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terça-feira, setembro 20, 2016

HUSSEIN OBAMA DESPEDE-SE DA ONU COM UM DISCURSO DE CONDENAÇÃO A ISRAEL

Considerado por muitos como o presidente menos amigo de Israel que os EUA já tiveram, Barack Hussein Obama discursou hoje pela ultima vez na assembleia geral das Nações Unidas na condição de presidente norte-americano.
Abordando de passagem o conflito israelo-palestiniano, Obama afirmou que "os israelitas e os palestinianos estariam melhor se os palestinianos rejeitassem o incitamento (à violência) e reconhecessem o direito à existência do estado de Israel."
Até aí, tudo bem. O pior é que Obama não resistiu a criticar Israel no seu discurso final de 15 minutos, alegando que Israel "tem de reconhecer que não pode permanentemente ocupar e estabelecer-se em terra palestiniana."
Há que perguntar ao falhado líder norte-americano desde quando é que existe "terra palestiniana" em Israel...Toda a terra de Israel pertence a um só povo, o povo judeu, pelo que é a esse povo que compete construir, desenvolver e instalar-se onde bem entender dentro desse território que lhe foi conferido por Deus...

BAN KI-MOON NO SEU PIOR
Mas pior ainda foi o secretário-geral da ONU que, esta manhã, no seu discurso de abertura da 71ª assembleia geral daquela organização anti-sionista, veio lamentar que se tenham perdido 10 anos sem paz na região, fazendo questão de dirigir a responsabilidade a Israel: "Dez anos perdidos com o expansionismo dos colonatos ilegais. Dez anos perdidos com divisões internas entre os palestinianos, crescentes polarizações e desespero. Isso é loucura."

RESPOSTA ISRAELITA
Sem perda de tempo, o embaixador israelita na ONU, Danny Danon, emitiu um comunicado, criticando duramente o secretário geral e afirmando que "a verdadeira loucura está na ONU."
E o embaixador acrescentou: "Em vez de se concentrar no terrorismo e incitamento (à violência), e em vez de compelir o presidente da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas a retornar à mesa das negociações, o secretário geral preferiu mais uma vez criticar Israel. Isto é uma obsessão com Israel que tem de acabar."
"Numa altura em que o terrorismo palestiniano em Israel continua a aumentar, o secretário geral escolhe criticar-nos e  ignorar a responsabilidade directa de Abbas e da liderança palestiniana que continuam o incitamento ao terrorismo."

Shalom, Israel!