segunda-feira, maio 11, 2026

ISRAEL DESTRÓI MAIS 4 GRANDES TÚNEIS DO HAMAS EM GAZA

As IDF destruíram mais 4 grandes túneis em Gaza, cada um medindo cerca de 4 quilómetros. Estes túneis foram construídos pelo Hamas ao longo de anos com os milhões de dólares enviados pelo Ocidente para supostas causas humanitárias em Gaza, sendo na verdade utilizados para a construção de uma mega estrutura de rede de túneis maior que a do metro de Nova Iorque...Estes túneis serviram para centros de comando do grupo terrorista, alojamento, prisão para os israelitas sequestrados e centros de planeamento para os ataques a Israel no dia 7 de Outubro de 2023. 

Shalom, Israel!

sexta-feira, maio 01, 2026

ISRAEL LIBERTA EM CRETA OS 175 "ACTIVISTAS" DA FLOTILHA, MAS DETÉM 2 PARA INTERROGATÓRIO EM ISRAEL


Mais uma flotilha interceptada por Israel. Cerca de 175 "activistas" - entenda-se: parasitas antissemitas de esquerda - foram já libertado na ilha grega de Creta, após acordo com as autoridades gregas. Após desembarque na ilha grega, os provocadores foram levados em 4 autocarros para uma cidade não revelada da ilha. Os arruaceiros foram tirados de cerca de 20 embarcações, sem quaisquer incidentes de violência. 


Dois dos activistas foram entretanto levados para Israel para serem sujeitos a interrogatórios, uma vez que têm comprovadas ligações a grupos terroristas. Os dois meliantes são o brasileiro Thiago Ávila, e Saif Abu Keshek, ambos suspeitos de actividades ilegais e ligações a grupos terroristas. 

Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel, esta foi uma "flotilha liderada pelo Hamas", e "uma outra provocação visando desviar a atenção da recusa do Hamas em se desarmar, servindo os interesses de provocadores profissionais."

Os organizadores da "flotilha-pirata" estão agora a apelar para que seja feita pressão sobre Israel visando a libertação dos 2 detidos. Entre os "activistas" estão 3 portugueses. O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, já informou estar a avançar com os procedimentos normais de protecção a estes cidadãos, tendo sido convocado o embaixador de Israel para dar explicações. Com este tipo de atitude, o governo português demonstra a sua cumplicidade com estes arruaceiros que, como se sabe, foram provocar Israel por sua conta e risco, pelo que deveriam simplesmente ser deixados à sua sorte...

Shalom, Israel!

quarta-feira, abril 29, 2026

DOIS JUDEUS ORTODOXOS ESFAQUEADOS COM GRAVIDADE EM LONDRES


Naquele que já foi considerado pela polícia londrina como um "incidente terrorista", um assassino correu esta manhã ao encontro de dois judeus ortodoxos que caminhavam na zona de Golders Green, perseguindo-os, e esfaqueando-os com gravidade. As duas vítimas estão hospitalizadas, em situação estável, enquanto que o criminoso foi prontamente manietado pela polícia. 

Segundo o comandante da polícia metropolitana de Londres, o responsável pelo crime, é um indivíduo de 45 anos com um historial de grande violência e de distúrbios mentais. A pergunta lógica é o que é que um indivíduo desses anda a fazer à solta nas ruas de Londres...

O principal rabi de Londres, Sir Ephraim Mirvis, já se pronunciou sobre este acto terrorista, afirmando que "palavras de condenação já não são suficientes" - acrescentando que "Esta tem de ser uma altura que exige acção significativa de cada instituição, comunidade, líder, e de cada pessoa decente do nosso país. Este é um ódio que temos de enfrentar conjuntamente."

O rei britânico Carlos III, em visita real aos Estados Unidos, revelou estar "profundamente preocupado" com o terrível incidente terrorista desta manhã em Londres: "Sua Majestade está sendo inteiramente informado e está naturalmente profundamente preocupado, em particular com o impacto na comunidade judaica" - reza o comunicado do palácio real. 

TRUMP AFIRMA QUE O BLOQUEIO NAVAL IRÁ CONTINUAR

Numa declaração feita há pouco, o presidente Trump ameaçou que o actual bloqueio norte-americano aos portos iranianos no estreito de Ormuz irá continuar até que se chegue a um acordo nuclear.

Segundo o presidente, um bloqueio naval é "mais eficiente do que um bombardeamento", tendo ainda afirmado que o Irão está "a sufocar". Segundo Trump, a infraestrutura energética iraniana está "prestes a explodir", já que não consegue exportar petróleo. 

Shalom, Israel!

segunda-feira, abril 27, 2026

NETANYAHU AGRADECE AOS CRISTÃOS QUE SERVEM NAS FORÇAS DE DEFESA DE ISRAEL


"Israel é o único país no Médio Oriente onde a comunidade cristã floresce"
- afirmou Netanyahu.

O primeiro-ministro de Israel reuniu-se ontem com alguns soldados cristãos que servem nas forças armadas, agradecendo-lhes o seu serviço ao estado judaico.

"Estou aqui no gabinete do primeiro-ministro com um grupo extraordinário de jovens, homens e mulheres. Estes são militares cristãos, homens e mulheres, nas Forças de Defesa de Israel. Eles ocupam todas as posições importantes no nosso incrível serviço militar e realizam um trabalho incrível."

"Israel luta pelos direitos dos cristãos em todo o Médio Oriente. Tenho a dizer que fiquei impressionado com as suas histórias pessoais, o seu compromisso, sacrifício e as suas realizações."

A maior parte dos militares cristãos que servem nas IDF são árabes, mas também há muito evangélicos. Neste encontro com o primeiro-ministro estiveram presentes 17 destes militares evangélicos, tendo alguns servido em unidades de elite, outros como pilotos, e muitos deles serviram em Gaza. Muitos dos soldados evangélicos vieram de outros países para servir o estado de Israel, e Netanyahu ficou comovido ao saber dessas histórias. 

Shalom, Israel!

quinta-feira, abril 23, 2026

ISRAEL SÓ ESPERA LUZ VERDE DOS EUA PARA VOLTAR À GUERRA CONTRA O IRÃO


Durante uma reunião de avaliação hoje realizada com a direcção militar israelita, o ministro da Defesa, Israel Katz indicou que Israel está pronto para retomar os combates contra o Irão e que apenas espera pela "luz verde dos Estados Unidos" para visar o novo líder supremo do Irão e instalações energéticas do país. 

"Israel está pronto para renovar a guerra contra o Irão. As IDF estão preparadas para defender e atacar, e os alvos já estão assinalados".

Katz afirmou que Israel "aguarda uma luz verde dos Estados Unidos, primeira e primordialmente para completar a eliminação da dinastia Khamenei, o iniciador do plano de extermínio de Israel, e os sucessores dos sucessores da liderança do regime terrorista do Irão, para além de fazer o Irão regressar à idade da pedra e das trevas, bombardeando as instalações centrais eléctricas e energéticas e esmagando a infraestrutura económica nacional."

O ministro acrescentou ainda que "desta vez o ataque será diferente e mortífero, e acrescentará golpes devastadores nos lugares mais dolorosos, em seguimento aos enormes ataques que o regime terrorista iraniano já sofreu até agora, e que fará abalar e colapsar os seus fundamentos."

Shalom, Israel!

quarta-feira, abril 22, 2026

TRUMP ESTENDE O PRAZO DE CESSAR-FOGO COM O IRÃO POR MAIS 3 - 5 DIAS. ENQUANTO ISSO...


