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terça-feira, junho 10, 2025

EMBAIXADOR NORTE-AMERICANO EM ISRAEL CRITICADO PELAS SUAS "FANTASIAS BÍBLICAS"


Após ter afirmado que a administração norte-americana não irá nas actuais circunstâncias reconhecer um estado palestiniano, a organização israelita de esquerda "Peace Now" veio atacar as convicções bíblicas do embaixador evangélico em Israel Mike Huckabee.

Na qualidade de embaixador dos EUA em Jerusalém, Huckabee transmitiu obviamente a convicção da actual administração Trump, e fez muito bem, mas enfrentou de seguida as críticas do movimento esquerdista, que de forma infeliz e condenável veio atacar as crenças bíblicas do embaixador. O movimento acusou Huckabee de tentar "levar a cabo as suas fantasias religiosas ", uma clara referência à sua forte associação ao movimento evangélico. 

"Após ter intervido ontem nas políticas internas de Israel, Mike Huckabee passou agora a ser o porta-voz de Smotrich e Strok" - afirmou o porta-voz do movimento que advoga a solução 2 estados em Israel.

"Isto não é um embaixador, isto é um evangelista que sonha com a guerra de Gog e Magog no Médio Oriente para levar a cabo as suas fantasias religiosas" - prosseguiu a organização, referindo-se às profecias bíblicas acerca dos últimos dias. 

Ainda bem que conhecem as profecias, pois dessa forma tornam-se mais culpados...

O grupo expressou ainda o desejo de que o presidente Trump prove ser amigo de Israel, repudiando as declarações do embaixador, que alegadamente comprometem a posição oficial dos EUA...

OUTRAS NOTÍCIAS DO DIA:

Israel bombardeou o porto iémenita de Hodeida a partir de navios estacionados a centenas de quilómetros de distância. Esta foi a primeira vez que Israel bombardeou posições houthis a partir de navios de guerra. Estes bombardeamentos são a resposta aos mísseis que o grupo terrorista teima em disparar contra Israel, tendo o mais recente sido disparado e interceptado há poucos minutos. 

A Fundação Humanitária de Gaza distribuiu durante o dia de hoje 35.520 caixas com alimentos em 3 postos de entrega à população civil de Gaza. Cada caixa contém comida para 5,5 pessoas e dá para 3 dias e meio. 

Pela primeira vez depois do 7 de Outubro de 2023, Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestiniana veio condenar o ataque: "Aquilo que o Hamas fez no 7 de Outubro, matando e levando reféns vivos é inaceitável e condenável, e o Hamas tem de libertar imediatamente todos os reféns e os cativos" - assim escreveu Abbas na sua carta ao presidente francês Emmanuel Macron e ao príncipe saudita Mohammed bin Salman, ambos promotores da organização a realizar este mês na ONU para o reconhecimento de um estado palestiniano. 

Netanyahu afirmou esta tarde que há "progressos nas negociações" para a libertação dos reféns, algo já desmentido pelos responsáveis palestinianos. 

A activista sueca Greta Thunberg foi esta manhã deportada de Israel, num avião da El Al, a expensas de Israel, tendo afirmado ao chegar a Paris que foi "raptada" pelas forças de Israel. Para além de estúpida e provocadora, esta parasita é ainda ingrata, pois aquilo que merecia da parte de Israel não era o bom tratamento que recebeu ontem e hoje...

62 camiões transportando ajuda humanitária entraram em Gaza no dia de ontem. Desde o dia 19 de Maio, já entraram em Gaza 1.351 camiões carregados de ajuda humanitária. 

Shalom, Israel!

segunda-feira, agosto 30, 2021

MINISTRO DA DEFESA DE ISRAEL ENCONTRA-SE COM O LÍDER DA AUTORIDADE PALESTINIANA

O ministro da Defesa de Israel, Benny Gantz, reuniu-se ontem com o líder da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, na cidade de Ramalá. Este foi o primeiro encontro tornado público entre um líder palestiniano e o novo governo de Israel, depois da eleição de Junho passado, e o primeiro entre um ministro israelita e Mahmoud Abbas desde 2010. 

Segundo uma declaração emitida pelo gabinete do ministro, Gantz prometeu a Abbas que Israel iria tomar medidas para fortalecer a economia palestiniana. Para além disso, os dois líderes abordaram também questões ligadas às questões de segurança e de economia na Margem Ocidental (Judeia e Samaria) e em Gaza. Ambos concordaram continuar a comunicação mútua sobre estas questões abordadas no encontro. 

Apesar desta "aproximação", uma fonte próxima do primeiro-ministro afirmou que "não há qualquer processo diplomático com os palestinianos, nem haverá nenhum." De lembrar a recente declaração de Bennett numa entrevista ao "New York Times" de que "não haverá nenhuma solução 2 estados", ou seja, não haverá nenhum estado independente palestiniano em Israel. 

"Penso que a Autoridade Palestiniana deve ter um papel mais importante e reforçado na Margem Ocidental e em Gaza, com a participação dos EUA, Europa e outras nações árabes da região" - afirmou Bennett. 

Este encontro teve lugar exactamente dois dias após o ocorrido entre o presidente norte-americano e o primeiro-ministro israelita, e no qual Joe Biden reiterou o seu apoio à solução de 2 estados. 

Como seria de esperar, não se fizeram esperar as reacções condenatórias do Hamas e da Jihad Islâmica, que acusaram o líder palestiniano Mahmoud Abbas de "trair o sangue dos mártires", e "uma facada nas costas do povo palestiniano." Obviamente que toda a ajuda que Israel possa conceder á Autoridade Palestiniana representará um prejuízo para a popularidade do Hamas e da Jihad entre a população palestiniana...

