Foi ontem oficialmente dissolvido o 22º parlamento de Israel - o Knesset - dando origem a novas eleições marcadas para o próximo dia 2 de Março.
Para além de esta situação não ter precedentes em Israel, uma vez que serão as terceiras eleições em menos de um ano, há um outro fenómeno que tem despertado a atenção a vários estudiosos e cabalistas: Há precisamente 40 anos, o rabi cabalista Yitzchak Kaduri, considerado o mais proeminente rabino sefardita desta geração, profetizou que tal iria acontecer à chegada do Messias.
Sabe-se que este rabi era homem de poucas palavras, por isso era muito importante dar atenção e tentar entender precisamente o que ele tentava fazer compreender a quem o escutava.
Certo dia, quando estava respondendo a questões que lhe eram colocadas, alguém lhe perguntou quando é que o Messias chegaria e quais os sinais que precederiam a sua vinda. O rabi respondeu: "Quando houver eleições, mas não houver governo."
Ninguém entendeu naquela altura o que ele queria dizer, pois obviamente que quando há eleições tem de haver um governo. Até que, 40 anos depois, se chegou a este impasse, com 2 líderes encabeçando as preferências dos eleitores, mas sem entendimento para a formação de um governo da coligação.
PROFECIA SOBRE A IDENTIDADE DO MESSIAS
Foi este mesmo rabi que, pouco tempo antes de morrer com mais de 100 anos de idade, teve um sonho em que a identidade do Messias lhe teria sido revelada. Tendo o segredo sido guardado até à sua morte, a revelação do mesmo causou imensas ondas de choque entre os religiosos, uma vez que a identidade que ele revelou como sendo a do Messias era a de Jesus Nazareno!
OUTRA PROFECIA INTRIGANTE
Mas esta profecia de Kaduri não é única. No livro "O profeta do Egipto", escrito por um outro rabi, Shoshani, lê-se num excerto: "Chegará o dia em que dois ministros conquistarão o governo na Terra de Israel. Os seus nomes serão ambos Benjamin e nenhum deles terá sucesso em estabelecer o seu governo ou reino... Nesse dia, saibam e entendam que o Rei Messias já está às portas, vindo depois a ser revelado." E as afirmações de Shoshani continuam: "Compreendam e lembrem-se disto."
Sem cairmos em especulações indesejáveis, a nossa atitude no entanto é de vigilância, observando de perto os sinais e daí extraindo as nossas próprias conclusões. Uma coisa sabemos: aquele "Messias" que os judeus esperam e por quem tanto anseiam, não será o verdadeiro, pois antes desse terá de vir o falso, para que se cumpram as palavras do verdadeiro Messias de Israel: "Se outro (messias) vier em seu próprio nome, a esse recebereis."
Shalom, Israel!