Pode até ser coincidência (ou não), mas enquanto o presidente Trump concedeu um novo alargamento do prazo de cessar-fogo com o Irão por mais 3 a 5 dias, o gigantesco porta-aviões USS George H.W.Bush - um navio de guerra movido a energia nuclear carregando 90 aviões de combate e mais de 6.000 militares - aproxima-se da zona do Golfo após uma longa navegação ao redor da África, estando prevista a sua chegada dentro dos próximos dias. 

Poucas horas antes do prazo dado ao Irão para o cessar-fogo, e após uma intensa reunião de horas na Casa Branca, o presidente Trump anunciou uma extensão indefinida do prazo, ao mesmo tempo que o bloqueio norte-americano aos portos continua no estreito de Ormuz "até que se receba uma resposta do Irão. A questão é saber-se por quanto tempo será alargado esse prazo, com informações contraditórias vindas da Casa Branca, embora de fale em 3 a 5 dias, talvez até já para a próxima sexta-feira.

A verdade é que enquanto permanece esta incerteza, os Estados Unidos continuam a reforçar a sua presença militar na região, com um terceiro poderoso porta-aviões prestes a chegar à região. O porta-aviões USS George H.W. Bush teve de contornar o continente africano de forma a evitar ser visado pelos houthis, devendo chegar ao Golfo dentro de 5 dias. A altura da chegada do navio ao Golfo coincide praticamente com os 3 a 5 dias da extensão do cessar-fogo, dando a entender que Washington pode estar a querer "comprar tempo" para posicionar mais forças antes de decidir se retoma os ataques ao Irão ou não. Segundo os analistas, esta medida aumentará a pressão sobre o regime de Teerão, forçando-o a decidir se vai ou não responder às exigências dos norte-americanos de forma a evitar uma escalada imediata. Por outro lado, é uma forma de evitar que Washington arrisque perder pessoal.


O USS George H.W. Bush entrou ao serviço em 2009, e transporta cerca de 6.250 tripulantes, incluindo mais de 3.500 marinheiros e cerca de 2.500 militares da Força Aérea. Este vaso de guerra tem um comprimento de 333 metros, pode carregar cerca de 90 aviões de combate e helicópteros e está equipado com um sistema avançado de defesa anti-míssil, e sistemas electrónicos de guerra. Este poderoso navio é comparado a uma pequena cidade, e inclui diversas instalações a bordo, tais como cozinhas que podem preparar milhares de refeições diárias, áreas de recreação e de desporto. 

O IRÃO CONSERVA MUITO MAIS EQUIPAMENTO MILITAR DO QUE SE PENSAVA

Contrariamente ao que Donald Trump anunciou, o regime iraniano ainda mantém uma considerável força militar, tanto aérea como marítima. Apesar dos imensos danos causados pelos bombardeamentos norte-americanos e israelitas, o Irão ainda disporá de cerca de 60% da sua força marítima, incluindo lanchas rápidas de ataque. Dois terços da Força Aérea estarão também ainda operacionais, e cerca de metade do arsenal de mísseis balísticos e lançadores permanece intacta. 

O desafio é grande. O tempo urge. O Irão já revelou não participar nas conversações previstas para sexta-feira, mantendo-se intransigente nas suas posições...

Shalom, Israel!

terça-feira, abril 21, 2026

ISRAEL CELEBRA 78 ANOS A MEIO DE GRANDE INSTABILIDADE


Israel celebra o seu 78º aniversário, segundo o calendário judaico de 360 dias. As cerimónias iniciaram-se ontem à noite com as honras militares prestadas aos muitos militares caídos em combate pela sobrevivência do estado judaico, tendo presidente Herzog afirmado no seu discurso que todo o país está por trás dos heróis caídos. 

Enquanto o povo israelita celebra este dia da sua independência, continua o impasse na capital paquistanesa. Esperava-se para hoje o início da segunda ronda de negociações entre os EUA e o Irão, mas nada está confirmado, uma vez que a delegação iraniana ainda não apareceu em Islamabad, nem se sabe se o vai fazer. A delegação norte-americana já se encontra presente, com excepção de JD Vance, que ainda se encontra em Washington. O presidente Donald Trump já informou que não vai prolongar o prazo do cessar-fogo, e que, caso o Irão não aceite o acordo, "as bombas começarão a cair". Israel tem muitas dúvidas sobre o sucesso destas conversações. Porta-vozes das autoridades acreditam que o Irão está apenas a ganhar tempo e a falar através de várias vozes. Segundo essas opiniões, tanto os Estados Unidos como Israel estão prontos para voltar imediatamente aos combates. 

HEZBOLLAH VIOLA O ACORDO DE CESSAR FOGO

As IDF reportaram que o Hezbollah rompeu o acordo de cessar fogo ao ter disparado vários rockets contra tropas israelitas estacionadas no sul do Líbano e um drone contra Israel. Poucos minutos depois Israel atacou o lançador de onde foram disparados os rockets. Segundo as IDF, estes ataques "são claras violações ao acordo de cessar fogo."

As próximas horas serão de facto determinantes.

Shalom, Israel!

sábado, abril 18, 2026

ANTES DO FRÁGIL ACORDO DE CESSAR-FOGO, AS IDF ASSEGURARAM POSIÇÕES ESTRATÉGICAS NO SUL DO LÍBANO


As populações do Norte de Israel sentiram-se mais uma vez traídas com o recente acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah conseguido pelo presidente Donald Trump na passada Quinta-Feira, temendo que esta será mais uma oportunidade perdida para arrasar de vez com a ameaça do Hezbollah, deixando assim a situação demasiado periclitante para Israel. Sabe-se que o acordo pode no entanto ser rompido a qualquer momento, uma vez que os terroristas continuam as suas habituais provocações e ataques. Não se sabe também, por outro lado, como vai acabar a situação com o Irão, já que a tão badalada abertura do estreito de Ormuz por parte do Irão acabou por não dar em nada. O regime diabólico dos Guardas Revolucionários que agora lidera o país decidiu encerrar novamente o estreito, em confrontação clara com os Estados Unidos. Neste momento não se sabe também se a anunciada reunião entre representantes dos EUA e do Irão para a próxima segunda-feira irá mesmo ter lugar, já que o Irão não está disposto a entregar os 430 quilos do urânio enriquecido que o presidente Trump havia alegado seriam entregues pelo Irão aos EUA...

A situação está mais confusa e incerta do que nunca, e qualquer coisa pode acontecer a qualquer momento, mesmo até o retomar do conflito armado. 

Entretanto, logo antes do início do cessar-fogo com o Hezbollah, as IDF tomaram posse da estratégica cordilheira Christofani, no Sul do Líbano, um ponto de importante estratégia militar de onde se pode observar a autoestrada entre Beirute e Damasco e partes do vale de Beca, locais de grande importância para o Hezbollah poder traficar armamento através da fronteira sírio-libanesa. As IDF estão em prontidão, preparadas para responder a qualquer provocação, mantendo-se nas suas posições ocupadas no Sul do Líbano e removendo toda e qualquer ameaça presente no território entre a fronteira e a linha vermelha estabelecida por Israel. 

Segundo um analista militar, o posicionamento das forças israelitas neste ponto estratégico criará mais dificuldades ao Hezbollah para poder lançar rockets e drones contra as comunidades do Norte de Israel, para além de dificultar as movimentações do grupo terrorista perto da fronteira com Israel. O vale de Beca, localizado na parte sudeste do Líbano, junto à fronteira com a Síria, tem desde há muito servido como forte reduto do Hezbollah.

