sexta-feira, novembro 21, 2025

"VOCÊS HOJE SÃO HERÓIS!" - AFIRMOU O PRESIDENTE TRUMP AO RECEBER REFÉNS E SUAS FAMÍLIAS NA CASA BRANCA


O presidente Donald Trump recebeu ontem na Casa Branca 26 ex-reféns israelitas, dos quais 17 foram libertos há poucas semanas devido ao acordo de cessar-fogo mediado pelo presidente.

"Vocês não são mais reféns: hoje são heróis!" - afirmou Trump, acrescentando: "É uma honra poder conhecê-los a todos. Já conhecia alguns. Sei que alguns dos reféns soltos há mais tempo se encontram bem. Amamo-vos a todos e o nosso país também...vocês são pessoas maravilhosas!"

Num clip de um curto vídeo feito por Trump, ele mencionou Matan Angrest, dizendo: "Matan foi sujeito a violência extrema por parte dos seus captores pelo facto de ser soldado. Chegou a perder os sentidos. Sozinho e sob a vigilância de um captor, ele passou por um verdadeiro inferno...Matan, tu és uma inspiração para todos nós!"

O presidente ofereceu a cada um dos reféns sobreviventes e seus familiares uma moeda presidencial simbolizando o respeito e o reconhecimento. Vários sobreviventes trouxeram também presentes para Trump. Os irmãos gémeos Gali e Ziv Berman ofereceram-lhe uma mezuza que sobreviveu ao incêndio que destruiu a sua casa em Kfar Aza durante a invasão do Hamas a 7 de Outubro de 2023. O sobrevivente Omri Miran disse a Trump que sobreviveu para poder ouvir a sua filha chamá-lo novamente de "papá", graças a Trump. "Quando vi Lishi (a esposa) na TV...percebi que tinha uma razão para viver."

Esta foi já a terceira vez que o presidente Trump recebeu reféns sobreviventes ao sequestro perpetrado pelo Hamas. 

Antes da recepção na Casa Branca, os reféns e familiares já haviam sido recebidos no Capitólio por deputados dos dois partidos norte-americanos. Outras personalidades receberam também o grupo dos ex-reféns. 

Shalom, Israel!

terça-feira, novembro 18, 2025

ISRAEL APLAUDE A RESOLUÇÃO DO CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU SOBRE GAZA. O HAMAS REJEITA


O plano de paz com 20 pontos proposto pelo presidente Donald Trump para Gaza foi ontem aprovado na reunião do Conselho de Segurança da ONU. A idéia de uma "Força Internacional de Estabilização" para Gaza foi assim aceite pelos membros do CS. Com excepção da Rússia e da China, que votaram pela abstenção, todos os outros membros votaram a favor, pelo que, não havendo nenhum veto, a resolução foi aprovada. O problema agora será a efectivação da mesma, uma vez que não se sabe ainda que países irão enviar forças militares para o enclave palestiniano. 

O plano agora aprovado com 13 votos a favor e 2 abstenções visa também a abertura de uma via para o estabelecimento de um estado palestiniano, algo que o actual governo de Israel rejeita por completo. 

A União Europeia considerou a resolução como "um passo importante para o fim do conflito." O secretário-geral da ONU, António Guterres, também considera este passo como "uma consolidação do cessar-fogo", acrescentando ser agora necessário avançar-se para o passo seguinte. 

Isaac Herzog, o presidente de Israel, veio já aplaudir esta resolução da ONU, considerando-a como "uma histórica conquista diplomática do presidente Trump", esperando que a mesma conduza ao "dia seguinte em Gaza e em toda a região."

O primeiro-ministro elogiou também a resolução ontem aprovada na ONU, escrevendo numa rede social que a mesma "conduzirá à paz e prosperidade, já que insiste na total desmilitarização, desarmamento e desradicalização de Gaza." 

O presidente Donald Trump, certamente contente com a aprovação do seu plano com 20 pontos, afirmou também que este plano agora aprovado irá levar a "mais paz por todo o mundo."

A Autoridade Palestina aplaudiu também a resolução, pedindo a sua imediata implementação. 

HAMAS REJEITA

Tal como se esperava, o grupo terrorista do Hamas veio entretanto rejeitar esta resolução, alegando que ela peca por "não satisfazer os direitos palestinianos."

Só o tempo dirá até que ponto esta resolução conseguirá cumprir os seus ideais. 

Shalom, Israel!

segunda-feira, novembro 17, 2025

NETANYAHU DEIXA BEM CLARO: "NÃO A UM ESTADO PALESTINIANO!"


Na reunião realizada ontem no gabinete ministerial, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu sublinhou que nenhuma parte ficará sem ser desmilitarizada, e que o Hamas será desarmado: "Este território será desmilitarizado e o Hamas ficará sem armas. Isso irá acontecer de forma fácil, ou então de forma dura. É isso que eu disse e é isso que o presidente Trump também tem dito."

Em relação à frente política, Netanyahu reafirmou a sua contínua oposição ao estabelecimento de um estado palestiniano a ocidente do Rio Jordão: "A nossa oposição a um estado palestiniano em qualquer parte deste território não se alterou minimamente."

Netanyahu afirmou ainda que desde há décadas que vem resistindo a tais iniciativas diplomáticas sob pressão tanto de fora como de dentro: "Eu não preciso de declarações, tweets, ou lições de ninguém!"

Shalom, Israel!

quinta-feira, novembro 13, 2025

ISRAEL DETÉM EM BELÉM 40 MEMBROS DE UMA CÉLULA DO HAMAS PREPARADOS PARA ATACAR ISRAEL


Durante o decorrer de várias operações recentes em Belém, os serviços secretos do Shin Bet detiveram 40 indivíduos ligados a uma célula do Hamas que se preparavam para cometer vários ataques terroristas. A agência de segurança informou que deteve estes membros do Hamas durante estas últimas semanas no decorrer de 15 raids realizados na região em cooperação com as IDF e a polícia israelita. Foram capturadas várias armas durante estas operações.

Durante os interrogatórios aos bandidos, estes revelaram que os líderes da célula do Hamas os haviam recrutado e procurado obter armas, planeando atacar forças de segurança e civis israelitas por meio de disparos. 

Segundo a agência, "uma das células terroristas encontrava-se já num estado adiantado de preparação para realizar ataques num prazo muito curto."

Segundo o Shin Bet, a detenção de operacionais do Hamas "evitou grande ataques com tiros e bombas que poderiam ter resultado em baixas significativas" entre tropas e civis. 

