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quinta-feira, agosto 02, 2018

ISRAEL ATACA MILITANTES DO "ISIS" A 200 METROS DA FRONTEIRA...

As Forças de Defesa de Israel confirmaram o ataque da aviação realizado ontem à noite e que liquidou 7 militantes do movimento terrorista islâmico "ISIS", que se encontravam a uns meros 200 metros da linha fronteiriça que separa a Síria de Israel, na região dos Montes Golan.
As tropas de elite israelitas foram depois deparar com os corpos destes 7 terroristas islâmicos, que estavam armados entre outras coisas com granadas, 5 metralhadoras Kalashnikov, e coletes explosivos suicidas. 
Fugindo dos ataques do exército governamental sírio, estes terroristas do Daesh dirigiam-se certamente à fronteira para tentar penetrar em território israelita...

Shalom, Israel!

quinta-feira, janeiro 11, 2018

ISRAEL IMPEDIU DEZENAS DE GRANDES ATAQUES TERRORISTAS COM AVIÕES NA EUROPA

Numa reunião realizada na passada Terça-Feira com um grupo de embaixadores de vários países da NATO - "Organização do Tratado Atlântico Norte (OTAN)" - o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu deu-lhes conhecimento de que os serviços secretos de Israel conseguiram impedir "várias dezenas de grandes ataques terroristas" contra cidades europeias, incluindo alguns do tipo do "11 de Setembro" envolvendo a aviação civil.
"Quando falamos acerca do ISIS, é importante entender que Israel ajuda a Europa de duas formas fundamentais: a primeira é que temos através dos nossos serviços secretos fornecido informação que impediu a prossecução de várias dezenas de grandes ataques terroristas, muitos deles em países europeus. Alguns destes poderiam ter sido grandes massacres da pior espécie que o solo europeu jamais experimentou, e ainda pior, porque envolveriam a aviação civil. Israel conseguiu impedir isso, ajudando dessa forma a salvar inúmeras vidas de europeus" - informou o primeiro-ministro, sem contudo especificar detalhes.
Segundo Netanyahu, a segunda forma é o facto de Israel ser uma força poderosa no combate ao terrorismo global nas suas próprias fronteiras, precisamente na fronteira Sul, na península egípcia do Sinai.
"O ISIS está sendo destruído no Iraque e na Síria, mas está tentando estabelecer uma base territorial alternativa no Sinai. Israel está contribuindo para impedir isso através de um sem número de formas" - afirmou Netanyahu, acrescentando: "Eu diria de forma genérica que Israel é a força mais poderosa no combate ao islamismo radical  em todo o Médio Oriente."

O PROBLEMA DO IRÃO
Netanyahu informou ainda os embaixadores presentes no encontro que o objectivo do Irão de "conquista e colonização da Síria" inclui planos para trazer até 100.000 combatentes xiitas reunidos de outros países islâmicos, operando todos sob o comando iraniano. O Irão é uma aliado próximo e apoiante do regime do ditador presidente sírio Assad, numa guerra civil que já dura há 6 anos e que já custou mais de 250.000 vidas. O Irão também apoia o Hezbollah no Líbano, na esperança de fundir essas alianças, formando uma ponte de acesso ao Mediterrâneo. Na tentativa de alcançar esse objectivo, o Irão tem recentemente feito várias tentativas para estabelecer bases militares na Síria.
"Veremos o filho do ISIS e o neto da Al-Qaeda lutando contra essa nova força xiita" - avisou Netanyahu, prosseguindo: "Para onde é que vai ser derramado o resultado de um conflito sunita-xiita na Síria? Para a Europa. Para onde é que fugirão as populações? Para a Europa. Quem é que está actualmente a impedir isso? Israel. Sim, e neste momento só Israel. Mas insisto que é um assunto do interesse comum a todos nós."

Shalom, Israel!

sábado, dezembro 26, 2015

LÍDER DO ISIS AMEAÇA ISRAEL. NEM SABE COM QUEM SE ESTÁ A METER...