Os próximos dias serão determinantes para o fim do conflito, ou para a sua continuidade...

Shalom, Israel!

quinta-feira, abril 16, 2026

PRESIDENTE TRUMP ANUNCIOU CESSAR FOGO DE 10 DIAS ENTRE ISRAEL E O HEZBOLLAH


Após ter conversado com o presidente do Líbano Joseph Anoun, o presidente Donald Trump comunicou ao primeiro-ministro de Israel um acordo de cessar-fogo com o Hezbollah com a duração de 10 dias, a iniciar à meia noite de Israel e Líbano.

Apesar da contestação entre os ministros do governo israelita, alegando não terem sido avisados previamente, muito menos poderem tido a oportunidade de votar, Netanyahu decidiu aceitar o acordo, informando os ministros numa reunião de emergência realizada pelo telefone que a sua decisão tinha sido feita com base no pedido feito pelo presidente Trump.

"Quando o presidente Trump, o maior amigo de Israel, age ao nosso lado em coordenação conjunta, Israel coopera com ele" - afirmou Netanyahu. 

O primeiro-ministro terá ainda informado os seus ministros de que as IDF permanecerão estacionadas "em pontos estratégicos" que ocupam actualmente durante os 10 dias do cessar-fogo. 

O Hezbollah já respondeu ao acordo, alegando corresponder "cautelosamente" ao mesmo, desde que Israel não "se aproveite do mesmo para lançar quaisquer assassinatos". 

O primeiro-ministro do Líbano recebeu de bom grado as notícias do acordo de cessar-fogo. 

Pouco depois do anúncio, o presidente Trump acrescentou ter convidado o presidente do Líbano, Joseph Aoun, e o primeiro-ministro de Israel, Netanyahu, para um encontro na Casa Branca, em Washington, "para as primeiras significativas entre Israel e o Líbano desde 1983."

Os líderes da oposição israelita já condenaram entretanto o acordo, alegando que "há um padrão emergente, em que os cessar-fogos são-nos impostos."

Esperemos para ver se este acordo tem pernas para andar...Tomara que sim!

Shalom, Israel!

terça-feira, abril 14, 2026

INICIOU-SE EM WASHINGTON O ENCONTRO HISTÓRICO ENTRE ISRAEL E O LÍBANO


Mediadas por Marco Rubio na Casa Branca, iniciaram-se há pouco as conversações entre representantes de Israel e do Líbano, o primeiro encontro de sempre entre as duas nações ainda inimigas, mas que a guerra no Sul do Líbano "obrigou" a sentarem-se à mesa para negociar um acordo de cessar fogo.

Segundo Marco Rubio, o encontro visa estabelecer a paz entre os dois países: "A esperança é de hoje podermos delinear um quadro sobre o qual se possa desenvolver uma paz permanente duradoira, para que assim o povo de Israel possa viver em paz e o povo do Líbano possa viver, não apenas em paz, mas em prosperidade e em segurança que ele merece" - afirmou Rubio aos repórteres presentes na sala onde se está a realizar o encontro. 

Rubio, entretanto, urgiu a que se contenham as expectativas sobre o que hoje poderá acontecer.

"Este é um processo, não um evento. Isto é mais do que um dia. Isto levará tempo, mas acreditamos ser um esforço que vale a pena, e é um encontro histórico sobre o qual esperamos construir."

"Entendemos estarmos lutando contra décadas de História, e contra as complexidades que nos conduziram a este momento singular."

"Sei que alguns de vós estarão gritando perguntas sobre cessar-fogos. Isto é muito mais do que isso. Isto tem a ver com se conseguir um fim permanente aos 20 ou 30 anos da influência do Hezbollah nesta parte do mundo - não só os estragos causados a Israel, mas os que foram infligidos ao povo libanês."

O presidente do Líbano, Joseph Aoun, expressou entretanto a sua esperança de que o encontro entre Israel e o Líbano em Washington "marque o início do fim do sofrimento do povo libanês em geral e em especial dos residentes no Sul."


A delegação do Líbano será presidida pela embaixadora do país nos EUA, Nada Hamadeh, e a de Israel pelo actual embaixador israelita nos EUA, Yechiel Leiter. 

HEZBOLLAH CONTRA AS CONVERSAÇÕES

O grupo terrorista Hezbollah, responsável pelo estado de ruína a que o Líbano chegou, veio ontem exigir que o Líbano não participasse nas conversações com Israel. É óbvio que estes assassinos não querem nem pensar na possibilidade de terem de se desarmar, uma vez que é essa a razão do encontro em Washington. 

Como forma de "celebrar" o início das conversações, o Hezbollah disparou 30 rockets contra o Norte de Israel...

CONVERSAÇÕES ENTRE IRÃO E EUA PODEM SER RETOMADAS EM BREVE

O presidente Donald Trump afirmou há pouco que as conversações entre o Irão e os EUA poderão ser retomadas dentro dos próximos 2 ou 3 dias no Paquistão.

"Deveis permanecer aí, de facto, porque algo pode vir a acontecer nos próximos dois dias, e estamos mais inclinados a ir lá" - afirmou Trump, acrescentando a sua apreciação pelo "bom trabalho" que o chefe militar do Paquistão tem estado a realizar: "Ele é fantástico, por isso é mais que provável que regressemos lá."

Shalom, Israel!

segunda-feira, abril 13, 2026

FORÇAS ARMADAS DE ISRAEL EM MÁXIMA PRONTIDÃO ANTEVENDO ATAQUES DO IRÃO


Devido ao colapso das conversações realizadas no Sábado em Islamabad entre delegações dos EUA e do Irão, e face ao bloqueio iniciado hoje pelos norte-americanos à navegação iraniana no estreito de Ormuz, Israel prepara-se para ser atacado pelos mísseis iranianos, talvez já a partir desta noite, pelo que as IDF estão neste momento em prontidão máxima para qualquer eventualidade. 

Numa declaração dramática, o presidente Trump escreveu na sua rede social Truth Social que, com "imediata prossecução", a Marinha norte-americana vai "começar o processo de bloquear todo e qualquer navio que tente entrar ou sair do estreito de Ormuz."

Logo de seguida, o general israelita Eyal Zamir instruiu os militares para se prepararem para um possível renovar da confrontação com o Irão, incluindo cenários nos quais o Irão poderia iniciar o primeiro ataque:

"Estamos preparados para uma retomada dos combates tanto defensivos, como ofensivos. Aguardamos instruções da estrutura política."

Informações prestadas por um alto oficial israelita dão a entender que Israel está interessado em retomar a guerra contra o Irão, aguardando apenas uma decisão por parte de Donald Trump. O presidente não teceu qualquer comentário sobre a potencial retoma da guerra, tendo escrito na Social Truth que "no momento apropriado, estamos totalmente carregados e equipados, e os nossos militares terminarão o pouco que resta do Irão."

Segundo um canal israelita, as IDF reactivaram o mesmo enquadramento que antes da Operação Leão Erguido e Leão Rugindo, levando à prontidão entre todos os ramos das Forças Armadas, encurtando tempos de resposta, e fechando espaços operacionais, assegurando prontidão para acção imediata. Tanto as IDF como o Comando central norte-americano continuam em plena cooperação, ao mesmo tempo que aguardam que qualquer acção militar seja coordenada entre os governos de Jerusalém e de Washington. 