Shalom, Israel!

terça-feira, novembro 11, 2025

EUA VÃO CONSTRUIR BASE MILITAR DE 500 MILHÕES DE DÓLARES JUNTO A GAZA


Os Estados Unidos planeiam construir uma nova base militar em Israel junto à Faixa de Gaza, a qual poderá albergar milhares de soldados para supervisionar e manter o cessar fogo com o Hamas. Informações recentes indicam que os EUA estão em conversações com o governo de Israel, estando já as IDF a procurar potenciais locais para a construção. Esta será uma forma de comprovar o quanto os EUA de Trump se encontram empenhados na resolução do conflito entre Israel e os palestinianos. 

Esta nova base será utilizada pela "Força de Estabilização Internacional" em fase de planeamento, e que tentará assegurar as futuras operações de segurança em Gaza. Esta nova base acolherá vários milhares de militares e terá um custo de cerca de meio bilião de dólares. 

No passado mês de Outubro os EUA abriram uma nova base militar na cidade israelita de Kiryat Gat. Esta base funciona como quartel-general para os representantes dos vários países que supervisionam o cessar-fogo.

Pouco a pouco, os norte-americanos vão tomando conta da supervisão da ajuda humanitária que entra em Gaza, relegando Israel para segundo plano. Os EUA planeiam estabelecer várias bases ao longo das fronteiras de Israel. Tropas norte-americanas estão actualmente a liderar o mecanismo de monitorização do cessar-fogo no Sul do Líbano, e há indicações de que tencionam estabelecer mais uma dessas bases no Sul da Síria. 

Estas novas instalações militares norte-americanas em solo israelita estão a mudar por completo e a provocar um total abandono da da tradicional relação militar entre os dois países. uma vez que até agora Israel sempre se opôs à presença de tropas estrangeiras no seu território ou a qualquer envolvimento directo nos seus conflitos. A Guerra em Gaza, no entanto, obrigou à assistência directa de vários países a Israel, em especial os EUA, na sua ajuda a defender o país dos mísseis e outras ameaças vindas do Irão. Já existe em Israel um bateria de defesa anti-míssil THAAD  instalada pelos EUA, com cerca de 100 militares em Israel para ajudar na defesa contra os mísseis inimigos. 

Esta medida é no entanto controversa, encontrando oposição dentro de vários sectores dos Estados Unidos, que condenam qualquer gasto norte-americano para a defesa de países estrangeiros.

Shalom, Israel!

sábado, novembro 08, 2025

O ISLÃO CONQUISTOU NOVA IORQUE, E PODE JÁ NÃO HAVER RETORNO


A vitória do extremista de esquerda e muçulmano antissemita Zohran Mamdani como novo prefeito da cidade de Nova Iorque está a suscitar grandes ondas de choque, não só entre os republicanos dos EUA, mas também um pouco por todo o mundo. A conquista da Câmara da grande metrópole - símbolo da liberdade - por um muçulmano radical pode indiciar o início da derrocada da democracia norte-americana, a perseguição aos judeus e aos cristãos, e só Deus sabe o que mais...

Logo a seguir à vitória do muçulmano, uma postagem na rede X rezava o seguinte: "Os muçulmanos reclamam Nova Iorque para o islão. Chega de nos escondermos. Aqui estamos. Esta é a religião correcta. Esta é a religião que toda a humanidade necessita para fazer parte do islão, e não pararemos até que ela entre em cada lar. Eu quero ouvi-lo em cada um dos distritos. Ela deve abanar. O Brooklyn tem de o ouvir. O Bronx tem de o ouvir. Queens tem de o ouvir. Digam-no, meus irmãos, como se o ummah dependesse disto: Não há deus digno de adoração a não ser Alá e o último profeta."

E aí está: o verdadeiro objectivo dos políticos muçulmanos. Não é um desejo de baixar os preços e tornar a cidade mais acessível. Não se trata de diminuir a distância entre residentes, nem de oferecer passagens gratuitas a todos nos transportes públicos e outras prendas sedutoras, as aspirações perenes de todos os socialistas. De facto, é muito provável que sob uma administração de Mamdani as estradas não vão melhorar, os preços não irão baixar, nem serão feitos avanços significativos para melhorar as vidas dos nova iorquinos.

O mais provável é haver uma tentativa concertada para mudar a cultura, a caracterização, e a face da cidade que tem sido conhecida pela sua diversidade multi-cultural e pelas muitas expressões religiosas numa expressão de dimensão única à qual será dado o domínio e o controle.

Ao contrário dos conflitos de Israel, um pequeno país do tamanho do Alentejo português, a América, composta por 50 estados deve ser sistematicamente invadida a partir de dentro, onde os seus membros possam ganhar uma plataforma política e fazer incursões nas formas de vida que eles esperam mudar radicalmente. 

Não chegou serem bem recebidos na terra da liberdade e no lar dos bravos, ou ser-lhes dado o grande privilégio e bênção de uma boa educação, cuidados de saúde, a possibilidade de deslocação e de criarem uma vida boa. O grande impedimento era a sociedade ocidental que teria de ser obliterado para que assim todos em todo o lugar pudessem finalmente prestar tributo à "religião correcta."

Eles podem agora dizer em alta voz aquilo que sempre pensaram mas que ainda não tinham sentido oportunidade para vociferar.

Temos visto isso a acontecer no Reino Unido, onde prefeitos têm sido eleitos em Londres, Birmingham, Leeds, Blackburn, Sheffield, Oxford, Luton, Oldham e Rochdale. Como resultado disso, há mais de 3.000 mesquitas e 180 tribunais sharia. Todas as escolas do Reino Unido são obrigadas a dar aulas sobre o islão. Alguém escreveu há pouco que "é apenas uma questão de tempo até os britânicos nativos serem obrigados a se submeterem ao islamismo ou a fugirem do país como refugiados."

Esse sentimento deve-se basear na percepção de haver um esforço massivo para conquistar a cultura britânica e substituí-la pela islâmica. Já temos testemunhado as suas bandeiras sendo ostentadas em todas as manifestações de protesto. As bandeiras nacionais têm vindo a ser substituídas pelas bandeiras verdes do islamismo.

Quem acreditaria que essa mesma gente a quem foi misericordiosamente garantida uma boa casa, muitas vezes longe dos conflitos e dos perigos das suas próprias terras, iria um dia tentar mudar os acolhedores governos que lhes deram refúgio?

