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sexta-feira, novembro 05, 2021

CHEFE DA IGREJA CATÓLICA POSICIONA-SE (MAIS UMA VEZ) CONTRA ISRAEL

Nada de novo por parte da Igreja Católica Romana e do seu chefe supremo, conhecido como "papa." 

Mais uma vez o chefe católico posicionou-se ao lado do líder palestiniano contra Israel, fazendo jus às ambições palestinianas de terem um estado palestiniano na Terra de Israel com Jerusalém como capital. 

Ontem mesmo o líder palestiniano Mahmoud Abbas visitou o seu amigo papa Francisco I, onde, em audiência privada de 55 minutos, reiterou as velhas aspirações dos inimigos de Israel. Um comunicado oficial do Vaticano descreveu o encontro como "cordial", apelando à retomada das conversações de paz visando a solução de 2 estados: "Em relação ao processo de paz entre israelitas e palestinianos, foi vincado que é absolutamente necessário reactivar o diálogo directo de forma a alcançar-se a solução de 2 estados, também com a ajuda de um esforço mais vigoroso da parte da comunidade internacional." E o comunicado acrescenta: "Finalmente, foi reiterado que Jerusalém deve ser reconhecida por todos como lugar de encontro e não de conflito, e que o seu estatuto deve preservar a sua identidade e valor universal como uma Cidade Santa para as três religiões abraâmicas, também através de um estatuto especial internacionalmente garantido." Note-se neste comunicado a interferência católica/palestiniana nos assuntos internos de um estado de direito, neste caso, Israel...


Segundo o órgão oficial da Autoridade Palestiniana, o "Wafa News", o líder palestiniano Mahmoud Abbas "pôr o papa ao corrente" naquilo que ele descreveu como sendo os esforços dos israelitas para se apropriarem de propriedades palestinianas e da Igreja (católica), "inclusivé através de vendas fraudulentas, paryicularmente na Cidade velha de Jerusalém."

VATICANO RECONHECEU O "ESTADO DA PALESTINA" EM 2013

O estado católico romano presidido pelo papa reconheceu um pseudo-estado palestiniano já em 2013, numa clara atitude provocatória em relação ao estado soberano de Israel. Já nesse mesmo ano o líder palestiniano tinha provocado ondas de choque numa mensagem natalícia ao afirmar que Jesus era palestiniano. Enquanto Israel criticou essa alegação de Abbas, a Igreja Católica Romana permaneceu "estranhamente" em silêncio. 

COMO VIVEM OS CRISTÃOS NA "PALESTINA"

Desde que a Autoridade Palestiniana efoi estabelecida em 1994 que a comunidade cristã palestiniana que vive sob a jurisdição da AP tem estado a decrescer. os cristãos palestinianos queixam-se do roubo de terras por parte dos muçulmanos, de assédio às mulheres cristãs, de pagamento forçado como "taxa de protecção" aos negócios de cristãos, taxas descriminatórias e frequentes roubos e vandalização de igrejas. Os cristãos também enfrentam sequestros e conversões forçadas. Os cristãos palestinianos também acusam o sistema judicial da AP de não providenciar recursos legais. 

Para além de tudo isto, o silêncio dos mídia internacionais sobre a causa dos cristãos palestinianos torna a vida deles ainda mais difícil, um verdadeiro drama remetido ao silêncio. A situação tem levado a um êxodo de cristãos residentes na Terra Santa, especialmente da cidade de Belém. Antes de a AP ter sido estabelecida em 1994, os cristãos eram a maioria em Belém. Hoje, são menos de 20 por cento da população. 

Tudo isto associado ao silêncio do Vaticano e correspondente hipocrisia dos seus líderes torna a vida muito difícil aos cristãos palestinianos e só vem demonstrar com que tipo de gente Israel tem de lidar...

Shalom, Israel!

quarta-feira, maio 13, 2015

VATICANO RECONHECEU OFICIALMENTE "ESTADO DA PALESTINA"

Pope Francies (Photo: AFP)O Vaticano, comandado pelo seu chefe-mor Francisco I, acabou de reconhecer oficialmente esta manhã o alegado "estado da Palestina."
Este reconhecimento de um estado inxistente na Terra de Israel é um acto ignóbil e de abominável traição ao estado hebraico e aos judeus de todo o mundo.
Nunca me deixei enganar pelos sorrisos e abraços do homem vestido de branco que se faz amigo dos judeus, abraçando-os e visitando as suas sinagogas, apunhalando-os depois pelas costas - prestando um excelente serviço aos seus "amigos" palestinianos, incuráveis inimigos de Israel.
Segundo este novo reconhecimento, o Vaticano passará a tratar todos os assuntos referentes aos seus interesses na Terra Santa com o alegado "estado palestiniano", quando até aqui sempre o fazia com a "Autoridade Palestiniana."
Segundo Federico Lombardi, -voz do Vaticano - considerado por muitos como o ninho da "grande prostituta do Apocalipse"- este não foi o primeiro reconhecimento oficial de um alegado estado palestiniano: "Nós já reconhecemos o estado da Palestina desde que lhe foi dado reconhecimento pelas Nações Unidas, estando até já alistado no nosso "livro do ano" como "estado da Palestina."

DESILUSÃO EM ISRAEL
O Ministério das Relações Exteriores de Israel declarou estar "desapontado" com a medida: "Esta medida não promove o processo de paz, e distancia a liderança palestiniana do retorno às negociações directas e bilaterais."
E acrescentou: "Israel estudará o acordo e considerá os passos a tomar em função do mesmo."
O tratado foi finalizado dias antes de o chefe da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas ir visitar o chefe da Igreja Católica Romana no Vaticano para assistir à canonização de dois santos católicos oriundos do Médio Oriente.
Segundo o minstério das Relações Exteriores do Vaticano, este acordo "enquadra-se perfeitamente dentro da posição da Santa Sé."

Nada que nos admire. Afinal tudo está a decorrer conforme previsto nas profecias bíblicas.
Israel terá que contar cada vez mais com o único Amigo fiel: o Eterno Deus de Abraão, Isaque e Jacob...

Shalom, Israel!