempo e a falar através de várias vozes. Segundo essas opiniões, tanto os Estados Unidos como Israel estão prontos para voltar imediatamente aos combates. 

HEZBOLLAH VIOLA O ACORDO DE CESSAR FOGO

As IDF reportaram que o Hezbollah rompeu o acordo de cessar fogo ao ter disparado vários rockets contra tropas israelitas estacionadas no sul do Líbano e um drone contra Israel. Poucos minutos depois Israel atacou o lançador de onde foram disparados os rockets. Segundo as IDF, estes ataques "são claras violações ao acordo de cessar fogo."

As próximas horas serão de facto determinantes.

Shalom, Israel!

sábado, abril 18, 2026

ANTES DO FRÁGIL ACORDO DE CESSAR-FOGO, AS IDF ASSEGURARAM POSIÇÕES ESTRATÉGICAS NO SUL DO LÍBANO


As populações do Norte de Israel sentiram-se mais uma vez traídas com o recente acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah conseguido pelo presidente Donald Trump na passada Quinta-Feira, temendo que esta será mais uma oportunidade perdida para arrasar de vez com a ameaça do Hezbollah, deixando assim a situação demasiado periclitante para Israel. Sabe-se que o acordo pode no entanto ser rompido a qualquer momento, uma vez que os terroristas continuam as suas habituais provocações e ataques. Não se sabe também, por outro lado, como vai acabar a situação com o Irão, já que a tão badalada abertura do estreito de Ormuz por parte do Irão acabou por não dar em nada. O regime diabólico dos Guardas Revolucionários que agora lidera o país decidiu encerrar novamente o estreito, em confrontação clara com os Estados Unidos. Neste momento não se sabe também se a anunciada reunião entre representantes dos EUA e do Irão para a próxima segunda-feira irá mesmo ter lugar, já que o Irão não está disposto a entregar os 430 quilos do urânio enriquecido que o presidente Trump havia alegado seriam entregues pelo Irão aos EUA...

A situação está mais confusa e incerta do que nunca, e qualquer coisa pode acontecer a qualquer momento, mesmo até o retomar do conflito armado. 

Entretanto, logo antes do início do cessar-fogo com o Hezbollah, as IDF tomaram posse da estratégica cordilheira Christofani, no Sul do Líbano, um ponto de importante estratégia militar de onde se pode observar a autoestrada entre Beirute e Damasco e partes do vale de Beca, locais de grande importância para o Hezbollah poder traficar armamento através da fronteira sírio-libanesa. As IDF estão em prontidão, preparadas para responder a qualquer provocação, mantendo-se nas suas posições ocupadas no Sul do Líbano e removendo toda e qualquer ameaça presente no território entre a fronteira e a linha vermelha estabelecida por Israel. 

Segundo um analista militar, o posicionamento das forças israelitas neste ponto estratégico criará mais dificuldades ao Hezbollah para poder lançar rockets e drones contra as comunidades do Norte de Israel, para além de dificultar as movimentações do grupo terrorista perto da fronteira com Israel. O vale de Beca, localizado na parte sudeste do Líbano, junto à fronteira com a Síria, tem desde há muito servido como forte reduto do Hezbollah.

Os próximos dias serão determinantes para o fim do conflito, ou para a sua continuidade...

Shalom, Israel!

quinta-feira, abril 16, 2026

PRESIDENTE TRUMP ANUNCIOU CESSAR FOGO DE 10 DIAS ENTRE ISRAEL E O HEZBOLLAH


Após ter conversado com o presidente do Líbano Joseph Anoun, o presidente Donald Trump comunicou ao primeiro-ministro de Israel um acordo de cessar-fogo com o Hezbollah com a duração de 10 dias, a iniciar à meia noite de Israel e Líbano.

