sexta-feira, junho 01, 2007

ACADÉMICOS BRITÂNICOS BOICOTAM ISRAEL


Na crescente tendência das nações para condenarem e isolarem Israel de todas as formas possíveis - nada de novo, aliás... - são agora os "cientistas" ingleses a caírem na armadilha de condenarem Israel pelos seus "crimes", não imaginando o mal que estarão atraindo para a sua própria nação. Faz-nos lembrar uma famosa frase transcrita num grande monumento ao Holocausto nazi no Norte de Israel: "Aqueles que ignoram a História estão condenados a repetir os seus erros." Nada de mais verdadeiro nesta época actual...
Agora é o Sindicato das Universidades e Colégios Britânicos que promulgou uma "moratória nas colaborações culturais e de pesquisa com Israel" e fez passar uma moção condenando " a cumplicidade dos académicos de Israel com a ocupação". Acrescentou ainda que "as críticas a Israel não podem ser vistas como anti-semitismo."
Tanto o boicote como as afirmações controversas têm sido duramente criticadas por Israel e pelos seus apoiantes. Na opinião do Prof. Alik Honigman, um dos directores do Centro Médico da Universidade Hebraica, os académicos britânicos estão a adoptar as "tácticas condenáveis da ex-União Soviética, que coloriam as suas pesquisas científicas com os seus próprios pontos de vista políticos."
Os responsáveis das quatro escolas médicas israelitas planeiam encontrar-se em breve para abordarem o voto inglês, e na próxima segunda-feira o Comité do Knesset para a Ciência e a Tecnologia irá reunir-se para discutir o boicote britânico.
Surgem agora receios de que outras instituições britânicas sigam este triste exemplo dado pelos académicos, pelo que já estão sendo encetados diálogos para que tal não venha a acontecer.
Os académicos ingleses estão obviamente conotados com a extrema esquerda que não aceita a existência do estado de Israel, e estão a esforçar-se para que a União Europeia siga as mesmas pisadas. Claro que a preocupação deles não parecem ser as constantes violações aos direitos humanos nos países árabes, muçulmanos, na China, etc. etc. Há um estranho silêncio ensurdecedor quanto a esses assuntos. Mas quanto se trata de Israel a história é outra. Assim vai o nosso mundo. O pior é quando nós não estamos a fazer nada em relação a este crescente anti-semitismo que não para de crescer em toda a Europa.
Israel certamente terá mais a ensinar do que a aprender destes países "evoluídos". Essa certeza ninguém a tira...
Shalom, Israel!

1 comentário:

Walker disse...

A maneira mais fácil para resolver, ou melhor para nada se resolver é condenar continuamente Israel, no entanto pouco é dito sobre a vontade dos países Árabes para (não) resolverem o problema dos Palestinianos.
Dois povos martirizados que servem para tapar a podridão deste mundo.
Na minha opinião só dois povos querem a paz os Israelitas e os Palestinianos e o resto do mundo que quer as coisas na mesma.