Enquanto alguns terão realmente vindo para escapar a regimes opressores, na esperança de construírem uma boa vida de sucesso para as suas famílias, torna-se claro que outros vieram ou foram enviados como resultado da sua própria ideologia, a qual olha para qualquer outra religião como uma teologia apóstata a precisar de ser reformada.

E é isso que se está a verificar hoje na América, e Nova Iorque não é excepção. No estado da Georgia há onze muçulmanos a concorrer nas eleições municipais e um para governador. Estes candidatos partilham todos os mesmos sentimentos anti-Israel e anti-judeu. Eles são sustentados por organizações e indivíduos muçulmanos, partilhando o alvo de radicalizar a América e conquistar as suas cidades. Quanto tempo restará ainda até que eles comecem a transbordar essas ideologias nos seus sistemas educacionais e lugares de culto, tal como já acontece no Reino Unido?

Esta é uma guerra travada na praça pública, não precisando de armas nem de munições, só que o objectivo é o mesmo. 

Se escutarmos os ruidosos aplausos que se seguiram à audaciosa declaração de Mamdani de que ele é declaradamente um muçulmano, iremos perceber que não se tratou de uma audiência exclusivamente muçulmana, pois os gritos e aplausos eram também dos socialistas woke norte-americanos que o catapultaram ao poder. Essa gente perdeu a sensibilidade à chocante ideologia do islão, que justifica o assassinato, o estupro, o sequestro e a brutal aterrorização de comunidades inteiras para alcançarem os seus objectivos. E se tal significar a aniquilação de uma raça inteira de pessoas, que assim seja...

Nada pode obstar ao seu objectivo final de islamizar o mundo inteiro. O que ironicamente parece que eles não percebem é que a certa altura eles próprios não ficarão imunes à participação numa religião que obriga as mulheres a se taparem por completo e cujas liberdades pessoais são apenas para os do topo da estrutura desse culto. Isso quer então dizer que sem se aperceberem completamente, eles estão contribuindo para o fim das suas próprias liberdades, na verdade tornando-os nos idiotas úteis que atrairão sobre si a sua própria escravidão. E, é claro, que quando se aperceberem disso, já será demasiado tarde!

Nova Iorque pode acabar por ter uma imagem completamente diferente dentro de um ano, mas é isso que aparentemente querem aqueles que elegeram este presidente de câmara, ou seja, o cumprimento do seu objectivo de enfiar o islamismo pela garganta abaixo de toda a gente... 

Quo Vadis, New York? Quo Vadis, America?

quinta-feira, outubro 30, 2025

MAIS DE METADE DOS PALESTINIANOS DEFENDE O MASSACRE DO 7 DE OUTUBRO


Um inquérito recente feito pelo Centro Palestiniano de Pesquisa Política e de Opinião Pública às populações palestinianas em Gaza, Judeia e Samaria revela que mais de metade acha que a decisão de perpetrar o 7 de Outubro foi correcta. 

Esta recente sondagem foi realizada já depois da entrega dos reféns israelitas vivos em troca de criminosos libertados de prisões israelitas, e colheu as opiniões de 1.200 palestinianos que residem naquelas regiões. 

Segundo os dados obtidos, 53% dos palestinianos inquiridos acham correcta a decisão do Hamas de lançar o 7 de Outubro. A satisfação pela actuação em geral do Hamas é de 60% (66% na Judeia e Samaria e 51% na Faixa de Gaza). Quando questionados sobre qual o partido político que apoiariam, 35% votariam pelo Hamas, 24% pela Fatah e 32% afirmaram não saber em quem votariam ou que não votariam em nenhum.

Se as eleições "legislativas" palestinianas fossem realizadas hoje, com todas as forças a participar, 44% votariam pelo Hamas, 30 pela Fatah, 10% em outros partidos e 16% mostraram-se indecisos. Numa hipotética corrida presidencial entre o chefe máximo do Hamas (Khalid Mishal) e o actual chefe da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, o primeiro recolheria 63% dos votos, contra 27 do Abbas. 

O inquérito revela ainda que o apoio ao Hamas cresceu nestes 2 últimos anos desde o início da guerra. 

Em relação ao plano de paz fomentado por Donald Trump, cerca de 47% estão a favor, contra 49% que expressaram oposição. A maioria expressou ainda o apoio à continuação da presença do Hamas na Faixa de Gaza. 

É isso. Não se pode confiar nessa gente.

Shalom, Israel!

terça-feira, outubro 28, 2025

NETANYAHU DEU ORDENS PARA "ATAQUES IMEDIATOS E PODEROSOS" CONTRA O HAMAS EM GAZA


Em resposta ao completo desrespeito do grupo terrorista face ao acordo de cessar-fogo logo desde o primeiro dia, o "arrastar os pés" em relação à entrega dos corpos dos reféns assassinados, e que culminou hoje com a descoberta de que os supostos restos mortais de um refém entregue pelo Hamas eram afinal pedaços de um corpo de um refém assassinado e cujas partes do corpo já haviam sido entregues em 2023...

Israel sabe que o Hamas conhece o paradeiro de pelo menos 9 dos reféns mortos, mas também percebe a nojenta e condenável forma como o Hamas tem estado a lidar com a situação, pelo que após uma reunião urgente do seu gabinete, o primeiro-ministro Netanyahu deu ordens às IDF para "avançarem com poderosos e imediatos ataques na Faixa de Gaza". Para além da questão do falso cadáver entregue esta manhã, a situação agravou-se com o ataque ocorrido esta manhã contra soldados das IDF em Rafah por parte do Hamas. Segundo o ministro da Defesa de Israel, o Hamas cruzou as "linhas vermelhas", pelo que prometeu que Israel irá responder com grande força.

"O Hamas pagará muitas vezes mais pelo ataque aos soldados e pela violação dos acordos relacionados com a devolução dos cadáveres dos reféns."

Segundo a imprensa palestiniana, estão neste momento a ocorrer fortes ataques israelitas em Gaza...

E é claro: os media internacionais vão agora apressar-se a condenar Israel, acusando-o de ter violado o acordo de cessar-fogo, quando na realidade toda a responsabilidade pertence ao grupo terrorista...

É pena que se tenha chegado a esta situação quando tudo levava a crer que se estaria a caminho da pacificação naquela região, mas a realidade é que com os terroristas não se pode negociar, muito menos esperar algo de bom. É bom que o mundo veja isto e perceba de que lado está a razão.

