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sábado, abril 12, 2014

"ISRAEL É UM PARAÍSO PARA OS CRISTÃOS DO MÉDIO ORIENTE!"

Desmistificando as habituais e mal intencionadas alegações de que Israel é um estado apartheid, cristãos israelitas que vivem em Nazaré apresentaram à comunicação social italiana os seus convincentes testemunhos acerca da realidade que ali se vive. 
A reportagem feita por um jornal italiano começou por sublinhar que existe um fosso cada vez maior na comunidade cristã israelita entre aqueles que escolhem ficar ao lado do estado judaico e os que escolhem identificar-se com a "narrativa" palestiniana. 

A PERSEGUIÇÃO VEM DOS MUÇULMANOS
Mas aquilo que se torna evidente até numa simples passagem por Nazaré é que os problemas que os cristãos de Nazaré enfrentam não surgem primariamente do Israel judaico, mas sim dos muçulmanos.
Assim, na cidade de infância de Jesus, a intimidação muçulmana tem estado num crescendo, obrigando muitos cristãos a fazerem as malas e a mudarem-se para aldeias próximas onde só vivem cristãos e até mesmo para zonas de maioria judaica, como é o caso da região "alta" Nazaré.
De forma a conseguir uma mais profunda compreensão da situação e da condição dos cristãos em Israel em geral, um jornal italiano falou com Shadi Khalloul, porta-voz do Forum para o Recrutamento de Cristãos Israelitas. 
Sublinhando aquilo que está a acontecer aos cristãos na Síria, no Egipto e em toda a região, Khalloul insistiu que, em comparação, "Israel é o paraíso para os cristãos do Médio Oriente."
Os repórteres italianos falaram também com um jovem cristão israelita que, sob a tutela do movimento de Khalloul, tenciona voluntariar-se para o serviço militar em Israel. Fazendo eco das afirmações de Khalloul, o jovem acrescentou ainda que os cristãos em Israel "vivem em paz e segurança, não somos descriminados e desfrutamos da nossa liberdade."
O jovem disse ainda que até mesmo nos territórios controlados pela Autoridade Palestiniana, como é o caso de Belém, "os cristãos estão sujeitos a descriminações, racismo e opressão", e que estavam muito melhor quando Israel estava em pleno controle da assim chamada "Margem Ocidental."

CRISTÃOS ÁRABES EM ISRAEL
Os cristãos constituem cerca de 2% da população total do país, representando cerca de 161.000 pessoas, 80% das quais identificadas com a minoria árabe e 20% originárias da ex-União Soviética.
Os cristãos vivem principalmente no Norte de Israel e em Jerusalém. Os cristãos árabes dividem-se em vários grupos de igrejas: maronitas, assírios, gregos ortodoxos e católicos romanos.
Uma parte destes cristãos árabes têm-se integrado na sociedade israelita, com um impressionante número crescente de jovens a servirem no exército de Israel, sendo isso considerado um acto de lealdade para com o estado judaico.
A maior parte dos problemas sociais são causados pelas hostilidades dos muçulmanos em relação aos cristãos. Em Jerusalém, por exemplo, a população árabe cristã caiu dos 20% em finais dos anos 40, para uns meros 2% actuais, graças à pressão e opressão exercidas pela maioria muçulmana.
As constantes tensões em Nazaré têm levado muitos árabes cristãos a procurarem lugares mais acolhedores na região, inclusivamente alguns de maioria judaica. O recente projecto dos muçulmanos em Nazaré de construírem uma mesquita mesmo ao lado da Igreja da Natividade é a imagem visível do desrespeito que os muçulmanos têm pelas outras confissões religiosas. Situações de ameaças dos muçulmanos aos cristãos são comuns em toda a região e até em Jerusalém.

