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terça-feira, setembro 20, 2011

CONTAGEM REGRESSIVA PARA O 23 DE SETEMBRO: FAÇAMOS A NOSSA PARTE PARA IMPEDIR A TRAGÉDIA!



A votação na próxima sexta-feira no Conselho de Segurança da ONU a favor da adesão de um estado palestiniano de pleno direito está dependente da decisão de alguns dos 15 países membros do Conselho de Segurança.
Entre eles, estão o Brasil e Portugal, como se sabe, simpatizantes da causa palestiniana.
Mas nós, os verdadeiros amigos de Israel, podemos mudar a decisão através do ilimitável poder da oração! Espera-se de nós nestes próximos 3 dias um intenso movimento de oração para que Deus confunda a mente dos inimigos de Israel e torne a votação favorável ao Seu povo eleito!
Em segundo lugar, podemos escrever cartas aos nossos governos. Ainda estamos a tempo! Afinal, os nossos governos devem representar a vontade dos respectivos povos, por isso uma opinião é sempre levada em consideração. É tempo de não estarmos calados! É tempo de escrever para os governos dos nossos países, Brasil e Portugal, mostrando-lhes as consequências de tomar decisões que violam não só o direito internacional e as resoluções dos "acordos de Oslo", mas mais ainda os planos de Deus. 
Não perca tempo e escreva para o Ministro das Relações Exteriores do Brasil, ou para o Ministro dos  Negócios Estrangeiros de Portugal, fazendo valer a sua opinião.
Ontem mesmo escrevi ao Primeiro-Ministro e Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, conforme cópia abaixo.
O pior que pode acontecer num momento crítico da História como o actual é ficarmos calados, e nada fazermos. Imagine se a raínha Ester há 2 mil e quinhentos anos tivesse feito o mesmo...
Faça o que puder para se fazer ouvir e Deus fará o mais importante! E lembre-se: está em causa a própria existência do estado de Israel!
Shalom, Israel!

Carta ao 1º Ministro de Portugal, Dr. Passos Coelho, enviada em 19/11/2011:
"Excelentíssimo Senhor Primeiro Ministro,



Como português, sinto-me honrado pela alocução que V. Exa. fará na próxima AG da ONU, já nesta próxima Quarta-Feira.


É importante que Portugal seja ouvido, conhecido e respeitado pela comunidade das nações.


Preocupa-me entretanto um dos assuntos mais sensíveis que esta AG irá debater, ou seja: a proposta para adesão de pleno direito na ONU de um possível "estado palestiniano".


Espero que V.Exa., para bem da bênção e prosperidade da nossa nação, recuse votar a favor desta proposta palestiniana, que viola todos os conceitos de direito internacional e anula todos os acordos feitos nas "conversações de paz" em Oslo, em 2005.


Aceitar a presença de um estado palestiniano em território de Israel será permitir que grupos terroristas que têm como único objectivo a aniquilação de Israel, como é o caso do Hamas, Jihad Islâmica, etc., possam prosseguir e efectivar os seus intentos, pondo em risco a própria existência do estado de Israel.


A nação de Israel foi estabelecida por Deus e aquela Terra foi escolhida por Deus para aquele povo, e a actual existência daquele estado é o cumprimento das milenares profecias dadas por Deus àquele povo.


Deus promete na Sua Palavra - a Bíblia - abençoar as nações que abençoarem Israel, mas também amaldiçoar as nações que se voltarem contra Israel. Votar a favor de um estado palestiniamo em Terra Santa de Israel é atrair a ira do Deus Todo-Poderoso sobre a nossa nação, e isso estou certo que V.Exa. não irá desejar nunca.


Estarei pedindo a Deus que lhe continue dando a si, senhor Primeiro-Ministro, o bom senso e discernimento para a tomada de decisões que, à semelhança desta, poderão afectar o futuro do nosso país e até do próprio bem estar da humanidade.


Deus o abençoe, senhor Primeiro-Ministro!


Saúda-o, respeitosamente,


Normando Pereira Fontoura, Porto

sábado, setembro 17, 2011

CONTAGEM REGRESSIVA PARA 23 DE SETEMBRO - NETANYAHU CONDENA POSTURA DE ABBAS




SERÁ ESTA A CONTAGEM REGRESSIVA PARA O FIM?
NO DIA 23 DE SETEMBRO (SEXTA-FEIRA PRÓXIMA) OS PALESTINIANOS VÃO EXIGIR JUNTO AO CONSELHO DE SEGURANÇA O RECONHECIMENTO DE UM ESTADO "PALESTINIANO" NO TERRITÓRIO BÍBLICO DE ISRAEL. AS 15 NAÇÕES QUE ACTUALMENTE FAZEM PARTE DO CONSELHO DE SEGURANÇA  (ENTRE AS QUAIS SE CONTAM PORTUGAL, O BRASIL E OS EUA) ASSUMIRÃO A TERRÍVEL RESPONSABILIDADE DE DECIDIR VOTAR EM CONCORDÂNCIA COM OS PLANOS DE DEUS OU OPOREM-SE AOS MESMOS.
OREMOS PARA QUE A PROPOSTA POSSA SER "CHUMBADA" PELO CS DA ONU! À SEMELHANÇA DA RAÍNHA ESTER, IDENTIFIQUE-SE NESTA HORA COM O POVO DE DEUS - "PORQUE, SE DE TODO TE CALARES NESTE TEMPO, SOCORRO E LIVRAMENTO DOUTRA PARTE VIRÁ PARA OS JUDEUS, MAS TU E A CASA DE TEU PAI PERECEREIS; E QUEM SABE SE PARA TAL TEMPO COMO ESTE CHEGASTE A ESTE REINO?" - LIVRO DE ESTER 4:14

 
O primeiro-ministro israelita já atacou as declarações feitas ontem por Mahmoud Abbas e convidou-o a voltar imediatamente à mesa das negociações.

