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sábado, março 02, 2024

APÓS 4 DIAS DE CAMINHADA CHEGA A JERUSALÉM GRUPO DE 20.000 PESSOAS SOLIDÁRIAS COM OS REFÉNS


Uma multidão solidária com a causa dos reféns sequestrados e ainda detidos pelo Hamas na Faixa de Gaza chegou a Jerusalém, entoando a célebre canção "Jerusalém de Ouro", terminando 4 dias de caminhada iniciada a partir de um dos kibbutzim atacados pelos terroristas palestinianos na fatídica madrugada do 7 de Outubro.

"Governo de Israel: estamos aqui para vos pedir urgência e compromisso, e para que não cessem as negociações. É tempo de parar com o sofrimento deles. Israel está convosco!"


Os familiares dos reféns detidos pelo Hamas têm estado a cminhar estes 4 dias em protesto contra o falhanço do governo em trazer de volta para casa os seus queridos, tendo há poucas horas chegado à capital Jerusalém já num número muito superior, uma vez que muitos milhares se foram juntando ao desfile nestas últimas horas já perto de Jerusalém.Esta noite será realizada uma grande manifestação de solidariedade numa das praças centrais da capital.

Shalom, Israel!

sábado, fevereiro 24, 2024

SINAIS DE ESPERANÇA VINDOS DA CIMEIRA DE PARIS


A delegação israelita que representou o país na cimeira de Paris regressou ao país com um "cauteloso optimismo", tendo em vista a possibilidade de se ter chegado a um acordo para a libertação dos reféns e um cessar fogo temporário nos combates em Gaza.

Um representante israelita mencionou ter-se alcançado "um esboço de um entendimento" acordado pelos representantes israelitas, norte-americanos, egípcios e cataris. 

"Houve boas conversações, e há um progresso significativo" - declarou um dos representantes israelitas ao canal 12 da TV de Israel, acrescentando: "Temos uma base sobre a qual construir um plano e negociações."

Esta noite vai reunir-se novamente o gabinete de guerra para ouvir o relatório do que se passou ontem em Paris, seguindo-se depois uma reunião com a totalidade do gabinete governamental. 

Ao que parece, a próxima fase das conversações irá focar-se na questão do número de reféns poderão ser libertados e quantos prisioneiros palestinianos serão por troca postos em liberdade. Outro assunto a debater será a duração da pausa e qual o posicionamento das forças israelitas durante a mesma. 

Sabe-se também que os EUA pretendem que este acordo seja conseguido antes do início da festa muçulmana do Ramadão, a ter lugar no próximo dia 10 de Março. Consta-se que o acordo discutido em Paris incluirá a libertação pelo Hamas de 40 reféns em troca de 6 semanas de cessar fogo e a libertação de centenas de prisioneiros palestinianos detidos em Israel. 

HAMAS MAIS FLEXÍVEL?

A network da Arábia Saudita "A-Sharq" publicou entretanto a notícia de que o Hamas teria tornado mais flexível algumas das suas exigências, tais como sobre o número de prisioneiros a libertar por Israel, parecendo por outro lado já não exigir a total retirada das IDF de Gaza, parecendo também aceitar a pausa inicial de 6 semanas em vez de um cessar fogo permanente. 

O Hamas exige no entanto que as IDF saiam dos principais centros populacionais e que os palestinianos deslocados possam regressar às suas terras. A exigência inicial "obrigava" Israel a libertar 1500 prisioneiros palestinianos em troca da libertação pelo Hamas de 40 reféns, mas sabe-se que neste momento o Hamas já terá baixado a fasquia. Ao que tudo indica, a exigência do Hamas inclui agora a libertação de 200 a 300 presos em Israel. 

Neste últimos minutos o Hamas confirmou esta proposta. 

130 REFÉNS, ALGUNS JÁ MORTOS

Sabe-se que deverão estar de posse do Hamas cerca de 130 reféns israelitas e de outras nacionalidades, incluindo um número indeterminado de mortos. 105 reféns foram libertados durante o acordo conseguido em Novembro, tendo outros 4 sido libertados anteriormente. As forças israelitas conseguiram resgatar 3 reféns ainda vivos, e foram entretanto recuperados os corpos de 11 dos reféns, incluindo 3 abatidos por erro das forças israelitas. 