Os militares israelitas expressaram não terem ficado surpreendidos com o fracasso das negociações, tendo ficado até satisfeitos com a posição dos EUA de que é preferível um não acordo a um mau acordo com o regime. Israel foi informado antecipadamente acerca do bloqueio decidido pelo presidente Trump. Como parte do bloqueio, Trump disse ter instruído a Marinha dos EUA para "buscar e interditar qualquer embarcação nas águas internacionais que tenha pago uma taxa de passagem ao Irão. Ninguém que paga uma taxa ilegal terá passagem segura em alto mar."

"Começaremos também a destruir as minas que os iranianos colocaram nos estreitos. Qualquer iraniano que dispare contra nós ou contra navios pacíficos será explodido até ao inferno!"

Trump terminou a sua comunicação enfatizando entretanto que o objectivo mais importante para os EUA continua a ser o fim do programa nuclear iraniano: "Há apenas uma coisa que importa: o Irão estar disposto a desistir das suas ambições nucleares!"

"Nós vamos limpar o estreito" - prometeu Trump, acrescentando: "Eles não vão conseguir usar o estreito por tempo não pouco longo."

Shalom, Israel!

sábado, abril 11, 2026

AS CONVERSAÇÕES ENTRE O IRÃO E OS EUA MEDIADAS PELO PAQUISTÃO DECORREM NO PAQUISTÃO SEM RUMO CERTO


Decorrem na capital paquistanesa Islamabad as conversações entre os EUA e o Irão, mediadas pelo Paquistão, com as delegações sentadas à mesma mesa, o que torna este encontro algo inédito. 


Os norte-americanos estão representados pelo vice-presidente JD Vance e pelos enviados de Trump Steve Witkoff e Jared Kushner, para além do conselheiro de Vance para a segurança nacional Andrew Baker, e o seu conselheiro especial para assuntos asiáticos Michael Vance. Para além destes principais representantes, há um vasto número de peritos em áreas relevantes às conversações. 


A equipa iraniana está sendo presidida pelo líder do parlamento Mohammad Bagher Ghalibaf, juntamente com o ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão. 

Não se sabe em que ponto estarão estas conversações. O próprio presidente Donald Trump confessou há pouco "não ter ideia" de como as mesmas decorrem. Trump alegou entretanto que os EUA sabem onde se situam as minas colocadas pelo Irão no estreito de Ormuz e que os militares norte-americanos estariam a transportar equipamentos para as remover. 

Por outro lado, sabe-se que dois navios "destroyers" norte-americanos transitaram pelo estreito de Ormuz, sendo os primeiros vasos de guerra norte-americanos a atravessar o estreito desde o início do conflito em 28 de Fevereiro passado. Segundo um oficial norte-americano, "esta foi uma operação focada na liberdade de navegação através de águas internacionais." A missão destes dois navios foi a de assegurar que o estreito fica completamente liberto de minas previamente colocadas pelos terroristas iranianos. 

"Iniciámos hoje o processo do estabelecimento de uma nova passagem e iremos em breve partilhar esta nova passagem segura com a indústria marítima de forma a encorajar o livre fluir do comércio" - informou o chefe da CENTCOM, o almirante Brad Cooper. A CENTCOM informou ainda que durante os próximos dias forças adicionais americanas "incluindo drones submersíveis irão juntar-se ao esforço de desminagem." 

A ver vamos no que tudo isto vai dar...

Shalom, Israel!


sexta-feira, abril 10, 2026

ISRAEL ELIMINOU 1.400 TERRORISTAS DO HEZBOLLAH DESDE O INÍCIO DA GUERRA COM O IRÃO


O acordo de cessar fogo estabelecido pelos Estados unidos durante 2 semanas não incluiu a guerra que Israel tem estado a travar com o Hezbollah, no Líbano. O grupo xiita decidiu entrar na guerra contra Israel após o início das hostilidades no Irão, pelo que Israel tem estado a intervir no Sul do Líbano e em Beirute, com bombardeamentos aéreos e com a intervenção em terra com a entrada de brigadas militares, visando limpar toda e qualquer presença do grupo terrorista a Sul do rio Litani. 

O acordo de cessar fogo estabelecido no ano passado obrigava o Hezbollah a permanecer a Norte do rio Litani, mas em total violação ao acordo, as forças terroristas voltaram a invadir o Sul do Líbano com fortes dispositivos de armamento e deslocação de militantes, com o simples objectivo de disparar rockets e mísseis contra as populações civis do Norte de Israel. 


Israel tem estado a intervir em força, tendo anteontem bombardeado em 10 minutos mais de 100 posições do grupo terrorista, causando mais de 300 mortos, a grande maioria terroristas infiltrados em zonas civis, tal como é a ignóbil prática dos grupos terroristas islâmicos. Os assassinos têm estado a disparar a partir de escolas, têm estado a usar ambulâncias para se deslocarem, e disfarçam-se de jornalistas para tentarem escapar à mira dos soldados israelitas. 

TELEFONEMA TENSO ENTRE TRUMP E NETANYAHU

Soube-se há pouco de um telefone havido hoje entre o presidente norte-americano e o primeiro-ministro israelita, em que Trump ameaçou Netanyahu de que se este não aceitasse um cessar-fogo com o Hezbollah antes das conversações de amanhã, ele próprio (Trump) o faria unilateralmente, deixando Israel a braços com uma situação muito complicada. Este já é o terceiro telefonema entre os dois líderes nesta semana, mas este de hoje parece ter sido o mais tenso de todos. 

Israel tem estado hoje a restringir os seus ataques no Líbano devido à pressão exercida pelo presidente Trump, "incomodado" com o número de baixas causadas pelo últimos ataque israelita no Líbano e que terá alegadamente provocado mais de 300 mortos. 


O Hezbollah tem estado a atacar o Norte de Israel, tendo há pouco disparado um rocket que caiu sobre um recinto desportivo na cidade israelita de Nahariya, provocando danos materiais, mas felizmente sem feridos. Vários rockets foram também disparados pelo grupo terrorista contra o Norte de Israel durante a tarde de hoje, tendo atingido a cidade de Safed, na Alta Galiléia e destruído várias viaturas num parque de estacionamento, felizmente sem danos humanos. 

1400 TERRORISTAS ELIMINADOS POR ISRAEL

As Forças de Defesa de Israel alegam terem já eliminado mais de 1400 operacionais do Hezbollah desde o escalar da guerra com o grupo no dia 2 de Março passado. Este número inclui centenas de membros das forças de elite Radwan. O ministério da saúde do Líbano alega haver 1.800 mortos entre a sua população, misturando civis com membros das milícias armadas. As IDF alegam ainda ter destruído 4.300 "infraestruturas terroristas" do Hezbollah e apanhado mais de 1.000 armas  durante as operações terrestres no Sul do Líbano. 

Israel tem estado hoje a fazer fortes ataques em Nabatieh, e as IDF informaram estar a continuar a sua intervenção militar no Líbano. Uma escola de onde o Hezbollah disparava rockets foi entretanto bombardeada pela aviação israelita. Uma vaga de 5 rockets disparada pelo Hezbollah contra a cidade israelita de Karmiel foi entretanto interceptada pelos sistemas de defesa israelitas, tendo entretanto havido alguns danos materiais provocados pela queda de fragmentos. 

