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sexta-feira, novembro 02, 2018

EMMANUEL MACRON AFIRMA TER "PLANO DE PAZ" PARA O MÉDIO ORIENTE...

Se a há muito esperada "proposta de paz" de Trump para o Médio Oriente falhar, o presidente francês Emmanuel Macron afirmou ter em mãos um "plano de paz."
Apesar dos muitos rumores e insinuações sobre o há muito esperado plano de paz do presidente norte-americano para resolução do conflito israelo-árabe, a verdade é que nada de concreto se sabe acerca do mesmo.
É nesse "vácuo" criado pela passividade norte-americana que Macron quer entrar, querendo jogar uma cartada forte no Médio Oriente, cortejando o sector palestiniano, ao não concordar com a declaração de Trump sobre a soberania judaica de Jerusalém. 
Como "bom" europeu, sempre usando dois pesos e duas medidas, o presidente francês quer dividir Jerusalém em 2 capitais, para judeus e árabes...
Claro que, ao contrário dos israelitas, os palestinianos confiam muito mais em Macron do que em Trump, e o primeiro-ministro Netanyahu já nos habituou às suas demonstrações de pouca confiança nas intenções dos líderes europeus. E faz bem...

A verdade é que os pormenores tanto do "plano de paz" de Trump como do de Macron continuam no "segredo dos deuses"...É caso para perguntar: o que virá aí? Assistiremos em breve ao cumprimento de Daniel 9:27?
Só Deus sabe...mas parece estar mais próximo do que imaginamos.

Shalom, Israel!

terça-feira, julho 26, 2016

PALESTINIANOS QUEREM PROCESSAR O REINO UNIDO PELA "DECLARAÇÃO DE BALFOUR", PROMULGADA HÁ 100 ANOS ATRÁS...

Se existisse o prémio Nobel da "idiotice", os palestinianos seriam anual e permanentemente laureados! 
Não é que agora querem processar a Inglaterra pela histórica "declaração de Balfour", que declarou o direito dos judeus a terem um estado judaico na então chamada "Palestina"?
Na reunião da Liga Árabe realizada no passado Domingo, o líder palestiniano Mahmoud Abbas apelou à Liga Árabe para que se juntasse aos palestinianos na formação de um processo criminal contra a Inglaterra, acusando-a de ser a "causa directa da catástrofe palestiniana."
Segundo Abbas, a "Declaração de Balfour" assinada em 1917 pelos ingleses e que garantia aos judeus a possibilidade de terem o seu estado na Terra Santa, foi a causa directa para a "Nakba palestiniana" (catástrofe palestiniana). Este é o termo utilizado pelos árabes para se referirem à fundação do estado de Israel.
A Declaração de Balfour é uma declaração composta de 3 frases escritas pelo então Ministro das Relações Exteriores Britânicas, Arthur Balfour, e enviada a Walter Rothschild, um líder da comunidade judaica britânica. Essa foi a primeira vez em que o movimento sionista recebeu apoio explícito de uma potência mundial para o estabelecimento de um estado judaico na então chamada "Palestina."
O texto da "Declaração de Balfour" reza assim: "O governo de Sua Majestade vê com favor o estabelecimento de um lar nacional para o povo judeu na Palestina, e providenciará os seus melhores esforços para facilitar a realização deste objectivo, ficando claramente entendido que nada será feito que possa prejudicar os direitos civis e religiosos de comunidades não-judaicas existentes na Palestina, nem os direitos e estatutos políticos desfrutados pelos judeus em qualquer outro país."

BÊNÇÃO DADA À PROPOSTA DE PAZ FRANCESA
A declaração final proferida no encerramento da reunião da Liga Árabe deu a "bênção" à iniciativa francesa para a resolução do conflito israelo-palestiniano, convocando mais uma vez Israel a assinar o "tratado para a não-proliferação de armas nucleares."
A declaração final também apelou a Israel para que adira aos acordos internacionais para dar fim à "ocupação" dos territórios palestinianos, apelando ainda a Israel para que saia de todas as "terras árabes", incluindo os Montes Golan.
Interessante: para Israel, tudo quanto é exigência. Para os palestinianos, nada...
Afinal, nada para admirar: trata-se de farinha do mesmo saco...

Shalom, Israel!