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sábado, dezembro 26, 2015

LÍDER DO ISIS AMEAÇA ISRAEL. NEM SABE COM QUEM SE ESTÁ A METER...

Numa gravação audio emitida esta manhã, o líder do ISIS, Abu Bakr al-Baghdadi, ameaçou Israel, afirmando que o grupo se aproxima mais do seu alvo (Israel) a cada dia que passa.
"Se a coligação islâmica contra o ISIS fosse mesmo islâmica, declararia o corte de relações com os seus mestres judeus e cruzados, e que o seu objectivo era matar judeus e libertar a Palestina" - afirmou o bandido-mor desta raça de criminosos que se auto-denomina como "estado islâmico."
E, movido pela peçonha do veneno com que se alimenta, al-Baghdadi passou às ameaças claras a Israel e aos judeus: "Os judeus pensam que nos esquecemos da Palestina e que nos têm distraído disso. Nem pensar, ó judeus. Nem por um momento esquecemos a Palestina. Com a ajuda de Alá, não a esqueceremos...os pioneiros dos combatentes jihadistas irão cercar-vos num dia que vocês pensam estar distante e que nós sabemos estar próximo. Estamos aproximando-nos a cada dia."
E o líder do "ISIS" prosseguiu a vomitar o seu ódio anti-semita: "Nunca encontrareis conforto na Palestina, ó judeus! A Palestina não será a vossa terra nem a vossa casa, mas antes um cemitério para vós."
"Alá ajuntou-vos na Palestina para que os muçulmanos vos matem, para que assim vos possais esconder atrás das árvores e das pedras (uma tradição muçulmana respeitante à matança de judeus) - vociferou o líder terrorista.
Esta foi a primeira vez depois de Maio passado em que se ouviu uma declaração pública gravada por este terrorista-mor do auto-denominado "estado islâmico."

Ele que se meta com Israel, que vai ver quem é que vai mesmo para o cemitério...!

Shalom, Israel! 

sexta-feira, setembro 05, 2014

BANDEIRA DO "ESTADO ISLÂMICO" JÁ FOI EXIBIDA NO MONTE DO TEMPLO

O canal israelita de TV "Canal 10" exibiu na passada Quarta-Feira à noite imagens daquilo que alega ter sido uma "reunião do estado islâmico" recentemente realizada no Monte do Templo, em Jerusalém.
Esta reportagem televisiva que será apresentada na totalidade durante a próxima semana tenta demonstrar que a intenção do "estado islâmico" é chegar a Jerusalém e Israel num próximo futuro.
A reunião, na qual estiveram presentes milhares de participantes, foi formalmente organizada pelo partido Tahrir, considerado como o "braço palestiniano" do "estado islâmico".
Vários oradores muçulmanos foram filmados antecipando a "libertação" de Jerusalém e lamentando a "conspurcação judaica" da cidade santa. Várias bandeiras negras da "ISIS" foram vistas a flutuar durante o encontro.
Segundo a reportagem, esta reunião teve lugar numa recente Sexta-Feira.
O repórter Zvi Yehezkeli disse que uma fotografia de um adolescente palestiniano segurando uma bandeira do "ISIS" que proliferou nas redes sociais durante a semana passada foi tirada perto de onde ele se encontrava.
Yehezkeli relatou ter esperado que a polícia o parasse quando ele tentou subir ao Monte do Templo, numa altura designada para as orações dos muçulmanos (Sexta-Feira), e que foi assustador estar na esplanada durante a realização do encontro do "estado islâmico."
Segundo este repórter, "o estado islâmico, que agora está batendo à porta da Jordânia, marcou a 'Palestina' como o próximo alvo da sua lista."
Este grupo terrorista ligado ao extremismo islâmico já conseguiu grandes ganhos na Síria e no Iraque, tendo sido alvo dos ataques aéreos norte-americanos. 
Este movimento terrorista já decapitou 2 jornalistas norte-americanos capturados na Síria, fazendo questão de exibir as imagens nas redes sociais. A última vítima deste ódio islâmico foi o jornalista Steven Sotloff, com dupla nacionalidade americana e israelita, um judeu neto de sobreviventes do Holocausto que veio viver para Israel em 2008.
Estes são sinais daquilo que se aproxima cada vez mais de Jerusalém, nada que nos espante, mas que nos assusta imenso...
Shalom, Israel!