CRISTÃOS NO MÉDIO ORIENTE
Os cristãos em Israel representam um caso único de crescimento e prosperidade no meio da decrescente população cristã em toda a região, que outrora compunha 20% do total da população, mas que actualmente não ultrapassa os 5%.
A descriminação institucional dos cristãos nos países do Médio Oriente é o factor principal para o decréscimo da população cristã, à qual se junta a violência social e opressão directa em países como o Iraque, o Egipto, a Síria e a Margem ocidental controlada pelos palestinianos.
Até no Líbano, outrora um "oásis" cristão no meio do "deserto" muçulmano, a crescente influência e poder islâmicos têm dizimado a população cristã, obrigando-a a fugir e refugiar-se em outros países.
O actual regresso à identidade islâmica na região tão conturbada coloca em grande perigo as comunidades cristãs existentes na região, chegando a ser consideradas pelos muçulmanos como "inimigos a abater", como é o lamentável caso da Síria, perante a complacência e quase indiferença do resto do mundo.

NÃO SE DEIXE MANIPULAR PELA MENTIRA: CONHEÇA OS FACTOS!
Israel é um verdadeiro "oásis" para os cristãos do Médio Oriente. Essa é a realidade confirmada pelos habitantes locais. Lamentavelmente, as mentes mal informadas e até mal intencionadas que teimosamente perseguem Israel e os desígnios de Deus para aquela Terra continuam a sua "cruzada" anti-semita e anti-sionista, nada mais conseguindo que demonstrar a sua completa ignorância em relação ao que realmente se passa em Israel e no Médio Oriente. São dignos de pena, pois a sua habitual arrogância não lhes permite admitir a verdade dos factos, tal é a cegueira que os conduz à ignorância e preconceito. Pior ainda quando essa ignorância vem da parte de ditos líderes "cristãos", pois estes não apenas espalham o veneno à sua volta como se tornam mais responsáveis pela manipulação das mentes daqueles incautos que ainda lhes dão algum tipo de crédito...
Mas sempre foi e será assim, até à vinda do Reino, quando todos esses inimigos de Sião fugirão de vergonha e temor diante d'Aquele que é o Eterno Protector de Sião!

Shalom, Israel!


quinta-feira, dezembro 19, 2013

ÊXODO FORÇADO DOS CRISTÃOS DO MÉDIO ORIENTE

Apesar do ruidoso e perturbador silêncio do mundo "civilizado" sempre disponível para atacar e condenar Israel, a grande tragédia do sofrimento dos cristãos em vários países do Médio Oriente é aflitiva e propensa à simples erradicação da presença cristã nos lugares onde ela mais se desenvolveu na sua origem...
É trágico ver a violência a aumentar contra os cristãos naquela parte do mundo, e isso na mesma proporção do silêncio e paralisia dos países democráticos cuja obrigação moral deveria levar a uma rápida e decisiva intervenção.
Em todo o Médio Oriente há neste momento milhares de cristãos fugindo das suas casas e terras. 

IRAQUE
Praticamente metade dos cristãos iraquianos fugiram do país após a invasão estrangeira de 2003, deixando no país apenas uns 400 mil cristãos, uns meros 35% da população total. 

LÍBANO
Outrora uma maioria no Líbano, a população cristã de um milhão e meio - na maioria católicos maronitas - são agora 35% da população.

SÍRIA
Dezenas de milhar de cristãos sírios já fugiram de cidades como Aleppo,  Homs e Qusayr, perante a invasão dos rebeldes muçulmanos. O tradicional mercado e iluminações de Natal em Qatana, no sul da Síria, são agora coisas do passado, por causa da pressão exercida pelas milícias islâmicas que não querem permitir quaisquer símbolos exteriores da fé cristã. 

EGIPTO
No Egipto, membros das Igrejas católica e ortodoxa coptas compõem uns dez por cento, num total de uma população de 84 milhões. Dezenas de milhar de coptas têm emigrado nestes últimos dois anos, em particular depois da eleição presidencial do candidato da Irmandade Muçulmana Mohamed Morsi e especialmente depois da deposição do mesmo.