Shalom, Israel!

quarta-feira, maio 19, 2021

ISRAEL AFIRMA QUE FAMÍLIA DE 8 MORTA EM GAZA FOI VÍTIMA DE ROCKET REBENTADO EM GAZA

Mais uma onda de ataques com rockets está a atingir as cidades e povoações do Sul de Israel, especialmente em Ashdod, Ashkelon, Berseba e Rehovot. Vários fogos têm sido provocados pelos foguetes, estando a ser combatidos por bombeiros locais. Até ao momento não há registos de vítimas.

A região de Haifa está também sendo atacada neste momento por rockets aparentemente disparados a partir do Líbano. 

YOUTUBE REMOVE ANÚNCIOS DE ISRAEL

Para além da guerra dos terroristas palestinianos de Gaza, há a pérfida guerra na comunicação social internacional contra Israel, e agora também o Youtube decidiu remover anúncios de 15 segundos cada patrocinados pelo estado de Israel que mostram os resultados dos ataques de Israel em Gaza que incluem o comentário: "Israel protegerá os seus cidadãos contra o terrorismo do Hamas."

O Youtube alega que tem uma "política na empresa que proíbe anúncios com conteúdos ofensivos, incluindo imagens de violência." Falta agora saber se os terroristas palestinianos receberão o mesmo tratamento...

MAHMOUD ABBAS ACUSA ISRAEL DE "TERRORISMO DE ESTADO E DE CRIMES DE GUERRA"

A velha sanguinária raposa palestiniana, um dos principais responsáveis da violência em Israel desde há décadas, Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestiniana, veio agora vociferar o seu ódio e veneno contra Israel, alegando que Israel está a levar a cabo "terrorismo de estado organizado e crimes de guerra" em Gaza, os quais são puníveis pela lei internacional. O chefe do terroristas palestinianos disfarçado de "homem de paz" acusou Israel de "ataques brutais a civis e bombardeamento deliberado de casas."                                                                              Sabe-se e está mais que comprovado que Israel é extremamente cuidadoso nos seus ataques, tentando visar apenas alvos terroristas e alertando antecipadamente as populações civis sempre que vai realizar um bombardeamento. O chefe palestiniano, se tivesse um pingo de vergonha na cara deveria perceber que as acusações que fez são devidas aos palestinianos e não a Israel. Mas, como é habitual, a maior parte dos líderes mundiais dão-se bem com a pervertida e viciosa narrativa palestiniana. 

Israel continua entretanto a atacar posições terroristas em Gaza, tendo há pouco destruído mais uma entrada para um túnel. 4 operacionais do Hamas e da Jihad Islâmica Palestiniana que se preparavam para disparar contra Israel foram há poucas horas atacados por Israel. 

FAMÍLIA PALESTINIANA DE 8 MEMBROS NÃO FOI MORTA POR ISRAEL

Oficias do exército de Israel afirmaram que uma misteriosa explosão que matou 8 membros de uma família palestiniana no primeiro dia da actual vaga de ataques foi provocada pelo erro no disparo de um rocket palestiniano, e não por algum ataque israelita. Um alto responsável militar israelita informou que o incidente foi investigado, sendo que Israel não tinha atacado a região de Beit Hanoun onde a família foi morta naquela noite. Segundo este oficial, 700 rockets - cerca de um quinto de todos os disparados pelos terroristas palestinianos - falharam em alcançar Israel e caíram dentro de território de Gaza. 

NETANYAHU AOS JORNALISTAS ESTRANGEIROS: "NÃO ESTAMOS DEPENDENDO DE UM CRONÓMETRO PARA O FIM DA OPERAÇÃO"

Numa conferência de imprensa realizada esta manhã com jornalistas de várias partes do mundo, Netanyahu afirmou: "Não estamos dependendo de um cronómetro. Estamos a cuidar dos objectivos da operação." Segundo o primeiro-ministro israelita, não existe um prazo anunciado para o fim do conflito. 

"QUEREMOS O FIM DO CONFLITO" - AFIRMOU NETANYAHU A 70 DIPLOMATAS REUNIDOS EM TEL AVIV

O primeiro-ministro, em conjunto com o ministro das Relações Exteriores Gabi Ashkenazi, reuniu-se esta manhã com 70 diplomatas e embaixadores, afirmando que Israel está a tentar "alcançar um estado de dissuasão contra o Hamas para levar ao fim do conflito", ao mesmo tempo que não descarta "outras opções" que segundo ele podem incluir conquistar Gaza. A reunião foi realizada em instalações militares em Tel Aviv, e teve a participação de diplomatas dos EUA, União Europeia, Rússia, China, Índia, Alemanha, Áustria, Austrália, Japão, Brasil, Canadá, Itália e outros países. 

Netanyahu acrescentou ainda que a origem do actual conflito tem a ver com o cancelamento das eleições palestinianas: "O Hamas aproveitou os eventos no Dia de Jerusalém e da situação em Sheikh Jarrah para servir os seus próprios interesses políticos." Netanyahu acrescentou ainda que Israel tem "feito tudo" para minimizar vítimas civis. 

Shalom, Israel!

sábado, fevereiro 01, 2020

AUTORIDADE PALESTINIANA CORTA RELAÇÕES COM OS EUA E ISRAEL

A velha raposa chamada Mahmoud Abbas, grão-chefe do movimento palestiniano "Autoridade Palestiniana", o mesmo que nunca aceitou qualquer acordo com Israel, veio agora salvar a face perante os seus parceiros de terrorismo e a Liga Árabe, anunciando o corte de relações com Israel e com os EUA. Era o que se esperava depois do anúncio do plano de paz de Donald Trump em Washington, na Terça-Feira passada, para o qual foram convidados israelitas, evangélicos, jornalistas, mas nenhum interlocutor palestiniano. O que era mais que esperado, uma vez que poucos dias já o Mahmoud Abbas tinha insultado o presidente norte-americano com termos nada apropriados, recusando-se também a conversar com ele ao telefone.