Deus queira que em breve possamos ver uma luz ao fundo do túnel, para bem de todos...

Shalom, Israel!

quarta-feira, janeiro 31, 2024

"HÁ FORTES INDICAÇÕES DE PROGRESSO NAS CONVERSAÇÕES PARA A LIBERTAÇÃO DOS REFÉNS"


Israel está neste momento a estudar as propostas para um novo acordo de cessar fogo em troca da libertação de reféns, conforme foi proposto em Paris na semana passada, esperando-se que concorde com algumas das condições do acordo.

Apesar de as propostas terem já sido debatidas pelo gabinete de guerra, espera-se para breve uma decisão por parte de todo o gabinete ministerial. O primeiro-ministro encontrou-se entretanto em Jerusalém com 26 representantes de 18 familiares dos reféns, afiançando-lhes que "o nosso compromisso é trazer todos de volta."

Netanyahu acrescentou ainda que os detalhes desses esforços em curso devem ser mantido discretos para que possam surtir efeito: "Quanto mais publicidade houver sobre estes esforços, mais afastados eles ficarão, e quanto mais discretos eles forem mantidos, maior chance existe de que sejam bem sucedidos."

De qualquer maneira, e ao que parece e que foi revelado pelo "The Washington Post", Israel teria concordado em partes da nova proposta delineada pelos EUA, o Qatar e o Egipto. Sabe-se entretanto que o Hamas tem estado a estudar a proposta, devendo pronunciar-se em breve, embora não tenha até agora rejeitado a mesma. 

Aquilo que se sabe desta proposta e possível acordo é que envolveria a libertação de alguns reféns civis israelitas, mas não militares, em troca de seis semanas de cessar fogo e a retirada temporária das forças israelitas das zonas mais densamente povoadas da Faixa de Gaza. Israel, por seu lado, libertaria 3 terroristas das prisões de Israel por cada refém libertado de Gaza. Para além disso, ao fim das seis semanas de cessar fogo, ambas as partes teriam a opção de prolongar as tréguas, para que nessa altura os reféns militares fossem soltos, para além dos corpos dos reféns entretanto falecidos no cativeiro.

Dos 136 reféns que Israel conta estarem em Gaza, os serviços da inteligência de Israel acredita que 109 ainda estarão vivos.

Os negociadores envolvidos estão optimistas e esperançados que este esboço de acordo possa servir de base para um acordo que seja aceite tanto pelo Hamas como pelo governo de Jerusalém.

Shalom, Israel! 

quarta-feira, dezembro 20, 2023

LÍDER DO HAMAS NO EGIPTO PARA INTENSAS NEGOCIAÇÕES VISANDO A LIBERTAÇÃO DE 40 REFÉNS EM TROCA DE PRISIONEIROS PALESTINIANOS


Chegou ao Cairo esta manhã o abominável líder do movimento islâmico terrorista do Hamas, Ismail Haniyeh, para conversações com autoridades egípcias sobre os últimos desenvolvimentos da guerra na Faixa de Gaza e sobre "outras pastas". Pensa-se que dentro das conversações estará incluído o possível acordo com Israel visando a libertação de 40 reféns israelitas em troca de palestinianos detidos em Israel e acusados de crimes violentos contra israelitas, ou seja, criminosos terroristas que serão soltos como preço a pagar para salvar as vidas dos israelitas a "apodrecer" nos túneis do Hamas em Gaza.

O pérfido líder palestiniano deslocou-se desde o Qatar, onde vive no maior luxo, acompanhado de uma delegação de "alto nível" do Hamas, para abordar as alegadas questões relacionadas com "a entrega de ajuda humanitária, a retirada do exército israelita da Faixa de Gaza e o retorno das pessoas deslocadas para as suas cidades e aldeias no Norte do enclave."

