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quarta-feira, março 10, 2021

UM NÚMERO CRESCENTE DE SAUDITAS ACEITAM JERUSALÉM COMO CAPITAL DE ISRAEL, INCLUINDO A CONSTRUÇÃO DE UM TEMPLO JUDAICO NO MONTE

Estamos a viver dias impressionantes, nunca antes vistos. Graças aos "Acordos de Abraão" resultantes dos esforços da administração Donald Trump, várias nações árabes têm estabelecido relações diplomáticas com o estado judaico, e outras anunciaram vir a fazê-lo. Dentre elas, a que causará mais espanto mundial, caso tal se concretize, será naturalmente a Arábia Saudita, o berço do islamismo, e que recentemente autorizou que os voos vindos e dirigidos a Israel pudessem cruzar o seu espaço aéreo. 

A Arábia Saudita era um tradicional apoiante da OLP, mas parece estar a inclinar-se cada vez para o lado de Israel, chegando ao ponto de ter já vozes aceitando Jerusalém como capital do país, e outras mensagens de apoio ao estado judaico. Há até já quem promova a ideia da edificação de um Terceiro Templo em Jerusalém para os judeus. Recentes mensagens em redes sociais sauditas têm desvalorizado o significado do Monte do Templo para os muçulmanos, apelando à construção do Terceiro Templo: "Uma nova era, uma era de paz." Sintomático quanto baste, pelo menos no meu entender...

Entretanto, soube-se hoje que durante a próxima visita de Benjamin Netanyhau aos Emirados Árabes Unidos prevista para a próxima Quinta-Feira, poderá haver um encontro informal entre o primeiro-ministro e o príncipe saudita Mohammed bin Salman. Ao que parece, o encontro irá mesmo realizar-se entre os representantes máximos dos 3 países. As ligações entre os sauditas e os israelitas têm vindo a desenvolver-se tendo em vista fazer frente ao inimigo comum: o Irão. 

Esperemos para ver no que isto vai dar. Uma coisa é certa: o quadro geopolítico e estratégico do Médio Oriente está em mudanças radicais, colocando as várias "peças" (países) em alinhamento com aquilo que foi profetizado pelas Escrituras há mais de 2.500 anos...

Shalom, Israel!


quinta-feira, outubro 15, 2020

QUASE 80% DOS ÁRABES SAUDITAS A FAVOR DA NORMALIZAÇÃO DAS RELAÇÕES COM ISRAEL

 

Este é indubitavelmente o ano das grandes surpresas, tanto boas como más. Esta é das melhores que se poderiam ouvir: segundo uma sondagem realizada pela "Zogby Research Services", perto de 80% dos sauditas são a favor dos esforços para a normalização das relações com Israel dentro dos próximos 5 anos, sendo que 71% acham até possível haver outros estados árabes a normalizarem relações diplomáticas com o estado judaico mesmo sem um entendimento entre judeus e palestinianos.

O mais impressionante é que esta sondagem foi realizada cerca de um mês antes da normalização das relações diplomáticas entre Israel e os Emirados e o Barein, e quando Israel pensava em "anexar" 30% dos territórios na Judeia e Samaria, ou seja: uma época muito menos propícia ao favorecimento árabe em relação a Israel...!

Para 80% dos inquiridos nesta sondagem, é importante chegar-se a uma conclusão no conflito isarelo-palestiniano, embora as opiniões se dividam quanto à forma de efectivação da mesma. 

Cerca de 67% dos israelitas também acha importante estabelecer laços com outras nações árabes, muito em especial com a Arábia Saudita. 

Shalom, Israel!

quarta-feira, setembro 02, 2020

ARÁBIA SAUDITA AUTORIZA VOOS ISRAELITAS SOBRE O SEU ESPAÇO AÉREO!