"NUNCA VENDI JERUSALÉM!"
O chefe palestiniano, um terrorista por excelência com as mãos manchadas de sangue de dezenas de judeus inocentes, teve a habitual retórica na reunião de emergência da Liga Árabe realizada hoje no Cairo. A mesma de sempre, a habitual falsificação dos factos da História e a falta de vergonha por parte de quem faz da mentira o lugar comum e da hipocrisia a política costumeira.
Abbas anunciou que estava a cortar todos os laços com Israel e os EUA, incluindo a coordenação da segurança: "Já informámos o lado israelita...e que não haverá qualquer tipo de relações com eles e com os EUA, incluindo as questões de segurança."
E, na sua retórica de conveniência, o líder palestiniano afirmou que "Israel terá de arcar com as responsabilidades na qualidade de potência ocupante."
Segundo ele, o plano de paz de Donald Trump foi "uma violação dos acordos (de autonomia" lançados em em 1993 em Oslo pelos israelitas e pelos palestinianos. 
Segundo Abbas, a razão que o levou a não aceitar os telefonemas e mensagens de Donald Trump teve a ver com o não querer que ele (Trump) usasse isso como argumento de que tinha consultado os palestinianos.
E acrescentou: "Nunca aceitarei esta solução. Na minha história, não há registos de que eu tenha vendido Jerusalém."

PROPOSTA ALTERNATIVA
Perante o longo aplauso dos ministros das relações exteriores dos países árabes ali presentes, o líder palestiniano afirmou que estava disponível para apresentar uma proposta alternativa perante o Conselho de Segurança da ONU.

CONVENIENTE PARA ISRAEL
Esta mais que esperada rejeição do plano de paz por parte dos palestinianos só vem servir os interesses de Israel, que encontrará agora mais um argumento para oficializar a anexação dos assentamentos na Judeia e Samaria, algo há muito esperado e desejado por muitos em Israel.

Shalom, Israel!

sexta-feira, julho 26, 2019

ROMPENDO TODO OS "ACORDOS" COM OS ISRAELITAS, ABBAS ESTENDE AGORA A MÃO AOS TERRORISTAS DO HAMAS...

Mahmoud Abbas, o presidente da Autoridade Palestiniana, anunciou ontem publicamente que a liderança palestiniana decidiu "parar" com todos os acordos assinados com Israel.
Como consequência desse rompimento, o chefe palestiniano decidiu estender a mão ao Hamas, oferecendo-se para pôr um fim à disputa entre esse movimento terrorista e a facção palestiniana da Fatah.
"Anunciamos a decisão da liderança de parar com os acordos assinados com o lado israelita" - comunicou ontem Abbas durante uma reunião de emergência dos líderes da AP em Ramalá.
A reunião foi convocada para abordar a recente demolição por parte de Israel de várias construções palestinianas em Wadi al-Hummus, na parte oriental da Cidade de Jerusalém, a capital de Israel.
Não se sabe ao certo quais os acordos que Abbas mencionou e que serão "interrompidos" com Israel.
Abbas alegou que esta decisão teve a ver com "a insistência de Israel em negar todos os acordos assinados com os palestinianos."
E, como seria de esperar, o líder palestiniano usou de todos os impropérios para condenar a decisão israelita de demolir as habitações ilegais palestinianas, usando termos acusatórios como: "crime contra a humanidade", "limpeza étnica", "violação da lei internacional", e outros disparates semelhantes. 
Como se essa "raposa velha" tivesse qualquer tipo de autoridade para falar...É que enquanto Israel demole construções ilegais, Abbas é condescendente, quando não até participante indirecto no assassinato de inocentes israelitas que tudo fazem para viver em paz com os seus vizinhos árabes...

Shalom, Israel!

segunda-feira, abril 29, 2019

ECONOMIA DA AUTORIDADE PALESTINIANA PRESTES A COLAPSAR


Segundo informações de um canal de TV israelita, o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu convocou uma reunião de urgência para debater as ramificações de um provável colapso da economia palestiniana.
Devido às restrições económicas que têm vindo a ser impostas pelo presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, ao seu próprio povo, várias personalidades israelitas temem que o governo palestiniano acabe por ruir completamente.
Uma das causas será a decisão tomada há dois meses por Israel de deduzir os valores pagos pela AP aos terroristas e suas famílias, levando Abbas a exigir a Israel "tudo ou nada."
Israel recolhe impostos aos seus cidadãos para serem dados aos palestinianos com objectivos económicos, mas parte desse dinheiro tem sido usado para subsidiar terroristas e familiares que provocam e causam ataques a Israel.
Calcula-se em 10 milhões de euros o valor atribuído aos terroristas, denominado "dinheiro terrorista."
Desde que esta lei foi aprovada em Fevereiro passado, a Autoridade Palestiniana não tem aceite nenhum dinheiro de Israel, como forma de protesto contra esta nova lei israelita.
Devido ao grande corte de fundos, os serviços públicos palestinianos têm vindo a sofrer enormes cortes orçamentais, sendo que todos os funcionários públicos irão apenas receber 60% dos seus salários habituais.
A situação pode tornar-se explosiva, pelo que Israel irá tomar certamente medidas para evitar as mais que previsíveis consequências da revolta que poderá advir destas acrescidas dificuldades nas vidas de muitos palestinianos.

Shalom, Israel!


sexta-feira, setembro 28, 2018

NENHUMA OUTRA CIDADE FOI TÃO MENCIONADA NA ONU COMO JERUSALÉM

DONALD TRUMP - EUA
Logo no primeiro dia da 73ª Assembleia Geral da ONU, o presidente norte-americano Donald Trump mencionou a sua decisão de deslocar a embaixada do seu país para Jerusalém:
"Demos também neste ano um outro passo significativo no Médio Oriente. Reconhecendo a cada estado soberano o direito de determinar a sua própria capital, mudei a embaixada dos EUA em Israel para Jerusalém."