Shalom, Israel!

quinta-feira, outubro 02, 2025

FLOTILHA DAS SELFIES FOI DETIDA E ACTIVISTAS LEVADOS PARA ISRAEL


O sonho dos cerca de 500 "activistas" de levar uma pretensa ajuda humanitária a Gaza foi por água abaixo esta madrugada, com a intervenção da Marinha de Israel, não deixando que um único daqueles quase 50 barcos conseguisse furar o bloqueio naval imposto por Israel. Ou seja: o sonho de chegar a Gaza tornou-se para eles no pesadelo de terem de entrar em Israel, o país que eles tanto odeiam...

Toda a gente de bom senso percebe que a intenção não teve nada a ver com ajuda humanitária, mas antes com uma agenda política de esquerda, querendo a todo o custo denegrir a imagem de Israel no mundo. Basta ver quem são alguns dos activistas, conhecer as suas ideologias e, no fundo, a hipocrisia que os marca. Alguns, como a lésbica Mariana Mortágua, dirigente do Bloco de Esquerda, são promotores da causa LGBT, vendo-se em muitas das manifestações públicas nas cidades portuguesas as bandeiras da "Palestina" e dos LGBT lado a lado. O que é estranho (ou não, obviamente), é que não se viu uma única bandeira do movimento LGBT nas embarcações que pretendiam furar o bloqueio e entrar em Gaza...Sabendo-se o ódio que os muçulmanos e os árabes têm a esses movimentos, o fim desses activistas de sofá seria bem triste...

Neste momento já foram detidos mais de 400 activistas e arrestados 41 embarcações usadas pelos idiotas de esquerda tão amigos dos terroristas. Note-se que um dos financiadores desta palhaçada da flotilha está ligado ao Hamas...Os activistas foram levados para a cidade israelita de Ashdod, de onde serão deportados para os respectivos países de origem. Os barcos foram todos levados para a mesma cidade. 

Para o ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, "a provocação do Hamas-Sumud terminou". Segundo as suas declarações, "nenhum dos iates da provocação do Hamas-Sumud teve êxito na sua tentativa de entrar numa zona de combate activa ou de romper o bloqueio naval legalmente estabelecido."

E pronto: acabou o sonho destes parasitas que nunca aprenderam a trabalhar nem a fazer o bem pelo próximo, apenas promover as suas causas reprováveis e antissemitas. Ao chegarem aos respectivos países, seria mais que sensato que as autoridades os internassem em hospícios, o local de onde provavelmente nunca deveriam ter fugido...

Shalom, Israel!

terça-feira, setembro 30, 2025

PRESIDENTE TRUMP DEU 3 A 4 DIAS AO HAMAS PARA ACEITAR A PROPOSTA PARA UM CESSAR-FOGO EM GAZA


Viveu-se ontem alguma euforia com o anúncio feito pelo presidente Donald Trump do acordo aprovado por Israel para um cessar-fogo, a que se seguiu a aprovação de vários países árabes e muçulmanos, incluindo a própria Autoridade Palestiniana e o Qatar. A aprovação e algum contido entusiasmo tem também surgido da Europa e de vários outros países. O acordo parece aceitável, permitindo a libertação imediata de todos os reféns em troca da libertação de 250 terroristas das prisões israelitas, e a gradual retirada das forças israelitas, ainda que segundo o acordo Israel possa controlar militarmente o enclave. A proposta de Trump contém 21 cláusulas, neste momento a ser examinadas pelo Hamas, a quem o presidente norte-americano exigiu uma resposta durante os próximos 3 ou 4 dias. Se tal não acontecer, Donald Trump dará luz verde a Israel para agir conforme entender. 

A "bola" está agora no lado do Hamas. Ainda que me alegra com um vislumbre de paz na região, tenho sérias dúvidas de que o grupo terrorista aceite a proposta, uma vez que ela envolve o desarmamento e a saída dos líderes, para além da impossibilidade de fazerem parte de um futuro governo no enclave. De qualquer maneira, o grupo terrorista encontra-se neste momento encurralado, tanto pelas grandes derrotas sofridas nos combates com as IDF, como pelo isolamento a que está a ficar sujeito. Quando o próprio Qatar e outros países "amigos" do grupo estão a pressionar o Hamas a aceitar a proposta, a posição do grupo torna-se muito complicada. Há também a ameaça da expulsão dos dirigentes do Hamas presentes no Qatar no caso de o grupo não aceitar o acordo proposto por Donald Trump. 

A população israelita está moderadamente alegre com esta possibilidade de se acabar com o conflito que tanto tem custado ao país e às famílias, mas há muitas dúvidas sobre a implementação do acordo. A própria oposição está a favor do plano de Trump. Uma sondagem feita há pouco revela que 71% dos israelitas está a favor da proposta Trump. É interessante que este número atinge os 93% entre a população israelita árabe. Não obstante, apenas 12% dos israelitas acreditam que o plano tem "pernas para andar". A história recente das tentativas de acordos com palestinianos saíram sempre goradas pela rejeição dos inimigos de Israel a qualquer acordo de paz. 

A expectativa é grande. Os próximos dias serão decisivos. O Hamas prometeu "estudar o plano". Só o futuro dirá se a esperança poderá ser corroborada pela realidade...

Shalom, Israel!


sexta-feira, setembro 26, 2025

"DAR AOS PALESTINIANOS UM ESTADO É LOUCURA TOTAL. NÃO O FAREMOS!" - AFIRMOU NETANYAHU NA ONU


Num discurso proferido esta manhã durante a Assembleia Geral da ONU, e não obstante o abandono de dezenas de representantes da sala logo antes do início do discurso, Netanyahu foi assertivo e claro nas suas críticas aos líderes ocidentais que reconheceram o estado terrorista da Palestina: "O que vocês estão fazendo é dar um prémio final a fanáticos intolerantes que perpetraram e apoiaram o massacre do 7 de Outubro. Dar um estado aos palestinianos a uma milha de Jerusalém depois do 7 de Outubro é como dar à Al-Qaeda um estado a uma milha de Nova Iorque depois do 11 de Setembro. Isso é pura loucura. Não o faremos!"

Num tom irado, Netanyahu dirigiu-se aos líderes ocidentais, na sua maioria ausentes da sala, numa atitude desprezível que não tomaram quando vários ditadores e amigos de terroristas discursaram nestes últimos dias: "Quero dar uma mensagem a esses líderes ocidentais. Israel não vai permitir que vocês nos enfiem um estado terrorista pelas nossas goelas abaixo! Não iremos cometer suicídio nacional só porque vocês não têm coragem para fazer face a uma media hostil e a multidões antissemitas exigindo sangue judeu!"