"A paz não pode ser alcançada indo unilateralmente à ONU nem juntando-se à organização terrorista do Hamas" - afirmou Netanyah ao canal 2 da TV israelita. E acrescentou: "A paz só será alcançada através de negociações directas com Israel".A declaração incluiu ainda que "a Autoridade Palestiniana e o seu líder evitam consistentemente conversações directas com Israel. Quando a AP abandonar as suas acções fúteis como é o caso de ir unilateralmente à ONU, encontrará em Israel um parceiro para negociações directas para a paz".Netanyahu anunciou que irá pessoalmente à ONU para proferir o discurso de Israel na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, na próxima Terça-Feira, 20 de Setembro, e que durante esse discurso tenciona "contar a verdade àqueles que querem ouvir a verdade".

A próxima semana será marcada por decisões e tomadas de posição que poderão afectar para sempre a história humana, levando o mundo ao descalabro total, até que venha o Reino Eterno de Deus e ponha tudo isto na ordem.
Venha o Teu Reino!
Shalom, Israel!

sexta-feira, setembro 16, 2011

CONTAGEM REGRESSIVA PARA 23 DE SETEMBRO - "VAMOS À ONU PARA EXIGIR MEMBRESIA PLENA"


Num dramático discurso em Ramalá, Mahmoud Abbas afirmou que irá à ONU para exigir que a "Palestina" seja reconhecida como "estado membro de pleno direito".
"Irei à ONU para exigir os nossos legítimos direitos e assegurar plena membresia para o estado da Palestina" - afirmou Abbas, enfatizando: "Esperamos assegurar plena membresia".
"Iremos ao Conselho de Segurança" - acrescentou Abbas, clarificando de seguida que "todas as opções estão em aberto" e que uma decisão final ainda não foi tomada.

Abbas afirmou que os palestinianos estarão almejando "assegurar a independência dentro das fronteiras de 1967 e com a sua capital santa em Jerusalém". Pediu ainda aos seus compatriotas para que evitem a violência.
"Nós somos o único representante legítimo do povo palestiniano e tencionamos continuar até que asseguremos a independência total" - acrescentou.
Abbas acrescentou ainda que os palestinianos estão a avançar com a proposta de membresia como estado independente junto às Nações Unidas dentro de dias porque o presidente norte-americano Barack Obama disse previamente querer ver um estado palestiniano.
"Não queremos isolar Israel" - afirmou o palestiniano.
E contradizendo a afirmação anterior, o líder palestiniano atacou o estado judaico por aquilo que alegou ser um falhanço no avanço do proceso de paz. Disse ainda que o problema dos "refugiados" tem de ser resolvido, alegando que o governo israelita quer negociações só para mostrar que há negociações.
E numa expressão de "comovente solidariedade" (ironia minha...) Abbas afirmou no seu dramático discurso: "Não vamos anular a legitimidade de Israel, Ninguém pode anular a legitimidade de Israel. É um estado reconhecido. Queremos é isolar a política de Israel".
E então acrescentou: "A política de ocupação de Israel é a catástrofe e pesadelo dos palestinianos" - arrasando ainda as detenções recentes feitas por Israel e os ataques por parte dos "colonos".
"Nós queremos isolar a legitimidade da ocupação, mas não a legitimidade de Israel" - afirmou Abbas.
Em outras palavras, e para bons entendedores, ele quis dizer que Israel pode existir, mas em qualquer outro lugar, excepto naquela terra...
Isto porque é mais que certo e sabido que esse grande hipócrita, bem à semelhança do seu antecessor Yasser Arafat, diz uma coisa hoje, outra amanhã, mas o significado é muitas vezes bem diferente daquilo que os ouvidos conseguem perceber...
E o "politicamente correcto pacifista-de-conveniência" Abbas disse então aos seus compatriotas que "as marchas não devem ser violentas. Devemos evitar a força e evitar ser arrastados para ela. Isso é o que eles querem. Mas não lhes dêem razão para isso. Nós queremos um estado e só isso".
Alguns detalhes da proposta a apresentar pela Autoridade Palestiniana à ONU e negociada com a União Europeia vieram entretanto a lume, sabendo-se que inclui 20 cláusulas, sendo que só houve acordo em 4 delas.
A Europa está dividida nesta matéria. Sendo Portugal e o Brasil membros do Conselho de Segurança da ONU, rogo a todos que oremos para que os nossos países - ou os seus representantes na ONU - tenham o bom senso de votar contra uma decisão unilateral que, ao contrário de resolver problemas irá unicamente criar mais instabilidade, ódio e derramamento de sangue.
Shalom, Israel!