"O CRISTIANISMO ESTÁ A COMEÇAR A DESAPARECER DO MÉDIO ORIENTE"
O príncipe Carlos, sucessor ao trono no Reino Unido, avisou que o Cristianismo está a começar a desaparecer da região onde nasceu, devido a uma campanha de perseguição por parte dos muçulmanos.
"Parece-me que não podemos ignorar o facto de que os cristãos no Médio Oriente estão sendo delibera e sistematicamente atingidos pelos militantes fundamentalistas islâmicos" - afirmou o príncipe. 
O herdeiro ao trono britânico falou aos líderes religiosos nesta passada Terça-Feira depois da visita de cristãos do Iraque, Egipto e Síria, que lhe relataram como membros das suas igrejas estão sendo sujeitos a intimidação, expulsos de suas casas e em alguns casos assassinados.
O príncipe Carlos enfatizou a situação dos cristãos nestas palavras: "O Cristianismo nasceu literalmente no Médio Oriente e não podemos esquecer os nossos irmãos e irmãs em Cristo no Médio Oriente," - expressou Carlos, lembrando o lugar do nascimento de Jesus poucos dias antes da celebração do Seu nascimento. E acrescentou: "As suas comunidades eclesiásticas ligam-nos directamente à Igreja primitiva. Lembrei-me disso ao ouvir falar e cantar em aramaico há poucas horas atrás, a língua do nosso Senhor."
"Contudo, hoje em dia, o Médio Oriente e o Norte de África têm a menor concentração mundial de cristãos - apenas quatro por cento da população e é bem claro que a população cristã baixou dramaticamente neste último século e está caindo ainda mais. Todos perdemos algo imensamente precioso, algo que é insubstituível, quando uma tradição tão rica datando de há 2 mil anos começa a desaparecer" - lamentou o príncipe.
O príncipe Carlos classificou a campanha islâmica contra os cristãos no Médio Oriente como "intimidação, falsas acusações e perseguição organizada."

Segundo a tradição, a Igreja copta tem a sua origem no 1º século, tendo sido fundada pelo apóstolo Marcos. 
A Igreja ortodoxa siríaca teria sido fundada pelo apóstolo Pedro, que se tornou o seu primeiro bispo.
Oremos pelos cristãos em sofrimento nestas Terras!
Shalom!


terça-feira, maio 28, 2013

ACTIVISTA ALERTA ACERCA DA BRUTAL REPRESSÃO SOBRE OS CRISTÃOS NOS PAÍSES ISLÂMICOS

Segundo um conhecido activista cristão e perito em assuntos de perseguição religiosa, a perseguição da jihad aos cristãos no mundo inteiro é uma das matérias mais ignoradas nos meios mediáticos.
Raymond Ibrahim, um cristão copta egípcio, que actualmente vive nos E.U.A., afirma que a fraqueza do Ocidente em confrontar o Islão radical tem dado uma maior ousadia aos jihadistas. No seu novo livro entitulado "Crucificado de novo", Ibrahim revela conhecimento e investigação em primeira mão sobre a perseguição global.
"Apesar da perseguição muçulmana aos cristãos ser uma das histórias mais dramáticas dos nossos tempos, é também uma das menos conhecidas no Ocidente," - escreve Ibrahim.
O próprio país de origem de Raymond Ibrahim, o Egipto, está a experimentar um ressurgimento da violência contra os cristãos, graças ao despertar da Irmandade Muçulmana, após a queda de Hosni Mubarak.


"Sendo uma das mais antigas e maiores nações muçulmanas, com uma das mais antigas e maiores populações cristãs, o Egipto é uma espécie de paradigma da forma como o Islão trata os cristãos," - afirma Ibrahim.
Apesar de a violência estar a aumentar e a intensificar-se, Ibrahim insiste que muitos nos media ocidentais, incluindo os media cristãos, não estão a acompanhar a situação.