E referindo-se à vontade do povo israelita, o primeiro-ministro afirmou: "Houve no ano passado uma votação no Knesset, o nosso parlamento, sobre aceitar-se ou não a imposição de um estado palestiniano. Querem adivinhar quais foram os resultados? De um parlamento com 120 membros, 99 votaram contra e só 9 é que apoiaram. Isso é mais de 90%!"

Netanyahu declarou firmemente aos líderes ocidentais: "Os líderes ocidentais podem ter cedido à pressão. Eu garanto-vos uma coisa: Israel não!"

No final do seu discurso, Netanyahu disse que horrores tais como os perpetrados pelo Hamas em 7 de Outubro "aconteceram inúmeras vezes ao longo dos séculos do exílio do meu povo entre as nações. O sangue judeu era barato. Os judeus eram mortos com impunidade. Tínhamos de suplicar a outros para nos defenderem. O ressurgir de Israel não significa que as tentativas para nos destruir terminaram. Isso quis apenas dizer que podíamos lutar contra essas tentativas. E é exactamente isso que Israel tem feito."

"Nossos filhos e filhas lutaram como leões. Os nossos bravos soldados vestiram os uniformes e correram para o combate. Eles foram armados com os sonhos das centenas de gerações de judeus que os precederam: o sonho de viver como povo livre na Terra de Israel, a nossa amada pátria há mais de 3.000 anos. Os sonhos de vivermos no nosso próprio estado independente, o sonho de termos um exército para nos defendermos, e o sonho de sermos uma luz entre as nações, um farol de progresso e inovação, para benefício de toda a humanidade."

"Os inimigos de Israel tentaram extinguir essa luz no 7 de Outubro. Dois anos depois, a determinação de Israel e a força de Israel brilham mais intensamente como nunca. Com a ajuda de Deus, essa força e essa determinação levar-nos-ão a uma rápida vitória e a um futuro brilhante de prosperidade e paz."

Shalom, Israel!


quinta-feira, setembro 25, 2025

ISRAEL LANÇOU FORTE ATAQUE CONTRA OS HOUTHIS


Em resposta ao drone ontem disparado pelo grupo terrorista dos houthis contra Eilat e que deixou várias dezenas de feridos em Israel, na sua maior parte turistas, a Força Aérea Israelita lançou um forte ataque contra Sanaa, a capital do Iémen que tem sido um reduto dos terroristas houthis, fazendo uso de 20 aviões de guerra, os quais despejaram 65 cargas explosivas sobre Sanaa durante esta tarde. Esta foi a maior quantidade de munições disparadas numa só vez contra os houthis. 

Foram atingidos 7 alvos, incluindo 5 bases militares onde operacionais houthis se encontravam reunidos, e ainda duas instalações de armazenamento de armas. Devido à distância entre Israel e o Iémen, foram usados aviões de reabastecimento em pleno voo. Vários alvos abrigando serviços de informação e de segurança foram também atingidos, para além do quartel-general da propaganda do grupo.

O ataque israelita foi dirigido pelo primeiro-ministro a bordo do avião "Asa de Sião" que o conduziu a Nova Iorque, onde amanhã irá discursar na Assembleia Geral das Nações Unidas. 

Shalom, Israel!

quarta-feira, setembro 24, 2025

20 ISRAELITAS FERIDOS EM EILAT COM DRONE DISPARADO PELOS HOUTHIS


Apesar das duas tentativas de intercepção, um drone disparado pelos houthis desde o Iémen conseguiu penetrar no espaço aéreo israelita, tendo-se despenhado e explodido na cidade de Eilat, no sul do país, provocando 20 feridos, dentre os quais 2 em estado grave.

O drone atingiu uma área comercial perto de um hotel repleto de israelitas que aproveitam esta estância turística do Mar Vermelho para passar os feriados das festas do Novo Ano judaico. 

Os feridos foram levados para um hospital local, mas depois transferidos por helicópteros da Força Aérea para o Centro Médico Soroka, em Berseba. Alguns dos feridos foram atingidos por destroços do drone, havendo também pessoas com traumas psicológicos. 

A Força Aérea de Israel já está a investigar por que razão o sistema de defesa Cúpula de Ferro não conseguiu neutralizar o drone, mesmo apesar de duas tentativas. As primeiras investigações indicam que o drone não foi identificado a tempo. Só quando se encontrava perto da cidade é que foi reconhecido. Foi nessa altura, cerca de 30 a 40 segundos antes do impacto, que os alarmes soaram, dando às pessoas muito pouco tempo para se abrigarem. 

Não se sabe ainda se a causa da não intercepção se deverá à baixa altitude a que o drone voava. Quando foi identificado, um avião e um helicóptero levantaram voo para tentarem abater o drone, mas já era demasiado tarde. 

Este drone causou certamente um grande impacto físico, mas também psicológico entre os muitos milhares de turistas israelitas que enchem os hotéis de Eilat. De facto, o drone caiu a escassos metros de um dos hotéis da cidade.

Israel Katz, ministro da Defesa de Israel, já prometeu aos houthis uma vingança sete vezes maior...

Shalom, Israel!


segunda-feira, setembro 22, 2025

AO RECONHECEREM UM ESTADO "PALESTINIANO", O REINO UNIDO, O CANADÁ, A AUSTRÁLIA E PORTUGAL PREMEIAM O TERRORISMO


Apesar da maioria das populações da França (70%) e do Reino Unido (90%) não apoiar o reconhecimento imediato de um estado "palestiniano", os governos destes países, numa atitude ditatorial, ignóbil e precipitada, decidiram reconhecer um estado inexistente, sem território demarcado, muito menos capital ou governo estabelecido...

Portugal, foi atrás da onda, e, contrariando aquilo que havia anteriormente afirmado por duas vezes, formalizou ontem à tarde desde Nova Iorque o reconhecimento do estado terrorista da Palestina. Anteriormente havia alegado não existirem ainda condições para tal, mas num volte face inesperado, o decadente e imoral ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, declarou ontem essa decisão, ao que parece apoiada pelo presidente da República, outro "Maria vai com as outras", no fundo, todos em busca de protagonismo, quiçá até de poleiro em alguma instituição europeia ou mundial... 

