segunda-feira, fevereiro 16, 2026

ATAQUE AO IRÃO MAIS PRÓXIMO?


O presidente Donald Trump é conhecido pelas suas ambiguidades e imprevisibilidades. Ele gosta de mandar sinais duplos, deixando assim os seus amigos e inimigos numa constante inquietude e ansiedade...

Trump gosta de agir pelo seguro, permitindo-se tempo para reflectir e analisar os pós e os contras de uma intervenção militar no Irão. Por um lado, enviou o maior porta-aviões do mundo para a região do Golfo, mas por outro prossegue as conversações com o Irão...

Trump alega querer um acordo, mas por ouro lado está dando sinais de descontentamento e de descrédito em relação ao mesmo: "Temos de fazer um acordo" - diz Trump, ao mesmo tempo acrescentando que "de outra forma, vai ser muito traumatizante, muito mesmo"...

"Não quero que tal aconteça" - diz Trump, referindo-se a uma guerra com o Irão - acrescentando: "Temos de fazer um acordo." O presidente deu um prazo até meados do próximo mês para que o Irão chegue a um acordo. 

O primeiro ministro israelita aconselhou entretanto o presidente norte-americano a "desconfiar e a verificar ao detalhe tudo que estiver incluído no acordo." 

Trump deu entretanto luz verde a Netanyahu para avançar caso as conversações falhem, prometendo-lhe também todo o apoio.

Estamos neste inquietante impasse. Cada dia e hora que vai passando é um ganho de tempo para os facínoras iranianos, e é isso exactamente que Israel teme...

Shalom, Israel!

sexta-feira, fevereiro 13, 2026

EUA ENVIAM O MAIOR PORTA-AVIÕES DO MUNDO PARA O MÉDIO ORIENTE...


Os Estados Unidos estão a enviar o seu maior porta-aviões nuclear para o Médio Oriente, dando assim apoio ao outro já presente na região. Este porta-aviões, o "USS Gerald R. Ford" é o maior do mundo, e servirá o propósito do presidente Trump de exercer pressão sobre o regime satânico do Irão, ao mesmo tempo que decorrem as pretensas conversações. 

A actual presença militar norte-americana na região do Golfo seria suficientemente grande para dissuadir os iranianos, não fosse a obstinada recusa de incluírem a questão dos mísseis balísticos e do apoio aos proxies na agenda das negociações. O regime iraniano parece nem estar disposto a continuar os encontros. Essa é pelo menos a idéia que transparece à superfície. 

Este novo porta-aviões levará a que os EUA tenham dois poderosos navios carregados de aviões no Golfo, juntamente com os navios de guerra que os acompanham. O outro porta-aviões, o "USS Abraham Lincoln" e os navios de guerra carregados com mísseis que o acompanham já se encontram no Mar Arábio. 

PREOCUPAÇÃO NO GOLFO

Vários estados árabes do Golfo têm alertado de que qualquer ataque poderá levar a uma espiral de violência e de conflitos no Médio Oriente na senda do actual conflito de Israel com o Hamas na Faixa de Gaza. 


Os iranianos estão iniciando um período de 40 dias de cerimónias em memória dos milhares mortos na barbárie violenta perpetrada pelas forças do regime no mês de Janeiro. 

Questionado ontem sobre o tempo limite concedido ao Irão para assinar um acordo, o presidente Trump respondeu: "Penso que no próximo mês, algo assim" - acrescentando: "Deve acontecer rapidamente. Eles devem concordar muito em breve."

Shalom, Israel!

quinta-feira, fevereiro 12, 2026

ISRAEL CONCLUIU GRANDES EXERCÍCIOS NAVAIS VISANDO AUMENTAR A SUA CAPACIDADE DE DEFESA


A Marinha israelita informou ter terminado um exercício militar de grande escala esta semana que incluiu a sua flotilha de vasos de guerra, submarinos, forças especiais e segurança fronteiriça. 

Os exercícios navais, com a duração de vários dias, visaram aumentar a prontidão da Marinha de Israel na defesa das águas territoriais do país e dos "interesses estratégicos" no mar. Com isso certamente estão a ser referidos os campos de exploração de gás e de petróleo.

Participaram nos exercícios centenas de marinheiros, incluindo os fuzileiros navais Shayetet 13, fazendo uso de corvetas, barcos com mísseis, submarinos e navios de patrulha. Estiveram também envolvidos nos exercícios a Força Aérea, o Centro de Defesa Cibernética, e outros ramos das IDF.

Segundo as IDF informaram, as tropas enfrentaram vários cenários, tais como infiltrações inimigas por via marítima, confrontos com forças inimigas, ameaças aéreas, combates simultâneos em várias frentes, combates em alto mar e junto à costa, e a defesa de interesses estratégicos, como plataformas de gás, portos e outras infraestruturas. 


NETANYAHU REGRESSOU DOS EUA

Antes de entrar no avião de regresso a Israel esta manhã após o encontro de ontem com o presidente Trump, Netanyahu disse aos repórteres que o Irão poderá ser forçado a aceitar "um bom acordo."

"Terminei agora uma curta mas importante visita a Washington, durante a qual conversei com o nosso grande amigo, o presidente Trump. Nós temos uma relação muito próxima, genuína e aberta."

Netanyahu comunicou que as conversações focalizaram-se principalmente no Irão, mas também foram debatidas outras questões. 

"O presidente acredita que os iranianos já se aperceberam com quem estão a lidar. Penso que as condições que ele está a estabelecer, juntamente com o entendimento deles de que cometeram um erro da última vez, ao não terem chegado a um acordo, poderá conduzi-los a aceitarem termos que podem tornar possível alcançar um bom acordo."

Por outro lado, o primeiro-ministro disse "não esconder o seu cepticismo sobre a possibilidade de se conseguir qualquer acordo com o Irão."

Netanyahu afirmou ter tornado claro à Casa Branca que qualquer acordo "terá de incluir os elementos que são importantes para nós, para Israel, e no ponto de vista para toda a comunidade internacional - não apenas a questão nuclear, mas também os mísseis balísticos e os proxies regionais do Irão."

Segundo Netanyahu, a "excelente conversa" de ontem também incluiu a questão de Gaza. 

E, em forma de conclusão, Netanyahu afirmou: "Esta foi mais uma outra conversa com um grande amigo de Israel - um presidente como nenhum outro."