ROUHANI - IRÃO
No seu discurso na 73ª Assembleia Geral da ONU, o presidente do Irão Rouhani acusou Israel de ser "a maior ameaça à paz mundial": 
"Os inumeráveis crimes de Israel contra os palestinianos não teriam sido possíveis sem a assistência política e militar dos Estados Unidos."
Rouhani acusou Israel de "descaradamente ameaçar outros com a aniquilação nuclear", afirmando ainda que o estado judaico constitui "a maior ameaça pendente para a paz regional e global."
Em relação a Jerusalém, e à mudança da embaixada norte-americana para a capital de Israel, Rouhani apelidou essa decisão de Trump como "abominável", afirmando ainda que a recente legislação do Knesset definindo Israel como estado-nação do povo judeu era "racista" e uma "manifestação de apartheid."

FRANÇA - MACRON
Nesse mesmo dia, o presidente francês Immanuel Macron também subiu ao palco da ONU para criticar iniciativas unilaterais relacionadas com os problemas do mundo, visando obviamente no seu discurso criticar a postura da administração Trump em relação ao Médio Oriente (Irão e conflito israelo-árabe).
"O que é que pode resolver a crise entre Israel e a Palestina?" - questionou o decadente líder europeu, acrescentando: "Não são as iniciativas unilaterais, não é esmagando os direitos legítimos do povo palestiniano para legitimar a paz, nem subestimar o justo direito de Israel à sua segurança."
E, não conseguindo escapar ao tema "Jerusalém". Macron acrescentou: "Não há alternativa credível à solução de dois estados convivendo lado a lado em paz e segurança com Jerusalém como capital."

REI ABDULLAH - JORDÂNIA
No seu discurso proferido neste mesmo dia, o rei Abdullah da Jordânia enfatizou o drama dos refugiados palestinianos, aproveitando ainda para rejeitar a ideia de uma solução de um só  estado no qual os palestinianos seriam absorvidos no estado judaico. Para Abdullah, tal proposta tem "uma realidade feia e anti-democrática."
Para o rei jordano, "a longa negação de um estado palestiniano" é a "questão chave da crise" na região.
"Só uma solução de dois estados baseada na lei internacional e nas relevantes resoluções da ONU é que podem satisfazer as necessidades de ambos os lados: um fim para o conflito, um estado palestiniano viável, independente e soberano dentro das fronteiras de 1967 com Jerusalém oriental como sua capital, e um Israel seguro, parte integrante da sua região, reconhecido pelos estados árabes e muçulmanos de todo o mundo."

SISI - EGIPTO
O dia 25 não terminaria sem o discurso do presidente do Egipto, Abdel Sisi, que subiu ao pódio para afirmar que os árabes estão preparados para a paz. Segundo ele, "Não há tempo a perder com discussões" sobre o conflito israelo-palestiniano, afirmando que já são conhecidas as condições para um acordo final para a paz.
"Reitero o que tenho anteriormente dito muitas vezes, incluindo neste pódio: os árabes estão disponíveis para estender a sua mão em paz." E acrescentou: "Não podemos falar de acordos de paz como princípio básico da ONU e como sinal de credibilidade, sem que se mencione a questão palestiniana."
Para Sisi, o facto de este ser um conflito ainda a resolver, era "um perfeito exemplo do fracasso da comunidade internacional em encontrar uma solução justa baseada na legitimidade internacional das resoluções da ONU que apoiam o estabelecimento de um estado palestiniano com Jerusalém oriental como sua capital."


PORTUGAL - MARCELO
Até o presidente português Marcelo Rebelo de Sousa não conseguiu contornar a questão do conflito israelo-palestiniano e Jerusalém no seu discurso de Quarta-Feira:
"A estabilização e a paz sustentadas no Médio Oriente exigem a resolução do conflito israelo-palestiniano." 
E acrescentou: "O bom senso obriga a uma retoma do processo negocial credível, encarando todas as questões do estatuto final, incluindo a questão de Jerusalém, e conduzindo a uma solução viável de dois Estados, assente na coexistência em paz e em segurança de Israel e da Palestina."

"JERUSALÉM NÃO ESTÁ À VENDA!" 
Esta foi quiçá a mais inédita declaração ouvida na 73ª Assembleia Geral da ONU, ainda mais vindo da boca de um líder palestiniano que, ao contrário do que tencionava fazer crer, acabou por dar razão aos judeus, fincados na sua determinação de nunca dividir Jerusalém, a capital única e indivisível do estado de Israel.
No seu discurso de ontem, Quinta-Feira, no pódio da ONU, o líder da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas tentou por todas as formas provocar a solidariedade internacional com as suas pretensões, apelando inclusivamente ao presidente Donald Trump para que revogasse as suas decisões relativas a Jerusalém e ao corte de fundos para as organizações palestinianas.
O líder árabe aproveitou o pódio da ONU para mais uma vez apelar ao mundo para que reconheça o "estado palestiniano."


NETANYAHU DESMASCARA O IRÃO E A HIPOCRISIA EUROPEIA
Num discurso repleto de comprovações visuais relativas ao programa nuclear iraniano, o primeiro-ministro de Israel informou "de primeira mão" que o Irão continua a desenvolver o seu programa nuclear, escondendo e espalhando todo esse equipamento por zonas próximas dos locais onde alegadamente teriam sido desmanteladas as instalações do programa nuclear iraniano.
Netanyahu demonstrou o seu espanto e desilusão face à posição europeia de não impôr sanções ao regime iraniano, criticando essa postura e acrescentando provas adicionais da presença iraniana no Líbano, através do grupo terrorista Hezbollah.