Parece quase impossível de acreditar: a Arábia Saudita concedeu esta manhã autorização permanente a Israel para que os voos entre Tel Aviv e Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, possam utilizar o seu espaço aéreo. Netanyahu celebrou "esta nova tremenda conquista."
Através desta inédita concessão, Israel poderá ter ligações muito mais rápidas e baratas para o Extremo Oriente.
O anúncio desta autorização foi feito esta manhã e revelado pela imprensa estatal saudita.
Netanyahu agradeceu a Jared Kushner e ao governador dos Emirados pelos seus "contributos importantes" para esta nova política saudita.

Shalom, Israel!

domingo, agosto 16, 2020

ESTAREMOS A ASSISTIR AO INÍCIO DE UMA NOVA ERA NAS RELAÇÕES ISRAELO-ÁRABES?

Depois do estabelecimento das relações diplomáticas entre Israel e os Emirados Árabes Unidos, graças à mediação do presidente norte-americano Donald Trump, assiste-se a um certo tipo de euforia há muito não vista naquela região do mundo, levando a crer que poderemos estar no início de uma mudança radical nas relações geo-estratégicas da região, em especial no que concerne ao entendimento entre judeus e árabes.
Fala-se de um número crescente de países árabes dispostos a estabelecer relações diplomáticas com o estado judaico, para grande desagrado dos palestinianos e dos iranianos. E destes, em especial, porque já se fala que o alvo final será o estabelecimento das relações de Israel com a própria Arábia Saudita, algo inconcebível até há muito pouco tempo...

Esta manhã foram oficialmente estabelecidas as ligações telefónicas entre Israel e os EAU, esperando-se para as próximas semanas o início dos voos directos entre os dois países e a assinatura de uma série de acordos comerciais, tecnológicos e científicos.
A decisão dos Emirados está sendo vista por outros estados como uma charneira para a paz e para a união de esforços contra o Irão.
Sabe-se que devido à proximidade política entre os Emirados e a Arábia Saudita, o príncipe Mohammed bin Zayed Al Nahyan, líder dos Emirados, não teria tomado tão revolucionária decisão sem ter a plena concordância da Arábia Saudita que, por seu lado, poderá estar a analisar as reacções do mundo árabe para também avançar com a normalização das relações com Israel. Sabe-se que tem havido uma cautelosa aproximação entre os dois estados nestes últimos anos, e que alguns já consideram essa relação como "inevitável."
Crê-se que o Barein, o primeiro país do Golfo a aplaudir a decisão dos Emirados, inimigo fidagal do Irão e amigo dos EUA, poderá ser o próximo país a seguir o exemplo dos EAU. De facto, já existem relações não-oficiais entre os dois países.
Outros países na "lista de espera" para normalizar as relações diplomáticas com Israel são o Oman, o Sudão e Marrocos. O Qatar também não está excluído desta lista.
Há no entanto muitas reservas da parte de alguns estados mais radicais, e até inimizade declarada, como é o caso do Kuwait, que já afirmou ser "o último país a estabelecer relações com Israel."
Hoje mesmo, o presidente do Líbano Michel Aoun, em entrevista concedida a um canal francês, não descartou a possibilidade de estabelecer relações com o inimigo Israel. Respondendo a uma questão sobre se o Líbano consideraria fazer a paz com Israel, o presidente respondeu: "Isso depende. Temos problemas com Israel, e temos de os resolver em primeiro lugar." Ou seja: contrariamente ao que seria de esperar, o presidente libanês não fechou a porta a essa possibilidade, comentando inclusivamente sobre a recente decisão dos Emirados de estabelecer relações diplomáticas com Israel com uma simples resposta: "Os EAU são um estado independente."

Estaremos a assistir a uma mudança histórica no Médio Oriente? É muito provável. Os países árabes têm manifestado um certo cansaço desgastante com a questão palestiniana, e começam finalmente a acreditar que estabelecer relações com Israel só lhes trará vantagens...
Estamos a viver dias impressionantes. E a uma velocidade bastante rápida...

Shalom, Israel!