Shalom, Israel!

quarta-feira, fevereiro 11, 2026

NETANYAHU REÚNE-SE COM DONALD TRUMP NA CASA BRANCA - UM ENCONTRO IMPREVISTO


Na hora em que escrevo este blogue o primeiro-ministro de Israel está reunido na Casa Branca com o presidente norte-americano Donald Trump. Junto com Trump estão o secretário de estado Marco Rubio, o secretário da Defesa Steve Hegseth, e o conselheiro sénior do presidente, Jared Kushner. Para além destas altas individualidades, está também presente o enviado especial para o Médio Oriente, Steve Witkoff. 

Este encontro inesperado tem como agenda principal a questão do Irão e de Gaza. Israel está preocupado com as conversações há dias encetadas entre os EUA e o Irão, em Oman, uma vez que incluem apenas a questão do programa nuclear, mas não abordam a questão premente dos mísseis balísticos, os quais constituem a mais grave e imediata ameaça a Israel. Para além disso, não está também incluída a obrigatoriedade de o Irão não patrocinar mais os seus grupos proxies, como o Hezbollah, a Jihad Islâmica, o Hamas e os houthis, no Iémen. O governo de Israel sente - e com toda a razão - que Trump poderá estar a ser engodado pelos hábeis negociadores iranianos, que vão aproveitando para arrastar os pés nas negociações, até que a paciência de Donald se esgote, ou que, pelo contrário, ele se contente com pouco e deixe Israel a lidar sozinho com a ameaça iraniana. 

Donald Trump afirmou ontem que o Irão "está desesperado por fazer um acordo", mas que, se não o fizer, "teremos de fazer algo muito duro."

Netanyahu apresentará assim à liderança de Washington as condições necessárias para um acordo satisfatório, tanto mais que Israel dispõe de informações extraídas de satélites e dos seus próprios serviços de inteligência acerca do desenvolvimento do programa nuclear e do fabrico contínuo de mais mísseis balísticos, extremamente perigosos para Israel. É de todo o interesse de Israel que Trump avance com um ataque decisivo ao programa nuclear iraniano e às suas instalações de fabrico de mísseis, tanto mais que os EUA têm concentrado naquela região do globo um formidável dispositivo militar nunca anteriormente visto.

Netanyahu chegou ontem à noite a Washington, reuniu-se esta manhã com Marco Rubio, tendo na ocasião assinado a participação de Israel no "Conselho da Paz" promovido por Donald Trump para o futuro da Faixa de Gaza e de toda a região do Médio Oriente. O primeiro-ministro regressa amanhã mesmo a Israel, um sinal de que algo urgente poderá estar a ser preparado. 

Netanyahu informará também Donald Trump da recusa do grupo terrorista Hamas em se desarmar, desrespeitando dessa forma o acordado para esta 2ª fase do acordo. Israel está preparado para agir com toda a força contra o Hamas para obrigar o grupo a entregar as armas. Não vai ser fácil, mas é necessário que Trump se aperceba do problema e da necessidade de apoiar o estado judaico na sua intervenção militar. 

A reunião é praticamente secreta, sem a presença de repórteres, nem previsão de qualquer conferência de imprensa no final do encontro, revelando a grande importância, urgência e sensibilidade dos assuntos tratados.

Shalom, Israel!

terça-feira, fevereiro 10, 2026

ISRAEL SOMA E SEGUE NOS GRANDES NEGÓCIOS


Os Acordos de Abraão iniciados pelo presidente Donald Trump durante o seu primeiro mandato continuam a produzir frutos económicos. Tanto Israel, como os países cujas relações com o estado judaico foram normalizadas têm estado a beneficiar economicamente com a assinatura de grandes acordos comerciais.

O Cazaquistão é um dos países que recentemente aderiu a estes acordos e já está a beneficiar dos mesmos. A empresa de águas "Mekorot" pertença do estado de Israel irá lançar pela primeira vez as suas operações nesta nação de maioria muçulmana. O acordo já foi assinado entre os dois estados, e o projecto, no valor de algumas dezenas de milhões de dólares, já está a avançar no terreno. 

Este acordo visa aumentar o acesso às fontes de água no Cazaquistão, um país com dificuldades em conseguir levar a água até aos consumidores devido a condicionamentos geográficos. A "Mekorot" é uma das principais empresas ligadas à dessalinização, à gestão de recursos de água, processamento de águas residuais e cooperação internacional, e está actualmente envolvida em projectos no Azerbaijão, Jordânia, Barain, Marrocos e Iraque. 

VENEZUELA VAI EXPORTAR PETRÓLEO PARA ISRAEL

Graças à prisão do ditador Maduro, a Venezuela deverá em breve retomar a exportação de petróleo para Israel, com a primeira entrega já a caminho.

Shalom, Israel!


segunda-feira, fevereiro 09, 2026

EUROPA CONDENA (MAIS UMA VEZ) ISRAEL POR ADMINISTRAR O SEU PRÓPRIO TERRITÓRIO


A decadente Europa juntou-se mais uma vez ao coro dos antissemitas muçulmanos para condenar Israel pelas medidas tomadas pelo governo de Jerusalém para apertar o controlo nos territórios bíblicos judaicos da Judeia e Samaria, dessa forma abrindo o caminho para novas construções naqueles territórios. A nova lei agora aprovada permitirá que judeus possam comprar terras naqueles territórios. O governo permitirá também a partir de agora a expansão da supervisão de Israel sobre as áreas A e B da Judeia e Samaria, as divisões acordadas nos acordos de Oslo. 

Segundo o porta-voz europeu, estas medidas "são mais um outro passo na direcção errada."

NETANYAHU EM VISITA RÁPIDA À CASA BRANCA

O primeiro-ministro de Israel parte amanhã para Washington para se encontrar na Quarta-Feira com o presidente Donald Trump. Ao contrário de visitas anteriores, Netanyahu levará repórteres no seu avião presidencial. O primeiro-ministro regressará já a Israel nesta Sexta-Feira de manhã.

Esta visita inesperada leva a acreditar que serão acordadas medidas e formas para um ataque conjunto ou isolado ao regime iraniano Não se consegue antever outro motivo para tão apressada visita a Washington.

Shalom, Israel!


quinta-feira, fevereiro 05, 2026

REPRESENTANTES DOS EUA E DO IRÃO REUNEM-SE AMANHÃ EM OMAN


Previamente marcada para a Turquia, e depois cancelada, a esperada reunião ente as delegações norte-americanas e iranianas vai finalmente decorrer, mas em Oman, amanhã, pela 10 da manhã. Os EUA estão intransigentes quanto à inclusão nas discussões da questão dos mísseis e do tratamento à população iraniana, e não só a questão do programa nuclear. O Irão insistiu em só querer discutir o programa nuclear, pelo que se julgava que já haveria lugar para a reunião. No entanto, nas últimas horas, têm havido algumas cedências, permitindo que se avance com o encontro. 