Num recado directo aos líderes do Irão, o líder israelita afirmou: "Irão: nós estamos de olhos em vocês", e ainda, e para que não restassem dúvidas, Netanyahu avisou: "Aquilo que o Irão esconde, Israel irá descobrir."
"Israel sabe o que vocês andam a fazer, e onde é que o andam a fazer" - acrescentou o primeiro-ministro no seu recado aos ditadores anti-sionistas iranianos.
Naquele que foi considerado o mais "poderoso" discurso de Netanyahu nas Nações Unidas, o líder do estado judaico agradeceu efusivamente a Trump e à embaixadora Halley todo o apoio dado a Israel.
Neste histórico discurso, Abbas foi acusado por Netanyahu de pagar aos terroristas que assassinam judeus, revelando assim a hipocrisia de alguém que acusa Israel de "racismo" e "apartheid", quando na verdade não passa de um verdadeiro terrorista.
E, tal como já nos habituou, Netanyahu encerrou o seu tempo no pódio das Nações Unidas com as referências à história do povo hebreu: "Cada vez que venho aqui, sinto-me como agora me sinto; privilegiado por estar aqui como primeiro-ministro do estado judaico e democrático de Israel.
Alguns acreditam que Israel não pode ser ao mesmo tempo judaico e democrático. Isso é falso. Israel é ambas as coisas, e sempre será assim.
Desde que Abraão e Sara realizaram a sua viagem até à Terra Prometida há cerca de 4 mil anos, a terra de Israel tem sido a nossa pátria. É o lugar onde Isaque e Rebeca, Jacó, Leah e Raquel realizaram a sua aliança eterna com Deus."

Nenhuma outra cidade foi tantas vezes mencionada como "um problema a resolver" como a cidade de Jerusalém, a capital de Israel. Nem de perto, nem de longe. 
Limitei-me a ouvir o que considero terem sido os discursos mais significativos, mas acredito terem havido outras menções à Cidade santa.
Por que será Jerusalém tão importante e preocupante para o mundo?
Para quem conhece as profecias bíblicas, a resposta é óbvia...

Shalom, Israel!









quarta-feira, maio 02, 2018

DISCURSO ANTI-SEMITA DE DESPEDIDA DE ABBAS CONDENADO PELA ALEMANHA E PELA UNIÃO EUROPEIA COMO "NÃO ACEITÁVEL"

A velha raposa que durante anos tem liderado os palestinianos revelou a sua mais que conhecida faceta anti-semita no seu discurso de despedida como líder da Autoridade Palestiniana.
Para o hipócrita Mahmoud Abbas, agora em fase de retirada da organização que ele (des)governou a pós a morte do assassino terrorista vencedor do prémio Nobel para a Paz, Yasser Arafat, o holocausto aconteceu por culpa dos judeus. Para este imbecil, o Holocausto "foi o resultado do comportamento social dos judeus" e não do anti-semitismo.
No discurso proferido entre os seus párias na passada Segunda-Feira à noite, Abbas afirmou que foi a relação dos judeus com os bancos que conduziu às hostilidades contra eles. 
Estas afirmações do líder palestiniano provocaram uma grande revolta em Israel, e duras críticas por parte da Alemanha e da União Europeia.
No seu interminável discurso perante centenas de membros do Conselho Nacional Palestiniano, o velho líder de 82 anos alegou que o Holocausto não foi originado pelo anti-semitismo, mas sim pela "conduta social, interesses e assuntos económicos dos judeus."

CONDENAÇÃO EUROPEIA
A própria Europa dos 27 assumiu uma invulgar postura crítica em relação a esta verborreia verbal do chefe palestiniano, considerando as suas afirmações como "inaceitáveis."
"O discurso que o presidente palestiniano Mahmoud Abbas proferiu no dia 30 de Abril conteve afirmações inaceitáveis relativas às origens do Holocausto e à legitimidade de Israel" - declarou um porta voz dos serviços diplomáticos europeus, acrescentando: "Tal retórica só vai beneficiar aqueles que não querem uma solução 2 estados, que o presidente Abbas tem constantemente defendido."

O incrível é haver ainda quem acredite neste velho idiota mentiroso e na gente que ele representa...

Shalom, Israel!

terça-feira, fevereiro 20, 2018

LÍDERES ISRAELITAS INDIGNADOS COM AS GROSSEIRAS MENTIRAS DE ABBAS NA ONU

Mahmoud Abbas, o principal líder árabe-palestiniano, deveria receber o prémio Nobel para os maiores mentirosos do planeta. Aproveitando-se hoje da plataforma da ONU, a velha raposa árabe pôs-se a inventar aquilo que qualquer pessoa minimamente informada percebe ser o estertor de alguém que já não consegue distinguir a mentira da verdade, e que, por isso mesmo, vai à ONU tentar convencer aqueles que, à imagem e semelhança dele, se alimentam da hipocrisia, da mentira e do revisionismo histórico, fruto de uma imaginação alimentada pelo ódio e pelo incurável anti-semitismo.

"DESCENDENTES DOS CANANEUS"
Como já lhe vem sendo habitual, o líder árabe gosta de reinventar a História, afirmando hoje perante o Conselho de Segurança da ONU que a raça palestiniana descende dos antigos cananeus, uma pérfida mentira que, de tão ridícula, nem merece qualquer comentário: "Somos descendentes dos cananeus que viveram na terra há 5.000 anos atrás e que continuaram ali a viver até aos dias de hoje."
Abbas prosseguiu o seu rancoroso discurso, condenando a "Declaração de Balfour", acusando o governo britânico de ser responsável pelas suas "consequências catastróficas."

