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quarta-feira, dezembro 24, 2014

PELA PRIMEIRA VEZ EM 2 MI ANOS FOI USADO AZEITE "PURO" NA CELEBRAÇÃO DO "HANUKÁ" EM JERUSALÉM!

Foram precisos 2 mil anos para que se conseguisse produzir azeite "puro" semelhante àquele que era utilizado no Templo de Jerusalém!
Centenas de pessoas reuniram-se nesta passada Segunda-Feira na capital de Israel, Jerusalém, para presenciarem o "milagre" do azeite do "Hanuká" que, segundo a História e tradição judaicas, durou 8 dias, só que desta desta vez usando azeite puríssimo, tal e qual era usado nos dias de Jesus.
O azeite foi usado no 7º dia da Festa da Dedicação, uma festa também celebrada pelo próprio Messias Jesus.
O evento que reuniu na Cidade velha centenas de pessoas foi organizado pelo "Instituto do Templo" e pela "Associação dos Movimentos do Templo." 

AZEITE PURÍSSIMO
Segundo a Lei judaica (Halakha), as azeitonas 100% orgânicas têm de ser colhidas das plantações de oliveiras nos Montes Golan, tendo sido apanhadas por voluntários. O azeite foi depois extraído num estado de pureza ritual, debaixo da supervisão do rabino Azaryah Ariel, do Instituto do Templo.
"O povo judeu reconhece universalmente os temas gémeos da celebração acarinhada do Hanuká: Luz e Liberdade. O evento histórico e inspirativo realizado na sétima noite do Hanuká pelo Instituto do Templo foi na realidade uma celebração de ambas" - afirmou o rabino Chaim Richman, Director Internacional do Instituto do Templo.
"A luz do Menorá (candelabro) do Templo, cujo acendimento era "praticado" neste evento, representa a luz do Shekiná, a Presença Divina que resplandece desde o Templo sagrado e que ilumina o mundo inteiro.
Após vários anos de pesquisas e preparações, um azeite puro de oliveira foi produzido para o candelabro do Templo pela primeira vez depois da destruição do Templo Sagrado, como um passo inicial para a restauração do conceito bíblico de pureza bíblica no povo de Israel" - afirmou Richman.
O rabino Richman tem sido um dos promotores da campanha a favor das orações dos judeus no Monte do Templo, o lugar mais sagrado para o judaísmo. Os judeus estão actualmente proibidos de orar no Monte devido à pressão das organizações muçulmanas e dos extremistas islâmicos.

"Nestes precisos dias em que estamos lutando pelos direito dos judeus orarem no Monte do Templo, recordamos e comemoramos a luta dos nossos ancestrais pela liberdade religiosa nesta terra sob a ocupação cruel dos invasores gregos" - prosseguiu o rabino, acrescentando: "Quando Israel exercer plena soberania sobre o Monte do Templo com a edificação do Templo Sagrado, Israel e toda a humanidade irão finalmente experimentar a verdadeira liberdade."
A cerimónia do acendimento foi realizada por coatitas - membros da tribo sacerdotal judaica que servia ao Templo - e que envergaram as vestes sacerdotais recriadas pelo Instituto do Templo para uso no Terceiro Templo Judaico.
O objectivo do Instituto do Templo é não apenas de instruir sobre a importância dos dois Templos de Jerusalém - o último dos quais foi destruído pelos romanos no ano 70 d.C. - mas também preparar para a eventual reconstrução do Templo, segundo a tradição judaica.

Desde 1987 - data da fundação do Instituto - que inúmeros projectos tem sido promovidos tendo em vista a "reconstrução do Templo", desde a preparação de utensílios, vasos e recipientes para uso dos sacerdotes, roupagens, etc., tudo para uso no novo Templo que esta organização quer ver reedificado em breve.

Shalom, Israel!

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sábado, junho 26, 2010

GENÉTICA JUDAICA - A ESPANTOSA PRESERVAÇÃO DA IDENTIDADE DE UM POVO!