Os EUA far-se-ão representar pelos enviados Steve Wikkoff e Jared Kushner, enquanto o Irão será representado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros Abbas Araghchi.

Certamente que a presença da formidável frota naval e aérea norte-americana na região é intimadora, e apesar da basófia dos líderes do regime satânico iraniano, eles sabem que um ataque em força por parte dos EUA e de Israel poderá acabar por levar ao derrube daquele cruel regime.


No pequeno-almoço presidencial de oração realizado anualmente em Washington, o presidente Donald Trump afirmou que o Irão vai de facto negociar com os EUA porque "não querem que os ataquemos."

"Temos uma enorme flotilha a caminho do Irão" - afirmou Trump, acrescentando ter conseguido acabar com a guerra em Gaza, "salvando centenas de milhares de vidas."


REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA EM JERUSALÉM

O gabinete de segurança do governo israelita está entretanto reunido desde há horas em Jerusalém, numa reunião antecipada, certamente para debater o encontro de amanhã e decidir quais as acções que Israel irá tomar. O governo de Israel tem pressionado os EUA a atacarem o Irão, nesta janela de oportunidade única, agora que os EUA concentraram uma força militar na região nunca vista, nem mesmo quando da Guerra do Golfo. Sabe-se que a administração Trump deu luz verde a Israel para atacar as instalações do programa nuclear iraniano, mesmo sem a ajuda dos EUA.

Israel já revelou ter pouca fé nas conversações. Crê-se que o Irão, astuto como é, quer apenas ganhar tempo para desenvolver o seu programa nuclear, agora que tem a ajuda da Rússia e da própria China. 

Vamos esperar para ver. As esperanças são muito reduzidas...

Shalom, Israel!


segunda-feira, fevereiro 02, 2026

NETANYAHU PROMETE "CONSEQUÊNCIAS INSUPORTÁVEIS" A QUEM QUER QUE ATAQUE ISRAEL


Numa altura em que as tensões estão ao rubro entre os EUA e o Irão, Israel sabe que será o alvo principal de um contra-ataque do regime iraniano, caso o mesmo venha a ser atacado pelas forças norte-americanas.

Todas as forças militares israelitas estão em prevenção máxima, em estreita colaboração com as norte-americanas, e, nas palavras do primeiro-ministro Netanyahu, qualquer que atacar Israel sofrerá "consequências insuportáveis."

Os norte-americanos concentraram na região do Golfo uma formidável força naval e aérea, superando a que foi usada durante a Guerra do Golfo. 

CONVERSAÇÕES COM O IRÃO

Há entretanto notícias, ainda que contraditórias, de um diálogo entre os EUA e o Irão através de terceiros mediadores a ter lugar na capital turca, visando em especial a questão do programa nuclear do Irão. O enviado norte-americano para o Médio Oriente Steve Witkoff chegará entretanto amanhã a Israel para se encontrar com Netanyahu e com o chefe das forças armadas israelitas. 

A cada dia que passa a tensão vai-se acumulando, e, ainda que o presidente Donald Trump prefira a via do diálogo para conter a violência dos assassinos iranianos e impedir o avanço do programa nuclear, ele prometeu mesmo assim um ataque vigoroso aos interesses militares iranianos caso não se consiga chegar a um acordo. 

Shalom, Israel!

segunda-feira, janeiro 26, 2026

CORPO DO ÚLTIMO REFÉM ISRAELITA RESGATADO DE GAZA


O corpo do sargento-major Ran Gvili foi finalmente recuperado de Gaza, onde se encontrava enterrado num cemitério do enclave. A detenção de um elemento do grupo terrorista Jihad Islâmica Palestiniana permitiu que este ajudasse na localização do corpo do refém. Segundo parece, pensava-se que o corpo dele seria de um palestiniano. Foi necessário analisar 250 corpos enterrados no local para se conseguir identificar o do refém israelita. 


Gvili foi assassinado no massacre do 7 de Outubro e o seu corpo levado pelos terroristas para Gaza. 

Este é o último refém resgatado de Gaza, ficando assim completo este compromisso assumido pelo primeiro-ministro Netanyahu. 


Após cerimónias militares já realizadas esta tarde, o corpo será entregue à respectiva família. 

Bem hajam as forças de Israel!

quinta-feira, janeiro 22, 2026

LÍDERES MUNDIAIS ASSINAM "CONSELHO DE PAZ" EM DAVOS


O presidente Donald Trump deu esta manhã início à cerimónia de assinaturas do "Conselho de Paz", que será subscrito por dezenas de líderes e diplomatas mundiais, entre os quais vários países muçulmanos. O "Conselho de Paz" passará agora a ser oficialmente uma organização internacional, que alguns dizem pretender substituir ou esvaziar a moribunda ONU.


No seu discurso inaugural, Trump afirmou que "temos paz no Médio Oriente." Segundo ele, a guerra em Gaza "está a chegar ao fim", apesar de ainda existirem "pequenos fogos" que importa apagar. Trump referiu-se ao Hamas, afirmando que o grupo terá de entregar as suas armas, caso contrário, "será o seu fim."

O secretário de estado norte-americano Marco Rubio disse esta manhã na conferência que o foco deste novo conselho é "primeiro e acima de tudo" assegurar que "este acordo de paz em Gaza se torne duradoiro." Rubio afirmou ainda que este conselho é "um conselho de acção. O novo conselho servirá como um exemplo do que será possível em outras partes do mundo sem perder o foco naquilo que agora está diante de nós."


Os 2 primeiros países a assinar entretanto a sua adesão a este "Conselho de Paz" foram precisamente o ministro representante do Barein, Sheikh Isa Al Khalifa, e o ministro dos Negócios Estrangeiros de Marrocos, Nasser Bourita. Ambos os países aderiram aos "Acordos de Abraão" ainda durante o primeiro mandato de Trump. 

Shalom, Israel!

quarta-feira, janeiro 21, 2026

PARA ALÉM DE ISRAEL E OUTROS, 8 PAÍSES MUÇULMANOS, INCLUINDO A ARÁBIA SAUDITA, ANUNCIAM ADESÃO AO "CONSELHO DE PAZ" PARA GAZA


São pelo menos até agora 8 os países muçulmanos que aderiram ao "Conselho de Paz" para Gaza proposto pelo presidente Donald Trump. São eles a Arábia Saudita, a Turquia, o Egipto, a Jordânia, a Indonésia, o Paquistão, o Qatar, e os Emirados Árabes Unidos. Cada um destes países irá indicar um representante para se sentar no painel dos líderes mundiais.