É de lamentar que estas nações, e mais algumas que se lhes juntarão durante esta semana, avancem para o reconhecimento de um estado inexistente, em plena guerra contra o terrorismo em Gaza, com um grupo terrorista a manter em cativeiro dezenas de reféns israelitas (vivos e mortos), com 80% da população da Judeia e Samaria apoiar o Hamas...Pergunta-se se de facto este reconhecimento não será mesmo um prémio ao Hamas, comprovando ao grupo que o terrorismo compensa, uma vez que o grupo continua a ameaçar repetir o 7 de Outubro as vezes que forem necessárias até à erradicação total dos israelitas, uma declaração de ameaça de genocídio à qual o mundo fecha os olhos, pelo contrário, acusando Israel de genocídio, quando o que o estado judaico tem vindo a tentar fazer é acabar com o terrorismo palestiniano que convive nas suas fronteiras e que é uma permanente ameaça à paz e tranquilidade das suas populações...

O primeiro-ministro israelita Netanyahu já reagiu entretanto a estas decisões, afirmando que não haverá nenhum estado palestiniano, e que essas nações verão a resposta israelita assim que Netanyahu regressar dos EUA, onde se encontra para discursar na Assembleia Geral da ONU a decorrer durante esta semana, em Nova Iorque. Segundo se pensa, a "resposta" do governo de Jerusalém será a anexação formal da Judeia e Samaria, territórios bíblicos conhecidos como "Cisjordânia", ou "Margem Ocidental". 

Esta decisão que partiu da França, mais propriamente do decadente presidente Macron, manifesta uma tentativa de desviar a atenção dos grandes problemas que este país vem enfrentando, tanto a nível económico, como no social, já para não falar da pressão exercida pelos milhões de muçulmanos que ali vivem. 




O Reino Unido seguiu os mesmos passos, num vergonhoso rasgar da "Declaração de Balfour", uma verdadeira traição aos seus princípios e contra a vontade da esmagadora maioria da população. 9 em cada 10 britânicos são contra esta decisão do governo de Starmer. A líder da oposição britânica veio condenar a decisão do actual primeiro-ministro, considerando ser esse um passo "absolutamente desastroso", acrescentando que esta medida "deixa os reféns a definhar em Gaza e nada faz para pôr um fim ao sofrimento de pessoas inocentes apanhadas no meio desta guerra, ao mesmo tempo que recompensando o terrorismo sem qualquer imposição de medidas ao Hamas."

Por seu lado, o líder da oposição ao governo do Canadá atacou na rede X o primeiro-ministro canadiano, declarando que esta decisão de reconhecer o "estado do Hamas" era "mais uma tentativa de distracção do seu recorde de crimes crescentes, custo de vida, débito, imigração e desemprego."

Nota-se de facto que todos estes líderes tomaram estas decisões para tentar desviar a atenção dos problemas que os seus países enfrentam sob as suas péssimas lideranças. E, como sempre aconteceu, Israel e os judeus são os bodes expiatórios para os males do mundo.

Só espero que o futuro destes líderes já tenha sido escrito na parede, e que em breve estas decisões venham a ser revogadas por novas lideranças sábias e justas. 

Shalom, Israel!

sexta-feira, setembro 19, 2025

DESCOBERTA FÁBRICA DE ROCKETS EM RAMALA, EM PLENA JUDEIA E SAMARIA


Qualquer pessoa de bem que ingenuamente defenda o reconhecimento de um estado palestiniano em território bíblico israelita deve pensar duas vezes: foi ontem à noite descoberta e desmantelada uma célula terrorista em Ramalá, em plena Judeia e Samaria (Cisjordânia) que se dedicava ao fabrico de rockets com o objectivo de atacar as populações civis de Israel. Caso fossem utilizados, os rockets teriam a capacidade de atingir o próprio aeroporto internacional de Ben Gurion. Isto só prova que Israel tem de simplesmente ocupar toda a região bíblica da Judeia e Samaria, jamais permitindo que ali seja instituído um estado palestiniano.

Esta descoberta foi feita depois que as IDF descobriram um rocket ainda a ser montado para disparar contra Israel a partir da localidade de Kafr Ni'ma. Durante esta noite as forças militares entraram no edifício onde se encontrava uma célula terrorista e deteve todos os seus elementos. Foram encontradas dentro do edifício dezenas de peças de rocket, incluindo dois já completos, faltando-lhes apenas as respectivas ogivas. Os soldados encontraram também dezenas de engenhos explosivos e material explosivo, tendo tudo sido destruído pelas forças israelitas. 

A Autoridade Palestiniana, a organização corrupta que governa esses territórios nada tem feito para impedir a propagação de células terroristas que visam atacar Israel, pelo que o estado judaico não poderá permitir um estado vizinho que fecha os olhos a estas situações. Pelo contrário, não só a Autoridade Palestiniana condescende com estas ameaças, como continua a sua pérfida prática de pagar pensões vitalícias aos familiares dos terroristas palestinianos que morram em atentados...

Se Israel não mantiver o controle sobre toda a região bíblica da Judeia e Samaria todo o estado de Israel estará em perigo.

Shalom, Israel!

quinta-feira, setembro 18, 2025

RELATÓRIO DA ONU ACUSANDO ISRAEL DE GENOCÍDIO, AINDA QUE MENTIROSO, SÓ VAI FOMENTAR O ANTISSEMITISMO


A comissão de investigação da ONU acusa Israel de genocídio. Ainda que tenha 3 autores, a responsabilidade final deste deturpado e enviesado relatório pertence à ONU. Não é como dizem um relatório independente, uma vez que os seus proponentes são mandatados pela sinistra organização sediada em Nova Iorque, sob o mandato da alegada Comissão de Direitos Humanos e do secretário geral António Guterres. 

No entanto a descarada falsa natureza desta acusação é uma clara demonstração do ódio satânico que move aquela organização de países antissemitas. Quem quiser porventura levar tal relatório a sério, encontrará muitas aberrações, uma vez que a ideia de genocídio não faz parte da cultura e História judaicas, muito menos dos valores, leis e princípios que regem a nação democrática de Israel. 

NENHUMA BASE PARA GENOCÍDIO, NEM EM INTENÇÕES NEM EM FACTOS REAIS

É importante assinalar que, tal como os cépticos dos tratados de paz com países muçulmanos citam muitas vezes versos do Corão que incitam à morte de judeus para questionar a sinceridade dessa gente, os actuais críticos de Israel citam mandamentos bíblicos para a destruição dos cananeus, imaginando que tais textos ainda são inspiração para que os actuais judeus acabem com os palestinianos. 