Numa gravação audio emitida esta manhã, o líder do ISIS, Abu Bakr al-Baghdadi, ameaçou Israel, afirmando que o grupo se aproxima mais do seu alvo (Israel) a cada dia que passa.
"Se a coligação islâmica contra o ISIS fosse mesmo islâmica, declararia o corte de relações com os seus mestres judeus e cruzados, e que o seu objectivo era matar judeus e libertar a Palestina" - afirmou o bandido-mor desta raça de criminosos que se auto-denomina como "estado islâmico."
E, movido pela peçonha do veneno com que se alimenta, al-Baghdadi passou às ameaças claras a Israel e aos judeus: "Os judeus pensam que nos esquecemos da Palestina e que nos têm distraído disso. Nem pensar, ó judeus. Nem por um momento esquecemos a Palestina. Com a ajuda de Alá, não a esqueceremos...os pioneiros dos combatentes jihadistas irão cercar-vos num dia que vocês pensam estar distante e que nós sabemos estar próximo. Estamos aproximando-nos a cada dia."
E o líder do "ISIS" prosseguiu a vomitar o seu ódio anti-semita: "Nunca encontrareis conforto na Palestina, ó judeus! A Palestina não será a vossa terra nem a vossa casa, mas antes um cemitério para vós."
"Alá ajuntou-vos na Palestina para que os muçulmanos vos matem, para que assim vos possais esconder atrás das árvores e das pedras (uma tradição muçulmana respeitante à matança de judeus) - vociferou o líder terrorista.
Esta foi a primeira vez depois de Maio passado em que se ouviu uma declaração pública gravada por este terrorista-mor do auto-denominado "estado islâmico."

Ele que se meta com Israel, que vai ver quem é que vai mesmo para o cemitério...!

Shalom, Israel! 

segunda-feira, julho 06, 2015

DOMO DA ROCHA "EM VIAS DE EXTINÇÃO" - AFIRMA A CNN

A cadeia norte-americana de TV "CNN" divulgou na semana passada uma lista daquilo que considera serem as "25 magníficas estruturas em vias de extinção", estando a Cidade antiga de Jerusalém no topo da lista.
A cadeia noticiosa citou a "tensão política" como razão primária para que o sítio se encontre em perigo.
A Cidade velha, bem como as suas muralhas, encontra-se desde 1982 à cabeça da "Lista do Património Mundial em perigo" organizada pela UNESCO, segundo proposta feita pela Jordânia.

A Cidade velha é aquela que há mais tempo tem estado continuamente nesta lista da UNESCO. A CNN divulgou a lista, destacando o "Domo da Rocha" do meio dos outros 200 monumentos anualmente visitados por milhões de turistas que visitam Jerusalém.
A parte oriental de Jerusalém, incluindo a Cidade velha, ficou sob domínio jordano desde 1948, durante a Guerra da Independência de Israel. Em 1967, durante a Guerra dos Seis Dias, a Cidade foi reunificada e anexada por Israel, uma medida que até ao dia de hoje não tem sido reconhecida a nível internacional. Desde essa altura que a Cidade tem sido um epicentro de conflitos.
Num desastroso esforço para manter a estabilidade, logo após a reunificação, o governo israelita optou por ceder o controle do Monte do Templo à Waqf muçulmana sediada na Jordânia. Este mesmo Monte onde outrora foram erigidos o primeiro e o segundo Templo...

E as consequências desta desastrosa decisão são fáceis de ver: os não muçulmanos (judeus e cristãos) estão proibidos de fazer quaisquer orações ou leituras da Bíblia no Monte; qualquer espécie de ritual religioso não islâmico é imediatamente combatido, muitas vezes de forma violenta; o acesso ao Monte por parte de judeus e não muçulmanos tem bastantes restrições; e como se isto não bastasse, na semana passada a comunicação social divulgou a imagem de uma bandeira negra do "ISIS" desfraldada no Monte...
Realmente o local mencionado pela CNN está "em vias de extinção" e o próprio Monte em si, mas não pelas razões apontadas pela CNN. A Waqf muçulmana continua a fazer escavações no local, e isso sem qualquer autorização ou métodos de preservação. Isso, sim, põe em causa a estabilidade do lugar...
Para além disso, a Waqf muçulmana tem vindo a ser acusada de andar a tentar destruir evidências arqueológicas que comprovam a presença judaica na região e no Monte do Templo.

