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sábado, dezembro 09, 2023

ISRAEL ACUSA ANTÓNIO GUTERRES DE ESTAR DO LADO DO HAMAS. IRÃO ELOGIOU GUTERRES...


É antiga a tendência pró-árabe da ONU, evidenciada pela postura do actual secretário-geral António Guterres, cujas posturas têm irritado Israel e azedado ainda mais as já difíceis relações entre Israel e a organização das Nações Unidas.

Guterres decidiu invocar o artigo 99 da carta das Nações Unidas, levando ao Conselho de Segurança a questão do conflito em Gaza, apelando ao cessar fogo, alegando causas humanitárias, mas que de facto seria uma óptima oportunidade para que o Hamas se reorganizasse para combater Israel. Guterres fez uso desse artigo - algo que raramente acontece - para tentar conseguir um voto unânime dos 15 membros do CS para exigir um cessar fogo. Das 15 nações representadas no CS e com poder de voto, 13 votaram a favor da resolução, o Reino Unido absteve-se, e os Estados Unidos votaram contra, ou seja, vetaram a resolução. Basta um veto de um dos membros para a resolução não ser aceite, o que felizmente aconteceu com o veto dos EUA.


O embaixador de Israel na ONU, que desde o início da guerra tem confrontado Guterres, publicou ontem mesmo uma dura repreensão ao secretário-geral, acusando-o até de estar ao lado do grupo terrorista Hamas ao querer fazer forçar uma resolução para o cessar fogo. Segundo o embaixador israelita Cohen, o apelo de Guterres "desgraça a sua posição e constitui uma marca de Caim na ONU."

E Cohen acrescentou: "A invocação do artigo 99, que não foi usado para a guerra na Ucrânia ou para a guerra civil na Síria é mais um exemplo da posição parcial e unilateral de Guterres."


VETO NORTE-AMERICANO

Após a votação, o embaixador dos EUA na ONU, Robert Wood, criticou o Conselho de Segurança pelo facto de a proposta não incluir a condenação dos ataques do 7/10 pelo Hamas, no qual milhares de terroristas assassinaram a sangue frio 1.200 israelitas, na maior parte civis, e levaram para Gaza cerca de 240 reféns. A proposta não mencionou também o direito de Israel de se defender dos ataques. 

"A proposta estava divorciada da realidade" - afirmou Wood, acrescentando: "e não serviria para mover uma palha." Para a guerra só daria azo a que o Hamas governasse Gaza e simplesmente "plantasse as sementes para a próxima guerra."

Após o veto dos EUA à resolução, o embaixador israelita Gilad Erdan agradeceu ao presidente Joe Biden por "permanecer firme" com Israel. E, aproveitando a época da festa judaica do Hannukah - a "Festa das Luzes" - acrescentou: "Uma pequena luz espantou imensas trevas." 

Erdan afirmou ainda que "um cessar fogo é possível unicamente com o retorno dos reféns e a destruição do Hamas."


ERDOGAN ACUSA O CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU

O presidente da Turquia veio entretanto acusar o Conselho de Segurança da ONU de ser um "protector de Israel." Não entendo como este carrasco ditador com as mãos manchadas de sangue tem a coragem de afirmar uma cisa destas, tanto mais que só um país é que vetou a proposta...E, tal como seria de esperar, o ódio deste ditador muçulmano dirige-se à América...


MAHMOUD ABBAS

O líder palestiniano Mahmoud Abbas também veio acusar os EUA de ser "responsável pelo derramamento de sangue" de crianças na Faixa de Gaza, após ter vetado a proposta de cessar fogo na reunião do CS ontem à noite, na ONU. Este palestiniano assassino, culpado de muito sangue judeu derramado na Terra de Israel, alegou que a posição dos EUA era "agressiva e imoral, uma flagrante violação de todos os princípios e valores humanitários..." Gostaria de saber que moral tem este criminoso para vir falar de "princípios e valores humanitários"...


IRÃO REAGE AO VETO NORTE-AMERICANO

Após o veto dos EUA à resolução proposta por Guterres, Hossein Amir-Abdollahian, o principal diplomata da República Islâmica do Irão, veio avisar da ameaça de uma "explosão incontrolável" da situação no Médio Oriente: "À medida que a América apoia os crimes do regime sionista (Israel) e a continuação da guerra...existe a possibilidade de uma explosão incontrolável da situação na região." A decência moral passou certamente ao lado deste promotor do ódio, representante do país responsável pelo fomento do terrorismo islâmico que sustenta os grupos terroristas do Hamas, da Hezbollah, da Jihad Islâmica e dos houtis, todos eles a atacarem Israel... Se este imbecil criminoso fosse realmente sincero, acabava imediatamente com apoio material e moral aos grupos terroristas e nessa altura, sim, a guerra acabaria...

O Irão elogiou a decisão de Guterres de fazer uso do artigo 99 da Carta da ONU, considerando-a "uma corajosa acção para manter a paz e a segurança internacional."