O "Conselho de Paz" recebeu um mandado do Conselho de Segurança da ONU para supervisionar a administração de Gaza no pós guerra até ao final de 2027, embora os EUA almejem utilizar o painel para a resolução de conflitos pelo mundo fora. 

O painel irá reunir-se algumas vezes por ano. Um painel mais executivo irá ser nomeado na próxima Sexta-Feira. 

Na declaração emanada dos países muçulmanos anunciando a sua adesão ao "Conselho de Paz", foi reiterado o seu apoio a "uma paz justa e duradoira fundamentada no direito palestiniano à auto-determinação e a um estado independente, de acordo com a lei internacional, pavimentando assim o caminho para a segurança e a estabilidade para todos os países e povos da região."

Sabe-se entretanto que o presidente Trump tem feito outros convites a personalidades para que adiram também ao Conselho, incluindo o papa Leão XIV, o líder chinês, o presidente russo, e vários outros. O primeiro-ministro israelita já aceitou o convite. 

TRUMP AMEAÇA O HAMAS

Na sua longa intervenção de hoje no Fórum Económico Mundial em Davos, na Suíça, o presidente Trump alegou haver "paz no Médio Oriente", acrescentando existirem ainda "algumas pequenas situações como o Hamas." Trump afirmou que o Hamas tinha prometido entregar as suas armas, embora na realidade o grupo terrorista palestiniano tenha se recusado a desarmar. 

"Eles nasceram com uma arma nas mãos, por isso não é fácil" - desabafou Trump, acrescentando: "Foi isso que eles concordaram, eles vão fazê-lo. E vamos sabê-lo nos próximos dois a três dias, certamente nas próximas 3 semanas, se eles o farão ou não. Se não o fizerem, vão rebentar muito rapidamente."

Trump informou que muitos dos 59 países interessados em participar na força para a manutenção da paz em Gaza "querem vir e despachar o Hamas para fora. Eles querem fazer o que puderem."

A ver vamos...

Shalom, Israel!

terça-feira, janeiro 20, 2026

ISRAEL AUMENTA PARA 48 O NÚMERO DOS SEUS AVIÕES DE GUERRA F-35


Israel continua a dominar o espaço aéreo do Médio Oriente.

No passado Domingo as IDF confirmaram que a Força Aérea de Israel tinha recebido 3 novos aviões caça F-35, tendo os mesmos aterrado na base aérea de Nevatim, no Sul de Israel. Estes novos aviões adquiridos à norte-americana Lockheed Martin vêm assim expandir a frota israelita da 5ª geração para 48 aviões F-35. Com esta entrega, Israel já recebeu 48 dos 50 aviões F-35 comprados aos EUA. Os restantes dois deverão ser entregues até ao final deste ano.

Estes aviões têm desempenhado um papel cada vez mais crucial na manutenção da superioridade aérea de Israel pelo Médio Oriente. A Força Aérea Israelita tem neste momento mais experiência em combate aéreo do que qualquer outra nação do mundo. 

Ao contrário de outros modelos mais antigos como o F-16 e o F-15, os caças F-35 possuem uma capacidade furtiva que lhe permite escapar aos sistemas de radar inimigos. 

"A Força Aérea de Israel tem provado as suas capacidades em operações críticas com os esquadrões 116 e 140, e procuramos ainda aumentar esse forte desempenho. Juntando uma combinação de capacidade furtiva, fusão sensorial e guerra electrónica, a 5ª geração dos F-35 assegurará que a Força Aérea Israelita permanece na dianteira das ameaças actuais."

Os aviões F-35 desempenharam um papel crucial na histórica operação ofensiva israelita "Operação Leão Desperto" contra os activos nucleares, militares e de mísseis do Irão no passado mês de Junho. Os aviões furtivos possibilitaram à Força Aérea fugir aos radares iranianos e neutralizar os mesmos.

As capacidades furtivas dos caças F-35 abriram também o caminho para que os antigos F-15 e F-16 israelitas pudessem participar na ofensiva aérea sem precedentes contra o Irão e que envolveu cerca de 200 meios aéreos da Força Aérea.

Enquanto os caças F-35 oferecem capacidades furtivas avançadas, estes aviões da 5ª geração possuem uma menor carga útil capaz de carregar mísseis e bombas. A FAI tem por isso emparelhado a expansão da sua frota de F-35 com upgrades para outras plataformas ofensivas. Israel requereu à Boeing norte-americana a compra de 25 caças avançados F-15EX em Janeiro de 2023. Entretanto, já em Setembro de 2025 a FAI deu sinais de querer fazer um upgrade dos seus antigos caças F-16 Barak devido ao seu desempenho estelar durante a ofensiva militar contra o Irão em Junho passado. A verdade é que os pilotos comprovaram ser capazes de levar esses aviões até ao Irão e voltar sem necessidade de reabastecimento.

Shalom, Israel!

sábado, janeiro 17, 2026

TRUMP FORMA "CONSELHO DE PAZ PARA A FAIXA DE GAZA" CONTESTADO POR ISRAEL


Querendo liderar o processo de paz entre israelitas e palestinianos para a Faixa de Gaza, e iniciando formalmente a segunda fase do acordo por ele programado, o presidente Donald Trump veio agora formar um "Conselho de Paz" que ele próprio presidirá, e que incluirá o antigo primeiro-ministro britânico Tony Blair, o seu secretário de estado Marco Rubio, o enviado especial norte-americano Steve Witkoff, e ainda Jared Kushner, genro do presidente, e o presidente do Banco Mundial, Ajay Banga. 

Este "Conselho de Paz" irá supostamente liderar um comité palestiniano de tecnocratas, que se espera seja tecnocrata, temporário e apolítico, e que inicia hoje os seus trabalhos. 

"O Conselho de Paz desempenhará um papel essencial no cumprimento dos 20 pontos do plano presidencial, proporcionando supervisão estratégica, mobilizando recursos internacionais e garantindo a responsabilização à medida que Gaza transita do conflito para a paz e o desenvolvimento" - refere um comunicado da Casa Branca. 

"Para concretizar a visão do Conselho de Paz sob a presidência Trump, foi formado um conselho executivo fundador composto por líderes nas áreas da diplomacia, desenvolvimento, infraestruturas e estratégia económica."

