As últimas informações acerca do autor do filme que satiriza o profeta muçulmano Maomé comprovam que, ao contrário das prontas alegações iniciais feitas pelo próprio, ele não tem nada de judeu, sendo, segundo a ABC, um manuseador de drogas condenado pela Justiça e um artista "rasca" que confessou às autoridades ter escrito o guião do filme na prisão federal. O filme foi escrito, produzido e dirigido por este realizador frustrado, cujo verdadeiro nome é Nakoula Basseley Nakoula, de 55 anos, morador na cidade de Cerritos, California, e que confessou a sua responsabilidade no filme após ter buscado protecção legal devido às ameaças de morte que tem recebido desde que o filme foi exibido pelas redes sociais. As autoridades relataram à ABC News que Nakoula lhes tinha contado que ele e seu filho, Abanob Basseley, de 21 anos, eram os responsáveis pela produção do filme que, segundo a reportagem, custou entre 50 a 60.000 dólares e foi filmado em pouco mais de 12 dias.
Segundo as autoridades, ele alegou que o dinheiro para o filme veio da família da sua esposa, no Egipto.
Usando um nome falso - Sam Basile - Nakoula tinha no início desta semana dito aos repórteres que era um "judeu israelita", que o filme tinha custado cerca de 5 milhões de dólares e que o dinheiro tinha vindo de amigos judeus ricos.
Segundo as autoridades, ele agora "está assustadíssimo" e temeroso de que males possam ser cometidos contra a sua esposa e outros familiares.
Ontem foi divulgada a notícia de que os participantes do filme e seus realizadores alegaram ter sido enganados pelo director da produção.
Quando foi encontrado pela polícia, após se ter descoberto a sua verdadeira identidade, Nakoula alegou ser cristão copta, e que o director do filme - ele, obviamente - partilhava as preocupações dos cristãos coptas sobre o tratamento dado pelos muçulmanos.
ATAQUES VIOLENTOS CONTRA AS EMBAIXADAS AMERICANAS NO MÉDIO ORIENTE
As reacções dos muçulmanos causadas pelo filme têm sido bastante violentas por todo o Norte de África e Médio Oriente, com tentativas de assalto às embaixadas norte-americanas, atingindo o seu ponto máximo com o ataque à embaixada americana em Benghazi, na Líbia, que provocou a morte do embaixador e de 3 outros funcionários.
As manifestações têm-se propagado pelo Cairo (Egipto), Yemen, Tunísia, Marrocos, Bangladesh, Iraque, Irão, e outros, com a queima de bandeiras americanas e gritos de protesto por aquilo que os muçulmanos consideram ter sido "um insulto ao islão."
Criticando fortemente o conteúdo e a mensagem do filme, a secretária de estado norte-americano Hillary Clinton, alegou que a América nada tem que ser responsabilizada pelo assunto, condenando ao mesmo tempo as manifestações e actos de violência contra os interesses norte-americanos que levaram à morte do embaixador e de 3 outros funcionários.
Para quem acha que o islão é uma religião "de paz" - como tem constantemente afirmado a parelha Obama-Clinton - talvez esta lamentável situação tenha sido "necessária" para que eles entendam de vez o verdadeiro pensamento islâmico, intolerante e violento quando confrontado, ainda que humorísticamente, na sua essência. Não que esteja certo ridicularizar o islão desta forma, mas estas reacções violentas vêm apenas mais uma vez provar o ódio e a incapacidade que estes povos têm em conseguir entender o que é a democracia e o direito à livre expressão...
É importante que o mundo ocidental acorde, e veja com o que é que Israel tem de lidar todos os dias no seu território...
Shalom, Israel!