SESSÃO ESPECIAL DO CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU DEBATE O CONFLITO ISRAELO-PALESTINIANO
Esta sessão especial do Conselho de Segurança da ONU visou discutir o conflito israelo-palestiniano, mas, tal como tantas outras, está condenada ao fracasso, uma vez que o líder palestiniano não demonstra qualquer tipo de seriedade, já para não falar de verdade. 
Para além do secretário-geral da ONU, o português António Guterres, estiveram também presentes o coordenador especial para o processo de paz do Médio Oriente, o russo Nickolay Mladenov, a embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, o enviado dos EUA para as conversações de paz, Jason Greenblatt, e o conselheiro especial e genro do presidente norte-americano, Jared Kushner. 
Guterres interveio, afirmando que o conflito israelo-palestiniano já "se arrasta há demasiado tempo." Apelou ainda para que o mesmo seja resolvido através da solução 2 estados, alertando no entanto que "o consenso global para uma solução 2 estados pode estar a dissipar-se."

MAHMOUD ABBAS - O CAMPEÃO DA MENTIRA
Verdadeiro lobo com pele de cordeiro, o líder árabe teve o descaramento de afirmar esta tarde na ONU que "os palestinianos nunca rejeitaram as negociações", culpando ainda Israel pelo fracasso nas rondas de conversações. 
Toda a gente sabe que a história é completamente diferente...
Abbas deve ter trocado os intervenientes, pois sabe-se muito bem quem é que tem boicotado todas as hipóteses de negociações...
Aproveitando o tempo de "antena", Abbas tratou então de acusar Israel de agir como "um estado acima da lei" e de estar a "criar uma colonização permanente com os colonatos."
E o velho descarado ainda complementou a sua mentira, alegando que os palestinianos não têm problemas com os judeus ou com o judaísmo, apenas com "os ocupantes da terra."


Abbas criticou também os Estados Unidos pelo corte das ajudas aos "refugiados palestinianos", afirmando que Trump está "punindo" os palestinianos. E é claro, não poderia deixar de criticar Trump pela sua decisão de mudar a embaixada dos EUA para Jerusalém.
O líder árabe apelou no seu discurso à formação de "um mecanismo multilateral" para alcançar um acordo de paz entre israelitas e palestinianos, deixando de lado o papel dos EUA na matéria.
Segundo Abbas, o reconhecimento unilateral de um estado independente palestiniano não iria minar as conversações.
E, como seria de esperar, a velha raposa não perdeu tempo para publicamente pedir aos estados ali representados e que ainda não reconheceram o "estado da Palestina", para o fazerem agora.

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL EM 2018
O líder palestiniano aproveitou o tempo de discurso para apelar à convocação de uma "conferência de paz internacional em meados de 2018 que aceite o estado da Palestina como membro da ONU de pleno direito" - pediu Abbas, acrescentando: "Apelamos ao Conselho de Segurança para que faça isso."


RESPOSTA ISRAELITA
O embaixador israelita na ONU Danny Danon interveio na conferência, acusando Abbas de "fugir." É que, logo após ter discursado, o cobarde líder árabe ausentou-se da sala...
Danon disse querer uma discussão directa com Abbas. Só que o "herói" palestiniano pôs-se fora da sala, temendo obviamente ser desmascarado nas suas mentiras, algo nada difícil de fazer por qualquer pessoa bem intencionada...

ABBAS "É O PROBLEMA, NÃO A SOLUÇÃO"
Apesar da ausência de Abbas, Danon dirigiu-se mesmo assim ao líder árabe, acusando-o pela ausência de um processo de paz israelo-palestiniano: "Sr. Abbas, o sr. tornou bem claro pelas suas palavras e acções que não é parte da solução. O sr. é o problema" - afirmou Danon. 
E Danon prosseguiu, acusando Abbas de ter um discurso diferente para os palestinianos e para a comunidade internacional: "O sr. inspira uma cultura de ódio na sociedade palestiniana."
Danon citou ainda os exemplos do Egipto e da Jordânia, criticando a liderança palestiniana por não seguir o mesmo exemplo desses dois países que estabeleceram a paz com Israel: "Mas a liderança palestiniana continua a preferir o conflito à coexistência."
O embaixador israelita acusou os palestinianos de não aproveitarem as muitas oportunidades para assinarem um acordo de paz, tal como as conversações de Camp David e a oferta de paz do ex-primeiro ministro Ehud Olmert.
"Quando estendemos a mão, Abbas estende o punho" - acusou Danon.

BENNETT DÁ UMA PEQUENA LIÇÃO DE HISTÓRIA A ABBAS
O ministro israelita para a Educação, Naftali Bennett, ricularizou as alegações proferidas por Abbas de que os palestinianos eram os descendentes dos cananeus, e que já estavam na terra há 5.000 anos: "Uma nação que inventa o seu passado, não tem futuro" - afirmou, acrescentando: "Os ancestrais dos palestinianos talvez já existissem há 5 mil anos atrás, mas a sul daqui, na península arábica. Recomendo (a Abbas) que não se concentre em construir um passado imaginário, mas antes em construir um futuro prático."

ABBAS PAGA AOS TERRORISTAS...E BEM.
Netanyahu não deu qualquer valor ao discurso de Abbas na ONU, afirmando: "Abbas não disse nada de novo. Ele continua a fugir da paz e a pagar anualmente aos terroristas e respectivas famílias 347 milhões de dólares."

