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sábado, agosto 15, 2015

ESTAREMOS À BEIRA DE UM "SETEMBRO NEGRO"?

Milhares de pessoas nos EUA estão a acumular bens alimentares e outros na expectativa dos acontecimentos que poderão abalar a economia e o mundo no próximo mês de Setembro, exactamente quando termina o ano "shemitah", o ano bíblico que marca um período importante no calendário judaico.

MERA COINCIDÊNCIA?
O ano "shemitah" tem trazido grandes hetacombes económicas, especialmente no mercado norte-americano. Lembremo-nos do que que ocorreu nos 2 últimos anos "shemitah" - o dia 29 do mês bíblico de Elul:
- 17 de Setembro de 2001 (29 do mês de Elul): a maior queda jamais havida na bolsa de valores de Nova Iorque ocorrida até àquele dia;
- 29 de Setembro de 2008 (29 do mês de Elul): o índice "Dow Jones" na bolsa de Nova Iorque caiu 777 pontos, a maior queda de sempre num só dia na bolsa de Nova Iorque. 

Estamos agora a chegar ao fim de mais um período de 7 anos, terminando este ano "shemitah" exactamente no próximo dia:
- 13 de Setembro de 2015.
Certamente que, por calhar num Domingo, não haverá um crash na bolsa de Nova Iorque nesse dia, mas tal não significa que não possa ocorrer alguns dias antes...
Não querendo cair em especulações fáceis e precipitadas, a verdade é que há um crescente mal estar sentido entre muitos investidores e "gurus" da economia mundial, havendo entre eles alguns "profetas da desgraça" que anteviram com precisão os anteriores crashes na bolsa norte-americana, que, como se sabe, acabam por arrastar a economia do mundo inteiro.

15 DIAS EXTREMAMENTE AGITADOS
Logo depois do final deste "shemitah" - 13 de Setembro de 2015- ocorrerão 10 eventos para os quais os estudiosos das profecias bíblicas deverão prestar a maior atenção. Nem nós nem ninguém pode antever com certeza quais as consequências destes acontecimentos, sendo alguns deles até inéditos, mas tal não nos impede de nos precavermos em relação ao que de muito mau daí pode advir.
Só Deus conhece o futuro, mas Ele deu-nos sinais, pistas, e pontos de orientação para que possamos estar preparados a todo o momento para a súbita intervenção final de Deus na História. 
Disto estou certo: Deus está para intervir em breve, trazendo juízo sobre toda toda a humanidade incrédula e rebelde, e libertação para o Seu povo eleito. Tal e qual aconteceu há cerca de 3,500 anos no antigo Egipto.