Para além de Blair, Rubio, Witkoff e Kushner, integra também o Conselho Robert Gabriel, vice-conselheiro de segurança nacional norte-americana. O bilionário norte-americano Marc Rowan também fará parte deste Conselho. 

Segundo refere a Casa Branca, cada um dos nomeados irá supervisionar "uma pasta definida, crucial para a estabilização e o sucesso a longo prazo de Gaza, incluindo, entre outros, o desenvolvimento, a governação, as relações regionais, a reconstrução, a atracção de investimento, o financiamento em grande escala e a mobilização de capital."

Um comité tecnocrático composto por 15 personalidades palestinianas deverá administrar provisoriamente o território, sob a tutela do "Conselho de Paz."

Este plano foi aprovado em Março passado com o apoio de países europeus, e prevê a reconstrução da Faixa de Gaza sem deslocar os seus mais de 2 milhões de habitantes. 

O mais importante neste momento é a habitação, uma vez que uma grande percentagem das casas ficaram total ou parcialmente destruídas com a guerra. Prevê-se também o total desarmamento do Hamas, a retirada progressiva das forças israelitas, e o destacamento de uma força internacional de estabilização. 

ISRAEL REAGE NEGATIVAMENTE A ALGUMAS NOMEAÇÕES

Numa rotura com o plano de Trump, o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu reagiu ao anúncio da formação do "Conselho de Paz", alegando que o seu comité executivo "não foi coordenado com Israel e contradiz a sua política."

O comité executivo inclui elementos do Qatar e da Turquia, dois países altamente críticos à postura de Israel na Faixa de Gaza. 

MAIS CONVIDADOS

Sabe-se entretanto que Trump convidou o actual primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, para se juntar ao Conselho, e que este tenciona aceitar. 

O convite foi também estendido ao actual presidente da Argentina, Javier Milei, tendo este declarado ser "uma honra" participar na iniciativa presidida por Trump.

O actual presidente do Egipto Abdel-Fattah el-Sissi foi também convidado pelo presidente norte-americano, estando o convite em "análise". 

Mas a controvérsia pior com estes convidados surge com o convite feito por Trump ao presidente turco Recep Erdogan, um declarado inimigo de Israel, que tem sistematicamente rejeitado qualquer envolvimento turco em Gaza. 

Só o tempo dirá no que tudo isto vai dar, mas de uma coisa estamos certos: não será nada fácil gerir todos estes interesses e ambições de Trump. E Israel não pode nem deve ficar de fora deste Conselho, uma vez que é uma das partes mais interessadas na resolução do conflito com os palestinianos. 

Shalom, Israel!

sexta-feira, janeiro 16, 2026

NETANYAHU TERÁ PEDIDO AO PRESIDENTE TRUMP PARA ADIAR O ATAQUE AO IRÃO


Vive-se num perigoso impasse no Médio Oriente. O presidente Trump mandou suspender o ataque ao Irão na madrugada de ontem quase ao último minuto. Sabe-se no entanto que o ataque aos interesses militares do regime satânico dos aiatolás do Irão não foi cancelado, apenas adiado, aguardando-se uma melhor altura. Segundo várias fontes, vários países terão pedido a Trump para suspender o ataque, tendo Israel em particular pedido mais tempo para se poder equipar melhor e a tempo para a defesa face a uma possível retaliação por parte do Irão. Outros países árabes e muçulmanos alegaram que o ataque iria despoletar um grande conflito regional.

Israel continua em prevenção máxima, com todos os sistemas de defesa anti-aérea "Iron Dome" estacionados em várias partes do país. Hoje mesmo o comandante supremo das IDF visitou os vários sistemas de defesa espalhados pelo país para constatar a sua prontidão. Israel já avisou que não está interessado num ataque ao Irão, mas que apoiará no entanto os EUA se tal decisão for tomada. Jerusalém e Washingtom estão a manter consultas diárias sobre a questão do Irão. Ao que parece, a administração norte-americana ainda prefere a via diplomática para resolver a questão do Irão.

Por outro lado, há movimentações de porta-aviões norte-americanos e de aviões de guerra na direcção do Médio Oriente...

Aparentemente, os protestos diários terão diminuído de intensidade, mas sem comunicações para o exterior pouco se sabe da realidade actual. Segundo os activistas, foram assassinadas 2.637 pessoas, mas há quem fale em 12 mil e até 20 mil. A verdade dos factos, só o tempo o dirá. 

A diplomacia joga agora um papel crucial. Esta manhã Netanyahu conversou ao telefone com o presidente russo Putin, o qual ligou de seguida para o presidente iraniano. Por mais irónico que pareça, Putin ofereceu-se para mediar o conflito entre o Irão e Israel...

Uma das razões para o adiamento do ataque terá também a ver com a informação que o presidente Trump recebeu da parte do Irão de que as execuções previstas de manifestantes iriam ser canceladas. Não se sabe ao certo se o Irão está a cumprir esta promessa, uma vez que as execuções podem estar a ser realizadas em privado, em espaços não públicos. Há muito pouca informação do que realmente se passa agora no Irão, uma vez que continua o "apagão" da internet e dos telefones móveis. 

Shalom, Israel!

quarta-feira, janeiro 14, 2026

EUA DECLARAM ESTAR LANÇADO O INÍCIO DA SEGUNDA FASE DO PLANO PARA GAZA


O enviado especial da administração Trump Steve Witkoff anunciou hoje o lançamento da segunda fase do plano de 20 pontos proposto pelo presidente Donald Trump para terminar a guerra em Gaza. 

Numa declaração há pouco emitida, Witkoff disse que esta nova fase consistirá em "passar do cessar-fogo para a desmilitarização, governo tecnocrático e reconstrução."

"A Fase 2 estabelece uma administração tecnocrata palestiniana transitória para Gaza - o Comité Nacional para a Administração de Gaza - e dá início à total desmilitarização e à reconstrução de Gaza, iniciando com o desarmamento de todo o pessoal não autorizado."

"Os EUA esperam que o Hamas cumpra integralmente com as suas obrigações, incluindo imediato retorno do corpo do refém falecido. Falhar nisso acarretará graves consequências" - afirmou Witkoff. 

"Importante como foi, a Fase 1 permitiu a entrega histórica de ajuda humanitária, manteve o cessar-fogo, fez regressar todos os reféns vivos e os restos mortais de 27 dos 28 reféns mortos" - declarou o enviado norte-americano, agradecendo ainda aos mediadores do Egipto, Turquia e Qatar pelos "seus esforços indispensáveis de mediação que tornaram hoje possível todo o progresso até agora obtido."