Shalom, Israel!

quarta-feira, fevereiro 18, 2015

ISIS PLANEIA ATACAR A EUROPA A PARTIR DA LÍBIA

Segundo o conceituado jornal britânico "Telegraph" noticiou na sua edição de hoje, o movimento terrorista islâmico "ISIS"- que recentemente decapitou 21 cristãos coptas egípcios na Líbia e agora queimou vivas 45 pessoas dentro de jaulas, no Iraque - planeia "inundar" a Líbia com militantes da Síria e do Iraque, que depois atravessarão o Mediterrâneo na qualidade de "emigrantes" em barcos fretados por traficantes.
A Líbia tornar-se-à assim para os terroristas islâmicos um ponto de partida para o lançamento de uma guerra em todo o sul da Europa. 
O periódico britânico cita inclusivamente cartas escritas por apoiantes do "ISIS."
Segundo estas informações hoje divulgadas, após atravessarem o Mediterrâneo desde a Líbia até ao sul da Europa, os terroristas dispersar-se-iam por cidades do sul da Europa cometendo ataques que incluiriam também o comércio marítimo.
O Egipto já fez alguns ataques às posições do "ISIS" na Líbia, mas solicitou à ONU o apoio internacional pata acabar de vez com a crescente ameaça da presença dos terroristas islâmicos na fragilizada Líbia. 
A Líbia fica a menos de 500 quilómetros da Itália, e a instabilidade actual nesse país africano tem deixado os líderes europeus preocupados com a possibilidade de ataques terroristas em pleno solo europeu.
Os chefes da segurança da Itália aprovaram ontem um plano para colocar nas ruas de todo o país 4.800 militares para protecção de potenciais ataques de militantes islâmicos.
Segundo o comunicado emitido ontem, todos os locais e alvos sensíveis serão protegidos pelo menos até Junho próximo.
500 serão colocados em Roma, onde já existe uma protecção militar especial às missões e residências diplomáticas, a sinagoga da capital e às escolas judaicas.

Shalom!

sexta-feira, setembro 26, 2014

MENINA ADOLESCENTE QUE ESCAPOU DO ISIS TESTEMUNHA DE VIOLAÇÕES E CONVERSÕES FORÇADAS AO ISLAMISMO PELOS MILITANTES ISLÂMICOS

Uma menina denominada "Aria" (nome fictício) num campo de refugiados no Iraque e que conseguiu escapar dos militantes do ISIS descreveu algumas das atrocidades que estão sendo cometidas pelo grupo terrorista, incluindo a conversão forçada ao islamismo e a violação de jovens mulheres pelos líderes do ISIS.
"Em Mosul, eles tentaram forçar-nos a mudar de fé e de religião" - revelou a menina de 15 anos a quem foi dado o nome fictício de "Aria" à repórter da CNN no campo de refugiados Khanke no noroeste do Iraque. "Eles disseram-nos: 'Leiam o nosso Corão.' Algumas das moças contestaram: 'Nós nunca fomos à escola - não sabemos ler.' Eu não poderia compreender o Corão."
Aria foi raptada há mais de seis semanas atrás quando a sua família estava tentando fugir de carro da sua casa em Sinjar, sabendo que os militantes do ISIS se estavam aproximando. Daí a pouco, foram cercados por um comboio de veículos carregando as bandeiras negras do grupo terrorista, e a adolescente foi levada cativa.
"Eles obrigaram-nos a sair do carro" - testemunhou Aria, continuando: "As meninas e as mulheres foram separadas dos homens, incluindo o meu irmão de 19 anos. Mas eles só levaram as meninas, obrigando-nos a entrar numa mini-van."
As mulheres foram então levadas para Mosul, onde o ISIS tem criado uma forte presença, e levadas para uma casa onde ficaram fechadas com outras adolescentes que também tinham sido raptadas.
Aria testemunhou que as moças ficaram ali durante mais de 3 semanas, sob condições horríveis, e que um sheik veio ali buscar 20 meninas, incluindo a sua cunhada com 14 anos.
"Ele forçou-a. Fiquei muito assustada. Muitas das minhas amigas foram violadas. É duro falar acerca disso" - confessou a menina.
"A toda a hora estou vendo as caras deles" - prosseguiu Aria - "Tenho pesadelos. Não posso deixar de pensar em como é que eles forçaram aquelas meninas. Vi e passei por muito."