No entanto, o "halacha" - o código das leis religiosas judaicas que regulam estritamente a conduta das IDF e que está inserido nas actuais leis judaicas - proíbe explicitamente a aplicação desses antigos mandamentos a qualquer povo da actualidade, uma vez que nenhuma nação moderna pode ser identificada como descendente desses antigos povos. Por conseguinte, tanto na interpretação judaica como na cristã, essas passagens perderam a sua aplicação literal para os dias de hoje. 

A alegação de que as políticas israelitas as reflectem só pode ser resultado de ignorância ou de malícia deliberada. A acusação feita pela comissão da ONU também se desmorona na questão dos factos, já que depende grandemente das estatísticas fornecidas pelo Hamas, a organização terrorista jihadista islâmica cujos números propagandeados têm repetidamente provado serem fabricados. 

Para o Hamas, inflacionar o sofrimento, a divulgação de mentiras, e alegação da situação humanitária ser ainda pior que a realidade vem apenas servir os seus interesses de base: acusar Israel, ao mesmo tempo que maximizar a suposta miséria palestiniana. E ao endossar o relatório da comissão, a ONU acaba por conceder credibilidade institucional a tais distorções. 

O relatório chega ao ponto de citar como evidência declarações feitas por ministros israelitas. Essas citações vêm de políticos de extrema-direita que não têm influência directa sobre as políticas da guerra, e representam apenas uma escassa minoria sem significado dentro da sociedade israelita. No rescaldo das atrocidades brutais cometidas pelo Hamas, as políticas israelitas inclinaram-se ainda mais para a direita, permitindo que meia dúzia de extremistas se sentassem no knesset. Apesar de representarem pouco apoio popular, a verdade é que os votos dessa gente permite que Netanyahu mantenha de pé a coligação governamental. 

Contrastando com a retórica desses ministros extremistas, as decisões do governo vão quase sempre contra as suas exigências. Enquanto eles apelam à expulsão em massa ou ao simples abandono das obrigações humanitárias, o governo mantém abertos corredores humanitários, permite a transferência de combustível e de suprimentos médicos para Gaza, e coordena as entregas de ajuda com agências internacionais. Enquanto eles exigem acções militares mais duras e indiscriminadas, o governo prefere ataques de precisão, e prioriza operações terrestres, mesmo pondo em risco as vidas dos soldados das IDF. Para além disso, são emitidas ordens prévias de evacuação para as populações antes da demolição de prédios usados pelo Hamas como parte da sua infraestrutura de ataques. Tudo isto demonstra claramente o quão distantes as políticas do governo ficam da retórica dos extremistas que a comissão de investigação da ONU escolheu mencionar. 

A DIFERENÇA ENTRE GUERRA E GENOCÍDIO

Aquilo que a comissão de investigação da ONU ignora é a diferença fundamental entre o sofrimento dos civis que tragicamente acompanha qualquer guerra, e o genocídio. Os nazis cometeram genocídio. As forças aliadas, através de ferozes combates de rua, desmantelaram o poderio nazi. Israel está combatendo uma guerra que não escolheu, mas que lhe foi imposta pelo Hamas. E este não é um adversário qualquer: o Hamas governa Gaza sob um pacto que declara abertamente como seu alvo a destruição de Israel. Os seus líderes têm repetidamente afirmado perante o mundo inteiro e em declarações ainda disponíveis online que o massacre do 7 de Outubro é algo que eles tencionam repetir tantas vezes quantas as necessárias até que Israel seja aniquilado. O mundo pode-se negar a ouvir ou a levar a sério essas ameaças, mas Israel não. 

O Hamas aprendeu através dos métodos utilizados pelos propagandistas nazis: repete uma mentira vez após vez, e ela será acreditada, especialmente quando ela inclui acusações aos judeus. As refutações alcançam apenas um grupo residual, e muito poucos estão até dispostos a levá-las a sério. O Hamas manipula a opinião global, ao mesmo tempo que planeia fazer das sociedades ocidentais as suas próximas vítimas. 


AJUDANDO A PROPAGANDA DO HAMAS

Ao reverberar as mentiras do Hamas e ao suprimir os factos básicos e distorcer outros por meio de falsos contextos, a comissão de investigação da ONU expôs a sua própria corrupção moral através da fabricação de uma infundada acusação de genocídio visando deslegitimar Israel e fomentar o antissemitismo. 

Ao fazê-lo, a ONU carrega a responsabilidade total, não apenas por nomear e empoderar a comissão, mas também pelas distorções e enviesamentos desse relatório, tornando-o em nada mais do que num moderno libelo de sangue disfarçado de roupagem humanitária.

Shalom, Israel!

quarta-feira, setembro 17, 2025

SISTEMA DE INTERCEPÇÃO A LASER "RAIO DE FERRO" DECLARADO OPERACIONAL


O poderoso sistema de defesa israelita "Iron Beam", usando os raios laser para interceptar mísseis e rockets inimigos foi hoje declarado operacional após ter completado os testes finais, estando planeada a entrega destes sistemas às IDF até ao final do ano.

Este sistema avançado único no mundo tem estado a ser desenvolvido por Israel nestes últimos dez anos. Uma versão menos potente já foi utilizada este ano pelas IDF para derrubar 35 drones disparados pelo Hezbollah a partir do Líbano. 

Os testes agora realizados incluíram a intercepção de rockets, morteiros e drones pela "Cúpula de Ferro.

O sistema "Raio de Ferro" não tem por objectivo substituir o outro sistema avançado israelita conhecido como "Iron Dome" - Cúpula de Ferro - mas suplementar e complementar o mesmo, abatendo projécteis menores e deixando os maiores para os outros sistemas mais robustos, como é o caso da "Funda de David" e dos sistemas Arrow. 

Enquanto houver uma fonte de energia constante para o laser, não há qualquer risco de ficar sem munições. As autoridades militares aplaudiram este novo sistema como um "game changer" - algo que irá mudar "o jogo" - na batalha contra o disparo de projécteis. 

O principal defeito deste sistema é que não funciona bem com pouca visibilidade, como com a presença de nuvens espessas. Mesmo assim, este novo sistema já operacional já é um passo significativo nas capacidades operacionais dos sistemas de defesa. Os sistemas mais compactos podem ser montados na carroçaria de um camião, e outros ainda menores em carros de combate. Está também a ser preparada uma versão disponível para ser montada em navios de guerra. 