Estudos recentes confirmaram que os judeus de várias comunidades da Diáspora preservaram a sua identidade genética durante o exílio. Apesar da separação geográfica durante quase dois mil anos, as comunidades judaicas distantes partilham um perfil genético quase idêntico.
Esta pesquisa confirma uma ascendência comum e uma origem geográfica comum a todos os judeus do mundo inteiro. Também confirma que as comunidades judaicas se mantiveram relativamente isoladas das populações vizinhas não judaicas.
A antropologia genética judaica propõe-se agora a trilhar a história das populações judaicas e resolver o debate sobre as origens e as migrações das comunidades da Diáspora (Dispersão). Vale-se para isso da análise do cromossoma Y, que passa inalterado de pai para filho homem, e do DNA mitocondrial, que passa inalterado de mãe para filho ou filha.
A pesquisa pretende verificar se os judeus contemporâneos podem ser considerados descendentes dos antigos hebreus da Bíblia, e se a herança genética ancestral acabou diluída, em virtude de conversões e casamentos mistos.
Foram assim estudadas 29 populações, 7 delas judias, agrupáveis em cinco grupos maiores: judeus, populações não judias do Médio Oriente, europeus, norte-africanos e africanos.
Os resultados indicaram que os judeus, separados durante séculos na Europa, Médio Oriente, Norte de África e península arábica possuem uma grande semelhança genética, ou seja, partilham uma origem geográfica comum.
As comunidades judaicas são mais próximas geneticamente às outras populações semitas do Médio Oriente - palestinianos, sírios, druzos, por exemplo - do que às populações vizinhas não judias.
Sobre os judeus ashkenazim, discutia-se se eles descenderiam dos Kusari, uma população turco-asiática que se converteu em massa ao judaísmo no século VIII, ou de grupos étnicos eslavos oriundos dos Balcãs, que também se teriam convertido ao judaísmo. Estas teorias foram contudo facilmente desmentidas pelo resultado das análises genéticas que comprovaram a mesma herança genética das outras comunidades judaicas e dos grupos de origem semita no Médio Oriente entre as populações ashkenazim separadas há 1.200 anos e vivendo na Europa central e oriental.
O resultado destas pesquisas corrobora a tradição judaica. Depois de viverem cerca de 1.000 anos na Terra de Israel, os judeus foram dispersos pelo exílio forçado. Algumas comunidades da Diáspora mantiveram-se estáveis por 2.000 anos, como a da Babilónia (Iraque) e a da Pérsia (Irão). Outras surgiram séculos depois, após sucessivas migrações na Europa e Norte de África.
As comunidades mantiveram-se fiéis aos seus costumes e tradições durante o exílio, apesar de permanecerem culturalmente isoladas.
Estes estudos e conclusões revelam e testemunham da fidelidade familiar dos judeus. Eles representam a única população humana que conseguiu preservar a sua identidade genética por mais de 100 gerações!
Outro capítulo da antropologia judaica estuda os Cohanim (os Coatitas, ou Levitas). Segundo a tradição, os Coatitas são descendentes directos de Aarão, o irmão de Moisés. Eles representam a família dos sacerdotes e são membros da tribo de Levi. Eram os responsáveis pelo serviço no Templo de Jerusalém.
A transmissão do título de Cohen é patrilinear, transmitida de pai para filho, sem interrupção, há 3.300 anos, ou seja: mais do que cem gerações.
A análise do DNA foi usada para ver se seria possível comprovar que essa linha se manteve desde o Sinai, através do longo exílio.
Partiu-se da hipótese de que se os Coatitas descendem de facto de um só homem, devem então possuir marcadores genéticos comuns - os do seu ancestral Aarão. Os marcadores genéticos, ou alotipos, são pequenas mutações que ocorrem em porções não codificadoras do ADN. Não são portanto sujeitas à selecção natural e tendem a persistir e a se transmitir.
Bastaria identificar um marcador genético do cromossoma Y e ver se é encontrado com maior frequência entre os Coatitas do que entre o resto da população judaica. Os resultados desta pesquisa foram significativos, tendo-se encontrado um marcador particular (YAP) detectado em 98% dos Coatitas e em proporção muito mais baixa no resto da população.
A selecção dos marcadores do cromossoma Y foi então sucessivamente ampliada, tendo-se encontrado seis marcadores específicos em 97 dos 106 Coatitas que se submeteram ao teste.
Este conjunto de marcadores chama-se Haplótipo Modal Cohen (CMH) e representa a assinatura genética da família sacerdotal. Encontra-se tanto entre os judeus ashkenazim como nos sefarditas. E mais: o cálculo das datas na base da variação das mutações faz-nos recuar 106 gerações, ou seja, 3.300 anos, exactamente à época da saída do Egipto!
Estes dados foram recentemente apresentados e confirmados pelo professor Hammer, durante a Conferência para o Genoma Judaico recentemente realizada em Israel.
A alta incidência de similaridade genética entre os Coatitas confirma a lealdade familiar entre os judeus, pois que bastaria uma baixa incidência de infidelidade para que estes dados fossem drasticamente alterados.
As pesquisas da antropologia genética podem agora ser úteis na procura das dez tribos perdidas.
Se alguma pessoa acha que pertence à linha genética dos Cohen, pode contactar o "Center for Cohanim" na Cidade velha de Jerusalém, em Rehov Há Mecubalim, Nº 3, ou através do Tel/Fax: 00-9722-6289243, E-Mail: kaldeb@netvison.net.il
Shalom, Israel!


quinta-feira, abril 01, 2010

DEZENAS DE MILHARES VÊM AO MURO DAS LAMENTAÇÕES RECEBER A BÊNÇÃO SACERDOTAL


Esta manhã a esplanada junto ao Muro Ocidental (conhecido como Muro das Lamentações) encheu-se com dezenas de milhares de judeus que vieram para receber a tradicional bênção sacerdotal da Páscoa dada por centenas de Levitas. Entre os participantes estavam os rabis Shlomo Amar e Yona Metzger, os principais de Israel.
Esta bênção é uma parte regular das orações matinais em todo o Israel, ao contrário do que acontece na Diáspora, em que é recitada apenas nos feriados santos.
Depois de terem as mãos enxaguadas pelos Levitas, os Coatitas (descendentes do sacerdote Arão, irmão de Moisés) avançam para a frente da sinagoga durante a repetição da oração Amidah, colocam os seus tallit (xaile de oração) sobre as suas cabeças, estendem as suas mãos e separam os dedos da forma prescrita, voltam-se para a congregação e recitam a bênção aarónica, em 15 palavras (Números 6:24-26), palavra a palavra.
Esta bênção terá este ano um significado muito especial, tendo em vista o conflito actual entre árabes e judeus à volta do Monte do Templo.
Os acessos ao local foram barrados pela polícia, tendo sido organizados transportes em shuttle para o Muro.
Shalom, Israel!