quarta-feira, setembro 03, 2014

JORNALISTA JUDEU DECAPITADO PELO GRUPO TERRORISTA "ESTADO ISLÂMICO"


Steven Sotloff é o segundo jornalista a ser decapitado pelos terroristas muçulmanos do grupo "Isis" ("Estado Islâmico")
Este jornalista tinha a dupla nacionalidade norte-americana e israelita, tendo feito os seus estudos em Israel e tendo conseguido ocultar a sua identidade judaica mesmo quando já sequestrado pelos terroristas. Steven jejuou secretamente durante a última festa judaica do Yom Kippur, sem que os seus raptores se dessem conta da sua identidade judaica. 
A Casa Branca já confirmou a autenticidade do video partilhado ontem pelos terroristas na comunicação social e nas redes sociais, mostrando a decapitação de mais esta vítima do terrorismo islâmico.
Sotloff tinha feito allyah (retorno) para Israel. Apesar de ter estudado em Israel, pouco se sabe sobre a sua estadia neste país. Após ter sido capturado na Síria, toda a informação acerca da sua presença em Israel foi apagada dos registos informáticos.
Colegas e pessoas chegadas ao jornalista testemunharam do seu fascínio pelo jornalismo e pelas mudanças em curso no Médio Oriente. Testemunharam também da sua generosidade como homem.
O seu prazer era relatar histórias a partir do homem comum, e não da perspectiva dos exércitos ou dos campos de batalha.
Um amigo próximo de Steven Sotloff que esteve com ele durante o cativeiro revelou que ele tinha conseguido praticar o jejum durante a festa judaica do Yom Kippur, alegando aos seus captores muçulmanos que se encontrava doente e que por isso não queria comer: "Ele disse-lhes que estava doente e que não queria comer, apesar de naquele dia nos serem servidos ovos" - testemunhou o colega, acrescentando: "Ele costumava orar secretamente voltado para Jerusalém. Ele costumava verificar em que direcção os seus captores oravam (Meca) e então ajustava o seu ângulo para Jerusalém."
Outros colegas recordam o seu profissionalismo: "Ele tocou-me profundamente por ser uma pessoa muito...muito decente... ele não andava atrás do sensacionalismo, não andava atrás de um "furo jornalístico" - testemunhou James Denton, redactor e editor do jornal "World Affairs", sediado em Washington, um dos vários órgãos de comunicação social que compravam os seus trabalhos jornalísticos como freelancer. Outros órgãos incluíam a revista TIME e o "Foreign Affairs."

"UM HOMEM HONRADO"
Sotloff, era um judeu de 31 anos nascido em Miami, na Florida, jornalista de profissão, freelancer, e que desapareceu na Síria em Agosto de 2013, não tendo sido mais visto até ao mês passado, quando surgiu no video partilhado pelos terroristas do "Estado Islâmico" e que mostra a decapitação do outro jornalista americano, James Foley.
Nesse video Sotloff aparece vestido com um pijama cor de laranja e recebe ameaças de decapitação, "a menos que os Estados Unidos cessassem com as suas intervenções aéreas no estado islâmico."
Em Agosto passado a mãe do jornalista partilhou um video apelando aos captores para que tivessem misericórdia e poupassem o seu filho, alegando ser ele "um homem inocente", um "homem honrado" e sempre disposto a "ajudar os mais fracos."
No video a mãe do jornalista faz uso dos princípios "humanos" do islamismo para que os raptores poupem a vida do seu filho.
Numa breve declaração, a publicação norte-americana "Foreign Policy" classificou Sotloff como "um jornalista corajoso e talentoso", cujos trabalhos jornalísticos "demonstravam uma profunda preocupação pelos civis apanhados no meio de uma guerra brutal."

Shalom!