NEGOCIAÇÕES AMANHÃ EM ISLAMABAD

As duas delegações (norte americana e iraniana) irão amanhã reunir-se na capital paquistanesa, sob mediação do país anfitrião. O objecto é chegar a um acordo permanente para o fim do conflito. É um objectivo praticamente fadado ao fracasso, uma vez que o Irão quer incluir a questão do Hezbollah no acordo, algo que tanto os EUA como Israel rejeitam. Por outro lado, o Irão quer controlar por completo a passagem de navios pelo estreito de Ormuz, deixando passar apenas um máximo de 15 navios por dia, sujeitando-os ainda a pagarem taxas de portagem. É óbvio que os EUA não podem estar de acordo com esta imposição, e certamente perceberão já que a decisão de interromper os ataques foi precipitada, dando ao Irão a possibilidade de se rearmar e bloquear por completo qualquer acordo razoável. 

A "última" exigência do Irão antes do início das conversações previstas para amanhã inclui a efectivação de um cessar-fogo no Líbano e a liberação dos activos iranianos retidos em forma de sanções. Isto só demonstra que o Irão não tem interesse no cessar-fogo, já que impõe condições que a outra parte não vai obviamente querer satisfazer. 

PRIMEIRO ENCONTRO DA HISTÓRIA ENTRE ISRAEL E O LÍBANO EM WASHINGTON

No meio de tantas notícias tristes, há uma que ronda o milagre: pela primeira vez na História, delegações do mais alto nível do Líbano e de Israel irão reunir-se em Washington na próxima Terça-Feira sob mediação dos EUA, tendo como objectivo discutir o desarmamento do Hezbollah pelo exército regular do Líbano e a probabilidade da normalização das relações políticas entre os dois países, até agora inimigos! Este encontro é a resposta a vários pedidos feitos a Israel pelo governo do Libanês, aos quais Netanyahu ontem acedeu, dando ordens para que se avence rapidamente para essas conversações. 

Israel entretanto decidiu excluir a França destas conversações. Segundo um responsável israelita, "a conduta da França neste último ano levou a que Israel olhe para a França como um mediador injusto."

Shalom, Israel!

quarta-feira, abril 08, 2026

A MEIO DO CONTROVERSO CESSAR-FOGO COM O IRÃO, ISRAEL LANÇA O MAIOR ATAQUE DE SEMPRE NO LÍBANO


Em apenas uma hora, a Força Aérea de Israel completou o maior ataque coordenado no Líbano desde o início da operação "Leão que ruge". Foram bombardeados mais de 100 alvos, desde quartéis-generais do Hezbollah a centros militares, e ainda centros de controle e de comando na capital Beirute, no vale de Beqa, e no Sul do Líbano, e que incluíram: centros de comando da Inteligência e quartéis-generais usados para planear ataques contra Israel; infraestruturas de poder de fogo e matrizes navais responsáveis pelo lançamento de mísseis; activos da Força Radwan e da unidade aérea; e unidades de elite do Hezbollah. 

"Este é o maior golpe conjunto que o Hezbollah sofreu desde a 'operação Beeper'" - afirmou o ministro da Defesa de Israel, acrescentando: "Naim Qassem não percebeu aquilo que Nasrrallah entendeu nos últimos momentos da sua vida: que o Israel pós 7 de Outubro não é o mesmo Israel do passado, e que não aceitará qualquer ameaça ou ataque aos seus cidadãos,nem do Irão, nem do Líbano."


Segundo as IDF, a extensa operação foi baseada em informações e planeada ao longo de semanas, sabendo-se que muitos dos alvos estavam inseridos em áreas civis, pelo que foram dados os devidos passos de forma a minimizar danos colaterais em civis. Há também informações de novos ataques recentes na cidade libanesa de Tiro. 

As IDF comunicaram ter interrompido os ataques no Irão, permanecendo no entanto em alerta máximo e preparadas para responder a quaisquer violações, ao mesmo tempo que continuarão "operações de combate e actividade no terreno contra a organização terrorista do Hezbollah."

Entretanto, e contrariamente ao que se diz por aí, especialmente no Irão, o presidente Trump já veio esta manhã confirmar que a questão do Líbano e do Hezbollah não estão incluídos no acordo de cessar-fogo. O Irão aproveitou esse argumento da continuação da guerra de Israel no Líbano para interromper a passagem de navios pelo estreito de Ormuz. Desde esta manhã apenas 2 navios passaram pelo estreito, sendo que agora o regime perverso do Irão está a usar o argumento dos ataques israelitas no Líbano para impedir a passagem de mais navios...

RECOMEÇO DAS CONVERSAÇÕES NA SEXTA-FEIRA

Após o anúncio do pretenso e duvidoso cessar-fogo à meia-noite (de Portugal) anunciado pelo presidente Trump, o qual prevê duas semanas ausência de ataques, foi anunciado o início das conversações entre os EUA e o Irão, a ter lugar na capital do Paquistão nesta próxima Sexta-Feira. Em resposta aos ataques de há pouco ao Líbano pelas forças israelitas, o regime iraniano já veio ameaçar Israel com a possibilidade de "operações de dissuasão" contra Israel, sob a alegação de que o estado "sionista" está a violar o cessar-fogo, ainda que se saiba que o acordo não inclui o conflito no Líbano. 

Nos últimos minutos recebeu-se a informação de que os responsáveis iranianos comunicaram aos mediadores que as conversações a realizar na sexta-feira com os EUA estão condicionadas a um cessar-fogo no Líbano. Para além disso, o Irão ameaçou continuar a atacar os países vizinhos, incluindo Israel, revertendo a decisão de reabrir o estreito de Ormuz, caso as IDF continuem a atacar o Hezbollah, no Líbano. 


REUNIÃO DO GABINETE DE SEGURANÇA ISRAELITA

O Gabinete de Segurança de Israel irá reunir-se esta noite para analisar o recente acordo de cessar fogo com o Irão. 


REABERTURA TOTAL DAS OPERAÇÕES NO AEROPORTO DE BEN GURION

A partir da meia-noite espera-se um anúncio oficial de um plano para a reabertura total das operações de voo no aeroporto de Ben Gurion, em Tel Aviv, como resultado do recente acordo de cessar-fogo com o Irão. Será assim comunicada esta noite pelo Ministério dos Transportes a decisão oficial para a retomada total dos voos em Ben Gurion. Com o estalar da guerra com o Irão no passado dia 28 de Fevereiro, o espaço aéreo israelita ficou fechado para a maior parte do tráfego comercial. Durante o passado mês de Março, foi permitida a organização restrita de voos de emergência operada apenas pelas linhas israelitas El Al, Arkia e Israir. 

Shalom, Israel!

terça-feira, abril 07, 2026

ISRAEL LANÇA FORTES ATAQUES A ESTRUTURAS IRANIANAS A POUCAS HORAS DO FIM DO PRAZO ESTABELECIDO POR TRUMP


A poucas horas do fim do prazo dado pelo presidente Trump para que o regime iraniano aceite o plano de cessar-fogo que inclui a abertura do estreito de Ormuz, o Irão decidiu continuar as suas provocações, arriscando-se a partir de agora a sofrer as terríveis consequências previstas nas ameaças de Trump.

ISRAEL ATACA FORTE E FEIO NO IRÃO

Antevendo a possibilidade de uma alteração de planos do imprevisível presidente norte-americano, Israel tem estado no dia de hoje a atacar fortemente várias infraestruturas usadas pelo regime satânico do Irão. As IDF bombardearam 8 pontes ferroviárias e várias secções de estradas "utilizadas pelo regime terrorista para o transporte de de armas e equipamento militar." 