DECAPITAÇÕES DE CRIANÇAS
O grupo ISIS, que tem estado activo no Iraque e na Síria, tem sido acusado de decapitar crianças e de levar a cabo violações em massa na região.
"Eles estão sistematicamente a decapitar crianças, mães e pais. O mundo nunca viu um mal como este nesta geração. Há até um parque em Mosul onde eles têm decapitado crianças e enfiado as suas cabeças em paus" - afirmou numa entrevista anterior Mark Arabo, porta-voz nacional para os cristãos iraquianos.
E acrescentou: "Eles guardam-nas no parque. Isto são crimes contra a humanidade. O mundo inteiro deveria juntar-se. Isto é muito mais amplo do que uma comunidade ou um credo. Estes são crimes contra a humanidade e eles estão a fazer as coisas mais horrendas e mais chocantes que se possa imaginar" - explicou. 
Outras vítimas que têm conseguido escapar ao grupo terrorista, incluindo um rapaz de 13 anos identificado como Mohammed, têm também confirmado que o ISIS está a doutrinar os rapazes com a sua ideologia em acampamentos infantis, onde os militantes levam a cabo decapitações, apedrejamentos e crucificações. 

FUGA
Aria e uma amiga conseguiram fugir após terem telefonado a um tio dela que conhecia pessoas dispostas a ajudar. As meninas cobriram a cabeça com os véus e correram pela porta da casa onde estavam sendo sequestradas, e os amigos do tio da amiga de Aria conseguiram levá-la em segurança para uma casa em Fallujah.
Quando se juntou à família, Aria ficou a saber que o seu irmão tinha sido assassinado.
"Isso entristeceu-me muito. Eu só tinha aquele irmão. Ele só tinha casado há seis meses. Fiquei tão triste com a notícia. Eles mataram-no e a outros homens quando me sequestraram. Eles mataram-no com um tiro na cabeça. A minha mãe dormiu toda a noite ao lado do corpo do filho."
Aria confessou ainda ser perseguida pela culpa ao saber que os membros do ISIS haviam violado as outras meninas na casa quando souberam que Aria e a amiga tinham escapado. 
"Eles violaram-nas por nós termos escapado. Foi esse o castigo. Eles aumentaram a segurança para mais ninguém conseguir fugir. Tenho de viver com isso" - lamentou Aria.

É este o terrorismo islâmico que os EUA, a França e uma coligação internacional (incluindo países árabes) estão a tentar combater.
É esse mesmo tipo de terrorismo que Israel tem vindo a combater, quando tenta defender as suas populações civis dos ataques terroristas do Hamas, da Jihad Islâmica e seus pares.
Mas isso o mundo não quer entender...

Shalom, Israel!

sexta-feira, setembro 05, 2014

BANDEIRA DO "ESTADO ISLÂMICO" JÁ FOI EXIBIDA NO MONTE DO TEMPLO

O canal israelita de TV "Canal 10" exibiu na passada Quarta-Feira à noite imagens daquilo que alega ter sido uma "reunião do estado islâmico" recentemente realizada no Monte do Templo, em Jerusalém.
Esta reportagem televisiva que será apresentada na totalidade durante a próxima semana tenta demonstrar que a intenção do "estado islâmico" é chegar a Jerusalém e Israel num próximo futuro.
A reunião, na qual estiveram presentes milhares de participantes, foi formalmente organizada pelo partido Tahrir, considerado como o "braço palestiniano" do "estado islâmico".
Vários oradores muçulmanos foram filmados antecipando a "libertação" de Jerusalém e lamentando a "conspurcação judaica" da cidade santa. Várias bandeiras negras da "ISIS" foram vistas a flutuar durante o encontro.
Segundo a reportagem, esta reunião teve lugar numa recente Sexta-Feira.
O repórter Zvi Yehezkeli disse que uma fotografia de um adolescente palestiniano segurando uma bandeira do "ISIS" que proliferou nas redes sociais durante a semana passada foi tirada perto de onde ele se encontrava.
Yehezkeli relatou ter esperado que a polícia o parasse quando ele tentou subir ao Monte do Templo, numa altura designada para as orações dos muçulmanos (Sexta-Feira), e que foi assustador estar na esplanada durante a realização do encontro do "estado islâmico."
Segundo este repórter, "o estado islâmico, que agora está batendo à porta da Jordânia, marcou a 'Palestina' como o próximo alvo da sua lista."
Este grupo terrorista ligado ao extremismo islâmico já conseguiu grandes ganhos na Síria e no Iraque, tendo sido alvo dos ataques aéreos norte-americanos. 
Este movimento terrorista já decapitou 2 jornalistas norte-americanos capturados na Síria, fazendo questão de exibir as imagens nas redes sociais. A última vítima deste ódio islâmico foi o jornalista Steven Sotloff, com dupla nacionalidade americana e israelita, um judeu neto de sobreviventes do Holocausto que veio viver para Israel em 2008.
Estes são sinais daquilo que se aproxima cada vez mais de Jerusalém, nada que nos espante, mas que nos assusta imenso...
Shalom, Israel!