Apesar da contestação entre os ministros do governo israelita, alegando não terem sido avisados previamente, muito menos poderem tido a oportunidade de votar, Netanyahu decidiu aceitar o acordo, informando os ministros numa reunião de emergência realizada pelo telefone que a sua decisão tinha sido feita com base no pedido feito pelo presidente Trump.

"Quando o presidente Trump, o maior amigo de Israel, age ao nosso lado em coordenação conjunta, Israel coopera com ele" - afirmou Netanyahu. 

O primeiro-ministro terá ainda informado os seus ministros de que as IDF permanecerão estacionadas "em pontos estratégicos" que ocupam actualmente durante os 10 dias do cessar-fogo. 

O Hezbollah já respondeu ao acordo, alegando corresponder "cautelosamente" ao mesmo, desde que Israel não "se aproveite do mesmo para lançar quaisquer assassinatos". 

O primeiro-ministro do Líbano recebeu de bom grado as notícias do acordo de cessar-fogo. 

Pouco depois do anúncio, o presidente Trump acrescentou ter convidado o presidente do Líbano, Joseph Aoun, e o primeiro-ministro de Israel, Netanyahu, para um encontro na Casa Branca, em Washington, "para as primeiras significativas entre Israel e o Líbano desde 1983."

Os líderes da oposição israelita já condenaram entretanto o acordo, alegando que "há um padrão emergente, em que os cessar-fogos são-nos impostos."

Esperemos para ver se este acordo tem pernas para andar...Tomara que sim!

Shalom, Israel!

terça-feira, abril 14, 2026

INICIOU-SE EM WASHINGTON O ENCONTRO HISTÓRICO ENTRE ISRAEL E O LÍBANO


Mediadas por Marco Rubio na Casa Branca, iniciaram-se há pouco as conversações entre representantes de Israel e do Líbano, o primeiro encontro de sempre entre as duas nações ainda inimigas, mas que a guerra no Sul do Líbano "obrigou" a sentarem-se à mesa para negociar um acordo de cessar fogo.

Segundo Marco Rubio, o encontro visa estabelecer a paz entre os dois países: "A esperança é de hoje podermos delinear um quadro sobre o qual se possa desenvolver uma paz permanente duradoira, para que assim o povo de Israel possa viver em paz e o povo do Líbano possa viver, não apenas em paz, mas em prosperidade e em segurança que ele merece" - afirmou Rubio aos repórteres presentes na sala onde se está a realizar o encontro. 

Rubio, entretanto, urgiu a que se contenham as expectativas sobre o que hoje poderá acontecer.

"Este é um processo, não um evento. Isto é mais do que um dia. Isto levará tempo, mas acreditamos ser um esforço que vale a pena, e é um encontro histórico sobre o qual esperamos construir."

"Entendemos estarmos lutando contra décadas de História, e contra as complexidades que nos conduziram a este momento singular."

"Sei que alguns de vós estarão gritando perguntas sobre cessar-fogos. Isto é muito mais do que isso. Isto tem a ver com se conseguir um fim permanente aos 20 ou 30 anos da influência do Hezbollah nesta parte do mundo - não só os estragos causados a Israel, mas os que foram infligidos ao povo libanês."

O presidente do Líbano, Joseph Aoun, expressou entretanto a sua esperança de que o encontro entre Israel e o Líbano em Washington "marque o início do fim do sofrimento do povo libanês em geral e em especial dos residentes no Sul."


A delegação do Líbano será presidida pela embaixadora do país nos EUA, Nada Hamadeh, e a de Israel pelo actual embaixador israelita nos EUA, Yechiel Leiter. 

HEZBOLLAH CONTRA AS CONVERSAÇÕES

O grupo terrorista Hezbollah, responsável pelo estado de ruína a que o Líbano chegou, veio ontem exigir que o Líbano não participasse nas conversações com Israel. É óbvio que estes assassinos não querem nem pensar na possibilidade de terem de se desarmar, uma vez que é essa a razão do encontro em Washington. 

Como forma de "celebrar" o início das conversações, o Hezbollah disparou 30 rockets contra o Norte de Israel...

