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sábado, dezembro 24, 2016

DEPOIS DA TRAIÇÃO AMERICANA, NETANYAHU REJEITA A RESOLUÇÃO DA ONU CONTRA ISRAEL

VOTAÇÃO DO CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU:
14 VOTOS A FAVOR DA RESOLUÇÃO E 1 ABSTENÇÃO
Depois da reunião de ontem do Conselho de Segurança da ONU promovida pela Venezuela, Senegal, Nova Zelândia e Malásia para fazer aprovar a proposta de resolução condenando Israel pela construção de aldeamentos nas terras bíblicas da Judeia, Samaria e Jerusalém oriental, e em que 14 países votaram a favor da resolução e os EUA pela primeira vez na sua história votaram pela abstenção, abrindo assim a porta para que a resolução passasse, o primeiro-ministro Netanyahu afirmou claramente que não aceitará a pérfida resolução.

TRAÍDOS PELO "AMIGO AMERICANO"
Os líderes israelitas e judeus por todo o mundo ficaram revoltados com a atitude de Hussein Obama, ao atraiçoar a nação "amiga" de Israel, permitindo que os seus inimigos agora determinem o que Israel tem ou não de fazer. Em suma, a administração norte-americana de Obama entregou Israel aos abutres.

VOTO DE ABSTENÇÃO DOS EUA
A embaixadora norte-americana na ONU tentou fazer crer que desde há décadas que os EUA têm tentado enviar uma mensagem a Israel de que as construções têm de parar. 
Para os palestinianos, 23 de Dezembro de 2016 "foi um dia de vitória para a lei internacional." 
Imagine-se ao que isto chegou: um grupo de canalhas terroristas e promotores do terrorismo a falar de "lei internacional"...

UMA PROVOCAÇÃO AO DEUS DE ISRAEL...
Apesar de todos os esforços diplomáticos feitos por Israel e do telefonema de Donald Trump, a actual administração norte-americana decidiu provocar Deus, ao combater o direito do povo judeu a construir onde muito bem entender na Terra concedida por Deus a um único povo: o povo de Israel.
O Egipto, que a mando dos palestinianos tinha proposto a votação para o dia 22, acabou por adiar a mesma horas antes da reunião, abrindo esperanças a Israel de que a mesma não se realizaria antes de Trump assumir a presidência norte-americana. Mas as esperanças de Israel saíram goradas ontem, com o relançar da proposta de algumas nações, algumas das quais se pensava seriam amigas de Israel, como a Nova Zelândia e o Senegal, das quais Netanyahu já mandou convocar os embaixadores.

"NÃO RESPEITAREMOS AS CONDIÇÕES DA RESOLUÇÃO"
Imediatamente depois de ter tomado conhecimento desta votação contra Israel, Netanyahu emitiu um comunicado, afirmando que "Israel rejeita esta vergonhosa resolução anti-Israel na ONU e não respeitará as suas condições. Numa altura em que o Conselho de Segurança nada faz para fazer parar a matança de meio milhão de pessoas na Síria, ele ataca desgraçadamente a única democracia no Médio Oriente, Israel, chamando ao Muro Ocidental de 'território ocupado.'"
Netanyahu acrescentou que anseia trabalhar com o presidente eleito Trump, bem como com os membros pró-Israel do Congresso norte-americano, de forma a reverter os estragos desta "absurda" decisão.
Depois da votação de ontem, Netanyahu convocou os seus embaixadores na Nova Zelândia e no Senegal para consultas. Foi também mandada cancelar a visita do ministro dos Negócios Estrangeiros do Senegal a Israel e todas as ajudas àquele país.
Netanyahu criticou também Obama e o secretário de estado John Kerry, como estando por detrás desta resolução, tal como os palestinianos. Os norte-americanos querem a todo o custo impôr a Israel uma solução "2 estados", querendo dessa forma impedir Israel de construir em territórios que os norte-americanos e não só consideram como "ocupados."
A resolução exige que Israel "cesse imediata e completamente todas as actividades dos colonatos no território palestiniano ocupado, incluindo Jerusalém oriental", acrescentando ainda que o estabelecimento de colonatos por Israel "não tem validade legal e constitui uma flagrante violação sob a lei internacional."
Todo o abominável documento da resolução refere-se a Israel como "força ocupante."

Esta decisão dos EUA de se abster foi claramente uma vingança de Hussein Obama contra Netanyahu, com quem nunca teve boas relações, uma vez que Obama sempre tentou nos seus 8 anos de reinado impôr a solução "2 estados", que Netanyahu sempre foi protelando. Fala-se também que terá sido ainda uma vingança pela vitória inesperada de Donald Trump, um declarado amigo de Israel.

"AS COISAS VÃO MUDAR DEPOIS DO DIA 20"
Logo a seguir à pérfida votação, Donald Trump escreveu no twitter: "Quanto à ONU, as coisas serão diferentes depois do dia 20 de Janeiro."
O actual secretário geral da ONU, Ban ki-Moon, que nunca simpatizou com Israel, também deu as boas vindas à resolução. Enquanto isso, o embaixador russo na ONU apelou a Israel para "respeitar a lei internacional."

DIA DE VITÓRIA PARA OS PALESTINIANOS
A decisão da ONU foi para os palestinianos "uma grande bofetada nas políticas israelitas, uma condenação unânime internacional dos colonatos e um forte apoio à solução 2 estados" - afirmou um porta voz oficial de Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestiniana.

ESPERANÇA ISRAELITA EM GUTERRES
Danny Danon, embaixador israelita na ONU, afirmou não ter dúvidas de que tanto a nova próxima administração Trump, como o próximo secretário geral da ONU, o português António Guterres, "nos conduzirão a uma nova era em termos da relação da ONU com Israel."
Assim seja.

Shalom, Israel! 

quarta-feira, novembro 16, 2011

"TUDO ESTÁ EM CIMA DA MESA EM RELAÇÃO AO IRÃO" - AFIRMA O GOVERNO DE NETANYAHU AO PARLAMENTO DE ISRAEL


O plenário do parlamento de Israel (o Knesset) debateu hoje a possibilidade de um ataque ao Irão, uma vez que este país está preparando armas nucleares e tem afirmado clara e publicamente a sua intenção de destruir Israel.
Michael Eitan (do partido Likud), em representação do primeiro ministro afirmou: "Faremos todos os esforços para envolver a comunidade internacional, mas Israel deve tornar bem claro que todas as opções estão sobre a mesa".
Segundo o ministro Orlev, não existe um verdadeiro dilema: "O estado de Israel não se pode permitir estar debaixo de uma ameaça nuclear por parte de um país cujos cabeças declaram abertamente a sua intenção de nos destruir. Esperamos que o mundo resolva o problema, mas a nossa experiência diz-nos que não podemos confiar no mundo. Se o mundo não agir, não podemos ficar parados. Isto não é um assunto para discussão no plenário ou nas manchetes dos jornais sobre como isto deve ser feito. Se Israel decidir fazer aquilo que deve ser feito, ninguém precisa de saber nada sobre isso".  
O mundo começa a agitar-se em relação a esta questão. Segundo alguns entendidos, até Abril de 2012 o Irão disporá já de armas nucleares.
Mas o mundo continua no blá-blá-blá habitual. Tal como em 1938...
Shalom, Israel!