Os ataques foram perpetrados em várias regiões do Irão, incluindo Teerão, Karaj, Tabriz, Kashan e Qom. "As travessias foram atacadas para impedir que as forças do regime as utilizem para transferir equipamento e armas" - informaram as IDF. 

Horas antes dos ataques, os militares alertaram a população iraniana para não fazer uso de transportes rodoviários durante o dia de hoje. 

O primeiro-ministro israelita alegou entretanto que Israel "está esmagando" o regime do Irão com força crescente, pouco depois de o presidente Donald Trump ter ameaçado que "uma civilização inteira pode morrer esta noite."

O prazo final dado por Trump para que o Irão reabra o estreito de Ormuz é às 20H00 horas (horário da costa leste norte-americana), 01H00 da manhã de 8 de Abril em Portugal. 


Netanyahu afirmou que Israel está a esmagar o regime terrorista do Irão com uma crescente intensidade: "Destruímos ontem aviões de transporte e dezenas de helicópteros, e hoje atacámos as ferrovias e pontes utilizadas pelos Guardas Revolucionários."

Segundo Netanyahu, as ferrovias e pontes eram utilizadas "para transportar matérias primas para fabricar armas, armamento, e operacionais que nos atacam a nós, os Estados Unidos e países na região -esses mesmos operacionais que também oprimem o povo iraniano."

Netanyahu sublinhou que Israel não está a atacar o povo iraniano, mas que visa "enfraquecer e esmagar o regime de terror que os tem oprimido por 47 anos."


IRÃO CONTINUA A ATACAR ISRAEL

Há poucos minutos soaram mais uma vez os alarmes no centro de Israel e em Jerusalém alertando para a vinda de mais uma vaga de mísseis balísticos disparados pelo Irão, entretanto interceptados ou despenhados em descampados. 

A poucas horas do fim do prazo dado ao Irão pelo presidente Trump, Israel espera uma nova vaga de ataques do Irão e do Hezbollah, no Líbano. 

RÚSSIA COLABORA COM O IRÃO

Os serviços de informação da Ucrânia vieram entretanto informar que satélites russos têm andado a fazer dezenas de pesquisas detalhadas de imagens de instalações militares e sítios críticos no Médio Oriente visando ajudar o Irão a atacar forças dos EUA e outros alvos. A Rússia está realmente fornecendo apoio secreto ao Irão desde o início da guerra em 28 de Fevereiro. Tem havido uma intensa actividade de satélites russos sobre o Médio Oriente, com as informações recolhidas partilhadas com o Irão. 

As próximas horas serão decisivas. Tudo pode mudar de um momento para o outro...

Shalom, Israel!

segunda-feira, abril 06, 2026

ISRAEL ATACOU O MAIOR COMPLEXO PETROQUÍMICO IRANIANO


Israel lançou hoje um novo ataque ao complexo petroquímico iraniano de South Pars, depois de um primeiro ataque em Março ter desencadeado uma retaliação contra infraestruturas de petróleo e gás no Golfo Pérsico.

"Israel acabou de realizar um poderoso ataque contra as maiores instalações petroquímicas do Irão, localizadas em Asaluyeh, responsável por cerca de 50% da produção petroquímica do país" - informou esta manhã o ministro da Defesa israelita, Israel Katz. Segundo o ministro, a operações deixou inoperacionais "instalações chave do sector energético" do Irão. 

Segundo o ministro, cerca de 85% das exportações petroquímicas iranianas "foram desactivadas", acrescentando que "isto representa um duro golpe económico para o regime iraniano, com perdas na ordem de dezenas de milhares de milhões de dólares."

Segundo Israel, esta infraestrutura era utilizada para a produção de materiais para os mísseis.

IRÃO REJEITA ACORDO DE CESSAR-FOGO

Circulou esta manhã uma proposta de Islamabad para um acordo de cessar fogo de 45 dias, seguido de um acordo de paz entre o Irão e os EUA. O Irão já comunicou entretanto a sua rejeição deste plano, não querendo abrir mão do controle do estreito de Ormuz, e declarando o plano como "ilógico e inaceitável", avisando ainda que vai continuar a lutar contra os seus inimigos. 

PRAZO TERMINA AMANHÃ

Em um novo adiamento do prazo concedido pelo presidente Trump, o Irão terá até às 20 horas (hora local norte-americana) para abrir o estreito de Ormuz, caso contrário o presidente promete abrir as portas do inferno sobre o Irão. 

Trump informou entretanto ter recebido uma contra-proposta do Irão, que classificou de "significativa", mas insuficiente. 

Shalom, Israel!

quarta-feira, abril 01, 2026

NUM DISCURSO DE VITÓRIA AO PAÍS, NETANYAHU MENCIONOU AS "10 PRAGAS" DE ISRAEL SOBRE O IRÃO


Num discurso ontem dirigido à nação de Israel e que parece assinalar uma mudança de rumo visando a conclusão da operação no Irão, o primeiro-ministro mencionou os progressos e vitórias militares sobre o regime iraniano, e, aproveitando esta época da Páscoa judaica, fê-lo na forma de 10 pragas. 

"Meus irmãos e irmãs, cidadãos de Israel, na véspera deste Festival da Libertação, Israel está mais forte do que nunca" - começou Netanyahu.

O regime dos aiatolás investiu "perto de um trilião de dólares" para alcançar "as suas ambições assassinas através do desenvolvimento de programas nucleares e de mísseis balísticos, o financiamento e abastecimento armado de proxies terroristas à nossa volta, e manobrando a meio das pesadas sanções que lhe foram impostas...esse trilião foi pelo esgoto abaixo" - afirmou Netanyahu.

"No espírito desta próxima quadra festiva da Páscoa, desde o início da "Guerra da Redenção", nós lançámos 10 pragas sobre o eixo do mal."

"O golpe sobre o Hamas em Gaza, o golpe sobre o Hezbollah no Líbano, o golpe sobre Assad na Síria, o golpe sobre as organizações terroristas na Judeia e Samaria , o golpe sobre os houthis no Iémen, e outros 5 golpes sobre o Irão: o golpe sobre o seu programa nuclear, o golpe sobre os seus mísseis, o golpe sobre a infraestrutura do regime, o golpe sobre as forças da opressão, e a 'praga dos primogénitos', ou, no nosso caso, o golpe sobre a liderança sénior."

Netanyahu recordou no entanto que o faraó continuou a afligir o povo de Israel depois das pragas, "e todos sabemos como é que isso acabou...a campanha ainda não terminou, mas mesmo agora já se pode dizer que contra as 10 pragas sofridas pelos nossos inimigos, nós alcançámos 10 grandes resultados."

Netanyahu continuou alistando as conquistas, incluindo despertar o mundo para o perigo apresentado pelo regime, o fortalecimento da aliança com os EUA e outros países, quebrar o poder dos proxies iranianos que cercam Israel, e o estabelecimento de zonas de segurança ao longo das fronteiras com Gaza, Síria e Líbano.

O primeiro-ministro abordou ainda a questão da estabilidade do regime, o qual não parece até agora ter sido muito abalado, afirmando que "Israel minou os fundamentos do regime terrorista" e jurando que "mais tarde ou mais cedo, ele está destinado a cair."

Para além disso, e referindo-se às duas operações militares no Irão, Netanyahu assinalou que as duas ameaças existenciais já foram removidas.