Shalom, Israel!

terça-feira, janeiro 13, 2026

A OPOSIÇÃO IRANIANA REPORTA 12.000 CIVIS ASSASSINADOS NOS PROTESTOS ANTI-GOVERNAMENTAIS


O boicote à internet e à própria Starlink pelo regime satânico dos aiatolás iranianos não permite uma visão clara do que realmente se está a passar nas ruas das cidades e províncias do Irão. Há relatos horríveis de cadáveres amontoados nos hospitais, feridos que não são tratados por oposição das forças do regime que agora controlam os hospitais, pessoas que são simplesmente liquidadas à queima-roupa pelas hediondas forças do regime, que se sabe estar a fazer uso de armas militares contra civis, etc.

Aquilo que os grupos da oposição iraniana reportam é a existência de 12 mil mortos como consequência dos recentes protestos, fazendo deste o pior massacre dos tempos modernos no Irão. 

De acordo com o grupo "Iran International", a maior parte dos mortes aconteceram nas noites de 8 e 9 deste mês, com a matança perpetrada primariamente pelos "Guardas Revolucionários" e pelas forças "Basij" agindo sob as ordens do líder supremo do Irão, Ali Khamenei. As informações estarão a chegar de diversas fontes dentro do país, incluindo de indivíduos próximos do "Supremo Conselho Nacional de Segurança" e do gabinete presidencial, bem como de membros dos "Guardas Revolucionários Islâmicos" em Mashhad, Kermanshah, e Isfahan. Outras informações adicionais foram fornecidas por médicos, testemunhas oculares e por familiares das vítimas. 

As autoridades do satânico regime já detiveram pelo menos 10.721 pessoas.

Os responsáveis iranianos classificam as notícias internacionais como propaganda fabricada, culpando agentes estrangeiros pela violência, classificando-os de terroristas e arruaceiros. E, como seria de esperar, os principais visados são os EUA e Israel, os "grande Satã" e "pequeno Satã". O regime organizou entretanto grandes manifestações pró-governamentais numa tentativa de transmitir uma imagem de estabilidade. 

Os tumultos iniciaram-se quando a divisa iraniana colapsou sob a pressão das sanções internacionais. Aquilo que inicialmente eram protestos contra a economia espalhou-se rapidamente para 185 cidades, passando a ser protestos políticos contra o regime teocrático imposto ao povo com a revolução islâmica de 1979. Manifestantes gritavam "Morte ao ditador!", referindo-se ao aiatolá Ali Khamanei, o cruel e sanguinário ditador de 86 anos de idade. 

TRUMP PROMETE AJUDA


Numa mensagem hoje divulgada na sua rede social, o presidente Donald Trump, para além de palavras de encorajamento ao povo iraniano, prometeu que "a ajuda está a caminho". Não se sabe de que ajuda se trata. Por enquanto já se sabe que a administração norte-americana sancionará com 25% de taxas todos os países que fizerem negócios com o Irão. Mas a "ajuda" que o povo pede a Trump é muito mais do que isso. De facto, as movimentações mais recentes levam a crer que poderá estar para breve um forte ataque militar norte-americano a instalações cruciais do regime, provocando uma instabilidade difícil de controlar e que poderá levar ao derrube do mesmo. Hoje mesmo o presidente irá reunir-se com o seu governo para decidir quais as acções a levar a cabo para ajudar o povo iraniano nesta dramática situação de sofrimento e instabilidade.

Israel está obviamente de prevenção máxima, uma vez que a haver um ataque da aviação norte-americana contra interesses do regime iraniano, a retaliação recairá, tal como já ameaçado, sobre Israel e sobre os interesses norte-americanos na região.

Shalom, Israel!



sábado, janeiro 10, 2026

ASSEMBLEIA MESSIÂNICA DE KIRYAT SHMONA REABRE COM UM CRESCIMENTO DE 60%!


A cidade de Kiryat Shmona, na fronteira Norte de Israel com o Líbano foi uma das mais afectadas pela destruição durante a recente guerra com o Hezbollah que não se cansou de disparar rockets contra a cidade. A Casa de Oração da congregação que ali se reunia, e que tinha sido recentemente inaugurada, foi quase destruída com um desses mísseis inimigos, mas a congregação permaneceu firme, fazendo um trabalho extraordinário de assistência social, fornecendo refeições quentes diárias aos militares israelitas ali posicionados, dessa forma dando um testemunho do amor de Jesus para com o Seu povo.

Agora que a congregação regressou, houve um aumento de 60% no número de membros. Os membros da congregação tiveram de evacuar da localidade, mudando para diversas localidades diferentes mais a Sul do país. 

Nas palavras do pastor Israel Iluz "Éramos cerca de 50 quando a guerra começou. Hoje somos mais de 80, e as pessoas continuam a vir." E acrescentou: "Somos como que uma família. Há algo que nos tem estado a ligar uns aos outros com muito boa comunhão. Partilhamos refeições e muitas vezes também o jantar do Shabat." Mas mais do que isso, a congregação fornece entre 600 a 700 refeições aos soldados e a quem necessitar durante o Shabat. 

A distribuição de refeições desenvolveu-se a partir do restaurante do seu filho Yonatan, acabando por se tornar num enorme empreendimento alimentando gratuitamente centenas de pessoas todos os dias, muito por força da ajuda de voluntários. 

O facto de os soldados entrarem e saírem da Casa de Oração deu oportunidade a que se pudesse ministrar aos mesmos. Segundo o pastor, "Não sei quantas conversas e quantas oportunidades tivemos, mas foi maravilhoso."

Enquanto famílias fugiam da cidade devido à guerra e os fornecedores se recusavam a fazer entregas na área atingida, cristãos de todo o mundo vieram para ajudar como voluntários: "Só o facto de ver voluntários sentados com soldados foi inacreditável, ao mesmo tempo que os israelitas não podiam ou não queriam vir."


"Foi um grande encorajamento. Tantas pessoas que vieram ajudar enquanto os rockets voavam e faziam círculos por cima de nós. E um dos rockets caiu perto da igreja, mas graças a Deus ninguém ficou ferido."

"Tem sido uma grande experiência ver o Corpo do Messias, não apenas o Corpo local, mas o Corpo internacional do Messias juntar-se para uma ocasião destas." Iluz acredita que o foco no serviço ajudou a congregação a lidar emocionalmente com a guerra: "E penso que tem sido uma grande chave para nós como congregação para a cura, restauração, cura, alegria e confiança."

