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segunda-feira, fevereiro 09, 2026

EUROPA CONDENA (MAIS UMA VEZ) ISRAEL POR ADMINISTRAR O SEU PRÓPRIO TERRITÓRIO


A decadente Europa juntou-se mais uma vez ao coro dos antissemitas muçulmanos para condenar Israel pelas medidas tomadas pelo governo de Jerusalém para apertar o controlo nos territórios bíblicos judaicos da Judeia e Samaria, dessa forma abrindo o caminho para novas construções naqueles territórios. A nova lei agora aprovada permitirá que judeus possam comprar terras naqueles territórios. O governo permitirá também a partir de agora a expansão da supervisão de Israel sobre as áreas A e B da Judeia e Samaria, as divisões acordadas nos acordos de Oslo. 

Segundo o porta-voz europeu, estas medidas "são mais um outro passo na direcção errada."

NETANYAHU EM VISITA RÁPIDA À CASA BRANCA

O primeiro-ministro de Israel parte amanhã para Washington para se encontrar na Quarta-Feira com o presidente Donald Trump. Ao contrário de visitas anteriores, Netanyahu levará repórteres no seu avião presidencial. O primeiro-ministro regressará já a Israel nesta Sexta-Feira de manhã.

Esta visita inesperada leva a acreditar que serão acordadas medidas e formas para um ataque conjunto ou isolado ao regime iraniano Não se consegue antever outro motivo para tão apressada visita a Washington.

Shalom, Israel!


quinta-feira, junho 14, 2018

ONU CONDENA ISRAEL POR SE DEFENDER DO TERRORISMO, MAS ILIBA O HAMAS...

Não que as decisões da manipulada e desacreditada ONU valham para alguma coisa. Mas é a falta de moral deste órgão internacional que desafia o bom senso, a justiça e a decência de qualquer pessoa ou instituição ainda detentora dessas características.

PROPOSTA DA ARGÉLIA, TURQUIA E "PALESTINA"
A proposta para votação de condenação a Israel pelo uso "excessivo, indiscriminado e desproporcionado" de força contra os palestinianos de Gaza, foi ontem aprovada com uma grande maioria de 120 votos, com 8 contra e 45 abstenções.
Tanto Israel, como os Estados Unidos, a Austrália, as Ilhas Marshall, a Micronésia, Nauru, o Togo e as Ilhas Salomão votaram contra esta medida.
A resolução ontem aprovada alega "deplorar qualquer uso força excessiva, indiscriminada e desproporcionada pelas forças israelitas contra civis palestinianos no território palestiniano ocupado, incluindo Jerusalém oriental, e particularmente na Faixa de Gaza", citando ainda o uso por parte de Israel de munições reais contra os protestantes e a morte de um jornalista e de pessoal médico.

NÃO SE INCRIMINOU O VERDADEIRO CULPADO: O HAMAS
A resolução condenou ainda "o disparo de foguetes da Faixa de Gaza contra áreas civis de Israel", que têm aumentado devidos às refregas fronteiriças, solicitando ainda ao secretário geral que apresente uma resposta por escrito relacionada com "a segurança da população civil palestiniana."
Não houve no entanto menção, muito menos condenação do verdadeiro culpado desta situação: o Hamas. 
Esta votação vem mais uma vez provar que a esmagadora maioria dos estados membros da ONU estão comprados pelas mentiras árabes e palestinianas, dando mais crédito àqueles que atacam Israel do que ao estado judaico que tem toda a legitimidade para se defender.
A delegação norte-americana ainda apresentou uma emenda à proposta, condenando o Hamas, e que foi inicialmente votada com 62 votos a favor, 58 contra e 42 abstenções. Para o presidente da Assembleia Geral o voto teria de ser aprovado com um mínimo de dois terços dos votos, o que não veio a acontecer...

