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quinta-feira, julho 12, 2012

GRUPO ISLÂMICO PLANEIA "APAGAR O CRISTIANISMO DA FACE DA TERRA"


Um grupo islâmico divulgou o seu plano para "apagar o cristianismo da face da terra", islamizar o Ocidente e estabelecer um sistema islâmico de governo mundial - colocando os que resistirem sob "um estado policial."
O livreto de 23 páginas "A Civilização Islâmica Global: O Poder de uma Nação Revivificada," é produto da "United Muslim Nations International" (Nações Unidas Muçulmanas Internacionais), um grupo liderado pelo sheik Farook al-Mohammedi. O documento revela um plano para o domínio islâmico mundial e o restabelecimento de um califado.
Al-Mohammedi não deixa quaisquer dúvidas acerca da sua visão do cristianismo. 
O líder do grupo, o sheik Farook al-Mohammedi anunciou publicamente que "o revivificado califado global lançou os seus olhos ao Ocidente para de uma vez por todas libertar o mundo do cristianismo""islamizar" países como os Estados Unidos da América.
Ironicamente, os EUA, com um presidente declaradamente amigo do islão, continuam a deixar a população descansada... Num estudo subsiado pelo governo diz-se que os islamistas "não são nenhum inimigo ofensivo e agressivo procurando o domínio e a conquista dos infiéis, como normalmente se afirma." 
Apesar desta "palavras confortantes", a verdade é que a prática histórica do islão chama-se conquista, e, nesta presente revolução árabe por todo o Norte de África, os cristãos ali residentes estão cada vez mais forçados a renegar a sua fé, ser chicoteados ou mortos.
Para o líder muçulmano, "o cristianismo deve ser destruído e varrido da face da terra. É um sistema demoníaco e anticristão. Todos os cristãos estão em ignorância completa."
Segundo o endiabrado líder, "O poder islâmico regressou à face da terra... e nada se pode fazer contra."...Os seus objectivos são claros.
"Jurei e fiz uma firme promessa ao califado da organização que farei o meu melhor para islamizar todo o Ocidente dentro de um curto período de tempo," - afirmou al-Mohammedi.
Os pontos de vista do lunático muçulmano estão reflectidas no seu livro, que apela a todos os muçulmanos para "escutarem atentamente (os ensinos do livro), para que assim possam sentir a espiritualidade de um reavivamento islâmico dentro deles e poderem assim atingir a tão necessária elevação e também uma forma de ganhar a proximidade de Alá Subahanhu wa-ta' ala."Nas palavras do texto: "O islão é a única verdadeira religião que goza sobre todo o mundo total submissão à vontade de Alá, o que significa que se tem de viver uma vida totalmente dedicada ao todo-poderoso Alá, ao servi-lo da maneira que ele nos prescreveu através do exemplo do santo profeta Maomé Sallallahu..."E Al-Mohammedi declara ainda que a resistência ocidental ao movimento islâmico mundial é fútil.
"Hoje, enquanto respiro o ar do nosso recém fundado Estado Islâmico da América antes da minha viagem esta semana à Eurábia, deixo atrás de mim uma ideologia islâmica internacionalista que será o futuro da América e da Europa, inshallah (oxalá)," - anunciou o paranóico líder islâmico. 
A verdade é que esta filosofia de domínio mundial está em conformidade com o programa da "Irmandade Muçulmana", que ganhou as eleições no Egipto. Ou seja: o paranóico não está sozinho, e pode ser o profeta de uma nova revolução que irá dar muitas dores de cabeça a um mundo ocidental completamente tolerante e subordinado à ditadura do petróleo e da força diabólica do islão...
Talvez seja esse o castigo que a Europa merece por ter voltado as costas a Deus...
Shalom!

