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sábado, agosto 16, 2025

"TRAÍMOS A TERRA DE ISRAEL!" - 20 ANOS APÓS A RETIRADA FORÇADA DE GAZA, A MAIORIA DOS ISRAELITAS ACHA QUE FOI UM ERRO


A guerra em Gaza tem estado no topo das notícias há quase 2 anos. No entanto, faz esta semana 20 anos que Israel expulsou milhares de israelitas das comunidades pujantes de Gaza e do Norte da Samaria numa medida que se esperava trouxesse a paz. 

O que aconteceu depois disso revelou algo bem diferente...

Em 2005 o então primeiro-ministro Ariel Sharon desenraizou 21 comunidades judaicas da Faixa de Gaza e 4 da Samaria, forçando dezenas de milhares de israelitas a abandonar e a perder as suas casas. 

Conhecido como o processo de "desligamento", o mesmo tratou-se de concessão de terra que foi pensada como sendo o próximo passo para a paz com os palestinianos sob os auspícios da Autoridade Palestiniana. 

Logo dois anos depois, o grupo terrorista Hamas tomou o controle de toda a Faixa de Gaza numa violenta batalha entre palestinianos pelo controle do enclave. Nos anos que se seguiram, o Hamas e outros grupos terroristas dispararam dezenas de milhares de rockets contra o território vizinho de Israel, levaram a cabo inúmeros ataques suicidas e construíram uma enorme rede de túneis subterrâneos.

O assassinato de cerca de 1.200 israelitas no dia 7 de Outubro de 2023, rompendo as barreiras divisórias e entrando no território israelita foi classificado como o maior massacre do povo judeu depois do Holocausto, levando a que muitos israelitas apelassem a um retorno a Gaza.

Muitas pessoas desconhecem de facto que Gaza é na realidade judaica. Os judeus têm temporariamente vivido em Gaza ao longo de milénios. Gaza foi primeiramente mencionada em Génesis, e posteriormente (Josué 15) incluída na herança da tribo de Judá. Mesmo no início dos anos 1900 os judeus já viviam em Gaza. 

Antes de Israel ter sido formalmente estabelecido no anos 1940, já existiam comunidades judaica em Gaza. Infelizmente, por os britânicos por não quererem defender os judeus, expulsaram-nos de lá. Eles diziam: "Corram!", por estarmos a ser mortos nos pogroms perpetrados pelos árabes em finais dos anos 1920 e nos anos 1930. 

Desde o estabelecimento do estado de Israel em 1948 até à Guerra dos Seis Dias, Gaza ficou sob o controle egípcio. Logo a seguir à vitória israelita, a maioria das 21 comunidades judaicas foram lá estabelecidas nos anos 1970 e 80. 

As comunidades judaicas começaram a prosperar. ao longo de 30 anos a indústria agrícola cresceu ao ponto de produzir 15% dos vegetais exportados por Israel, num volume anual de 60 milhões de dólares. 

Anita Tucker, apelidada como "senhora do salsão" cultivou com sucesso a terra na sua comunidade de Netzer Hazani durante décadas. Há cerca de 10 anos ela testemunho o seguinte a um repórter da CBN, acerca de um dos seus primeiros encontros com os árabes: "Certo dia, vindo como que de nenhures, como se tivesse surgido de debaixo das areias das dunas, lá vieram  aqueles árabes com os seus keffieh e as suas longas galábias, o longo manto árabe. Observámos que traziam pão e sal nas suas mãos segundo a tradição árabe: Bruchim haBaim! Bem vindos" - disseram-nos, acrescentando estarem felizes pela nossa presença. 

Tucker assinalou que os árabes pareciam contentes pelo seu sucesso. "Eles estavam contentes com aquela bênção, porque isso representava trabalho para o povo. Nós ensinámos-lhes a agricultura moderna."

Tucker acredita que o relacionamento começou a esboroar-se quando o mundo começou a falar de paz. 

"Costumo dizer que eles escreveram isso da forma errada. Em vez de escreverem PAZ, alguém, por engano, escreveu, PEDAÇO, e eles começaram a rasgar-nos em pedaços e a rasgar os árabes que viviam em Gaza em pedaços também."

Yair Shoshan tinha 18 anos quando residia então na comunidade de Gadid. Era o ano de 2005. "Nós sabíamos que no minuto em que saíssemos dos espaços agrícolas de Gush Katif  íamos pagar um preço. Nós sabíamos que isso nos custaria mísseis, disparos e ataques terroristas. No final das contas, aqui estamos nós fechando o círculo."