NIKKI HALEY CONDENA A DECISÃO ANTI-ISRAEL
A embaixadora dos EUA nas Nações Unidas Nikki Haley condenou em tom veemente esta pérfida decisão da AG da ONU: "A ONU fez hoje o julgamento moralmente falido de que a recente violência em Gaza é toda por culpa de Israel. Não admira que ninguém leve a sério a ONU como um agente para a paz no Médio Oriente" - desabafou a embaixadora. 

VERGONHA PARA A UNIÃO EUROPEIA E PORTUGAL
Vários países da União Europeia apoiaram a resolução palestiniana de condenação a Israel. Foram eles: a Bélgica, a Estónia, a Finlândia, a Grécia, a França, a Irlanda, Luxemburgo, Malta, Portugal, a Eslovénia, a Espanha e a Suécia.
Abstiveram-se ainda a Áustria, a Bulgária, a Croácia, Chipre, a República Checa, a Dinamarca, a Alemanha, a Hungria, a Itália, a Lituânia, a Holanda, a Polónia, a Roménia, a Eslováquia e o Reino Unido.
A Suiça, a Nova Zelândia, a Islândia e a Noruega apoiaram o apelo palestiniano para uma protecção internacional contra Israel. O Canadá absteve-se.

"A ONU APOIA O TERRORISMO CONTRA ISRAEL"
O embaixador israelita na ONU, Danny Danon, falou à Assembleia Geral ainda antes da declaração de Haley que, caso a ONU aprovasse a resolução palestiniana, "estaria assinando por escrito o seu inequívoco apoio ao terrorismo contra Israel."
"Não finjamos" - acrescentou Danon - "Se o ISIS atacasse Estocolmo amanhã, seria logo responsabilizada pelo ataque. Se a al-Qaeda assaltasse Paris, a ONU emitiria logo a sua mais forte condenação à al-Qaeda."
E concluiu: "Só quando o Hamas ataca Israel é que a ONU procura culpar Israel. A maioria moral nesta assembleia não deveria tolerar um padrão diferente para os israelitas vítimas do terrorismo."
"Tenho uma simples mensagem para aqueles que apoiaram esta resolução: vocês são as munições para as espingardas do Hamas. Vocês são as ogivas para os mísseis do Hamas."

Bem dito. Vergonha para uma grande parte da Europa e do mundo. Descrédito total para a ONU!

Shalom, Israel!

quinta-feira, dezembro 20, 2012

EUROPA (INCLUINDO PORTUGAL) CONTRA JERUSALÉM...ZACARIAS 12:2-3

PORTUGAL TAMBÉM CONDENA JERUSALÉM
4 nações europeias membras do Conselho de Segurança da ONU emitiram um comunicado condenando Jerusalém pelas construções que o governo israelita decidiu soberanamente edificar na sua Terra.
Hoje mesmo, a chefe da diplomacia europeia Catherine Ashton emitiu também uma condenação aos planos de Jerusalém para a construção na zona "alegadamente" ocupada após 1967, não escondendo até algumas "ameaças veladas" de agir "de acordo", caso Israel não volte atrás nos seus planos.
CATHERINE ASHTON
Aí está a Europa a sucumbir - como sempre - ao peso do islão e ao medo de desagradar aos árabes. E o líder da diplomacia portuguesa, o sr. Paulo Portas, tão entretido com as suas negociatas no Golfo Pérsico, faz desgraçadamente parte do séquito daqueles que pretendem alterar os planos de Deus - como se tal fosse possível e não viesse a acarretar trágicas consequências para os respectivos países!
A sra. Ashton, tão pouco activa em relação ao massacre diário de dezenas de civis na Síria, vem agora tentar dar ordens ao governo de Jerusalém: "A aprovação de mais 2.610 unidades habitacionais em Givat Hamatos é extremamente perturbadora, vindo acrescentar ao anúncio feito no final de Novembro e à aprovação na passada segunda-feira de 1.500 unidades habitacionais em Ramat Shlomo," - vociferou a senhora, acrescentando: "Este plano para Givat Hamatos cortaria a continuidade geográfica entre Jerusalém e Belém. Oponho-me fortemente a esta imprecedente expansão de colonatos à volta de Jerusalém."