segunda-feira, dezembro 19, 2011

EUROPA: O FUTURO CONTINENTE ISLÂMICO

O Islão está a caminho de se tornar a religião mais praticada na Europa. Num novo livro publicado pela Universidade belga de Leuven, "A Iris e o Crescente", o sociólogo Felice Dassetto afirma que os muçulmanos constituirão a maioria da população de Bruxelas no ano 2030. O título do livro refere-se à flor amarela  que é símbolo da região de Bruxelas e ao emblema islâmico: enquanto a primeira murcha, o segundo vai crescendo...
Os muçulmanos compõem actualmente um quarto da população da capital da Europa desenvolvida, e já estão pedindo o uso das igrejas vazias para as orações islâmicas... Desde 2008 que os 7 primeiros nomes de bébés masculinos mais usados em Bruxelas são Maomé, Adão, Rayan, Ayoub, Mehdi, Amine e Hamza. Maomé é também o nome mais popular dado a bébés do sexo masculino em Antuérpia, a segunda maior cidade belga, onde cerca de 40% das crianças na escola primária são muçulmanos.
Antuérpia é também a base do primeiro tribunal islâmico belga para a sharia, tendo iniciado as suas actividades em Setembro.
No entanto, a Bélgica não é um caso isolado. O rabi David Rosen, uma voz moderada na instituição judaica, tem andado a avisar que a Europa corre o risco de ser "atropelada" pelo Islão. De acordo com um relatório recente do centro norte-americano "US Pew Center", o Islão já é "a religião que cresce mais rapidamente na Europa", onde o número de muçulmanos triplicou nestes últimos 30 anos. Em 2025, um terço de todas as crianças europeias terão nascido de famílias muçulmanas. 
O Islão é a religião mais seguida no Reino Unido. Em Londres, há mais muçulmanos assistindo nas mesquitas do que cristãos nas Igrejas ao Domingo...
A Igreja "Oude Kerk", a mais antiga da cidade de Amesterdão, onde os reis da Holanda foram coroados, é agora um museu. A única "igreja" na maior cidade holandesa que está cheia, é a "igreja" da Cientologia, um edifício de seis andares no coração da cidade. Só 7% dos católicos holandeses frequentam a missa aos Domingos e só 16% das crianças são baptizadas.
Na Áustria, 90% católica no século 20, o Islão será em 2050 a religião maioritária entre os austríacos menores de 15 anos. O caso francês também demonstra que o por vezes exagerado fenómeno "Eurabia" é mais um fenómeno qualitativo da frequência religiosa do que uma conquista populacional. Neste momento, na França, há mais mesquitas islâmicas sendo construídas do que igrejas católicas, e há mais praticantes muçulmanos do que praticantes católicos no país.
Na globalidade, o número total de mesquitas na França já duplicou para mais de 2.000 nos últimos 10 anos. O líder islâmico francês mais bem conhecido, Dalil Boubakeur, reitor da Grande Mesquita de Paris, sugeriu recentemente que o número total de mesquitas deveria voltar a duplicar para as 4.000, de forma a satisfazer as crescentes exigências.
Enquanto isso, a Igreja Católica na França teve apenas 20 novas igrejas construídas nos últimos 10 anos, tendo encerrado formalmente mais de 60 igrejas, muitas delas sendo convertidas em mesquitas - segundo uma pesquisa realizada pelo jornal diário católico La Croix.
O graduado da Universidade de Princeton Bernard Lewis afirmou em certa ocasião ao diário alemão Die Welt que "a Europa será islâmica no final do século". Nessa altura, as elites políticas e culturais de Bruxelas expressaram a sua ira contra essa predição alarmista. Contudo, se a tendência actual persistir, o sr. Lewis acabará por ter razão...
A Europa tem-se esvaziado de Deus. Tem esquecido a sua História construída por homens e valores judaico-cristãos. Tem desprezado a glória do seu passado fundamentado na cultura, arte e valores cristãos.
A Europa tem rejeitado qualquer alusão a Deus na sua constituição. E essa rejeição cria um enorme vazio que o Islão tem progressivamente conseguido preencher.
A Europa tem rejeitado o Evangelho. E já está pagando um alto preço. Mas talvez o pior ainda esteja para vir.
Ainda me lembro bem, quando no Verão de 1975 participei numa campanha evangelística com Billy Graham, no famoso estádio Heysel, em Bruxelas. Quando durante a tarde distribuíamos convites à população belga pelas ruas de Bruxelas e Antuérpia, eu ficava chocado com o desprezo e indiferença com que o nosso convite era recebido pela maioria das pessoas nas ruas e nos bares.
Quando durante os meus estudos em França percorri com uma equipa algumas cidades belgas para visitar igrejas evangélicas e protestantes, fiquei chocado com a frieza com que a nossa mensagem era recebida pela maioria dos presentes, na sua maioria já idosos.
Hoje, volvidos 35 anos, reconheço e preocupo-me com o preço que esta Europa pós-cristã terá de vir a pagar pela sua arrogância espiritual e rebeldia relativa à oferta da infinita graça e misericórdia de Deus.  
Deus nos proteja de uma Europa islâmica! Deus tenha misericórdia de nós!
Shalom!