DATAS A TER EM CONSIDERAÇÃO:
13 de Setembro - Novo Ano judaico, o "Rosh Hashanah";
15 de Setembro - Início da 70ª Assembleia Geral das Nações Unidas. Está prevista uma proposta da França para o reconhecimento de um "estado palestiniano" pelo Conselho de Segurança logo após o início dos trabalhos da Assembleia. Há fortes preocupações relacionadas com as mais recentes posições do presidente norte-americano Hussein Obama, cada vez mais próximo da aceitação de um estado palestiniano nas terras bíblicas de Israel.
20 a 26 de Setembro - "Semana Mundial pela Paz na Palestina Israel" promovida pelo "Concílio Mundial de Igrejas."
21 de Setembro - "Dia Internacional para a Paz" promovido pelas Nações Unidas. Será neste dia que o "estado palestiniano" é votado favoravelmente pelo conselho de segurança da ONU?
23 de Setembro - Dia da Expiação - Festa judaica "Yom Kippur"
23 de Setembro - O carismático chefe da Igreja Católica Romana - Francisco I - visitará Hussein Obama na Casa Branca, em Washington. Alguns especulam sobre o simbolismo da numerologia deste encontro: será o 266º papa a encontrar-se com o presidente norte-americano no 266º dia do ano...
Alguns lembram até que os dias da gestação entre a fecundação e o nascimento são 266, podendo antever-se o "nascimento" de algo novo a partir deste encontro entre estas 2 autoridades mundiais...
24 de Setembro - O chefe da Igreja Católica Romana irá dirigir-se ao mundo inteiro, através da sua intervenção pública numa sessão conjunta da ONU.
25 a 27 de Setembro - As Nações Unidas lançam o projecto denominado "Agenda 2030", a iniciar pelo próprio papa católico romano, visando questões ligadas às alterações climáticas e ambientais.
Esta agenda de âmbito global a lançar em Nova Iorque neste grande evento contará com a "bênção" de Francisco I e incluirá áreas de interesse vital como: questões ligadas à economia, saúde, educação, energia, agricultura, igualdade de género e muitos outros tópicos. 
Fala-se inclusivamente que esta será uma autêntica "nova agenda universal" para a toda a humanidade.
28 de Setembro - Início da Festa bíblica dos Tabernáculos. Neste dia ocorrerá a última das 4 tetrads - a lua vermelha que foi vista nos céus em 2014 e 2015, exactamente nos dias do início das Festas bíblicas da Páscoa e dos Tabernáculos. Ao contrário das outras, esta "lua vermelha" será perfeitamente visível em Jerusalém.

Só Deus sabe o que aí virá. Seremos a geração que verá "todos estes sinais"? Caminhamos rapidamente para a celebração dos 70 anos do estabelecimento do moderno estado de Israel (1948 + 70 anos  = 2018), e para os 50 anos da recuperação da Cidade santa de Jerusalém (1967 + 50 anos = 2017). Lembremo-nos do significado simbólico destes dois números: 70 = uma geração; 50 = um jubileu.

Estejamos preparados e com os nossos corações rectos diante de Deus!

Shalom, Israel!


quinta-feira, setembro 25, 2014

AGRICULTORES ISRAELITAS INICIAM ANO SABÁTICO BÍBLICO "SHEMITAH"

Cumprindo o mandamento de Deus aos judeus, vários agricultores de Israel estão levando a sério o descanso da terra a cada 7 anos, conhecido como "Shemitah", ou "ano sabático", um ano em que as terras e pomares descansam sem qualquer intervenção humana.
Desde há vários meses que os agricultores se têm vindo a preparar para este ano inteiro de descanso da terra ontem iniciado, no início do Novo Ano Judaico, o "Rosh Hashana."
Um dos agricultores que decidiram levar a sério este mandamento bíblico é Rony Rozenzweig, do kibbutz Lavi, uma cooperativa comunitária religiosa próxima a Tiberíades, na região Norte da Galiléia.
"O Shemitah oferece-nos uma série de desafios que temos de enfrentar. O nosso rabino local orienta-nos acerca daquilo que temos ou não permissão para fazer" - afirmou Rozenzweig.
Entre as regras que apresentam um desafio único ao trabalho na sua comunidade estão: "Não plantar sementes, não semear erva, cuidar apenas do que já existe, não acrescentar nada de novo."