Os 9.000 residentes de Gush Katif decidiram que não sairiam voluntariamente. Eles achavam que se haviam instalado na terra bíblica prometida a Abraão, Isaac e Jacob, com a bênção do governo israelita. Eles acreditaram até ao fim que haveria um milagre. 

Shoshan recorda: "A coisa mais triste foi os soldados participarem no desligamento. Eles evacuaram-nos. Eles tiraram-nos à força. E até ao último não acreditámos que tal viesse a acontecer, tínhamos a certeza que os jardineiros estavam a cuidar de tudo, e até ao último dia fomos regando as hortas, estando convencidos que aquilo não iria acontecer."

Após mais de 30 anos de nutrir com sucesso as comunidades, bastou uma semana para obliterar os traços da presença judaica nas areias das dunas de Gaza. 

Amichai Chikli, ministro dos assuntos da Diáspora do actual governo de Netanyahu afirmou ter sido "um erro terrível ter saído, porque isso envia uma mensagem errada ao inimigo de que estamos a regressar debaixo de pressão, de que estamos de facto a render-nos por não querermos, não querermos lutar."

Chikli servia então nas IDF. Ele afirmou: "Penso que o 7 de Outubro é um resultado directo do desligamento, e eu tenho algo a dizer acerca disso: Nós traímos a terra de Israel em 2005, e a terra não se esqueceu nem perdoou. Jamais devemos ceder um palmo do nosso solo na Judeia, Samaria, Jerusalém, etc."

Seis meses antes do desligamento, em 2005, as sondagens apontavam para um apoio de cerca de dois terços dos judeus. Muitas pessoas que apoiavam o desligamento nas aldeias perto de Gaza acreditavam realmente que isso iria trazer a paz. Chikli acredita que foi uma lição dura de aprender. Uma sondagem recente revelou que 76% dos israelitas acredita que a retirada foi um erro. Segundo Chikli, aos olhos dos inimigos, cada judeu é um colono que não pertence aqui, quer seja em Gush Katif ou em Tel Aviv. "Eles vêem-no a partir de uma perspectiva religiosa. Ele vêem-no como islâmico, como território muçulmano."

O próprio presidente Trump afirmou há pouco ter sido um erro Israel ter saído da Faixa de Gaza. Para muitos judeus, é tempo de Israel retornar. "esse teste para ver se os palestinianos seriam capazes de gerir o seu próprio estado estourou à frente de todos. Eles querem destruir-nos. Eles não podem viver lá. Temos de voltar e viver ali e tomar posse daquilo. É tempo de tornar Gaza novamente judaica."

Nota final: o então primeiro-ministro que em 2005 ordenou a evacuação de toda a população de Gaza, entrou pouco depois em estado de coma vegetativo que durou até à sua morte, seis anos depois...

Shalom, Israel!

quinta-feira, janeiro 02, 2014

ESTADO DE SAÚDE DE ARIEL SHARON DETERIORA-SE


O grande líder e mítico herói hebreu Ariel Sharon parece não ter hipóteses de sobreviver, uma vez que os seus órgãos essenciais começam a falhar. Segundo a opinião dos médicos transmitida ontem e esta manhã ao mundo, a falha do funcionamento dos rins poderá alastrar-se a outros órgãos vitais e provocar a morte.
Ariel Sharon, com 85 anos, antigo primeiro-ministro de Israel, encontra-se em estado de coma desde 2006.
Nestes dois últimos meses o estado de saúde de Sharon tem andado aos "altos e baixos", mas com a falência actual dos órgãos vitais a situação complicou-se bastante.
ARIEL SHARON EM ESTADO DE COMA
A família de Sharon encontra-se neste momento reunida junto ao seu "patriarca", julgando-se - segundo a opinião dos médicos - que o seu fim será uma questão de horas ou de dias.

UMA DAS FIGURAS MAIS EMBLEMÁTICAS DE ISRAEL
Ariel Sharon é uma das personagens políticas mais famosas e controversas em Israel. Foi um dos generais mais destemidos que o país conheceu até hoje. Fazia uso de estratégias ousadas, chegando ao ponto de desobedecer às ordens superiores para concretizar as suas operações. 
Sharon exerceu um papel decisivo nas grandes vitórias israelitas no Sinai, tanto na Guerra dos Seis Dias em 1967, como na Guerra de Yom Kippur, em 1973. A sua forte postura de militar vestido com o uniforme das Forças de Defesa de Israel associada à faixa de pano branco enrolada à volta da sua testa ferida em guerra deu-lhe o título nacional de "Arik, Rei de Israel." 
Sharon foi também ministro da Defesa em 1982, tendo comandado as operações da invasão do Líbano nesse mesmo ano, tendo sido depois obrigado a demitir-se do cargo após um inquérito ter alegadamente provado que Sharon falhou ao não ter evitado o massacre de refugiados palestinianos pelos cristãos falangistas nos campos de refugiados de Sabra e Shatilla. 
Ariel Sharon foi eleito primeiro-ministro no ano de 2001, tendo em meados de 2005 ordenado a retirada das tropas israelitas e dos colonos da Faixa de Gaza após 38 anos de controle militar do território, uma virada de 180º em relação à política de construção de aldeamentos que ele sempre defendera até então.
Em Janeiro de 2006 Ariel Sharon sofreu um enfarte que o deixou em estado de coma vegetativo até agora. Há quem atribua esta situação a "um castigo divino" pela decisão que ele tomou em relação a Gaza.