REINO UNIDO ABSTEVE-SE

Barbara Woodward, a embaixadora do Reino Unido, veio entretanto explicar a razão da abstenção do seu país na votação de ontem: "Apelar a um cessar fogo ignora o facto de o Hamas ter cometido actos de terrorismo e de ainda manter reféns sequestrados." E acrescentou: "Não podemos votar a favor de uma resolução que não condena as atrocidades que o Hamas cometeu contra civis israelitas inocentes" no 7 de Outubro. 

Bem hajam os EUA e o Reino Unido.

Shalom, Israel!



quinta-feira, outubro 06, 2016

ANTÓNIO GUTERRES NOMEADO NOVO SECRETÁRIO-GERAL DA ONU

Nomeado por unanimidade e aclamação, o engenheiro português ANTÓNIO MANUEL DE OLIVEIRA GUTERRES, de 67 anos, foi eleito como novo secretário-geral da mais importante organização internacional, a ONU.
Naquilo que alguém descreveu como "um raro momento de unidade" na ONU, a decisão unânime do Conselho de Segurança tomada ontem em Nova Iorque, com 13 votos de encorajamento e 2 sem opinião, e a aclamação feita há minutos pela esmagadora maioria dos representantes das nações do mundo presentes esta manhã na principal sala das Nações Unidas consagrou este "humanista português" como o novo líder do órgão mais representativo da comunidade das nações. 
"O Conselho de Segurança recomenda à Assembleia-Geral que o senhor António Guterres seja designado como secretário-geral das Nações Unidas, entre 1 de Janeiro de 2017 e 31 de Dezembro de 2021" - assim se lia na declaração do órgão decisório da ONU, aprovada por aclamação, ontem mesmo, no dia celebrado em Portugal como o "Dia da República".

QUEM É ANTÓNIO GUTERRES
António Guterres é um homem considerado humilde, um "homem com coração e razão." Católico convicto e praticante, foi primeiro-ministro do governo português nos anos  1995 - 2001, tendo ficado conhecido e respeitado pelo projectos de âmbito social que instaurou no país. 
Tive o privilégio de o conhecer pessoalmente quando, ao fazer parte da direcção da Aliança Evangèlica Portuguesa, fomos cordialmente recebidos por Guterres na sua qualidade de primeiro-ministro. Nunca me esquecerei que foi este homem de convicções cristãs que vetou a pérfida lei do aborto proposta pela esquerda portuguesa.
António Guterres foi durante 17 anos deputado do Partido Socialista, tendo em 1995 conquistado o cargo de primeiro-ministro de Portugal, que ocupou até Dezembro de 2001.
Foi também presidente da Internacional Socialista entre 1999 e 2005, de onde saiu para a ACNUR

Guterres é um homem "dialogante e conciliador", cumprindo os requisitos necessários para estar à frente do órgão político mais importante do mundo, e que reúne a maioria das nações.
António Guterres é casado em segundas núpcias com Catarina Vaz Pinto e tem dois filhos.
A sua experiência na "casa das Nações Unidas" contou certamente bastante para esta nomeação: ele chefiou o Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) entre Junho de 2005 e Dezembro de 2015, uma organização com cerca de 10 mil funcionários em 125 países.
MENSAGEM CONGRATULATÓRIA DO
COMISSÁRIO EUROPEU, JEAN-CLAUDE JUNCKER
Durante este seu bem sucedido mandato à frente da ACNUR, Guterres promoveu "uma profunda reforma estrutural" na organização, reduzindo o número de funcionários em 20% na sede, em Genebra, ao mesmo tempo que triplicou o volume de actividades do organismo, num mandato marcado por algumas das maiores crises de refugiados e deslocados das últimas décadas, nomeadamente devidos aos conflitos na Síria, Iraque, Sudão do Sul, República Centro-Africana e Iémen.

O líder português vai suceder ao ineficaz sul-coreano Ban ki-Moon, um líder que nada conseguiu fazer a favor da paz no mundo, e que sempre demonstrou clara e inequivocamente o seu anti-sionismo.
Guterres terá em cima da mesa seríssimos problemas por resolver, nomeadamente o conflito na Síria, mas acabará também por ter de tratar da questão israelo-palestiniana. É por essa razão que a eleição deste honrado português provoca-me um misto de regozijo e de preocupação. Alegro-me por ver um português prestigiado desta maneira tão honrosa para liderar a organização mais importante e influente do mundo. Mas, por outro lado, preocupo-me com as posições que ele irá tomar face às injustiças e condenações habituais da ONU em relação a Israel, o país mais condenado nas resoluções daquela organização. Não me consta que a nível pessoal ele alimente ódios ou preconceitos em relação a Israel. Mas uma coisa é o homem Guterres, humanista por natureza. Outra coisa, é o homem político, confinado a pressões indescritíveis por parte dos árabes e dos membros do Conselho de Segurança da ONU, na sua maioria anti-sionistas.
António Guterres precisa das nossas orações. E é isso que irei fazer.

Shalom, Israel!