quarta-feira, dezembro 04, 2013

"ESPERAMOS VER O MONTE DO TEMPLO DIVIDIDO ENTRE JUDEUS E MUÇULMANOS"

SEGUNDO O JORNAL "WASHINGTON POST", O MUNDO MUÇULMANO ANDA ALARMADO COM OS ACTIVISTAS JUDEUS QUEREREM ORAR NO MONTE DO TEMPLO

MUÇULMANOS REZANDO NO MONTE DO TEMPLO
O prestigiado diário norte-americano "Washington Post" dedicou um bom espaço à notícia de destaque acerca do número pequeno mas cada vez maior de "activistas judeus que exigem o direito de orarem no local do seu Templo destruído, no coração da Cidade Velha, na disputada Capital."
Segundo o jornal, esta questão está criando um clash potencialmente explosivo com o mundo muçulmano, que considera o local sagrado para o Islão, banindo por isso todas e quaisquer orações de judeus que ali subam.
Todas as semanas centenas de judeus sobem pela rampa de madeira construída sobre o Muro Ocidental e entram naquele que é muitas vezes considerado como o património mais contestado do mundo.

Em cima do monte do Templo, muitos deles encetam então um jogo do "gato e do rato" com a polícia israelita, sussurrando orações "proibidas", fingindo que estão a falar ao telemóvel, e ajoelhando-se em movimentos rápidos como sinal de respeito pelo local, através de um esquema em que atiram moedas ao chão e fingem depois que se ajoelham para as apanhar.
Há muito deixadas de ser consideradas como extremistas, estas pretensões já estão sendo discutidas no parlamento israelita. 

"RECINTO DIVIDIDO ENTRE JUDEUS E MUÇULMANOS"
"Esperamos ver o recinto dividido entre judeus e muçulmanos" - afirmou Aviad Visoli, CEO da "Temple Mount Organizations", que reivindica ter 27 organizações sob a sua alçada. E acrescentou: "Os judeus hoje reconhecem que o Muro Ocidental (Lamentações) já não chega. Eles querem é a coisa real."
Apesar de Jerusalém não ser mencionada uma única vez no livro sagrado dos muçulmanos - o Corão - qualquer alusão a orações feitas por judeus neste lugar que lhes é tão sagrado é como atirar gasolina para a fogueira do mundo islâmico. É que segundo a mentira acreditada e propagada pelos muçulmanos, o profeta Maomé terá subido aos céus num cavalo branco a partir do local onde agora se encontra o Domo da Rocha...

"ESTE LUGAR PERTENCE AO POVO MUÇULMANO!"

"Este lugar pertence ao povo muçulmano, e ninguém mais tem o direito de vir aqui orar." - afirmou o sheik Azzam al-Khatib, director da Waqf, a fundação islâmica que administra o local. 
Khatib afirmou que a mesquita de Al-Aqsa é o símbolo unificador para os 1,2 biliões de muçulmanos do mundo inteiro.

JUDEUS PROIBEM JUDEUS...ATÉ QUANDO?
O rabinato-mor de Jerusalém determinou que os judeus não devem entrar no Monte do Templo, com receio de que possam acidentalmente calcar por cima do local onde se situava o Santo dos Santos, dentro do Templo, onde se encontrava a Arca da Aliança e onde só o sumo sacerdote podia entrar uma vez por ano. No entanto, há líderes políticos que estão pondo esta decisão em causa, propondo que a proibição de ali orar seja discutida no parlamento: "Há uma crescente realidade entre sectores da população que querem ali subir e orar, e há rabinos que estão encorajando os seus seguidores a fazê-lo" - afirmou o rabino Eli Ben-Dahan, ministro-deputado para os assuntos religiosos, que já sugeriu que se desse aos judeus uma hora por dia para ali poderem orar.
Reagindo violentamente a estas propostas feitas no parlamento, alguns deputados árabes vociferaram as suas ameaças de uma "terceira Intifada."  
Mas Uri Ariel, o corajoso ministro israelita para as Construções e Habitação, foi mais peremptório nas suas afirmações: "O Monte do Templo é nosso, e não se discute nem se negoceia...deve estar aberto a todas as horas para oração para todos os judeus."

UM NOVO TEMPLO?
Um dos mais habituais visitantes judeus do Monte do Templo é o rabino Chaim Richman, director do "Instituto do Templo", cuja missão são as preparações para a construção do Terceiro Templo.
Ele afirma visionar um novo Templo elevando-se até às nuvens, com estacionamento subterrâneo, ligações à internet, aquecimento do pavimento sagrado (segundo a Lei judaica, os sacerdotes têm de andar ali descalços) e um regresso às ofertas queimadas e ao sacrifício de animais.
Dentro das instalações do Instituto do Templo já se encontram vários utensílio e peças a serem utilizadas no serviço do novo Templo de Jerusalém, tais como trombetas em prata, liras em madeira, a túnica do sacerdote com incrustações, o candelabro de ouro e uma nova arca da aliança. 
Nas palavras de Richman: "A nossa missão é acender o rastilho do desejo para o tempo em que os judeus serão uma luz para o mundo, e os muçulmanos concordarem que é tempo de reconstruir, e em que todas as nações do mundo virão ter com os judeus pedindo-lhes para reconstruírem o Templo."

Parece-lhe utopia? Espere então para ver o "programa" que o Anticristo trará para oferecer aos judeus e aos muçulmanos... 
Shalom, Israel!

3 comentários:

Claudio disse...

Até quando o povo judeu ficará privado de orar no Monte do Templo? isso é inadmissível.

Anónimo disse...

Os judeus deveriam saber a tempos que não é mais preciso de templo físico e sacrifícios desnecessários.

Nós sabemos que somos templos do Espírito Santo consagrados pela sua glória para o adorarmos em espírito e verdade e que sacrifício definitivo e suficiente foi feito na crus do calvário.Amém.

Fabiana

Claudio disse...

Fabiana, o terceiro Templo precisa ser construido, pois o anticristo vai entrar nele e exigir adoração, esta profecia precisa se cumprir.