ANÚNCIO DA VINDA DO MESSIAS?
Como já expusemos anteriormente neste blog, as famosas profecias do mítico rabino Yitzhak Kaduri, que faleceu aos 108 anos, incluíam a predição de que a vinda do Messias teria lugar pouco tempo depois da morte de Ariel Sharon. 
Lembremo-nos de que foi este rabino que gerou uma imensa onda de choque na comunidade religiosa judaica ao revelar a identidade do Messias como sendo Yehoshua (Jesus). Há quem defenda até que ele se encontrou pessoalmente em sonhos ou visões com o próprio Jesus. A verdade é que o rabino alegava ter-se encontrado com o Messias e ter por isso conhecido a Sua identidade...
Estejamos atentos... e preparados para a Sua vinda!
Shalom, Israel!


terça-feira, janeiro 29, 2013

ARIEL SHARON DÁ SINAIS DE RECUPERAÇÃO

Sete anos depois de ter entrado em estado de coma profunda, o venerado líder israelita e ex-primeiro-ministro Ariel Sharon surpreendeu tudo e todos quando se registam sinais de reacção no seu cérebro a estímulos exteriores, como a voz do seu filho e fotografias de familiares. Esta é a análise conclusiva feita por uma equipa de cientistas israelitas e norte-americanos. 
Segundo os médicos, Ariel Sharon mostra uma actividade cerebral significativa.
Segundo informações da Universidade Ben Gurion prestadas no passado Domingo, Sharon reagiu a estímulos externos no Hospital Soroka, em Bersheva.
Foram-lhe mostradas fotos da sua família e tocadas gravações com o som da voz do seu filho, ao mesmo tempo que era feito um scanning de imagem ao seu cérebro. Segundo a universidade referiu, "foi observada uma significativa actividade cerebral...indicando um processamento adequado destas estimulações."
Sharon mantém-se mesmo assim em coma profundo desde 2006.
Este "gigante" da política, agora com 84 anos, liderou Israel entre 2001 e 2006, ano em que sofreu um ataque que o deixou em coma vegetativo ligado a respiradores.
Sharon foi um destacado chefe militar que combateu em três guerras antes de ter entrado na política. Em 2005 ele decidiu retirar unilateralmente as tropas e os habitantes judeus da Faixa de Gaza, tendo isso, na opinião de alguns, levado a que sofresse o ataque que o deixou em coma como "castigo de Deus"...
Shalom, Israel!



sexta-feira, novembro 12, 2010

ARIEL SHARON REGRESSA A SUA CASA

O antigo primeiro ministro Ariel Sharon, em estado de coma desde há cinco anos, vai finalmente regressar a sua casa, no rancho Sycamore.
O processo de "transporte" do corpo de Sharon, em estado vegetativo não será fácil, pois requer a transferência de uma grande quantidade de material médico do hospital em que ele tem até agora estado internado. O comité de finanças do Knesset aprovou ainda a atribuição de um subsídio anual de 440 mil dólares para ajuda ao ex-primeiro ministro, agora com 82 anos.
Recorde-se que Sharon te estado neste estado de coma desde há quase cinco anos, após ter sofrido um ataque cerebral em Janeiro de 2006, cinco meses depois de o seu governo ter expulso perto de 10.000 judeus dos seus lares em Gush Katif (Gaza) e do norte da Samaria.
Nestes últimos dias o pessoal médico do hospital tem estado a treinar familiares de Sharon e outro pessoal para o uso de todo o equipamento que agora irá ser instalado na casa dos Sharon.
Apesar do estado em que Sharon se encontra, é opinião genérica que a mudança para a sua casa, rodeado de familiares e de um ambiente natural magnífico será muito mais benéfica para o doente do que estar confinado a um quarto de um hospital.
Shalom, Ariel, Shalom, Israel!