Mas os desafios continuam: "Está tudo fechado". Só 75% dos cerca de 25 mil residentes é que regressaram...É um pouco frustrante ver tantas lojas e centros comerciais ainda fechados." Os residentes, por seu lado, sentem-se abandonados pelo governo, que acusam de nada estar a fazer por eles. 

Durante os ataques do Hezbollah, morreram 46 civis e 80 militares e reservistas, já para não mencionar os enormes estragos nas casas e edifícios.

"Não é fácil, mas para nós, como congregação, posso dizer que tivemos uma grande experiência que o Senhor nos deu, e uma grande oportunidade" - afirmou o pastor com gratidão, acrescentando que a relação deles com Jesus poupou-os a uma enorme dose de medo, frustração e trauma que outros experimentaram: "Colocamos a nossa esperança como cidadania, nossos valores, o nosso tudo - tudo vem d'Ele."

Até mesmo alguém que se opunha às actividades da congregação, postando um vídeo deveras negativo, recebeu muitas críticas em retorno, com afirmações do tipo: "Tem vergonha! Tu estavas em Eilat e em Tel Aviv durante a guerra, enquanto estas pessoas ficaram aqui para nos servir!" A cidade e a sua população ficou bem consciente daquilo que estava sendo feito pela congregação. 

Quando questionado se se sentem agora seguros, Iluz respondeu: "Não, não me sinto seguro", e acrescentou que muitos não regressarão com o Hezbollah ali ao lado, do outro lado da fronteira. "Muita gente recusa voltar a esses lugares. Em Metula, muitos estão a vender as suas propriedades, e está tudo morto" - afirmou o pastor, com tristeza, acrescentando no entanto: "Mas mais uma vez, quanto a nós, como congregação, graças a Deus, aqui está algo de bom, mesmo nesta altura. Ninguém saiu da nossa congregação. Dou graças a Deus por isso. Ninguém partiu. Todos regressaram. E, como congregação, tal como já disse, crescemos durante este tempo. Por isso, é um grande encorajamento."

Shalom, Israel!


sexta-feira, janeiro 09, 2026

KHAMENEI ALEGA QUE O IRÃO "NÃO CEDERÁ AOS SABOTADORES" E ACUSA DONALD TRUMP


Na sua primeira intervenção na TV desde o início dos protestos generalizados por todo o Irão e que já vão no 13º dia, o cruel ditador aiatolá Khamenei, supremo líder do regime que tem oprimido o país ao longo de décadas, veio afirmar que a república islâmica "não cederá" diante dos protestantes os quais chamou de "vândalos" e "sabotadores".

Khamenei acusou ainda o presidente Donald Trump de ter as mãos "manchadas com o sangue de mais de mil iranianos", e previu que o "arrogante" líder dos EUA vai ser "derrubado" tal como foi a dinastia imperial que governou o Irão até à revolução islâmica de 1979. 

O sanguinário líder acusou os manifestantes de agirem a favor de Trump, dizendo que os arruaceiros andavam a atacar propriedades públicas, avisando ainda que Teerão não irá tolerar gente que age como "mercenários por conta de estrangeiros."

"Ontem à noite, em Teerão, um punhado de vândalos e arruaceiros vieram e destruíram um edifício que pertence ao estado, ao próprio povo, apenas para agradar ao presidente dos Estados Unidos" - acusou o líder supremo iraniano, acrescentando que o Trump deve é "cuidar do seu próprio país."

Os protestos, que se iniciaram por causa do disparar da inflação no país durante o mês passado, progrediram até se tornarem nas maiores manifestações dos últimos 3 anos, com distúrbios registados em todas as províncias e grupos de direitos humanos informando da morte de mais de 50 pessoas. 

As facções da oposição no exterior estão entretanto a apelar a mais protestos para esta noite, ao mesmo tempo que Reza Pahlavi, o filho do último xá entretanto exilado, comunicou aos iranianos nas redes sociais que "os olhos do mundo estão sobre vocês. Avancem para as ruas." Pahlavi apelou entretanto há pouco ao presidente Trump para que intervenha: "Sr. Presidente, este é um apelo urgente e imediato à sua atenção, apoio e acção" - pediu o líder exilado na região de Washington, acrescentando: "Por favor prepare-se para intervir para ajudar o povo do Irão."

Imagens divulgadas na TV estatal durante a madrugada mostraram aquilo que se alega serem autocarros em chamas, para além de carros, motociclos, e estações de metro e bancos também em chamas. Um repórter estatal posicionado diante das chamas na cidade portuária de Rasht, afirmou que aquilo parecia "uma zona de guerra, com todas as lojas destruídas."

O Irão tem assistido no passado a grande manifestações de protesto, só que agora o povo enfrenta um grave crise económica, para além da intensificação da pressão internacional com as sanções globais provocadas pelo restabelecimento do programa nuclear iraniano em Setembro. Enquanto os primeiros protestos se focavam na crise económica, com a moeda nacional a desvalorizar 50% face ao dólar durante o ano passado e a inflação a galopar até aos 40% em Dezembro, aquilo a que se assiste agora é também a slogans direccionados contra o próprio governo. 

Os protestantes têm gritado slogans como "Morte ao ditador", e palavras de elogio ao antigo regime deposto pela revolução islâmica em 1979. 

DISPAROS CONTRA MANIFESTANTES

Estão a chegar relatos de disparos contra a população na cidade sunita de Zahedan, no sudeste do Irão, onde centenas de manifestantes têm-se reunido para contestar o regime, com palavras de ordem, tais como "Esta é a batalha final, Pahlavi vai voltar!" Há notícias de várias pessoas feridas pelos disparos efectuados perto de uma mesquita onde as pessoas se tinham juntado para rezar. 

APAGÃO GERAL DA INTERNET

Desde ontem que está a vigorar um apagão geral no país, com a internet e os telefones sem funcionar. O regime ditatorial tenta assim evitar que as imagens das gigantescas manifestações cheguem ao exterior, ao mesmo tempo que tenta impedir a comunicação entre os manifestantes.

UMA INCÓGNITA

A situação no Irão é muito grave e preocupante. A menos que estas manifestações consigam derrubar o actual governo - algo quase impossível - a tendência das ditaduras em casos assim é endurecer e trazer ainda mais opressão sobre as populações. Só o tempo o dirá...

Shalom!


quinta-feira, janeiro 08, 2026

RESTAURANTE ISRAELITA "TANTURA" ENCERRA PORTAS EM LISBOA DEVIDO AO ANTISSEMITISMO


Mais uma triste notícia para Lisboa e para quem aprecia comida oriental: devido ao crescente antissemitismo que o restaurante tem vindo a experimentar, os donos decidiram fechar as portas, após 10 anos de actividade. 