"A CBN (TV cristã norte-americana) tem sido fantástica em relatar este fenómeno e promover o livro. Um repórter sénior da CBN, Gary Lane, disse: 'Embora eu tenha lido muitos livros ao longo dos anos acerca da perseguição aos cristãos, nenhum dos que encontrei providenciam um melhor contexto histórico e contemporâneo do sofrimento dos cristãos nos países muçulmanos do que "Crucificado de novo: expondo a nova guerra do Islão aos cristãos". Infelizmente, a maioria das igrejas e organizações cristãs têm estado indiferentes e não cooperantes em revelar a história da perseguição aos cristãos."
CRISTÃOS IRAQUIANOS MORTOS POR JIHADISTAS

Ibrahim compartilha ainda algumas ideias sobre como os evangélicos se podem envolver neste assunto de proporções gigantescas:
"Em primeiro lugar, precisam de adquirir um conhecimento adequado da situação - que é a razão que me levou a escrever o "Crucificado de Novo", de forma a preencher o vazio que os media têm criado ao falharem na revelação da realidade da perseguição aos cristãos sob o Islão. Os cristãos deveriam ler o livro, pois ele torna tudo claro, e aborda todos os "comos" e todos os "porquês." Mesmo aqueles que acham que estão conscientes da situação ficarão certamente sobrepujados pelos relatos no livro - a quantidade real de perseguição que está a decorrer, e o quão espalhada está, desde Marrocos a Ocidente até à Indonésia no Oriente, desde a África sub-sariana a Sul, até ao Cazaquistão e a Rússia a Norte, e até mesmo as nações europeias (como vimos recentemente com a decapitação em Londres - algo que acontece frequentemente aos cristãos no mundo islâmico.) "
Em relação aos cristãos coptas no Egipto, Ibrahim tem conhecimento directo do perigo crescente:
"As coisas estão indo de mal a pior. A perseguição e a descriminação presentes na era Mubarak, estão agora a tornar-se legalizadas sob a Irmandade Muçulmana. Isso, por exemplo, no caso das acusações de "blasfémia" feitas contra os cristãos.

Muito recentemente uma jovem professora cristã foi detida e aguarda a sentença de prisão pelo simples facto de alguns dos seus alunos com 10 anos de idade a terem acusado de "parecer desgostosa" quando ensinava História Islâmica."
BOMBISTA SUICIDA NUMA IGREJA DO IRAQUE

Mas, tal como o livro relata, essa é apenas a ponta do icebergue, pois há muitos outros cristãos coptas que foram encarcerados sob a acusação de terem "insultado o Islão."

Oremos pelos nossos Irmãos perseguidos, espoliados, presos e torturados pela sua fé!
Shalom!







segunda-feira, dezembro 31, 2012

CRISTIANISMO NO MÉDIO ORIENTE ESTÁ EM VIAS DE EXTINÇÃO - A ÚNICA EXCEPÇÃO É ISRAEL

Um novo estudo evidencia que o cristianismo corre o risco de desaparecer nas terras bíblicas do Médio Oriente. Segundo o diário britânico "London Daily Telegraph", que menciona o estudo, 10% dos cristãos no mundo - cerca de 200 milhões - "sofrem desvantagens sociais, perseguições ou opressão activa por causa das suas crenças."
Com mais de 2,3 biliões de cristãos em todo o mundo, o estudo demonstra que é exactamente nos lugares onde o cristianismo teve a sua origem - o Médio Oriente - que os cristãos estão a sofrer as maiores perseguições.
"O ritmo dessas investidas anti-cristãs está agora a intensificar-se com o despertar do islamismo militante em países como o Egipto, o Iraque, e agora com a guerra civil na Síria," - afirma o artigo sob o título "Christianophobia".
Publicado por um conceituado editor e pensador britânico independente, Civitas, o relatório afirma que os políticos e os meios de comunicação ocidentais ignoram geralmente a perseguição generalizada  aos cristãos no Médio Oriente e em outras partes do mundo "por terem medo de serem acusados de racismo."