Shalom, Israel!








quinta-feira, janeiro 18, 2018

ABBAS MOSTRA A SUA VERDADEIRA FACE

Afundando-se cada vez mais no próprio esterco que vai produzindo, o líder da Autoridade Palestiniana, vai aos poucos perdendo o controle da sua habitual hipocrisia, desmascarando-se publicamente e revelando quais são os seus reais intentos.
E o tema da sua controvérsia não poderia ser outro que não a questão incontornável de Jerusalém.
No seu discurso ontem proferido na Universidade Al Azhar, na cidade do Cairo, Mahmoud Abbas fartou-se de debitar as suas habituais mentiras, imposições e distorções da realidade histórica. Desde há muito que esta raposa velha nos demonstrou que, quando fala em inglês diz uma coisa, mas quando fala em árabe, o seu discurso é completamente diferente, muito mais próximo daquilo que o seu coração anti-semita vai germinando.

Usando o tempo para transmitir ao presidente Donald Trump um ultimato relacionado com Jerusalém e o anúncio da mudança da embaixada norte-americana para a capital de Israel, Jerusalém, Abbas vociferou: "Jerusalém é o portão da paz ou da guerra - Trump tem que escolher" - disse, acrescentando que a cidade seria "um portão para a paz apenas quando for a capital da Palestina."
Para além de classificar a decisão de Trump como "pecaminosa", o líder árabe, que de tanto mentir já pensa estar a dizer a verdade, teve a ousadia de afirmar que os palestinianos sempre têm agido de forma pacífica e que continuarão a fazê-lo, alegando que "uma resistência popular e pacífica é o caminho para o sucesso, e irá ser prosseguido."
Falta saber qual o significado da palavra "pacífica" na mente deste homem que se tem mostrado claramente condescendente com os inúmeros actos terroristas cometidos pelos seus parceiros palestinianos ao longo de décadas...
Pacifismo para esta velha raposa deve significar obviamente facadas e tiros, já para não falar em explosivos mortíferos...
E o incorrigível mentiroso compulsivo, insistiu no seu chafurdar na lama que ele próprio vai criando, para debitar que "recorreremos a todas as opções, mas não recorreremos ao terrorismo e à violência." Agora percebem-se certamente sinais de demência e profunda amnésia neste amaldiçoado inimigo de Israel, uma vez que qualquer pessoa de bem se lembrará que ele nunca tem levantado a voz para condenar os incontáveis actos de terrorismo palestiniano...bem pelo contrário...

APELO AOS CRISTÃOS E MUÇULMANOS...MAS NÃO AOS JUDEUS
O líder árabe apelou ainda aos cristãos e aos muçulmanos do mundo inteiro para "defenderem" Jerusalém. No seu discurso de ontem, Abbas repetiu por diversas vezes que Jerusalém era uma cidade para cristãos e muçulmanos, nunca mencionando no entanto os judeus.
Abbas insistiu que a administração palestiniana sobre Jerusalém abriria a cidade a todas as religiões, incluindo o judaísmo. Ora vá alguém de bom senso acreditar neste enganador, líder de um grupo que diariamente trata de destruir todas as evidências da presença e ligação histórica dos judeus à sua capital eterna, Jerusalém...Vá alguém esquecer o que foram os 19 anos de dominação jordana islâmica em Jerusalém "oriental", destruindo sinagogas e lugares de culto judaicos...

"DESCENDENTES DOS CANANEUS..."
Mas a fértil imaginação deste candidato a prémio Nobel da mentira não se fica por aqui. No seu discurso em árabe teve o arrojo de reformular a História à sua maneira e a seu bel prazer, tal como é prática do islamismo que ele tão bem representa. Voltou agora a insistir na velha paranóia de que os palestinianos são descendentes dos cananeus: "Estamos aqui há 5.000 anos, desde os dias dos cananeus que construíram Jerusalém. Nós somos os cananeus" - vociferou Abbas - "temos permanecido aqui e não abandonaremos a nossa terra."
Perante esta afirmação, eu, branco de olhos azuis, nascido e criado em Portugal, declaro que sou descendente de chineses...
"Agarramo-nos à paz como escolha para o nosso povo" - continuou Abbas, confirmando mais uma vez a sua incorrigível inclinação para a mentira despudorada - "mas não a paz a qualquer custo. (Uma paz) baseada em decisões internacionais que asseguram o estabelecimento de um estado palestiniano nas fronteiras de 1967" - afirmou Abbas, referindo-se às fronteiras que existiam na região antes da Guerra dos Seis Dias, quando a Judéia, a Samaria e Jerusalém oriental foram ocupadas pela Jordânia em contravenção às leis internacionais.

E é este homem que a esmagadora maioria dos países considera ser um verdadeiro e honesto parceiro para a paz no Médio Oriente. Assim vai este triste mundo...

Shalom, Israel! 

quinta-feira, dezembro 14, 2017

"OS CÃES LADRAM, MAS A CARAVANA PASSA"...

PARTICIPANTES DA CIMEIRA DA "ORGANIZAÇÃO DA
COOPERAÇÃO ISLÂMICA" REALIZADA EM ISTAMBUL
Na cimeira extraordinária da "Organização de Cooperação Islâmica" terminada ontem em Istambul, muitos líderes de países árabes e de maioria muçulmana condenaram veementemente a recente decisão da administração norte-americana em reconhecer Jerusalém como capital do estado judaico.
E, como seria de esperar, os líderes dos 57 países ali representados, afirmaram a habitual verborreia: "O mundo deve reconhecer o estado da Palestina e Jerusalém Oriental como sua capital."
No comunicado final da cimeira da OIC foi também pedido às Nações Unidas para "acabar a ocupação israelita" e garantido que a organização continuará a "defender uma solução justa e um plano completo baseado na solução de 2 estados."