Segundo o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, o sistema de defesa "Raio de Ferro" "coloca o estado de Israel na linha da frente da tecnologia militar global e faz de Israel o primeiro país a possuir esta capacidade."

Shalom, Israel!


terça-feira, setembro 16, 2025

ISRAEL INICIOU A INTERVENÇÃO TERRESTRE NA CIDADE DE GAZA


Tal como tem vindo a ameaçar, e em consequência da recusa do Hamas em libertar todos os reféns israelitas ainda em seu poder, Israel cumpriu a sua ameaça: após vários dias de fortes bombardeamentos aéreos contra edifícios que alojavam estruturas do Hamas, especificamente postos de vigilância no cima de vários arranha-céus, as forças militares terrestres israelitas iniciaram ontem a incursão definitiva na capital do enclave. Há vários dias que Israel tem apelado às populações para que se dirijam para Sul, segundo as rotas propostas pelas IDF. Calcula-se que até hoje mais de 350 mil pessoas já o tenham feito, no entanto há uma forte e violenta oposição dos terroristas do Hamas, uma vez que para esse iníquo grupo terrorista os civis são o seu escudo de protecção, atrás e no meio dos quais se escondem e protegem, não lhes importando a quantidade de vidas inocentes que perecem nos combates, antes pelo contrário, isso só lhes serve de combustível para alimentar e fomentar o ódio mundial contra Israel. 

As forças militares da 98ª Divisão das IDF entraram ontem à noite na cidade de Gaza, contando com o apoio aéreo e naval da Força Aérea e da Marinha de Guerra, tendo "dezenas de infraestruturas de terrorismo" sido já atacadas, incluindo postos de observação e edifícios armadilhados. A Divisão é  composta por uma formação de pára-quedistas de elite e unidades de comandos, tendo-se juntado a uma outra divisão que já operava no terreno. Uma terceira Divisão juntar-se-à aos combatentes daqui a alguns dias. 

Segundo o comandante das IDF, o general Eyal Zamir, o retorno dos reféns é "um objectivo da guerra e um compromisso moral e nacional."

"Durante o dia de ontem, após discussões intensas com a estrutura política, as IDF aprofundaram significativamente a operação na cidade de Gaza. Estamos operando nas profundidades do território, combinando forças terrestres, fogo de precisão, e inteligência de qualidade. O nosso alvo é aprofundar os ataques ao Hamas até à derrota do grupo" - afirmou Zamir, acrescentando que todas as operações são realizadas segundo um plano ordenado, "com a libertação dos reféns e a derrota do Hamas à frente dos nossos olhos."

Segundo Zamir, o Hamas tem sofrido duros golpes de Israel: "Derrotámos a parte principal do seu poderio militar, e estamos agora aprofundando os procedimentos que nos permitirão chegar mais próximos do fim da guerra."

REACÇÕES

A Europa já veio alegar que esta ofensiva só irá piorar a situação. A chefe das Relações Externas da União Europeia, Kaja Kallas, a partir do conforto do seu gabinete e sem ter a mínima noção do que é estar à mercê de ataques terroristas, veio alegar que "a ofensiva terrestre em Gaza tornará pior uma situação já desesperada." O meu conselho: em vez que criticar Israel, por que não se esforça por obrigar os terroristas a entregar os reféns? Por que é a atenção destes hipócritas só está voltada para Israel e não pressionam os verdadeiros culpados desta tragédia? E, como seria de esperar, a Europa já prepara medidas económicas contra Israel, uma decisão ignóbil e injusta, e que só levará a União Europeia a provar o fel amargo da ira divina...Qualquer acção punitiva a Israel por parte da Europa será obviamente um prémio ao terrorismo do Hamas e seus párias. Parece que volvidos 80 anos da maior tragédia da História vivida na Europa contra o povo judeu, as lições ainda não foram aprendidas...

O Egipto, na sua habitual arrogância e hipocrisia, alertou que esta nova incursão colocará a região "à beira do caos total devido à persistência e persistência israelitas." A questão a que os líderes egípcios não respondem é por que é que erigiram a barreira que não permite que um único palestiniano possa fugir para o seu território? Afinal, não são irmãos? Onde é que está a solidariedade? 

O inútil secretário geral da ONU, António Guterres, conhecido pelo seu vergonhoso antissemitismo, em mais uma das suas deploráveis declarações, veio alegar que "Israel está determinado em ir até ao fim, e não está aberto a uma negociação séria visando um cessar-fogo, com consequências dramáticas do ponto de vista de Israel." Pergunto: em que planeta é que este indivíduo vive? Será que ele não sabe que é o Hamas que sempre se tem recusado a aceitar um acordo de cessar-fogo? Será que ele não entende o perigo de Israel deixar que um grupo vocacionado para o genocídio dos israelitas possa sobreviver e continuar a sua prática de ataques aos civis de Israel? António Guterres, é realmente uma nódoa, tal como é a organização que ele dirige, e que não merece qualquer tipo de crédito. 

Shalom, Israel!

sábado, setembro 13, 2025

A.W.TOZER SOBRE ISRAEL (1958)

"As nações já queimaram o judeu, lançaram-no aos leões, colocaram-no em câmaras de gás e marcaram-no com sinais de vergonha. Mas, quando tudo terminou, ele sempre se levantou das cinzas e continuou a viver.

Deus disse a Israel: "Eu te guardarei" - e Ele o guardou. Tal como preservou Daniel na cova dos leões, os três jovens na fornalha e Jonas no ventre do peixe, também preservou Israel ao longo dos séculos.


Se as nações se levantassem contra Israel para o destruir, ainda assim não me abalaria, pois sei que o Deus de Israel é soberano. Mesmo que fosse espalhado até aos confins da terra, Deus cumpriria a Sua Palavra: "Eu vos trarei de volta de todas as nações."

Um dia, Israel será levado ao arrependimento, como anuncia Zacarias. As famílias chorarão em profundo lamento por seus pecados e olharão para Aquele a Quem trespassaram, reconhecendo-O como o Messias. 

Jesus Cristo, nascido da linhagem de Abraão, Isaac, Jacob e David, será fiel ao Seu povo e o restaurará como prometeu: "Ele reinará sobre a casa de Jacob para sempre. E do Seu Reino não haverá fim."

Ainda não se cumpriu, mas eu creio: Deus cumprirá".

A.W.Tozer foi um ilustre pastor, pregador e escritor norte-americano, considerado por muitos "o profeta do século XX", cujas mensagens gravadas e escritas têm abençoado e influenciado milhões de crentes pelo mundo fora.