CONVERSAÇÕES ENTRE IRÃO E EUA PODEM SER RETOMADAS EM BREVE

O presidente Donald Trump afirmou há pouco que as conversações entre o Irão e os EUA poderão ser retomadas dentro dos próximos 2 ou 3 dias no Paquistão.

"Deveis permanecer aí, de facto, porque algo pode vir a acontecer nos próximos dois dias, e estamos mais inclinados a ir lá" - afirmou Trump, acrescentando a sua apreciação pelo "bom trabalho" que o chefe militar do Paquistão tem estado a realizar: "Ele é fantástico, por isso é mais que provável que regressemos lá."

Shalom, Israel!

segunda-feira, abril 13, 2026

FORÇAS ARMADAS DE ISRAEL EM MÁXIMA PRONTIDÃO ANTEVENDO ATAQUES DO IRÃO


Devido ao colapso das conversações realizadas no Sábado em Islamabad entre delegações dos EUA e do Irão, e face ao bloqueio iniciado hoje pelos norte-americanos à navegação iraniana no estreito de Ormuz, Israel prepara-se para ser atacado pelos mísseis iranianos, talvez já a partir desta noite, pelo que as IDF estão neste momento em prontidão máxima para qualquer eventualidade. 

Numa declaração dramática, o presidente Trump escreveu na sua rede social Truth Social que, com "imediata prossecução", a Marinha norte-americana vai "começar o processo de bloquear todo e qualquer navio que tente entrar ou sair do estreito de Ormuz."

Logo de seguida, o general israelita Eyal Zamir instruiu os militares para se prepararem para um possível renovar da confrontação com o Irão, incluindo cenários nos quais o Irão poderia iniciar o primeiro ataque:

"Estamos preparados para uma retomada dos combates tanto defensivos, como ofensivos. Aguardamos instruções da estrutura política."

Informações prestadas por um alto oficial israelita dão a entender que Israel está interessado em retomar a guerra contra o Irão, aguardando apenas uma decisão por parte de Donald Trump. O presidente não teceu qualquer comentário sobre a potencial retoma da guerra, tendo escrito na Social Truth que "no momento apropriado, estamos totalmente carregados e equipados, e os nossos militares terminarão o pouco que resta do Irão."

Segundo um canal israelita, as IDF reactivaram o mesmo enquadramento que antes da Operação Leão Erguido e Leão Rugindo, levando à prontidão entre todos os ramos das Forças Armadas, encurtando tempos de resposta, e fechando espaços operacionais, assegurando prontidão para acção imediata. Tanto as IDF como o Comando central norte-americano continuam em plena cooperação, ao mesmo tempo que aguardam que qualquer acção militar seja coordenada entre os governos de Jerusalém e de Washington. 

Os militares israelitas expressaram não terem ficado surpreendidos com o fracasso das negociações, tendo ficado até satisfeitos com a posição dos EUA de que é preferível um não acordo a um mau acordo com o regime. Israel foi informado antecipadamente acerca do bloqueio decidido pelo presidente Trump. Como parte do bloqueio, Trump disse ter instruído a Marinha dos EUA para "buscar e interditar qualquer embarcação nas águas internacionais que tenha pago uma taxa de passagem ao Irão. Ninguém que paga uma taxa ilegal terá passagem segura em alto mar."

"Começaremos também a destruir as minas que os iranianos colocaram nos estreitos. Qualquer iraniano que dispare contra nós ou contra navios pacíficos será explodido até ao inferno!"

Trump terminou a sua comunicação enfatizando entretanto que o objectivo mais importante para os EUA continua a ser o fim do programa nuclear iraniano: "Há apenas uma coisa que importa: o Irão estar disposto a desistir das suas ambições nucleares!"

"Nós vamos limpar o estreito" - prometeu Trump, acrescentando: "Eles não vão conseguir usar o estreito por tempo não pouco longo."

Shalom, Israel!