NENHUMA CREDIBILIDADE
Mas, nenhum dos membros desta cambada de anti-democratas tem qualquer tipo de credibilidade, a começar pelo próprio anfitrião, o presidente turco Erdogan, reconhecido tirano e autor de tremendas injustiças e crueldades no seu próprio país. A começar por ele, nenhum dos líderes ali reunidos tem qualquer lição a dar ao mundo civilizado, muito menos a Israel, a única democracia existente em todo o Médio Oriente.
Claro que Erdogan, à boa maneira de um cão raivoso, não deixou de esgrimir a sua raiva contra um país muito mais avançado do que o dele, chamando a Israel "estado terrorista." O presidente turco não se cansou de condenar os EUA e de apresentar algumas propostas pró-palestinianas.
Mas não cumpriu a sua ameaça de romper relações com Israel...

O TEIMOSO ABBAS
Outra "vedeta" desta reunião de malfeitores foi o presidente da Autoridade Palestiniana, o mais que descredibilizado Mahmoud Abbas, que ameaçou anular todos os acordos de Oslo, insistindo que não aceita mais os EUA como um parceiro de confiança nas conversações de paz.
E mais uma vez anunciou que irá tentar conseguir membresia de pleno direito para um suposto estado da "Palestina" junto às Nações Unidas. Já o tentou no passado, mas falhou. Mas prometeu voltar à carga.

ESFORÇOS INÚTEIS
Mas toda a gente de bom senso sabe bem que de nada vale a Mahmoud Abbas tentar membresia do seu utópico estado palestiniano, uma vez que para tal proposta ir avante, terá de primeiramente passar pelo Conselho de Segurança da ONU, onde vai esbarrar com o mais que certo veto dos Estados Unidos, os únicos verdadeiros amigos de Israel ali representados.
Mesmo na Assembleia Geral da ONU, onde os palestinianos têm a seu favor a maioria, nada será alterado da actual condição dos palestinianos naquela organização mundial. A AG da ONU até pode passar as resoluções que entender, mas daí até serem implementadas é outra história. 
É que a suposta "Palestina" nem sequer é reconhecida como estado membro da ONU...
Mudar o papel de mediador dos EUA para as mãos da ONU de nada vai adiantar aos sonhadores palestinianos. 

CONDENAÇÃO DOS EUA
No comunicado final desta reunião de ditadores e desrespeitadores dos direitos humanos, os EUA foram criticados pela decisão de reconhecerem Jerusalém como capital de Israel, constituindo, segundo eles, "uma clara deserção...do seu papel como parceiro nas conversações de paz."
Mas, para além do boicote à visita do vice-presidente norte-americano Mike Pence, aos territórios sob administração palestiniana, os palestinianos sabem muito bem que nunca se conseguirá reunir as duas partes sem a presença e envolvimento dos EUA...
A própria hipócrita União Europeia, pronta a condenar os EUA pela sua corajosa decisão, já afirmou na passada Segunda-Feira, quando da reunião dos seus ministros com o primeiro-ministro israelita, em Bruxelas, que não é possível haver um recomeço das conversações sem a presença dos EUA.

Enfim, como seria de esperar, as conclusões deste encontro de malfeitores são mais do mesmo, mais retórica, mais ameaças, mais ruído, mas não passará disso.
Tal como reza o ditado: "Os cães ladram, mas a caravana passa."

Shalom, Israel!

terça-feira, julho 26, 2016

PALESTINIANOS QUEREM PROCESSAR O REINO UNIDO PELA "DECLARAÇÃO DE BALFOUR", PROMULGADA HÁ 100 ANOS ATRÁS...

Se existisse o prémio Nobel da "idiotice", os palestinianos seriam anual e permanentemente laureados! 
Não é que agora querem processar a Inglaterra pela histórica "declaração de Balfour", que declarou o direito dos judeus a terem um estado judaico na então chamada "Palestina"?
Na reunião da Liga Árabe realizada no passado Domingo, o líder palestiniano Mahmoud Abbas apelou à Liga Árabe para que se juntasse aos palestinianos na formação de um processo criminal contra a Inglaterra, acusando-a de ser a "causa directa da catástrofe palestiniana."
Segundo Abbas, a "Declaração de Balfour" assinada em 1917 pelos ingleses e que garantia aos judeus a possibilidade de terem o seu estado na Terra Santa, foi a causa directa para a "Nakba palestiniana" (catástrofe palestiniana). Este é o termo utilizado pelos árabes para se referirem à fundação do estado de Israel.
A Declaração de Balfour é uma declaração composta de 3 frases escritas pelo então Ministro das Relações Exteriores Britânicas, Arthur Balfour, e enviada a Walter Rothschild, um líder da comunidade judaica britânica. Essa foi a primeira vez em que o movimento sionista recebeu apoio explícito de uma potência mundial para o estabelecimento de um estado judaico na então chamada "Palestina."
O texto da "Declaração de Balfour" reza assim: "O governo de Sua Majestade vê com favor o estabelecimento de um lar nacional para o povo judeu na Palestina, e providenciará os seus melhores esforços para facilitar a realização deste objectivo, ficando claramente entendido que nada será feito que possa prejudicar os direitos civis e religiosos de comunidades não-judaicas existentes na Palestina, nem os direitos e estatutos políticos desfrutados pelos judeus em qualquer outro país."

BÊNÇÃO DADA À PROPOSTA DE PAZ FRANCESA
A declaração final proferida no encerramento da reunião da Liga Árabe deu a "bênção" à iniciativa francesa para a resolução do conflito israelo-palestiniano, convocando mais uma vez Israel a assinar o "tratado para a não-proliferação de armas nucleares."
A declaração final também apelou a Israel para que adira aos acordos internacionais para dar fim à "ocupação" dos territórios palestinianos, apelando ainda a Israel para que saia de todas as "terras árabes", incluindo os Montes Golan.
Interessante: para Israel, tudo quanto é exigência. Para os palestinianos, nada...
Afinal, nada para admirar: trata-se de farinha do mesmo saco...

Shalom, Israel!