"No Leão Desperto, nós empurrámos a ameaça imediata do Irão se armar com armas nucleares e numerosos mísseis balísticos, e no Leão Rugindo conseguimos um sucesso complementar ao esmagar a capacidade industrial do regime de produzir esses instrumentos de destruição."

Netanyahu sublinhou que a razão principal para iniciar a guerra foi para impedir o Irão de transferir a sua capacidade de produção nuclear e balística para zonas mais profundas, onde instalações fortificadas poderiam dificultar a interrupção desses programas. 

Como lição dos anos anteriores, Netanyahu também sublinhou: "Mudámos o nosso conceito de segurança. Somos agora os que atacam e iniciam, e somos aqueles que surpreendem os nossos inimigos."

"Cidadãos de Israel: nós conseguimos estas brilhantes realizações graças a vocês...Juntos, temos feito de Israel uma potência regional, e em certos campos, até global. Conseguimos isto graças aos nossos bravos comandantes e combatentes nas forças regulares e de reserva, graças aos heróis de Israel tombados, graças à vossa persistência, cidadãos de Israel."

"Na Haggadah da Páscoa, diz-se: 'E é isto que sustentou os nossos antepassados e nós, pois não só apenas um se levantou para nos destruir, porém, o Santo, Bendito seja, salva-nos das suas mãos.' A herança de Israel e o nosso direito à nossa terra é o que suportou os nossos antepassados, e é isto que nos suporta a nós. A nação está firme, e temos de continuar permanecendo firmes, e assim, com a ajuda de Deus, asseguraremos a eternidade de Israel."

FORTE ATAQUE CONJUNTO CONTRA ISRAEL

O dia de hoje assistiu ao maior ataque conjunto do Hezbollah e do Irão contra Israel desde o início da guerra, com o disparo de 10 mísseis contra o centro do país, provocando vários feridos, entre os quais uma menina gravemente ferida com uma das bombas de fragmentação proibidas pelas leis internacionais, mas que o Irão tem usado diariamente contra as populações civis de Israel. Os ataques de hoje obrigaram milhões de israelitas a correr para os abrigos na véspera da Páscoa judaica. Os ataque foram obviamente premeditados, visando roubas a segurança e o descanso em família que esta festa traz aos judeus de todo o mundo, e neste caso, em Israel. 

Entretanto, na última noite, Israel bombardeou 15 instalações de produção de armas no Irão durante uma nova vaga de ataques no Irão. 

As IDF atacaram fortemente Beirute na noite passada, tendo eliminado uma alta patente do Hezbollah. 

Shalom, Israel!

segunda-feira, março 30, 2026

ATAQUE À REFINARIA DE HAIFA - TRUMP AMEAÇA ARRASAR INFRAESTRUTURAS IRANIANAS


Fragmentos de estilhaços de um míssil interceptador caíram sobre um prédio industrial e um tanque de combustível na refinaria israelita em Haifa, não se sabendo ainda se se tratou de um míssil proveniente do Irão ou do Líbano. O tanque de combustível atingido encontrava-se na periferia da refinaria e continha benzina, não sendo portanto perigoso para a população. 


Segundo os bombeiros locais, vão ser necessárias várias horas para extinguir o fogo que eclodiu com a queda do detrito inflamado. 

CÉLULA TERRORISTA DISFARÇADA DE PARAMÉDICOS

As IDF continuam entretanto a bombardear posições do grupo terrorista Hezbollah, no Sul do Líbano. As IDF informaram que atacaram um grupo de terroristas do Hezbollah disfarçados como paramédicos junto a uma ambulância: "Os terroristas alvejados tinham estado a transferir sistematicamente armas através da utilização de ambulâncias, do Norte para o Sul do país como parte das contínuas operações de terrorismo visando atacar as forças de Israel e as populações do Norte do país."

Apesar de o Líbano alegar que se tratava de médicos, Israel alertou por diversas vezes que o Hezbollah tem estado a fazer uso de ambulâncias e instalações médicas para fins militares. 


TRUMP CONFIRMA CONVERSAÇÕES COM O IRÃO

O presidente Donald Trump confirmou há pouco que o actual presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf é a individualidade com quem a administração norte-americana tem estado a conversar. Trump disse que dentro de uma semana saberá se Ghalibaf é a pessoa com quem os EUA poderão mesmo trabalhar. 

Trump ameaçou no entanto o Irão, avisando de que se não for encontrado em breve um acordo e se o estreito de Ormuz não for reaberto, os Estados Unidos irão destruir importantes instalações energéticas e outras infraestruturas: "Os Estados Unidos da América estão em conversações sérias com UM REGIME NOVO E MAIS RAZOÁVEL para terminarmos as nossas operações militares no Irão" - escreveu Trump, acrescentando: "Já foi feito um grande progresso, contudo, se por qualquer razão não se chegar muito em breve a um acordo, que provavelmente será, e se o estreito de Ormuz não for imediatamente reaberto, concluiremos a nossa estadia "de amor" no Irão rebentando e obliterando por completo todas as suas instalações de produção de energia eléctrica, poços de petróleo e ilha Kharg (e provavelmente todas as plantas de dessalinização!) que propositadamente ainda não tocámos. Essa será a retribuição pelos nossos muitos soldados e outros que o Irão tem assassinado e matado sob o velho regime de 47 anos de "reino de terror."

Desde que Trump falou sobre as conversações milhares de militares norte-americanos têm sido deslocados para a região do Médio Oriente. 

ISRAEL BOMBARDEOU DEFESAS ANTIAÉREAS JUNTO AO MAR CÁSPIO

As IDF realizaram ontem vários bombardeamentos a sistemas de defesa antiaérea iranianos localizados junto ao Mar Cáspio, no Norte do país, a mais de 1.600 quilómetros de Israel, como parte de atingir a superioridade aérea israelita sobre todo o Irão. Os sistemas estavam ocultados no meio de uma floresta. 

Nestes últimos dias a aviação israelita bombardeou uma posição dos Guardas Revolucionários Iranianos que se encontrava no interior da universidade Imam Hossein, no centro de Teerão. Segundo os militares, a universidade - descrita como "um dos sítios da infraestrutura militar dos Guardas Revolucionários" - tem estado alegadamente a ser usada sob uma estrutura civil para a pesquisa e o desenvolvimento de armas, incluindo trabalho ligado a mísseis balísticos e outras capacidades avançadas. Vários pontos importantes da estrutura foram atacados pelas IDF, incluindo túneis utilizados para testes de mísseis balísticos, um centro químico usado para a pesquisa de armas químicas e ainda um complexo central de engenharia ligado à produção de armas. 

Para além destes ataques, a aviação israelita atingiu ontem outros 170 postos terroristas iranianos, usando 400 bombas, e bombardeando instalações de produção de armamento e quartéis generais das forças de segurança iranianas. Esta manhã a aviação israelita atingiu um "sítio central" para a produção de "significativos" componentes para armas, sítios para a produção de motores de drones, e um complexo onde onde eram desenvolvidos componentes para armas. 

Shalom, Israel!

sexta-feira, março 27, 2026

ISRAEL CONFIRMA TER BOMBARDEADO REACTOR NUCLEAR "CHAVE" NO IRÃO


As IDF confirmaram terem bombardeado o reactor de "água pesada" de Arak, informando tratar-se de "uma infraestrutura chave para a produção de plutónio destinado a bombas nucleares" que o Irão estava a tentar reconstruir.

