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quarta-feira, fevereiro 14, 2024

"HAMAS É O SUCESSOR DE HITLER!" - FAMILIARES DOS REFÉNS VÃO PROCESSAR O HAMAS NO TRIBUNAL DE HAIA


Uma delegação do "Fórum dos Reféns e Famílias Desaparecidas" partiu esta manhã do aeroporto de Tel Aviv rumo a Haia, nos Países Baixos, onde irão apresentar uma processar os líderes do Hamas por crimes de guerra junto ao Tribunal Criminal Internacional. 

Para os membros desta delegação, o grupo terrorista Hamas é de facto o sucessor dos nazis, e por isso terão de ser incriminados junto às instâncias internacionais. 


"Toda a humanidade deve permanecer firme face a um exército terrorista global no qual o Hamas é um batalhão operando ao seu serviço"
- alegam os familiares das vítimas do massacre do 7 de Outubro. 

"Os monstros humanos que nos atingiram a nós e aos membros das nossas famílias são os sucessores de Hitler, Eichmannn e Goebbels, gente que já foi levada a prestar contas" - afirmou uma das delegadas, acrescentando: "Chegou agora a hora de o voltar a fazer. Esta não é só a nossa história. Se não pararmos isto, amanhã será a história do mundo inteiro."

A delegação é composta por cerca de 100 representantes das famílias sequestradas em Gaza pelos terroristas do Hamas e da Jihad Islâmica Palestiniana, além de algumas dezenas de advogados que contribuíram para escrever o processo de acusação para o Tribunal, o qual tem poderes para processar indivíduos por conta de sérias violações da convenção de Genebra e que se comparam a crimes de guerra, desde que sejam cidadãos de países ou de entidades signatárias, como é o caso da Autoridade Palestiniana. 

Crê-se que ainda estejam em Gaza 130 reféns, mas alguns deles já estarão mortos. Três reféns já foram resgatados pelas IDF, incluindo 2 esta semana, e 11 corpos recuperados. 

Esta delegação já em Haia vai apresentar um processo de 1.000 páginas com testemunhos oculares e evidências dos crimes cometidos pelo Hamas no fatídico 7 de Outubro.

Shalom, Israel!

sexta-feira, janeiro 12, 2024

ISRAEL NEGA QUALQUER TIPO DE GENOCÍDIO EM GAZA


Na sua defesa perante os 17 juízes reunidos esta manhã em Haia, Israel pediu para que não se barateasse o termo "genocídio". Um dos defensores da causa de Israel a falar no início da audição desta manhã foi o conselheiro legar para as Relações Externas de Israel, que "arrasou" a África do Sul por aquilo a que chamou de "história grosseiramente distorcida."

"Os terroristas do Hamas violaram, torturaram, queimaram e sequestraram cidadãos israelitas" - acusou o representante israelita, acusando a África do Sul de ter negligenciado a menção dos crimes do Hamas contra cidadãos israelitas. Foi ainda atribuída à estratégia do Hamas a culpa de todo o indescritível sofrimento, tanto de palestinianos como de israelitas. O representante israelita aludiu ainda ao facto de o tribunal estar a tentar impedir Israel de defender os seus cidadãos contra uma organização que procura alcançar um programa genocida contra Israel. 

Outras intervenções de representantes israelitas alegaram o direito de defesa de Israel dentro das normas internacionais. O tribunal foi ainda alertado para o perigo de se diluir o real significado do que é um genocídio. Acerca do elevado número de mortos, uma das oradoras aludiu ao facto de a guerra urbana sempre provocar danos civis. 

Esta representante falou ainda sobre o Hamas usar civis como escudos humanos, dessa forma aumentando o número de vítimas, ao mesmo tempo que fazendo dessas pessoas alvo da retaliação israelita, sem no entanto se tratar de um genocídio. O Hamas foi acusado de usar hospitais, escolas e outras estruturas civis para as suas operações terroristas. As IDF encontraram até agora evidências de actividade militar do Hamas em todos os hospitais civis de Gaza, sendo que Israel tem operado nos mesmos de forma cirúrgica e muito cuidadosa, e não através de bombardeamentos indiscriminados, tal como o Hamas alega. 

A Alemanha já veio entretanto rejeitar as alegações de que Israel está a cometer um "genocídio" em Gaza, alertando por outro lado contra a "instrumentalização política", e acrescentando que Israel se está a defender após os desumanos ataques do 7 de Outubro. A Alemanha informou ainda que irá intervir a favor de Israel no processo do tribunal de Haia, ao mesmo tempo que arrasou a alegação de "genocídio."

Shalom, Israel!