Os dois israelitas Elad Budenshtiin e Itamar Eliyahu tinham aberto o restaurante "Tantura" na capital portuguesa, vendo-se agora obrigados a encerrar a sua actividade já no próximo Sábado. 

"Nestes últimos 3 anos, com a guerra e o alarmante crescimento do antissemitismo pelo mundo fora, vemo-nos confrontados com uma dura e dolorosa realidade: graffitis pintados pelas paredes do restaurante, o bom nome do mesmo estando a ser coberto a negro nas redes sociais, campanhas hostis e um boicote generalizado" - escreveram os donos, acrescentando: "Pouco a pouco, o lugar que supostamente deveria ser um espaço para conexão e alegria converteu-se numa arena de conflitos diários."

Com o antissemitismo a atingir picos elevadíssimos pelo mundo fora como consequência do massacre do Hamas do 7 de Outubro de 2023, os negócios cujos proprietários são judeus têm sido frequentemente alvo de vandalismo e outras formas de assédio. Em Junho de 2024, activistas anti-Israel pintaram o restaurante com spray, com as seguintes palavras: "Tantura é um massacre, Free Palestine".

"Tantura" é o nome de uma praia no Norte de Israel onde um vasto número de árabes foi morto por forças judaicas durante a Guerra da Independência de 1948. Os proprietários disseram desconhecer essa história quando abriram o restaurante, alegando terem dado o nome "de uma das mais belas praias de Israel" ao restaurante.

Os proprietários não revelaram se há ainda mais outros motivos para o encerramento. Ambos estão agora a trabalhar para abrir um resort de férias fora da cidade. 

Shalom, Israel!

segunda-feira, janeiro 05, 2026

REGIME SATÂNICO DOS AIATOLÁS DO IRÃO PODE CAIR A QUALQUER MOMENTO


Notícias hoje divulgadas revelam que Khamenei, o líder supremo dos aiatolás que oprimem o povo iraniano desde 1979, está de malas prontas para fugir para a Rússia, caso a situação no país saia do controle das forças repressivas do regime. É assim que os ditadores sempre procedem. "Quando o barco começa a afundar, os ratos são os primeiros a fugir" - diz o ditado, e é essa a norma dos cruéis tiranos ao longo da História.

O primeiro-ministro revelou grande confiança de que em breve o bravo povo iraniano conseguirá tomar o poder nas suas mãos, derrubando o regime satânico que há tanto os tem oprimido, e instaurando uma democracia plena, tão merecida pelos persas. A tal acontecer, estaríamos a assistir a uma verdadeira revolução em todo o Médio Oriente, com uma apaziguação generalizada, já que os fomentadores e sustentadores dos grupos terroristas do Hamas, Hezbollah e Jihad Islâmica ficariam fora de jogo, e do poder em si. As relações com Israel de um novo regime liderado pelo xá exilado Reza Palavi seriam certamente estabelecidas, e acabaria de vez a temível ameaça nuclear iraniana contra o estado judaico. Tudo isto parece ser um sonho, mas à velocidade a que a História está a decorrer, tudo pode acontecer de um momento para o outro. 


"O governo de Israel, o estado de Israel, e as minhas políticas, todos nos identificamos com a luta do povo iraniano, com as suas aspirações de liberdade e justiça"
- afirmou ontem Netanyahu, durante a reunião do seu gabinete ministerial, acrescentando: "É muito possível estarmos a aproximar-nos do momento em que o povo iraniano tomará o seu próprio destino nas suas mãos."

Há registos de pelo menos 16 mortos, sendo 15 deles manifestantes e um agente de segurança durante as manifestações e protestos que se têm estendido a 174 localidades em mais de 60 cidades e 25 províncias. 

Shalom, Israel!

sexta-feira, janeiro 02, 2026

ISRAEL EM ALERTA MÁXIMO DEVIDO ÀS INSURREIÇÕES POPULARES NO IRÃO


Os protestos populares em mais de 20 cidades do Irão continuam e prometem dar dores de cabeça ao cruel regime dos ditadores. A principal razão dos protestos é o elevado custo de vida, uma inflação a rondar os 30% anuais, a desvalorização brutal da moeda e outras questões. É por isso que estes massivos protestos são diferentes na sua essência, e porventura mais ameaçadores para a estabilidade e permanência do cruel regime ditatorial dos aiatolás.

Preocupado com a possibilidade de no seu desespero o regime iraniano lançar um ataque surpresa com mísseis contra Israel, visando desviar a atenção do povo dos graves problemas internos, Israel está em situação de alerta máximo.

Apesar de as capacidades militares do Irão terem sido severamente dizimadas na "guerra dos 12 dias" de Junho passado, e não existir grande vontade dos militares de provocarem uma nova ronda de ataques, o desespero dos líderes iranianos, ao sentirem-se "encostados à parede", pode levá-los a tomarem uma decisão precipitada, e é isso que Israel mais teme neste momento. 

A História tem provado que regimes totalitários que se sentem ameaçados por lutas e crises internas têm a tendência de tentar redireccionar a fúria das populações para um inimigo externo, dessa forma criando uma espécie de "unidade à volta da bandeira."

Os protestos e manifestações prosseguem, sabendo-se que já há mortos, tanto da parte das forças repressivas, como dos manifestantes. Vários edifícios estatais foram ocupados e por todo o lado ouvem-se apelos à morte do líder supremo aiatolá Khamenei e convites ao regresso do xá Reza Palevi, neste momento no exílio. 

Para além da crise financeira e cambial, os últimos meses têm assistido a uma severa crise de falta de água devida a décadas de má gestão dos recursos hídricos. 

TRUMP AMEAÇA 

O presidente Donald Trump veio entretanto avisar o regime iraniano de que está "com o dedo no gatilho" caso as forças repressivas disparem contra os manifestantes pacíficos. E, como seria de esperar, um alto funcionário do governo iraniano já veio culpar os EUA e Israel pelas insurreições populares...

A situação é explosiva, e diferente das anteriores. Há grandes esperanças de que o regime ditatorial que tem levado o país à bancarrota, e que gasta biliões em armas e na manutenção de grupos proxies para arrasar Israel, possa ser derrubado mais tarde ou mais cedo. 

Que assim seja e quanto mais depressa melhor para o país, e para toda a região do Médio Oriente!

Shalom, Israel!