As IDF haviam já bombardeado uma parte das instalações durante a Guerra dos 12 Dias, em Junho de 2025. Israel apercebeu-se das tentativas para reactivar esta infraestrutura, pelo que decidiu atacá-la de novo. Antes do ataque, Israel emitiu previamente um comunicado às populações vizinhas. Israel confirmou que era um local muito importante para os planos nucleares iranianos. 

"SEMANAS, NÃO MESES"

Na reunião dos G-7 a decorrer hoje na França, o secretário de estado norte-americano alegou que a actual guerra no Irão deverá durar algumas semanas (entre 2 a quatro), e não meses. Essa é pelo menos a expectativa dos EUA. 


NOVOS PLANOS PARA O LÍBANO

Durante a visita desta manhã ao sul do Líbano, o comandante chefe das IDF, Eyal Zamir, informou que o exército tem "planos adicionais significativos" para a ofensiva contra o Hezbollah. 

"Estamos numa encruzilhada histórica. Estamos operando segundo um plano, na ofensiva, para mudarmos fundamentalmente a situação da segurança, desde Teerão até Beirute."

Zamir afirmou ainda que as IDF "vão continuar a operar e ficar aqui o tempo que for necessário para provocar estragos significativos ao Hezbollah e afastar as ameaças ao Norte de Israel."

Shalom, Israel!

quinta-feira, março 26, 2026

PRESIDENTE TRUMP REÚNE-SE COM GABINETE PARA DECIDIR A PRÓXIMA ACÇÃO A TOMAR NO IRÃO


Quase a chegar ao fim do prazo de 5 dias concedido pelo presidente Trump ao regime iraniano, e numa altura de grande tensão no Médio Oriente, com as forças iranianas a se fortalecerem na defesa da ilha Kharg, para além de uma concentração e aproximação de milhares de forças especiais norte-americanas, e a aviação israelita a acelerar os ataques antes que o presidente Trump possa eventualmente anunciar um acordo de cessar-fogo, o presidente norte-americano reuniu-se há pouco com o seu gabinete presidencial para decidir qual o próximo passo a dar neste conflito.

Neste momento, Trump revela cepticismo em relação à resposta do Irão e a um possível acordo, alegando que eles "são fracos combatentes, mas grandes negociadores." Trump acrescentou ainda que não é ele, mas sim os iranianos que estão desesperados por um acordo: "Eles estão implorando por um acordo. Não eu."

"Nós calculámos (no início da guerra) que seriam necessárias 4 a 6 semanas para concretizar a nossa missão. Vinte e seis dias depois, estamos extremamente adiantados" - afirmou Trump, acrescentando: "Se eles fizerem o acordo certo, o estreito de Ormuz vai abrir."

O Irão informou entretanto ter já enviado a resposta a Washington via mediadores do Paquistão sobre os 15 pontos propostos por Trump para um acordo de cessar fogo. Teerão alega estar agora à espera da resposta de Washington. Sabe-se que Teerão comentou a proposta norte-americana como sendo "unilateral e injusta". 


As próximas horas serão decisivas para o rumo dos acontecimentos. 

Shalom, Israel!

quarta-feira, março 25, 2026

IRÃO REJEITOU A PROPOSTA DOS EUA PARA UM CESSAR FOGO. ISRAEL ACELERA ATAQUES NAS PRÓXIMAS 48 HORAS...


O Irão rejeitou a mais recente proposta de 15 pontos ontem apresentada pelos EUA para se alcançar um cessar-fogo. A intermediação esperada seria realizada pelo Paquistão, e o encontro entre as duas partes a realizar em Islamabade, a capital do país. Segundo um responsável iraniano, a guerra só irá parar "nos termos e prazos estabelecidos por Teerão."

O Irão impõe 5 condições para as negociações: o reconhecimento do "direito natural e legal" sobre o estreito de Ormuz; o fim da guerra contra o Irão e seus proxies; "garantia" de reparações de guerra; garantias concretas para impedir o retomar das hostilidades; e "um fim à agressão do inimigo."

ISRAEL BOMBARDEOU FÁBRICAS DE ARMAS

Nesta noite passada a aviação israelita bombardeou diversas instalações iranianas para o fabrico de armas que seriam usadas para fornecer a aviação e a marinha iranianas, incluindo uma quantidade a enviar para o Hamas e para o Hezbollah. Vários sistemas de defesa antiaérea foram também atacados. Ontem foi atacada ainda as únicas instalações iranianas para o desenvolvimento da indústria de submarinos. Este local era usado pelo regime satânico iraniano para o desenvolvimento e produção de vários tipos de barcos auto-dirigidos. 

O governo de Jerusalém aprovou entretanto esta manhã a convocação de um total de 400 mil reservistas. 

REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA EM JERUSALÉM

O primeiro-ministro israelita irá reunir esta noite com um grupo restrito de conselheiros, seguida de uma reunião com o seu gabinete de segurança. Os assuntos a abordar terão a ver com a determinação do presidente Trump de fazer um acordo com o Irão, algo que Israel não deseja, uma vez que só quer terminar quando constatar que o Irão tão cedo não conseguirá constituir uma ameaça para o estado judaico. 

Netanyahu já veio hoje afirmar entretanto que a campanha contra o Irão "continua com toda a força, não obstante o que vai sendo dito nos media." Netanyahu assegurou que já não existe mais a ameaça de uma invasão do Hezbollah ao Norte de Israel, estando as forças israelitas a criar neste momento uma "zona tampão", para empurrar o Hezbollah e acabar de vez com esse grupo terrorista. 

48 HORAS...

Segundo o "New York Times", e devido à preocupação de Netanyahu de que o presidente Trump possa acabar com a guerra a qualquer momento, o primeiro-ministro israelita terá dado ordens para nas próximas 48 horas destruir urgentemente o maior número possível de alvos prioritários no Irão, especialmente os concernentes à indústria de armas. 


MINISTRO SA'AR PEDE À ONU QUE CONSIDERE O HEZBOLLAH COMO GRUPO TERRORISTA

O ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel Gideon Sa'ar apelou ao Conselho de Segurança da ONU para que considere o grupo Hezbollah como "terrorista": "O Hezbollah realizou mais de 3.500 ataques contra Israel desde o dia 2 de Março, incluindo lançamento de rockets, mísseis e drones contra Israel." O ministro quer que a ONU pressione ainda o governo libanês para desarmar o Hezbollah em conformidade com as resoluções da ONU, e responsabilize o Irão por estar a apoiar o grupo. 

A meio das preocupações vindas de muitos lados sobre os planos israelitas de expansão dos ataques aéreos e terrestres dentro do território do Líbano, o ministro afirmou: "Israel não aceitará violações à sua soberania e ataques contra ela e contra os residentes, e tomará todas as medidas necessárias para os proteger em concordância com a lei internacional."

Sa'ar adiantou que desde que as operações israelitas começaram "foram neutralizadas centenas de terroristas, incluindo ataques de precisão contra comandantes seniores do Hezbollah, líderes chave das forças Radwan, e operacionais iranianos envolvidos em eminentes planeamentos de ataques contra civis israelitas." Segundo as IDF, foram já eliminados 700 operacionais do Hezbollah desde o início das actividades militares. 

O Hezbollah continua entretanto a intensificar os seus ataques contra o Norte de Israel, tendo só hoje disparado dezenas de foguetes, felizmente sem consequências de maior vulto. 2 israelitas foram entretanto feridos num dos ataques do Hezbollah contra a cidade israelita de Karmiel. 

Shalom, Israel!