ANO SABÁTICO
O ano sabático é mencionado várias vezes na Bíblia, com a primeira referência em Êxodo 23:10-11, em que é ordenado aos israelitas: "Seis anos semearás a tua terra, e recolherás os seus frutos; porém no sétimo ano a deixarás descansar e não a cultivarás, para que os pobres do teu povo achem que comer, e do sobejo comam os animais do campo. Assim farás com a tua vinha e com o teu olival."
Segundo a Bíblia, os judeus em Israel estão proibidos de trabalhar as suas terras, incluindo plantar, podar ou segar, tampouco comprar ou vender o fruto do seu trabalho. São permitidos trabalhos de manutenção, tais como regar e fertilizar a terra, e pode-se comer tudo o que a terra produzir sem intervenção humana durante o ano.
Para acalmar as preocupações de que a comida venha a faltar, Deus disse em Levítico 25 que abençoará a terra e providenciará o suficiente durante o 6º ano para "produzir o suficiente para 3 anos."
Para o kibbutz Lavi, tal como para as outras comunidades agrícolas, o desafio tem sido como respeitar o mandato bíblico, ao mesmo tempo que suprir as necessidades alimentares. Para resolver a situação, a comunidade divide os seus campos - que produzem trigo, milho, cevada, ervilhas, e pomares com citrinos - em três categorias:
"Com alguns dos nossos campos, deixamo-los tal como estão, ou seja: um pleno ano sabático para libertar completamente a terra. Durante o ano inteiro temos campos em que não vamos tocar, segundo a lei judaica" - informou Rozenzweig.
Para o segundo lote de terras, o kibbutz tem andado a plantar trigo com intensidade durante o mês passado, antes do início do Novo Ano Judaico, de forma a "planear a terra agora, para que não façamos trabalhos proibidos durante o ano sabático."
E o agricultor concluiu depois: "Esperamos pela graça dos céus."
A terceira categoria de terras a administrar nos próximos 12 meses envolve vender temporariamente as mesmas a árabes ou permitir que não-judeus trabalhem certos terrenos, uma vez que isso é permitido na provisão.

MAIS DO QUE UM MERO DESCANSO DA TERRA
Mas o "Shemitah" significa muito mais do que apenas deixar a terra descansar.
"Como judeus religiosos, durante este ano aprendemos mais da Torá, e libertamos os agricultores para aprenderem mais acerca da nossa fé. A nossa religião diz: deixa o trabalho e trabalha no teu espírito. A nossa decisão no kibbutz é de permitir que os nossos membros desenvolvam o seu lado espiritual, e isso é também sabático" - afirmou Rozenzweig.
Questionado sobre se acha que a observância religiosa causa alguma diferença a longo prazo na saúde da terra, Rozenzweig disse: "Acreditamos que deixar a terra descansar, ajuda a terra. Se nós assim acreditarmos, é isso que vai acontecer."
Esta observância tem sido respeitada desde há gerações. O diário israelita "Haaretz" relatou que "tanto Alexandre o Grande como Júlio César concordaram em isentar os judeus de impostos durante os anos sabáticos, de forma a que eles pudessem respeitar as suas leis."

ASPECTO CARITATIVO
Há também uma perspectiva caritativa no ano sabático, uma vez que "tudo o que crescer nas terras durante o ano sabático é, pelo menos em teoria, para toda a gente, especialmente os pobres."
"Quando o Shemitah é pela primeira vez mencionado no Êxodo, a Torá diz que "a colheita é para os pobres da nossa nação, e o resto para os animais selvagens."
Segundo Deuteronómio 15:1, a cada 7 anos as dívidas também deveriam ser perdoadas, contudo os bancos em Israel não seguem esse preceito...
Segundo o Ministério da Agricultura de Israel, as culturas produzidas no Sul do deserto do Negueve podem ser consumidas, "porque esta região está situada fora das fronteiras da antiga terra de Israel, portanto isenta das restrições religiosas judaicas."

DESOBEDIÊNCIA GEROU CATIVEIRO
Segundo o relato bíblico, foi exactamente o desprezo pelo cumprimento do ano sabático - descanso da terra - por parte dos israelitas durante 490 anos que levou a que Deus os castigasse através do exílio de 70 anos na Babilónia. Portanto, o castigo de 70 anos na Babilónia implicou 1 ano de exílio por cada ano sabático não respeitado pelos judeus.
A desobediência começou logo no início do reinado de Saul - ano 
1050 a.C. - até ao início do cativeiro, no ano 606 a.C.
A desobediência paga-se caro, e a História de Israel comprova-o...
Que Deus abençoe os agricultores obedientes de Israel!
Shalom, Israel!