PASTOR YOUCEF NOVAMENTE PRESO
No próprio dia de Natal, na semana passada, o Irão prendeu pela segunda vez o pastor iraniano Youcef Nadarkhani, de 35 anos, que tinha estado anteriormente preso durante 3 anos pelo "crime" da prática do cristianismo e por ter rejeitado que fosse dada uma formação islâmica aos seus filhos, ainda crianças. Segundo a Fox News, o seu advogado foi também preso.

PERSEGUIÇÃO NO MUNDO ISLÂMICO
O estudo indica que mais do que qualquer outro grupo religioso, o cristianismo é o mais propenso a ser perseguido ou a sofrer descriminações, estando particularmente em risco "nas sociedades dominadas pelo islão."
"A opressão é ampliada através do anti-americanismo e pela falsa crença de que o cristianismo é um credo ocidental, apesar de ter originado no Médio Oriente e e ter feito parte do sistema de crenças dessa região ao longo de 2 mil anos," - refere o estudo escrito pelo jornalista Rupert Shortt, que é também o editor de assuntos religiosos no suplemento "Times Literary."
O autor refere que entre metade a três quartas partes do número de cristãos deixaram o Médio Oriente ou foram mortos no último século. No início do século 20, os cristãos compunham cerca de 20% da população de todo o Médio Oriente, enquanto que hoje o número não passa dos 5%.

ISRAEL É A EXCEPÇÃO
Uma região onde a população cristã floresce é Israel. Segundo o Centro de Estatísticas de Israel (CBS), existem 158.000 cristãos a viver em Israel, representando 2% da população. Cerca de 80% dos cristãos em Israel são árabes, residindo maioritariamente nas regiões a norte do país, sendo os restantes imigrantes oriundos da ex-União Soviética. 
Cerca de 3,5 milhões de cristãos visitaram Israel durante o ano de 2012, um aumento de 4% em comparação ao ano anterior.
Shalom, Israel!

quinta-feira, dezembro 29, 2011

CRISTIANISMO PODERÁ EM BREVE "DESAPARECER" DO EGIPTO, AFEGANISTÃO E IRAQUE



O Messias Yeshua profetizou que nos "últimos dias" haveria forte e intensa perseguição contra os judeus e os cristãos, e, na verdade, as últimas notícias e previsões são verdadeiramente assustadoras. A intensidade e alcance da perseguição aos cristãos no Médio Oriente em particular vai atingir níveis inverosímeis há bem poucos anos atrás, e a tendência será para o quadro piorar a cada ano que passa. Assim será, até que o Messias venha recolher os Seus eleitos para Si mesmo, conforme prometeu há cerca de 2 mil anos atrás. 
Segundo Leonard Leo, presidente da Comissão dos EUA para a Liberdade Religiosa Internacional (USCIRF) - uma agência partilhada com o governo e que luta pela liberdade religiosa dos povos à volta do globo - o Cristianismo no Afeganistão e no Iraque poderá ser erradicado nos nossos dias, em parte como resultado da retirada das tropas norte-americanas. Este reconhecido estudioso acrescentou ainda que os cristãos egípcios enfrentarão possivelmente a mesma sorte.
Segundo o seu testemunho numa entrevista a Terry Jeffrey, editor-chefe da TV CNSNews, no passado dia 22, "este será o padrão em toda a região do Médio Oriente".
"A fuga dos cristãos para fora da região é imprecedente e cresce de ano para ano" - disse Leo, concluindo com uma sombria previsão de que os cristãos podem desaparecer conjuntamente do Iraque, Afeganistão e Egipto. 
NO IRAQUE
IRAQUE
Desde que a guerra começou em Março de 2003, o Iraque despertou para a violência sectária, deixando as tropas dos EUA encarregadas de tentarem conter aquilo que ameaçava ser uma guerra civil. A situação acabou por tornar-se catastrófica para a comunidade cristã ali presente, à medida que a violência contra os cristãos foi aumentando, incluindo um ataque contra uma igreja em Bagdade, em Outubro de 2010, no qual 58 pessoas que ali congregavam foram mortas. Segundo um estudo recente do Grupo Internacional para os Direitos das Minorias, desde essa altura, cerca de 900.000 cristãos fugiram do país.
Este perito em liberdade religiosa faz eco de muitos outros ao acusar o governo do Iraque de falhar em tomar medidas adequadas para proteger os cristãos ou incriminar aqueles que os perseguem.
"Um dos grandes problemas desde o início foi o nosso país e outros serem incapazes de reconhecer que a luta no Iraque era maioritariamente um conflito sectário e que não havia suficiente ênfase colocada na fuga de cristãos e outras minorias religiosas, em especial na parte norte do Iraque" - afirmou Leo à CNSNews. com.
Leo acrescentou que as minorias religiosas sempre foram uma parte importante no tecido da sociedade iraquiana, sendo até o seu elo aglutinador. O desaparecimento destas minorias será um "sério problema".  