Esta é a segunda vez que este famigerado patife visita o Cairo desde o início da guerra provocada pelo grupo terrorista que ele lidera. 

Segundo a agência Reuters, estão a realizar-se esta manhã conversações "intensas" no Egipto. Segundo o que se sabe, seriam libertados por Israel criminosos acusados de crimes graves. Por sua vez, o Hamas libertaria as restantes mulheres e as pessoas em estado débil de saúde, num total de 40 reféns. Todos os reféns a libertar seriam civis, não combatentes. A avançar com este acordo, Israel garantiria um cessar fogo durante uma semana, podendo até ser prolongado no caso de serem libertos mais reféns. Os acordos estão a ser discutidos entre o Qatar e Israel, com o conhecimento da administração norte-americana. 

Segundo um porta-voz israelita ligado às negociações, ainda se está longe de se chagar a um acordo. "Neste momento, são ainda negociações. Não há nada finalizado." Segundo essa fonte, o Hamas está irredutível, não aceitando um cessar fogo temporário, mas antes "o fim total da guerra de Israel em Gaza."

Entretanto, esta manhã foi abatido mais um comandante das forças reservistas de Israel, elevando o número de baixas israelitas na Faixa de Gaza para 134.

Shalom, Israel!

segunda-feira, dezembro 11, 2023

VIOLAÇÕES, ESPANCAMENTOS, FOME, MUTILAÇÕES, TORTURA, DROGAS: ALGUNS DOS MAUS TRATOS DADOS AOS REFÉNS ISRAELITAS


Os relatos sobre o vil tratamento dado pelos terroristas palestinianos do Hamas aos reféns israelitas são a cada dia mais tenebrosos, perturbadores e revoltantes: braços partidos, morte pela fome, espancamentos, desidratação, mutilações, recusa de medicamentos, abusos sexuais, ameaças com armas, tortura psicológica, etc. Esta é a descrição feita por muitos dos 112 reféns até agora libertados do cativeiro do Hamas. Muitos dos reféns foram propositadamente separados dos seus familiares também cativos, tendo alguns sido mantidos em total isolamento em túneis sombrios sem luz e ventilação adequadas. As crianças eram ameaçadas com armas e forçadas a ficar quietas ao ponto de algumas ainda continuarem hoje a sussurrar apesar de já estarem libertas. Outras crianças foram forçadas a ver exibições das atrocidades do 7 de Outubro. 

Os relatos também comprovam ter havido abusos sexuais tanto a mulheres como a homens, provocando ferimentos e risco de contracção do vírus HIV. Comida e bebida eram fornecidos em doses limitadas e insuficientes, constando apenas de um pouco de arroz e de pão pita, e uma pequena garrafa com água arenosa ou salgada. Muitos dos reféns perderam entre 10 a 17% da sua massa corporal. 


Há também relatos de mutilação e desfiguração e ainda de tratamento inadequado a todos quantos sofreram ferimentos durante o sequestro. 

Muitos reféns chegaram com ferimentos provocados por disparos de armas, outros com feridas abertas e membros amputados, tendo alguns deles sido operados por veterinários. 

Dos 137 reféns ainda cativos, um terço sofre de condições que requerem medicação e de tratamentos médicos que lhes estão sendo negados. Dentre as várias doenças dessas pessoas sequestradas pelos terroristas, estão os diabetes, asma, osteoporose, anemia, inflamações intestinais, doenças de pele, infecções urinárias, hipertiroidismo, doenças cardíacas, epilepsia, hipertensão, cancros, etc. Para além disto, muitos sofrem de problemas psicológicos, como ansiedade e depressão. 

E, como infelizmente seria de esperar, grande parte do mundo e a própria ONU mantêm-se indiferentes a estes terríveis sofrimentos, preferindo solidarizar-se com o sofrimento dos palestinianos, muitos deles vítimas das suas próprias escolhas. 

Nas palavras de uma enfermeira israelita liberta das mãos do Hamas, "os reféns em Gaza vivem com tempo emprestado."

Shalom, Israel!