quarta-feira, setembro 03, 2014

JORNALISTA JUDEU DECAPITADO PELO GRUPO TERRORISTA "ESTADO ISLÂMICO"


Steven Sotloff é o segundo jornalista a ser decapitado pelos terroristas muçulmanos do grupo "Isis" ("Estado Islâmico")
Este jornalista tinha a dupla nacionalidade norte-americana e israelita, tendo feito os seus estudos em Israel e tendo conseguido ocultar a sua identidade judaica mesmo quando já sequestrado pelos terroristas. Steven jejuou secretamente durante a última festa judaica do Yom Kippur, sem que os seus raptores se dessem conta da sua identidade judaica. 
A Casa Branca já confirmou a autenticidade do video partilhado ontem pelos terroristas na comunicação social e nas redes sociais, mostrando a decapitação de mais esta vítima do terrorismo islâmico.
Sotloff tinha feito allyah (retorno) para Israel. Apesar de ter estudado em Israel, pouco se sabe sobre a sua estadia neste país. Após ter sido capturado na Síria, toda a informação acerca da sua presença em Israel foi apagada dos registos informáticos.
Colegas e pessoas chegadas ao jornalista testemunharam do seu fascínio pelo jornalismo e pelas mudanças em curso no Médio Oriente. Testemunharam também da sua generosidade como homem.
O seu prazer era relatar histórias a partir do homem comum, e não da perspectiva dos exércitos ou dos campos de batalha.
Um amigo próximo de Steven Sotloff que esteve com ele durante o cativeiro revelou que ele tinha conseguido praticar o jejum durante a festa judaica do Yom Kippur, alegando aos seus captores muçulmanos que se encontrava doente e que por isso não queria comer: "Ele disse-lhes que estava doente e que não queria comer, apesar de naquele dia nos serem servidos ovos" - testemunhou o colega, acrescentando: "Ele costumava orar secretamente voltado para Jerusalém. Ele costumava verificar em que direcção os seus captores oravam (Meca) e então ajustava o seu ângulo para Jerusalém."
Outros colegas recordam o seu profissionalismo: "Ele tocou-me profundamente por ser uma pessoa muito...muito decente... ele não andava atrás do sensacionalismo, não andava atrás de um "furo jornalístico" - testemunhou James Denton, redactor e editor do jornal "World Affairs", sediado em Washington, um dos vários órgãos de comunicação social que compravam os seus trabalhos jornalísticos como freelancer. Outros órgãos incluíam a revista TIME e o "Foreign Affairs."

"UM HOMEM HONRADO"
Sotloff, era um judeu de 31 anos nascido em Miami, na Florida, jornalista de profissão, freelancer, e que desapareceu na Síria em Agosto de 2013, não tendo sido mais visto até ao mês passado, quando surgiu no video partilhado pelos terroristas do "Estado Islâmico" e que mostra a decapitação do outro jornalista americano, James Foley.
Nesse video Sotloff aparece vestido com um pijama cor de laranja e recebe ameaças de decapitação, "a menos que os Estados Unidos cessassem com as suas intervenções aéreas no estado islâmico."
Em Agosto passado a mãe do jornalista partilhou um video apelando aos captores para que tivessem misericórdia e poupassem o seu filho, alegando ser ele "um homem inocente", um "homem honrado" e sempre disposto a "ajudar os mais fracos."
No video a mãe do jornalista faz uso dos princípios "humanos" do islamismo para que os raptores poupem a vida do seu filho.
Numa breve declaração, a publicação norte-americana "Foreign Policy" classificou Sotloff como "um jornalista corajoso e talentoso", cujos trabalhos jornalísticos "demonstravam uma profunda preocupação pelos civis apanhados no meio de uma guerra brutal."

Shalom!