As tropas norte-americanas saíram do Iraque em 15 de Dezembro e a retirada final do Afeganistão deverá acontecer até ao final deste mês.
"Estou preocupadíssimo com o que irá acontecer depois que a nossa presença desaparecer por completo, e não sei como continuaremos a exercer pressão sobre o governo do Iraque, nas forças de segurança e outras no Iraque de forma a que se protejam os cristãos" - confessou Leo. 
Segundo o relatório, devido às constantes violações do direitos de liberdade religiosa, acredita-se que pelo menos metade da comunidade cristã do Iraque presente antes da invasão do país pelos EUA tenha já abandonado o país.
"Estima-se que em 2003 haveriam uns 800.000 a 1.4 milhões de católicos caldeus, ortodoxos sírios, ortodoxos siríacos, arménios (católicos e ortodoxos), protestantes e evangélicos no Iraque. Actualmente, os líderes das comunidades estimam o número de cristãos em cerca de 500.000" - diz o relatório. 
 
NO AFEGANISTÃO
No Afeganistão "as condições para a liberdade religiosa mantêm-se problemáticas, apesar dos ganhos em liberdade de culto ou de crença desde a retirada do regime taliban, em finais de 2001" - acrescenta o relatório.
AFEGANISTÃO
Uma constituição que foi elaborada com a ajuda dos EUA tem dado efectivamente ao governo afegão permissão para negar a liberdade religiosa às pessoas que adiram a credos minoritários, incluindo o Cristianismo.
"A elaboração da constituição da qual nós participámos foi um desastre e não estou certo se o Afeganistão conseguirá recuperar completamente do estrago que lhes infligimos ao não termos traçado uma linha no que toca ao tipo de constituição que deveríamos ter defendido" - acrescentou Leo.

NO EGIPTO
EGIPTO
Segundo Leo, a violência e a descriminação anti-cristã no Egipto pode inspirar uma migração em massa da população cristã copta do país, o que significa que os muçulmanos radicais egípcios alcançarão o seu objectivo. Na opinião de Leo, o país está descambando pelo mesmo caminho do Iraque e do Afeganistão.
"Com aquilo que está a acontecer no Egipto, com as incertezas existentes, há muito pouco incentivo para que um jovem cristão copta permaneça no país" - afirmou Leo à TV, e acescentou: "Não me surpreenderia nada se virmos no Egipto a mesma trajectória básica que vemos num número razoável de outros países, e que é dizer, levanta-te e vai embora".  

Leo teme que as novas leis egípcias venham a restringir ainda mais as igrejas, o que em resultado poderá assustar os membros mais jovens da comunidade copta.
Outros países incluídos no relatório da USCIRF onde as comunidades minoritárias não-muçulmanas estão a enfrentar ameaças existenciais incluem entre outros o Irão, a Arábia Saudita, a Turquia e o Paquistão.
Sinal dos tempos? Sim. Cumprimento das profecias? Sim. Estejamos preparados.
Shalom!