EUROPA QUER JERUSALÉM DIVIDIDA
Catherine Ashton - falando em nome da União Europeia - verbalizou a idéia de que Jerusalém terá de ser repartida entre judeus e árabes: "A UE opõe-se em particular à implementação de planos que minam seriamente as perspectivas de de uma resolução negociada do conflito ao pôr em causa a possibilidade de um estado palestiniano viável e contíguo e de Jerusalém como futura capital de dois estados."

EUROPA QUER MONITORAR A QUESTÃO DE JERUSALÉM
E a senhora ainda ameaçou Israel: "À luz do objectivo central de se alcançar uma solução dois estados, a UE irá monitorar de perto a situação e as suas implicações globais, e agir em conformidade."

REINO UNIDO, FRANÇA, ALEMANHA E PORTUGAL CONDENAM JERUSALÉM
Ontem mesmo os 4 países europeus membros do Conselho de Segurança da ONU emitiram uma condenação a Israel nos seguintes termos: "Estamos extremamente preocupados e opômo-nos fortemente aos planos de Israel para expandir a construção de colonatos na Margem Ocidental," - pois que se implementados, irão "pôr em causa a possibilidade de um estado palestiniano independente, soberano, viável e contíguo, e de Jerusalém como futura capital de Israel e da Palestina."
A declaração feita ontem pelos "4E" como já são conhecidos acrescentou ainda: "Apelamos ao governo israelita para rescindir destes planos, lembrando que não reconheceremos quaisquer alterações às fronteiras anteriores a 1967, incluindo o que concerne a Jerusalém, além do que foi acordados pelas partes."

CONDENAÇÃO PELA ONU
Já ontem o secretário-geral das Nações Unidas, Ban ki-Moon havia juntamente com 14 das 15 nações membras do Conselho de Segurança, condenado asperamente Israel pelas construções em Jerusalém oriental. 

ISRAEL RESPONDE "À LETRA"
Ron Prosor, o embaixador de Israel na ONU, em resposta à declaração, chamou a atenção para os focos das atenções dos países estarem focalizadas em Israel, mas negligenciarem outras questões do Médio Oriente: "Só nesta semana (o presidente da Síria) Assad disparou mísseis scud contra os seus cidadãos, os jactos sírios bombardearam uma mesquita e mataram dezenas de palestinianos, e um armazém de armamento do Hezbollah explodiu a 300 metros de uma escola no sul do Líbano. Mas inacreditavelmente, os membros do Conselho de Segurança escolheram focalizar a sua atenção especificamente nos planos de construção aprovados por Jerusalém, a capital do povo judeu."

ISRAEL SÓ PODE CONTAR COM DEUS
ISRAEL CADA VEZ MAIS CONDENADO E ISOLADO
Tal como as profecias revelaram que aconteceria nestes "últimos dias", Jerusalém seria alvo da disputa e da tentativa de saque de muitas das nações. Não só o mundo político não reconhece Jerusalém como capital única e indivisível do estado judeu (caso único na comunidades das nações), como quer inclusivamente mandar e dar ordens naquilo que o governo de Israel deve ou não deve fazer... esta é a imbecilidade humana que tenta a todo o custo estorvar e até impedir os planos imutáveis de Deus para a Sua Terra e o Seu povo escolhido para habitar na mesma nestes "últimos dias."
Custa-me ver como estas condenações irão trazer tanta desgraça às nossas nações, incluindo Portugal, mas reconheço que esse é o caminho que o mundo está condenado a seguir, até que o Rei dos reis venha e ponha cobro a estas provocações e estabeleça o Seu Reino eterno na capital do Reino Milenar do Messias: Jerusalém!
Shalom, Israel!